A vadia da família

Olá, sou Diego e minha história secreta com minha irmã Karina não pode mais ficar escondida. Acho que tem muita coisa pra colocar pra fora. Não consigo dormir à noite pensando em como foi bom e que preciso contar pra alguém. Acho que aqui é o lugar ideal.

Minha irmã se chama Karina, tem 19 anos, um ano mais nova que eu, e pra mim é, infelizmente, uma das mulheres mais gostosas que já vi, daquelas que você quer transar o dia inteiro. Ela é branquinha com um tom moreno, altura média, um par de peitos naturais perfeitamente colocados com um biquinho rosa que vive duro. Pior pra mim, que ela sempre andou pela casa de pijama sem sutiã. Uma cintura que você se perde nas curvas e um par de bundas bem carnudas e macias. Isso eu sei porque em todas as viagens longas de carro, vou sentindo elas junto com as coxas grossas dela o caminho todo, quando ela senta do meu lado.

E apesar de não ter um rosto particularmente bonito, ela tem uns lábios grossos que ela ama e não consegue parar de passar um gloss que destaca ainda mais. Além disso, tem cílios grandes e uns olhos de safada que sempre me deixaram desconfortável.

Na nossa escola, os caras, quase todos amigos dela, adoram sentar ela no colo "de brincadeira". Por mais que eu explicasse pra Karina por que ela não devia fazer isso, ela fingia se importar, mas continuava. Me irritava não conseguir evitar de olhar o colo dos caras quando eles se levantavam com a virilha toda inchada.

Por não ser muito bonita, mas ter muitos namorados com quem normalmente durava menos de um mês, e ainda mais ficantes, dava pra imaginar qual era o objetivo de todos esses relacionamentos. Isso me deixava com muito tesão, por raiva e, gostando ou não, também por excitação. Minha teoria ficou evidente na primeira vez que peguei ela se pegando com um dos namorados, quatro anos mais velho que ela. Os dois em pé, ele encostado na parede, segurando os peitos dela com uma mão com tanta força que um dos dois já tinha Escapou do top e do sutiã, e a outra apertando a virilha dela, as nádegas dela apertando pra dentro no pau dele.
De novo no meu quarto, eu ouvia ela gemer docemente e imaginei que ela estava se tocando, não consegui evitar ficar excitado e comecei a me masturbar imaginando que era outra que gemia. Quando já estava quase gozando, me veio a ideia louca de espiar ela, mas qual não foi minha surpresa que, ao espiar pela fresta dos nossos quartos, vi ela dando um boquete incrível no namorado dela, enfiando o pedaço de carne inteiro. Minha gozada não deu pra segurar e eu curti a cena, mas na hora do gozo, quando vi que eles não paravam, fui eu parar eles. Mas na hora, o namorado gozou seco, descarregando montes na cara da minha irmãzinha. Ela ainda teve a cara de passar o dedo e a língua docemente pelo rosto, no meio da porra, sabendo da situação. O namorado, envergonhado, saiu correndo de casa.

Ao dar uma surra no namorado dela na frente de todo mundo na escola, consegui que ela não arrumasse mais namorados e o respeito de todos. Mas depois, o comportamento estranho da Karina me levaria à tragédia.
Ela começou a me dar indiretas bem sexuais. Na comida, chupava a colher dela mil vezes do jeito mais sexy, enquanto me olhava e gemia discretamente. Eu não sabia se ela estava com raiva e queria se vingar, ou se só estava brincando comigo por ser da natureza dela ser uma putinha.

O pijama normal dela, que era um short rosa que deixava as coxas torneadas e carnudas livres, agora tinha virado calcinhas que ela mexia deliciosamente pela casa e um top branco que deixava o abdômen perfeito dela de fora.
Eu me aliviava toda noite no meu quarto pensando em outras mulheres, às vezes até de tarde. Mas com o tempo, percebi que a Karina era o motivo de todas as minhas punhetas.

Isso me libertou e me fez ver minha irmã com outros olhos. Agora eu curtia ela, mas de longe. Mas ela percebeu um dia em que papai e... Mamãe foram fazer compras na cidade vizinha, eu espiando ela no banho e ela me disse, rindo, se eu queria entrar. Mas eu levei a sério, e minha tesão me fez entrar sem pensar. Quando entrei, vi a cara de surpresa dela, mas ela tentou agir natural e continuou se lavando. Eu não aguentei mais, meu pau tava duro que nem um tronco, e quando encostou nas costas dela — porque ela tava de costas de vergonha — ela virou, me olhou e deu um sorrisinho safado, pegou no meu pau e mexeu pra não encostar nela. Eu perguntei se ela queria que eu ensaboasse ela, e ela tentou — eu percebi — fingir surpresa, passou o sabonete líquido rápido e falou: "Passa onde você quiser, papai". Nessa hora, eu já sabia que pra ela era uma brincadeira pra me provocar, e ela achava que eu também tava brincando, mas ficava na dúvida, e isso fazia ela recuar um pouco. Só que quando eu ensaboei o corpinho todo dela, passando pelos ombros, pelos peitos — que com certeza ficaram super limpos — pela barriga macia e pela bunda, que ficou igual aos peitos, ela já tinha virado de frente e tava me acariciando, segurando meus braços com carinho, me incentivando a continuar com a massagem-banho. Mas quando fui pras coxas, eu passei do limite: como não dava pra alcançar direito com ela de frente pra mim, puxei ela um pouco, e a cabeça do meu pau encostou na rachinha dela, que tava fervendo. Os olhos dela se cravaram nos meus, e ela passou a língua nos lábios suculentos, limpando as gotas do banho que, com o calor, soltavam vapor de todo lado. A gente entendeu que não tava mais brincando. Nos beijamos com paixão e nos abraçamos, nossos braços escorregavam quando a gente tentava apertar os corpos, e isso era maravilhoso. Eu já tinha esquecido minha raiva dela — era minha irmã — e a gente tava se curtindo. Ela também me puxava forte pelo cabelo e pelas costas, me puxava pra parede do box onde ela se apoiava pra ficar confortável, abria as pernas, e eu roçava meu pau na buceta dela. buceta, mas a gente sentia que se ela se metia ou eu tirava o pau com as mãos. Ela virou de costas, eu agarrei as duas nádegas dela e prendi meu pau entre elas pra me masturbar. Depois ela pegou e passou por baixo da virilha dela pra eu me masturbar com a parte de baixo da buceta dela. Aí ela virou de novo pra ficar de frente, e eu levantei ela pelas pernas gostosas dela e lembro de ter pensado que tudo era como o sonho molhado mais longo e real, uma fantasia onde eu não ligava mais pra moral nem pra minha dignidade, só pro melhor jeito de fazer meu pau explodir. Enquanto beijava ela de olhos fechados, segurando ela contra a parede, senti explodir. Acabei gozando na barriga dela, e ela espalhou o esperma por todo o abdômen. Depois de um beijo longo, saiu da banheira pra começar nossa semana de mais vergonha, mas depois da semana perdemos todo o pudor e, depois de conversar, decidimos tornar nossos encontros rotineiros.

Mesmo com nosso acordo, eu tinha medo de dar o próximo passo, mas fiz isso às 3 da manhã. Fui silenciosamente pro quarto dela, entrei e comecei a acariciar as bundinhas dela e a bucetinha por cima da calcinha azul. Quando ela acordou, começamos a nos pegar só, porque sabíamos do risco dos nossos pais estarem no quarto ao lado. Nossos corpos suados por estarmos cobertos por cobertores grossos no meio do verão deixaram nossos roces mais quentes. Ao sentir a buceta dela na minha virilha, vi que ela tava muito quente, eu também tava durasso, então falei pra gente fazer, que eu tinha um camisinha guardada. Ela topou, mas disse pra fazer em silêncio. Então, depois de tirar a calcinha e a blusa comprida dela, começamos a nos apalpar o corpo todo, nos exploramos da cabeça aos pés, e aí me deitei suavemente sobre ela e comecei a meter devagar. Nessa hora falei que a gente tinha esquecido a camisinha, e os dois soltamos uma risadinha nervosa, mas continuamos. Desde o começo, meu pau entrou. como se fosse manteiga e se moldou como se já tivesse estado ali antes, senti meu pau derretendo e que não ia durar nada, e mesmo Karina sendo minha irmã, me dava vergonha de gozar rápido, mas nunca foi assim, foi tipo meia hora de sexo suave e delicado, as pernas dela bem abertas se moviam com delicadeza esfregando minhas coxas com raiva, aceitei que ela tinha experiência, mas agora era mais ciúme, porque queria que minha irmãzinha fosse só minha, mas me acalmou ouvir ela dizer —ai que gostoso— repetidamente junto com gemidos suaves, ela dizia que nunca tinha feito assim e que queria fazer comigo todo dia pra sempre enquanto passava a mão nas minhas costas com as mãos delicadas, eu falei —mas com camisinha, né?— e ela sorriu e sussurrou devagar que era mais gostoso natural, isso me excitou tanto que aumentei um pouco a velocidade e os gemidos dela, que agora iam direto no meu ouvido, me incentivaram a gozar dentro dela, ela falou com doçura —não se preocupa, bebê, gosto mais dentro de mim—. Enquanto nos vestíamos e ela mexia a cintura pra colocar a calcinha rosa porque a azul estava super molhada, ela me dizia que sempre pode tomar pílula pra não engravidar. Nosso próximo encontro, depois de um tempo, foi logo após uma briga, eu tava reclamando com ela por causa de uma foto que ela tinha postado no Facebook onde aparecia de biquíni pequeno e justo, mostrando um corpão danado, encostei ela na parede e beijei com força, ela me jogou na cama e continuamos, agora eu virei ela, rasguei a calcinha de escola e sem tirar a saia enfiei com violência, ela adorava e isso me irritava e me excitava mais, então aumentei a velocidade, queria que ela gemesse de dor, mas ela curtia cada vez mais até que senti ela gozar e eu também não consegui me segurar, deixando a cama toda manchada, aquela noite dormimos na mesma posição até o dia seguinte. Ela, de vingança, desceu pra sala onde eu estava com meus melhores amigos Fernando e Erik, ela vestindo uma calcinha vermelha velha de anos atrás que apertava mais do que podia e uma blusinha de seda bege, perguntou se podia jogar cartas com a gente. Eu falei que não, mas meus amigos pervertidos mandaram ela sentar. Ela fingiu um acidente e sentou no colo do Erik, depois se afastou apoiando a mão no pau dele. Erik e Fernando estavam explodindo de tesão e eu, de raiva. Já jogando, minha irmã teve a ideia de tirar a blusa por causa do calor e convidou a gente pra fazer o mesmo. Falando com ela em particular pra controlar, ela disse que eu não dava mais atenção pra ela como antes e que, se eu quisesse que o show parasse, tinha que comer ela naquele momento. Eu falei que não. Aí ela foi pra sala, baixou as calças dos meus amigos e, com as duas mãos, ficava passando de leve e depois levando pros peitos dela. Fernando gozou nos peitos dela, e Erik, mais desesperado, agarrou ela pelo cabelo e puxou pra meter o pau na boquinha da minha irmã, e deu pra ver que descarregou tudo dentro dela.

Agora os dois estavam prontos pra foder ela, tiravam a calcinha dela e pareciam surdos pros meus gritos. Não culpo eles, porque eu sabia o que era ser seduzido pelo corpo da minha irmã — você perde toda a razão. Então, quando ela já estava toda pelada e Erik subia e descia o pau nas nádegas dela, e Fernando brincava com as dobras da bucetinha dela com a cabeça do pau já prestes a estourar, eu tirei ela de lá antes que fosse penetrada. Mandei meus amigos embora, levei ela pro meu quarto e meti nela de forma selvagem. Meus amigos voltaram a entrar e ficaram nos olhando enquanto se masturbavam, até que eu finalmente gozei nela, possuindo ela pelos dois buracos, enquanto ela, de costas pra mim, passava minhas mãos por todo o corpo dela. Eles também gozaram em cima dela.

Combinamos que eles guardariam meu segredo se minha irmãzinha batesse uma pra eles uma vez por dia durante três semanas. E foi assim, e meus amigos cumpriram a promessa. Pra compensar a humilhação, a Karina até chorou pedindo perdão, e levaria... regularmente amigas dela pra fazer junto.

Nossos relacionamentos quase acabaram quando um dia de um tesão do caralho, em que, no quarto de hotel com nossos pais durante todas as férias, a gente não conseguia nem bater uma. Quando voltamos pra escola e ouvi uns colegas meus vendo minha irmã andar e falando que ela era bem gostosa e que queriam foder ela o dia inteiro, fiquei com um tesão absurdo e fui no banheiro mais longe das salas me masturbar. Mas ela me seguiu e entrou no meio do ato. Por sorte, os banheiros estavam vazios e limpos, porque nossa escola é cara e de alto prestígio. Pedi pra ela parar, mas ela não obedeceu. Eu sabia que, se ela começasse, eu não teria juízo pra parar, e o risco de humilhação era muito alto. Segurei os ombros dela pra tentar impedir, porque ela já estava levando meu pau pra boca, mas, com ele perto, ela começou a soprar com a boquinha dela, e correntes quentes de vento chegaram no meu pau. Não aguentei mais e me joguei nela. Agarrei a nuca dela e quase a joguei no chão, forçando meu pau dentro da boca dela. Eu me mexia até o corpo todo. Meu plano era gozar rápido e acabar logo com aquele pesadelo, mas eu não gozava e ficava mais excitado. Me sentia o tempo todo prestes a explodir, como se meu pau soubesse que aquela era a boca dela e quisesse expelir o sêmen dentro da buceta dela. Ela mexia a língua como uma profissional, me fazendo sentir nas nuvens. Então, levantei ela e vi o rosto dela com o cabelo todo bagunçado e umas manchinhas de líquido transparente nos lábios grossos dela. Sentei no vaso e coloquei ela em cima de mim com as pernas abertas. Rasguei outra calcinha do uniforme dela pra meter. Nessa posição, ela com as duas pernas bem abertas, se apoiando só com os pés nas bordas do cubículo do banheiro e a bunda nas minhas coxas, enquanto me segurava pelas costas com as mãos. Eu posicionei meu pau apontando levemente pra cima pra entrar, como sempre, com muita facilidade na buceta macia e molhada dela. depilada buceta da minha irmãzinha, a gente sentia que já ia gozar, na verdade ela já tava no auge do orgasmo, todos os fluidos dela escorrendo pra dentro e na borda do vaso, os gemidos dela eram melhores do que em qualquer outro momento, eu me perguntava por que esse sexo tão perigoso tinha que ser o melhor que a gente tava tendo, e quando a gente queria fazer rápido parecia que durava mais, mas já vinha meu sêmen, sentia meu pau inchando, minha irmã pelo visto também sentiu porque os gemidos dela aumentaram de volume, infelizmente Pablo e Jorge ouviram e entraram no banheiro, eu ouvi eles rindo e o Jorge falando – tão trepando, tão trepando – e o Pablo – e forte – mas não tinha como eles saberem quem a gente era, então me apressei e meti ainda mais rápido porque com o susto meu pau tinha murchado de novo, ela viu minha pressa e também se mexia pra meu pau e a buceta dela se esfregarem mais e eu gozar rápido, mas a lubrificação e o movimento eram tantos que meu pau escapava e eu enfiava de novo como se fosse qualquer coisa, uma e outra vez, o que era alucinante mas não o que eu precisava naquele momento, até que finalmente me apoiei nos peitos nus da minha irmã, lambendo eles com a camisa dela presa pra baixo na barriga, e enquanto eu me agarrava na cinturinha espetacular dela, sentindo os jatos chegarem como um milhão de borboletas vitoriosas em direção ao esconderijo da minha irmãzinha, por acidente os três primeiros jatos entraram tudo dentro dela, só no quarto que consegui tirar meu pau, que escapou caindo na barriga dela e umas gotinhas na camisa, quando a gente se levantou rápido pra se vestir, ouvimos o Pablo e o Jorge fugindo como se não quisessem ser pegos como espiões, aquela tarde foi a pior, vi que de longe dava pra notar umas gotinhas na camisa branca dela e o rosto dela não conseguia disfarçar o rubor, as bochechas e os braços, assim como as coxas, estavam vermelhos de atrito com minhas mãos, e o pior de tudo é que ela não tava de calcinha, se alguém reparasse dava pra perceber Eu vi a buceta dela umas três vezes naquele dia e na saída foi o pior, porque pra sair a gente andava tudo apertado e, como sempre, o povo tenta pegar alguma coisa na minha irmã, até pais de família às vezes. Enfim, depois disso saímos ilesos, mas Karina e eu brigamos e paramos de fazer por meses até nos reconciliarmos de novo. Só que agora nosso sexo ficou bem planejado, responsável e doce.

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