Las postulantes a secretaria (II)

Las postulantes a secretaria (II)Quero contar pra vocês que a entrevista não foi fácil. Enquanto esperava a primeira candidata entrar pela porta, minhas pernas se mexiam numa agonia desesperada pra segurar uma ereção.

Ela abriu a porta e, com um sorriso, me deu bom dia. Sem hesitar, apressei pra ela se sentar. Tinha cabelo castanho claro, com uma aparência bem macia, preso numa trança que caía por trás. Os olhos eram escuros e bem delineados. Parecia uma garota de classe média alta, muito bem-educada pelo jeito de se apresentar. Vestia uma camisa creme, daquelas de antigamente, que sem dúvida escondia uns peitos bem redondos, de tamanho normal pra uma garota de 21 anos.

A voz dela, um pouco baixa por causa do nervosismo — como descobri depois —, era meio aguda, com dentes grandes e bem brancos. O sorriso era largo. A primeira coisa que pensei foi: que boca linda pra chupar. Mas tirei rápido esse pensamento da cabeça.

O que não tinha nada a ver com a entrevista era a saia dela, de cor clara. Embora fosse jovem, parecia mais uma mocinha de colégio.

Comecei a entrevista perguntando o básico: nome, sobrenome e experiências anteriores. Algo formal pra focar a atenção nela e não na tesão que ia subindo enquanto meus olhos a devoravam.

Ela morava na capital, a uns 40 minutos de trem, e esse seria, se eu a contratasse, o primeiro emprego dela, já que, por estar cursando Direito (3º ano), só agora tinha tempo pra trabalhar. Educação excelente num colégio particular, e com certeza vinda dos pais.

Parecia muito nervosa. Perguntei se queria um pouco de água ou café, mas recusou. Perguntei o que achava do trabalho, e ela disse, bem timidamente, que estava empolgada e queria que a entrevista desse certo, porque o pai e o avô trabalharam na indústria e ela tinha algum conhecimento de negócio. Mas que estava meio desconfortável, já que, como temia, é um lugar onde a maioria dos funcionários são homens. exceto pela única mulher que vi, da limpeza, e que não tinha lá muita cara de ser sociável.
Não aguentava mais meu tesão. Ao ouvi-la falar tão docemente, meu pau ficou duro dentro da calça e já era impossível conseguir me levantar. Ia ter que improvisar.
_ Me diga o que achou do salário e fique bem tranquila, que aqui os homens são todos muito respeitadores. Você tem namorado?
_ Sim, mas não estou num bom momento, é que os estudos de nós dois nos mantêm afastados e não sei como fazer para não sentir falta dele.
Ela olhava nos meus olhos com uma sinceridade profunda enquanto eu abria minha calça para tirar meu pau duro para ele respirar um pouco.
_ O salário me parece muito bom.
_ Como você se sente com as viagens? Tem tempo durante a semana ou nos fins de semana para viajar atrás de clientes?
Ela se surpreendeu, perguntou se era viajar comigo só nós dois, ao que respondi que sim.
_ É estritamente a negócios, não quero que se sinta desconfortável nem que tenha maus pensamentos a respeito.
Respondeu que durante a semana só tinha um dia livre, mas que nos fins de semana, se falasse com o namorado antes, imaginava que não teria problemas e que eu esquecesse os maus pensamentos, porque se fosse por isso, há alguns minutos já teria ido embora da entrevista. Disse isso com um tom bem brincalhão e vi como ela ficou vermelha.
Será que ela sabia que eu estava de pau duro? Será que meus nervos estavam aparecendo?
_ Gosto da sua sinceridade, suas bochechas vermelhas mostram que você está segura do que diz.
Essas palavras a deixaram ainda mais vermelha e ela teve que apertar as pernas.
_ Não quero ofendê-la, mas você é muito gostosa quando fica corada.
_ Não quero ofendê-lo – ela disse – mas quando você está nervoso, é um mentiroso muito bom.
Arregalando os olhos, pedi que ela se aproximasse um pouco, dando a volta na mesa de madeira que eu tinha. Escondi um pouco minhas pernas debaixo da mesa e, quando ela chegou ao meu lado, pedi que se virasse e olhasse para o lado da janela. Ela estava do meu lado.
Linda de qualquer ângulo que se olhasse. A saia colava nas pernas finas cor de chocolate com uma leveza de uma sensualidade imensa. Deixando ela olhar pela janela, me levantei devagar e fiquei atrás dela a uma distância prudente para que ela não sentisse minha forte excitação.

Tocando os ombros dela com as duas mãos, falei no ouvido:
— Posso ser mentiroso, mas é só pra não causar uma má impressão ou fazer com que se sintam ofendidos comigo.

Enquanto minhas mãos acariciavam dos ombros dela até o pescoço.
Ela se virou. E quando olhou nos meus olhos fixamente, quase gozei na hora.
— Isso me excita.

Ficamos alguns segundos em silêncio, antes de eu aproximar meus lábios e começar a beijá-la apaixonadamente.
Que ternura, quanta virgindade. Eu estava profundamente excitado e emocionado com o que estava acontecendo.

Passava minhas mãos pela bunda apertada dela, amassando, e aos poucos ia procurando os buracos dela pra concretizar o momento.
— Tô muito molhada, quero que a gente faça.
— Só se você prometer vir na próxima entrevista — falei sem pensar no que aquilo prometia.
— Quero esse emprego e quero você.

Como se a gente se conhecesse a vida inteira.
Passei minhas mãos pra frente dela e toquei a buceta molhada por cima de uma calcinha larga.
Ela gemeu feito uma boa menina e, pegando no meu pau, começou a mexer enquanto beijava meu pescoço.

Minha boca soltava palavras ameaçadoras e de baixo calão, e ela respondia que sim.
Abaixando a calcinha dela, ela olhava nos meus olhos e depois se ajoelhou até que meu pau ficasse na frente do nariz dela.
Que sensação gostosa quando ela abriu a boca e pude sentir a boca quente dela enfiando tudo. Não consegui segurar e um gemido abafado escapou. Minhas mãos foram pros cabelos dela enquanto ela chupava meu pau duro com a boca como se fosse um pirulito.

Mas não aguentava aquela boca por muito tempo, queria comer ela, sentir aqueles lábios me apertando como uma boa menina.
Levantando ela, coloquei ela de frente pra minha mesa e Descendo pela costa, penetrei ela quase sem força. Tava tão molhada e bem apresentada que empurrar o tronco duro foi suficiente.
Nós dois soltamos um gemido de prazer. E aí começou a diversão de verdade.
Como eu gostei de foder por trás uma beleza dessas. Não conseguia evitar de dizer que queria ouvir ela gozar, que queria sentir a buceta apertando meu pau enquanto eu arrancava orgasmos dela.sexoFugazmente ela se virou, olhou nos meus olhos e me disse:
— Quero ver teus olhos quando tu gozar.

Ela pegou meu pau e colocou na buceta dela, começou a bombar enquanto me abraçava forte pelo pescoço.

Não sei quanto tempo passou, também não sei se dava pra ouvir de fora os gemidos de tesão voraz. A única coisa que sei é que gozei tão forte que levou minhas bolas de volta pra adolescência.entrevistaAgradeci ela descendo pra lamber os lábios da buceta dela até que ela afastou os lábios da minha boca e me beijou na boca.
Achei que já era o suficiente por um dia, mesmo eu ainda estando duro que nem um adolescente.

Falei pra ela vir na quarta-feira, que com certeza ia ficar pra uma entrevista final com mais 1 ou 2 garotas.
A gente se deu um beijo. E ela foi embora vermelha de emoção e vergonha.

Levei vários minutos pra recuperar o fôlego, tanto que, quando saí pra chamar a próxima candidata, percebi que tinha menos de 7 garotas esperando; várias tinham ido embora num surto de frustração.

Uma sacanagem, porque eu tava só começando a abrir os olhos pro mundo que por tantos anos eu deixei de lado.

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