Olá, queridas poringa girls e boys, hoje escrevo um pouco perturbado pelo que rolou comigo e também pra vocês me ajudarem a clarear as ideias. Faz pouco tempo que passei por uma situação meio estranha e desconfortável. Tudo começou sábado passado, quando ia comer um churrasco com uns amigos e, a umas quadras do ponto de encontro, me avisam que cancelou. Tive que voltar pra casa, mas quando ia entrando, escuto uns barulhos estranhos e entro bem devagar, só por precaução. Quando chego na sala, vejo minha irmã com o namorado no meio do ato sexual. Não curti muito, mas fiquei escondido porque eles não tinham me visto, e a curiosidade me matou, não consegui desgrudar o olho. Minha irmã gritava pra caralho enquanto tava apoiada na mesa e o namorado segurava ela pela cintura. Por dentro, sabia que era errado, mas não conseguia parar de olhar. Passaram uns minutos, ela já tinha gozado várias vezes e o namorado também terminou. Ele disse que precisava ir, dava pra ver que tava exausto, enquanto ela queria mais. Eles se beijam pra se despedir e ela fala que ele fode gostoso enquanto acaricia o pau dele bem forte. Ele diz que tava muito cansado, mas ela insiste, abre o zíper da calça dele e começa um boquete. Tenho que admitir que ela mandava muito bem, porque em menos de dois minutos o namorado gozou e ela engoliu tudo. O namorado vai embora, e ela, que se chama MELINA, vai pro quarto. Espero uns minutos e apareço. Minha surpresa foi grande quando percebi que ela tava vendo pornô e não conseguiu disfarçar. Pra quebrar o gelo, falei: "Ah, se o pai te vê". Meli ri e responde: "Claro que você nunca viu, né". Respondi: "Óbvio que já vi, vejo e vou ver, hahaha". Ela ri de novo e fala: "Então vou achar algo pra gente ver junto". Por dentro, não acreditava que ela tinha acabado de foder que nem uma louca e ainda tava com tesão. Pensei: "Essa mina é ninfomaníaca", mas fiz cara de normal. Possível. Ela pede pra eu procurar uns vídeos e me pergunta se eu gosto de um que tinha uma loiraça gostosa e um negão. Falo: "Beleza, bota pra rodar". Quando mal começa, o negão, sem muita enrolação, já tava metendo na pobre loira. E ainda por cima tinha uma pica gigante. Ela vira e fala: "Que inveja dessa loira, hahaha". E eu respondo: "E eu do negão, hahaha". Isso quebrou o gelo, mas era impossível não subir o pau — não dava pra disfarçar. Quando olho de canto pra ver se ela tinha percebido, ela, por baixo da saia branca esportiva que tava usando, já tava enfiando os dedos. Tava vermelha de tesão. Aí eu falo: "Ah, também quero me tocar, não vale". E a Meli responde: "Pode se tocar, não sou egoísta, haja". Ficamos uns minutos naquilo e não aguentávamos mais. Ela gozou várias vezes, a cadeira inteira ficou encharcada, e isso me ajudou a gozar também. Depois me limpei, foi estranho, mas cumprimentei ela como sempre e fui dormir. Até hoje não se falou no assunto, mas a tensão dá pra sentir.
6 comentários - Cercanía al incesto
y mas vale que despues nos vas a contar, no?