Depois de... bah, nem lembro mais quanto tempo, já sei que sou um esquecido (disse Fabian Rodriguez). Desculpa pelo humor negro, mas voltei com o final do relato. Isso é pros haters que falam que nunca termino nada, que vão tomar no cu, velho!!! (se tiver interessadas, é só chamar no PV) hahaha. Bah, enfim, como eu tava dizendo, deixo o final da última história que escrevi; se quiserem, procurem os links dos capítulos anteriores, senão é capaz de não entenderem porra nenhuma (igual o Bianchi no banco do Boca).
Tem coisas ruins na vida; pra mim, uma delas é acordar e não lembrar nem onde tô. Foi exatamente isso que aconteceu naquele dia: acordei pelado, com a pica dolorida, sem ver nem sinal da minha roupa, e não reconhecia o lugar. Levei aqueles típicos 2 ou 3 segundos que vão do fim do sonho até estar realmente acordado, tentando em vão conectar meu cérebro.
Aos poucos, o medo passou e veio uma espécie de mau pressentimento, até que o celular me trouxe de volta à realidade. Era uma mensagem; no visor, lia-se "número privado".
"Espero não ter te acordado, foi incrível, mas precisei sair cedo.
Ah, apaguei umas fotos suas porque não quero virar piada na internet."
Enquanto me vestia e xingava a garota atrevida, trouxeram uma bandeja com café da manhã pro quarto, como se eu tivesse pedido??? E, claro, com a fome típica do dia seguinte, ataquei igual manco em muleta, pensando em tudo que rolou na noite anterior. Mandei um mensagem pro Miguel: "Valeu, tô te devendo uma", e logo veio a resposta:
"Quero fotos!!!"
Ri, pensando que quando ele visse o vídeo, ia cair de bunda ou bater uma punheta daquelas.
O resto do domingo passei me mudando de novo e coçando o saco, até que chegou uma mensagem:
"Você não vai se conectar hoje?"
"Ficou com vontade de mais?" — escrevi, enquanto pensava em como me safar, já que não fazia ideia se o Miguel pretendia entrar e não queria. pisar ela
Não tava entediada e deu vontade de brincar um pouco
Minha internet não tá funcionando direito – menti, esperando que o Mikel não me ferrasse
Uffa, tava com muita vontade
Se quiser, a gente pode se ver – arrisquei, achando que tinha as chaves do apê
Mm, não consigo escapar do meu pai
Te passo o MSN e vejo se consigo conectar, mas não prometo nada – escrevi numa tentativa desesperada
Conectei e ela me adicionou, verdade, a mina parecia que ficava muito excitada com o bate-papo. A gente conversou um pouco sobre a outra noite e ela disse que teve que ir cedo porque tinha jogo de hóquei e o pai ia assistir.
A cock ficou dura pra caralho imaginando aquela putona com as saias curtas que usam pra jogar hóquei e o otário do pai sentado na arquibancada aplaudindo. Tenho que admitir que a garota me tirava do sério e a conversa no chat me deixou a mil. Como os dois ficaram com vontade, combinamos de nos ver na quarta-feira, aproveitando que ela tinha um tempinho (sim, sim, eu tava mais tarado que primeiro neto).
Marquei no apê (não tava nem aí pra nada), então assim que cheguei do trampo, fui tomar banho pra esperar ela. Ela chegou perto das 7, banhada e perfumada.
Tenho menos de uma horinha, às 8 tenho que estar em casa – ela disse
Tempo mais que suficiente – eu falei
Embora você podia ter vindo com o uniforme – acrescentei enquanto a pegava pra dar um beijo
Mm, não gosta de como fica a legging em mim? – ela disse enquanto dava uma voltinha pra mostrar
Realmente, aquela bunda era uma obra de arte
Gosto mais de você sem nada, falei, e de um puxão deixei ela nua da cintura pra baixo, depois comi a boca dela num beijo
A gente se soltou com a fome que tava um do outro, fomos nos comendo, quase com desespero, entre gemidos voaram a camiseta e o sutiã dela e toda a minha roupa. Encapucei e, jogando ela no futon, penetrei, arrancando uma cachoeira de gemidos e ofegos. Adorava brincar com aquele lindo par de peitos ela tinha e, quando trocamos de posição, ela me ofereceu enquanto dava sentadas profundas no meu pau, não violentas, mas daquelas que você sente esmagando suas bolas. Era sublime ver como o rosto dela se transfigurava enquanto me cavalgava. Dava pra sentir as contrações da buceta dela abraçando meu pau. Não demorou muito até eu gozar dentro da camisinha, fazendo ela gozar também.
Não dava tempo pra mais nada, mas ficamos aqueles minutos do pós-sexo, com meu pau ainda dentro dela. Pauli me deu uns beijos carinhosos, daqueles típicos depois da foda, e desmontou pra ir ao banheiro se arrumar.
Preciso confessar que não sou casado como te falei — falei num ataque de sinceridade enquanto olhava ela se vestir.
Percebi quando vi o apartamento — disse ela olhando ao redor.
Eu também não fui honesta com você — completou com carinha de mistério.
Por quê? Em que você mentiu? — perguntei, realmente intrigado.
Não me chamo Paula, me chamo Sabrina. Só que não tive coragem de falar meu nome verdadeiro quando começamos a conversar, e depois já era uma bagunça.
Eu ia responder, mas tocou a campainha. Aí Pauli/Sabrina, ou como caralhos se chamasse, disse que ia embora porque estava ficando tarde.
Desci com ela e demos um último beijo no elevador. Abri pra meu primo (era ele quem tinha tocado a campainha) e, depois das apresentações de praxe, ela se despediu com um "nos vemos no fim de semana", enquanto meu primo ficava acenando de olho na bunda que se afastava. Da minha parte, assim que meu primo subiu, fomos mudando de assunto até que a troca de nome caiu no esquecimento.
No dia seguinte, recebi um SMS:
"Amanhã tô sozinha em casa. Quer vir?"
Obviamente respondi que sim e, como não queria perder nada, falei que chegava umas 10 da noite (depois do futebol).
Naquela sexta, assim que cheguei no vestiário, Miguel me atacou:
— Me conta tudo!
Contei os detalhes e, pra ilustrar, mostrei o vídeo. o que fez um par dos caras que também estavam trocando de roupa pra entrar em campo ficarem curiosos. O celular começou a circular de mão em mão e eu tive que resumir a história rapidinho.
Uhh, que pedaço de puta, como você deixou a bunda dela – Disse o Seba
Porra, que foda você deu nela, negão!!
Só pena que não dá pra ver a cara dela e o som é uma merda – Completou o Guille
E hoje à noite tem tiroteio de novo – Adicionou o Miguel
Porra, então hoje você vai jogar leve – Mandou o Seba, e os outros se cagaram de rir enquanto já entravamos na quadra
Terminou o jogo e, pra ganhar tempo, tomei banho na quadra mesmo, não sem antes levar uma porrada de zoações de quase todo mundo, inclusive do Miguel, que me avisou que não podia chegar perto porque era noite de aniversário com a bruxa dele. Daí peguei um táxi e, pra dar o endereço, tive que ler a mensagem que a Paula/Sabrina tinha me mandado.
Cheguei e ela me recebeu com uma legging preta que ficava incrível nela e uma camiseta esportiva que parecia que ia explodir de tanta pressão dos peitões dela.
Quero que você me coma na minha cama – Ela falou meio sem fôlego enquanto já começávamos a nos despir no corredor mesmo
A roupa voava enquanto a gente caminhava enroscado num abraço bem quente. Caímos na cama e eu devorei a boca dela enquanto ela passava a mão no meu pau por cima da cueca. A gente se beijou como dois caras tarados que não veem a hora de transar. Com fome, com muita língua e umas mordidinhas aqui e ali. Enquanto eu chupava os peitos lindos dela, ela brincava com minha ferramenta, que tava tão quente que, no contato, a mão dela parecia gelada. Enfiei a cara na buceta dela, esfregando todo o sexo dela, usando do nariz ao queixo pra acariciar cada pedaço sensível. Lambi e chupei com gosto cada dobrinha, sentindo ela se encharcar de tesão aos poucos. Ela se contraía e relaxava em ondas de prazer enquanto minha língua percorria a buceta dela até que ela não aguentou mais e Entre gemidos, ela começou a mexer a pélvis, se arqueando e praticamente se masturbando contra minha cara até explodir num orgasmo sonoro.
Fui subindo e, todo ensopado dos sucos dela, dei um beijo nela, que correspondeu enfiando a língua até a garganta e alternando com lambidas por todo o meu rosto.
"Você me deixa louca, seu doido. Sabia?" — ela disse enquanto mordiscava minha orelha.
"É? De verdade?" — falei enquanto me levantava, mostrando minha pica que pedia atenção aos berros.
Sabrina entendeu o joguinho e, em posição de quatro, gateou até onde eu estava e me olhou de baixo, como quem diz "se prepara". Ela se ajeitou e, segurando na minha bunda, enfiou ela sozinha até a garganta. Juro que quase dava pra sentir a campainha roçando na minha pica enquanto ela mexia a boca de um lado pro outro e de trás pra frente, me levando às nuvens. Aos poucos, senti minha pica cada vez mais cheia de baba, enquanto a boca dela deslizava cada vez mais rápido. Devagar, sentia a sucção e o movimento formarem um coquetel de prazer grande demais, quase dava pra sentir a porra nos meus ovos fervendo.
Ela me olhava com cara de puta, e nessa altura eu acho que nem gemia mais, só soltava uns sons indefinidos, algo entre um gemido e um ronco. Acho que se quisesse falar, seria impossível articular uma palavra.
A filha da puta tava me levando ao limite. Quando senti o contato das unhas dela acariciando delicadamente minhas bolas, foi demais. Acho que até saíram os jatos de leite na pressão: um, dois, três, nem sei quantos. Ela tentou engolir tudo, mas não conseguiu, e com uma ânsia violenta cuspiu parte do que tinha na garganta, embora uma parte acho que foi direto pro estômago dela.
Foi tanta sensação que senti que as pernas não me seguravam e simplesmente desabei na cama. Sabrina não tava muito melhor, tava escarrapachada na cama, com os olhos lacrimejando e tossindo meio engasgada de pica. Ainda com uns fiapos branquinhos no canto dos lábios.
Uma sensação de vazio total me dominava e, enquanto tentava recuperar o fôlego, ela se levantou com o rosto desfigurado e foi direto pro banheiro.
Eu me levantei peladão como estava e, recuperado da trepada, fui bisbilhotar o quarto. A escrivaninha estava impecável, com uma pilha de pastas de um lado e um PC (provavelmente foi daí que saíram os chats que começaram tudo, pensei). Do lado da cama tinha uma prateleira e algo me chamou a atenção entre a fileira de livros. Me aproximei e descobri a famosa máscara de bruxa. Tava examinando ela quando a Sabri reapareceu, já recuperada.
Uff, me fez lembrar que tenho que devolver pra minha amiga – Ela disse, tirando a máscara da minha mão.
Uhh, olha como ficou o edredom – Falou ao ver a meleca de vômito.
Fomos os dois até o tanque pra colocar o edredom de molho e me deu vontade de comer ela ali mesmo. Apoiei ela na máquina de lavar e meti um beijo na boca dela. Ela não resistiu e começou a passar a mão na minha pica enquanto abria as pernas pra receber meus carinhos. Ficamos um tempão transando completamente pelados, um apoiado no outro. Aos poucos, os bicos dos peitos dela começaram a endurecer no contato com meu peito e meu pau começou a ficar duro ao sentir o calorzinho da bocetinha dela.
Do jeito que estávamos, de pé, ela abriu mais as pernas e eu me balanceei, enfiando e tirando só a cabecinha, mas nos esquentando pra caralho até que ela não aguentou mais aquela penetração incompleta e se pendurou no meu pescoço, pedindo pra eu enterrar até o fundo, o que eu fiz de verdade. Nessa posição e por causa das nossas alturas, a única coisa que eu podia fazer era aguentar o peso dela enquanto ela subia e descia no meu pau. Quando vi que não aguentava mais e avistei o edredom que tinha ficado no chão, tentei descer o mais suave possível, mas tudo que consegui foi fazer uma espécie de pegada bizarra de luta. terminando os dois no chão meio enroscados
Depois do tombo, voltamos aos carinhos e eu comi ela um pouco de missionário. Era incrível ver a carinha de safada dela e como os peitos balançavam com minhas estocadas. Fui levando ela devagar, com um mete e tira lento mas constante, até sentir como a buceta dela aos poucos ia se contraindo e relaxando, sinal de um orgasmo iminente. Acompanhei mexendo a pelve pra ter o mais fundo que dava enquanto ela soltava uma cachoeira de gemidos. As bochechas dela estavam vermelhas e ela resfolegava chegando ao clímax, abrindo ao máximo as pernas como se quisesse que eu me enfiasse inteiro dentro dela. Quase gozei o que restava dentro dessa buceta linda, mas num lapso de sanidade parei a tempo. Sabri chegou ao orgasmo e buscou minha boca num beijo bem longo enquanto eu continuava me mexendo dentro dela acompanhando o clímax.
Ficamos um tempinho enroscados e eu, que não tinha gozado, pedi:
Fica de quatro
Ela, obediente, se ajeitou no colchão me oferecendo aquela raba enorme. Minha cara foi a de um moleque em loja de brinquedo e eu fui pra cima enfiando na buceta. Era lindo sentir o bater do meu púbis contra a bunda dela. Ela gemia me esquentando ainda mais e não demorou até meu dedo começar a brincar com o cuzinho dela.
Sabia que ela gostava daquilo e os gemidos dela aumentando me davam razão. Ela mesma se jogou mais pra frente, completamente entregue, e eu tirei meu pau procurando o outro buraquinho.
Tava bem molhada e com um pouco de pressão minha cabeça venceu a resistência do esfíncter dela. Devagar fui colocando tudo e enquanto contemplava como entrava e saía meu pau da bundinha apertada dela, meus dedos foram parar na buceta. Isso deixou ela louca e ela mesma balançava a bunda acompanhando minhas estocadas. A sensação daquela bunda apertada e a visão da minha pica sumindo foi demais e entre resfôlegos eu soltei o que tinha Ficou no fundo do intestino dela.
Tirei e ela ficou deitada de bunda pra cima no colchão. Eu me deitei do lado e fiquei acariciando o cabelo dela enquanto admirava meu trabalho na parte de trás. Ficamos um tempinho assim, depois nos vestimos e fui embora porque, segundo ela, os pais podiam chegar a qualquer momento.
Desde aquele dia, não perdíamos chance de nos ver e virávamos uma espécie de casal de foda fixo. O bom Miguel teve a sensatez de, ao perceber que eu ficava cada vez mais desconfortável quando ele perguntava pela "mina", parar de perguntar e nem pedir detalhes — na verdade, parecia até ter esquecido do assunto. Não tinha tanta sorte com o Tongas e o Seba, que sempre que podiam me deixavam louco. A mina me deixava louco, pra ser sincero, mas o bom, ou o bom demais, acaba rápido demais.
Numa segunda-feira, recebo a mensagem da Sabri anunciando a merda:
"Precisamos conversar. Passo aí na sua casa hoje?"
Respondi que sim e, depois do trampo, esperei por ela pra descobrir que ela tava "atrasada". Enquanto pensava como fui tão imbecil em tão pouco tempo e respondia as perguntas dela no automático (aquele que você faz quando tão falando com você e você pensa em mil outras coisas), tentava, como um otário, lembrar quando podia ter sido (como se eu pudesse saber!!!). Por sorte, dentro da minha idiotice e porque a gatinha tinha dois neurônios e percebia que a notícia tava literalmente fudendo minha cabeça, consegui sair dessa decentemente, sem cair em negações ou respostas idiotas.
A semana não passava nunca, e eu pensava que ia ter que assumir a responsabilidade e ainda ter que ir na casa do pai dela pra falar: "Oi, tudo bem? Fiz um filho na sua neném, mas tudo certo, vou cuidar do pivete." Ainda tinha na cabeça que, segundo o Miguel, o pai da mina era meio doido, daqueles perigosos.
Na quinta-feira daquela semana, combinamos que no sábado eu ia aparecer na casa dela (uma idiotice, mas fazer o quê, são momentos em que o bocho não tá funcionando direito).
Na sexta, mesmo sem ter a menor vontade, acabei indo jogar futebol pra espairecer. Nem preciso dizer que naquela sexta eu tava um puta dum otário e no trampo fiz um monte de merda. Finalmente chegou a hora de sair, e quem eu vejo parada na porta com um sorriso de orelha a orelha? Pois é, a Sabrina.
Minha cara de cu deve ter se acentuado, e pensei: essa idiota tá toda feliz por ter a buceta da loira na cabeça. Por sorte ela falou primeiro e evitou que eu soltasse uma besteira.
"Veio pra mim" – ela disse antes mesmo de me cumprimentar.
Em milésimos de segundo, minha cara deve ter passado da do Bianchi pós-clássico pra do Funes Mori depois do gol (incluindo a parte de ser otário, hehe).
"Sabia que você ia ficar feliz!!" – ela continuou falando enquanto eu voltava a acreditar que o barbudo queria algo de mim ou teve pena do futuro trouxa e pensou: não posso dar esse pai pra ele.
Tava tão feliz que fui beijando ela até a casa dela. A gente tava terminando de se despedir (já sem beijos, por causa de algum vizinho fofoqueiro) quando ouço:
"Marquitos!! O que cê tá fazendo por aqui?"
Acho que devo ter ficado branco igual papel, se é que isso é possível, mas a Sabrina ficou cinza de vez. Felizmente, minha habilidade pra mentir é uma qualidade que tenho, então me virei com minha melhor cara de otário.
"Migueel – Achei que ia te encontrar aqui, justo vinha te fazer uma pergunta."
Miguel (era ele), por sorte ou acreditou ou quis acreditar.
"Ah, na real me pegou no pulo porque esqueci o short."
A Sabrina reagiu um pouco e soltou:
"Justo tava falando que geralmente na sexta você sai direto do trampo pra jogar futebol."
O cagasso que me deu começou a fazer efeito. Como num filme, todas as peças começaram a se encaixar de uma vez, e senti uma náusea incontrolável subindo. Minha pressão deve ter caído pra zero mais ou menos, mas sei lá. vi que minha aparência não me denunciava
Como um autômato, respondia ao Miguel e subimos no carro dele "pra não chegar atrasado", enquanto no caminho eu contava a "consulta" que tinha que fazer com ele.
Com a Sabri, a coisa congelou de vez. Da minha parte, foi um baita alívio, já que não conseguia evitar me sentir culpada, embora ela também tivesse muito a perder se o pai descobrisse que ela não era a menina boazinha que ele pensava. E o pobre do Mikell, bom, acho que foi quem mais ganhou, talvez. Consciente ou inconscientemente, fui me afastando um pouco dele. Quem sabe se ele percebeu o perto que esteve de descobrir tudo, ou se algum dos dois desconfiou do que realmente tinha acontecido...
FIM
Tem coisas ruins na vida; pra mim, uma delas é acordar e não lembrar nem onde tô. Foi exatamente isso que aconteceu naquele dia: acordei pelado, com a pica dolorida, sem ver nem sinal da minha roupa, e não reconhecia o lugar. Levei aqueles típicos 2 ou 3 segundos que vão do fim do sonho até estar realmente acordado, tentando em vão conectar meu cérebro.
Aos poucos, o medo passou e veio uma espécie de mau pressentimento, até que o celular me trouxe de volta à realidade. Era uma mensagem; no visor, lia-se "número privado".
"Espero não ter te acordado, foi incrível, mas precisei sair cedo.
Ah, apaguei umas fotos suas porque não quero virar piada na internet."
Enquanto me vestia e xingava a garota atrevida, trouxeram uma bandeja com café da manhã pro quarto, como se eu tivesse pedido??? E, claro, com a fome típica do dia seguinte, ataquei igual manco em muleta, pensando em tudo que rolou na noite anterior. Mandei um mensagem pro Miguel: "Valeu, tô te devendo uma", e logo veio a resposta:
"Quero fotos!!!"
Ri, pensando que quando ele visse o vídeo, ia cair de bunda ou bater uma punheta daquelas.
O resto do domingo passei me mudando de novo e coçando o saco, até que chegou uma mensagem:
"Você não vai se conectar hoje?"
"Ficou com vontade de mais?" — escrevi, enquanto pensava em como me safar, já que não fazia ideia se o Miguel pretendia entrar e não queria. pisar ela
Não tava entediada e deu vontade de brincar um pouco
Minha internet não tá funcionando direito – menti, esperando que o Mikel não me ferrasse
Uffa, tava com muita vontade
Se quiser, a gente pode se ver – arrisquei, achando que tinha as chaves do apê
Mm, não consigo escapar do meu pai
Te passo o MSN e vejo se consigo conectar, mas não prometo nada – escrevi numa tentativa desesperada
Conectei e ela me adicionou, verdade, a mina parecia que ficava muito excitada com o bate-papo. A gente conversou um pouco sobre a outra noite e ela disse que teve que ir cedo porque tinha jogo de hóquei e o pai ia assistir.
A cock ficou dura pra caralho imaginando aquela putona com as saias curtas que usam pra jogar hóquei e o otário do pai sentado na arquibancada aplaudindo. Tenho que admitir que a garota me tirava do sério e a conversa no chat me deixou a mil. Como os dois ficaram com vontade, combinamos de nos ver na quarta-feira, aproveitando que ela tinha um tempinho (sim, sim, eu tava mais tarado que primeiro neto).
Marquei no apê (não tava nem aí pra nada), então assim que cheguei do trampo, fui tomar banho pra esperar ela. Ela chegou perto das 7, banhada e perfumada.
Tenho menos de uma horinha, às 8 tenho que estar em casa – ela disse
Tempo mais que suficiente – eu falei
Embora você podia ter vindo com o uniforme – acrescentei enquanto a pegava pra dar um beijo
Mm, não gosta de como fica a legging em mim? – ela disse enquanto dava uma voltinha pra mostrar
Realmente, aquela bunda era uma obra de arte
Gosto mais de você sem nada, falei, e de um puxão deixei ela nua da cintura pra baixo, depois comi a boca dela num beijo
A gente se soltou com a fome que tava um do outro, fomos nos comendo, quase com desespero, entre gemidos voaram a camiseta e o sutiã dela e toda a minha roupa. Encapucei e, jogando ela no futon, penetrei, arrancando uma cachoeira de gemidos e ofegos. Adorava brincar com aquele lindo par de peitos ela tinha e, quando trocamos de posição, ela me ofereceu enquanto dava sentadas profundas no meu pau, não violentas, mas daquelas que você sente esmagando suas bolas. Era sublime ver como o rosto dela se transfigurava enquanto me cavalgava. Dava pra sentir as contrações da buceta dela abraçando meu pau. Não demorou muito até eu gozar dentro da camisinha, fazendo ela gozar também.
Não dava tempo pra mais nada, mas ficamos aqueles minutos do pós-sexo, com meu pau ainda dentro dela. Pauli me deu uns beijos carinhosos, daqueles típicos depois da foda, e desmontou pra ir ao banheiro se arrumar.
Preciso confessar que não sou casado como te falei — falei num ataque de sinceridade enquanto olhava ela se vestir.
Percebi quando vi o apartamento — disse ela olhando ao redor.
Eu também não fui honesta com você — completou com carinha de mistério.
Por quê? Em que você mentiu? — perguntei, realmente intrigado.
Não me chamo Paula, me chamo Sabrina. Só que não tive coragem de falar meu nome verdadeiro quando começamos a conversar, e depois já era uma bagunça.
Eu ia responder, mas tocou a campainha. Aí Pauli/Sabrina, ou como caralhos se chamasse, disse que ia embora porque estava ficando tarde.
Desci com ela e demos um último beijo no elevador. Abri pra meu primo (era ele quem tinha tocado a campainha) e, depois das apresentações de praxe, ela se despediu com um "nos vemos no fim de semana", enquanto meu primo ficava acenando de olho na bunda que se afastava. Da minha parte, assim que meu primo subiu, fomos mudando de assunto até que a troca de nome caiu no esquecimento.
No dia seguinte, recebi um SMS:
"Amanhã tô sozinha em casa. Quer vir?"
Obviamente respondi que sim e, como não queria perder nada, falei que chegava umas 10 da noite (depois do futebol).
Naquela sexta, assim que cheguei no vestiário, Miguel me atacou:
— Me conta tudo!
Contei os detalhes e, pra ilustrar, mostrei o vídeo. o que fez um par dos caras que também estavam trocando de roupa pra entrar em campo ficarem curiosos. O celular começou a circular de mão em mão e eu tive que resumir a história rapidinho.
Uhh, que pedaço de puta, como você deixou a bunda dela – Disse o Seba
Porra, que foda você deu nela, negão!!
Só pena que não dá pra ver a cara dela e o som é uma merda – Completou o Guille
E hoje à noite tem tiroteio de novo – Adicionou o Miguel
Porra, então hoje você vai jogar leve – Mandou o Seba, e os outros se cagaram de rir enquanto já entravamos na quadra
Terminou o jogo e, pra ganhar tempo, tomei banho na quadra mesmo, não sem antes levar uma porrada de zoações de quase todo mundo, inclusive do Miguel, que me avisou que não podia chegar perto porque era noite de aniversário com a bruxa dele. Daí peguei um táxi e, pra dar o endereço, tive que ler a mensagem que a Paula/Sabrina tinha me mandado.
Cheguei e ela me recebeu com uma legging preta que ficava incrível nela e uma camiseta esportiva que parecia que ia explodir de tanta pressão dos peitões dela.
Quero que você me coma na minha cama – Ela falou meio sem fôlego enquanto já começávamos a nos despir no corredor mesmo
A roupa voava enquanto a gente caminhava enroscado num abraço bem quente. Caímos na cama e eu devorei a boca dela enquanto ela passava a mão no meu pau por cima da cueca. A gente se beijou como dois caras tarados que não veem a hora de transar. Com fome, com muita língua e umas mordidinhas aqui e ali. Enquanto eu chupava os peitos lindos dela, ela brincava com minha ferramenta, que tava tão quente que, no contato, a mão dela parecia gelada. Enfiei a cara na buceta dela, esfregando todo o sexo dela, usando do nariz ao queixo pra acariciar cada pedaço sensível. Lambi e chupei com gosto cada dobrinha, sentindo ela se encharcar de tesão aos poucos. Ela se contraía e relaxava em ondas de prazer enquanto minha língua percorria a buceta dela até que ela não aguentou mais e Entre gemidos, ela começou a mexer a pélvis, se arqueando e praticamente se masturbando contra minha cara até explodir num orgasmo sonoro.
Fui subindo e, todo ensopado dos sucos dela, dei um beijo nela, que correspondeu enfiando a língua até a garganta e alternando com lambidas por todo o meu rosto.
"Você me deixa louca, seu doido. Sabia?" — ela disse enquanto mordiscava minha orelha.
"É? De verdade?" — falei enquanto me levantava, mostrando minha pica que pedia atenção aos berros.
Sabrina entendeu o joguinho e, em posição de quatro, gateou até onde eu estava e me olhou de baixo, como quem diz "se prepara". Ela se ajeitou e, segurando na minha bunda, enfiou ela sozinha até a garganta. Juro que quase dava pra sentir a campainha roçando na minha pica enquanto ela mexia a boca de um lado pro outro e de trás pra frente, me levando às nuvens. Aos poucos, senti minha pica cada vez mais cheia de baba, enquanto a boca dela deslizava cada vez mais rápido. Devagar, sentia a sucção e o movimento formarem um coquetel de prazer grande demais, quase dava pra sentir a porra nos meus ovos fervendo.
Ela me olhava com cara de puta, e nessa altura eu acho que nem gemia mais, só soltava uns sons indefinidos, algo entre um gemido e um ronco. Acho que se quisesse falar, seria impossível articular uma palavra.
A filha da puta tava me levando ao limite. Quando senti o contato das unhas dela acariciando delicadamente minhas bolas, foi demais. Acho que até saíram os jatos de leite na pressão: um, dois, três, nem sei quantos. Ela tentou engolir tudo, mas não conseguiu, e com uma ânsia violenta cuspiu parte do que tinha na garganta, embora uma parte acho que foi direto pro estômago dela.
Foi tanta sensação que senti que as pernas não me seguravam e simplesmente desabei na cama. Sabrina não tava muito melhor, tava escarrapachada na cama, com os olhos lacrimejando e tossindo meio engasgada de pica. Ainda com uns fiapos branquinhos no canto dos lábios.
Uma sensação de vazio total me dominava e, enquanto tentava recuperar o fôlego, ela se levantou com o rosto desfigurado e foi direto pro banheiro.
Eu me levantei peladão como estava e, recuperado da trepada, fui bisbilhotar o quarto. A escrivaninha estava impecável, com uma pilha de pastas de um lado e um PC (provavelmente foi daí que saíram os chats que começaram tudo, pensei). Do lado da cama tinha uma prateleira e algo me chamou a atenção entre a fileira de livros. Me aproximei e descobri a famosa máscara de bruxa. Tava examinando ela quando a Sabri reapareceu, já recuperada.
Uff, me fez lembrar que tenho que devolver pra minha amiga – Ela disse, tirando a máscara da minha mão.
Uhh, olha como ficou o edredom – Falou ao ver a meleca de vômito.
Fomos os dois até o tanque pra colocar o edredom de molho e me deu vontade de comer ela ali mesmo. Apoiei ela na máquina de lavar e meti um beijo na boca dela. Ela não resistiu e começou a passar a mão na minha pica enquanto abria as pernas pra receber meus carinhos. Ficamos um tempão transando completamente pelados, um apoiado no outro. Aos poucos, os bicos dos peitos dela começaram a endurecer no contato com meu peito e meu pau começou a ficar duro ao sentir o calorzinho da bocetinha dela.
Do jeito que estávamos, de pé, ela abriu mais as pernas e eu me balanceei, enfiando e tirando só a cabecinha, mas nos esquentando pra caralho até que ela não aguentou mais aquela penetração incompleta e se pendurou no meu pescoço, pedindo pra eu enterrar até o fundo, o que eu fiz de verdade. Nessa posição e por causa das nossas alturas, a única coisa que eu podia fazer era aguentar o peso dela enquanto ela subia e descia no meu pau. Quando vi que não aguentava mais e avistei o edredom que tinha ficado no chão, tentei descer o mais suave possível, mas tudo que consegui foi fazer uma espécie de pegada bizarra de luta. terminando os dois no chão meio enroscados
Depois do tombo, voltamos aos carinhos e eu comi ela um pouco de missionário. Era incrível ver a carinha de safada dela e como os peitos balançavam com minhas estocadas. Fui levando ela devagar, com um mete e tira lento mas constante, até sentir como a buceta dela aos poucos ia se contraindo e relaxando, sinal de um orgasmo iminente. Acompanhei mexendo a pelve pra ter o mais fundo que dava enquanto ela soltava uma cachoeira de gemidos. As bochechas dela estavam vermelhas e ela resfolegava chegando ao clímax, abrindo ao máximo as pernas como se quisesse que eu me enfiasse inteiro dentro dela. Quase gozei o que restava dentro dessa buceta linda, mas num lapso de sanidade parei a tempo. Sabri chegou ao orgasmo e buscou minha boca num beijo bem longo enquanto eu continuava me mexendo dentro dela acompanhando o clímax.
Ficamos um tempinho enroscados e eu, que não tinha gozado, pedi:
Fica de quatro
Ela, obediente, se ajeitou no colchão me oferecendo aquela raba enorme. Minha cara foi a de um moleque em loja de brinquedo e eu fui pra cima enfiando na buceta. Era lindo sentir o bater do meu púbis contra a bunda dela. Ela gemia me esquentando ainda mais e não demorou até meu dedo começar a brincar com o cuzinho dela.
Sabia que ela gostava daquilo e os gemidos dela aumentando me davam razão. Ela mesma se jogou mais pra frente, completamente entregue, e eu tirei meu pau procurando o outro buraquinho.
Tava bem molhada e com um pouco de pressão minha cabeça venceu a resistência do esfíncter dela. Devagar fui colocando tudo e enquanto contemplava como entrava e saía meu pau da bundinha apertada dela, meus dedos foram parar na buceta. Isso deixou ela louca e ela mesma balançava a bunda acompanhando minhas estocadas. A sensação daquela bunda apertada e a visão da minha pica sumindo foi demais e entre resfôlegos eu soltei o que tinha Ficou no fundo do intestino dela.
Tirei e ela ficou deitada de bunda pra cima no colchão. Eu me deitei do lado e fiquei acariciando o cabelo dela enquanto admirava meu trabalho na parte de trás. Ficamos um tempinho assim, depois nos vestimos e fui embora porque, segundo ela, os pais podiam chegar a qualquer momento.
Desde aquele dia, não perdíamos chance de nos ver e virávamos uma espécie de casal de foda fixo. O bom Miguel teve a sensatez de, ao perceber que eu ficava cada vez mais desconfortável quando ele perguntava pela "mina", parar de perguntar e nem pedir detalhes — na verdade, parecia até ter esquecido do assunto. Não tinha tanta sorte com o Tongas e o Seba, que sempre que podiam me deixavam louco. A mina me deixava louco, pra ser sincero, mas o bom, ou o bom demais, acaba rápido demais.
Numa segunda-feira, recebo a mensagem da Sabri anunciando a merda:
"Precisamos conversar. Passo aí na sua casa hoje?"
Respondi que sim e, depois do trampo, esperei por ela pra descobrir que ela tava "atrasada". Enquanto pensava como fui tão imbecil em tão pouco tempo e respondia as perguntas dela no automático (aquele que você faz quando tão falando com você e você pensa em mil outras coisas), tentava, como um otário, lembrar quando podia ter sido (como se eu pudesse saber!!!). Por sorte, dentro da minha idiotice e porque a gatinha tinha dois neurônios e percebia que a notícia tava literalmente fudendo minha cabeça, consegui sair dessa decentemente, sem cair em negações ou respostas idiotas.
A semana não passava nunca, e eu pensava que ia ter que assumir a responsabilidade e ainda ter que ir na casa do pai dela pra falar: "Oi, tudo bem? Fiz um filho na sua neném, mas tudo certo, vou cuidar do pivete." Ainda tinha na cabeça que, segundo o Miguel, o pai da mina era meio doido, daqueles perigosos.
Na quinta-feira daquela semana, combinamos que no sábado eu ia aparecer na casa dela (uma idiotice, mas fazer o quê, são momentos em que o bocho não tá funcionando direito).
Na sexta, mesmo sem ter a menor vontade, acabei indo jogar futebol pra espairecer. Nem preciso dizer que naquela sexta eu tava um puta dum otário e no trampo fiz um monte de merda. Finalmente chegou a hora de sair, e quem eu vejo parada na porta com um sorriso de orelha a orelha? Pois é, a Sabrina.
Minha cara de cu deve ter se acentuado, e pensei: essa idiota tá toda feliz por ter a buceta da loira na cabeça. Por sorte ela falou primeiro e evitou que eu soltasse uma besteira.
"Veio pra mim" – ela disse antes mesmo de me cumprimentar.
Em milésimos de segundo, minha cara deve ter passado da do Bianchi pós-clássico pra do Funes Mori depois do gol (incluindo a parte de ser otário, hehe).
"Sabia que você ia ficar feliz!!" – ela continuou falando enquanto eu voltava a acreditar que o barbudo queria algo de mim ou teve pena do futuro trouxa e pensou: não posso dar esse pai pra ele.
Tava tão feliz que fui beijando ela até a casa dela. A gente tava terminando de se despedir (já sem beijos, por causa de algum vizinho fofoqueiro) quando ouço:
"Marquitos!! O que cê tá fazendo por aqui?"
Acho que devo ter ficado branco igual papel, se é que isso é possível, mas a Sabrina ficou cinza de vez. Felizmente, minha habilidade pra mentir é uma qualidade que tenho, então me virei com minha melhor cara de otário.
"Migueel – Achei que ia te encontrar aqui, justo vinha te fazer uma pergunta."
Miguel (era ele), por sorte ou acreditou ou quis acreditar.
"Ah, na real me pegou no pulo porque esqueci o short."
A Sabrina reagiu um pouco e soltou:
"Justo tava falando que geralmente na sexta você sai direto do trampo pra jogar futebol."
O cagasso que me deu começou a fazer efeito. Como num filme, todas as peças começaram a se encaixar de uma vez, e senti uma náusea incontrolável subindo. Minha pressão deve ter caído pra zero mais ou menos, mas sei lá. vi que minha aparência não me denunciava
Como um autômato, respondia ao Miguel e subimos no carro dele "pra não chegar atrasado", enquanto no caminho eu contava a "consulta" que tinha que fazer com ele.
Com a Sabri, a coisa congelou de vez. Da minha parte, foi um baita alívio, já que não conseguia evitar me sentir culpada, embora ela também tivesse muito a perder se o pai descobrisse que ela não era a menina boazinha que ele pensava. E o pobre do Mikell, bom, acho que foi quem mais ganhou, talvez. Consciente ou inconscientemente, fui me afastando um pouco dele. Quem sabe se ele percebeu o perto que esteve de descobrir tudo, ou se algum dos dois desconfiou do que realmente tinha acontecido...
FIM
13 comentários - Tomara que nunca aconteça com vocês (Final)
Muy bueno, me leí los anteriores y acabé como es debido.
Final feliz y a otra cosa mariposa, eso si, no te olvides de rezarle a San Zaffaroni !!
Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post. Vos... ¿comentaste el mío?
Bueno, más allá de eso, una gran alegría volverlo a leer. Como si fuera poco, cuando vi este post me fui a repasar el anterior, así que me vengo deleitando con sus andanzas desde hace rato largo.
Muy buena historia, con detalles de los hechos y de las cosas que pasan por la cabeza, con humor... Muy caliente.
Beso, puntos y reco.
Hoy di todos mis puntos, pero voy a volver, te lo prometo!
Linda historia querido...
vos no aprendes mas!.. te lo conté? 😛
Besotes...