Como dizer não...

Era verão e, como de costume, com meus amigos, fizemos a longa caravana do fim de semana, fazendo um prévia em casa pra aliviar um pouco o calor antes de ir pro baile.
Era sexta-feira, umas 11 da noite, quando chegamos na entrada do clube, onde tinha uma fila enorme de gente esperando abrirem as portas, o que não nos incomodava porque a gente não pagava entrada por ser frequentador do lugar. Enquanto entrávamos, vi um grupinho de minas perto da porta e chamei elas pra entrar junto com a gente, e elas não perderam tempo. Chegamos no bar e, entre o grupinho de amigas, vi uma cara nova, nunca tinha visto aquela mina: uma baixinha linda, cabelo preto quase até a cintura, vestindo uma regatinha preta bem decotada que marcava os peitos dela e uma calça justíssima que deixava pouco pra imaginação.
Conversando com uma das amigas, consegui tirar umas informações sobre aquela garota que tinha me encantado com as curvas dela: era uma estudante de intercâmbio que tinha chegado fazia menos de uma semana de uma província vizinha. Já com mais info, me aproximei dela e, depois de conversar uns minutos, fomos pra pista de dança. Eu aproveitava enquanto dançávamos e, entre uma volta e outra, roçava nos peitos dela ou a abraçava por trás, o que parecia dar muito tesão nela, porque a cada roçada ela se apertava mais em mim. Depois de dançar umas músicas, a gente já tava mais tarado, os roços não bastavam mais, então fomos pra um lugar mais escuro, longe da vista dos nossos amigos. Comecei a beijar ela e acariciar por cima da roupa, senti os bicos dos peitos dela duros e, descendo a outra mão, passei por entre as pernas dela por cima da calça, e dava pra sentir que ela já tava começando a ficar molhada. Ela não aguentava mais de tesão e me disse:
— Vamos pra um lugar mais tranquilo.
Na hora, lembrei que a amiga dela tinha dito que ela tava num apartamento a umas quadras de onde a gente tava, e sem pensar, nós... Fomos pra aquele lugar. O tesão era tanto que, mal passei pela porta do apartamento dela, ela se jogou em cima de mim e começou a devorar minha boca como uma louca, enquanto eu a levantava segurando pelas nádegas, deixando nossos sexos na mesma altura. Ficamos assim por uns minutos, eu a baixei e tirei a camiseta dela, revelando melhor sua frente linda. Quase na mesma hora, ela tirou o sutiã, deixando ver seus bicos duros. Eu me joguei neles, com uma mão apertando uma das tetas dela e com a boca chupando e lambendo a outra, enquanto ela tirava minha camisa com uma mão e com a outra me batia uma por cima da calça. Desci minha mão até a buceta dela e, ao enfiar a mão, senti a maciez da ppk depiladinha — isso me deixou ainda mais excitado. Depois de nos tocarmos mutuamente, ela aliviou a pressão que eu sentia dentro da calça, deixando sair meu amigo ereto, que estava mais duro do que nunca. Tirei minha mão do sexo dela e levei à boca para provar seus sucos, e ela, sem me dar tempo de terminar de saborear, se inclinou na minha frente e começou a passar a língua no meu pau, enquanto acariciava minhas bolas com uma mão e com a outra continuava me batendo uma. Eu acariciava os peitos dela e beliscava os bicos. Ela não aguentou mais e enfiou tudo de uma vez, fazendo brincadeiras com a língua ao redor dele. Depois de alguns minutos, não consegui mais me segurar — ainda sentia o gosto da buceta dela na minha boca — e a separei de mim, dizendo: — Agora é minha vez. Ela se deitou no sofá, com um movimento rápido tirei a roupa dela e me posicionei entre as pernas dela para retribuir o favor. Comecei com uns beijos na parte interna das coxas dela e fui descendo até me encontrar com a ppk dela, onde desenhava círculos com a língua para aumentar ainda mais a temperatura. Não demorou muito para eu abrir a buceta dela e chupar o clitóris, o que a fazia tremer. Enfiei um dedo na vagina dela e comecei a masturbá-la com delicadeza, mas não demorou para ela pedir mais, enquanto empurrava minha cabeça pra dentro da sua entreperna. Comecei a sentir nos meus dedos... a pulsação da buceta dela enquanto me dizia entre gemidos —não para, pai, não para que eu tô gozando— eu obedeci o pedido dela e senti como, com o orgasmo dela, ela me encheu com aquele líquido gostoso. Sem dar nem um segundo de descanso, levantei as pernas dela e coloquei nos meus ombros pra meter de uma vez só e começar um vai e vem que acelerava aos poucos. Me agarrei nas pernas dela e comecei a meter com força, e ela respondia com gemidos fortes. Com o ritmo que eu tava, ela gozou de novo e a pulsação da buceta dela quase me fez gozar, e ela percebeu e me disse —a porra eu quero aqui— apontando pros peitos dela. Sentei na borda do sofá e coloquei meu pau entre os peitos dela, e ela começou a se mexer rápido, pedindo pra eu dar aquele leite branco. Depois de uns minutos, não aguentei mais e soltei vários jatos de sêmen que espalharam pelo peito dela, e ela cuidou de juntar o máximo que pôde e levou à boca junto com meu pau, chupando com força como se quisesse tirar até a última gota. A gente dormiu pelado no sofá, e quando acordei, ela ainda tava dormindo. Tentei não fazer barulho enquanto me trocava, mas ela acordou. Me despedi com um beijo carinhoso e combinamos de nos encontrar mais tarde, mas isso é outra história.

Bom, espero que tenham gostado. Fiz pelo celular na hora de postar, por isso não detalhei muito as coisas e não tem muito diálogo, mas prometo melhorar na próxima.

Abraços

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