Prima distante gostosa

Prima distante gostosaTudo começou como nos últimos anos as boas histórias começam: pela internet.
Graças ao meu amigo FaceLivro, pra falar de um jeito em português, navegando numa noite de muito tesão, segui um monte de páginas pornô e nada de bom aparecia.
Até que, de tanto adicionar gente desconhecida e mandar mil mensagens, chego numa garota, morena gostosa, de óculos, cara simpática, que tem o mesmo sobrenome que eu. Mas se eu não conheço ela, é de boa?

Eu adicionei mesmo assim, sei lá, qualquer coisa.
Não é que depois de uns dias começamos a conversar, e nos demos super bem? Ela mora perto, mas não tão perto pra eu visitar ela sempre como eu queria. Mas enfim, nunca falei coisas muito sérias ou relacionadas a sexo e tal. Sempre tivemos conversas muito legais e agradáveis, onde eu contava da minha vida e ela também.

Se eu fosse chutar, os dois estavam na mesma situação, só que eu tava de pau duro e ela, vai saber se pensava em algo. Mas no fim, alguma coisa rolava, uma mística, digamos.
Com o tempo, eu arrumo uma namorada e paro de falar com ela pra me dedicar à minha nova mina, que chegou num momento muito crítico da minha vida, tão crítico que eu não tinha me tocado uma já fazia uns meses. Fios cruzados, fazer o quê.

Enfim, com minha namorada tivemos experiências ótimas, mas no sexo foi um desastre total, sinceramente não tínhamos química nenhuma, estávamos juntos mais por uma necessidade de ter alguém do lado em quem pudéssemos confiar mais ou menos do que por estarmos realmente apaixonados.

Mas o tempo passa e minha prima continuou solteira e um dia, depois de 4 anos, apareceu.
Como a coisa não tava mais dando certo com minha namorada, mesmo que eu amasse ela, ela tinha me largado há uns meses, retomei a conversa com minha priminha com uma energia nunca vista.
Parecia que inconscientemente eu queria recuperar o sexo perdido nessas relações que sempre me condenaram indiretamente a um celibato torturante.
O difícil não é conversar com alguém, mas criar a confiança necessária pra dar aquele salto mortal no vazio, onde talvez a piscina esteja cheia, sabe.
Coisa de mandinga que num sábado qualquer, como tava vindo, pedi um carro emprestado pra um amigo e fui na casa da prima. Queria sair da cidade e mudar de ares, nem que fosse por algumas horas. Sério, tinha a possibilidade de pegar minha prima, mas se ela tinha amigas, como ela sempre dizia, com certeza não ia precisar.
Entrei no carro, coloquei os óculos e dirigi por uma hora e meia rumo ao sul. Que momento gostoso, que sensação boa.
Sem nem acelerar, já tava recebendo umas energias poderosas de dentro, sorriso largo, braços contraídos, membro brincalhão. Que emoção.

Não sou uma pessoa que se considera muito atraente quando o assunto é rosto, mas sempre cuidei do meu corpo do pescoço pra baixo de um jeito intenso. Conto isso porque foi o maior elogio quando minha priminha me viu:
— Nossa, como você é bonito, primo. Não imaginava que você era mais forte pessoalmente, minhas amigas vão ficar doidas.
— Valeu, priminha, você também não tá nada mal, sua bundinha pequena tá bem firme, e mais coisas eu até diria, mas não quero falar demais.
Ela ficou vermelha que nem tomate, e a gente entrou. Chamamos o elevador enquanto eu falava sobre sei lá o quê, é a verdade, porque tava nervoso, mas, pior ainda, ela tava mais nervosa ainda e, como às vezes me dá vontade de ter pena da presa que tá ferida, não tentei nada, só fiquei de boa, admirando a situação bizarra que tinha se apresentado na minha frente.
Super simpática com o primo, ela me convidou pra entrar e me mostrou o apartamento dela, que era bem aconchegante pra ser habitado por ela e pela irmã, que tava viajando — pra minha sorte futura.
Eu pensava que, com o coração partido, ia me acalmar, mas minha sexualidade teve que partir pra ofensiva com tudo. Sentamos pra ver TV e bater um papo, até que me atrevi a pedir uma massagem. já que eu estava com tensão nos ombros e me sentia também hiper excitado, irradiava calor a presença dela, algo inacreditável.
Quando começou, foi quase automático como meu pau ficou duro, não conseguia controlar, e eu ficava mais tenso.
_ Primo, você tá durasso, ops, desculpa, soou muito feio.
_ Nada, prima, tudo bem, é que não sei, você me transmite tensão e eu tô tipo...
_ Tipo o quê?
Ela procurou meus olhos com o olhar dela e não consegui falar nada. Diante do silêncio e da vontade de não passar por idiota, busquei a boca dela na meia-luz e beijei de boca aberta e molhada.
Não sei quanto tempo passou, mas as línguas se encontraram fácil, até que de um puxão ela se separou de mim e me olhou com olhos distantes, obnubilados por algo que ela certamente conhecia como pecado.
Sou crente em Deus como ela, mas não venham me dizer que nunca imaginaram ter algo com uma prima, bem distante.
Por favor, não vou mentir pra vocês.
Falei que estava tudo bem, que me perdoasse, que me sentia um otário. Mas que não podia fazer nada, já que gostava dela e sabia que só poderia ser algo na brincadeira.
Vendo por esse ponto, como minhas palavras foram fortes, mas parece que tiveram o efeito desejado, porque ela me olhou, se levantou e, indo pro quarto, disse:
_ Não quero que você me veja, quando eu mandar você entra.

puta que pariu, que alegria, como minhas bolas balançavam e a energia corria por todo lado.
Tanta vontade de tirar minha ex da cabeça, pelo menos pra zoar com alguém.

_ Entra, atrevido! – ela grita do quarto
Abrindo a porta devagar e com cara de bobo, pensando em não fazer barulho, entrei e fechei atrás de mim.
Escuridão total. Não se via nada. E aí sim eu duvidei, porque o jogo é bom quando a gente tem o controle, mas quando te colocam num quarto escuro, eu não queria isso.
_ Tira a roupinha e deixa só a camiseta

Sem nem conseguir sentar, comecei a me despir devagar, mas muito nervoso. Quem diria que meu pau tava dormindo igual um urso hibernando.
_ Pronto. Mas não te posso ver.
_ Sei muito bem onde você está, é tudo que preciso saber. Por mim, fecha os olhos pra gente aproveitar melhor. Isso sim, hoje vamos de camisinha.

A alegria de ouvir que teria outra chance me fez obedecer feito sargento pra general.
Senti umas mãos geladas nas minhas costas e os pelos dele fazendo carinho por trás.
Me prendeu na teia dele, e igual um mosquito, eu morreria se não esperasse o momento certo.homemSentia a boca dela beijando meu pescoço, meus ombros, e como ela levava minhas mãos pro corpo dela que queria sentir minha tensão. Queria saber pra onde ia tocar.
Beijos molhados e carícias suaves levaram minhas mãos pra bunda carnuda dela, puxando a buceta dela na direção da minha bunda. Não tava depilada, mas tava molhada. Que puta, pensava sem parar de puxar o sexo dela pra mim.sexoAs mãos dele tocavam meu corpo por baixo da camiseta com muita delicadeza, quase nem sentia, minha cabeça tava perdida naquela bunda e minhas mãos apertando ela.
_ Que bom que você tá aqui, primo, teu corpo e teu pau me deixam doida.
_ Prima, vem aqui que eu quero te foder toda.viagemFicamos cara a cara, e a mão dela desceu até meu pau pra tocar. Sabia que não tava totalmente duro e fiquei tímido.
_ O que foi aí? Será que um calorzinho ajuda ele a acordar?
Descendo com as mãos até meus pés, ela encostou os lábios na ponta do meu pau e, abrindo a boca molhada, começou a chupar devagar, como se me conhecesse de cor.

Continua...

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