Olá, sou o Antônio. Isso aconteceu muito tempo depois das desventuras com minha esposa, suas traições, sua prostituição e a descoberta de que vivia com uma puta sem jeito que adorava mamar paus pra caralho, a tentativa de vingança e o perdão.
Tendo perdoado a Estela, nossa vida cotidiana foi melhorando, já sem dívidas, com um bom emprego e financeiramente estáveis de novo. Nossa vida sexual era de longe muito melhor do que quando éramos uns jovens de 20 anos. Experimentamos levar brinquedos sexuais pra cama, testamos todo tipo de lubrificante, álcool e até em algum momento fumamos uns baseados sem cair na dependência. Mas por um tempo, ninguém mencionou o que aconteceu naquela época. Nossos dias eram felizes. Eu consegui a gerência de compras na empresa e ela abriu um negócio de lingerie sexy, o que fazia com que, além de vender, ela sempre estivesse estreando modelos novos, cada vez mais sensuais e eróticos.
Passaram-se dois anos do incidente, e ninguém se atrevia a insinuar algo relacionado a isso. Mas depois de um tempo, comecei a pensar em como aquela situação me excitava pra caralho. Eu tinha os vídeos guardados e, embora ela não soubesse que na última orgia eu tinha guardado aquele, ela sabia do que eu gravei com os morenos Gerome e José, embora nunca tenha se animado a mencionar. Acho que ela temia minha reação, sabendo que tinha cometido erros, mesmo que fosse pelo bem comum do casamento.
Numa sexta-feira, ao voltar do trabalho, ela me ligou pra dizer que ia se atrasar porque uns fornecedores tinham atrasado um pedido e estavam descarregando as caixas. Então fui no PC, procurei os vídeos e assisti, só pra testar a sensação que me davam ao vê-los. Vi os quatro vídeos, mas deixei o do Gerome, José, o latino e o loirão gigante pro final, já que aquele não tinha sido com minha participação. Mas depois de vê-los, percebi que nem de longe sentia raiva, nem ódio, nem rancor. Bem, agradecimento a eles e ao contexto do momento, porque agora a situação sentimental ia bem e a sexual, maravilhosamente entre Estela e eu. De repente, sem perceber, minha mão estava dentro da calça e eu estava me masturbando devagar enquanto via a filmagem, e tinha a pica dura como um pênis de estátua, o que me causou um tesão do caralho, saber que me excitava ver minha mulher naquela situação. Quando Estela chegou em casa, eu já tinha tomado banho, mas estava tão tarado que a peguei na porta com um beijão, com a língua até a garganta dela. Ela me olhou surpresa e perguntou o que estava acontecendo, e eu respondi com a mão dentro da calça dela, direto no clitóris. Ela, com um gemido, me agarrou pelas costas, abriu as pernas, tiramos a roupa, desci até a buceta dela e comecei a chupar e morder até deixá-la completamente molhada. Depois, nos jogamos no tapete e fizemos um 69 por um bom tempo. Em seguida, ficamos de pé, ela apoiou o tronco na mesa e, por trás, enfiei a rola nela, arrancando um grito de prazer. Ela dizia: — Sim, meu amor, você sabe como me fazer gozar, mete forte, mais, mais, maaaais. Ficamos um tempo e ela explodiu num orgasmo interminável. Depois, ela se virou, me jogou no sofá e montou em mim. Assim começou a cavalgada dela nesse garanhão, nesse sobe e desce, ela teve mais três orgasmos. Eu sabia que o meu estava chegando, então, quando ela terminou, coloquei ela de quatro e meti no cu dela, uma e outra vez, mas não aguentei muito, já estava muito tarado. Falei: — Vou gozar, amor. Ela respondeu: — Sim, meu vida, enche meu cu de porra que essa bunda é muito gulosa e precisa do teu néctar da vida, sim, papai, sim, meu machão, sim, maaaais, mete forte, me arrebenta toda, maaaais, sou sua putinha, sou sua putinha, mais, maaaais, maaaaaa aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. Quando terminou, ela se virou e pegou minha pica para limpar com a boca, engoliu todo o resto de esperma que tinha e o que saía do cu dela, pegou com os dedos e engoliu, na minha frente. Ela me olhou com atenção e disse:
— O quê?
— Nada, por quê?
— Você tá me olhando estranho, só que tô cansada e com muita fome, essa porra tem vários nutrientes e vai me ajudar a aguentar até eu esquentar o jantar.
— Não falei nada, meu olhar era de amor e luxúria, não de investigação.
A gente tomou banho, jantou, conversou sobre coisas do trabalho dos dois, viu um filme e foi dormir.
No dia seguinte, a gente não se viu até a noite, quando voltei ela tava no computador. Aí lembrei que não tinha desligado o PC, nem fechado a pasta oculta onde eu guardava os vídeos. Ela me olhou com os olhos brilhando, quase chorando, e perguntou se eu tava mentindo pra ela ou algo assim. Então eu falei:
— Pra ser sincero, depois do que aconteceu, passou muito tempo, mas uns dias atrás comecei a pensar nisso.
— Mas você já tinha me perdoado, e a gente combinou que tudo ficaria no passado.
— Calma, não se precipita, não tô te acusando de nada. Só que ontem vi os vídeos e percebi que não só não tô com raiva e que já foi tudo perdoado, como também a situação me excita pra caralho. E se você topar viver algo parecido, quando quer que aconteça, a gente tenta de novo. Mas ó, não é obrigada se não quiser.
Ela correu pra me abraçar e me deu um beijo.
— Meu Deus, me assustei pra caramba, amor. Achei que você não conseguia esquecer e que não tinha me perdoado, que tinha o vídeo pra se separar de mim. Eu te amo e vou te amar pra sempre.
Segurando ela nos meus braços e acariciando o rosto dela, falei:
— Fica tranquila, não é por aí. Mas você ainda não me respondeu: você topa fazer de novo? Dessa vez com o consentimento dos dois, sem enganação, sem vingança e sem cobrar, só pelo prazer.
— Não sei, pra ser honesta, sempre penso nisso, e vontade não me falta. Fico excitada imaginando um monte de coisa. Se nunca te falei antes, é porque não quero colocar nosso casamento em risco de novo. Me sinto envergonhada e com medo de você mudar de ideia e resolver me largar por uma mulher mais recatada, talvez até religiosa, como eu era. antes.
- Ok, não vamos mais falar sobre o assunto, mas fica combinado que, se um dia rolar, a gente faz sem pensar duas vezes. Certo?
- Tá bom, amor.
Passaram-se algumas semanas, e o nosso aniversário estava chegando. Então decidi que aquele seria o momento para rolar. Peguei minha agenda e liguei pra um dos caras que tinha contratado naquela vez.
- Oi Nico, é o Antonio. Não sei se você lembra de mim, mas uns dois anos atrás te contratei junto com mais três caras pra dar uma festa pra minha esposa.
- Ah, lembro sim, Tony. Como você está? Quanto tempo! Não me diga que quer fazer algo parecido de novo.
- Na verdade, sim, mas dessa vez tem que ser diferente. Não sei se você está disponível e se ainda tem contato com os outros caras.
- Olha, perdi o contato com o Axel. O Javier saiu dessa vida e casou. O Ramón voltou pra República Dominicana, o país natal dele. Então tô sozinho, mas se você me disser o que quer fazer, a gente pode dar um jeito. Tenho uns conhecidos do meio que podem ajudar.
- Beleza, Nico. Que tal a gente se encontrar na hora do almoço no Bar Anécdotas? Sabe onde fica?
- Perfeito. Tô livre agora, então a gente se vê daqui a duas horas no bar. Conheço sim.
- Um abraço, Nico. Nos vemos lá.
Na hora marcada, fui ao bar. Nico estava sentado numa mesa. Me aproximei, cumprimentei, pedi dois cafés e, como tava com pouco tempo por causa do trabalho, fui direto:
- Vamos ao que interessa, Nico. Tô meio apressado. Olha, depois daquela vez, nunca mais fizemos nada parecido com a minha esposa. Já faz pouco mais de dois anos. E conversando uns dias atrás, percebi que tanto ela quanto eu gostaríamos de repetir a situação. Naquela oportunidade, pra mim foi como uma vingança, um castigo pra ela. Hoje é diferente. A gente se ama igual ou mais do que antes, e não escondemos mais nada um do outro. Quero preparar uma surpresa pro nosso aniversário, que é daqui a duas semanas. E o que eu realmente quero é sair, deixar a situação rolar como se fosse espontânea. Quero que ela se sinta gostosa, que sinta que os caras... homens a desejam, que consegue levantar quem quiser, sem pagar nada. Por exemplo, uma ideia que tive foi deixar ela sozinha de vez em quando na balada e, um por um, irem se aproximando dela e falando cantadas quase no limite do erótico, que ela se sinta a rainha do lugar, que dance com um que tente beijá-la e assim seduzi-la a noite toda até convencê-la de irmos todos pra um lugar onde passemos uma noite espetacular.
Nico pensou por um momento e então foi a vez dele falar:
— Entendo, e acho que tenho a galera certa pro serviço, seria eu e o Wilson, que é um colombiano negro, bonitão, profissional. Trabalhamos juntos nisso e também chamaria um cara que, mesmo não sendo profissional, tem uma certa experiência, é casado, frequenta o mundo do swing, o Mariano, que além de ser muito gostoso é bem dotado. Se você me deixar, eu preparo tudo pra te surpreender também, a única coisa que você precisa fazer é que ela tenha a ideia de sair essa noite acompanhados, ou pelo menos que considere a possibilidade, pra fazer uma festa sexual. O que acha? Quanto ao lugar, eu tenho um apartamento onde trabalho, podemos ir pra lá de boa.
— Acho perfeito, mas não me decepciona, quero que tenhamos uma noite inesquecível, vou confiar em você, porque já vi seu trabalho. Quanto ao preço, tem ideia de quanto vai custar?
— Se você concordar, fechamos em R$ 7.000,00, eu cuido dos outros.
— OK, o dinheiro vou te dar um dia antes, a data é 19 de dezembro, em menos de duas semanas, cai justo num sábado, então a gente se mantém em contato. Também vou te dar as três filmadoras que tenho, pra você posicionar de um jeito que fique tudo gravado.
Assim ficou tudo acertado. Eu coloquei a mão na massa, avisei que pro nosso aniversário seria lindo sair, que o único presente que esperava dela era que se vestisse como não fazia há muito tempo, bem sedutora, quase exibicionista, se ela se sentisse confortável. Então ela me disse que... Fazia muito tempo que ela não se vestia assim, com medo de eu ficar bravo, mas disse que prepararia a roupa mais gostosa para aquele dia, que eu não me preocupasse.
No dia anterior ao evento, o Nico passou no meu trabalho, dei uma última recomendação: falei que mesmo forçando a barra, se não rolasse nada, a gente não obrigaria ela a fazer nada que não quisesse, que o pagamento estaria garantido do mesmo jeito, que a grana não me importava, e que ele dissesse pros outros que não deviam forçar ela a fazer nada, e que nem por um instante ela podia saber que aquilo estava armado.
Assim chegou o dia, estávamos os dois meio nervosos, e pra esquentar ainda mais, fiquei insinuando pra ela que se naquela noite ela quisesse, podia pegar os caras que ela bem entendesse, que eu tava disposto a satisfazer ela em tudo, que amava ela acima de tudo e que ela tinha se tornado o pilar fundamental do casamento em todos os sentidos, e que o sexo em toda sua expressão seria essencial pra finalizar nossa obra de arte como casal. Ela se virou e, olhando nos meus olhos, disse: — E você não ficaria puto se a gente acabar sendo mais de dois essa noite? Ao que respondi: — Nem fodendo, desde que a gente esteja de acordo que seja pelo prazer dos dois e, acima de tudo, que isso não passe de uma noite de sexo.
Saí pra trabalhar, falei que à tarde ia jogar futebol, mas que ao meio-dia chegaria o presente de aniversário dela, e esperava que ela gostasse. Na real, não fui jogar naquele dia, mas queria deixar ela sozinha a tarde toda pra ela pensar no que eu tinha dito. Lá pelo meio-dia, chamei um serviço de motoboy e mandei uma caixa que tinha um conjunto de gargantilha, brincos e pulseira de platina e diamantes — tinha me custado uma fortuna, mas ela merecia —, e também outra caixa com um dildo realista preto de 25 cm, um colar de bolas chinesas e uma borboleta de tripla estimulação (ponto G, clitóris e cu), daquelas que se veste como uma fio dental e liga no controle remoto, com um bilhete. que dizia, as joias são pra você brilhar, o resto é caso a gente termine a noite sozinhos, e a borboleta é pra você usar quando sair. "FELIZ ANIVERSÁRIO MEU AMOR, SEMPRE SEU" assinado Tony.
À noite, quando cheguei, ela me recebeu de toalha, agradeceu, me deu um beijão e disse pra eu tomar banho que em pouco tempo ela estaria pronta. Quando saí do chuveiro, fui me trocar, ela me esperava na sala de jantar. Quando saí já arrumado, fiquei pasmo de novo. Ela tava com um vestido preto colado no corpo, com uma fenda que ia até o paraíso, um decote bem cavado, sandálias prateadas de salto alto e plataforma de acrílico, com uns 16 cm de altura. Uma gostosa que ia esquentar a cidade inteira.
Saímos e fomos jantar, brindamos com champanhe do bom. Depois, fomos pra uma balada na periferia da cidade. Quando chegamos, primeiro procurei o Nico, aí recebi uma mensagem no celular: "Estamos aqui, não se preocupa que a Estela vai se sentir a deusa do mundo hoje à noite." Sorri, peguei na mão dela e falei pra irmos pro bar. Pedimos uns drinks, tomamos meio rápido porque tava calor. Pedimos de novo e ela disse pra irmos dançar. Falei que ia ao banheiro e que em minutos a alcançava. Fui rápido, quando voltei, ela tava conversando com um cara negro, muito gato e de corpo bonito. Esperei, e quando ele foi embora, voltei pro meu lugar, não falei nada. Depois, quando fomos pra pista, ela vinha de mão dada atrás de mim. Olhando de canto, vi que um cara de cabelo loiro pegou ela pela cintura e disse: "Pena que a senhora tá ocupada." Ela olhou pra ele e sorriu, falando: "Se você não for ciumento, meu marido também não é." Aí, quando chegamos na pista, dançamos um tempão. De vez em quando, eu ia no bar comprar outra bebida. Quando ouvia a voz dela, sabia que tava feliz e bêbada. E quando voltava, via de longe que algum dos caras tava falando algo com ela. Na última vez, rolou algo a mais: ela começou a dançar com um. Deles, era o Nico, sorte que ela não lembrava dele. Bem na hora começaram a tocar músicas lentas, então ela, sem pensar, abraçou ele pelo pescoço, abriu as pernas e eu senti que ela sentiu o bazuca inconfundível do Nico, sim, aquele de 22 cm. Vi como ela se apertava contra ele, e deixei eles um tempo. Depois, parece que ela caiu em si e soltou ele, olhando pra todo lado como se me procurasse. Quando cheguei, ela me olhou e disse:
— Por que demorou tanto?
— Tava demorando na raba da mina do bar.
— Se eu te disser que sei quem pode nos acompanhar hoje à noite, o que você diria?
— Me apresenta e, quando quiser, a gente vaza.
— Tem certeza que quer fazer isso? Olha, tô toda molhada e, como falei, nunca mentiria pra você. Quando você foi, comecei a dançar com um cara lindo, com uma piroca gigante, sei porque senti na minha barriga. Isso me deixou ainda mais excitada. E outra, não é só um, são três, que ficaram me seduzindo a noite toda.
Pra encurtar, falei: — Vai buscar eles e a gente se vê em dez minutos nos reservados. Se você topar e eu também, vazamos daqui e vamos ter uma noite foda, amor. Então, sem deixar ela pensar ou responder, como se já estivesse tudo certo, entreguei o drink e fui embora sem olhar pra trás.
Não passaram nem cinco minutos e ela já tava de mão dada com o cara negro, na outra mão o outro garoto, e atrás vinha o Nico, que piscou pra mim como quem diz que tava tudo certo. A gente se apresentou, falei: — Ela é a Estela, e eu sou o Antônio. Eles foram se apresentando um por um: Nico, Wilson e Mariano. Perguntei: — Vocês se conhecem? Eles responderam em coro: — Não, nada a ver.
Saímos da balada. O Nico disse que tinha um apartamento, pra gente ir pra lá tomar uns drinks. Eu tava dirigindo, a Estela do meu lado e os três caras atrás. De repente, vi ela tirar da bolsa um aparelhinho de controle remoto branco e lembrei de um dos presentes: ela tava usando a borboleta. Então ela ligou e deu pra ouvir a vibração, e ela respondeu com um gemido. prazer, reclinou o banco e as mãos não demoraram a aparecer, tocando os peitos dela, corpo, coxas, um dedo entrou na boca dela, ela esticou a mão pra trás como se procurasse algo e encontrou, um pau que ela bateu uma punheta por um tempo, enquanto Nico me indicava como chegar, não demorou muito, mas ela tava louca.
Descemos, entramos no apartamento que era no quinto andar, quando subimos no elevador, ela me abraçou e disse: tô com tesão, tô bêbada, mas não inconsciente, é a última chance, depois não tem volta, nem reclamação, nem briga. Eu beijei ela e falei: se você tá feliz, eu tô feliz, vamos em frente. Depois ela foi até um dos caras e deu um beijo de cinema, apalpando o volume dele, que já tava bem durinho.
Chegamos no quinto andar, entramos no apartamento, e ali no meio da sala ela se ajoelhou sozinha, a gente rodeou ela e ela começou a procurar nossos paus dentro das calças, um por um saía e ela pegava e chupava sem discriminar, metia dois na boca de uma vez, menos o do Nico que quando ela pegou, abriu os olhos e falou só: – DÉJÀ VU – depois continuou chupando, batendo punheta, lambendo e gemendo com a buceta dela toda molhada.
Depois de um tempo, Wilson deitou, ela se abaixou pra chupar ele, Mariano se ajeitou atrás pra lamber a buceta dela, tirando a calcinha fio dental vermelha e a xereca, e Nico continuava com o pau na boca da minha mulher, eu amassava os peitos dela e beijava as costas, ela sem olhar dizia: – Tony, te amo, nunca vou te largar.
Depois ela tomou as rédeas, se ajeitou montando no Wilson, me pegou pela mão e me colocou na frente, pegando os paus do Nico e o meu alternando pra chupar e bater punheta, parando uns segundos pra falar pro Mariano: – Ei, garoto, se não vai fazer nada pode vazar, tenho um buraco livre pedindo pau, você se vira ou mando um desses dois? – e ele respondeu: – Sim, amor, só tava esperando você se ajeitar – então ele cuspiu na mão e enfiou um dedo, depois dois e depois três, não Foi difícil, naquele ano eu já vinha trabalhando há muito tempo, aí ele babou o pau dele e meteu até o fundo, ela respondeu com um grito de prazer, dizendo: "agora se mexam como uns malditos, me deem a rola que vim buscar, me deem toda a porra dos seus ovos, quero ser fodida, sodomizada, macetada, violentada e banhada em esperma por fora e por dentro, quero me sentir a puta que sou, façam o trabalho de vocês, porraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa."
Os caras, envalentonados pelas palavras dela, começaram movimentos furiosos, violentos, fortes, tentando atravessar minha querida esposa. Nico empurrava a pica monumental dele até fazer ela engasgar, e tirava, claro que não entrava toda, mas a boca dela ficava cheia. Os gemidos viraram uma orquestra de bufos e gritos, as reboladas eram tão rítmicas que pareciam ensaiadas, os orgasmos da Estela não demoraram a chegar, os deles também não. Ela montava no Wilson como um cavalo puro-sangue desembestado, e por trás o Mariano furava o cu dela como um operário quebrando asfalto. Assim eles passaram de bufos a gritos, e as gozadas chegaram quase ao mesmo tempo, enchendo o cu e a buceta dela de leite de homem. Quando o Mariano saiu e ela se levantou, pegou as picas deles e limpou, depois pegou os restos de esperma do cu e da buceta com a mão e engoliu o máximo que pôde. Já tinha passado meia hora desde a chegada ao apartamento. Aí Estela virou pro Nico, andou sexy, deu um beijo de língua nele, empurrou ele pro sofá, abriu as pernas, virou de costas e montou nele, enfiando o cu dela no obelisco gigante do Nico. Aquela pica parecia mais um torpedo antiaéreo do que um pau. Primeiro devagar, porque apesar da dilatação do anel de carne dela estar bem trabalhada, aquele troço era grande demais pro cu dela, mas ela sabia como subir e, ao descer, conseguia enfiar mais um centímetro pra dentro do aparelho digestivo dela. Quando, no quinto movimento, eu vi aquilo tudo entrar, imaginei que estava... Tocando a barriga dela com a ponta do pau, a cara dela mostrava dor e prazer ao mesmo tempo, mas tirando força de sei lá onde, ela me olhou e disse:
- você já sabe o que tem que fazer. Então peguei meu pênis e penetrei a buceta dela já dilatada e bem lubrificada com os restos do Wilson. Dava pra sentir a pressão da salsicha do Nico, ela sentiu os movimentos e a pressão das paredes que separavam a buceta do cu, isso a esquentou ainda mais. Os movimentos dela eram suaves, mas foram acelerando, e com isso a excitação dela aumentava. De repente, ela parou tudo e chamou o garoto negro, dizendo: vejo que já ficou de pau duro, moleque. Vem, faz como se fosse me montar na barriga e coloca teu pau entre meus peitos, junta eles com as mãos e faz uma Boobs fuck, tentando chegar com a ponta até minha boca, que pelo teu tamanho não vai ser difícil. Com uma mão na minha bunda, ela me apertava contra si, como se pedisse pra meter mais e mais fundo. Ali estava aquela garota que entrou de branco na igreja, a que antes de me conhecer nunca tinha visto um filme pornô, aquela que era virgem quando a conheci, literalmente empalada por um mastro de 22 cm enfiado até o fundo do cu, outro na pussy e fazendo um Boobs fuck num pau preto com os peitos enquanto chupava e lambia a glande dele. Naquele exato momento, ela pegou o pau do Mariano, que estava sentado ao lado, e começou a bater uma punheta pra ele. Sim, essa era minha delicada esposa, e do jeito que estava agora, eu a amava e me excitava. Um grito me tirou dos pensamentos, era ela dizendo: - vocês sabem como me fazer gozar várias vezes, sabem como me foder, me dêem do jeito que sabem, assim, assim, assim, assim maaaaaaaaais maaaaaaais maaaaaaaaaisssss, quero piiiiiijjaaaaaaaaaa. Sim, sim, sim, sim siiiiiiiiiiiiiiiiiiii, isso maaaaisssss ahahahahaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahahahahaa. Se Deus existe, ele está corporificado em vocês quatro machossssss meus deuseseeeeeeessss aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa aaaaaaaaaaaaaaaa hhaaaaaaaaaaaaa.........aaaa aa a a a .a.a....... isso terminou com os orgasmos deles, uns 4 ou 5, mas totalmente intensos.
Depois ela pegou a gente um por um e chupou, inclusive o Wilson e o Mariano, aí a gente rodeou ela e ela foi chupando e batendo uma pra gente até gozar na boca dela, na cara, nos peitos, na barriga, no cabelo, no olho, tudo naquele corpo lindo e delicado ficou coberto por aquele líquido viscoso e cremoso da vida. Ela chupou e limpou nossos paus até ficar totalmente exausta. Todo mundo aplaudiu e ela sorriu, a gente levantou ela e levou pro banheiro, onde todo mundo tomou banho junto e acariciou ela com suavidade, dando beijinhos leves na boca dela e no resto do corpo, ela tava meio sonolenta, quase dormindo, mas com um sorriso nos lábios. Depois a gente secou ela, vestiu ela e eu levei ela no colo até o carro. Antes de ir, agradeci ao Nico, o Maxi chegou perto de mim e me deu um cartão, dizendo que eu era membro de um grupo de swing, que uma vez a cada três meses eles faziam uma festa com jogos sexuais, e que ele queria que eu e minha mulher participássemos. Aí levei ela pra casa. No domingo a gente dormiu até umas quatro da tarde, quando acordei, ela tava me olhando com carinho, me deu uns beijinhos de bom dia e falou: — Te amo, cada vez te amo mais, sempre, até quando a gente ficar velhinho, vamos estar juntos, sei que seu pau não é o maior, mas é o que mais arranca orgasmos de mim e o que me conhece como nenhum outro — e eu respondi: — Eu te amo ainda mais e noites como essa a gente vai ter sempre que você estiver de acordo e feliz, ser seu marido é a melhor coisa que aconteceu na minha vida.
Com o tempo a gente passou por várias situações que vou contar em outros relatos. Beijos.
Tendo perdoado a Estela, nossa vida cotidiana foi melhorando, já sem dívidas, com um bom emprego e financeiramente estáveis de novo. Nossa vida sexual era de longe muito melhor do que quando éramos uns jovens de 20 anos. Experimentamos levar brinquedos sexuais pra cama, testamos todo tipo de lubrificante, álcool e até em algum momento fumamos uns baseados sem cair na dependência. Mas por um tempo, ninguém mencionou o que aconteceu naquela época. Nossos dias eram felizes. Eu consegui a gerência de compras na empresa e ela abriu um negócio de lingerie sexy, o que fazia com que, além de vender, ela sempre estivesse estreando modelos novos, cada vez mais sensuais e eróticos.
Passaram-se dois anos do incidente, e ninguém se atrevia a insinuar algo relacionado a isso. Mas depois de um tempo, comecei a pensar em como aquela situação me excitava pra caralho. Eu tinha os vídeos guardados e, embora ela não soubesse que na última orgia eu tinha guardado aquele, ela sabia do que eu gravei com os morenos Gerome e José, embora nunca tenha se animado a mencionar. Acho que ela temia minha reação, sabendo que tinha cometido erros, mesmo que fosse pelo bem comum do casamento.
Numa sexta-feira, ao voltar do trabalho, ela me ligou pra dizer que ia se atrasar porque uns fornecedores tinham atrasado um pedido e estavam descarregando as caixas. Então fui no PC, procurei os vídeos e assisti, só pra testar a sensação que me davam ao vê-los. Vi os quatro vídeos, mas deixei o do Gerome, José, o latino e o loirão gigante pro final, já que aquele não tinha sido com minha participação. Mas depois de vê-los, percebi que nem de longe sentia raiva, nem ódio, nem rancor. Bem, agradecimento a eles e ao contexto do momento, porque agora a situação sentimental ia bem e a sexual, maravilhosamente entre Estela e eu. De repente, sem perceber, minha mão estava dentro da calça e eu estava me masturbando devagar enquanto via a filmagem, e tinha a pica dura como um pênis de estátua, o que me causou um tesão do caralho, saber que me excitava ver minha mulher naquela situação. Quando Estela chegou em casa, eu já tinha tomado banho, mas estava tão tarado que a peguei na porta com um beijão, com a língua até a garganta dela. Ela me olhou surpresa e perguntou o que estava acontecendo, e eu respondi com a mão dentro da calça dela, direto no clitóris. Ela, com um gemido, me agarrou pelas costas, abriu as pernas, tiramos a roupa, desci até a buceta dela e comecei a chupar e morder até deixá-la completamente molhada. Depois, nos jogamos no tapete e fizemos um 69 por um bom tempo. Em seguida, ficamos de pé, ela apoiou o tronco na mesa e, por trás, enfiei a rola nela, arrancando um grito de prazer. Ela dizia: — Sim, meu amor, você sabe como me fazer gozar, mete forte, mais, mais, maaaais. Ficamos um tempo e ela explodiu num orgasmo interminável. Depois, ela se virou, me jogou no sofá e montou em mim. Assim começou a cavalgada dela nesse garanhão, nesse sobe e desce, ela teve mais três orgasmos. Eu sabia que o meu estava chegando, então, quando ela terminou, coloquei ela de quatro e meti no cu dela, uma e outra vez, mas não aguentei muito, já estava muito tarado. Falei: — Vou gozar, amor. Ela respondeu: — Sim, meu vida, enche meu cu de porra que essa bunda é muito gulosa e precisa do teu néctar da vida, sim, papai, sim, meu machão, sim, maaaais, mete forte, me arrebenta toda, maaaais, sou sua putinha, sou sua putinha, mais, maaaais, maaaaaa aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. Quando terminou, ela se virou e pegou minha pica para limpar com a boca, engoliu todo o resto de esperma que tinha e o que saía do cu dela, pegou com os dedos e engoliu, na minha frente. Ela me olhou com atenção e disse:
— O quê?
— Nada, por quê?
— Você tá me olhando estranho, só que tô cansada e com muita fome, essa porra tem vários nutrientes e vai me ajudar a aguentar até eu esquentar o jantar.
— Não falei nada, meu olhar era de amor e luxúria, não de investigação.
A gente tomou banho, jantou, conversou sobre coisas do trabalho dos dois, viu um filme e foi dormir.
No dia seguinte, a gente não se viu até a noite, quando voltei ela tava no computador. Aí lembrei que não tinha desligado o PC, nem fechado a pasta oculta onde eu guardava os vídeos. Ela me olhou com os olhos brilhando, quase chorando, e perguntou se eu tava mentindo pra ela ou algo assim. Então eu falei:
— Pra ser sincero, depois do que aconteceu, passou muito tempo, mas uns dias atrás comecei a pensar nisso.
— Mas você já tinha me perdoado, e a gente combinou que tudo ficaria no passado.
— Calma, não se precipita, não tô te acusando de nada. Só que ontem vi os vídeos e percebi que não só não tô com raiva e que já foi tudo perdoado, como também a situação me excita pra caralho. E se você topar viver algo parecido, quando quer que aconteça, a gente tenta de novo. Mas ó, não é obrigada se não quiser.
Ela correu pra me abraçar e me deu um beijo.
— Meu Deus, me assustei pra caramba, amor. Achei que você não conseguia esquecer e que não tinha me perdoado, que tinha o vídeo pra se separar de mim. Eu te amo e vou te amar pra sempre.
Segurando ela nos meus braços e acariciando o rosto dela, falei:
— Fica tranquila, não é por aí. Mas você ainda não me respondeu: você topa fazer de novo? Dessa vez com o consentimento dos dois, sem enganação, sem vingança e sem cobrar, só pelo prazer.
— Não sei, pra ser honesta, sempre penso nisso, e vontade não me falta. Fico excitada imaginando um monte de coisa. Se nunca te falei antes, é porque não quero colocar nosso casamento em risco de novo. Me sinto envergonhada e com medo de você mudar de ideia e resolver me largar por uma mulher mais recatada, talvez até religiosa, como eu era. antes.
- Ok, não vamos mais falar sobre o assunto, mas fica combinado que, se um dia rolar, a gente faz sem pensar duas vezes. Certo?
- Tá bom, amor.
Passaram-se algumas semanas, e o nosso aniversário estava chegando. Então decidi que aquele seria o momento para rolar. Peguei minha agenda e liguei pra um dos caras que tinha contratado naquela vez.
- Oi Nico, é o Antonio. Não sei se você lembra de mim, mas uns dois anos atrás te contratei junto com mais três caras pra dar uma festa pra minha esposa.
- Ah, lembro sim, Tony. Como você está? Quanto tempo! Não me diga que quer fazer algo parecido de novo.
- Na verdade, sim, mas dessa vez tem que ser diferente. Não sei se você está disponível e se ainda tem contato com os outros caras.
- Olha, perdi o contato com o Axel. O Javier saiu dessa vida e casou. O Ramón voltou pra República Dominicana, o país natal dele. Então tô sozinho, mas se você me disser o que quer fazer, a gente pode dar um jeito. Tenho uns conhecidos do meio que podem ajudar.
- Beleza, Nico. Que tal a gente se encontrar na hora do almoço no Bar Anécdotas? Sabe onde fica?
- Perfeito. Tô livre agora, então a gente se vê daqui a duas horas no bar. Conheço sim.
- Um abraço, Nico. Nos vemos lá.
Na hora marcada, fui ao bar. Nico estava sentado numa mesa. Me aproximei, cumprimentei, pedi dois cafés e, como tava com pouco tempo por causa do trabalho, fui direto:
- Vamos ao que interessa, Nico. Tô meio apressado. Olha, depois daquela vez, nunca mais fizemos nada parecido com a minha esposa. Já faz pouco mais de dois anos. E conversando uns dias atrás, percebi que tanto ela quanto eu gostaríamos de repetir a situação. Naquela oportunidade, pra mim foi como uma vingança, um castigo pra ela. Hoje é diferente. A gente se ama igual ou mais do que antes, e não escondemos mais nada um do outro. Quero preparar uma surpresa pro nosso aniversário, que é daqui a duas semanas. E o que eu realmente quero é sair, deixar a situação rolar como se fosse espontânea. Quero que ela se sinta gostosa, que sinta que os caras... homens a desejam, que consegue levantar quem quiser, sem pagar nada. Por exemplo, uma ideia que tive foi deixar ela sozinha de vez em quando na balada e, um por um, irem se aproximando dela e falando cantadas quase no limite do erótico, que ela se sinta a rainha do lugar, que dance com um que tente beijá-la e assim seduzi-la a noite toda até convencê-la de irmos todos pra um lugar onde passemos uma noite espetacular.
Nico pensou por um momento e então foi a vez dele falar:
— Entendo, e acho que tenho a galera certa pro serviço, seria eu e o Wilson, que é um colombiano negro, bonitão, profissional. Trabalhamos juntos nisso e também chamaria um cara que, mesmo não sendo profissional, tem uma certa experiência, é casado, frequenta o mundo do swing, o Mariano, que além de ser muito gostoso é bem dotado. Se você me deixar, eu preparo tudo pra te surpreender também, a única coisa que você precisa fazer é que ela tenha a ideia de sair essa noite acompanhados, ou pelo menos que considere a possibilidade, pra fazer uma festa sexual. O que acha? Quanto ao lugar, eu tenho um apartamento onde trabalho, podemos ir pra lá de boa.
— Acho perfeito, mas não me decepciona, quero que tenhamos uma noite inesquecível, vou confiar em você, porque já vi seu trabalho. Quanto ao preço, tem ideia de quanto vai custar?
— Se você concordar, fechamos em R$ 7.000,00, eu cuido dos outros.
— OK, o dinheiro vou te dar um dia antes, a data é 19 de dezembro, em menos de duas semanas, cai justo num sábado, então a gente se mantém em contato. Também vou te dar as três filmadoras que tenho, pra você posicionar de um jeito que fique tudo gravado.
Assim ficou tudo acertado. Eu coloquei a mão na massa, avisei que pro nosso aniversário seria lindo sair, que o único presente que esperava dela era que se vestisse como não fazia há muito tempo, bem sedutora, quase exibicionista, se ela se sentisse confortável. Então ela me disse que... Fazia muito tempo que ela não se vestia assim, com medo de eu ficar bravo, mas disse que prepararia a roupa mais gostosa para aquele dia, que eu não me preocupasse.
No dia anterior ao evento, o Nico passou no meu trabalho, dei uma última recomendação: falei que mesmo forçando a barra, se não rolasse nada, a gente não obrigaria ela a fazer nada que não quisesse, que o pagamento estaria garantido do mesmo jeito, que a grana não me importava, e que ele dissesse pros outros que não deviam forçar ela a fazer nada, e que nem por um instante ela podia saber que aquilo estava armado.
Assim chegou o dia, estávamos os dois meio nervosos, e pra esquentar ainda mais, fiquei insinuando pra ela que se naquela noite ela quisesse, podia pegar os caras que ela bem entendesse, que eu tava disposto a satisfazer ela em tudo, que amava ela acima de tudo e que ela tinha se tornado o pilar fundamental do casamento em todos os sentidos, e que o sexo em toda sua expressão seria essencial pra finalizar nossa obra de arte como casal. Ela se virou e, olhando nos meus olhos, disse: — E você não ficaria puto se a gente acabar sendo mais de dois essa noite? Ao que respondi: — Nem fodendo, desde que a gente esteja de acordo que seja pelo prazer dos dois e, acima de tudo, que isso não passe de uma noite de sexo.
Saí pra trabalhar, falei que à tarde ia jogar futebol, mas que ao meio-dia chegaria o presente de aniversário dela, e esperava que ela gostasse. Na real, não fui jogar naquele dia, mas queria deixar ela sozinha a tarde toda pra ela pensar no que eu tinha dito. Lá pelo meio-dia, chamei um serviço de motoboy e mandei uma caixa que tinha um conjunto de gargantilha, brincos e pulseira de platina e diamantes — tinha me custado uma fortuna, mas ela merecia —, e também outra caixa com um dildo realista preto de 25 cm, um colar de bolas chinesas e uma borboleta de tripla estimulação (ponto G, clitóris e cu), daquelas que se veste como uma fio dental e liga no controle remoto, com um bilhete. que dizia, as joias são pra você brilhar, o resto é caso a gente termine a noite sozinhos, e a borboleta é pra você usar quando sair. "FELIZ ANIVERSÁRIO MEU AMOR, SEMPRE SEU" assinado Tony.
À noite, quando cheguei, ela me recebeu de toalha, agradeceu, me deu um beijão e disse pra eu tomar banho que em pouco tempo ela estaria pronta. Quando saí do chuveiro, fui me trocar, ela me esperava na sala de jantar. Quando saí já arrumado, fiquei pasmo de novo. Ela tava com um vestido preto colado no corpo, com uma fenda que ia até o paraíso, um decote bem cavado, sandálias prateadas de salto alto e plataforma de acrílico, com uns 16 cm de altura. Uma gostosa que ia esquentar a cidade inteira.
Saímos e fomos jantar, brindamos com champanhe do bom. Depois, fomos pra uma balada na periferia da cidade. Quando chegamos, primeiro procurei o Nico, aí recebi uma mensagem no celular: "Estamos aqui, não se preocupa que a Estela vai se sentir a deusa do mundo hoje à noite." Sorri, peguei na mão dela e falei pra irmos pro bar. Pedimos uns drinks, tomamos meio rápido porque tava calor. Pedimos de novo e ela disse pra irmos dançar. Falei que ia ao banheiro e que em minutos a alcançava. Fui rápido, quando voltei, ela tava conversando com um cara negro, muito gato e de corpo bonito. Esperei, e quando ele foi embora, voltei pro meu lugar, não falei nada. Depois, quando fomos pra pista, ela vinha de mão dada atrás de mim. Olhando de canto, vi que um cara de cabelo loiro pegou ela pela cintura e disse: "Pena que a senhora tá ocupada." Ela olhou pra ele e sorriu, falando: "Se você não for ciumento, meu marido também não é." Aí, quando chegamos na pista, dançamos um tempão. De vez em quando, eu ia no bar comprar outra bebida. Quando ouvia a voz dela, sabia que tava feliz e bêbada. E quando voltava, via de longe que algum dos caras tava falando algo com ela. Na última vez, rolou algo a mais: ela começou a dançar com um. Deles, era o Nico, sorte que ela não lembrava dele. Bem na hora começaram a tocar músicas lentas, então ela, sem pensar, abraçou ele pelo pescoço, abriu as pernas e eu senti que ela sentiu o bazuca inconfundível do Nico, sim, aquele de 22 cm. Vi como ela se apertava contra ele, e deixei eles um tempo. Depois, parece que ela caiu em si e soltou ele, olhando pra todo lado como se me procurasse. Quando cheguei, ela me olhou e disse:
— Por que demorou tanto?
— Tava demorando na raba da mina do bar.
— Se eu te disser que sei quem pode nos acompanhar hoje à noite, o que você diria?
— Me apresenta e, quando quiser, a gente vaza.
— Tem certeza que quer fazer isso? Olha, tô toda molhada e, como falei, nunca mentiria pra você. Quando você foi, comecei a dançar com um cara lindo, com uma piroca gigante, sei porque senti na minha barriga. Isso me deixou ainda mais excitada. E outra, não é só um, são três, que ficaram me seduzindo a noite toda.
Pra encurtar, falei: — Vai buscar eles e a gente se vê em dez minutos nos reservados. Se você topar e eu também, vazamos daqui e vamos ter uma noite foda, amor. Então, sem deixar ela pensar ou responder, como se já estivesse tudo certo, entreguei o drink e fui embora sem olhar pra trás.
Não passaram nem cinco minutos e ela já tava de mão dada com o cara negro, na outra mão o outro garoto, e atrás vinha o Nico, que piscou pra mim como quem diz que tava tudo certo. A gente se apresentou, falei: — Ela é a Estela, e eu sou o Antônio. Eles foram se apresentando um por um: Nico, Wilson e Mariano. Perguntei: — Vocês se conhecem? Eles responderam em coro: — Não, nada a ver.
Saímos da balada. O Nico disse que tinha um apartamento, pra gente ir pra lá tomar uns drinks. Eu tava dirigindo, a Estela do meu lado e os três caras atrás. De repente, vi ela tirar da bolsa um aparelhinho de controle remoto branco e lembrei de um dos presentes: ela tava usando a borboleta. Então ela ligou e deu pra ouvir a vibração, e ela respondeu com um gemido. prazer, reclinou o banco e as mãos não demoraram a aparecer, tocando os peitos dela, corpo, coxas, um dedo entrou na boca dela, ela esticou a mão pra trás como se procurasse algo e encontrou, um pau que ela bateu uma punheta por um tempo, enquanto Nico me indicava como chegar, não demorou muito, mas ela tava louca.
Descemos, entramos no apartamento que era no quinto andar, quando subimos no elevador, ela me abraçou e disse: tô com tesão, tô bêbada, mas não inconsciente, é a última chance, depois não tem volta, nem reclamação, nem briga. Eu beijei ela e falei: se você tá feliz, eu tô feliz, vamos em frente. Depois ela foi até um dos caras e deu um beijo de cinema, apalpando o volume dele, que já tava bem durinho.
Chegamos no quinto andar, entramos no apartamento, e ali no meio da sala ela se ajoelhou sozinha, a gente rodeou ela e ela começou a procurar nossos paus dentro das calças, um por um saía e ela pegava e chupava sem discriminar, metia dois na boca de uma vez, menos o do Nico que quando ela pegou, abriu os olhos e falou só: – DÉJÀ VU – depois continuou chupando, batendo punheta, lambendo e gemendo com a buceta dela toda molhada.
Depois de um tempo, Wilson deitou, ela se abaixou pra chupar ele, Mariano se ajeitou atrás pra lamber a buceta dela, tirando a calcinha fio dental vermelha e a xereca, e Nico continuava com o pau na boca da minha mulher, eu amassava os peitos dela e beijava as costas, ela sem olhar dizia: – Tony, te amo, nunca vou te largar.
Depois ela tomou as rédeas, se ajeitou montando no Wilson, me pegou pela mão e me colocou na frente, pegando os paus do Nico e o meu alternando pra chupar e bater punheta, parando uns segundos pra falar pro Mariano: – Ei, garoto, se não vai fazer nada pode vazar, tenho um buraco livre pedindo pau, você se vira ou mando um desses dois? – e ele respondeu: – Sim, amor, só tava esperando você se ajeitar – então ele cuspiu na mão e enfiou um dedo, depois dois e depois três, não Foi difícil, naquele ano eu já vinha trabalhando há muito tempo, aí ele babou o pau dele e meteu até o fundo, ela respondeu com um grito de prazer, dizendo: "agora se mexam como uns malditos, me deem a rola que vim buscar, me deem toda a porra dos seus ovos, quero ser fodida, sodomizada, macetada, violentada e banhada em esperma por fora e por dentro, quero me sentir a puta que sou, façam o trabalho de vocês, porraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa."
Os caras, envalentonados pelas palavras dela, começaram movimentos furiosos, violentos, fortes, tentando atravessar minha querida esposa. Nico empurrava a pica monumental dele até fazer ela engasgar, e tirava, claro que não entrava toda, mas a boca dela ficava cheia. Os gemidos viraram uma orquestra de bufos e gritos, as reboladas eram tão rítmicas que pareciam ensaiadas, os orgasmos da Estela não demoraram a chegar, os deles também não. Ela montava no Wilson como um cavalo puro-sangue desembestado, e por trás o Mariano furava o cu dela como um operário quebrando asfalto. Assim eles passaram de bufos a gritos, e as gozadas chegaram quase ao mesmo tempo, enchendo o cu e a buceta dela de leite de homem. Quando o Mariano saiu e ela se levantou, pegou as picas deles e limpou, depois pegou os restos de esperma do cu e da buceta com a mão e engoliu o máximo que pôde. Já tinha passado meia hora desde a chegada ao apartamento. Aí Estela virou pro Nico, andou sexy, deu um beijo de língua nele, empurrou ele pro sofá, abriu as pernas, virou de costas e montou nele, enfiando o cu dela no obelisco gigante do Nico. Aquela pica parecia mais um torpedo antiaéreo do que um pau. Primeiro devagar, porque apesar da dilatação do anel de carne dela estar bem trabalhada, aquele troço era grande demais pro cu dela, mas ela sabia como subir e, ao descer, conseguia enfiar mais um centímetro pra dentro do aparelho digestivo dela. Quando, no quinto movimento, eu vi aquilo tudo entrar, imaginei que estava... Tocando a barriga dela com a ponta do pau, a cara dela mostrava dor e prazer ao mesmo tempo, mas tirando força de sei lá onde, ela me olhou e disse:
- você já sabe o que tem que fazer. Então peguei meu pênis e penetrei a buceta dela já dilatada e bem lubrificada com os restos do Wilson. Dava pra sentir a pressão da salsicha do Nico, ela sentiu os movimentos e a pressão das paredes que separavam a buceta do cu, isso a esquentou ainda mais. Os movimentos dela eram suaves, mas foram acelerando, e com isso a excitação dela aumentava. De repente, ela parou tudo e chamou o garoto negro, dizendo: vejo que já ficou de pau duro, moleque. Vem, faz como se fosse me montar na barriga e coloca teu pau entre meus peitos, junta eles com as mãos e faz uma Boobs fuck, tentando chegar com a ponta até minha boca, que pelo teu tamanho não vai ser difícil. Com uma mão na minha bunda, ela me apertava contra si, como se pedisse pra meter mais e mais fundo. Ali estava aquela garota que entrou de branco na igreja, a que antes de me conhecer nunca tinha visto um filme pornô, aquela que era virgem quando a conheci, literalmente empalada por um mastro de 22 cm enfiado até o fundo do cu, outro na pussy e fazendo um Boobs fuck num pau preto com os peitos enquanto chupava e lambia a glande dele. Naquele exato momento, ela pegou o pau do Mariano, que estava sentado ao lado, e começou a bater uma punheta pra ele. Sim, essa era minha delicada esposa, e do jeito que estava agora, eu a amava e me excitava. Um grito me tirou dos pensamentos, era ela dizendo: - vocês sabem como me fazer gozar várias vezes, sabem como me foder, me dêem do jeito que sabem, assim, assim, assim, assim maaaaaaaaais maaaaaaais maaaaaaaaaisssss, quero piiiiiijjaaaaaaaaaa. Sim, sim, sim, sim siiiiiiiiiiiiiiiiiiii, isso maaaaisssss ahahahahaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahahahahaa. Se Deus existe, ele está corporificado em vocês quatro machossssss meus deuseseeeeeeessss aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa aaaaaaaaaaaaaaaa hhaaaaaaaaaaaaa.........aaaa aa a a a .a.a....... isso terminou com os orgasmos deles, uns 4 ou 5, mas totalmente intensos.
Depois ela pegou a gente um por um e chupou, inclusive o Wilson e o Mariano, aí a gente rodeou ela e ela foi chupando e batendo uma pra gente até gozar na boca dela, na cara, nos peitos, na barriga, no cabelo, no olho, tudo naquele corpo lindo e delicado ficou coberto por aquele líquido viscoso e cremoso da vida. Ela chupou e limpou nossos paus até ficar totalmente exausta. Todo mundo aplaudiu e ela sorriu, a gente levantou ela e levou pro banheiro, onde todo mundo tomou banho junto e acariciou ela com suavidade, dando beijinhos leves na boca dela e no resto do corpo, ela tava meio sonolenta, quase dormindo, mas com um sorriso nos lábios. Depois a gente secou ela, vestiu ela e eu levei ela no colo até o carro. Antes de ir, agradeci ao Nico, o Maxi chegou perto de mim e me deu um cartão, dizendo que eu era membro de um grupo de swing, que uma vez a cada três meses eles faziam uma festa com jogos sexuais, e que ele queria que eu e minha mulher participássemos. Aí levei ela pra casa. No domingo a gente dormiu até umas quatro da tarde, quando acordei, ela tava me olhando com carinho, me deu uns beijinhos de bom dia e falou: — Te amo, cada vez te amo mais, sempre, até quando a gente ficar velhinho, vamos estar juntos, sei que seu pau não é o maior, mas é o que mais arranca orgasmos de mim e o que me conhece como nenhum outro — e eu respondi: — Eu te amo ainda mais e noites como essa a gente vai ter sempre que você estiver de acordo e feliz, ser seu marido é a melhor coisa que aconteceu na minha vida.
Com o tempo a gente passou por várias situações que vou contar em outros relatos. Beijos.
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