Adriana, que gostosa você é - Equador

Saudações amigáveis aos meus leitores, curto pra caralho me expressar por esse meio. O legal disso é que você pode fazer amizades de todo tipo e cultura e conhecer um monte de gente. Bem, tudo depende do seu jeito. Eu, por ser super extrovertido e adorar conhecer gente de todo lugar, especialmente mulheres, me diverti e continuo me divertindo pra cacete com as minas que conheço na internet e que curtiram e continuam acompanhando meus relatos passo a passo. O que elas mais gostam é que todos são 100% reais, experiências alucinantes sem droga nenhuma que rolaram na minha vida sexual. Por isso, hoje quero dividir contigo essa parada com um tipo de mulher que todo homem sonharia em encontrar, nem que fosse uma vez na vida… nem preciso dizer que a melhor paixão que guardo dentro de mim é admirar as mulheres, esses seres abençoados que estão com a gente pra alegrar nossa vida. Essa vai pra você, mulher bendita.

Tudo começou numa sexta à noite, quando eu apareci, como raramente, comportadinho em casa, só na vontade de beliscar algo e cair na cama, mas de um jeito diferente. Queria descansar, porque as noites anteriores tinham sido de farra depois do trabalho. Umas amigas me chamaram pra um monte de compromissos com amigos pra festejar aniversários num mês em que todo mundo resolveu nascer. Já tava demais, e fazendo referência à música do Hombres G "Chico tienes que cuidarte", bateu o amor próprio e eu queria me entregar, não só naquela noite, mas no fim de semana inteiro de descanso, nos braços do deus Morfeu e simplesmente dormir e dormir, que é um dos meus hobbies favoritos quando não saio de casa.

Acontece que eu, já de pijama e tudo, coloquei umas baladas em inglês no volume baixo e me preparei pra dormir. Quando tava me perdendo em pensamentos, refletindo sobre tudo que vivi nos dias anteriores e falando pra mim mesmo: "Tato, te amo, descansa… não seja tão filho da puta", dando o último suspiro e umas pernadas… lá no fundo… Entre sonhos, ouço meu celular tocando sem parar. Não fiz menção de atender, mas já tinha acordado e não pretendia responder, nem que fosse o Papa me dando a bênção e boa noite. Mas uma curiosidade maior que qualquer vontade me tomou, já que com a insistência do meu celular, pensei que podia ser uma emergência… Levantei bem rápido antes que parasse de tocar e atendi de mau humor, com o primeiro impulso de mandar uma putaria pra qualquer otário que fosse. Mantive com a pessoa que ligou, que era minha parceira, amiga, confidente, camarada de trabalho e outras coisas mais… Susana:

· Alôôôô
· Oi Tato, é a Susy
· Que porra você quer a essa hora?
· Tamo no bar de sempre, vem
· Não me fode, já tô dormindo.
· Olha, pussy… Tá aqui a irmã da minha melhor amiga, Giovanna. Chama Adriana, tem a idade que você curte, veio de outra cidade, tá entediada, e eu pensei em te chamar porque sei que você faz as minas se divertirem pra caralho quando tão com você. Ela vai ficar até segunda, e a gente tá só nós três. Daqui a pouco chega meu namorado e o namorado da Giovanna, e a Adriana vai ficar sozinha se você não vier. Idiota, do que você tá perdendo…
· Que pena, mas não vou. A gente saiu todas essas noites, já tá na hora de descansar, e você devia fazer o mesmo, sua piranha. Para de farrear tanto.
· Vem logo, a que horas a gente te espera…
· Falei que não vou…
· Olha, para de ser moleque (enquanto no celular eu ouvia ela se afastando do barulho da balada). Se você visse, ela é uma gostosa pra caralho. A Giovanna e eu falamos de como você é, e ela tá super animada. A gente quer fazer ela se divertir pra caralho, já que quando fomos na cidade onde ela mora, ela nos fez viver coisas inesquecíveis. A gente tem que retribuir, e pra isso preciso de você. Agora mesmo, aqui. Lembra que eu já te salvei de algumas, então você me deve. E se você se fizer de cuzao e não vier nessa… Preciso agora, huevón. Lembra de quem tu tá recusando, só lembra.
· Olha, Susan...
· Nada de desculpa, além disso te garanto que tu vai se apaixonar. É uma gostosa de mulher. Aqui na balada os caras tão tudo sem jeito, não sabem nem chegar nela. Quero te ver com ela porque ela é do teu naipe, essa sim vai te fazer faísca. Nada a ver com essas que tu pega, que sempre deixam tu querendo mais. Por isso tu é mulherengo, porque nenhuma te satisfaz direito e tu busca mais e mais. Mas essa... aaaai essa... vem... vem...
· !!!!!!! Porra !!!!!!! Já tô indo... e desliguei.

Como é que eu ia recusar? Pra ser sincero, me deu uma curiosidade do caralho de conhecer ela, pra ver se era tão, tão... como ele falava. Bom, até porque pelo menos umas três vezes eu já tinha feito a mesma coisa com a Susan: ela levantar e me acompanhar com uns amigos estrangeiros, e duas vezes pra fechar negócios.

Fiz das tripas coração, como se diz no meu país. Tomei outro banho, me vesti, me perfumei e pronto. Como o sono já tinha passado e a curiosidade tava lá, fui pro bar onde elas estavam e procurei. Em menos de uma hora cheguei, vim pela via rápida da minha cidade. Cheguei e encontrei a Susy rindo como sempre. O namorado dela já tinha chegado, junto com um velho tarado que tava saindo com a Giovanna, um cara que eu não suportava porque, por ter muita grana, se achava o tal. Bom, cumprimentei todo mundo numa boa e senti que tava faltando alguém. Virei pra Susan com um olhar de "e o meu, hein?". Ela disse que era uma brincadeira, que só queriam ficar comigo e por isso me fizeram vir. Sinceramente, fiquei puto e acho que viram minha cara, porque sou muito expressivo, mesmo sem querer chamar atenção. E antes que a merda feder, eles falaram que era mentira, que ela tinha ido no banheiro naquele exato momento. Bom, com essa explicação, sentei e comecei a bater papo com todo mundo sobre isso e aquilo, até que percebi que, enquanto eu falava, minhas amigas que estavam na minha frente olhavam pra trás de onde eu tava sentado e faziam uma cara... Olhar cúmplice que eu não dei a mínima importância, de repente sinto alguém tapar meus olhos por trás e pensei que era uma amiga minha, porque tava cheirando a perfume de mulher, mas era um perfume desconhecido. Tentei me virar pra ver, mas não deixaram e falaram pra eu adivinhar quem era. Então comecei a apalpar as mãos dela, eram macias que nem bundinha de bebê, a cintura fina que nem de vespa, o rosto lisinho. Fui chutando nomes e ninguém era, até que com um movimento brusco meu me soltei como pude e avistei uma mulher gostosa pra caralho que eu não conhecia. Falei:

- Você é a Adriana?
- Você é o Tato?... ela respondeu...
- Oi, prazer... e essas confianças todas??? (Pra quebrar o gelo) falei...
- É que falaram tanto de você que eu já te conhecia sem nem ter sido apresentada, e olha aí, até sem te ver já tô na confiança...
- AHHHHHH, ENTÃO, vem aqui e senta do meu lado. (E quebramos o gelo que nunca existiu) A gente passou o tempo todo conversando, puta merda, ela era uma mulher muito, mas muito agradável e inteligente, exatamente como minha amiga tinha dito. Tava tudo numa boa quando colocaram música pra dançar e ela perguntou se eu queria tirar ela pra dançar, e eu topei. Enquanto a gente dançava, ela me provocava de um jeito que não é comum em mulher, e eu, me aproveitando disso, conseguia chegar mais perto do que devia, segurava na cinturinha dela e fazia ela sentir minha presença, pra ela ver quem é quem. Colocaram salsa, que eu não curto, mas que na marra tive que aprender justamente pra essas ocasiões. Ela me ensinou a dançar, uma nordestina daquelas bem raiz que têm a música tropical nas veias e que quando se encostam, colam a buceta bem grudada no volume, porque pra isso que serve a dança, senão pra quê mais... fiz a Adriana sentir o mesmo e em pouco tempo tava dando umas aulinhas de salsa erótica que minha BOA professora tinha me ensinado (Meu Pai sempre me disse que todo homem tem que estar preparado pra tudo que vier em todos os aspectos da vida... e é isso que eu fiz... especialmente). Com as mulheres, esse conselho paterno me serviu bem. Ela foi se encaixando no meu corpo aos poucos, eu a levava pela pista toda, fazendo questão de exibir sua silhueta esbelta, enquanto era a inveja dos caras que rondavam aquela noite. Passei minha mão onde ela mais gostava, com a desculpa de que estávamos dançando. Mostrei ela, eroticiei, e ela se deixava levar ao som dos meus movimentos circulares, enquanto eu enfiava minha perna direita e sentia a entrega total dela pra mim. Sério, minhas amigas tinham ajudado pra caralho pra ela ter esse nível de confiança em mim.

Tocavam salsa de todos os países tropicais. Eu já tava duro há um tempão e me sentia como uma garça na lagoa... BEM ERETO, pra não ser levado pelas ondas nem pelo vento, só por aquela mulher que, a cada minuto, me atraía mais com aquela linguagem corporal cheia de graça e erotismo. Ela me olhava nos olhos com um olhar profundo, como se quisesse conhecer meus segredos mais íntimos. Começamos a suar com os movimentos, e essa bendita mulher cheirava deliciosamente, e meu animal queria sair daquele esconderijo à força, sem respeitar quem estava por perto. Pegamos o ritmo melhor, nos encaixamos perfeitamente, e os dançarinos da pista adoraram como dançávamos, com os casais parados nos assistindo, fazendo roda e aplaudindo nossa conjunção de corpos, enquanto minha perna direita sentia um ossinho fantástico, com uma silhueta perfeita, que se esfregava no meu músculo cada vez com mais fricção da parte dela, enquanto meu ovo inchado, suado dentro do esconderijo, roçava por cima da roupa nas partes mais íntimas dela de forma insinuante, quase direta, sem resistência. Ela sussurrou no meu ouvido que eu era um "tasty", e eu a empurrei mais, quase derrubando ela. No meio da algazarra do público, a salsa acabou, colocaram música romântica, fomos aplaudidos de despedida, o pessoal foi muito simpático, e fomos sentar enquanto os casais apaixonados ficaram dançando. Grudinhos, ao mesmo tempo fomos pra mesa onde nossos amigos nos receberam calorosamente, nos parabenizando pelo casal lindo que formamos em tão pouco tempo. Praticamente três horas e meia atrás, eu tava dormindo tranquilão na minha casa, e naquele momento já tava com uma mulher como poucas, erótica pra caralho, e com meu pau feito um cacete dentro da calça. Sentamos, os drinks iam e vinham, e quanto mais eu olhava pra ela, mais gostava. Ela tem a pele cor de canela (pra quem não entende esse ecuatorianismo, é a pele com um bronzeado perfeito, nem branca nem morena, uma pele de cor exótica que só no meu país se vê — se vierem, vão perceber), apesar de ter nascido e morar na serra. Umas pernas daquelas que quando você começa a sonhar, ao despir uma mulher que te atrai na imaginação, você colocaria uma perna no criado-mudo e a outra na cozinha da vizinha. Uns peitos dignos de comercial de TV que promove lingerie feminina. O rosto redondo e quadrado na parte do queixo, lábios grossos e bem definidos, cabelo preto com um corte que tem um ar liberal, olhar safado e sensual. Com a experiência dela de 34 anos de vida contra meus 27, me fazia alucinar de tão satisfeito que eu tava com as curvas e a presença dela. Claro que agradeci à Susy por ter me tirado da cama e me apresentado a uma mulher dessas.

Enquanto sentamos, conversamos sobre tudo um pouco e ficamos olhando os casais apaixonados dançando. A gente tava apaixonado, mas era mais carnal do que espiritual. O nosso negócio era paixão, sexo, luxúria. Mas paixão no sentido de que não queríamos nos acariciar, e sim nos devorar o mais rápido possível. Ela não aguentou mais e me disse de uma vez, de um jeito bem direto e insinuante:

- Vamos lá em cima, no estacionamento. É que quero tomar um ar fresco. Ou melhor, tô procurando uma boa desculpa pra ficar a sós comigo.

- Vamos, que eu tô na mesma...

Assim que subimos as escadas pra sair na parte de lá em cima, que dava direto no estacionamento. Como ela ia na frente, balançava a bunda de um jeito super insinuante, e eu, inconscientemente, não aguentei mais. Não sei como, mas minha mão bem aberta foi parar no meio das nádegas, passando de um lado pro outro no mesmo ritmo que ela botava com os quadris. Ela agradeceu com um beijo bem molhado, sensual, longo e com a língua dentro da minha boca toda. Sem mais, chegamos no estacionamento e ela me disse:

- Sabe, Tato? Acontece que falaram tanto de você pra mim, que sinto que te conheço bem e ainda quero te conhecer... mais...
- Ué, pra que você acha que a gente veio aqui?
- Me disseram que você é tão mulherengo, e quando um homem é mulherengo, deve ser porque todas as mulheres que você tem, e até suponho que você pega, veem algo em você que acham irresistível. E eu queria descobrir o que é.
- Te desafio a descobrir.
- Me dá permissão?
- Tem luz verde, faz comigo o que quiser (abrindo os braços de um jeito insinuante). Tudo eu consinto.
- Sabe? Quando a gente tava dançando lá embaixo há pouco, o que mais me dava vontade de fazer era isso... (ela se colou em mim com a buceta e começou a se esfregar na minha humanidade com tanta violência que doía ao mesmo tempo que dava prazer, mais pela incomodação da jaula do meu bicho). Fez isso por vários minutos, e dava pra ouvir ela falando coisas sem sentido que só ela sabia. Eu sempre soube que essa mulher era uma safada de verdade.

Sem nenhum pudor nem vergonha (como outras), com toda a confiança do mundo, ela pegou meu pau que tava preso na gaiola, esperando loucamente pela liberdade. Ela apalpa, esfrega, enquanto com os lábios soltava uns suspiros que mais ou menos soavam assim enquanto pegava: iiiiiiiissshhhhhhhhhhhhhhhh iiiiiiiissshhhhhhhhhhhhhhhh iiiiiiiissshhhhhhhhhhhhhhhh a cada carícia. "Que gostoso que você tem, quero tirar ele pra fora." Lá longe dava pra ver o segurança da balada que olhava com um certo ar de voyeur sem dizer nada, afinal não tinha mais ninguém além da gente e ele.

Adriana, ao pegar ele já ao vivo, sentiu duríssimo como uma barra de aço e começou a me pelar de um jeito muito sensual, com uma maestria que nunca ninguém tinha feito em mim na vida. Aos poucos, com seus iiiiiiiissshhhhhhhhhhhhhhhh, fez meu falo começar a lubrificar e, quando viu com a luz da lua a primeira gota cristalina, desceu de uma vez só, se agachando pra colocar a ponta da língua naquela gota que, com mais umas mamadas, virou uma mistura espumante dos meus fluidos e ela engolia cada vez com mais gosto e prazer. Eu já tava pronto pra meter nela ali mesmo naquele lugar, afinal era isso que essa mulher surpreendente queria, e eu só tava ali pra realizar os caprichinhos dela. Ela tava me dando umas mamadas de glória, eu tava quase gozando, especialmente quando começou a me falar:

- Termina na minha boca, gatinho.
- Vai, pussy.
- Manda ver, MACHOOOOOOO.
- Enche de porra essa que desde hoje é sua mulherzinha.
- Que gostoso que cheira e que sabe seu pau gostoso, pussy arretada.
- Amo como ele vai ficando.
- Quero que hoje você me meta em todo canto até o amanhecer.

Ela não parava nem um segundo de me olhar direto nos olhos, claro que às vezes eu via de canto o guarda que, com a desculpa de vigiar os carros, ia se aproximando mais pra ter uma posição melhor e observar com mais detalhe o que a mulher tava fazendo comigo. Com um olhar penetrante e por demais sexy e insinuante, ele me provocava, e eu, às vezes de tanto prazer que sentia, levantava a cabeça pra olhar as estrelas que em nenhum lugar do mundo são tão lindas quanto na minha cidade. A puta mamada que ela tava me dando, junto com as palavras tão gostosas que ela falava, tava me levando ao paroxismo. Além de eu ter feito o possível pra demorar mais, já era demais. Nenhum mortal em condições normais aguentaria uma estimulação tão assim… de filha da puta.

- Que pau gostosa buceta
- Queria já ter ela enfiada no meu cu, coisinha
- Você é muito sensual e excitante
- Que cheiro gostoso dos seus ovos e do que sai do meu cu
- Do seu sêmen deviam engarrafar perfumes puro… iiiiiiiissshhhhhhhhhhhhhhhh

Já era demais, bem no momento em que ela se preparava pra receber uma descarga exagerada da minha parte… chegam nossos amigos que ficaram lá embaixo na balada pra cortar esse momento tão sublime, ela com um pouco de disfarce se levantou, minha pau ficou pra fora por uns momentos ameaçando os céus de Quito e desafiante, como se não entendesse o que tava rolando…

Acontece que o babaca do namorado da irmã da Adriana, Giovanna, arrumou uma confusão do caralho por causa de ciúmes e bebedeira, e tinha virado uma putaria generalizada na nossa ausência. Esse velho tinha arrumado briga com uns quatro caras que tinham chamado a Giovanna pra dançar de um jeito educado — ela, assim como a irmã Adriana, é muito gostosa. Meus amigos saíram feridos porque se deram mal ao defender o velho otário que provocou a briga, e só ficavam me cobrando por que eu não tinha descido na hora certa pra distribuir porrada pra todo lado. O que eu garanti pra eles é que, se eu tivesse na briga com aqueles quatro, a gente ia arrancar a buceta do velho entre os cinco, mas era mentira…

O fato é que, pra não prolongar a história, esse velho viado fodeu tudo pra mim e pra Adriana, porque todo mundo começou a subir nos carros pra ir pra casa, mesmo sendo ainda muito cedo. Nós, eu e Adriana, ficávamos nos olhando e, com cada olhar de três ou quatro segundos, trocávamos umas seis Gigas de informação, e esses arquivos diziam o tempo todo: QUERO DORMIR COM VOCÊ, ESSA NOITE É NOSSA…

Não teve jeito, ela teve que dirigir o carro da irmã, que tava nerviosa e era lógico que eu tinha que acompanhar ela, tudo aconteceu muito rápido, cruzamos com a Adriana, trocamos nossos cartões de visita com os números de celular e combinamos de ligar antes dela sair da cidade pra voltar pra dela, dei um beijo meio na pressa, todo mundo ligou os carros com pressa e embarcaram cada um pro seu destino, até o velho coroa que o motorista dele já tava esperando...

Eu também peguei o caminho de casa, fui o caminho inteiro pensando na Adriana, na puta gostosa que ela era, em tudo que ela tinha me falado, nas coisas que ela me fez sentir, minha pica não baixava, tipo um protesto, ressentida comigo sem tentar entender que não foi minha culpa. Quando cheguei em casa, comecei a ter umas cãibras no cérebro de tanta raiva, minhas bolas estavam explodindo e se mexiam de um jeito exagerado, não paravam quietas por mais que meu autocontrole tentasse me ajudar. Tava sobrecarregado e era porque essa mina fez eu produzir porra em quantidade industrial e, em vez de aproveitar essa produção na cara e na boca da minha mulher, tava se desperdiçando fazendo terremoto pra sair de mim.

A primeira coisa que fiz quando cheguei foi deitar, tentar dormir, mas a dureza que eu tava não me deixava virar pra nenhum dos lados e comecei a fazer uma punheta consoladora tentando compensar o que tinha acontecido há pouco, minhas bolas estavam cheias até explodir, eu conheço quando elas ficam assim, não ia conseguir dormir sem uma punheta que me acalmasse, minha pica e minha mente pediam isso. No meio da punheta, quando eu tava curtindo pra caralho minha intimidade, soltando a imaginação que naquela noite só era da Adriana, o celular toca. Levanto pra atender e o melhor que podia me acontecer: uma voz meio rouca e sensual no telefone me diz:

- Oi Tato, é a Adriana
- Oi, amor
- Chegou bem?
- Bem, super bem e vocês, especialmente você? (com malícia)
- Nada de novo, só que não consigo dormir com tanta tesão que tô carregando e tô me masturbando em seu nome, pensando em você hoje à noite.
- Que curioso, porque antes de te responder, eu tava na mesma.
- Não me fala isso… Eu que te chamei pra te excitar, e você, Tato, me deixa com muito mais tesão com suas atitudes. Pois então, que bom, porque a gente se masturba junto, em uníssono?
- Valeu, então, começa.

Comecei a ouvir com desespero seu inconfundível iiiiiiiissshhhhhhhhhhhhhhhh ao mesmo tempo que ela começou a falar obscenidades e o quanto estava com tesão por mim. Não demorou muito e pelos fones dos nossos celulares só se ouviam nossos gemidos, os xingamentos dela, seu iiiiiiiissshhhhhhhhhhhhhhhh morbidamente gostoso, o que queríamos fazer um com o outro, e num piscar de olhos explodimos num orgasmo sincronizado. Era inacreditável a quantidade de porra que aquela mulher me fazia produzir. Minhas bolas, só de ouvi-la, pareciam uma fábrica industrial de esperma e fluidos de macho. Fiquei inundado no meu próprio líquido, era um vulcão em plena erupção de gozo incandescente. Nos despedimos com um beijo estalado, forte e morbidamente gostoso, agradecidos cada um por si, e aí sim fomos dormir tranquilamente, o sono dos justos, entregues nos braços de Morfeu. Naquele dia, em tão pouco tempo, tinham acontecido tantas coisas com aquela MULHER.

Todas as noites, até chegar a segunda-feira, continuamos nos masturbando por telefone, aproveitando e tentando compensar de alguma forma a desgraça de nossos corpos estarem separados, já que naqueles dias, por compromissos familiares de ambos os lados, não podíamos nos ver pra foder como tanto queríamos.

Chegou finalmente a bendita segunda-feira. Marcamos num parque bem perto de um motel de uma amiga minha, que eu sempre brinco chamando de minha caseira, porque praticamente ali é meu matadouro e açougue — esse último termo cai muito bem, porque… Quando são um monumento de mulheres como nessa ocasião, a gente tem que desmontar parte por parte, primeiro uma perna, depois a outra, etc. Como gado de abate.

A primeira coisa que fizemos depois de nos beijar, abraçar e apertar um ao outro com desespero foi ir pra casa da minha caseira. Entramos, pedi o quarto de sempre, que é o melhor do motel, que eu mereço por ser o cliente mais frequente. E mal entramos, a gente se pegou à vontade, agora sim, frente a frente, tocando nossa carne. Ela abaixou o zíper da minha calça e começou a mexer no meu pau por cima da cueca, enquanto eu levantava a minissaia dela e comecei a brincar com a bucetinha dela. Ela só sabia dizer:

- Que gostoso que você faz, pussy
- Que gostoso que você brinca com a minha xoxota
- Tava esperando isso há muito tempo, meu macho
- Me deixa mais tesuda e você vai ver do que sou capaz
- Quero que hoje isso que eu tô acariciando entre nas minhas mãos entre em todos os meus buracos.

Joguei ela na cama, levantei mais a minissaia até a cintura, tirei delicadamente a calcinha depois de cheirar à vontade e vi aquela moita de pelos que era uma obra da natureza, tão linda, tão tenra, tão suculenta que convidava imperativamente pra uma única coisa: passar minha língua por toda aquela rachadinha coberta de pelos que, mesmo com o atrito da roupa, sempre ficava penteada, com uma risca no meio formada pelo encontro das ondas de cada lado da buceta dela. Comecei, então, mãos à obra, ou melhor, boca na buceta, e comecei a dar um boquete de luxo, finalmente podendo retribuir o que ela tinha feito comigo. Luxurioso, com todo o prazer do mundo. Meus instintos de macho não tinham se enganado, e aquela bucetinha tinha um sabor divino. Ela, aos poucos, foi tremendo cada vez mais, enquanto me dizia um monte de coisas insinuantes sobre o coito. Queria que eu já comesse ela, explicava que queria me sentir dentro dela, que eu metesse logo. Eu respondia pra ela esperar, que o bom ela teve que esperar, ela não teve outra escolha senão gozar copiosamente na minha boca, no meu rosto, no meu peito de uma maneira descomunal. Era uma mulher com quem, até hoje, me deparei com uma capacidade de orgasmar única, já que ela podia, com uma estimulação adequada, jorrar seus líquidos até um metro de distância com a força que suas ondas saíam disparadas. E consegui fazê-la gozar quantas vezes eu quis com minha boca e meus dedos; pelo menos, consegui tirar meio litro dos seus sucos durante todo aquele tempo. Agora, ela se dedicou a buscar sua vingança e se apossou do meu falo para não soltá-lo até me fazer gozar duas vezes seguidas com a boca. Depois que a enchi com meu sêmen, ela fez o que fez de forma morbosa: me beijou com meus próprios líquidos e compartilhamos, por uns dez minutos, uma brincadeira de carícias muito quentes, onde às vezes ela ou eu gritávamos ou gemíamos a cada estímulo. Estava dito: essa mulher tinha me tirado do sério e estava me enlouquecendo cada vez mais. Eu estava possuído naquele momento por uma espécie de loucura erótica. Por fim, ela abriu minhas pernas como percebi que só ela sabe fazer: de par em par, como um livro velho, com uma elasticidade impressionante, esperando ser penetrada com suma urgência. Aos poucos, fui introduzindo na vulva dela até que ela teve o prazer de me ter até os ovos, que era o que ela estava pedindo. Ela ficou uns 40 segundos em estado de transe até se acostumar com o invasor e, como o corpo pediu mais, começou a fazer movimentos rítmicos circulares enquanto me dizia:

- Male tasty, se eu soubesse que você era tão tasty como as amigas das suas amigas e da minha irmã me contavam há tempos, pode ter certeza de que já teria feito até o impossível para te conhecer. Você é tasty pussy, transa como os deuses, tem a cock mais yummy que já entrou em mim. Perfura meu cu, faz minha buceta, faz o que quiser comigo, porque a partir deste exato momento sou toda sua.

- Me diz... foi assim que você comeu a Martha? Foi assim que meteu nela? O ovo pra Soña?
- Seu filho da puta, você nasceu pra fazer mulher feliz, é um puta gostoso que sabe comer uma buceta e é por isso que te sustentam… desgraçado.

Nunca tinham falado tão pesado comigo. Sempre gostei de uma linguagem forte na hora do sexo, na hora de foder, mas nunca tinham me dito nada parecido. A questão é que ela, sei lá como, sabia de antemão todas as minhas aventuras com o círculo de influência das amigas da irmã. A Giovanna, a própria besta, tinha contado pra ela como eu conquistava as mulheres e do meu jeito de seduzir até levar pra cama. Isso entre mulheres não é surpresa nenhuma, e se você, camarada, é homem e tá lendo esse relato, vai me entender e me dar razão. Sempre aconteceu comigo: quando as mulheres descobrem que você é mais mulherengo, mais elas te seguem. Isso atrai mais, isso excita mais. Isso acontece desde a época do colégio, quando eu era popular e comia as melhores minas da região, e as outras me perseguiam ainda mais, como se eu fosse um troféu, pra depois dizerem: "eu também peguei aquele filho da puta". Não quero nem insinuar, subliminarmente, que sou bonito. Me considero atraente pelo meu jeito de homem bruto, viril e másculo, mas nada a ver com ser bonito. Me recuso a admitir que sou bonito. Tenho meus atributos, sim, como todo mundo. Sou normal, mas as mulheres me acham atraente e irresistível, e isso pra mim é bom. Me usam como um homem exótico que pode dar muito prazer sem deixar de gostar do meu rosto. Me sinto e sempre me senti usado… que desgraça… mas como aproveitei essas manipulações delas… vocês não têm ideia… benditas sejam todas as mulheres, mesmo que me usem. Quando você quiser me usar, se for uma dessas… quando você quiser e tiver vontade, serei seu.

Essa mulher falava tão pesado comigo que já me sentia ofendido, mas não sabia se era da raiva dela ou se ela tava aproveitando a raiva pra ir me dizendo o que sentia. Então eu… dediquei a responder todas as palavras dela com outras do mesmo calibre, já que eu sou do tipo que, como me cantam, eu danço…

- Filho da puta, foi assim que você fez a secretária negona do 10º andar do prédio Unicórnio gritar?
- Não, ela eu fiz gritar mais porque é uma gostosa arretada que eu comi deliciosamente e continuo comendo sempre que quero.

- É assim que você come todas, foi assim que você comeu a Irene, a mulher do Fábio? Como é que a Adriana podia saber tanto? Essas coisas eu nunca conto. Na real, com tudo que ela ia me dizendo, cada vez ficava mais impressionado com a informação que ela tinha. Não tinha dúvida de que no círculo de influência da irmã da Adriana, a Giovanna, se falava de tudo, e eu era o assunto de todas. Que mico, né? A gente que é decente… o que pensariam de alguém que é fácil…

Cada vez mais, pra eu ouvir e perceber tudo que ela sabia, eu ia me surpreendendo:

- A Madeleine, enteada da Rocío, me confessou que você a desvirginou e de que jeito. Gostou de desflorar um brotinho desses?
- Sim, que mulher gostosa (O que a Adriana tinha? Uma câmera atrás de mim nas minhas aventuras? Era impressionante tudo que ela sabia. Ou era bruxa e me via na bola de cristal?) É uma gostosa, sempre me chama porque gostou tanto da primeira vez que fez comigo que diz que sou o homem dela. E além disso, com a Rocío, fizemos um menage muito bom com o marido dela, onde nós dois metemos o pau nela ao mesmo tempo. Você gostaria de estar assim também?

- Cala a boca, filho da puta. Só me come. Já sei que você teve mulheres divinas na sua longa lista e que todas babam por você, e você fode elas na primeira oportunidade. Já sei, seu mulherengo de merda…

Mudando de tática e de posição, ela subiu em cima de mim, colocou com maestria meu pau na entrada e se deixou cair, aproveitando cada centímetro e milímetro do tronco de carne, e sentou em mim, enfiando toda a minha vara até os ovos, que eu sentia sendo esmagados pelas suas nádegas gostosas, quentes, nuas e insinuantes (finalmente conseguimos nos aproveitar). , sentir) uma vez feito o que tinha que ser feito, e ela tomando a rédea da situação, começou a me comer de um jeito impressionante. A buceta dela tinha uma capacidade de descascar paus como ninguém, a Adriana tem uma espécie de ordenhador de porra, ela te suga quando entra e sai, fazendo muita pressão nas paredes do teu cano e te faz gozar quantas vezes ela quiser. Essa buceta é a perfeita pra um garanhão, é o design ideal pra um homem ser feliz sexualmente pelo resto da vida. É quentinha, suculenta, macia, cheirosa e é uma máquina de sugar porra, te chupa toda vez que ela manda e te faz sentir no paraíso. Nunca antes tinha sentido tanta maestria pra sugar a vida de um homem daquele jeito. Naquele dia, a Adriana se formou MULHER com letras maiúsculas, era impressionante a capacidade de dar prazer dessa gostosa. Finalmente conseguimos saciar nossos instintos animais, que depois de 7 rola eu e ela não sei quantos, qualquer racional fica exausto. Ficamos finalmente satisfeitos com o que cada um deu ao outro, agradecemos pelo tempo e pela oportunidade de estarmos juntos e, já com os ânimos calmos, ficamos brincando e nos conhecendo como amigos adolescentes. Anoiteceu e estávamos morrendo de fome, saímos do hotel pra comer um frango assado num restaurante perto, um dos melhores da cidade, não por querer dar elegância ou luxo ao meu relato, contando como todos os contos fruto da imaginação que estavam no melhor lugar de luxo da cidade, dessa vez não era assim. É um lugar modesto, mas o melhor da cidade porque te dão comida de pedreiro (bastante), e era isso que a gente queria naquele momento: recuperar as forças, porque por pouco, da vontade que a gente tinha um do outro, não saímos do hotel de táxi, mas de ambulância em duas macas, de tão fracos que ficamos depois de nos entregar com tanta dedicação um ao outro pela vontade que a gente tinha. Aos poucos, o frango... Ela sumiu da mesa, aí passamos a tomar refrigerante, nada de champanhe. Ficamos conversando, tínhamos todo o tempo livre pra curtir juntos. Passamos uma hora muito gostosa conversando na mesa do restaurante e sentimos uma afinidade tão grande que era impressionante em tudo: os mesmos gostos de música, de comida, etc.

Saímos abraçados um no outro do restaurante pra passear pela cidade de ônibus, de trólebus. Fui visitar meu melhor amigo no apartamento dele, não dava pra não apresentar ela. Éramos um pro outro, então montamos um plano pra sair naquela noite com a namorada do Willy, que chama Estefânia. Ela é uma suquinha de cabelo liso, branca, esbelta, com uma bunda, olhos claros, cara linda e uns lábios grossos bem rosados. É uma gata, a mina do Willy tem 19 anos. Saímos pra jogar sinuca e tomar umas cervejas. Quando voltamos pro apê do meu amigo, fizemos um monte de merda e morremos de rir até chegar a hora de dormir, umas 11h30 da noite de segunda. Fomos pro quarto do Willy, que tem duas camas, ligamos a TV, apagamos a luz e, vestidos como estávamos, cada um com sua mina, deitamos na cama. Quando vejo que a Adriana começa a tirar minha rola da calça e começa a chupar ela, enquanto os outros estavam se beijando na outra cama e dava pra ouvir os estalos dos lábios. A Adriana começou a me chupar, e a Estefânia virou pra ver, falando algo no ouvido do Willy. O Willy, que é um putão, levantou, acendeu a luz, se despiu e começamos a fazer um puta sexo com nossas minas, enquanto via a gente se pegando. A situação ficou muito excitante a noite toda. Não rolou troca de casais porque nenhuma das duas quis naquele momento — a gente queria, mas não quis forçar e deixamos pra outra vez. Amanheceu terça e a Adriana teve que ir pra cidade dela, porque, como descobri depois, o marido dela tava esperando. Se esse cara ensinou ela a foder assim, parabéns pra ele. ela diz que não, que aprendeu sozinha, mas o importante de tudo é que mantivemos uma amizade linda e nos vemos quando queremos e podemos. Desde aquele dia, com o respeito que todas as mulheres com quem estive merecem, NUNCA MAIS ENCONTREI UMA MULHER ASSIM. Às vezes ela escapa e fazemos orgias na casa do Willy com a Estefânia e outras minas que são bi. Hoje em dia, a Adriana me acompanha nas trocas que fazemos com casais amigos, casados ou amantes. Realizamos muitas fantasias, nos valorizamos muito e somos sexualmente super compatíveis. Ela diz que o marido não é assim, que tentou, mas não vai pra frente nem pra trás, e que com as loucuras que fazemos juntos, já basta e sobra no sexual e em boa parte do emocional.

Temos uma relação onde eu posso comer quem eu quiser e ela até gosta que eu conte. Ela só transa com o marido e comigo e meus amigos quando dá chance... ADRIANA, ONDE QUER QUE VOCÊ ESTEJA, TE AMO, OBRIGADA PELO SEU TEMPO….slut yummy.

Se você é mulher, de qualquer idade, não hesite em me escrever. Adoraria te conhecer e ficaria muito feliz se você tivesse se masturbado se excitando com meu relato. Se for o caso, me escreve que te mando minha coleção inteira pra você nunca parar. Que boa masturbação, adoro que você goze assim.

Autor:

Tato
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0 comentários - Adriana, que gostosa você é - Equador