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Compêndio IDizem que misturar sexo com trabalho já é ruim. Afeta o ambiente profissional e blá-blá-blá. Misturar trabalho com família também não era nada fácil.
Quando cheguei na casa da minha sogra, me esperava uma situação bem estranha. Amélia e Verônica estavam metidas numa baita discussão, sobre se era mais importante a onda "Amélia" ou a onda "Verônica", mesmo que na época eu tivesse dito que ambas eram igualmente importantes.
Por sorte, Violeta tinha ido passar o fim de semana na casa da amiga. Do contrário, estaria com a mesma enxaqueca que eu tava.
Por mim, eu comia meu almoço em silêncio e tentava não dar muita bola pra elas.
Elas sabiam tão pouco sobre o assunto que pareciam mais estar desabafando uma sobre a outra. Por outro lado, eu já estava tão de saco cheio do tema que, francamente, nem prestava atenção nos detalhes.No meu caso, eu tinha passado a noite inteira trabalhando com a máquina "Verônica" (já que me enfiei nessa história), tentando descobrir a localização da possível máquina "Amélia" dentro da cutie, estudando padrões de dispersão de ondas, mas minha busca não deu em nada.
A única coisa que consegui foi alterar as frequências da máquina "Verônica", mas claro, isso não me adiantava muito.
Por essas razões, eu já tava enjoado do assunto.
De repente, elas ficaram em silêncio e a discussão continuou mais ou menos assim...
"Temos que perguntar pro engenheiro!" disse Verônica.
"É, é a melhor decisão!" concordou a filha dela.
Por um momento, pensei que elas seriam capazes de me encher de porrada se eu não favorecesse uma delas.
"Diz pra gente, 'Engenheiro', qual onda é a mais importante?" falou Verônica, sentando do meu lado direito.
“Sim, Marco! Diz pra mamãe que a onda ‘Amelia’ é a mais importante” disse Amelia, sentando do meu lado esquerdo.
“E por que eu tenho que ser eu?” perguntei a elas, tentando comer alguma coisa. Eu estava faminto. “Porque foi você quem descobriu essas ondas!” gritou Verônica no meu ouvido.
“Mãe!” disse Amélia, repreendendo-a. “Não é verdade que a onda mais importante é a Amélia, porque foi por ela que você vai voltar aqui?”
“Você está enganada! Mandaram ele buscar a Verônica e, por pura sorte, ele encontrou a Amélia.”
Era estranho ouvi-las discutindo na terceira pessoa, se representando pelo mesmo nome da onda que compartilhavam.
Pensei por uns momentos que era só isso: elas queriam saber qual das ondas era responsável por eu voltar. Era engraçado. Achei compreensível. Eu tinha feito algumas coisas por elas e conquistado o afeto delas, mas nunca pensei que brigariam por mim…
“Pois é a Amélia que vai fazê-lo voltar!”
“É a Verônica que ensinou tudo a ele!”
Ou melhor, competiriam por mim.
Verônica se posicionou ao lado da pia, levantando a saia e me mostrando a calcinha. Eu fiquei de pedra…
“Diz pra ele que você vai voltar pelo que eu te ensinei!” desafiou a mãe. Amelia, por outro lado, tinha levantado a blusa, mostrando o sutiã e enfiando minha mão entre os peitos dela.
“Diz pra ele que… você vai voltar… Ah!... pelo que você quer me ensinar” respondeu a filha.
De repente, a situação explodiu num clima sexual pesado, onde não competiam mãe e filha, mas sim duas mulheres ciumentas. Verônica reagiu, pulou até a mesa e pegou minha mão, apertando-a contra suas tetas enormes.
“Diz pra ela que você vai voltar pras minhas!”
Amelia revidou, tirando o sutiã e forçando ele a pegar um dos peitos dela, enquanto levava o mamilo do outro à boca dela. “Diz que você vai voltar… pelo que vai fazer com os meus!”
Era uma loucura. “Verônica! Você sabia?” perguntei, surpreso.
“Não sabia, mas já esperava por isso!” ela respondeu, meio puta.
Levamos a discussão pro quarto dela, já que elas estavam determinadas a resolver aquilo naquele mesmo dia, porque depois do trabalho eu teria que embarcar de volta pra capital.
As cortinas vermelhas, que na primeira vez me deram a impressão de concentrar o calor, na verdade faziam as duas mulheres parecerem ainda mais gostosas.

“—Pra ser um engenheiro tão inteligente quanto você diz, Marco, você é bem burro!” — Verônica me disse — “Você mesmo falou, quando explicou seu trabalho, que estava do lado da cozinha, porque eu estava fazendo algo novo!” “—Já esperava algo assim… porque o que você fez com a Amélia na segunda-feira, acho que o inútil do pai dela não teria feito… e bem… eu imaginava que poderia fazer ela se apaixonar… ou algo assim…”
Então foi daí que a Amélia aprendeu… filha de peixe, peixinho é.
“—E quando você saiu pra correr com ela, já desconfiei de algo estranho. Até quando voltaram, notei ela toda corada…”
“—Isso não é verdade!” — disse Amélia, que agora só usava roupa íntima.
“—Menina, te vejo há 17 anos e sei perfeitamente quando você se apaixona!”
“—Mãe!...” — Amélia falou, pedindo pra ela baixar o tom, embora não sei pra quê, já que eu sei que ela gosta de mim.
“—E depois você fez seu ‘inspirador’ experimento…” — a lembrança a fez ficar ruborizada. — “… onde me pegou do lado do tanque, enquanto eu lavava a louça.”
“Mas foi por causa disso…” eu disse. “Já sei! A Amélia estava se masturbando!” a Verônica falou pra gente.
Eu e a Amélia nos olhamos com os olhos arregalados.
“Não me diga que é a primeira vez!” ela disse pra Amélia, olhando nos olhos dela “Ou cê acha que não te ouvi nas noites em que o Marco dormia no quarto da Marisol?”
“Você… você me ouviu?” a Amélia falou, caindo dura no chão.
“Cê é muito bocó, Amélia! Por sorte, o idiota do seu pai tem o sono pesado! Senão, já teria pulado em cima de você!”
Quer dizer, quando cheguei na primeira vez, a Amélia já se masturbava por minha causa?
“Até quando a gente morava na outra casa e o Marco vinha dar aula pra Marisol, também dava pra te ouvir, mocinha!” a Verônica continuou esculachando a filha.
Se fosse anime japonês, pensei que a Amélia estaria botando espuma pela boca… pera… ela disse que, pelo menos, fazia três anos que se masturbava por mim?
“… Que isso me deixou com tesão por ele é outra história!...” mais um sufoco… “Enfim…”
Eu não tava melhor que a Amélia.
“…Então… q-q-quando você e eu conversávamos…?” perguntei gaguejando.
A Verônica ficou vermelha.
“Você sabe… já conhece o Sérgio… e ele só tem dois assuntos… e bom… pois é, você me ouvia… gostava da minha comida… e me tratava bem… me fazia sentir gostosa… e não era igual ao idiota do açougueiro… ou os homens que traziam o gás… nunca me olhava estranho… ou algo assim…” a Verônica falou, bem parecido com o jeito da Amélia.
Isso me fez pensar que, há três anos, eu poderia estar vivendo o “Sonho do cara”. Queria chorar…
“…O negócio é, Marco…” a Verônica disse, retomando o fio da conversa “…que seu erro foi quando você explicou como descobriu suas ondas idiotas. Já desconfiava que você me abraçasse tão forte, na frente da Amélia. Quando vi o papel com meu nome, pensei que não era coincidência e quando você explicou que tava do meu lado quando fez seu porcaria… embora gostoso… experimento, percebi que tava mexendo com coisa errada com ela, o que me lembra…”
E olhando pra Amelia, ele disse.
“Não pense que não vi, mocinha! Vi claramente pelos talheres da cozinha como você se tocava! Isso é nojento e imoral!”
“O burro falando de orelhas…” pensei eu.
“De qualquer forma, quando demoraram tanto naquele trote, pensei que você já estava dando pra ele. Não nego que saí com ciúmes pra procurar vocês, mas quando vi ela pegando nos peitos, na bunda e enfiando a mão dentro da calça, fiquei aliviada por saber que não passou disso.”
O que concluí foi que… mesmo tentando ser discreto, todas sabiam o que eu fiz?
“Você ficou brava comigo, mãe?” disse Amelia, olhando pro chão com tristeza.
Elas se abraçaram, semi-nuas… eu estava espumando pelos olhos.
“Não. Fiquei feliz. Eu adoraria ter conhecido um cara como Marco quando tinha sua idade… em vez do idiota do seu pai… mas fazer o que, o animal me deu duas filhas que amo.” Disse Verônica, abraçando-a.
Se ela só teve duas… quem é o pai da pequena Violeta?...
“Mas você tinha que começar dizendo que a ‘onda Amelia’ era a mais importante!”
E lá foram elas de novo…
“Ei! Vamos direto ao ponto!” falei. “Como eu disse da outra vez, nenhuma de vocês é mais importante. No fundo, tenho que voltar por ambas…”
“Sério?” disse Amelia, esperançosa.
Eu pensava mais nas ondas quando respondi, mas também era verdade.
“Eu não ligo por quem você tem que voltar. O que quero saber é por quem você deseja voltar! Isso é o que me interessa!” disse Verônica.
“Bom, por ambas…” respondi.
“Isso não vale! Eu sei que você tem que voltar por mim e posso provar!”
Amelia e eu nos olhamos surpresos.
“Deita na cama!” ordenou Verônica.
Obedeci. Verônica baixou minha cueca e meu pau, duro, saiu pra recebê-las.
“Agora decide quem você quer que monte em você!” disse Verônica.
“Mas mãe!...” exclamou Amelia, envergonhada.
“Isso é cruel! Se eu escolher uma, como a outra vai se sentir?” falei.
“Ah, eu sei bem quem você vai escolher! Então, se for a Amelia, não te Relaxa! Eu vou aceitar!” disse Verônica, confiante.
“Eu também!” disse Amélia, meio insegura, mas animada.
Pra mim, a decisão era óbvia: Amélia. Depois do que ouvi, era claro que ela tava afim de mim há tempos.
“Sabia que você ia escolher ela!” disse Verônica. “Vai em frente, garota!... Já gozou só de ver o pau dele, mulher?”
“Mãe!...” disse Amélia, protestando de vergonha.
Ela se levantou na cama e abriu as pernas. Eu tava no auge… ela começou a se abaixar devagar, com os lábios pulsando de tesão e escorrendo um pouco, enquanto Verônica assistia ao espetáculo.
“Vai, Marco!” disse Verônica, finalmente. “Arrebenta essa rachinha virgem dela!... Sê o primeiro homem a alargar o colo do útero dela com essa piroca grossa e comprida que você tem!... Vira o primeiro cara a pegar minha filha de 17 anos como mulher!... Vai, Marco, faz isso!”
Depois dessa torcida, nem Amélia nem eu queríamos continuar. Tinha responsabilidade demais envolvida…
“Minha vez!” disse Verônica, empurrando a filha e montando no meu pau.
“Mãe!...” protestou Amélia.
“O que… foi?... enquanto… você… não… tiver… coragem… de… pegar… ela… ah!... não… vai… se… sentir… bem” disse Verônica, cavalgando como uma louca.
“Isso foi trapaça!” disse Amélia, irritada.“De… que… gostoso!... te… ah!... queixa?... Oh!... foi… Ah!... a… vencedora…”
“Mas tu tá montando nele de novo!” dizia Amélia, começando a se masturbar ao nosso lado.
“Eu… Ah!... também… a… Que gostoso!... queria… Mais… fundo!... não… Ah!... podia… deixar… passar”
“Vou me vingar!” disse Amélia.
E sem pensar muito em mim, ela se apoiou no meu rosto, chupando os peitos da mãe.
“Ah!... Amélia… não… me… morde… assim…”
“É o que você merece por… Ah!”
Ela tinha a buceta na minha cara. Eu começava a sufocar. Obviamente, tinha que me defender com a língua.
“Marco!... Não… faz… isso… Que delícia!... Mãe!... você… também”
Mãe e filha começavam a apertar os próprios mamilos. Eu tava no paraíso dos vikings…
“Não… solta… eles… Amélia!”
“Não… Mãe!...”
“Tô… gozando!” dizia Verônica.
“Eu… também!” dizia Amélia.
“Ah!... Ah!... Ah!...”
Os três gozamos ao mesmo tempo. Enchi de porra as calcinhas da minha sogra, enquanto minha cunhada continuava derramando os sucos amargos no meu rosto.
Lembro que por um tempo, a gente deu uma pausa. Mas devo dizer que minha sogra passou literalmente me enfiando dentro dela pelo resto das 5 horas que ficamos no quarto. No entanto, embora Amélia quisesse provar meu pau, parecia que o tamanho a intimidava, então eu passei o tempo apalpando a caverninha virgem dela, bebendo dos peitos dela e, em algumas vezes, fiz sexo oral nela, já que a mãe se recusava a soltar meu apêndice.
Quando tudo acabou, o quarto cheirava a sexo e esperma, mas elas continuavam conspirando contra mim.
“Por… favor… Me… deixa em paz!” eu dizia pra Amélia, que não parava de chupar meu pau, aproveitando que a mãe tava descansando.
“Agora você sabe como é!... A vingança é doce!... Mãe!”
De repente, como se fosse uma criança que esqueceu o brinquedo favorito, minha sogra começou a me chupar com violência, como sempre.
“Se você não vai provar, então me deixa” —Mãe!...
—Amelia, não fala com a pica na boca, senão você morde! — dizia Verônica, enquanto eu tentava gozar pra elas me deixarem em paz.
Amelia falou alguma coisa, mas não deu pra entender. Olhei o relógio e tinha que me arrumar… mesmo sem ter quase forças.
As duas ondas tinham se unido… pra destruir o pouco ou nada que restava da minha masculinidade.
Consegui que me soltassem quinze minutos antes do ônibus partir. Nem tomei banho, tava fedendo a sexo, mas consegui pegar o ônibus.
Quando voltei no dia seguinte, seu Sérgio ficou feliz em me ver, mas eu parecia um zumbi.
Pra completar, Amelia e Verônica estavam me esperando, tomando café como se fossem melhores amigas, sem nenhum sinal de que tinham participado de uma orgia sexual na tarde anterior.

Minha cabeça tava doendo e a única coisa que eu queria era embarcar no avião e dormir. Mas as duas safadas continuavam bem aliadas e, pra prolongar meu sofrimento, se vestiram sem sutiã e se posicionaram bem onde eu podia ver os peitos delas balançando nas lombadas da estrada. As duas me abraçaram juntas, dizendo que iam ficar me esperando pra me ajudar no trabalho. Seu Sérgio não ouviu elas, e enquanto se despediam, alguns homens ficaram admirando o lindo espetáculo dos peitos firmes e saltitantes delas.
Quando desci do avião, me senti meio estranho, mas já conseguia me mexer. Do lado de fora da alfândega, me esperava a radiante Marisol, junto com a Pamela, que andava sem problema nenhum na perna ou no braço e usava um vestido de saia verde, muito melhor do que o visual gótico que ela tinha antes.
“Que bom que você se recuperou!” falei, dando um abraço suave nela. “E não é só isso…” Marisol me dizia “Adivinha?... Ela decidiu voltar a estudar!”
Uma leve, mas constante dor de cabeça me avisava que eu estava deixando as ligas menores e que, pelo visto, começaria a jogar no nível profissional…Post seguinte
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