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Compêndio IAgora sei que é verdade que "o sexo quebra tabus". Durante o resto da semana, não senti falta da Marisol.
Descobri que minha sogra era uma gulosa e que não importava o discurso de "Só faço isso pra te ajudar...". De alguma forma, eu tinha embarcado no plano dela e, pior, estava gostando.
A partir da manhã seguinte, ela aparecia lá pelas seis para me dar meu boquete matinal.
Ele dizia que "fazia aquilo só pra ela não sentir falta da Marisol", e eu concordava também. E embora o estilo dele fosse mais rápido e violento do que o que eu costumava, ver aqueles peitões enormes balançando me deixava ainda mais duro.
Até ela parecia se acostumar com o volume da minha carga. Embora nas três primeiras engolidas, meus fluidos escapassem de forma escandalosa pelos lábios dela, na quarta tentativa ela conseguiu, mesmo engasgando um pouco.
Acho que pra ela foi tipo uma vitória pessoal, e como eu tinha sido o único testemunha do triunfo dela, ela limpou meu pau usando a língua bem devagar.
Claro que uma gozada na boca dela não baixava completamente minha ereção, mas me permitia ir tomar café sem chamar muita atenção.
Minha cunhada Amelia achou estranha a mudança de atitude da mãe dela.
Eu percebia ela mais animada e revigorada. Também perguntei por que ela não tinha feito um sanduíche de ovo como todo dia. Ela respondeu que tinha descoberto uma bebida energética nova, cheia de proteína, que deixava ela mais ligada, e enquanto mordiscava a maçã, me deu uma piscadinha cúmplice.
Meu sogro nem percebeu. Tava meio irritado porque os combustíveis tinham subido de novo, e a gente teve que ouvir mais uma vez o monólogo repetitivo dele sobre o plano do governo pra deixar todo mundo mais pobre.
Amelia perguntou pra minha sogra se podiam ir comprar camisas novas, porque as que ela usava já estavam ficando pequenas.
Meu sogro se irritou na hora, dizendo que as coisas estavam mais caras e que ela tinha que se virar como pudesse. Mas minha cunhada respondeu que a diretora tinha chamado ela na sala duas vezes, porque alguns professores disseram que ela “tava começando a se vestir de forma provocante” e que, sendo uma escola religiosa, atitudes indecorosas não eram permitidas.
Não adiantou nada a Amelia explicar que eram coisas que estavam além do controle dela.
Os dois botões se recusavam a fechar e o decote que se formava era completamente involuntário. Mas a diretora avisou que se ouvisse mais um comentário de um professor, ela ia suspender a menina.Meu sogro começou a resmungar sobre como a diretora era sem consideração, enquanto minha sogra tentava pensar em alguma solução.
Não tinha muito dinheiro, além do necessário pra comprar as compras da semana. Ela tinha que escolher entre comer todo dia ou se vestir daquele jeito.
Mesmo mastigando minha torrada em silêncio, tentava não pensar muito na situação. Já era difícil ver minha cunhada de pijama transparente sem ter meu pau em todo esplendor, mas a ideia dela vestida de colegial, com o peito decotado, me fazia lembrar daqueles personagens de anime que explodem o nariz.
Falei pra eles que, se quisessem, eu podia comprar umas camisas pra ela. Meu sogro baixou o jornal e me olhou radiante; minha cunhada, com olhos brilhantes cheios de esperança; e minha sogra, meio desconfortável com minha proposta.
Foi ela quem me disse que não precisava, que eu já fazia minha parte pagando o aluguel da Marisol e o de morar naquela casa, mas respondi que com os vales do meu novo turno dava pra cobrir uns gastos extras.
Meu sogro me celebrou, dando uma palmada estrondosa nas minhas costas, e a Amelia se levantou e me deu um abraço efusivo (que me fez sentir o volume dos peitos dela) e me deu uns beijinhos nas bochechas.
Ao ver meu volume, minha sogra mandou a Amelia tomar banho, porque ia se atrasar pra escola, e também mandou o Dom Sergio preparar a Violeta pro colégio.
Enquanto recolhia os pratos, minha sogra me perguntou se eu ia mesmo fazer aquilo, e respondi que sim, que não era diferente se fosse a Amelia, a Violeta, a Marisol ou até ela mesma. Se eu pudesse dar uma mão, faria sem olhar pro meu bolso.
A resposta pareceu enternecê-la, e ela me deu um abraço carinhoso, sussurrando no meu ouvido que ia dar um jeito de me recompensar. Depois de vestida (e entendendo por que um grupo de professores teria uma baita dificuldade em ter uma aluna vestida daquele jeito), combinamos com a Amélia de ir no sábado de manhã no shopping. Ela se despediu, me dando um beijo na bochecha, e foram embora no carro.
Como eu disse, “O sexo quebra tabus” e, se antes lavar e guardar a louça levava uns dez minutos, com a minha sogra a gente fazia em dois.
Ela se apoiava de novo na mesa, abria as pernas e começava a guiar o ritmo pra mim.
Minha sogra Verônica tem duas regras canônicas sobre "sexo casual", como ela chama: a primeira, que o contato entre meu pau e a buceta dela era proibido; e a segunda, que eu podia tocar os peitos dela por trás, mas não os mamilos. Beliscões e apertões eram proibidos.Era difícil, porque inconscientemente meu pau ia pra buceta dela e, algumas vezes, minha glande roçava os lábios dela, só pra eu ser repreendido pela minha sogra.
Mas minha sogra tinha esquecido de ditar uma regra sobre o clitóris, e toda vez que eu metia na bunda dela, ela reclamava das minhas mãos.
Eu ficava mais excitado, dizendo que ela não tinha falado nada sobre isso e que, portanto, tava liberado. Apesar de gemer de prazer, ela dizia que não era assim e que tava implícito a partir da primeira regra.
Mas como tudo que ela dizia, era da boca pra fora, já que ela mesma pegava na minha mão e me mostrava como eu devia esfregar o botãozinho dela.
Quando ela tremia duas vezes seguidas, eu sabia que tava perto de gozar e soltava minha carga. Se eu ainda tinha dúvidas, coincidia também quando ela soltava minha mão e, depois, os sucos vaginais dela manchavam minha mão.
Verônica é orgulhosa e não admitia o orgasmo dela. Só me dizia que eu tava melhorando e que ainda precisava de mais prática. Depois a gente ia tomar banho junto e ela me dava outro boquete pra limpar meu pau.
No total, a gente fazia cinco vezes por dia: o boquete matinal, a penetração depois do café da manhã, o boquete do banho e, de noite, lá pelas duas da manhã, um boquete noturno e uma penetração na cama, onde meu único consolo, além de gozar dentro dela, era ver a sombra dos peitos majestosos dela subindo e descendo.
Na madrugada de sábado, a gente só teve o boquete matinal. Como era dia livre, o café da manhã dependia de cada um. Meu sogro dormia até meio-dia, porque sexta-feira ele saía pra farrear.
Amélia apareceu lá pelas nove no meu quarto. Tinha aproveitado pra descer a roupa suja e colocar na máquina de lavar, e entrou logo depois. de ajustar a calça.
Como eu estava sem camisa, ela me perguntou se o trabalho na lida era muito puxado, já que eu estava começando a criar peitorais. Pelo visto, o movimento de quadril tinha dado uma ajudinha no meu físico nada atlético de engenheiro.
Eu disse que não era tanto, mas que eu tinha que subir colinas o tempo todo. Aí ela perguntou se faltava muito pra eu me vestir, e eu respondi que só precisava da camisa e pronto.
Ela ficou contente. Marisol tinha me dito que a irmã dela era mais safada, comportamento aprendido com o pai, e que ela só agia por interesse. A mãe dela se preocupava que um dia ela acabasse virando puta, mas, apesar de tudo, era uma menina de bons sentimentos.
A mãe dela desceu um tempo depois, com a blusa decotada e mostrando o peito, seguida pela Violeta, perguntando se a gente já tava pronto pra partir.
Como fomos de ônibus (o pão-duro do meu sogro não quis emprestar o carro dele e, pra piorar, tive que pagar a passagem dos três adultos), tive que sentar do lado da Amélia, enquanto a minha sogra foi na frente com a filha mais nova.
Conforme o ônibus ia lotando, vários passageiros homens começaram a se amontoar ao nosso redor, e o motivo eram os peitos descobertos da minha sogra. Amélia me confessou que sentia inveja da Marisol. Os peitos dela não eram tão grandes e as roupas duravam muito mais. Além disso, ela se sentia desconfortável por ser o centro das atenções onde quer que fosse, e por essas razões preferia usar camisas, blusas, jaquetas e casacos que ajudassem a esconder os peitos volumosos dela.
Na verdade, ela usava uma camiseta branca, de manga curta, com um desenho de um cachorrinho sobre os peitos, que cobria até o pescoço. Mas, como estava sentada do lado da janela e o sol estava radiante, a luz atravessava o tecido e dava pra ver sem muita dificuldade a sombra do sutiã dela e, ainda por cima, por estar tão perto, dava pra adivinhar a ponta dos mamilos.Mas eu sempre via a Amelia como doce e inocente, então não ficava pensando em coisas indecentes. Eu gostava dela como se fosse minha irmã, já que ela era irmã da Marisol.
Quando chegamos no shopping, perguntei pra minha sogra quanto de dinheiro ela precisava. Minha sogra deu um valor aproximado, mas a Amelia acrescentou que também precisava de maquiagem, um moletom novo, umas roupas íntimas e um biquíni novo, quando viu que eu tinha sacado uma boa quantia.
Minha sogra deu uma bronca nela, porque não devia se aproveitar da minha generosidade, mas eu não me importei. Falei que não tinha dado presente de aniversário pra ela e que isso era pra compensar essa falta.
Os olhos da Amelia brilharam quando eu entreguei metade do dinheiro pra minha sogra, e ela tentou se desculpar, dizendo que não precisava de tanto.
Falei que, na real, não tava nem aí. Eu tinha mais dinheiro guardado e tinha sacado aquilo pra comprar umas lembranças pra Marisol e alguns presentes pra elas e pro meu sogro.
Minha sogra me olhou de novo, como se estivesse emocionada com meu gesto, mas não dei muita bola.
Me despedi da Violeta, que já tava correndo atrás dos pombos, e a Amelia me deu um abraço carinhoso, porque ninguém nunca tinha feito um presente daquele pra ela. Por fim, abracei a Verônica, que me beijou na bochecha e sussurrou um obrigado, enquanto eu sentia a virilha dela roçando no meu pau.
Deixei elas lá e fui pra estação de ônibus. Mas no caminho, avistei algo interessante e desviei, temporariamente, da minha rota.Próximo post
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