Meu primeiro trampo como pintor foi na casa de uma amiga da minha tia, com quem eu moro já que minha mãe foi viver e trabalhar nos EUA e só vem uma vez por ano. Mas voltando ao assunto do trampo, a real é que eu não precisava nem tava sem grana — minha mãe me mandava o suficiente e minha tia nunca me negou dinheiro. O negócio é que sempre curti ganhar meu próprio dinheiro, sabe? Pra sentir que sou independente, apesar da minha idade, recém-completados 18 anos. Já tinha trabalhado como garçom, pintor, faz-tudo e um monte de outras coisas.
Agora, o trampo era na casa da dona Éyummy, uma coroa de 40 anos que morava sozinha desde que se divorciou há dois anos. Minha tia e ela passavam muito tempo juntas, e eu adorava, porque ela era uma mulher linda: cabelo castanho, pele branca, umas pernas maravilhosas — embora só aparecessem de calça —, uma bunda linda pra mim, grande e redonda, uns peitos de bom tamanho e uns lábios que davam vontade de morder.
Naquela sexta-feira à tarde, depois das aulas, fui direto pra casa da dona Éyummy pra ver as paredes que ela queria pintar, os tons que tinha comprado e o material. Cheguei, bati na porta e ela veio me receber como sempre, de calça justinha e uma blusa sem decote.
— Oi, como você tá? — ela me disse. — Desculpa a bagunça, não tive tempo de arrumar — se desculpou.
— Não se preocupa, senhora — respondi.
— É, yummy, senhora só quando sua tia tá por perto, né? — ela falou, piscando um olho em cumplicidade.
— É, yummy, desculpa, qual é o quarto que cê quer pintar? — perguntei.
— É no segundo andar, tô pensando em alugar. Como tem banheiro próprio e saída independente, acho que algum estudante alugaria. Além disso, a faculdade é perto. Aliás, sua tia mencionou que você já tá no segundo semestre de... hmm, o que você estuda? — ela perguntou.
— Direito, mas quero começar algo mais técnico, tipo uma engenharia — respondi.
— Que legal! Então, se precisar de ajuda, pode vir falar comigo. E se quiser, pode alugar o quarto também, sua casa é meio longe daqui — ela ofereceu.
— Claro, deixa eu pintar ele e pensar um pouco — falei.
— Claro, meu bem — a gente foi pro segundo andar, ela na minha frente, mostrando a bunda dela, linda. Dava quase pra ver a fio dental que ela tava usando, tinha certeza que era fio dental. Me distraí tanto nos meus pensamentos que nem percebi quando ela parou e eu esbarrei nela, sentindo a bunda gostosa dela bater no meu colo.
— Não dorme no serviço, hahaha — ela riu e abriu a porta do quarto, que tava vazio, só com as latas de tinta e os pincéis no chão.
— Cê acha que dá conta com isso? — ela perguntou.
— Claro, vai ser mais que suficiente — respondi.
— Beleza, quer jantar comigo?
— Sim, senhora, digo, yummy — respondi.
A gente foi pra sala de jantar, ela foi esquentar alguma coisa, voltou e durante o jantar ela falava da amizade com minha tia e tal, mas mudou de assunto rápido.
— Ei, desculpa, te ofereci o quarto mais cedo, quase soou como se tivesse impondo, me perdoa — ela disse.
— Não se preocupa, yummy, verdade é que tô interessado no quarto sim, mas primeiro preciso resolver umas coisas com minha tia.
— Ok, é que tenho medo do tipo de pessoa que pode alugar o quarto, prefiro alguém que já conheço — ela falou.
O jantar seguiu sem mais nada, até eu me despedir. e falei pra ela que no dia seguinte ia pintar, que ia tar lá cedo e tal, fui pra casa e dormi um pouco. no outro dia fui cedo pra pintar, cheguei e bati na porta, ela me recebeu com um sorriso e um shortinho pequeno e colado e uma blusa com um decote, nunca tinha visto ela assim, me deixou de boca aberta e com o coração saindo pela boca.
- Bom dia, você chegou cedo - ela me disse
- Sim, é que gosto de começar cedo - respondi
Ela me levou pro quarto de novo e, enquanto isso, aproveitei pra olhar a bunda dela naquele short e aquelas pernas. Acho que ela percebeu, porque falou:
- Desculpa a má aparência, é que tô lavando roupa e faço assim porque é mais confortável - disse
- Sem problema - falei, sem conseguir tirar os olhos do corpo dela
- Bom, vou deixar você, vou continuar lavando - disse enquanto saía do quarto
Eu me preparei pra pintar e assim passou uma hora mais ou menos, quando ela entrou com um copo de água com limão
- Descansa um pouco, vem sentar no chão - falou com um sorriso. Quando olhei pra ela, a blusa tava molhada e meio transparente, o short úmido e as pernas com um pouco de água escorrendo. Sentei no chão perto dela pra ver melhor as pernas dela, ela sentou na minha frente, perto, a um metro mais ou menos. Ficava olhando as pernas dela enquanto bebia a água, ela percebeu.
- Você me deixa nervosa, mas obrigada, me faz sentir jovem - disse sorrindo
- Desculpa, não era minha intenção, é que são muito lindas - falei
- Obrigada, tento fazer exercício, olha - ela mexeu as pernas e eu vi a coxa dela firme, bem trabalhada
- Quer tocar nelas, não vai me deixar com olho roxo - disse, enquanto se levantava na minha frente e se aproximava
- Olha, toca - pegou minha mão e colocou na canela dela, pude sentir a firmeza, depois subiu pelo joelho e chegamos na coxa, dura e macia, dava vontade de morder
- Que macias - falei, ela soltou minhas mãos e eu continuei acariciando, subi devagar, ela só ficou corada, subi mais e cheguei na bunda dela, apertei de leve, ela gemeu e se mexeu pra trás um pouco.
- Tenho que continuar lavando - e saiu rápido do quarto
Tentei me acalmar e continuei pintando, chegou a tarde e eu tinha terminado, não tinha visto ela desde o incidente, então fui procurá-la, encontrei ela em outro quarto sentada com as pernas cruzadas, tava com um short igual ao outro, curto, usava uma blusa de barriga de fora e uns óculos escuros, tava muito gostosa.
— Já terminei de pintar, amanhã volto pra dar mais uma demão, tá bom? — falei.
— Claro que sim — ela respondeu.
Fui saindo e ela me parou.
— Espera, não vai ainda não — disse.
— O que foi? — perguntei.
— Quer apalpar elas de novo? — falou.
— Sim, suas pernas são lindas — respondi.
— Com uma condição — ela disse.
— Qual?
— Deixa eu ver seu pau e você se masturba até gozar — falou — se fizer isso, pode tocar — sorriu.
— Ok. Mas vou gozar nas suas pernas — respondi.
— Claro, tira ele logo, faz 3 anos que não vejo um, no meu último ano de casada não vi o do meu marido nem um dia — disse.
Puxei meu pau pra fora, ela arregalou os olhos, comecei a mover a mão me masturbando, ela me olhava, lambia os lábios.
— Fazia tempo que não via um assim — murmurava — hmmm, que gostoso parece.
Nessa hora ela chegou perto de mim, tirou minha mão e começou a me masturbar, movia meu pau rápido mas suave, apertava, molhava os lábios.
— Posso? — perguntou com voz sexy, quase implorando.
— Pode, faz ele teu — falei, enquanto ela enfiava na boca, lambia, chupava, metia a cabeça na boca e usava a língua na minha glande, enquanto massageava o tronco e às vezes tocava minhas bolas, massageava esperando que produzisse mais porra pra ela. Assim me deu o melhor boquete da minha vida, como nunca ela tratou meu pau entre os lábios.
— Vou gozar, delícia — falei.
— Nas minhas pernas, rápido — disse ela, apontando meu pau direto pras pernas dela. Soltei meus jatos de porra, todos acertaram as pernas dela, ela espalhou nas pernas enquanto eu me ajoelhava na frente dela. Comecei a tocar as pernas lambuzadas de meu sêmen, depois metia as mãos no short dela e tocava a buceta, mexia a calcinha fio dental. Ela abriu o short, abaixou tudo, ficando nua da cintura pra baixo. Eu, por minha vez, fiz ela sentar, abrir as pernas e me internei na buceta dela, lambi, mordi, chupei cada centímetro daquela buceta linda. Fiz ela gemer, gritar, me chamar de mil jeitos, até sentir os sucos do orgasmo dela banharem meu queixo. Ela continuava gemendo quando me afastei. da buceta dela, me levantei e ela viu minha ereção, causada pelo calor e pelo gosto da buceta gostosa dela.
– de novo? Meu ex-marido só conseguia uma vez – ela disse, eu me aproximei, peguei na mão dela e a deitei no chão, abri as pernas dela, ela com o olhar tenso, nervosa.
– o que você vai fazer? – perguntou, não respondi, só me coloquei entre as pernas dela e apontei meu pau pra bucetinha linda dela
– não, espera, faz tempo que ninguém entra… – ela não terminou de falar quando metade do meu pau já tava dentro dela
– aí que gostoso, enfia tudo, mais, e pensar que eu ia te parar – ela gemia, implorava pelo meu pau dentro dela
– mais, mais, enfia mais, quero gozar com seu pau, me dá – ela não demorou pra gozar, mas eu continuei me mexendo
– espera, eu gozei, espera, vou gozar de novo – ela dizia enquanto tinha outro orgasmo e depois outro, no qual eu gozei dentro dela, deixei uma boa quantidade de porra dentro dela, ficamos ali, com meu pau dentro da buceta dela, recuperando o fôlego, tentei me levantar, ela me segurou
– mais um momento, fica dentro – ela disse, fiquei ali mais um tempo, me vesti, ela só colocou a calcinha fio dental, juntei minhas coisas e fui em direção à saída
– espera – ela me alcançou, me abraçou e beijou, coloquei minhas mãos na bunda dela e levantei ela um pouco
– quero que isso se repita, não me importo se você me cobrar ou se fizer só por pena, vem amanhã e traz coisas pra dormir aqui, fala alguma coisa pra sua tia, que vai ficar na casa de um amigo – ela pediu
– sim, vou vir, não vai te custar nada, mas vai fazer o que eu mandar, ok? – falei
– sim, o que você mandar, só pra ter você do meu lado – ela me soltou e eu fui embora, no caminho pra casa ela me mandou uma foto da buceta dela cheia de porra com uma mensagem que dizia
“quero ela assim de agora em diante”
Quando cheguei na casa da minha tia, ela perguntou por que eu tinha demorado, falei que tinha encontrado uns amigos e que no dia seguinte ia passar uma semana com eles, minha tia concordou e disse pra eu me cuidar, fui dormir pensando no que faria no dia seguinte.
Agora, o trampo era na casa da dona Éyummy, uma coroa de 40 anos que morava sozinha desde que se divorciou há dois anos. Minha tia e ela passavam muito tempo juntas, e eu adorava, porque ela era uma mulher linda: cabelo castanho, pele branca, umas pernas maravilhosas — embora só aparecessem de calça —, uma bunda linda pra mim, grande e redonda, uns peitos de bom tamanho e uns lábios que davam vontade de morder.
Naquela sexta-feira à tarde, depois das aulas, fui direto pra casa da dona Éyummy pra ver as paredes que ela queria pintar, os tons que tinha comprado e o material. Cheguei, bati na porta e ela veio me receber como sempre, de calça justinha e uma blusa sem decote.
— Oi, como você tá? — ela me disse. — Desculpa a bagunça, não tive tempo de arrumar — se desculpou. — Não se preocupa, senhora — respondi.
— É, yummy, senhora só quando sua tia tá por perto, né? — ela falou, piscando um olho em cumplicidade.
— É, yummy, desculpa, qual é o quarto que cê quer pintar? — perguntei.
— É no segundo andar, tô pensando em alugar. Como tem banheiro próprio e saída independente, acho que algum estudante alugaria. Além disso, a faculdade é perto. Aliás, sua tia mencionou que você já tá no segundo semestre de... hmm, o que você estuda? — ela perguntou.
— Direito, mas quero começar algo mais técnico, tipo uma engenharia — respondi.
— Que legal! Então, se precisar de ajuda, pode vir falar comigo. E se quiser, pode alugar o quarto também, sua casa é meio longe daqui — ela ofereceu.
— Claro, deixa eu pintar ele e pensar um pouco — falei.
— Claro, meu bem — a gente foi pro segundo andar, ela na minha frente, mostrando a bunda dela, linda. Dava quase pra ver a fio dental que ela tava usando, tinha certeza que era fio dental. Me distraí tanto nos meus pensamentos que nem percebi quando ela parou e eu esbarrei nela, sentindo a bunda gostosa dela bater no meu colo.
— Não dorme no serviço, hahaha — ela riu e abriu a porta do quarto, que tava vazio, só com as latas de tinta e os pincéis no chão.
— Cê acha que dá conta com isso? — ela perguntou.
— Claro, vai ser mais que suficiente — respondi.
— Beleza, quer jantar comigo?
— Sim, senhora, digo, yummy — respondi.
A gente foi pra sala de jantar, ela foi esquentar alguma coisa, voltou e durante o jantar ela falava da amizade com minha tia e tal, mas mudou de assunto rápido.
— Ei, desculpa, te ofereci o quarto mais cedo, quase soou como se tivesse impondo, me perdoa — ela disse.
— Não se preocupa, yummy, verdade é que tô interessado no quarto sim, mas primeiro preciso resolver umas coisas com minha tia.
— Ok, é que tenho medo do tipo de pessoa que pode alugar o quarto, prefiro alguém que já conheço — ela falou.
O jantar seguiu sem mais nada, até eu me despedir. e falei pra ela que no dia seguinte ia pintar, que ia tar lá cedo e tal, fui pra casa e dormi um pouco. no outro dia fui cedo pra pintar, cheguei e bati na porta, ela me recebeu com um sorriso e um shortinho pequeno e colado e uma blusa com um decote, nunca tinha visto ela assim, me deixou de boca aberta e com o coração saindo pela boca.
- Bom dia, você chegou cedo - ela me disse - Sim, é que gosto de começar cedo - respondi
Ela me levou pro quarto de novo e, enquanto isso, aproveitei pra olhar a bunda dela naquele short e aquelas pernas. Acho que ela percebeu, porque falou:
- Desculpa a má aparência, é que tô lavando roupa e faço assim porque é mais confortável - disse
- Sem problema - falei, sem conseguir tirar os olhos do corpo dela
- Bom, vou deixar você, vou continuar lavando - disse enquanto saía do quarto
Eu me preparei pra pintar e assim passou uma hora mais ou menos, quando ela entrou com um copo de água com limão
- Descansa um pouco, vem sentar no chão - falou com um sorriso. Quando olhei pra ela, a blusa tava molhada e meio transparente, o short úmido e as pernas com um pouco de água escorrendo. Sentei no chão perto dela pra ver melhor as pernas dela, ela sentou na minha frente, perto, a um metro mais ou menos. Ficava olhando as pernas dela enquanto bebia a água, ela percebeu.
- Você me deixa nervosa, mas obrigada, me faz sentir jovem - disse sorrindo
- Desculpa, não era minha intenção, é que são muito lindas - falei
- Obrigada, tento fazer exercício, olha - ela mexeu as pernas e eu vi a coxa dela firme, bem trabalhada
- Quer tocar nelas, não vai me deixar com olho roxo - disse, enquanto se levantava na minha frente e se aproximava
- Olha, toca - pegou minha mão e colocou na canela dela, pude sentir a firmeza, depois subiu pelo joelho e chegamos na coxa, dura e macia, dava vontade de morder
- Que macias - falei, ela soltou minhas mãos e eu continuei acariciando, subi devagar, ela só ficou corada, subi mais e cheguei na bunda dela, apertei de leve, ela gemeu e se mexeu pra trás um pouco.
- Tenho que continuar lavando - e saiu rápido do quarto
Tentei me acalmar e continuei pintando, chegou a tarde e eu tinha terminado, não tinha visto ela desde o incidente, então fui procurá-la, encontrei ela em outro quarto sentada com as pernas cruzadas, tava com um short igual ao outro, curto, usava uma blusa de barriga de fora e uns óculos escuros, tava muito gostosa.
— Já terminei de pintar, amanhã volto pra dar mais uma demão, tá bom? — falei. — Claro que sim — ela respondeu.
Fui saindo e ela me parou.
— Espera, não vai ainda não — disse.
— O que foi? — perguntei.
— Quer apalpar elas de novo? — falou.
— Sim, suas pernas são lindas — respondi.
— Com uma condição — ela disse.
— Qual?
— Deixa eu ver seu pau e você se masturba até gozar — falou — se fizer isso, pode tocar — sorriu.
— Ok. Mas vou gozar nas suas pernas — respondi.
— Claro, tira ele logo, faz 3 anos que não vejo um, no meu último ano de casada não vi o do meu marido nem um dia — disse.
Puxei meu pau pra fora, ela arregalou os olhos, comecei a mover a mão me masturbando, ela me olhava, lambia os lábios.
— Fazia tempo que não via um assim — murmurava — hmmm, que gostoso parece.
Nessa hora ela chegou perto de mim, tirou minha mão e começou a me masturbar, movia meu pau rápido mas suave, apertava, molhava os lábios.
— Posso? — perguntou com voz sexy, quase implorando.
— Pode, faz ele teu — falei, enquanto ela enfiava na boca, lambia, chupava, metia a cabeça na boca e usava a língua na minha glande, enquanto massageava o tronco e às vezes tocava minhas bolas, massageava esperando que produzisse mais porra pra ela. Assim me deu o melhor boquete da minha vida, como nunca ela tratou meu pau entre os lábios.
— Vou gozar, delícia — falei.
— Nas minhas pernas, rápido — disse ela, apontando meu pau direto pras pernas dela. Soltei meus jatos de porra, todos acertaram as pernas dela, ela espalhou nas pernas enquanto eu me ajoelhava na frente dela. Comecei a tocar as pernas lambuzadas de meu sêmen, depois metia as mãos no short dela e tocava a buceta, mexia a calcinha fio dental. Ela abriu o short, abaixou tudo, ficando nua da cintura pra baixo. Eu, por minha vez, fiz ela sentar, abrir as pernas e me internei na buceta dela, lambi, mordi, chupei cada centímetro daquela buceta linda. Fiz ela gemer, gritar, me chamar de mil jeitos, até sentir os sucos do orgasmo dela banharem meu queixo. Ela continuava gemendo quando me afastei. da buceta dela, me levantei e ela viu minha ereção, causada pelo calor e pelo gosto da buceta gostosa dela.
– de novo? Meu ex-marido só conseguia uma vez – ela disse, eu me aproximei, peguei na mão dela e a deitei no chão, abri as pernas dela, ela com o olhar tenso, nervosa.
– o que você vai fazer? – perguntou, não respondi, só me coloquei entre as pernas dela e apontei meu pau pra bucetinha linda dela
– não, espera, faz tempo que ninguém entra… – ela não terminou de falar quando metade do meu pau já tava dentro dela
– aí que gostoso, enfia tudo, mais, e pensar que eu ia te parar – ela gemia, implorava pelo meu pau dentro dela
– mais, mais, enfia mais, quero gozar com seu pau, me dá – ela não demorou pra gozar, mas eu continuei me mexendo
– espera, eu gozei, espera, vou gozar de novo – ela dizia enquanto tinha outro orgasmo e depois outro, no qual eu gozei dentro dela, deixei uma boa quantidade de porra dentro dela, ficamos ali, com meu pau dentro da buceta dela, recuperando o fôlego, tentei me levantar, ela me segurou
– mais um momento, fica dentro – ela disse, fiquei ali mais um tempo, me vesti, ela só colocou a calcinha fio dental, juntei minhas coisas e fui em direção à saída
– espera – ela me alcançou, me abraçou e beijou, coloquei minhas mãos na bunda dela e levantei ela um pouco
– quero que isso se repita, não me importo se você me cobrar ou se fizer só por pena, vem amanhã e traz coisas pra dormir aqui, fala alguma coisa pra sua tia, que vai ficar na casa de um amigo – ela pediu
– sim, vou vir, não vai te custar nada, mas vai fazer o que eu mandar, ok? – falei
– sim, o que você mandar, só pra ter você do meu lado – ela me soltou e eu fui embora, no caminho pra casa ela me mandou uma foto da buceta dela cheia de porra com uma mensagem que dizia
“quero ela assim de agora em diante”
Quando cheguei na casa da minha tia, ela perguntou por que eu tinha demorado, falei que tinha encontrado uns amigos e que no dia seguinte ia passar uma semana com eles, minha tia concordou e disse pra eu me cuidar, fui dormir pensando no que faria no dia seguinte.
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