Voltei com um pouco de inspiração erótica. Aqui vai algo que me surgiu enquanto conversava com um casal, e embora não tenha nada a ver com eles, agradeço pela inspiração.
É uma quarta-feira, tudo está tranquilo, o clima é quente, mas tem uma brisa matinal deliciosa. Eu estava indo para a loja a uma quadra da minha casa; uma lojinha de bairro solitária. De bermuda e camisa esportiva, caminhando devagar, sem perceber nada ao redor. Quando cheguei, um senhor de uns 55 anos me atendeu super gentil, e até me deu um doce depois da compra, algo pequeno, mas um gesto muito legal. Voltei várias vezes naquela semana para aquela loja que eu não costumava visitar. A confiança com o vendedor foi crescendo com o passar dos dias. Uma noite, fiquei sem as chaves do meu apartamento, não sabia o que fazer, então fui ligar para um chaveiro, mas o único problema era o horário, 23h40, ninguém em sã consciência trabalha como chaveiro naquela hora. Naturalmente, estava cansado e só reclamava na loja pelo telefone. Desliguei e me sentei numa cadeira que estava perto. O senhor da loja me trouxe um café e conversamos um pouco. Quando percebi, ele já estava fechando e era 1h da manhã. Já tinha contado meu problema pra ele, e ele disse:
— Pode ficar aqui, pra mim não tem problema.
Com meus 18 anos, não podia recusar um convite pra ficar na casa de alguém, era natural.
— Claro, muito obrigado, você me salvou de dormir na rua...
Depois disso, não dormimos e conversamos por horas, sobre tudo, menos trabalho ou preocupações. O dia estava amanhecendo e o frio era aconchegante. Estávamos semidespidos e com tesão pela conversa anterior, sobre a neta mais velha dele de 18 e minha prima de quase 30. Quando ele se levantou, o pau dele escapou pela roupa íntima e ficou na frente do meu rosto...
Ele tentou esconder, mas meu desejo falou mais alto e eu peguei, comecei a lamber devagar e ele não reclamou. Eu estava de pé, aproveitando, enquanto o pau dele ficava duro que nem pedra dentro da minha boca. Segundo ele tinha me dito, a última gozada dele tinha sido há dois anos, na frente do banheiro da neta. Minha boca começou a ficar, assim como o pau dele, toda suculenta. Devagar eu mordi ele, e ele gozou dentro. A gente se despiu, mas eu não contava que ele tinha uma surpresa pra mim... Ele tinha comprado, dias antes, uma roupa de colegial, no meu tamanho. Eu vesti pra agradar ele... ele pelado e eu de minissaia... ele meteu no meu cu até gozar, eu gemia de prazer e acariciava meu pau. Ele parou por um momento e eu senti o leite dele escorrendo pelo meu cu, era quente e gostoso... o pau dele pendia, meio cansado, então dessa vez fui eu, a colegial dele, que meteu nele. A gente terminou os dois exaustos e dormiu até a tarde. Naquele dia a loja não abriu de jeito nenhum. Às vezes eu volto, pra chupar ele ou fazer um 69, é uma delícia do jeito que ele faz. Vou esperar a neta dele chegar, um ménage não cairia nada mal...
É uma quarta-feira, tudo está tranquilo, o clima é quente, mas tem uma brisa matinal deliciosa. Eu estava indo para a loja a uma quadra da minha casa; uma lojinha de bairro solitária. De bermuda e camisa esportiva, caminhando devagar, sem perceber nada ao redor. Quando cheguei, um senhor de uns 55 anos me atendeu super gentil, e até me deu um doce depois da compra, algo pequeno, mas um gesto muito legal. Voltei várias vezes naquela semana para aquela loja que eu não costumava visitar. A confiança com o vendedor foi crescendo com o passar dos dias. Uma noite, fiquei sem as chaves do meu apartamento, não sabia o que fazer, então fui ligar para um chaveiro, mas o único problema era o horário, 23h40, ninguém em sã consciência trabalha como chaveiro naquela hora. Naturalmente, estava cansado e só reclamava na loja pelo telefone. Desliguei e me sentei numa cadeira que estava perto. O senhor da loja me trouxe um café e conversamos um pouco. Quando percebi, ele já estava fechando e era 1h da manhã. Já tinha contado meu problema pra ele, e ele disse:
— Pode ficar aqui, pra mim não tem problema.
Com meus 18 anos, não podia recusar um convite pra ficar na casa de alguém, era natural.
— Claro, muito obrigado, você me salvou de dormir na rua...
Depois disso, não dormimos e conversamos por horas, sobre tudo, menos trabalho ou preocupações. O dia estava amanhecendo e o frio era aconchegante. Estávamos semidespidos e com tesão pela conversa anterior, sobre a neta mais velha dele de 18 e minha prima de quase 30. Quando ele se levantou, o pau dele escapou pela roupa íntima e ficou na frente do meu rosto...
Ele tentou esconder, mas meu desejo falou mais alto e eu peguei, comecei a lamber devagar e ele não reclamou. Eu estava de pé, aproveitando, enquanto o pau dele ficava duro que nem pedra dentro da minha boca. Segundo ele tinha me dito, a última gozada dele tinha sido há dois anos, na frente do banheiro da neta. Minha boca começou a ficar, assim como o pau dele, toda suculenta. Devagar eu mordi ele, e ele gozou dentro. A gente se despiu, mas eu não contava que ele tinha uma surpresa pra mim... Ele tinha comprado, dias antes, uma roupa de colegial, no meu tamanho. Eu vesti pra agradar ele... ele pelado e eu de minissaia... ele meteu no meu cu até gozar, eu gemia de prazer e acariciava meu pau. Ele parou por um momento e eu senti o leite dele escorrendo pelo meu cu, era quente e gostoso... o pau dele pendia, meio cansado, então dessa vez fui eu, a colegial dele, que meteu nele. A gente terminou os dois exaustos e dormiu até a tarde. Naquele dia a loja não abriu de jeito nenhum. Às vezes eu volto, pra chupar ele ou fazer um 69, é uma delícia do jeito que ele faz. Vou esperar a neta dele chegar, um ménage não cairia nada mal...
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