A gostosa da família 2

Aqui está a continuação da história, é meio longa mas vale a pena ler tudo. E sempre deixando claro que essa história não é minha.E num fim de semana, num sábado de manhã, eu ia passar pra buscar a Jazmín pra sair. Mas ela me ligou no celular falando que não podia até a tarde, porque tinha que fazer um trabalho pra faculdade. Até a tarde faltavam umas 7 horas. Eu sabia que geralmente nos sábados os pais da Jazmín não estavam até a noite, mas às vezes a Luciana tava. Então falei pra Jazmín..

— Já tô indo praí, te espero na sua casa... — Que era mentira, eu tava na minha casa.

— Beleza, me espera se não te incomodar, tão aqui o Jesse e a Luciana pra te entreter... —

Ela falou rindo e meu rosto se iluminou. Eu também sabia que a Luciana provavelmente ficava com o Jesse porque os pais delas não queriam que o Jesse ficasse sozinha. Protegiam ela de um jeito do caralho. E se eu fosse, talvez me deixassem o Jesse sob meus cuidados.

Fui pra casa e quem me atendeu foi a Luciana. Que puta gostosa. A Luciana parecia uma daquelas pornstars americanas. Pura voluptuosidade e cara de gatinha. Tava com uns jeans apertados que marcavam toda a bunda impressionante que ela tinha, os peitões pareciam que iam explodir na camiseta que ela usava. O namorado dela também tava lá, e a gente começou a conversar na sala os três.

Não via o Jesse, provavelmente tava no quarto dela. A Luciana e o namorado, na conversa, me falaram cúmplices, se eu ficasse na casa com o Jesse, assim eles podiam sair. Eu, fingindo que tava fazendo um favor pra eles, falei que tava de boa, que eu ficava cuidando do Jesse. Por dentro, eu tava pulando de alegria.

— A gente volta antes das 7, o Jesse tá no quarto dela, avisa pra ela não abrir a boca... mas ela confia em você. — A Luciana falou e me deu um beijo na bochecha... adorei ter ela perto de mim.

— Não façam putaria!... — Falei enquanto eles iam embora e eles riram. Finalmente tava sozinho com o Jesse, tinha a tarde toda. Sem fazer barulho, subi as escadas até o quarto dela. A porta tava fechada, mas dava pra ouvir que ela tava ouvindo um CD da Norah Jones, romântica a menina. Abri Abri a porta bem devagar e vi ela, deitada na cama, lendo um livro. Uma gostosa, vestindo um shortinho azul esportivo e uma camiseta rosa soltinha, que deixava a barriguinha de fora. Ela me viu e sorriu largo. Pulou da cama e veio me abraçar.

— Oiiii!... O que você tá fazendo aqui? — Falou me dando um beijo na bochecha.

— Sou seu babá, a Luciana saiu com o namorado e a gente vai ficar sozinho até a tarde... — Falei sorrindo, ela riu e me abraçou forte. Ficou na ponta dos pés e me deu um beijo suave na boca. Depois de uns segundos, peguei ela pelos glúteos, apertando e massageando. Ela me olhou com aquele olhar diferente de quem tá apaixonada, e a gente sentou na cama pra conversar. A Jesse se aninhou no meu ombro, eu abracei ela fazendo carinho. Dava pra ver que ela adorava ser mimada.

— O que você tava lendo? — Perguntei.

— Um romance onde uma garota se apaixona por um homem mais velho, e todo mundo é contra, mas eles se amam... — Ela falou toda animada. Era bem romântica e melosa, acreditava em príncipe encantado e finais felizes.

A gente continuou conversando sobre essas bobeiras que ela gostava, enquanto eu com uma mão brincava com os cachinhos do cabelo loiro dela, e com a outra acariciava as pernas dela. Até que eu levei a conversa pra assuntos mais íntimos. A Jesse começou a me contar o que tinha feito depois daquela tarde. —... Comecei a fazer o que você me ensinou... — Falou tímida. —... E agora não consigo parar, faço toda noite... — Ela tava ficando vermelha.

— É normal, é uma coisa boa... — Falei tranquilizando ela, enquanto minhas mãos esfregavam as pernas dela bem perto da buceta.

— Quer que eu faça agora? — Falei no ouvido dela, e ela deitou a cabeça no meu peito e balançou a cabeça que sim. Então devagarzinho enfiei a mão dentro do short dela, por dentro da calcinha de algodão, e comecei a tocar ela.

— Ahhh... isso... eu gosto... — Ela gemeu me abraçando mais forte. Enquanto eu batia uma pra ela, ela mexia o corpo. contra o meu, ofegando cada vez mais forte. Eu tava muito tesudo, tinha esperado por isso há semanas, então falei pra ela.

— Tira minha coisinha e faz igual da outra vez... — com a intenção de que ela me masturbasse. Jesse desabotoou o cinto do meu jeans e puxou meu pau pra fora, que já tava durasso. E sem mais, ela baixou a cabeça e meteu ele na boca.

Não esperava por isso, mas amei, deixei ela fazer o que quisesse.

— Mmmm... mmmmm... mmmm — ela soltava sons com a boca enquanto chupava. Eu baixei um pouco a calça dela e deixei a bunda dela no ar, comecei a passar a mão na bunda dela com as minhas mãos. Salivei um dedo e comecei a enfiar no cu dela.

— Mmmmm!!!... mmmm... mmmmmmmmmmm... — ela reclamou no começo, mas depois continuou como se nada. Eu tinha dois dedos meus na buceta dela, entrando e saindo, e outro no cu dela se movendo em círculos. A língua dela no meu pau fazia um bom trabalho, ela enfiava até onde dava, passava a língua, me punhetava... Jesse aprendia bem rápido a fazer de tudo.

— Aahhh... aahhhh... aahhhhhh... — até que ela tirou meu pau da boca e me punhetou rápido com a mão. Eu tava perto de gozar, então mexi meus dedos mais rápido dentro dela. Aproveitei e enfiei outro dedo no cu dela, e mexi com força. Jesse reagiu a isso, tremendo o corpo todo.

— Ahhh!!... aaaaahhhh!!!!... AAAAAAAHHH!!!... — ela começou a gozar gritando, enquanto meu pau não aguentou mais e começou a jorrar porra direto na carinha dela. Jesse percebeu e abriu a boca tentando pegar, mas a maior parte lambuzou a cara dela. Depois, ofegante e desesperada, ela juntava o sêmen do rosto com as mãos e chupava meu pau, comendo toda minha porra rapidinho. Aquela imagem de ver ela desesperada pra engolir tudo me excitou pra caralho, a mina era a amante perfeita, um sonho realizado.

Jesse ficou respirando pesado e sorrindo, toda corada. Eu, depois de ver como ela devorava minha porra gulosamente, ainda tava com o pau durasso.

— Vou te ensinar outra coisa... — falei, e ela me olhou. emocionada. Me aproximei dela e, acariciando a bochecha dela, comecei a falar:

- Primeiro vai doer um pouquinho, mas depois vai ser melhor que isso, tá?.. - Jesse me olhou meio assustada e sem entender, mas falou "tá bom", sem me contradizer. Então deitei ela na cama, devagar tirei a calça dela... Depois a calcinha. Ela tava nervosa por ficar pelada na minha frente, mas só me olhava esperando. Acariciei as pernas dela e ela suspirou.

- Senta em cima de mim... - Falei quando ela já tava completamente nua, só de meia branca. O corpo dela tremia levemente de emoção e nervoso. E devagar, ela veio e se ajoelhou em cima de mim... Depois sentou e meu pau ficou encostando na barriga dela. Ela respirava ofegante e tremia um pouco mais que antes.

- E agora?... - Ela falou me olhando. Percebi o nervosismo na voz dela, que mal dava pra notar. Segurei ela pelas nádegas e levantei um pouco, deixando a cabeça do meu pau na entrada da buceta dela.

- Cê vai colocar isso aí? Não... Não vai entrar... - Ela falou assustada, mas eu beijei ela e falei.

- Vai entrar sim, primeiro vai doer um pouquinho, se quiser morder meu ombro, morde... mas depois você vai adorar... - Eu falava, ela me olhava prestando toda a atenção do mundo.

- Agora, vou te abaixando aos poucos, e quando sentir que chegou no limite, me fala quando tiver pronta, ok?.. - Ela concordou com a cabeça e me abraçou forte pelo pescoço. Era a hora... Abaixei ela um pouco. Se fosse por mim, teria metido de uma vez, sem piedade... Mas Jesse era uma coisa tão gostosa, que eu faria do jeito mais suave possível.

- Aahh... aahhhh... - Ela gemeu quando a cabeça entrou. Era tão gostoso estar dentro dela, que tive que me segurar pra não deixar ela cair de uma vez.

- Mmhhhhhhaaa... - Ela gemeu quando abaixei mais um pouco. Tava com os olhos fechados e mordendo os lábios. Depois ela falou: "ahh, ah tá...". Senti o hímen dela, a pelinha que fazia ela virgem. Não acreditava que ia desvirgar ela, isso era um sonho realizado. realidade. Jesse respirava pesado, enchendo o peito como se tivesse acabado de correr, tinha os olhos fechados e me abraçava tanto que tava me deixando sem ar.

- Pronta?... - Perguntei, ela disse "ahã" sussurrando. E de repente, deixei ela cair, enterrando toda a minha pica dentro dela.

- Ahhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!... - Ela gritou e cravou as unhas nas minhas costas. Me segurei, porque depois de gritar, Jesse me mordeu o ombro com força. A buceta dela apertava minha pica, eu sentia as contrações, como ela se ajustava perfeitamente na grossura do meu pau. Era quentinho, uma sensação incrível, não se comparava com nenhuma outra mulher. Comecei a beijar ela, ela tinha lágrimas nos olhos, mas aguentava firme como uma rainha. Depois de um tempo, comecei a levantar ela devagar, e depois descia bem devagar, penetrando ela.

- Aahhhhh!!... aahhhh!!!!... - Ela gemia alto, com um pouco de dor. Mas eu continuei, mesmo que me matasse ver ela sofrer assim. Mas minha excitação falava mais alto, então segui descendo e subindo ela. Cada vez um pouquinho mais rápido, deslizando toda a minha pica lá dentro.

- Aaahhhhh... aahhhhhh... - Os gemidos dela foram se acalmando, a dor dela sumindo. Já não me apertava tanto com os braços. E nessa altura, eu já tava subindo e descendo ela rapidão. Ela tava com a cabeça encostada no meu peito, e quando percebi, tava se acabando de prazer.

- Aaahh... aahhh... aahhhh... - Deixei ela, ela mesma subia e descia, enfiando a pica até o talo, tirava de novo, e enterrava de novo sozinha. Jesse começou a subir e descer cada vez mais rápido, ofegando mais forte, me fazendo segurar a gozada.

- Aaaahhh... siiiim... aahhh... ahh... ahh... - Ela gemia sem parar, se esfregando no meu corpo. Eu peguei e enfiei dois dedos babados no cuzinho dela, que entraram perfeitamente. E depois de um tempo, ela tensionou o corpo, começou a tremer e a gritar, me abraçando forte de novo.

- Aahhhhhhh!!!!!!... - Ela teve um orgasmo violento, e como eu não aguentava mais, e não queria gozar dentro dela, joguei ela na cama, me ajoelhei por cima dela e coloquei meu pau na cara dela. A Jesse sabia o que eu queria, e engoliu ele rapidinho... comecei a gozar com uns jatos enormes na garganta dela. Ela engoliu tudo, sem desperdiçar nada, e continuou chupando meu pau até não sair mais porra nenhuma.

-Uau....- Ela disse, ofegante e cansada, quando eu me deitei do lado dela, também ofegante. Ela se aninhou do meu lado e falou.

-Foi incrível, nunca senti nada igual...-

Viu que você ia gostar?..- Falei, sorrindo.

-Adorei...- Ela disse. Depois de descansar um pouco, já era meio-dia. Falei pra gente descer e comer alguma coisa, e depois a gente via o que fazer, mas eu já tinha planos pra tarde. Ela foi no banheiro se lavar e trocar. Vi os lençóis manchados com um pouco de sangue, então desci pro lavabo e coloquei eles na máquina de lavar, pra sumir com as provas. Se alguém descobrisse que eu tinha tirado a virgindade da gostosona da família, me matavam.

Mesmo assim, eu tava perdido num mundo de tesão, não pensava seriamente no que tinha feito, nem no que ia fazer, só queria viver o momento e aproveitar ao máximo. Daqui a pouco voltei e a Jesse saía do banheiro. Tinha tomado banho, o cabelo tava molhado e ela estava coberta com uma toalha.
Sorri largo ao ver ela.

-Vou me trocar e a gente come alguma coisa...- Ela disse enquanto abria o guarda-roupa. Tava agindo bem natural, aos poucos tava perdendo aquela timidez característica dela comigo. Aí me veio uma ideia, e falei.

-Jesse, por que você não veste o uniforme da escola?- Falei, depois do que aconteceu, me dava um tesão danado transar com ela de uniforme.

-Você gosta?...- Ela perguntou, estranhando minha proposta.

-Adoro como fica em você, você fica linda de uniforme...-

-Ah... obrigada...- Ela disse, começando a pegar o uniforme no guarda-roupa. Eu vi que ela tinha outros uniformes também, e perguntei curioso:

-Você não tem um uniforme do Ano passado? — Ela me olhou sem entender, mas depois olhou pro armário e me disse:

— Sim, mas tão pequenos pra mim, mãe vai jogar fora qualquer hora... — Eu sorri, e Jesse sacou a ficha do que eu queria. Com um sorriso safado, pegou outro uniforme e levou pro banheiro.

— Não sai daí, que já volto... — Falou enquanto corria e se trancava no banheiro. Esperei ansioso, Jesse me deixava louco, meu pau começou a pulsar dentro da calça, e quando vi ela sair, foi tipo um sonho realizado.

— Gostou como ficou em mim?.. Tá super pequenininho... — Perguntou. Eu só sorri: mal cabia no corpo dela, que crescia a olhos vistos. A saia ficava bem curta, quase na altura da bunda, e a camisa colava no corpo marcando os peitos, com a gravata caindo no meio deles. Meu pau pulsou ao ver uma gostosa daquelas na minha frente.

Depois descemos pra cozinha. Vale dizer que quando Jesse descia as escadas, a saia levantava com o jeito dela andar e dava pra ver a bunda toda. Além disso, pude reparar como ela rebolava ao caminhar — como ela sempre usava roupas largas, nunca tinha visto o jeito dela andar... mas agora percebia que era uma gatinha, pelo jeito que mexia as pernas.

Fizemos uns sanduíches e comemos conversando besteiras. Eu não conseguia parar de olhar as pernas dela, ela sentada na cadeira mexendo elas igual uma menininha, abrindo e fechando. Depois não sei o que foi pegar no armário, teve que ficar na ponta dos pés... a saia levantou toda, deixando a bunda dela na minha vista, bem na minha frente.

Não aguentei mais, levantei e fiquei atrás dela, abracei, encostando todo o meu volume na bunda dela. Ela parou de procurar no armário e se segurou na pia com as mãos, se deixando apalpar. Minhas mãos percorreram o corpo dela, até ficar massageando os peitos dela. Jesse olhou pra trás, comecei a beijar ela. Ela, além disso, mexia a bunda esfregando no meu volume, me estimulando pra caralho. Uma mão minha já estava passando a mão na buceta dela, nossos corpos se moviam se esfregando um no outro.
Nisso, peguei a Jesse e encostei ela na mesa. Ela se deitou ali, deixando a raba empinada e à minha total disposição. Abaixei a cabeça até as pernas dela, puxei a calcinha pra baixo e comecei a lamber a boceta dela, fazendo ela gemer.

– Aahhh... siiiim... – Ela ofegava com a cabeça apoiada na mesa. Enfiei uns dedos, e minha língua foi um pouco mais pra cima, até o cu dela. Comecei a lamber, tentando enfiar a língua naquele buraquinho apertado, o único que eu ainda não tinha estreado.

– Mmm... Aahhh... – Ela continuava, minha língua ia e vinha da boceta dela pro cu, e eu percebia as pernas dela bambiando de tanto tesão. Tirei meu pau da calça, precisava de ação. Então me levantei, encostei na entrada da boceta dela e deslizei pra dentro sem nenhuma dificuldade.

– Aahhhhhhhhhh... – Jesse suspirou fundo quando sentiu ele dentro. Segurei ela pela cintura e comecei a meter devagar, mas com estocadas fortes. Cada penetrada era respondida com um gemido dela, cada vez mais alto.

– Aahhh!!... ahhh!... ahhhh!... aahhh!!... – A cada vez eu aumentava mais a velocidade. Minhas mãos percorriam o corpo dela, até que umedeci meus dedos com saliva e comecei a passar na raba dela, enfiando um sem muita dificuldade.

– Mmmm!!... aahhh... ahh... – Ela não reclamou muito até eu enfiar um segundo dedo. Comecei a girar eles, tentando abrir o cu dela. Mas meu pau dentro da boceta dela já tava fazendo o trabalho, e não deixava ela reclamar muito.

– Aaahh!... aahhhh!... aaaaaaahhhhhhhhhhhhhh!!!... – Jesse começou a gozar, se agarrando na mesa e arqueando a cintura. Mas eu continuei metendo no mesmo ritmo, sem parar nem um segundo. Consegui enfiar um terceiro dedo no cu dela, ela soltou um gemido, mas continuei abrindo. Até que depois de um tempo, me apoiei nas costas dela, tirei o pau da boceta, lambi ele e encostei na entrada do cu dela.

– Não vai entrar... – Ela disse suspirando, com os cabelos colados no rosto de tanto suor. Eu segurei as mãos dela e imobilizei com o peso do meu corpo, e fiz pressão com meu pau, até que a cabeça entrou.

— Aaahhh!!!... dói!!... — Ela reclamou, fechando os olhos e apertando os dentes. Mas eu continuei e empurrei um pouco mais, deslizando meu pau só uns centímetros.

— Aiihhh!!!... tira!!!... dói!!!... ahhhhh!!... — Ela reclamava, tentava se mexer e sair, mas eu não deixava, segurava ela firme. Continuei fazendo pressão, meu pau ia enterrando cada vez mais. Sentia o anel dela apertando meu pau pra caralho, era muito apertado.

— Só mais um pouquinho e já era... aguenta... — Eu dizia no ouvido dela, vendo que ela já tava com lágrimas nos olhos, apertava os dentes e se segurava na mesa com as mãos, aguentando. Meu pau já tava quase dentro, o corpo da Jesse tremia, até que finalmente, depois de um tempo e muito suor, entrou por completo.

— Me... ahhhgghh... queima... aahh... — Ela reclamava, mas eu deixei meu pau parado lá dentro. Pra aliviar a dor dela, com minha mão comecei a masturbar ela. Ela começou a gemer numa mistura de dor e prazer. Meu pau pulsava de tesão nas entranhas dela, minha mente viajava ao saber que eu tava prestes a comer a irmãzinha da minha namorada de uniforme escolar...

— Aahhh!!... aagghh!!!... aahhh!!!!... — Comecei a bombar, fazendo a Jesse gritar. Tirava um pouco devagar meu pau, e enterrava de novo até as bolas. Ela respirava que parecia que tava num parto, tinha o rosto todo suado e os cabelos caindo na testa.

— Aaah!!... aahhhh!!... ahhhh!!... — Aos poucos aumentava as estocadas. Desabotoei a camisa dela e tirei os peitos pra fora. E enquanto continuava masturbando ela, comecei a massagear os peitos beijando o pescoço dela. Ela gemia já com mais prazer do que dor.

— Aahhh... aahhhh... ahhhh... — Não demorou muito até que só dava pra ouvir prazer vindo dela. então eu me dediquei a foder ela com calma. De vez em quando eu tirava meu pau da bunda dela e enfiava de uma vez na buceta dela... Depois voltava pro cu dela, onde meu pau já entrava deslizando perfeitamente. Eu adorava sentir minha barriga batendo nas nádegas dela a cada estocada.

- Você gosta agora, Jesse?... - perguntei bombando mais forte. Ela dizia "siiiiim" mal conseguindo entre os gemidos. Eu agarrei a cintura dela com as mãos e fui metendo cada vez mais forte, fazendo ela gritar de prazer. A bunda dela vibrava e engolia meu pau até sumir. Depois eu me deitei por cima dela e agarrei os peitos dela, apertando eles, bombando mais forte vendo meu orgasmo e o dela chegando.

- Aahhh... ahhh!!... aahhh!!!... aaahhhhhhhhhhhh!!! - Ela começou a gozar num orgasmo violento, eu não aguentei mais. Dando estocadas fortes que faziam a mesa se mover de lugar, comecei a gozar com jorros enormes de porra dentro da bunda dela, enchendo ela. Era uma sensação incrível que isso me causava, não dá pra descrever. A gente ficou ali, ela embaixo e eu deitado nas costas dela por um tempo, ofegando e recuperando o fôlego, completamente suados. Meu pau foi perdendo o tamanho e eu saí de dentro dela. A Jesse parecia que tinha vindo de uma maratona, tava toda exausta.

- Vamos pro quarto pra você descansar... - falei e ela sorriu. Quando vi ela andando com dificuldade, peguei ela e carreguei no colo, levando até o quarto dela. Ela passou os braços em volta do meu pescoço. Depois coloquei ela na cama, e sem mais, a Jesse dormiu cansada pelo esforço danado que tinha feito. Eu fiquei olhando pra ela, sem acreditar que uma coisinha tão pequena podia me dar tanto prazer. Depois fui tomar banho, tava todo suado, minha meta de desvirgar ela nos três buracos tava cumprida.

Depois de me lavar, deitei com a Jesse abraçando ela, de conchinha. Ela encaixou a bunda bem contra meu volume, dormindo, e a gente ficou assim por umas horas. Quando acordei, já era tipo 5 da tarde. Luciana devia chegar, pelo que eu imaginava, umas 7 da noite, igual a Jazmín. E os pais delas só lá pra noite. Jesse não tava na cama, mas ouvi o barulho da água do chuveiro no banheiro. Ela tava tomando banho, então desci pra cozinha, preparei algo pra comer e fui pra sala ver TV.

— Já tomei banho duas vezes... — Jesse falou sentando do meu lado. Ela tinha trocado de roupa, agora tava com um vestido verde que ia até os joelhos, mas que insinuava a forma dela. Prendeu o cabelo em duas marias-chiquinhas, e tava com um perfume gostoso de rosas que eu curti pra caralho.

— Como você tá se sentindo?... — Perguntei, mas ela deu de ombros e, rindo, disse: “muito bem”. Percebi que não tinha rolado nada, porque eu achava que podia ter machucado ela depois de ter comido ela tão selvagemente na cozinha.

A gente tava vendo TV de boa, enquanto eu tomava um refri, ela tinha um pote de sorvete e comia de um jeito muito sensual. Ela, claro, não sabia que tava fazendo isso. Fiquei olhando como ela metia a colherzinha na boca e apertava os lábios. Ou quando escorria um pouco, ela passava a língua nas mãos. Tava me excitando ver aquilo, até que ela, rindo, falou:

— O quê?... — Sem entender por que eu tava olhando daquele jeito.

— Adoro quando você come sorvete assim... — Falei.

— Como, assim?... — Ela disse comendo outra colherada, me encarando com aqueles olhões azuis. Meu pau tava pulsando dentro da calça, Jesse viu como um volume cada vez maior se formava.

— Coitadinho... agora tô com vontade de comer outra coisa... — Ela falou abaixando o zíper da minha calça, e sem mais, puxou meu pau que saiu estralando, duro e pronto pra ação.

— Mmmmmmm... Assim você gosta?... — Ela disse passando a língua e apertando a haste com uma mão.

— Dá uns beijinhos... isso... — Jesse beijava a cabeça do meu pau. Depois, e isso me surpreendeu pra caralho, pegou sorvete e besuntou meu pau com ele. Começou a passar a língua por todo o comprimento, a A sensação do sorvete frio e da língua morna dela me enlouquecia... finalmente, engoli ele até onde dava. Ela começou a chupar como se tivesse mamando uma mamadeira. Passando a língua sem mexer a cabeça. A menina aprendia muito rápido, me dava sensações muito melhores que qualquer mulher... talvez melhor que a Jazmín.

- Mmmmm... mmm... - Depois, com uma mão agarrei o cabelo dela, tirando do rosto, e enquanto ela subia e descia a cabeça, estiquei a mão até a bunda dela e comecei a enfiar uns dedos. Ela ainda estava dilatada, entraram fácil. E o melhor é que a Jesse nem reclamou ao receber dois dedos.

Olhei a hora, eram seis da tarde, dava tempo pra mais uma sessão de sexo. A Jesse chupava devagar, curtindo todo o comprimento da minha pica com a boca. Depois de um tempo, deitei ela no sofá de barriga pra cima, levantei o vestido, tirei a calcinha dela e enfiei a cabeça entre as pernas dela, era a vez dela.

- Aahhh... siiiim... eu gosto disso... mmmmaaahhh... - A Jesse começou a gemer, apertando minha cabeça com as pernas. Minha língua ia e vinha na rachinha dela, brincando com o clitóris, enfiava dedos, ela se contorcia no sofá gemendo sem parar. Até que depois de uns minutos, ela apertou minha cabeça com as pernas que quase me sufocou, tendo um orgasmo poderoso. Coloquei as pernas dela nos meus ombros e, de uma estocada só, enfiei toda a minha pica na buceta dela.

- Aaahhhhhhhh!!... - Comecei a bombar forte, adorava ouvir ela gritar, ver as tetas dela balançando debaixo do vestido. Fiquei um tempo assim penetrando ela, até que virei ela, tirei o vestido deixando ela pelada... e de quatro enfiei minha pica na bunda dela devagar, mas sem dificuldade.

- aaahhh... devagar... - Ela falou quando comecei a bombar a bunda dela. Agarrei ela pela cintura, metia e tirava meu cacete da bunda dela. Ela mordia a própria mão e tinha os olhos fechados. A gente tava assim, transando, quando ouvi um barulho e, olhando rápido pra porta de entrada do... Vivendo, vejo a Luciana
e o namorado dela olhando pra gente. E o mais chamativo de tudo era que o namorado da Luciana tava com o pau pra fora se masturbando... e a Luciana tava com a mão dentro da calça jeans dela, também se tocando.

Isso me excitou pra caralho, ter plateia. Comecei a bombar a Jesse com mais força.

-Aahhh!!... aahhh!!... aahhh!!!...- Ela gritava. Luciana me olhava com um sorriso nos lábios, segurando uma das tetonas dela e apertando, enquanto com a outra se punhetava forte. Luciana falou algo no ouvido do namorado, e os dois me olharam rindo. Jesse nem percebia isso, tava muito ocupada recebendo meu pau no cu dela brutalmente. Ela mordia os nós dos dedos e tinha a cabeça deitada no chão, com os olhos fechados.

-Aaahhh... aahhh... aahhmmmmmmm... mmmm...- Jesse, que tava ofegante de boca aberta, levantou a cabeça por um momento, apoiando os cotovelos no chão... Eu me deitei nas costas da Jesse, penetrando ela com mais força, e falava no ouvido dela.

-Relaxa, gata... aproveita... você vai ver como vai adorar...- Jesse tentou me afastar um pouco, mas enfiei meus dedos na buceta dela e ela se acalmou. Luciana tinha se sentado no colo do namorado num sofá perto da gente. Me excitei pra caralho vendo ela sem a calça jeans, o namorado amassava as tetonas enormes dela e enfiava os dedos sem parar na buceta. Luciana punhetava o namorado freneticamente. Os dois olhando pra gente, plateia. Luciana tinha um sorriso malicioso na cara... vendo como eu comia a irmã dela.

-Você gosta da minha irmãzinha?...- Disse Luciana me abraçando por trás, apoiando a cabeça no meu ombro. Senti as tetonas enormes dela deitadas nas minhas costas.

-Você gosta da minha irmãzinha? - Ela continuava me perguntando, olhando fixamente meu pau entrando e saindo do cu da Jesse. Ela tinha os olhos fechados e ainda não percebia nada. O corpinho branco dela tava todo suado e se contorcia a toda hora... gozando em múltiplos orgasmos.

-Mmmm!!.... mmmm... mmmm...- Ela ofegava sem parar. A A situação era inacreditável, só faltava a Jasmim chegar e entrar na festa... uma orgia em família.

A Luciana tava passando a mão no meu corpo, me abraçando por trás, até começou a me beijar com tudo, enfiando a língua até o fundo da minha garganta. O namorado dela assistia tudo do sofá, se masturbando.

Ele ria e se surpreendia com o que a gente tava fazendo. Parecia que excitava ele ainda mais ver eu beijando a namorada dele. Comecei a chupar os peitões da Luciana. Deus... eram enormes, tipo duas piñatas. A Luciana apertava minha cabeça contra ela, começando a gemer.

-Aahhhh!!... - Gemeu forte a Jesse, ainda de olhos fechados e aguentando a foda. Era foda pensar na cena. Eu tava metendo na bunda da Jesse, a menina da casa que todo mundo tratava como bonequinha, e ao mesmo tempo tinha a irmã dela, Luciana, esfregando os peitos na minha cara. E sem esquecer do namorado dela se masturbando que nem espectador de filme pornô.

-Aahhh!!!!!... aahhh!!!!!... aahhhhh!!!... - A Jesse continuava gritando. Aumentei as metidas. Tava segurando a Jesse pelas nádegas, cada vez bombava mais rápido, mais forte, e a Jesse gritava cada vez mais.

-Aaaaaahhhh!!... aaaaaahhh!!!!... aaaaaahhhh!!!!.. - A Luciana assistia tudo de perto, enfiando todos os dedos que conseguia, se masturbando. Até que senti que ia gozar, não aguentava mais. Tirei meu pau de dentro da Jesse.

Ela caiu deitada no tapete. Me ajoelhei na frente da Jesse com o pau prestes a explodir na mão, apontando direto pra carinha dela. Quando a Jesse me olhou, comecei a gozar com uns jorros enormes de porra. Ela parecia confusa, mas quando recebeu os primeiros jorros, abriu a boca e colocou a língua pra fora pra receber a porra que caía na cara dela.

-Aaahmmmmm... - Ela gemia enquanto engolia instintivamente minha porra. Esfreguei meu pau na cara dela. A Jesse sozinha abria a boca e metia na boca, chupava como se fosse a coisa mais natural do mundo. E naquele momento foi quando ela percebeu que a Luciana, a irmã dela... Mais velho, estava ao lado dela se masturbando e olhando fixamente para ela.

Luciana, com seu sorriso perverso, ajoelhou-se na frente de Jesse e começou a lamber o rostinho da irmã, limpando com a língua o sêmen que escorria. Jesse só ficava ali deitada, quieta no chão. Eu já esperava qualquer coisa depois daquilo. Ainda mais quando Luciana começou a beijar sua irmãzinha... Jesse abriu os olhos, surpresa ao sentir os lábios da irmã sobre os seus. Mas depois de um tempo, fechou os olhos e se deixou levar por aquele beijo.

— Inacreditável, cara! Inacreditável! — gritava o namorado de Luciana, gozando no sofá. Comemorava o final de um filme que tinha adorado.

Assim que as irmãs se separaram, Luciana pegou a roupa e foi embora com o namorado, dizendo: "Vamos tomar banho!", nos deixando sozinhos. Jesse os seguiu com o olhar, sem entender como eles dois estavam ali. Me olhou confusa e corada, mas já respirando mais calma. Tinha os cabelos bagunçados e o corpo banhado em suor. Ela não entendia nada do que tinha acontecido.

— Como você está se sentindo, Jesse?... — perguntei, esperando que me desse um tapa na cara. Mas ela só me olhava.

Sentou-se no tapete, tentando cobrir o corpo nu. Estava totalmente envergonhada e tímida. Abracei ela, e ela afundou a cabeça no meu peito. Depois de alguns segundos, me disse:

— É... bem... eles nos olharam o tempo todo, né? — perguntou com a voz quase inaudível.

— Sim... mas eles não vão falar nada. Te prometo. Você gostou do que aconteceu agora há pouco?... — perguntei curioso. E ela me olhou e, corando, respondeu:

— Sim... bastante... — e me deu aquele sorriso dela que derretia.

Bom, termina por aqui. Tem outro usuário que já tinha postado esse relato, com mais partes, então vou deixar os links aqui:http://www.poringa.net/posts/relatos/2036165/La-Nena-De-La-Familia-Parte-2.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2036185/La-Nena-De-La-Familia-Parte-3.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2036189/La-Nena-De-La-Familia-Parte-4.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2036195/La-Nena-De-La-Familia-Parte-5.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2036202/La-Nena-De-La-Familia-Parte-6-Final.html

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