Café com buceta da tia

Acabávamos de almoçar, minha tia, o marido dela e eu. E estávamos comentando sobre as notícias do dia e a previsão do tempo para o dia seguinte.
Minha tia se preparou para levantar a mesa e eu ajudei. Levantamos os pratos e os copos e levamos tudo para a cozinha. O marido dela se levantou da mesa, passando a mão na barriga e exclamando uma vontade urgente de ir ao banheiro. Pegou algo para ler e foi.

Na cozinha, com minha tia, trocamos olhares, como se buscássemos cumplicidade. Naquele momento, só pensei em beijá-la e tocá-la, mas percebi de repente que ela queria mais que isso. Então perguntei baixinho: — Temos tempo?
Ela respondeu com um sorriso quase debochado: — Pelo menos 20 minutos.

Porque aquele ritual, acompanhado de alguma revista ou texto de leitura, levava o tempo certo e justo para completarmos nossa aventura sem correr o menor risco de sermos pegos no flagra.

No exato momento em que ele entrava no templo dele pra fazer a oferenda — pra sei lá que deus pagão —, minha tia começou a esfregar minha rola com a mão direita por cima da calça, tentando encontrar ela já no ponto, pra cometer o pecado mais reprimido dela, do qual agora era viciada. Encontrou ela dura e no auge da excitação. Então, abaixou rápido a braguilha, tirou ela com cuidado e segurou com a mão, deslizando o prepúcio e deixando a cabeça à mostra. Ela se ajoelhou sem tirar os olhos dele, como se estivesse hipnotizada e ansiosa. Assim que os joelhos tocaram os azulejos frios da cozinha, ela colocou ele na boca, semicerrar os olhos e soltou um gemido — daqueles que a gente solta ao provar uma delícia — numa atitude de puro prazer, tudo com pressa mas com cuidado. Começou a chupar, beijar, lamber com uma ternura inimaginável, enquanto eu segurava o cabelo cacheado dela e acompanhava o ritmo do movimento da cabeça dela com a mão direita. Nós dois morríamos de prazer, e aquele prazer era temperado com o perigo de sermos pegos.
O marido dela continuava com o ritual dele, a gente podia ouvir cada som que vinha do banheiro, a gente não tinha fechado a porta da cozinha de propósito. Sabia que quando ouvisse a água do bidê, a gente tinha que rapidamente interromper nosso ato pecaminoso, tivesse terminado ou não. Mas do jeito que a gente tava, com certeza a gente ia completar com sucesso.
Num certo momento, quando eu já não aguentava mais e tava mostrando isso na cara, sem levantar a voz, gritei: – Vou gozar, Tia! Ela olhou nos meus olhos, tirou o pau da boca e falou. – Não, meu amor, espera, quero que você goze no meu cu.
Na mesma hora ela se virou, levantou a saia e baixou a calcinha, segurando a saia com as mãos e os braços, e a calcinha ficou num dos tornozelos dela encostando no chão. Enquanto levantava a outra perna pra colocar em cima da mesa da cozinha, se inclinando nela. Deixou pra mim aquele espetáculo exposto na minha frente, maravilhoso. O cu dela – bem depilado – já tava molhado pelas secreções da buceta dela, mesmo assim lubrifiquei um pouco mais com minha saliva, cuspindo direto nele, e enfiando com minha língua, o cheiro que exalava era delicioso.
A gente podia ouvir cada som do ritual e as exclamações de satisfação que o marido dela fazia ao completar cada sacrifício. A um prazer parecido – e a gente sabia disso – eu ia expor minha tia naquele mesmo momento. O prazer que as evacuações davam pro meu tio, ela ia experimentar, mas de um jeito inverso.
Assim, na hora que o ânus dele se dilatava pra evacuar, o da minha tia se dilatava ao receber meu pau duro e molhado.
O prazer, a dor, o adultério e a perversão incestuosa tudo junto.
Ela tapava a boca com a mão esquerda, enquanto eu, com a mesma mão, pegava ela pelos cabelos e metia nela selvagemente, sem medo nenhum de que ouvissem o barulho dos nossos corpos se chocando. Pela intensidade, Sabia que logo culminaria meu sacrifício, junto com o do marido.
E assim, no momento exato em que ele se preparava pra dar a última descarga, eu derramava meu esperma quente no cu da minha tia, imaginando uma gozada tão forte que percorreria as entranhas dela.
Bem na hora que os espasmos passaram, coloquei minha cabeça nas costas dela e beijei. Só ouvi um quase imperceptível “Meu amor” da boca dela, e depois ficamos em silêncio. Em seguida, ouvimos a descarga do vaso e a água do bidê — a limpeza do templo depois do sacrifício.
Nós nos arrumamos rápido, fui sentar no sofá, ela ficou colocando os pratos na lava-louças.
Sentado no sofá, com o controle remoto na mão, vejo o triunfante sacerdote sair do templo, com seu texto sagrado debaixo do braço e uma cara de satisfação, com um sorriso de orelha a orelha. Não era à toa, ele tinha completado seus sacrifícios com o maior sucesso.
Olhei na cara dele e também expressei minha satisfação, mas, com certeza, posso garantir que a minha era maior.

7 comentários - Café com buceta da tia

Excelente lo tuyo... Me surge una refleccion... Ya ni cagar tranquilo podes... Te hacen cornudo en el momento sublime de la lectura escatoligica.... Donde emos llegado que lo pario.... Jaja felicitaciones y gracias por compartirlo
es asi amigo, como bien lo dice el dicho "Cocodrilo que se duerme es cartera"
Gracias x pasar y comentar
Buen relato, me recuerda a una vecina que me la cojia así con polvos rápidos porq no teniamos mucho tiempo, ella para facilitar la cosa se ponía faldas sin nada abajo de manera q solo tenía q abrir las piernas y se lo metía uffff
gracias x pasar y comentar
que suerte que te haya recordado a las fechorias que cometias con tu vecina
muy bueno...!! son dos cosas que ni siquiera se eligen....cuando tenes ganas de cagar...no hay otra...Si se aviva,se va a tener que llevar a la jermu con él a cagar....jaja!!
es asi mi amigo
Gracias x pasar y comentar