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Compêndio IDepois de limpos e prontos pra voltar, tentei correr, mas caí feio de cara no chão.
Amelia ficou preocupada e o desespero parecia engolir ela, mas eu acalmei ela.
Mesmo conseguindo ficar de pé, tava doendo pra caralho e eu falei que não corria há uns 12 anos, mais ou menos. Ela perguntou por que eu tinha sido tão irresponsável de não ter falado antes, e eu respondi que, no fundo, foi um sacrifício que fiz por ela.
Foi lindo ver ela ficar vermelha. Ela disse que não precisava ter feito aquilo, mas eu respondi que sim, porque ela tinha perdido a paixão por correr.
Vermelha que nem um tomate, ela me chamou de bobo e disse que ia correr pra casa, pedir ajuda pra mãe dela. Abracei ela por trás e pedi pra não fazer isso. Falei que aguentava a dor e que assim a gente podia ficar mais um tempinho junto.
Os olhos dela se encheram de alegria e ela aceitou.
A primeira coisa que fiz foi pedir desculpas pelo rolê com a mãe dela e pelo jeito que agi naquela tarde. Surpreendentemente, ela aceitou minhas desculpas de boa vontade.
Essa era a parte boa da nossa nova situação. A gente podia conversar com mais liberdade e honestidade.
Sempre lembro que, quando vi a Marisol, também vi a irmã dela. Achava que eu não era lá muito querido, porque toda vez que ia dar aula pra Marisol, a Amelia saía pra correr, muitas vezes sem nem me cumprimentar.
Desde então, tentei manter distância e respeito por ela. Marisol dizia que ela era uma menina muito boa. Falava que, se eu achava ela muito inocente, a Amelia era três vezes mais.
Por isso foi difícil pra mim enxergar o que ela sentia por mim. Sempre a vi com olhos de irmã mais nova e, embora tivesse um corpo muito parecido com o da mãe, a inocência dela cegava meus olhos.Perguntei quando ela descobriu meu relacionamento com a mãe dela. Ela disse que foi no mesmo dia em que a protegi do professor. Me contou que, aparentemente, não tinha sido a única a perceber a oportunidade que os relaxantes musculares ofereciam.
Ela me confessou, corada e envergonhada, que queria passar a noite comigo, mas que a mãe dela tinha se adiantado. Foi um baita choque ver a mãe dela transando com quem a tinha defendido, mas disse que, ao me ouvir falar o nome dela, não conseguiu se mexer.
Finalmente, eu a tinha visto, e isso a enchia de felicidade!
Por isso, enquanto a mãe dela gozava comigo, a Amélia ficou na porta, se tocando e imaginando como seria transar comigo.
Ela me disse que os orgasmos dela tinham sido devastadores e que, ao voltar pra cama, se masturbou mais algumas vezes. Por causa disso, na manhã seguinte acordou meio puta com a mãe dela. Sabia muito bem o que tinha rolado e, ao me ver vestido, se surpreendeu na hora que a convidei pra correr.
Ela me falou que o coração dela batia forte enquanto me levava pro refúgio secreto dela. Pensou que era a chance de dar o troco, mas eu era burro demais pra entender.
Também me confessou que o motivo de termos parado nossa conversa foi, como eu já esperava, porque meus toques delicados tinham feito ela gozar.
Ao me ouvir dizer que ia começar a correr todo dia, viu uma nova oportunidade de tentar de novo, por isso foi pro quarto ensaiar o que ia falar.
Muito envergonhada, me disse que não esperava que eu tivesse ouvindo ela e que, num instante, as carícias dela tinham sido tão gostosas que ela não se ligou em gritar meu nome pros quatro cantos.
Por causa disso, eu a surpreendi com o abraço de boas-vindas que dei naquela quarta-feira e o que falei pra ela fez entender que os sentimentos dela eram correspondidos.
Essa ideia foi confirmada quando ela encontrou a folha com as ondas, mas quando expliquei como cheguei àquela dedução, ela teve uma clara noção do que tinha acontecido.Embora naquela tarde, quando eu estava montando de novo na mãe dela, repetindo o "experimento" do dia anterior, eu pensasse que ela estava se masturbando de novo por minha causa, a verdade é que ela estava assistindo ao espetáculo… e, bem, também começou a se masturbar.
Eu fiquei de olhos arregalados e ela riu, mas disse que era algo excitante me ver montar a mãe dela de um jeito tão violento… e confessou que desejava…
"Um dia… se te agradasse… ou se sentisse à vontade… que enfiasse seu pauzinho… na minha bucetinha"
Eu estava prestes a explodir, mas pensava que merecia aquilo por ser tão guloso. Depois, ela me deu um beijo na boca.
De qualquer forma, enquanto eu abusava violentamente da mãe dela, ela gozou umas duas vezes e achou que o melhor seria tomar a ofensiva, me forçar a dar o passo, a todo custo.
Por isso, durante o caminho até o refúgio, notei que ela mal falava comigo. Ela confessou que fez isso para ganhar convicção e me encarou com violência, com o que mais podia me assustar, mas ao me ver implorando pelo silêncio dela, não conseguiu continuar com o teatro e só conseguiu chorar.
No entanto, agora ela entendia um pouco mais minhas razões para não tocá-la e começava a compreender o que eu dizia sobre o amor verdadeiro. Naqueles momentos em que minhas lambidas a mergulhavam num mar de prazer, ela estava numa luta titânica consigo mesma, onde as forças do êxtase corporal venciam seus desejos de não se mijar e que, apesar do que ela dizia, eu parecia não querer ouvi-la.
Também pedi desculpas por isso, mas ela beijou meu pescoço, coçou minha cabeça e disse:
"Do que você tá falando? Se foi a coisa mais gostosa da minha vida inteira…"
Amélia ficava triste porque, por mais que avançássemos, não chegávamos em casa. Dizia que não deveria ter fingido.
Eu agarrei a bunda dela e a fiz pular.
Eu disse a ela que era o que eu mais gostava nela: que ela seguia em frente, sem perceber o quão longe podia chegar, mas que nunca se gabava das suas conquistas. E dei um beijo nos lábios carnudos dela.Disse que ela podia muito bem usar aquelas "armas de destruição em massa" (enquanto, claro, apalpava os peitos dela, o que fazia o coração dela disparar) pra fazer o que quisesse com os homens, e mesmo assim, ela escondia tudo da luz do sol; que tinha uma bunda tão redondinha (minha mão, tateando aquela escultura majestosa, que poderia ter inspirado deusas gregas) e apetitosa, que um dia eu queria provar, e outros segredos (deslizei minha mão sobre o clitóris já molhado dela, enquanto ela apalpava minha ereção indiscreta, me fazendo cortar o discurso)... que a gente mal começou a explorar.
Beijei ela com paixão e perguntei, meio triste, se ela se importava de me dividir com a mãe dela. Ela disse que não, desde que eu dedicasse um tempinho pra satisfazer ela.
Umas quadras antes de chegar em casa, avistamos a Verónica, que estava super preocupada procurando a gente.
Ao vê-la, Amélia saiu correndo pra chamar a mãe dela, se abraçaram e vieram me socorrer. Foi gostoso sentir os peitões dela nas minhas costelas, enquanto minhas mãos acariciavam “sem querer” a bunda dela, o que fazia elas me abraçarem ainda mais forte. Me perguntaram se eu ia ficar pra jantar, mas já tava atrasado.
Peguei minha toalha, tomei um banho (que aliviou bem o incômodo do meu pé) enquanto elas jantavam, me enxuguei, enrolei a toalha na cintura, me vesti rápido, peguei minhas coisas, dei um beijo de despedida nelas, peguei um táxi e fui pro terminal.
Tava tranquilo, porque ainda faltava uma hora. Curiosamente, 24 horas depois, eu olharia pro mesmo relógio, mergulhado em prazer e implorando ao Pai Criador que me desse força pra aguentar e poder ir trabalhar…Próximo post
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