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Compêndio IQuando saímos da esteira do aeroporto, ouvi uma voz familiar me chamando.
“Marco! Marco! Marco! Marco!”
E *Pá!*, fui parar no chão…
“E ela? Quem é?” perguntou Sonia, ao ver como ela me abraçava tão efusivamente.
“Sonia, te apresento a Amélia, uma das irmãs mais novas da Marisol!”
“Quando você falava dela, pensei que fosse mais novinha…” disse com um tom de decepção.
Mesmo que a Amélia estivesse usando uma camiseta branca com filhotes de cachorro no peito e uma calça branca, dava pra entender a decepção da Sônia, já que até o último turno eu também não tinha percebido que ela já tinha o corpo de uma mulherão. "Que saudade de você!" Amélia dizia, sem parar de me abraçar.
"Eu também!... Mas... dá pra gente parar?"
"Amélia, te apresento minha colega e melhor amiga Sônia! Ela veio trabalhar comigo!"
Elas se cumprimentaram, mas eu senti que não se bicaram.
Pouco depois, avistamos o Seu Sérgio e a Verônica. Me surpreendi que ele tivesse deixado o carro no estacionamento.
"Ela é minha sogra, a dona Verônica, e ele é..."
"Meu nome é Sérgio. Prazer em conhecê-la!" disse meu sogro.
Notei um distanciamento na Verônica, já que o cumprimento dela não foi tão caloroso quanto da última vez. Sônia sorria pra mim ao ver minha sogra.
Na verdade, tinha bastante coisa pra ver, porque minha sogra tinha ido nos receber com uma blusa bem decotada e uma saia que mal cobria as coxas, e vários homens já começavam a se juntar ao nosso redor."O senhor não quer um café?" disse meu sogro pra Sônia. Fiquei perplexo... Nunca me convidou pra nada, pão-duro de merda!
"Ah, não, obrigada! A única coisa que quero é chegar na cabana e tomar um banho!"
Pra mim ele nem perguntou...
"Seu voo atrasou muito!" disse Amélia.
"É que teve umas complicações..." respondi, olhando de lado pra Sônia, mas meu sogro não largava ela.
Meu sogro insistiu pra Sônia ir na frente, já que ela ia pra casa de hóspedes da cutie. Ele tinha insistido pra ela ficar com a gente, mas Verônica disse que já tava lotado comigo.
Amélia se aninhava do meu lado, enterrando os peitos na minha cintura, igual um cachorrinho carente recebendo o dono, e passava a mão de leve nas minhas pernas... nem passou pela minha cabeça que ela tivesse outras intenções, eu achava que era "só casual".
"Tá acontecendo alguma coisa?" perguntei pra Verônica.
Por outro lado, Verônica só olhava pela janela. Depois da despedida da última vez, pensei que ela ia estar igual a filha, mas ela só olhava pela janela, como se tentasse me evitar.
"Não, nada! Por que pergunta?"
"Você parece... preocupada... alguma coisa te incomoda."
Não podia tratar ela por "você". Com o idiota do meu sogro ali, a gente tinha que manter essa postura de genro/sogra, o que me fazia sentir ainda mais distante.
"Não, não se preocupa! Não é nada grave!" ela sorriu pra mim, mas não era o mesmo sorriso.
Falei com meu sogro, já que ele não parava de papear com a Sônia. A coitada tava exausta, depois do que rolou no voo, então só queria chegar e descansar.
"Ei, seu Sérgio! O que o senhor acha do aumento dos combustíveis?"
"Que mal-educado você é, Marco! Não vê que tô conversando com a moça?"
Isso deixou tudo bem claro. Tanta cortesia junta... A Sônia tinha esquentado ele! Chegamos na pensão e ajudei ela a se registrar. Passei as referências pra chegar no terminal e combinamos de nos encontrar lá às seis e meia da manhã, já que o ônibus dos administrativos saía às sete. Nos despedimos e fomos embora.
Pela primeira vez, meu sogro falava comigo sobre algo que não fosse trabalho ou dinheiro. Claro que não tava a fim de ficar contando pra ele o que sabia da Sonia, se era solteira ou casada e essas paradas.
Fui eu quem perguntei como andavam as coisas por aqueles lados.
“Tá bem demais! O povo é muito generoso e responsável por aqui!” ele falou, sorrindo.
Quando chegamos em casa, tinha uma pessoa esperando a gente. Era um cara magro, meio alto, uns 30 anos. Tava de macacão e chapéu, da companhia de água.
Quando viu eu e meu sogro, o cara ficou meio nervoso.
“Boa tarde!” ele cumprimentou.
“Boa tarde!” respondemos.
“O senhor é o dono da casa?” o homem me perguntou.
“Não, sou eu!” disse meu sogro. “O que o senhor precisa?”
Achei que ele se aliviou quando ouviu isso. Meu sogro é baixinho, gordinho e careca, com uns cachos que fazem ele parecer o Larry, dos “Três Patetas”. Acho que minha sogra continua casada porque o velho trabalha e deve ter se apegado.
“Venho da companhia. É pela inspeção semanal de vazamentos na linha.”
Algo não tava batendo… Inspeção semanal?
“Ah, isso! Pode ficar tranquilo, rapaz! Não tivemos nenhum vazamento!”
O sujeito anotou algo no caderninho dele, mas me deu a impressão que tava enrolando…
“A pressão da água tá boa?... Sem problemas com os reservatórios?”
“Tá não, rapaz, tudo funcionando perfeitamente!”
Aí chegaram a Amélia e a Verônica. Notei um brilho no olhar do sujeito…
“Com licença, mas por que essas inspeções semanais?” perguntei.
O cara respondeu nervoso.
“É… bom… da companhia. Falaram que não fizeram a manutenção direito… e aí… tão mandando a gente patrulhar pra prevenir.”
A história ela tava cada vez mais estranha e o cara parecia perceber que eu não era tão ingênuo quanto meu sogro. Normalmente, empresas de serviço são reativas, não preventivas.
Minha sogra abriu a porta e a Amélia seguiu ela. Percebi um olhar malicioso, enquanto meu sogro me dizia:
“Como eu te falei, o pessoal daqui é responsável, diferente da capital! De um ou dois em dois dias vem algum serviço, perguntando se temos problemas! Se não é a água, é a luz ou até o gás! E ainda ganhamos uma bola de presente cada vez que vêm!”
Ele agradeceu e até deu uma gorjeta (pão-duro como sempre) pelo transtorno e se despediu. Aí eu notei que o tal “inspetor semanal” nem tinha vindo com as ferramentas dele. Mas o cara já tinha ido embora e meu sogro não ia dar importância.
A Verônica tava preparando o jantar e nem percebeu minha cara de confuso. Meu sogro tinha sentado na frente da TV pra ver um jogo de futebol.
“Vem comigo, tenho uma coisa muito importante pra te contar!” a Amélia falou, toda animada.
Ela disse pra mãe que a gente ia ficar no quarto dela, e a mãe respondeu pra não demorarmos muito.
Amelia me contou que tava muito feliz, porque conheceu um cara novo. Chamava Toño e tinha 19 anos. Não consegui evitar sentir uma certa tristeza. Ela é muito gostosa e sei que qualquer homem seria muito feliz com ela, mesmo eu tendo conflito por esse homem não ser eu.
Por enquanto, eles tão namorando e só ficaram nos beijinhos e amassos. Fiquei me perguntando se o tal de Toño já tinha pegado naqueles peitões macios e enormes dela.
Daí a pouco, chamaram a gente pra jantar e contei as coisas que rolaram na capital. Amelia me perguntou por que eu tinha vindo com a Sonia dessa vez.
“É que eu tive um colapso quando voltei pra capital!”
Elas ficaram preocupadas, mas eu não demonstrei muita preocupação.
“Parece que o último plantão foi muito puxado e me exigi demais…”
Meu sogro disse que era normal e que essas coisas acontecem, mas tanto a Verônica quanto a Amelia ficaram vermelhas, lembrando da orgia que a gente teve no último dia antes de voltar.
Depois do jantar, me arrumei pra sair. Amelia ficou puta.
“Como assim você vai beber com uma mulher? O que minha irmã ia achar?”
“Provavelmente… ela ia dizer que não tem problema…” respondi.
Lembrei do quão estranho era o acordo da Marisol, o que me fez sentir pior que a Amelia.
“Mãe! Você não vai falar nada?”
“Não, filha! Ele tá no direito dele.” Ela disse, olhando nos olhos dela. “Ninguém obriga ele a ficar com a gente…”
Tinha uma certa tristeza no olhar dela. Algo tava errado…
“Mas…!” a Amelia protestou.
Quando cheguei na porta, a Amelia me abraçou por trás, apertando os peitos dela contra mim.
“Por favor, não demora muito!”
“Não se preocupa! É só uns copos!” falei, mas tanto eu quanto ela sentíamos que algo mais ia rolar.
De qualquer forma, tava com meus preservativos, então me sentia seguro.
A Miss Rachel tava no balcão quando cheguei. Era quinze pras oito e pelo visto, ela já tava me esperando há um tempão.
M: “Hi! Am I late?” (Oi! Cheguei atrasado?)
Ela me olhou sedutoramente. Tava vestida pra matar!
Vestido de lantejoulas inteiro, saia no meio da coxa, bem decotado e justo, marcando todas as curvas dela, salto preto e batom rosa brilhante, combinando com a sombra nos olhos e o blush nas bochechas. A representação fiel de um súcubo. Fiquei feliz de ter trazido camisinha…
R: (Não! De jeito nenhum! Quer beber algo também?)
M: (Sim, quero!)
E pedi um suco natural. Ela riu.
R: (Achei que ia pedir uma bebida alcoólica!)
M: (Não, não bebo álcool)
R: (Por quê? É um bêbado chato?)
M: (Não é isso. É que não gosto de como me faz sentir).
R: (Não sou careta! Adoro beber!)
E se ainda tinha dúvida, ela virou o resto da bebida de uma vez.
R: "So, where can we dance?" (Então, onde a gente pode dançar?)
M: (Não sei. Não moro aqui)
R: "Interesting!... so why are you here, then?" (Interessante!... então por que você está aqui?)
Contei sobre meu trabalho e que estava hospedado na casa dos meus sogros.
"So… you do have a girlfriend." (Então… você tem uma namorada) ela disse, com um tom meio triste.
"Yeah! She lives in the capital, though!" (Sim! Mas ela mora na capital…)
Ela sorriu ao ouvir essa indireta.
"Maybe, we should go to a place with less people…" (Talvez a gente devesse ir pra um lugar com menos gente).
No elevador, ela me beijava com tudo. Era muito fogosa!
"Wow! You already want me!" (Nossa! Já me quer!) disse, ao sentir meu pau.
"Yeah! I blame you!" (Sim! A culpa é sua!)
"Man! I guess I´ll have to do something about it!" (Caramba! Então vou ter que fazer algo a respeito!)
Chegamos no quarto dela e ela me sentou no sofá. A puta chupava como se fosse um sorvete…
"Is this better?" (Tá melhor assim?)
"Oh, yeah! I'm on cloud nine!" (Sim! Tô nas nuvens)
Ela sorriu e continuou chupando, feito uma profissional.
"I never thought you would have one so thick. You look so wimpy!" (Nunca pensei que você tivesse um tão grosso. Você parece tão frango!) Você tem uma tão grossa! Parece tão fraquinho!..."
"Sabe? Chupando você fica melhor!..." respondi, meio ofendido.
"Desculpa! Não quis te ofender!"
E realmente se desculpou, com uma garganta profunda, que me fez sentir ainda melhor.
"Adoro o seu gosto!", dizia lambendo da base até a cabeça. Era foda ver aquela cabeleira ruiva com umas tetas enormes, lambendo tão animada.
"Que bom que você gostou! Fiz especialmente pra você!"
"Caralho! Lá vem!"
E gozei, mas ela tirou a boca e ficou toda coberta de porra. Não sei se era verdade que ela gostava do meu gosto...
"Delícia! Você ainda tá duro! Quer gozar nas minhas tetas?"
"Sim... mas e você?"
"O que que tem eu?"
"Bom, quero que você também se sinta bem."
"Ah, é? Acha que consegue fazer alguma coisa?"
Peguei ela e deitei no sofá. Comecei a beijar o pescoço dela, enquanto massageava as tetas.
"Você tá mandando muito bem!"
"Sei disso! Só tô esquentando."
"Isso!... ah!..."
Ela se mexeu toda quando enfiei o dedo na bucetinha dela. Enquanto isso, chupava as tetas dela.
"Não... tão... forte!"
Ela dizia, tentando morder os lábios pra não gemer. Foda demais!
"Se prepara! Vou fazer você gemer de verdade!"
"Não! O que você vai...? Não!"
E comecei a chupar o clitóris dela, enquanto enfiava dois dedos na bucetinha molhada. Os espasmos faziam ela se contorcer inteira de prazer e as tetas balançavam igual gelatina.
"Tão... Boa!...Maravilhosa!..." (¡Se sente...tão bem! ¡Genial!)
Minha mão já tinha se recuperado bem. Conseguia entrar e sair bem rápido da caverninha dela. A outra, por sua vez, fazia um trabalho decente apertando um dos peitos dela.
"Your hands... your hands... are making me crazy!" (¡Suas mãos!...¡Suas mãos!... ¡Tão me deixando louca!)
"Stop..licking me...there! I'm...about...to come!...Ah!... Ah!...Ahh!" (Para... de chupar eu...aí! Vou... gozar!...)
E ela gozou na minha boca. Diferente dela, eu tomei os sucos dela.
"It was...very intense!" (¡Foi... muito intenso!)
"All right! Now you can pay up!" (¡Beleza! ¡Agora pode pagar!)
Falei, colocando meu pau entre os peitos dela. Ela sorriu.
"Gladly!" (¡Com prazer!)
Apesar de ser gostoso, não era tão saboroso quanto com a Pamela. Os peitos da Rachel eram um pouco mais duros.
"What is that?" disse, ao ver a ponta do meu pau aparecendo.
"Could you lick the tip?" (¿Pode chupar a pontinha?)
"Yeah!"
Até a chupada dela não era tão boa quanto a da Pamela. Tinha que forçar na boca dela, enquanto a Pamela fazia porque queria.
"I'm about to come!" (¡Vou gozar!)
"Do it on my tits!" (¡Faz nos meus peitos!)
E de novo, enchi a cara dela de porra. Até agora, meu "filme pornô americano" não estava sendo tão bom quanto esperava. A única coisa boa era que a gulosa chupava o próprio sêmen do corpo.
"So much milk!" (¡Tanta porra!) ela dizia, com um olhar de puta no cio, chupando parte dos peitos e das mãos.
"And you're still hard! How do you do it?" (¡E ainda tá duro! ¿Como cê faz?)
Me senti orgulhoso.
"You never tried latin sausage before, have you?" (¿Nunca provou salsicha latina antes, né?)
"No, but I'm becoming a big fan!" (¡Não, mas tô virando fã!)
Peguei a mão dela e levei pro chuveiro. Queria arrebentar a bunda dela, mas tava toda melada e ela, encantada com meu pau, se deixou levar.
Liguei a água quente e chupei a bucetinha dela mais uma vez. mais.
“De novo?”
“Não, é só pra te deixar com vontade…”
Virei ela e comecei a cutucar a bunda dela com meu pau.
“Podia ter perguntado! Eu já queria desde que entramos no chuveiro!”
Era uma rabuda tão larga e apertada. Tava alargando ela, e ela gemia de prazer.
“É tão grosso!... Tá me rasgando no meio!”
Peguei o sabão e comecei a fazer espuma nos peitos dela, que balançavam.
“Isso é tão… gostoso!”
Comecei a pegar ritmo, passando o sabão na cintura dela, no clitóris e roçando na buceta molhada.
“Cê tá… me matando!”
Ela começou a se endireitar com minhas estocadas, e aproveitei pra agarrar aqueles peitos ensaboados.
“Aperta… eles!... Por favor!... É uma delícia!”
Ela queria que eu apertasse os biquinhos. Eu também queria…
O cheiro dela era diferente das outras. O cabelo, as costas. A Rachel parecia despertar todos os meus sentidos.
“Ah… Meu Deus!... Ah… Meu Deus!”
“Puxa! Eles realmente tiraram as divindades do teu vocabulário!”
“É!... É um… treino… puxado… embora… não tão bom… quanto teu pau!”
Esses americanos e suas noções idiotas de ser “politicamente correto”!
“Beleza! Vou te encher!”
“Goza… dentro… do meu cu… quero… sentir… esse leite… quente!”
E eu gozei. Foi uma experiência alienígena… “de outro mundo”.
A água quente continuava batendo nos nossos corpos colados de prazer.
Quando consegui tirar meu pau, começaram os problemas.
“Cê ainda tá duro! Tenho que montar nele!”
“Claro, deixa eu pegar minha camisinha!”
“Não, quero você no pelo…” (crú)
E ela pulou em cima de mim, enfiando meu pau na buceta dela.
"É tão bom!... espera… O que você tá fazendo?"
Tive que tirar ela de cima de mim. Não ia fazer sem camisinha.
"Eu te falei que tenho namorada. Deixa eu pegar uma camisinha"
"Quem liga? Ninguém se importa de verdade…"
Ela continuava se esfregando em mim, tentando enfiar meu pau.
"Eu me importo!" falei "Se eu te engravidar, o que vai ser de você?"
Rachel ficou puta.
"Sai daqui, seu filho da puta!"
Começou a jogar minhas roupas.
"Você acha que sou uma puta? É isso que você pensa?"
Não consegui responder. Ela tava agindo como uma. Consegui vestir a cueca e a calça. O resto, ela jogou no corredor do hotel, enquanto chorava amargamente.
Lá fora, me vesti em silêncio. Pensei em bater na porta pra acalmar ela, mas não adiantava.
Quando as portas do elevador fecharam, pensei em pelo menos falar meu nome… mas pra quê? Ela já tava puta.
Enquanto saía do hotel, não consegui evitar sentir pena dela. Ela não tinha descoberto o amor que eu e Marisol temos, e me senti sortudo.
Na real, me senti o grande vencedor da noite: mesmo tendo feito minhas sacanagens, pelo menos me senti vitorioso por resistir a uma mulher como a Rachel, onde muitos teriam se deixado levar pelos instintos.
Não adiantava nada contatar a Diana agora. Pelo menos, a Rachel não ia ficar puta se ela não me conhecesse, e enquanto jogava os telefones fora, me senti melhor.
A noite tava gelada e decidi ir andando. Tinha que pensar no trabalho. No vento, parecia ouvir "Sir! Sir!"… mas o deserto é assim e, na real, não tem muito o que fazer.
Olhei meu relógio. Eram 11 e meia. Pelo menos, tinha cumprido minha palavra pra Amelia. E enquanto entrava na casa silenciosa e escura, Sutilmente, eu me sentia triste mas tranquilo: tinha sido um cavalheiro.
E enquanto a gente pensa que as coisas são assim, a vida te surpreende e te ensina outras… de novo, eu me enganava ao achar que era o único acordado… e o mesmo valia pra ideia de que a noite tinha acabado…Post seguinte
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