Era a noite do meu aniversário de namoro com a minha mina, 4 anos já! Quem diria que ia durar tanto!!, tava indo eu pra casa da Ceci, bem vestido, barbeado, penteado, perfumado, pronto pra passar a melhor noite da minha vida, no bolso do paletó tinha o presente pra Ceci, os anéis que ela tanto queria pra se sentir mais minha e me sentir mais dela, chego na casa, o carro não tava, imaginei que os pais tinham ido embora, isso me animou por um lado porque queria dizer que ia poder comer a Ceci a noite inteira pela casa toda, já que não tínhamos planos de sair, dava pra aproveitar a situação, tô esperando abrirem a porta, de repente penso que queria, mesmo que fosse só dar um oi pra minha sogra, mas pelo menos vê-la, senti-la, tocá-la, seria um puta presente de aniversário, de repente a porta se abre e eu me concentro na Ceci, em não chamar ela de Ale sem querer, quando a porta termina de abrir eu vejo ela ali parada na minha frente me convidando pra entrar na casa dela e dentro dela com o olhar submisso e safado, com um vestidinho vermelho de seda bem curtinho, decotado, cinta-liga vermelha e sapatos vermelhos, o cabelo liso com a franja de head master perfeita; era a Ale que me dava as boas-vindas pra festa dos sonhos, entro, beijo ela na boca enquanto enfio o dedo no cu dela e faço ela se contorcer de vergonha, ela fecha a porta e eu vou procurar a Ceci pra agradecer, e ela tava vestida com o uniforme de colegial da época de estudante, que não usava há 2 anos, ficava perfeito nela, e perfeita era a noite.
(Uma noite atrás)
Os olhos da Ceci tinham se arregalado como duas moedas de ouro, se encheram de lágrimas quando ouviu o que eu tinha pedido, "não, cê tá de sacanagem? Não pode me pedir isso, cê é sem noção, passou dos limites" ela dizia enquanto minha cara impassível e séria dizia que sim, se ela realmente me amava como dizia, tinha que fazer aquilo por mim, aquilo e muito mais, e na hora eu fui embora avisando que se não fizesse, podia esquecer de mim.
Chegando na minha casa, abro o e-mail falso e Respondo o e-mail pra Ale: "Oi, putinha minha, como você tá? Valeu pelas fotos, você ficou muito gostosa e muito puta, me dá um tesão danado te ver nesse uniforme de colegial. Sobre o seu pedido de me deixar em paz, tenho uma resposta que espero que aceite: quero que me mande fotos e vídeos seus com seu genro, mas dessa vez quero que chamem sua filha pra participar, e que você coma ela toda, chupe ela toda e que ela também chupe você. Faz isso e não vou mais te encher o saco.
Um beijão nessa bunda de puta velha e gulosa que você tem."
Eu tava certo de que assim ia facilitar as coisas pra Ceci. Fiquei o resto da noite e o dia seguinte esperando a Ale me responder, mas não tive notícia nem da Ale nem da Ceci, só uma mensagem da Ceci dizendo que me esperava às 21h na casa dela.
(Noite de aniversário)
Abracei ela, beijei e meti a mão por todos os lados debaixo daquele uniforme. A Ceci tava muito nervosa e feliz ao mesmo tempo pelo que eu tinha feito pelo nosso amor. Ela me pegou pela mão, me levou até a mesa, tirou meu paletó, me sentou e sentou no meu colo enquanto me beijava. Aí a Ale chega com uma bandeja de pizza, já que as duas sabiam que eu adorava. A Ale senta numa perna minha, ficando uma em cada perna, enquanto eu apalpava as duas. A Ale me alimentava na boca e a Vero me trazia a bebida. Elas me beijavam, me tocavam, me faziam sentir um verdadeiro rei. Depois de comer, a Ale pega um cigarro e fala pra Ceci acender pra mim, que eu gosto de fumar depois de comer, que ela seja mais atenciosa. Me fazendo de desentendido, falo pra Ale na frente da Ceci: "Valeu, Ale!! Sério, isso é muito importante pra nós, você não faz ideia de como eu agradeço", olhando pra ela com cumplicidade pelo segredo que a gente compartilhava. A Ale se sentia duplamente pressionada pelo segredo que tinha comigo e pelos que tinha com o "chantagista anônimo".
(Naquela manhã)
A Ceci tinha acordado bem cedo pra ver como resolver o problema. Não podia se dar ao luxo de me perder, ela me amava. mas que nada no mundo, tava muito distraída, tudo que fazia saía errado, e a Ale também tava distraída. É que quando ela se levantou depois de fazer as coisas de casa, abriu o e-mail e viu a mensagem que eu tinha mandado. Sabia que isso não podia continuar, mas não sabia como escapar daquela extorsão. Decidiu falar com a filha e propor, mas não sabia como fazer. Depois de tomar café, a Ceci chega perto da mãe e fala: "Mãe, preciso te pedir uma coisa pra hoje", e diz que precisa da casa vazia pra comemorar os 4 anos de namoro comigo. Não teve coragem de contar o pedido inteiro. Então a Ale, sentindo culpa por ter transado comigo e tentando achar a oportunidade de propor o ménage, fala que sim, que não tem problema, que ela cuida de deixar a casa livre. Quando a Ale tava indo falar com o marido pra arrumar tudo, a Ceci para ela e fala que precisa pedir mais uma coisa. Quando ela diz que eu tinha pedido pra fazer um ménage, a Ale ficou com as pernas bambas porque sentiu que tinha tirado um peso das costas, já que não precisava ser ela a fazer a proposta. Tentou fingir surpresa, mas não saiu muito bem. Mesmo assim, a Ceci não percebeu por causa do nervosismo. A Ale falou que pela filha faria qualquer coisa, que ficasse tranquila. A Ceci agradeceu e abraçou ela, chorando, pedindo desculpas e dizendo que nunca ia esquecer o que ela tava fazendo por ela.
(De volta ao presente)
Depois de comer e fumar, falo pra elas me levarem pro sofá. Elas me levantam entre as duas e me carregam. Peço pra Ale tirar meus sapatos enquanto mando a Ceci dançar pra mim em cima de uma mesinha de centro. A Ale tira meus sapatos, depois as meias, e peço pra ela fazer massagem nos meus pés, depois começar a beijá-los enquanto eu filmava o que ela fazia e o que a Ceci fazia. Peço pra Ale tirar minha calça. Depois de feito, mando ela começar a chupar minha cueca, e chupar por cima da cueca depois. Mando ela subir na mesinha pra Bailando com a filha dele, as duas dançavam de um jeito bem tímido enquanto eu admirava a linda paisagem das bundas da mãe e da menina dançando juntas. Falo pra elas que tô começando a ficar entediado, pra brincarem um pouco mais entre si, e a Ceci começa a tocar a mãe dela e a beijar ela na boca. Apoio a câmera pra continuar gravando sozinha, e fico de pé perto delas debaixo da mesinha e começo a passar a mão nas pernas delas até chegar nas bundas. As duas se arrepiaram feito virgens putinhas pela vergonha que sentem por estarem na presença uma da outra. Na hora, puxo as tangas delas e enfio o dedo na pussy delas. Senti como as duas bucetas se contraíram, tremendo de prazer e se mexendo pra buscar mais prazer. As duas estavam encharcadas há muito tempo. "Que foi, meninas? Faz tempo que essas bucetinhas de puta tão esperando?" Falo zuando elas e mando elas descerem. Volto a sentar no sofá e falo pra elas se ajoelharem e me chuparem. E ali estava eu, sentado feito um rei, jogando PlayStation do meu cunhado enquanto minha mina e minha sogra me chupavam a cock. Enjoei do jogo e pego a câmera de novo pra fazer um close: "E aí, meninas, cês gostam de cock? Vamos, Ceci, dá um beijinho na sua mãe. Olha o que ela faz por nós, cuida da sua mamãe." E a Ceci começa a beijar ela, e eu pego a mão da Ale e coloco no peitão grande, redondo e jovem da Ceci. A Ale começa a massagear e a Ceci começa a ficar excitada. Pego a cabeça da minha mina, coloco na minha cock e faço ela engolir tudo. "Sogra! Por que você não vai lá e enfia os dedos na sua filha pra ela me chupar com mais vontade?" A Ale vai de quatro atrás da Ceci, puxa a calcinha branca e molhada e começa a enfiar os dedos. A Ceci começa a ficar louca de tesão, rebolando aquela bunda gorda, preta e linda enquanto me chupa com mais gosto... "Toca no clitóris dela!! Ela adora, toca rápido e faz ela gozar na hora!" A Ale me obedece e começa a acariciar o clitóris dela até fazer ela gozar. A Ceci tava exausta e me pergunta se eu gostei... "Amei, meu amor, mas quero que sua mãe me chupe, ela com certeza chupou mais pica que você e sabe fazer melhor" — e eu, o que faço? Ceci me perguntou: "você fica atrás dela e acaricia a bunda dela com a ponta do dedo"... as duas se posicionam, e Ale começa a me chupar. Quando Ceci puxa a tanga dela, ela fica muito nervosa e diz que não consegue fazer. Falo que tá tudo bem, sem problema, que ela pode ficar lavando a louça e eu ia comer a Ale. Então Ceci, com medo de eu deixar ela, começa a fazer, mas os nervos traem ela e ela enfia o dedo. Em 49 anos, nunca tinha sido tocada, estava intacta, e a filha dela fez arder pela primeira vez. Ale apertou as pernas... "ai, dói, dói, por favor, filha, tira" — eu seguro a mão de Ceci pra ela não tirar e falo pra Ale: "se tá doendo esse dedinho que ela enfiou, como vai fazer quando eu meter minha rola?"... peguei ela pelos cabelos e fiz ela rebolar até eu estar quase gozando. Levantei, juntei as duas e gozei na boquinha de ambas. Me joguei satisfeito no sofá, e Ceci continuava me perguntando se eu tinha gostado, enquanto eu perguntava a mesma coisa pra Ale e se queria repetir outro dia. Ale respondia que sim enquanto as duas limpavam minha rola. Cheguei perto do ouvido de Ale e falei...
Continua...
(Uma noite atrás)
Os olhos da Ceci tinham se arregalado como duas moedas de ouro, se encheram de lágrimas quando ouviu o que eu tinha pedido, "não, cê tá de sacanagem? Não pode me pedir isso, cê é sem noção, passou dos limites" ela dizia enquanto minha cara impassível e séria dizia que sim, se ela realmente me amava como dizia, tinha que fazer aquilo por mim, aquilo e muito mais, e na hora eu fui embora avisando que se não fizesse, podia esquecer de mim.
Chegando na minha casa, abro o e-mail falso e Respondo o e-mail pra Ale: "Oi, putinha minha, como você tá? Valeu pelas fotos, você ficou muito gostosa e muito puta, me dá um tesão danado te ver nesse uniforme de colegial. Sobre o seu pedido de me deixar em paz, tenho uma resposta que espero que aceite: quero que me mande fotos e vídeos seus com seu genro, mas dessa vez quero que chamem sua filha pra participar, e que você coma ela toda, chupe ela toda e que ela também chupe você. Faz isso e não vou mais te encher o saco.
Um beijão nessa bunda de puta velha e gulosa que você tem."
Eu tava certo de que assim ia facilitar as coisas pra Ceci. Fiquei o resto da noite e o dia seguinte esperando a Ale me responder, mas não tive notícia nem da Ale nem da Ceci, só uma mensagem da Ceci dizendo que me esperava às 21h na casa dela.
(Noite de aniversário)
Abracei ela, beijei e meti a mão por todos os lados debaixo daquele uniforme. A Ceci tava muito nervosa e feliz ao mesmo tempo pelo que eu tinha feito pelo nosso amor. Ela me pegou pela mão, me levou até a mesa, tirou meu paletó, me sentou e sentou no meu colo enquanto me beijava. Aí a Ale chega com uma bandeja de pizza, já que as duas sabiam que eu adorava. A Ale senta numa perna minha, ficando uma em cada perna, enquanto eu apalpava as duas. A Ale me alimentava na boca e a Vero me trazia a bebida. Elas me beijavam, me tocavam, me faziam sentir um verdadeiro rei. Depois de comer, a Ale pega um cigarro e fala pra Ceci acender pra mim, que eu gosto de fumar depois de comer, que ela seja mais atenciosa. Me fazendo de desentendido, falo pra Ale na frente da Ceci: "Valeu, Ale!! Sério, isso é muito importante pra nós, você não faz ideia de como eu agradeço", olhando pra ela com cumplicidade pelo segredo que a gente compartilhava. A Ale se sentia duplamente pressionada pelo segredo que tinha comigo e pelos que tinha com o "chantagista anônimo".
(Naquela manhã)
A Ceci tinha acordado bem cedo pra ver como resolver o problema. Não podia se dar ao luxo de me perder, ela me amava. mas que nada no mundo, tava muito distraída, tudo que fazia saía errado, e a Ale também tava distraída. É que quando ela se levantou depois de fazer as coisas de casa, abriu o e-mail e viu a mensagem que eu tinha mandado. Sabia que isso não podia continuar, mas não sabia como escapar daquela extorsão. Decidiu falar com a filha e propor, mas não sabia como fazer. Depois de tomar café, a Ceci chega perto da mãe e fala: "Mãe, preciso te pedir uma coisa pra hoje", e diz que precisa da casa vazia pra comemorar os 4 anos de namoro comigo. Não teve coragem de contar o pedido inteiro. Então a Ale, sentindo culpa por ter transado comigo e tentando achar a oportunidade de propor o ménage, fala que sim, que não tem problema, que ela cuida de deixar a casa livre. Quando a Ale tava indo falar com o marido pra arrumar tudo, a Ceci para ela e fala que precisa pedir mais uma coisa. Quando ela diz que eu tinha pedido pra fazer um ménage, a Ale ficou com as pernas bambas porque sentiu que tinha tirado um peso das costas, já que não precisava ser ela a fazer a proposta. Tentou fingir surpresa, mas não saiu muito bem. Mesmo assim, a Ceci não percebeu por causa do nervosismo. A Ale falou que pela filha faria qualquer coisa, que ficasse tranquila. A Ceci agradeceu e abraçou ela, chorando, pedindo desculpas e dizendo que nunca ia esquecer o que ela tava fazendo por ela.
(De volta ao presente)
Depois de comer e fumar, falo pra elas me levarem pro sofá. Elas me levantam entre as duas e me carregam. Peço pra Ale tirar meus sapatos enquanto mando a Ceci dançar pra mim em cima de uma mesinha de centro. A Ale tira meus sapatos, depois as meias, e peço pra ela fazer massagem nos meus pés, depois começar a beijá-los enquanto eu filmava o que ela fazia e o que a Ceci fazia. Peço pra Ale tirar minha calça. Depois de feito, mando ela começar a chupar minha cueca, e chupar por cima da cueca depois. Mando ela subir na mesinha pra Bailando com a filha dele, as duas dançavam de um jeito bem tímido enquanto eu admirava a linda paisagem das bundas da mãe e da menina dançando juntas. Falo pra elas que tô começando a ficar entediado, pra brincarem um pouco mais entre si, e a Ceci começa a tocar a mãe dela e a beijar ela na boca. Apoio a câmera pra continuar gravando sozinha, e fico de pé perto delas debaixo da mesinha e começo a passar a mão nas pernas delas até chegar nas bundas. As duas se arrepiaram feito virgens putinhas pela vergonha que sentem por estarem na presença uma da outra. Na hora, puxo as tangas delas e enfio o dedo na pussy delas. Senti como as duas bucetas se contraíram, tremendo de prazer e se mexendo pra buscar mais prazer. As duas estavam encharcadas há muito tempo. "Que foi, meninas? Faz tempo que essas bucetinhas de puta tão esperando?" Falo zuando elas e mando elas descerem. Volto a sentar no sofá e falo pra elas se ajoelharem e me chuparem. E ali estava eu, sentado feito um rei, jogando PlayStation do meu cunhado enquanto minha mina e minha sogra me chupavam a cock. Enjoei do jogo e pego a câmera de novo pra fazer um close: "E aí, meninas, cês gostam de cock? Vamos, Ceci, dá um beijinho na sua mãe. Olha o que ela faz por nós, cuida da sua mamãe." E a Ceci começa a beijar ela, e eu pego a mão da Ale e coloco no peitão grande, redondo e jovem da Ceci. A Ale começa a massagear e a Ceci começa a ficar excitada. Pego a cabeça da minha mina, coloco na minha cock e faço ela engolir tudo. "Sogra! Por que você não vai lá e enfia os dedos na sua filha pra ela me chupar com mais vontade?" A Ale vai de quatro atrás da Ceci, puxa a calcinha branca e molhada e começa a enfiar os dedos. A Ceci começa a ficar louca de tesão, rebolando aquela bunda gorda, preta e linda enquanto me chupa com mais gosto... "Toca no clitóris dela!! Ela adora, toca rápido e faz ela gozar na hora!" A Ale me obedece e começa a acariciar o clitóris dela até fazer ela gozar. A Ceci tava exausta e me pergunta se eu gostei... "Amei, meu amor, mas quero que sua mãe me chupe, ela com certeza chupou mais pica que você e sabe fazer melhor" — e eu, o que faço? Ceci me perguntou: "você fica atrás dela e acaricia a bunda dela com a ponta do dedo"... as duas se posicionam, e Ale começa a me chupar. Quando Ceci puxa a tanga dela, ela fica muito nervosa e diz que não consegue fazer. Falo que tá tudo bem, sem problema, que ela pode ficar lavando a louça e eu ia comer a Ale. Então Ceci, com medo de eu deixar ela, começa a fazer, mas os nervos traem ela e ela enfia o dedo. Em 49 anos, nunca tinha sido tocada, estava intacta, e a filha dela fez arder pela primeira vez. Ale apertou as pernas... "ai, dói, dói, por favor, filha, tira" — eu seguro a mão de Ceci pra ela não tirar e falo pra Ale: "se tá doendo esse dedinho que ela enfiou, como vai fazer quando eu meter minha rola?"... peguei ela pelos cabelos e fiz ela rebolar até eu estar quase gozando. Levantei, juntei as duas e gozei na boquinha de ambas. Me joguei satisfeito no sofá, e Ceci continuava me perguntando se eu tinha gostado, enquanto eu perguntava a mesma coisa pra Ale e se queria repetir outro dia. Ale respondia que sim enquanto as duas limpavam minha rola. Cheguei perto do ouvido de Ale e falei...
Continua...
1 comentários - Minha namorada, minha sogra e minha puta (presente de aniver