Luxúria na Disney

Luxúria na Disneylândia


¡¡BLOM!! Quando as portas se fecharam, todo mundo soltou um suspiro de alívio. Alguns deles olharam em volta pra ter certeza de que estavam mesmo sozinhos: não tinha visitantes, nem crianças com gorros e balões, nem pais que pareciam se divertir mais que os filhos, nem mães obcecadas em limpar as manchas de doce da carinha do pequeno. Um silêncio absoluto reinava. Todos se entreolharam e a mesma ideia brilhou neles como uma chama cintilante no meio da noite.

-¡¡FESTAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!.

Subiram pro primeiro andar do castelo como um raio, tirando correndo toalhas de mesa e petiscos pra abrir o apetite, arrumaram uma mesa pra colocar tudo, praticamente raptaram todas as almofadas que encontraram pra se acomodar e vestiram a roupa mais simples e caseira pra ficar o mais confortável possível. Até que tudo estivesse pronto e arrumado, parecia que um furacão tava varrendo o castelo de um lado pro outro, virando tudo de cabeça pra baixo. Depois de se acomodarem na sala ampla do primeiro andar, todo mundo começou do jeito mais normal possível: comendo alguns petiscos, batendo um papo com os colegas, falando dos velhos tempos e dos novos… Se não fosse por um simples detalhe, aquilo poderia ser confundido com uma noite agradável de festa de um grupo de amigos de qualquer outro lugar do mundo. Eram desenhos animados!

Do lado das minas estavam a jovem e sonhadora Alice; Aurora, a bela adormecida; Ariel, a sereia ruiva; Bela, a filha do carpinteiro; a terrível bruxa Malévola; a princesa da Arábia Jasmine; Wendy, ex-moradora da Terra do Nunca; Mulan, a mulher que se passou por homem pra lutar na China medieval; Kida, a princesa da Atlântida de cabelo platinado; Esmeralda, a cigana; Jane, a repórter intrépida; Mégara, a jovem da Grécia antiga; Pocahontas, a guerreira indígena das grandes pradarias; Branca de Neve, a amiga dos 7. anões, e Lilo, a menina havaiana. Do lado dos meninos estavam a terrível Fera; Quasímodo, o corcunda deformado de Notre Dame; Simba, o rei leão; Banzé, o cachorro travesso; Balu, Baguera e Rei Louie, os animais da selva; Aladdin, o ladrão da Arábia; Netuno, o deus do mar; Peter Pan, o menino que nunca cresceu; Hércules, o semideus grego; Tarzan, o homem-macaco; o diabólico Jafar; Scar, o leão malvado, e John Smith, o colonizador inglês. Claro que faltavam alguns dos personagens mais icônicos: Mickey, Minnie, Donald, Pateta, Tico & Teco, Robin Hood, Merlin, o Encantador, os 101 Dálmatas e Cruella de Vil, Dumbo, Os Aristogatos, etc., mas o cansaço era tanto que eles não conseguiam ir à festa, então foram descansar para recuperar as forças e dormiram assim que chegaram na cama. Por outro lado, eles já tinham sido protagonistas de algumas das festas mais loucas e não estavam nem aí para perder essa.

No começo, tudo parecia bem informal e descontraído: copos, ponche, conversas animadas… o clima continuava o mesmo do início, exceto por um detalhe: tinha um jogo de olhares entre todos, esperando pra ver quem dava o sinal de partida. Todo mundo parecia prender a respiração, na expectativa… e claro, tinha que ser a Branca de Neve a dar o tiro de largada quando, nas suas carícias, deixou Tarzan com uma ereção animal e enfiou a rola toda dele na boca dela. O clima, finalmente solto, deu lugar à putaria tão desejada. Tarzan, bem acomodado nuns almofadões macios, se deixou levar pela boca da princesa, cuja cabeça subia e descia, curtindo o boquete que tava dando no rei dos macacos. Todo mundo sabia da obsessão que ela tinha por ele por causa do tamanho e da grossura da rola dele, que era algo exagerado.

-Mmmm mmmmmm mmmm mmmmmmm… oooohh continua assim, princesa, chupa ela toda… oooooohh Tarzan gozar, gozar muito… oooooooooh ooooooooohh ooooooohh oooooooooohh oooooooohh ooooooooohh…

-Mm mmmm mm mmmmm mmmm mmmmm mmmmmmm…quero tirar todo o seu sêmen, quero engolir…vamos, rei dos macacos, fica selvagem… - Aaaaaaahh aaaaaaahh aaaaaaaahh aaaaaaahh…Tarzã querer foder Branca de Neve, Tarzã querer que princesa griteeeeeeeeeeeeee…aaaaaahh aaaaaahh… A mão direita de Branca de Neve agarrou os ovos de Tarzã e massageou eles, fazendo ele ficar muito mais excitado. Com a esquerda, segurou firme na base, fez pressão com a boca e a língua enroscada em volta daquele doce de pau e continuou dando um boquete que tava tirando a vida do poderoso ombrão macaco. Tarzã puxou o vestido dela pra baixo, deslizando pelos ombros e deixando ela nua da cintura pra cima. Assim que viu os peitos dela, coroados por aqueles bicos grandes como cerejas, se jogou em cima dela, colando a boca neles, pulando de um pro outro, beliscando, brincando com um e depois com o outro. Apertava eles com tanta força que doía, mas aquela selvageria deixava ela excitadíssima. As bochechas dela queimavam de calor, a excitação que ela sentia era tipo uma eletrocussão gigante que atravessava ela de ponta a ponta. A boca de Tarzã desceu devagar até o rosto dele ficar escondido entre as pernas dela e a boca colada na buceta molhada e encharcada dela. - ¡AAAAAAAAAAAAAAAH!...aaaaaaahh aaaaaaahh aaaaaahh aaaaaaaahh aaaaaaaaaahh aaaaaaaahh…mmmmmmmmm que delícia, siiiiiiiim…continuaaaaa… Ele não falou, só redobrou os esforços procurando o ponto sensível da princesa que parecia puritana, até que quando achou, ela pareceu explodir entre gritos de prazer, gritos que animaram os outros. - Desculpa, Bela, mas tenho que ir atrás dela, não consigo evitar. - Fica à vontade, não se preocupa. Fera deu uns passos pra frente até ficar cara a cara com a presa favorita das fantasias e perversões dele. O rosto marmóreo e inocente dela era irresistível pra ele. - Quer que eu me despir pra você? - ela perguntou. - Sim, Alice, faz isso. Gosto de ver como você rebola. Mexe pra você.

A menina se levantou e, olhando pra quem era seu predador sexual, começou a rebolando, a dar batidinhas de quadril, a se excitar enquanto se mexia de forma cada vez mais insinuante, molhando os lábios, se acariciando por cima da roupa, desenhando a silhueta do corpo, provocando em Besta uma ereção enorme, que as calças pareciam que iam estourar. A menina acariciou o cabelo tirando a fita que usava, deslizou o avental com muita suavidade, e com a sensualidade própria da idade dela, acariciou as nádegas nuas na cara dele, que já tava fora de si. Alicia não conseguiu terminar a dança: Besta a pegou, colocando ela em cima da mesa de aperitivos pra mostrar o que era um cunilíngua de respeito.

— Aaaaaahh aaaaaaahh aaaaaaahh aaaaaaahh aaaaaaahh aaaaahh… Chegaaaaa, não aguento… vai mais devagar… vai devagar, por favor…

— NÃOOOOOOOOO!... EU SOU A BESTA!... VOU TE ENSINAR QUE NÃO ME CHAMAM ASSIM À TOA!!

A língua de Besta penetrou Alicia como se quisesse arrebentar ela. A fúria e a velocidade com que se movia pela buceta dela provocavam espasmos intensos naquela menina de cabelos loiros e olhos azuis, nem deixava ela recuperar o fôlego. Quando Alicia viu a vara de Besta ali parada, dura como uma barra de aço, os olhos dela se arregalaram.

— Você realmente quer meter tudo isso? Da última vez você não conseguiu.

— Não aguento mais!... Tenho que te foder pra caralhooooooooooooooo!!

Ele pegou ela pelos ombros com tanta força que quase abriu feridas com a pressão das unhas. Apertou o mais forte que pôde o pau descomunal dele contra a xereca dela, fazendo esforços constantes pra conseguir o objetivo tão desejado de meter. Três, quatro, cinco tentativas foram necessárias até que, com total satisfação da parte dele e dor da parte dela, ele conseguiu penetrar, enfiando bem fundo.

— AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAARRGGHH!!...

— AAAAAAAAAAAAAAAH!!... FINALMENTEEEEEEEEEEEEEEEEEE!!... VOU TE FODER, ALICIA!!, EU QUERO GOZAR CONTIGO!!...

Sem mais palavras, ele começou a bombar dentro dela que nem um louco. Ter conseguido segurá-la entre as pernas foi a realização de todas as suas longas noites fantasiando com aquele momento doce. Sem tirar o pau, ele sentou pra que ela ficasse por cima e mexeu os quadris pra que ela cavalgasse nele. O balanço dos peitinhos dela excitava ele pra caralho. Os gemidos da Alicia enquanto era fodida num ritmo de doido eram acompanhados pelos da Branca de Neve, que já tava sendo macetada pelo Tarzan no chão, e também pelos da pequena Mulan que, de saias abertas, era lambida pelo Hércules com uma dedicação sem fim. A chinesinha de olhos puxados tava no céu e adorava ver a união do oriente com o velho mundo, ficava louca vendo aquele semi-deus fazer ela se molhar toda em sucos vaginais.

-Aaaaaaahh aaaaaaaahh aaaaaaaaaaaahh aaaaaaaaahh...chupa mais um pouco, chupa...bebe tudo, seu guloso...

-Mmmmmm mmmmmmm mmmmmm mmm mm mmmmmmm mmmmmm mmmmmmmmm mmmmmmm...não quero parar de beber nunca...isso é melhor que ambrosia...

-Aaaaaahh aaaaaaahh aaaaaaaahh aaaaaaaaaahh aaaaaaaaahh aaaaaaaaaahh aaaaaaaaaaaaaahh aaaaaaaaaaaahh...deixa eu chupar sua pica...quero mamar até as bolas...quero ela toda...

Hércules obedeceu na hora, se levantando pra deixar 23 centímetros de pau duro que foram engolidos pela boquinha da oriental não sem um pouco de dificuldade, mas quando conseguiu, ela enroscou a língua em volta como se fosse uma cobra com um cipó, e os gemidos do Hércules eram quase abafados pelos da Branca de Neve, que tava no limite do orgasmo naquela foda animal com o Tarzan.

-Aaaaaaah aaaaaaaahh aaaaaaaaaaahh aaaaaaaaahh aaaaaaaaaaahh...Tô gozando...tô gozandooooooo...AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHH...

-Tarzan quase gozandooooo!, Tarzan gozandooooooooooooo! ¡¡AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHH!!...

Apesar do cansaço do primeiro round, eles pararam pra descansar uns minutos pra um Segundo round, embora Hércules e Mulan ainda estivessem no primeiro, com ela chupando toda a glande dele, sugando como se fosse um pirulito de morango, enfiando tudo na boca, tirando, colocando de novo, cada vez mais forte, mais forte...
De repente, Hércules pegou Mulan, levantou ela e sem sair do lugar, com a força de quem nasceu divino, penetrou ela e começou a foder ela ali mesmo, com ela sustentada só pelas mãos dele. A cena, observada por todos, foi recebida com aplausos entusiasmados de Aladdin, Peter Pan, Jafar e os outros, maravilhados em ver como aquela garota era penetrada sem nenhum outro apoio além de duas mãos e uma pica. A buceta da oriental recebia com fortes espasmos a pica poderosa de Hércules, parecia que ia perfurar ela de lado a lado. Quando ele penetrava, apertava ela contra o corpo o mais forte que podia, e ao se afastar, tirava quase tudo, repetindo a mesma estocada sem parar, acentuando uma penetração profunda que colocava ela no mais puro êxtase.

-Aaaaaaahh aaaaaaaahh aaaahh aaaaaaaahh aaaaaaaahh aaaaaaahh aaaaaaaaaaaahh... HÉRCULEEEEEEEEESS!!... ME FODE!!, VAMOS MEU GARANHÃO, ME FODEEEEEEEEEEEEEEE!!...

-Ahh aaaahh aaaaahh aaaaaahh aaaaaahh!!... é assim que eu meto!!, assim, assimiiiiiiii!!... que gostosa você é, que foda mais deliciosa!!... AAHH!! AAH!! AAHH!! AAAAH!! AAAAH!! AAAH!! AAHH!!...

A transa atlética entre eles começava a ganhar mais potência. Os movimentos dele ao penetrar ficaram muito secos, brutos, como se fosse um machado querendo rachar um tronco no meio. Mulan se deixava levar, era incapaz de resistir a algo tão gostoso que provocava gemidos sensacionais nela, além de deixar o corpo todo em brasa. A poucos metros deles, Jasmine observava a cena com um prazer absoluto, enquanto segurava nas mãos a grande vara de Netuno, o pai da Ariel. Ele, totalmente alucinado, estava encantado com os carinhos da princesa. árabe, que, como uma verdadeira expert, descascava o cabo do deus do mar pra cima e pra baixo, com calma, pra ele curtir cada segundo, cada instante. Netuno abriu os olhos quando ouviu os gemidos estrondosos de Mulan e Hércules.

-Aaaaaahh aaaaahh aaaaahh aaaaaaahh aaah aaaaahh aaaaahh aaaaaaaaah aaaaaaaaaahh…¡¡ME MOLHA, ME MOLHAAA!!...
-¡Ooohh oooohh ooooohh ooooh oooh oooooh ooooooooh oooooooohh ooooooh!...
-¡Vai, goza logo!...¡tô amando, tô amando!...¡¡vou gozaaaaaaaaaaaarr!!...¡AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHH!...
-OOOOOOH SIMIIIIIIII…PRONTO, JÁ ERA…OOOOOH OOOOOHH OOOOOOHH….¡¡OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOHH!!...

O orgasmo da Mulan deixou ela tão exausta que, assim que Hércules soltou ela e saiu de dentro, ela não conseguiu se mexer e ficou estirada no chão. Não é todo dia que a gente descobre o que é uma "trepada divina". Animada com aquilo, Jasmine continuou a punhetação dela pra esquentar ainda mais o tesão de Netuno. Se uma trepada com um semideus era tão forte, ela tava doida pra provar a trepada com um deus de verdade. Ele, claro, sacou na hora a intenção da punheteira dele.

-Quer provar o love dos deuses?.
-Não-respondeu ela…¡Eu quero tudo!, ¡TUDO!. Vamos, deus do mar, mostra todos os segredos dos oceanos pra essa princesa do deserto…

Em comparação, Jasmine parecia uma sombra do lado da figura enorme de Netuno, que pegou ela como se fosse uma pluma e deixou ela bem aberta pra começar um banquete de buceta que fizesse ela gritar até os confins do céu. A língua brincalhona dele começou pelas cerejas dos peitos dela, juntando forças com os lábios, que beijavam e chupavam eles como se quisessem tirar leite. O jeito que ele fazia mostrava sem dúvida que era um deus.

-Ooooooohhh ooooohh oooohh ooooooohh oooohh ooooooohh…¡¡aaah deus santo!!...¡¡nunca me senti assimiiiii!!...¡¡se parar te matooooooooo!!...
-E isso é só o começo, ainda não Você não viu nada.

Continuando aquele jogo de lambidas, a língua subiu até a boca dela pra dar um beijão fortíssimo, um atrás do outro, aguentando até o limite da sufocação. Depois de pegar um pouco de ar, voltavam aos beijos longos, se acariciando, se despindo um ao outro, até que, já pelada, as mãos enormes de Netuno percorreram o corpo inteiro de Jasmine, excitando, esquentando tanto que ela acabou implorando pra ele enfiar a pica nela o mais rápido possível. Netuno, porém, como o deus que era, soube esperar e não satisfazer ela na hora. Fez tudo ao contrário, colocou ela de quatro pra dar um beijo grego que derreteu cada pedaço do ser dela. Ela nunca imaginou que uma parte tão escondida pudesse dar tanto prazer, nem que ele dominasse a técnica com tanta maestria. Sabendo que ela tava no ponto, ele apontou a rola pra entrada dela.

— Vai, pede, Jasmine… quero ouvir você dizer…

— ME FODE, NETUNO, ME FODE AGORA!!... ME ARREBENTA, ME RASGA, ME DESTROÇA!!... ME METE LOGOOOOO!!...

Sorrindo com um baita orgulho, Netuno enfiou no cu de Jasmine de surpresa, fazendo ela resistir e tentar tirar ele de cima.

— AI, AI, AI!!... Não, tá doendo pra caralho…

— Só vai doer agora, depois você vai gozar, e aí eu vou te foder como manda o figurino. Vai ver como você vai curtir tanto que vai pedir bis.

— NÃOOOOO!... Tira, tira agora!...

— Nada disso… Você vai ver como isso vai te fazer sentir bem…

Netuno ficou parado uns momentos, esperando ela relaxar e parar de gemer de dor. Aos poucos, os gemidos dela foram sumindo até ficarem inaudíveis, e ela ficou largada de costas no peito do deus do mar. Amassando os peitinhos pequenos mas gostosos da princesa do deserto, ele apertou ela bem forte contra si. Nessa posição, a vara dele começou a bombar no ritmo de uma perfuratriz de petróleo. A paixão que Netuno sentia por sexo anal era mais que conhecida, assim como sua delírio quando conseguia. Jasmine se sentia ultrajada enquanto levava no cu, mas tantas sensações estavam rolando que era impossível não gozar.
- Ahh aaaaahh aaaahh aaahh aaahh aaaaahh aaaaaahh aaaaaahh aaaaahh aaaaaaaaahh… me dá me dá me dá… uuuufff que gozadaaaaaaaaaaaaaaa…
- Kkkkkkkkkkkk…. já te falei que ia gozar…
- Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim!... fode meu cu, arrebenta ele!... rasga meu aaaaaano!... AAAHHH AAAAH AAAHH AAAAHH!...

Netuno fez Jasmine ficar de quatro, e nessa posição se entregou totalmente a abrir a buceta dela na marra, como quem procura desesperadamente um tesouro enterrado. A dor sumiu e o prazer molhava o corpo inteiro dela: ela tava maravilhada como nunca de estar dando o cu, algo que não tinha deixado nem Aladdin, o próprio namorado dela, fazer. Ele, com um sorriso perverso, via a noiva dele levando o que ele não tinha conseguido, e se deliciava com a cena, olhando de canto enquanto enfiava a cabeça entre as coxas morenas da Pocahontas, e a língua provando os fluidos que jorravam como água de nascente.
- Mmm mmm mmmm mmmm mmmmm mmmmmmmm… cê tá encharcada... quase vai me afogar com eles... mas que gostosos que são... mmmm mmmmm mmmmm...
- Aaaaaahh aaaaaaaahh aaaaaaaaahh aaaaaaaahh aaaaaaaahh... me mostra os prazeres do oriente, Aladdin... me ensina tudo... aaaaaaahh aaaaaahh aaaahh...
- E você me mostra o prazer dos guerreiros das planícies... quero que você me monte e me cavalgue como um cavalo selvagem...

As bochechas da índia pareciam um semáforo preso no vermelho. Como o ladrão que era, Aladdin tava roubando os fluidos dela de um jeito que com o menor toque o corpo inteiro dela tremia de prazer. A ponta do nariz fazia cócegas no púbis dela e de vez em quando batia no clitóris, que causava umas convulsões enormes. Beijos, lambidas, mais beijos, chupadas, mordidinhas... nunca tinha encontrado alguém que soubesse fazer tão bem. aquilo tão bem. Abrindo os olhos o máximo que pôde, virou um pouco a cabeça e viu Netuno metendo no cu de Jasmine, que só conseguia gemir como uma puta no cio. A enrabada antes indesejada agora era a única coisa que ela queria.

- Aaaaahh aaaaahh aahh aaaaaaaahh aaaahh aaaaaaaaahh aaaaahh!... MAIS FUNDO, MAAAAAAAIS!...

- Espera, que ainda falta o melhor!... Agora você vai ver o verdadeiro poder dos deuses! AGORA VAI CONHECER O PRAZER DOS DEUSES!

Bem debaixo da pica de Netuno apareceu uma protuberância que cresceu e cresceu até que se transformou em outra pica! Ela se cravou direto na buceta melada de Jasmine, que a recebeu com terríveis espasmos de prazer.

- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahh!!... Uuuuuummmmmm!!... Tô gostandoooooooo!!... OOOOHH MEUUUU DEEEEEUSSSSS!!...

A dupla penetração não só adiou o orgasmo que se aproximava, como elevou os níveis de prazer a patamares muito superiores. As estocadas eram infernais, abrasadoras. Era a melhor foda de toda a sua vida: comida dos dois lados por um deus com duas picas!

- ME COME ASSIM, ASSIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII!!... ooohh deus que gostosuraaaa... tô gozandoooooooooo... tô gozando toda AAAAAAAAAAAAAAARGGHH...

- OOOOHH OOOHH OOOOHH OOOOOHH OOOHH OOOOOOHH... OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOORRGHH!!...

Grandes jorros de porra inundaram o cu e a buceta da princesa do deserto. Satisfeito por ter feito o que queria com ela, se preparou para descansar, mas logo recuperaria as forças. Não era assim com ela, que estava dolorida no rabo depois de tanta estocada de bicho enlouquecido. A única coisa que podia fazer era olhar Aladdin se deitar no chão para que Pocahontas enfiasse a pica nele montando.

- Ahh aaaahh aaaaaahh... uuummm... já entrou... aaahh ahh aaaaah... uuuuuuff que dura que tá... aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah - suspirou ao sentir que tinha entrado -...

- Oooooooohh que ardência, Pocahontas... você tem fogo dentro de você...

- Então vou te queimar com ele: agora se prepara, que vamos galopar!

Aladino levou as mãos pras tetonas dela pra se segurar, com os bicos dos peitos entre os dedos, as unhas cravadas na carne quente dela, fazendo ela soltar um gemido de dor. Quando olhou pra ele, foi com uma certa malícia, e sem mais palavras, montou nele. Devagar no começo, o ritmo foi crescendo sem pressa mas sem parar até virar algo desenfreado. Parecia que ela tava domando um potro selvagem!

— Oooh ooh oooh ooohh oooohh ooh oohh ooohh ooohH oohh... ¡arre, cavalo!... ¡ARREEEEEEEEEEEE!...

— UUUFFFFFFFFF... aaaaahh aaaaaahh... mais devagar, mais devagaaaaar... TÁ ME MATANDOOOOOOOOOOOOOO...

Ela não tava ouvindo, tava absorta, perdida no mundinho de prazer dela. Não tava nem aí se ele reclamava da brutalidade que ela tava mostrando ao foder ele. O único desejo dela era gozar o mais rápido possível. Precisava sentir prazer, gritar, rasgar ele de mordidas. Os gritos dele eram, se pá, mais altos que os dela.

— Oooooh ooooohh oooooooohh ooooooohh ooooooooohh... yummy cock... gostosona... me deixa louca, LOUCAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!...

— ¡AAAAHH! ¡AAAHH! ¡AAHH! ¡AAAHH! ¡AAH! ¡AAAAAHH! ¡AAHH AAAAHH! ¡AAAH! ¡AAHHH! ¡AAAAHH!...

— MMMM... OOOHH OOOH OOOHH... MMMMMM... ¡MAIS, MAAAAIS, MAAAAAIS!!... ¡MAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAIS!!...

— NÃO AGUENTO MAIS... ¡AAAAAAAAAAAAAAAAAAARRGH!!...

Tão forte que ela montou nele que por um instante ele pensou que ela ia matar ele, por causa das pancadas fortíssimas de quadril que ela dava. A cock dele, bem espremida pelos músculos da buceta dela, gozou com jorros potentes, e ela molhou tudo com os fluidos dela em cima da cock dele. Ele ficou num estado de exaustão que parecia impossível pra uma só transa, enquanto a Pocahontas já tava tentando reanimar ele pra voltar ao ataque. O clima, totalmente sem limites, só tava começando, porque a Esmeralda e a Ariel, amigas na prática mas rivais no sexo, tavam se olhando com fogo nos olhos. Nenhuma desviava o olhar da outra enquanto... Escaneando de soslayo os presentes, procurando alguém pra excitar e meter de jeito. Foi a Ariel que achou o que procurava, e a Esmeralda, querendo não ficar atrás, buscou o mais parecido pra fazer concorrência.

– Uuuuuuummmmmmm… me excita muito, Bageera, gosto de bichos da selva… vem cá, que tô louca pra saber o que é paixão animal…

– Sou todo seu, ruivinha…

Bageera se deitou no chão e Ariel acariciou a cabeça dele, coçando, pra depois passar a mão pelo corpo, deslizando os dedos pelo lombo, virando pra coçar o peito e descer, bem sensual, entre as patas traseiras. Com carícias e todo tipo de apalpada, uma pica enorme e avermelhada saiu da bainha natural. Ariel ficou extasiada ao ver aquele pau carnudo, e com todo cuidado tocou com os dedos, sentindo o calorão que soltava, se deliciando em ver a pantera se deixando fazer e imaginando o quanto ia gozar quando ele metesse nela. Já a Esmeralda tava fazendo o mesmo com o Simba, mas na frente, porque ela já tinha a pica de leão dele na boca.

– Mmmmm mmmmm mmmm mmmmm mmmm mmmmmmmmm… que boquinha mais quente e gostosa… e como chupa bem… chupa mais forte… mais forte!!... não para, Esmeralda… oooooooohh ooooooohh oooooooooohh…

– Amo os bichos… adoro foder com eles… e agora vou ter o rei da selva só pra mim… mmmmmmmmmmmmm que delícia de pica… tá durona…

Vendo que tavam perdendo terreno, Ariel imitou a rival, engolindo a pica do Bageera pra encharcar de saliva, preparando pra deslizar fácil quando chegasse o momento tão esperado de ele foder ela como a bicha que era. As duas mulheres disputavam pra mostrar quem era a melhor no sexo, e tavam prontas pra tudo. Os rugidos do Bageera e do Simba, que podiam assustar alguns, só faziam elas sentirem um arrepio de prazer descendo pela espinha até a buceta. todos os cantinhos dos corpos excitados delas. Esmeralda abriu as pernas pra se tocar, acariciando os próprios lábios da buceta, enfiando um dedo, molhando ele com os sucos dela, que depois deu pra o amante provar. Ele, depois de cheirar e lamber, se endireitou um pouco e esperou que ela se oferecesse. Ela abriu as pernas o máximo que pôde e, maravilhada, viu Simba se aproximando, botando a língua pra fora, pra passar pelo lábio da buceta dela. Só de sentir aquilo, ela se desmontou por completo.

- Aaaaaaahh aaaaaaahh aaaaaaaaahh aaaaaaaahh aaaaaaahh....uuuuuumm que gostoso isso…oooooooooh por deus que prazer…me lambe toda rei leão…não para de me lambereeeeeeeeeeeeee…oooooooooohh oooooooohh oooooohh ooooohh…

Por vários minutos, tanto Ariel quanto Esmeralda ficaram de pernas abertas, lambidas de ponta a ponta nas suas vulvas encharcadas de saliva de pantera e leão, respectivamente, ofegando, se contorcendo, se deliciando no oceano de sensações que aquelas línguas grandes e ásperas provocavam. Sem planejar, as duas se colocaram de quatro ao mesmo tempo, olhando pra eles, morrendo de vontade de serem montadas. Bageera primeiro, Simba depois, os dois subiram na garupa das mulheres, batendo os paus com as respectivas vulvas. Elas, apesar da excitação que tinham recebido, não deixavam aquela massa de carne ardente entrar fácil e tiveram que empurrar pra conseguir enfiar, sendo Ariel a vencedora nesse ponto.

- ¡AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHH!...¡¡OOOOOOOHH MEU DEEEEEEUS QUE DÓÓÓÓÓÓÓR!!...¡¡AAAAAAAAAAAAAAAAHH!!...

A saliva escapava como se ela estivesse engasgada. Só conseguia gemer e ofegar ao mesmo tempo, com o corpo balançando de um lado pro outro enquanto a pantera da selva a penetrava com o calor animal dele. Esmeralda, por sua vez, nem conseguiu esboçar palavra alguma, só gritou ao sentir o corpo quase sendo estourado. Quase por instinto, levou as mãos pra uma parede pequena na frente dela pra aguentar a porrada violenta. deixando elas ali pra aguentar o peso do rei leão.
- Mmmmmm mmmmm mmmmmm… Ooohh! oooooohh! oooooohh! oooohh! ooooooohh!...
- AAAAAHH AAAAAAHH AAAAAAAHH… sim, siiiiiiiiiiiii… não queria que eu te fodesse, sereiazinha?... fala que você gosta, FALA!...
- SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIM!... me fode Bageera… enfia, me perfura, me penetra, me empala sem parar… eu vou gozar toda AAAAAHH AAAAAAHH AAAAAHH…
- E você, cigana?, gosta de ser empalada?, gosta de sentir eu te estourando por dentro?...
- SIIIIIIIIIM EU GOSTOOOOOOOOOOO – respondeu Esmeralda com os olhos lacrimejando – …vai Simba… mais forte, mais, mais, mais… ME ESTUPRA, ME FORÇAAAAAAA…

As duas mulheres, perdidas nos prazeres da zoofilia, estavam no auge do frenesi sexual, à beira do delírio mais absoluto. Com o rosto todo vermelho, metade por vergonha metade por excitação, Wendy Moira Ângela Darling se afastou do Peter Pan, com quem acabara de transar, e meio tímida se aproximou do Golfo, o cachorro vira-lata simpático. Ele, vendo a intenção da garota, largou a Dama pra ir com ela.
- Gosta de ver, Wendy?, gosta de ver o que elas tão fazendo?...
- Me excita muito… me dá vontade de experimentar, mas tenho medo…
- Não se preocupa, eu sou mais manso que a Bageera e o Simba, e se quiser vou fazer você tremer dos pés à cabeça… vou fazer você se contorcer no chão de tanto prazer…
- Tá bom.

Tirando totalmente a camisola que vestia (e que não precisou tirar pra transar com o Peter), ficou nua, sentada, com o Golfo ao lado passando a língua pelos peitinhos dela, fazendo eles ficarem cada vez mais durinhos. A dureza que alcançaram foi enorme, parecia que tinham virado pedra. Enquanto Esmeralda, Ariel e Wendy se deliciavam com os prazeres da zoofilia, a Fera já tinha terminado de foder a inocente Alice e tava no modo selvagem com a Mulan, o Hércules e o Aladdin estavam com a Bela num ménage, enquanto a Pocahontas e o Netuno se pegavam sem dó. Voltando pras Três zoofílicas, Wendy se preparava pra sentir a grande penetrada do Golfo, enquanto Ariel e Esmeralda tavam perto de descobrir quem era a melhor, já que ambas tavam prestes a gozar.

- Mmmmm mmmmmmm mmmmmmm mmmm mmmmm… ooooooohh oooohh ooooohh… não aguento maaaaaaaaaais… já, já vem… já veeeeeeeeeeeem…

- Eu também… tô gozando… já tô gozando… vou gozaaaaaaaaaaaaar… ¡¡AAAAAAAAAAAAAAAAAARRGHH!!…

Ariel, por poucos segundos, venceu a Esmeralda, que ficou frustrada por ter perdido, mas tremendamente satisfeita por ter levado uma porrada daquelas. Se olharam com ódio no começo, mas depois era só puro prazer. A respiração delas era forte, rápida, o suor molhava os corpos e elas sentiam que as forças tinham ido embora a cada espasmo do corpo, resultado dos orgasmos poderosíssimos que tinham tido. Wendy, que tava se deixando fazer pelo Golfo, tava de pernas abertas pra ele provar a buceta molhada e quente dela, e Aurora, a bela adormecida, se aproximou do simpático e bonachão Rei Lui.

- Ei, posso te perguntar uma coisa?

- Fala, magrela. O que tá passando na tua cabeça?

- Uma mulher pode transar com um macaco?

- A mesma coisa que tuas amigas com um leão, uma pantera e um cachorro - ele ironizou.

- É que me deu vontade de experimentar com um macaco, e como aqui não tem mais ninguém… topa?

- Pode se considerar penetrada.

Aurora sentou de pernas cruzadas e o Rei Lui se colocou no colo dela. Depois de se abraçarem, vieram os beijos, longos e de língua. A diferença entre os dois era bem notável, e embora o gosto fosse estranho pra Aurora, também era verdade que o toque e o sabor dele excitavam ela. O roçar do peito peludo do orangotango contra o da princesa medieval também foi excitante pra ela. Toda aquela experiência, do começo ao fim, tava deixando ela muito tesuda. Se beijando com o macaco, ela olhou de canto e viu que Wendy tava ficando de quatro.

- ¡¡Espera!!. Isso eu quero ver. Preciso ver como ele vai meter nela. Pararam de se beijar e ficaram olhando a cena. Com um certo medo, Wendy olhava para Golfo, que passava a língua na buceta dela, deixando bem molhadinha pra não machucar muito. Quando viu que ela tava pronta, subiu em cima dela com o pau pronto pra entrar.

— Relaxa, Wendy, que lá vamos nós. Relaxaaaaa...

— Ooooooohh... oooooooohh que grandeeeeee... aaaayy aaaaay aaaaaaaaaayy aaaaaaaaaayy!... AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHH!...

— MMMMMMMMMMMMMM... já tá dentro... OOOOOOOOHH que quente você tá, Wendy... que ardor...

Recebida com fortes convulsões, a pica de Golfo se acomodou bem dentro da garota. Por uns instantes ficaram parados, deixando ela se acostumar a ter uma coisa tão grande na bucetinha apertada dela. Pra ela era inacreditável: sentia que preenchia toda a xereca, toda, sem exceção. Sem avisar, devagar mas firme, Golfo mexeu a cintura, o que virou uma leve bombada que já começava a dar gosto. Já tava comendo ela! E como era gostoso. Era uma sensação maravilhosa que logo virou frenesi, porque a pegada subiu de tom rápido e Golfo bombava com toda força.

— AAHH! AAHH! AAHH! AAAAAH! AAAAAH! AAHH! AAAAAH! AAAAAH! AAHH! AAAAAH! AAHH!...

— AAAAAAAAUUUUUUUUUUUUUUU... você é uma delícia, Wendy... Quero fazer isso todo dia, toda hora... aaarrff aarrff aaarff aaaarrff aarffff aarrf aarff... não sabia que isso era tão bom...

Metidos no fervo, Wendy se entregou de vez àquelas sensações indescritíveis que tavam levando ela à loucura na velocidade máxima. Aurora, extasiada, continuou com Rey Lui nos avanços, aproximando os peitos do rosto dele pra ele ter acesso total aos bicos, enquanto as mãos dela desciam procurando a ereção dele pra sentir ele nas mãos e manter ou aumentar, se é que isso era possível. Soltou um suspiro de surpresa ao sentir que era grande, maior que a de um homem, maior que a do seu amado príncipe. Lambeu os lábios pensando na hora que Tava com a pica dela enfiada dentro dela, e gemeu ao ver como o Rei Lui tava chupando os peitos dela tão bem.

-Que delícia como você chupa meus bicos…aaaaaaaaahh que gostoso…passa a língua, passa neles…sim, siiiiiiiiiiiii…uuuuuuuuufff que maravilhaaaaaaa…vamos, macaquinho lindo, faz comigo o que você quiser…

Ela se deitou de comprido e ficou bem quietinha pra ele ter ela à disposição total. Sentiu uns dedos descendo pela barriga dela até se enfiarem entre as pernas, tocando ela, excitando ela, esquentando ela com cada movimento, com cada roçada. Olhou pra ele e ficou com tesão pensando na puta que era por se deixar foder por um orangotango. Tava prestes a explodir.

-!!LUI!!. !!ME FODEEEE!!...!!QUERO QUE VOCÊ ME FODAAAA!!.

-Abre bem, que vou te empalar tanto que vou tirar ela pela sua boca.

Aurora obedeceu direitinho e Lui tentou penetrar ela, mas não era fácil meter. Os esforços anteriores dele foram em vão, mas ele não desistiu. Reforçou as tentativas até que, finalmente, foi entrando devagar e com dor, até que no fim penetrou ela toda. Aurora achou que ia morrer só de sentir que ele já tinha metido, pensou que aquele aríete ia mesmo partir ela ao meio, rasgar ela. Agarrando ela pelos ombros, Lui perdeu o controle de si por causa da excitação e penetrava com tanta força que ela nem conseguia pensar direito, muito menos tinha tempo de se ajeitar como queria.

-Me fodaaaaaa, me fode vivaaaaaaaaaaa…não para, continua…mais forte, MAIS FORTEEEEEEEEE!...você me encheu de você, me deixou com tesão, macaco filho da puta…AAAAAAAHH AAAAAAHH AAAAAAAAHH AAAAAAHH…

-Que mulher mais safada…que delícia…você gosta do meu pau dentro de você?, gosta?...

-SIM, EU GOSTO!, ADORO, ME DESTRÓI, ME PARTE, ME QUEBRA EM DOIS, ME RASGAAAAAAAAAAAAAAAAAA!...

A força daquela penetração fazia os dois virarem uns loucos sexuais em dose dupla. Um que não conseguia se segurar, e uma que não parava de pedir mais. Ariel, deitada no chão, via aquilo tudo. enquanto uns dedos brincalhões que ela conhecia bem a cutucavam e uns lábios a beijavam.

- Você gostou da trepada com a Bageera?

- Sim, adorei. Gozei por todos os poros da minha pele.

- Ainda tem forças pra mim?

- Sempre terei forças pra você, Bella.

Montando um show lésbico, as duas se entregaram à busca de prazeres em todos os cantinhos dos seus corpos, enquanto Aurora continuava sendo montada a uma velocidade alucinante pelo Rei Lui. A trepada estava chegando ao fim, a julgar pelos gritos e gemidos de um e outro, parecia que iam explodir pelos ares. Não muito longe dali, perdidos na nuvem de maldade deles, a arqui-inimiga de Aurora, a diabólica rainha Malévola, estava se divertindo mais do que nunca com Jafar, numa sessão de sadomasoquismo, ambos vestidos de látex e couro preto. Ela o tinha obrigado a lamber os sapatos dela e o açoitou com um chicote, mas depois pegou na rola dele com tanta força que doeu. Ele também a sodomizou, enfiando dois vibradores enormes, um estriado e outro de aço galvanizado, o primeiro no cu dela e o segundo na buceta dela. Pouco depois, Jafar já a tinha encurralado contra a parede, penetrando-a como se estivesse estuprando ela.

- AAAAH AAAAH AAAAH AAAAH AAAAH AAAAH!... Toma, toma rola!... Toma, puta!, puta, QUE VOCÊ É UMA puta!...

- OOOHH OOOHH OOOOOHH OOOOHH!... fala mais... vai, me xinga mais... me arrebenta, me estupraaaaaaaaaaa...

- Porca!, vagabunda!, filha da puta!, vou te rasgar, te estuprar por todos os seus buracos!... TOMA MANDOBRAÇO DE ROLA!!...

Todo mundo sabia que se os dois entrassem nessa vibe, o melhor era deixá-los à vontade, porque senão corria o risco de sofrer algumas das torturas que eles tanto adoravam infligir um ao outro. Wendy finalmente tinha gozado e fez isso entre exclamações colossais de prazer ao gozar e sentir vários jatos de porra quente jorrando dentro dela. Depois de um breve descanso, ela deu uns tapas em si mesma e pediu outra trepada pro Golfo, ansiosa por Repetir a experiência. Aurora, ainda bem penetrada pelo Rei Lui, já estava sentindo a chegada do clímax iminente.

- Meu Deeeeeeeeeus! Luiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!... Goza comigo, meu amoooooor!... gozaaaaaaaaaaaaaaaaa!... JÁÁÁÁÁ!! AAAAAAAA AAAAAAAARGHHH!!...

- EU VOU GOZAR, EU VOU GOZAR, EU VOU GOZAAAAAAAAAAAAAAAAAR!!...

O orgasmo veio acompanhado de um cansaço cuja mistura foi explosiva. Alguns dos convidados já estavam fora de combate, mas outros, como Peter Pan, ainda tinham força, e depois de contemplar com um sorriso divertido como sua namorada se iniciou na zoofilia, foi até uma mulher que particularmente o obcecava pela sua beleza.

- Já experimentou foder em pleno voo? Só precisa de pó de fada, um pensamento alegre e uma foda da boa...

- Mmmmmmmmm... gostei dessa ideia... mas não tem risco de cairmos?

- Acho que o risco maior é subir tão alto que depois não consigamos descer.

Cinderela riu disso e concordou com a cabeça. Peter jogou o pó de fada sobre ela e esperou fazer efeito. Depois que os brilhos desapareceram, os dois se beijaram e acariciaram, se despindo lentamente, deixando que o tesão fosse entrando aos poucos. Enquanto isso acontecia, os dois foram se elevando no ar, sem parar de se tocar nem um instante. Meg, com a testa franzida, vendo o espetáculo de uns e outros, percebeu que precisava de algo parecido, algo que a fizesse gozar tanto que gozasse dos pés à cabeça. Olhou para um lado e outro e, entre a galera, distinguiu quem a fodia, então foi até ele, sentou-se ao seu lado e puxou a vara dele para fora das calças sem nem perguntar nada.

- Quanta força você tem? - perguntou ela.

- Quanta você precisa? - respondeu ele.

- A necessária para foder ali - apontou para um ponto elevado numa corda.

- Isso é meio complicado, não acha?

- Mas você está acostumado com isso, não é, Quasímodo?

Ele olhou para cima, verificando se era possível, e então disse um Um "sim" bem redondo pra Megara. Ela, sem mais delongas, enfiou a pica dele na boca e chupava como se estivesse morrendo de vontade. Ao mesmo tempo, Peter Pan e Cinderela estavam num 69 aéreo, se comendo com gosto. Cinderela viu que aquele menino que nunca crescia, apesar do tamanho, tinha uma pica bem grande e gostosa, e Peter Pan sorriu safado, provando os sucos dela, vendo que ela tava toda molhada. Eles se moveram um pouco até o teto, se apoiando com as mãos pra não bater a cabeça. O 69 era incrível pros dois: não se cansavam de chupar e lamber. Megara, olhando um pouco pra cima, vendo aquilo, se pelou na frente do Quasímodo, rebolando de um jeito provocante, indo até a corda e brincando em volta dela como se fosse uma barra de strip-tease.

- Vem, neném, vamos dar uma trepada nas alturas. Ou você não quer me foder?

- Duvidar ofende - respondeu ele, divertido.

Foi com ela, beijou e apalpou ela toda. Não deixou um centímetro sem acariciar, chupar ou lamber igual um babão. Apertou com força as bundas dela, puxou pra perto, apertou contra ele, metendo a mão sem dar um segundo de descanso, e Megara adorava aquilo. Os beijos ficavam mais apaixonados, as apalpadelas mais rápidas. Ela procurou a pica do Quasímodo de novo, girando, balançando, tocando com os dedos, sentindo a dureza e o calor que saíam dela. Peter Pan, no teto do quarto, tinha Cinderela pronta pra ele: pelada, aberta, bem molhadinha... Ele se colocou entre as pernas dela, babou um pouco mais, e meteu. O pau deslizou suave e sem problemas, arrancando suspiros longos de prazer. Depois de garantir a penetração e se segurar bem forte numa coluna, o menino que nunca quis crescer lambeu os lábios enquanto fodia Cinderela.

- Isso é delicioso, nunca provei nada igual... Peter, enfia até o fundo, sem pena... mete tudo... uuuuummmmmmmm... isso aí... assiiiiiiii…ooooohh que delíciaaaaaaaa…aaaaaahh aaaaaaahh aaaaaaaahh aaaaaahh…um pouco mais forte, mais forteeeeeeeeeee…AAAAAAHH AAAAHH AAAAHH…

—Você está maravilhosa, Cinderela, você está toda aberta…Meu Deus, isso é um poço sem fundo…Vou te furar até sair petróleo…você me enlouquece…adoro loiras…são mais fogosas…oooooh ooooohh oooohh oooooooohh ooooohh…

Peter Pan, enquanto comia a Cinderela com toda a luxúria, observava de vez em quando como Quasímodo, com Mégara sobre o ombro, subia por uma corda até ficar bem seguro nela. Ela, deslizando por ele, ficou de frente, cruzando as pernas na cintura, para depois descer, penetrando-se sozinha até onde sua buceta aguentasse. Agarrando-se com toda a força que podia, Quasímodo conseguiu enrolar a corda no pulso para se segurar bem, depois envolveu Mégara com o outro braço e, naquela postura acrobática, se prepararam para foder. Para aumentar a excitação, enfiou um dedo no cu dela, depois outro, ativando molas secretas de prazer que a fizeram gemir como uma possessa.

—¡¡AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHH!!...ooooooohh que transa, fico louca…que tesãoooooooooooo…me dá forte, papai, me dá duro…vou gozar tanto que vai parecer que começou a chover…aaaaaaaaahh…mmmmmm mmmmmmm mmmmmmm mmmmmmmm…

—¡¡Vai, goza, Mégara!!...você é uma puta insaciável…tava doido pra te ter entre minhas pernas…te vi pulando de um pro outro essa noite…pensei que nunca viria pra mim…

—Então já me tem…sou toda sua…e agora para de falar, e me fode…¡¡ME FODEEEEEE!!...AAHH AAAHH AAAAAHH AAAHH AAAAHH…

—¡OOHH! ¡OOH! ¡OOOHH! ¡OOOOOHH! ¡OOOOHH! ¡OOOHH! ¡OOOOH! ¡OOOHH! ¡OOOOOOOOHH!…

Quasímodo na corda e Peter Pan no teto, ambos arremetiam contra suas minas com fúria visigoda, usando seus paus como aríetes que tentavam arrebentá-las. Tanto um quanto o outro estavam em situações meio delicadas, mas isso dava um toque de perigo que aumentava o tesão. a passos largos.
—Não aguento mais, Cinderela… vou gozar… goza comigo, goza agora… oooohh oohh oooohh ooooohh oooohh oooohhh…
—Espera um pouco, ainda não tô… me dá mais forte, me aperta bem… isso aí!, ASSIM!!… aahh aaaaahh aaaaaahh aaaaaahh… EMPURRA MAIS FORTEEEEEEE…
—Já não aguento maaaaaaais… não consigoooo… tô gozandooooooooooo… ¡¡OOOOOOOOOOOOOOOHHH!!…
—Sim, SIM, ¡¡SIIIIIIIIIIIIII!!… sinto você vindo em mimmmmm… AAAHH AAAAAAAHH AAAAAAAAAAHH AAAAAAAAAAAAAAHH…

Vários jatos de porra se descarregaram dentro da Cinderela, que por sua vez jorrou no pau do Peter Pan. Depois de aguentar tudo que podiam, começaram a descer devagar até se juntar com os outros, e viram que a Mégara e o Quasímodo também estavam perto de gozar.

—Mégara, Mégaraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!… já vai vir… vou gozar dentro… vou te molhar por dentrrooooooooooooo…
—Me molha!… não para, continua me dando!… ME MOLHAAAAAA!…
—Aaaaah aaaahh aaaahh aaahh aaaah… AAAAAAAAAAAAAAAAHH…
—Ooohh Quasímodo… te amo, te amooooooooooooo ¡¡OOOOOOOOOOOOOOOOOOOHHH!!…

Devagar, a mão do Quasímodo fez eles deslizarem suavemente pela corda até chegar no chão. O esforço tinha sido demais pro sineiro, ele tava exausto. Mégara, deitada de barriga pra cima, se tocava pra se masturbar olhando os últimos momentos da exaustiva sessão de sadomasoquismo da Malévola e do Jafar, que tinham o corpo cheio de marcas e hematomas.

—Ei, Papai Urso, qual das duas você prefere?
—Isso é óbvio, garoto — respondeu o outro. — A Jane. Você já sabe quem pegar.
—Então vamos atrás delas.

Eles seguiram caminhos diferentes enquanto um se aproximou do casal do Tarzan (que tava quase inconsciente) e o outro da jovem havaiana.

—Ei Jane, cê topa passar um tempo com um cara animado como eu?
—Claro que sim, Balu, eu topo muito.
—E você, Lilo, quer vir comigo?
—Claro, Mogli.
—E não vou ter problema com sua irmã Nani?
—Ela não tá aqui. aqui para protestar. Coloquei calmante na água que ela bebeu antes de dormir.

Surpreso com aquilo, Mowgli entendeu perfeitamente que, depois de tantas vezes que Nani a proibiu de ir a essas festas, Lilo estava louca para participar de uma. "Tá bom — pensou ele —, se é isso que ela quer, é isso que ela vai ter". Mowgli a despiu sem muita dificuldade, sentou ela no colo, puxou ela pra perto apertando contra o corpo e beijou ela na boca, ensinando o que era beijar. Lilo estava no céu, porque sendo uma menina, ninguém tinha querido ficar com ela até agora. O que é melhor pra começar, sendo uma menina, do que com outro menino?

Por sua vez, Jane já tava mais molhada que uma esquina, de joelhos no chão, mamando a pica do Papai Urso. A cabeça ia pra cima e pra baixo, engolindo e tirando, engolindo e tirando, molhando com a língua, encharcando, segurando com a mão pra garantir a ereção… enquanto as mãos de Lilo percorriam como loucas o corpo do menino da selva, desejando ter ele dentro dela o mais rápido possível.

— Uuuuuuuufff… se continuar assim, vou gozar te engasgando com meu esperma, Jane… não continua tão forte… um pouco mais devagarrrrrr…

— Não consigo, não consigo!… quero essa vara, adoro ela… depois de ver como você destruiu a Pocahontas e a Branca de Neve, quero ela pra mim… quero ela toda…

Baloo não conseguia se segurar de vontade de montar ela no colo e empalar ela até sair pela boca, mas tinha que esperar ela terminar aquela boquete monumental que já tava virando uma baita punheta. Querendo imitar, Lilo se ajoelhou, tirou a pica de Mowgli da cueca e com a mão fez ela endurecer com o movimento "pra cima e pra baixo" que via a Jane fazer. Mowgli deu um sorrisinho safado ao ver a vontade da menina de aprender a brincar de coisa de adulto, então abriu as pernas dela e colocou a cabeça entre elas.

— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaahh… aaaahh haaaahh aaaaaaahh aaaaaahh… eu gosto do Mowgli, gosto do que você faz comigo…

– Pois ainda tem muito pra aproveitar… você vai subir ao céu…

Jane já não aguentava mais esperar, nem mesmo até o Baloo provar os sucos abundantes que escorriam entre as pernas dela. Fez ele sentar com as pernas abertas, virou de costas pra ele, segurou o pauzão dele com as mãos e foi enfiando devagar nas entranhas dela. O tamanho fazia doer, mas era uma dor maravilhosa. Baloo colocou as mãos na bunda dela, passou pros quadris, uma delas subiu até pegar um peito pra brincar, e curtiu ver ela montando nele. Jane tava perdida no mundo de prazer dela, adorando sentir aquela vara entrando na buceta dela, depois saindo, depois entrando de novo, sentindo como enchia ela por dentro. Kida via toda aquela cena de olhos arregalados. Depois de ter passado pela pedra com Jasmine, Aladdin e o Golfo (que depois da Wendy tava doido pra possuir outra humana), ela tava meio cansada, mas ainda queria mais um pouco, então se aproximou de alguém que tinha tido pouca atividade durante a noite, quase nenhuma.

– Cê não tem vontade de foder que nem os outros?, não te apetece?.

Ele olhou de lado pra ela com muito desprezo.

– Então me pega, e não só isso: se quiser pode me forçar do jeito que quiser. Preciso de um pauzão enorme que me arrebente na brutalidade, e sei que você consegue.

– Sério? – perguntou com um toque de incredulidade –.

– Sério. Só quando me arrebentam é que chego no limite das minhas forças e só aí gozo de verdade.

Skar nem respondeu, só se posicionou e na hora obrigou ela a se abaixar e chupar ele. Usando as patas, segurou a cabeça de Kida bem firme pra ela não conseguir tirar da boca, e ela começou a curtir aquela sensação de humilhação. Ao mesmo tempo, Jane já tava pulando em cima do Baloo que nem uma louca, escorrendo uma porrada de líquido nele, e o Mowgli, depois de preparar a Lilo pra desvirginação, ele se deitou por cima dela.

-Isso…vai doer.

Apesar do trabalho oral que tinha feito, foi difícil enfiar, mas ele não desistiu, sabendo que Lilo queria que alguém a fizesse de amor. Seus esforços foram recompensados quando, na terceira tentativa, ele conseguiu.

-¡¡AAAAAAAAA AAAAAAAAAAAAHH!!...¡¡NOOOOOOOOO!!, ¡¡ME DÓI PRA CACETE EEEEEEEEEEEEEE!!...

-Calma, calmaaaaaaaa!...logo passa, eu prometo…logo não vai doer mais…

Enquanto todo mundo lá embaixo se divertia pra caralho, num dos quartos o jovem Milo, que nunca foi avisado sobre as festas do andar de baixo, acordou assustado com um pesadelo. Querendo beber água, viu que não tinha no quarto dele, e ao passar pelo quarto ao lado, percebeu que a porta estava aberta. Ao entrar, encontrou Nani, a irmã da Lilo, profundamente dormindo, e também pelada. Na mesinha de cabeceira dela tinha um envelope e ele sacou que eram calmantes, então nem uma manada de elefantes em disparada acordaria ela. Com timidez, ele se aproximou e puxou os lençóis, admirando o corpo gostoso dela. Sorriu com uma expressão maliciosa, deitou na cama e começou a acariciar ela, beijando os bicos dos peitos e lambendo eles, querendo deixar eles duros. Nani começou a gemer dormindo sem acordar, então ele tinha ela completamente na mão. Ele tocou mais um pouco nos peitos dela e depois deslizou a mão pela barriga, descendo até a buceta peluda, preparando ela pra molhar a fim de penetrar, já que o pau dele tava bem duro. Esfregou ele por todo lado, desde a cara até a racha do cu que, se pudesse, ele pensava em explorar bem fundo. Milo chupou aquelas preciosidades coroadas por um bom tempo, sem pressa, e depois passou a língua por elas, sentindo a aspereza dos bicos, descendo pelo umbigo e finalmente se enfiando na buceta molhada dela. Por vários minutos ele se dedicou a molhar ela toda, e quando já Não aguentou mais, subiu em cima da Nani com o pau apontando direto pra bucetinha dela.

- Uff, como vou me divertir aqui…

Tão molhada que o pau entrou sem dificuldade, deslizando de primeira. Nani continuava gemendo dormindo, enquanto Milo a estupráva e apertava com força os peitos empinados dela. Enquanto isso, no andar de baixo, era o caos sexual mais absoluto: a Bella estava sendo estuprada pelo John Smith, embora uma parte dela curtisse aquilo e celebrasse com convulsões e gemidos que incentivavam o colonizador inglês a consumar o estupro até o fim; o Mowgli e a Lilo também estavam se divertindo pra caralho e, depois da primeira transa que terminou num orgasmo fenomenal pros dois, agora ela tava cavalgando nele igual uma louca, sem contar que a Jane estava à beira de um orgasmo tão forte que por um instante ela achou que fosse explodir.

- Baloooooooooooooooooo…goza, Balooooooooooooo…to gozandooooo to gozandooooooooooooooo…oooooohh oooooohh oooohh oooooooh oooooohh ooooooohh ¡¡IIIIIAAAAAAAAAAAAA AAAAAAAAAAARRGGHH!!...

Jane explodiu com todas as forças e o Baloo também gritou enquanto derramava todo o leite quente dentro dela. Quatro, cinco, seis jorros saíram pra inundar ela por dentro e escorrer entre as pernas dela. Sentir aquilo escorrendo era uma delícia. Enquanto isso, a Bella continuava sendo estuprada pelo John Smith, mas não era a primeira, e sim a segunda, porque a anterior ele também tinha estuprado ela no cu e quase rasgado ela. Agora ele tava rasgando as entranhas dela, embora depois da sessão com o Rei Louie, que ela quis foder depois que ele comeu a Aurora, ela tava bem dilatada.

- Como eu queria te estuprar, Bella! Como eu queria poder meter fundo em você! Nem a Pocahontas é tão ardente quanto você!... Você é uma puta, uma vagabunda barata…

- Aaaaah aaaaaaaaahh aaaaaaaahh aaaaaaahh aaaaaaahh…você tá me machucando, tá me moendo demais…aaaaaaaaayy aaaaaaayy aaaaayy…

- Cala a boca e goza, porca do Porra! Finalmente posso te estuprar!...

Mais uns empurrões e pela segunda vez John Smith estuprou Bella, jogando quase toda a porra no rosto dela (já que os primeiros jatos ele quis meter dentro). Ela não era a única com a cara suja: Ariel estava igual por causa da porra da Besta, Esmeralda pela do Hércules e Jasmine pela do Peter Pan. Os únicos que faltavam gozar estavam perto do momento tão esperado.

- Você gosta de foder, Lilo? Gosta de montar num homem?

- Siiiiiiim... eu... eu gosto muuuuuito... agora entendo por que Nani gostava tanto de vir aqui... quero mais, maaaaaais... uuuuuuummm que gostoso isso é... tô amaaaaando... aaaaahh aaaaahh aaaaahh...

- Vamos, Lilo, goza comigo, me goza bem... oooooohh oooooooohh ooooohh oooooooohh oooooohh ooooooohh ooooooohh... já tô quase... já vai sair... vou gozaaaaar OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOHH...

- Eu tambémééééééééééééé... aaaahh aaaaahh aaaaaaah aaaaaaaaahh AAAAAAAAAAAA AAAAAAAAAAHH...

Mowgli e Lilo gozaram juntos entre gritos enormes que chamaram a atenção de todo mundo. A pequena havaiana ficou maravilhada ao descobrir um mundo novo pra ela. Todos os outros convidados aplaudiram a chegada da caçula da família às Festas Noturnas, e ela, entre sorrisos, agradeceu o gesto, indo depois contar pra eles como tinha sido fabuloso e como queria experimentar com todos e provar a porra deles, já que, como era criança, Mowgli ainda não conseguia ejacular.

- Tá, tá, agora estamos cansados - disse Cinderela -... acho que podemos dar essa festa por encerrada, não acham?

- Bom, por mim tudo bem, eu fodi gostoso - respondeu Ariel.

- Eu também - completou Esmeralda -. Tive ejaculações de sobra essa noite.

- Mas que fique claro que vamos repetir o mais rápido possível, certo?

- Certo, Besta - respondeu Pocahontas -, porque eu curti muito com o Baloo e quero provar zoofilia mais vezes - completou, piscando um olho pro Simba. continuavam curtindo a noite, Milo tinha acabado de gozar estuprando Nani, despejando toda a porra dentro dela. Aquela foda parecia a melhor que ele já tinha dado. Louco pra meter no cu dela, colocou ela de bruços, lambuzou o próprio pau com um beijo grego potente e, com muito cuidado, foi penetrando. Lambeu os lábios ao sentir como entrava fácil no cu dela. Apoiando as mãos na cama, começou uma bombada lenta, mas firme, metendo, penetrando, comendo ela do jeito mais libidinoso, provocante e ilícito possível. O corpo de Nani respondia bem às investidas.

— Aaaahh aaaaaaahh aaaaaahh aaaaahh… Deus, se eu soubesse que você não acordava por dois dias, não parava de meter, você não sabe como me excita… uuuuuuuff que buceta mais gostosa… dá pra ver que adora meu pau… como ela engole bem… aaaaaaaahh aaaaaaahh aaaaaaahh aaaaaahh…

Nani continuava dormindo, gemendo nos sonhos, achando que tudo era fantasia da imaginação dela. O corpo dela balançava de um lado pro outro da cama com as estocadas de Milo no cu dela. Ele sentia que enlouquecia ao notar como as paredes da bunda dela se apertavam em volta do pau dele e não conseguiu segurar a vontade de comer ela com tudo.

— Aaaah! aaaaahh! aaaaaahh! aaaaaaahh! aaaaaaaahh! aaaaaah! aaaaaahh!... aaaaarrg aaaaarrgg aaaaaaaaaarrrggg — gemeu rangendo os dentes! — uuuufff… aaaaarggghhhh AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHH…

Mais uma vez gozou dentro dela, despejando os poucos jatos que saíram no cu dela, que depois escorreram pela bunda até a cama. Tirou o pau pra guardar na calça e decidiu descer pra cozinha pra comer algo e recuperar as forças. Assim que abriu a porta, saiu e fechou, Nani sentou na cama.

— Que foda que o filho da puta me deu… Deus, não gozava tanto desde aquela vez com a Bageera me fodendo, Netuno me comendo enquanto eu mamava o Besta e Ariel e Jasmine chupavam meus peitos…

Sorrindo, deitou de novo na cama e antes de dormir, Sorriu mais ao imaginar a cara dele quando fosse contar e assim poder praticar sexo pesado com ele. Milo, sem saber das futuras intenções de Nani, desceu as escadas até o andar de baixo, dando de cara com a orgia toda montada.

— MAS QUE PORRA ACONTECEU AQUI??...

Milo ficou pasmo diante daquela cena: quase todos os amigos e camaradas estavam pelados, espalhados pelo quarto inteiro, e todos olhavam pra ele como se esperassem o que ele ia dizer em seguida.

— …Perdi alguma coisa? — perguntou num tom inocente.

Milo não podia estar mais confuso, mas os outros não paravam de rir.

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