Despertando a libido da filhinha do papai

Antes de mais nada, não dedico este relato a ninguém, mas me inspirei numa garota da TV mexicana chamada Olivia Zeron — podem procurar ela no YouTube pra imaginar melhor minha protagonista.

Oi, meu nome é Olivia e quero contar o que aconteceu há uns anos na casa do meu pai, na Cidade do México, mas antes quero me descrever, tanto eu quanto minha situação. Naquela época, eu tinha 32 anos e me considerava uma mulher monótona e sem graça. Na minha vida, até então, só tinha tido dois namorados. Com um deles, tive uma experiência desagradável, porque nas últimas vezes ele praticamente exigia que eu fizesse um ménage com ele e os dois irmãos dele, que eram uns porcos. Claro que recusei, e ele me bateu, e depois tentou me estuprar. Felizmente, alguém ouviu meus gritos e me livrou daqueles três canalhas. Outra vez, um dos primeiros chefes que tive também tentou, mas eu acertei ele com um vaso e saí correndo do escritório. Naquela ocasião, saí quase pelada até encontrar um policial que me ajudou, embora ele também tenha tentado se passar por esperto comigo.

Essas, além de outras experiências ruins, fizeram com que eu tenha dificuldade em me relacionar com homens. É tão difícil conhecer alguém novo sem antes julgá-lo ou temer que ele só queira algo sexual de mim. Preciso dizer isso porque me considero uma mulher muito gostosa. Sou de pele branca, tenho cabelo comprido e bem cuidado num tom castanho quase escuro. Embora não malhe muito, tenho uma barriga semi-sarada, pernas longas e bonitas, além de uma bunda empinada e gostosa. Tenho 1,78m e lábios lindos e carnudos. Talvez meu maior atrativo sejam meus peitos, porque desde que me lembro eles sempre foram enormes. Teve uma época em que me incomodavam muito, porque praticamente por causa deles eu não podia sair na rua sem me sentir incomodada com os olhares dos homens. No entanto, depois da minha experiência com o papai, minha perspectiva de praticamente tudo mudou em mim.

Bom, tudo Começou quando eu pedi demissão de um emprego que tinha como colunista num jornalzinho na cidade de Puebla, no México. Eu estudei comunicação na Universidade Autônoma de Puebla, onde nasci e vivi a vida inteira com minha mãe e minha tia. Pedi demissão depois que o jornal faliu e começou a pagar salários muito baixos, que não me interessavam. Mais ou menos um mês depois disso, minha mãe recebeu uma ligação do meu pai. Mesmo separados há tanto tempo, eles ainda mantinham uma relação de amizade, e meu pai ligava pra minha mãe umas três vezes por ano. Naquela vez foi bem diferente, porque papai ligou pra contar pra mamãe que estava numa depressão profunda, já que meses antes tinha fracassado no novo casamento, e ofereceu pra mamãe passar um tempo com ele. Mamãe disse que não podia, mas me ofereceu como opção, porque achava que eu também tava passando por um momento difícil e achou que a gente se ajudaria. Eu, apesar de ter visto meu pai pela última vez quando tinha 12 anos, sempre que ele ligava perguntava muito por mim e às vezes a gente conversava por um tempão antes de passar o telefone pra mamãe. A ideia de passar uma temporada com papai não me desagradou.

Cheguei um dia de manhã no terminal de ônibus da Cidade do México, daí peguei um táxi pro endereço que papai tinha me dado (aliás, o nome dele é Gilberto). Toquei a campainha de uma casa pequena mas agradável, de fachada amarela, e finalmente ele apareceu. Nada elegante, nada atraente, quase não lembrava dele, mas na minha frente estava um homem comido pelos anos. Ele tinha 52 anos, mas parecia mais velho. Tava vestindo um roupão azul-rei com listras vermelhas na borda, umas sandálias que deixavam os dedos envelhecidos de fora, usava óculos, o cabelo era grisalho e cheio de rugas. Quando me viu, a gente se abraçou, e se eu tive essa impressão dele, ele com certeza teve a impressão contrária de mim. Pois é, eu sentia os olhares dele, e no resto do dia ele não parou de me lembrar como eu era gostosa. Ele me levou pra casa dele, era linda, grande e com móveis elegantes, não me surpreendi tanto porque meu pai era um advogado de relativo sucesso. Depois ele se desculpou pelo jeito que estava vestido e subiu pra se trocar, eu aproveitei pra examinar a casa toda. Tinha uma sala enorme com poltronas de couro vinho, um minibar, e até uma mesinha de pôquer, achei a casa linda.

Naquela noite, eu e papai conversamos enquanto bebia no minibar dele, falávamos de tudo, mas principalmente de coisas pessoais, sabe... quanto tempo sem te ver, como você cresceu, onde estudou, como está sua mãe, etc. Eu subi pra dormir umas 3 da manhã, papai continuou bebendo mais um pouco, ouvi ele aumentar o volume da música. Eu me preparei pra dormir com uma camiseta branca de alcinha e uma calça de moletom azul pastel, fiquei lendo mais um tempo com a luminária do escritório ainda acesa. Passaram uns 40 minutos quando papai subiu e invadiu o quarto de hóspedes, que é onde eu ia ficar esses meses. Vi ele entrar com uma taça na mão, a camisa branca meio desabotoada, deixando aparecer um nojento peito grisalho, e papai estava mais bêbado ainda. Ele disse:

— Não consegue dormir, não?

Respondi com voz suave que não, então ele, quase cambaleando de bêbado, se aproximou da cama e sentou do meu lado. Me olhou com um ar pensativo e de repente soltou o discurso, disse que me amava, que estava arrependido, etc. Eu fui levando na dele, porque entendia que ele estava bêbado. Aliás, enquanto papai falava comigo, começou a acariciar meu braço, deslizando a palma da mão lentamente pra cima e pra baixo no meu braço esquerdo. Depois foi pro meu ombro, primeiro acariciou por baixo da alcinha fininha branca que cobria, aí tirou a alcinha, puxando pra baixo e deixando meu ombro esquerdo nu, que era o mais perto dele onde estava sentado. Tudo isso enquanto ele continuava falando, passou mais um tempo me acariciando, até que eu cortei dizendo que precisava dormir. Nos despedimos com um abraço, e ele voltou a me acariciar, mas agora nas costas. Quando nos abraçamos, eu sentia como o peito dele apertava meus seios enormes e sabia que ele também sentia. Confirmei quando ele se afastou e, bem antes de sair pela porta, me disse; fez com as mãos um gesto como se também tivesse peitos e os apertasse, dizendo...

- Aliás, gata... dá pra ver que você cresceu, hein.

Eu fiquei vermelha, mas mais do que tudo, fiquei assustada. Só consegui dar boa noite com um sorriso e esperei ele ir embora para trancar a porta com o cadeado. Depois do que tinha visto, bem que podia acontecer de ele entrar de noite para querer me apalpar. Então me garanti.

Bom, se passaram mais duas semanas onde, aos poucos, fui me acostumando com ele. Até comecei a me apegar. Às vezes saíamos para jantar, outras só para o cinema. Eu curtia a companhia dele e, sinceramente, não senti mais nada de suspeito da parte dele. Mais ainda, acho que estava pegando algo mais do que carinho por ele, mas não tinha certeza do que era. Ele tinha se mostrado um homem cavalheiro e atencioso, engraçado e elegante.

Um dia, já depois de duas semanas, papai me disse que ia convidar os amigos para o que eles chamavam de noite de pôquer. Eu disse que concordava e que tentaria socializar pelo menos umas duas horas com eles. Então chegou o dia. Era uma sexta-feira, no fim da tarde, já de noite. Eu estava no meu quarto quando ouvi que eles chegaram. Me vesti, coloquei um vestidinho vermelho com bolinhas brancas. O vestido cobria só até os joelhos e tinha um decaço enorme. Por baixo do vestido, coloquei umas meias pretas semitransparentes e uns saltos pretos finos. Eu estava muito gostosa. Aí desci as escadas e vi três homens além do meu pai, todos conversando e sentados na sala. Fiquei meio nervosa de estar numa reunião só de homens, e não me enganei. O que estava prestes a acontecer comigo... mudaria minha vida.
Descia as escadas com cuidado, já que estava de salto alto, e enquanto descia, as meias nas minhas pernas, ao se roçarem, faziam um barulhinho sexy; flirp!!. Ao ir descendo, notei quatro homens sentados na sala, um deles era meu pai, ninguém me notou até eu descer completamente, papai me apresentou àqueles outros três cavalheiros. O primeiro era Esteban, de 42 anos, colega do escritório de advocacia do papai, era o mais novo dos presentes e também o mais atraente, ele era alto, de corpo largo e aparentemente musculoso, tinha a cabeça raspada e pele branca, com um pouco de barba. O segundo era Manuel, de 51 anos, o mais velho de todos, amigo de infância do papai, ele era sem dúvida o mais desagradável, baixinho, com cerca de 1,68m de altura, barrigudo, cabelos grisalhos e bagunçados, pele morena e mal vestido, me lembrava aquele ator de filmes de putaria, Rafael Inclán. Finalmente, tinha Daniel, de 48 anos, também barrigudo, mas por causa da altura disfarçava melhor, também careca, pele muito branca e de óculos, ele era amigo do Esteban e por isso o papai o conhecia. Bem, papai me apresentou aos amigos dele, e os três me pareceram muito simpáticos, claro que ao me apresentar, nenhum dos quatro (incluindo o papai) parava de olhar pro meu decote, a verdade é que eu estava muito gostosa naquela noite, papai até me obrigou a dar uma volta depois de dizer que eu estava linda.
A noite foi passando, pensei que ia ser difícil socializar, mas aqueles três cavalheiros eram gente muito agradável e animada, lá pelas 21:00 começamos a beber e dançar, os que mais dançavam comigo eram o Manuel e o papai, o Esteban, que era casado, passou a maior parte da noite grudado no celular, e notei que o Daniel ficava nervoso perto de mim; o Manuel era um bom dançarino e muito respeitoso, mas o papai (que já estava começando a ficar bêbado) passava a mão na minha cintura de um jeito muito safado e também apertava intencionalmente nossos corpos, me deixando desconfortável, eu, meio grossa, o Ele se afastava de mim bruscamente, era meu pai, mas eu não gostava que me apalpassem. Bateu 22h, Esteban, depois de uma ligação longa, se despediu. Parece que o filho dele estava sozinho em casa e a esposa dele estava puta por causa disso. Ele se mandou e a festa continuou. 23h e o pai já tava roncando no sofá. Manuel, Daniel e eu batemos papo no sofá, a bebida já tava subindo, mas eu ainda raciocinava bem. Daniel se ofereceu pra levar o pai pro quarto e deitar ele. Quando desceu, entrou na conversa minha e do Manuel e me perguntou:

— Tem certeza que não tá cansada, neném? Se quiser, a gente vaza.
— Não, de jeito nenhum. Tava precisando de um desestresse desses. Respondi.

Daniel sentou do meu lado direito no sofá vinho de couro, e Manuel do meu esquerdo. Bateu meia-noite, e eu já tava meio bêbada. Ia falar pra eles, mas tava me divertindo pra caralho, e ainda por cima tinha certeza que eles já tinham notado. Eles estavam na maior tranquilidade. Manuel já tinha a mão no meu joelho, e ia subindo mais, confiante ao ver que eu não falava nada. Daniel sabia que o jogo tinha começado. Chegou mais perto de mim, arrumou meu cabelo atrás da orelha e perguntou:

— Ei. E o teu namorado, o que ele acha?
— Acha do quê? Respondi com uma risadinha besta.
— Ora... de uma gostosa como você estar no meio de dois lobos do mar que nem eu e o Manuel, a essa hora.
Manuel soltou uma risadinha.
— Olha... primeiro, não tenho namorado. E segundo, o que teria de errado em estar com vocês? São uns cavalheiros, não são?

Perguntei num tom de brincadeira. Não por estar dando mole (embora parecesse), mas por estar bêbada. Os dois riram.

— Olha só (Manuel respondeu, enquanto com os dedos pegava meu queixo como se fosse me beijar) a gente pode ser cavalheiro quando você pedir, minha rainha. Mas antes de tudo, somos homens. E tem que admitir que você é uma gostosa pra caralho.

Depois de falar isso, ele abaixou os dedos e esticou o tecido do decote no meio da separação que marca meus peitos. Fez como se fosse espiar, mas não foi. fez, ele olhou nos meus olhos, nisso vi que o Daniel vinha com algo na mão, verdade que nem tinha notado a ausência dele, vi que era um copo marrom de madeira. Ele sentou do meu lado e me disse balançando o copo...

- Olha só, meu amor, pra você ver que não estamos abusando de você, vamos jogar um negócio. Topa?
- Do que se trata? Perguntei sorrindo.
- Pois é... nesse copinho coloquei quatro dados, três são dados normais e um é um dado de cubilete, se você tirar o dado de cubilete, você dá um castigo pra nós dois. Mas se tirar qualquer outro dado, a gente escolhe um castigo pra você.
- He he he, ok, mas que tipo de castigos?

Os dois riram e o Manuel disse...

- Meu amor... você é ou se faz? Sério que precisa falar?
- Não, não entendi. Falei sorrindo pra ele.

Aí o Daniel interrompeu...

- Pois é, já sabe, algo erótico, beijos, palmadas, peças de roupa...
- P-p-p-mas...
- Olha, gata. Somos adultos, né? Disse o Manuel.
- P-p-pois... s-s-s...
- Além disso, você não tem namorado, né? Me interrompeu o Daniel.
- P-p-pois... mmm, ok. Aceito, cavalheiros. Mas não abusem.

O Daniel balançou o copo e mandou eu enfiar a mão sem olhar, aí a lei da probabilidade apareceu. Tirei um dado com pontinhos.

- Olha só, olha só... uivou o Daniel rindo. Hora de cumprir, meu amor.
- Ok, o que vocês querem? Falei num tom nervoso.

Por um momento cochicharam no ouvido um do outro, e aí o Daniel pediu pra eu tirar o vestido. Soltei um suspiro como quem diz: "já que é..." e comecei a tirar depressa, nisso o Manuel interrompeu.

- Ei, ei, ei, devagarzinho, minha rainha.

Obedeci. Eu tava de pé na frente do sofá e eles sentados na minha frente. Tirei o vestido devagar, primeiro a fitinha da cintura e assim, aos poucos, o vestido. Não tava de sutiã, então sabia que ia ficar semidespida, com os peitos de fora, minha calcinha preta e as meias, só isso.

Por fim fiquei pelada na frente deles, exatamente como tinha descrito, com o braço cobrindo os peitos, que eles já tinham visto quando tirei o vestido. Os assobios não demoraram. - Caralho, que peitões!!! Falei pra você, Daniel, que eram enormes.
- São mesmo... deixa a gente ver, meu amor?

Tirei o braço e mostrei, os dois ficaram pasmos. Manuel pediu pra eu acariciá-los e fiz de leve, ele ficou puto e disse...

- Mas faz direito!!! Aperta eles, toca no bico, já sabe, agrada teu público.

Fiz isso, fechei os olhos e tomei meu tempo, aos poucos fui esquentando, aquilo era tão gostoso quanto me masturbar e eu já tava muito excitada, ouvia eles falarem putaria, principalmente o Manuel que era um vulgar de primeira. Depois de mais de 1 minuto pensei em parar e falar que a gente tinha que continuar jogando, mas quando abri os olhos. O Daniel já tava na minha frente e me tocava a buceta por cima da calcinha, ele aproximou os lábios e a gente se beijou, eu correspondi, me sentia estranha, eu não era assim, era como se algum espírito safado tomasse meu corpo, por um momento pensei em desistir, mas não, já tava muito quente por ter tocado meus peitos, além disso o Daniel sabia mexer os dedos lá embaixo, e também beijava muito bem, senti minha calcinha caindo, mas percebi que outro par de mãos eram as que estavam deslizando ela pra baixo, era o Manuel que já tava atrás de mim se livrando dela e das minhas meias, depois começou a beijar e lamber minha bunda e minhas pernas por trás.

- Ah, gatinha, que rabão você tem.

Ficamos um tempinho assim, depois o Daniel começou a chupar meus peitos, o Manuel se aproximou pra me beijar e dedilhar, notei que não era tão habilidoso quanto o amigo mas não liguei, no entanto o Daniel mostrava sua maestria, brincava com meus peitos, mordia, lambia e brincava com minha auréola, ficamos assim por mais um tempo bem gostoso, até que me empurraram pro sofá, o Daniel abriu minhas pernas e começou a lamber lá embaixo, era inacreditável!!! Um verdadeiro expert, eu tava louca e já começava a gemer, o Manuel continuava me beijando e acariciando meus peitos, não demorou muito pra ele se ajoelhar na minha frente e colocar seu pinto pequeno diante dos meus olhos, entendi o que ele queria e comecei a chupar ele. chupar, era a primeira vez que chupava uma buceta, e com certeza ele percebeu, porque não demorou muito pra sair da minha boca, e se dedicou exclusivamente a lamber meus peitos.

Passamos mais uns dois minutos assim, aí Daniel começou a me penetrar, o pau dele entrou com dificuldade numa entrada que tava há anos sem uso. Era incrível transar com dois caras ao mesmo tempo, mas mais incrível ainda era que um deles era o Daniel, porque ele fazia tudo direito. O amigo dele era mais sem jeito. Depois que Daniel me comeu com tanta intensidade por mais um tempo, me colocaram de quatro no chão e trocaram, Manuel penetrando e eu chupando o Daniel; Manuel era melhor quando fodia, fazia com tanta intensidade e tanta raiva, que o bater das bolas dele na minha bunda doía, o pau dele era menor e entrava e saía com mais facilidade. Eu chupava o Daniel com toda a inexperiência do mundo, senti que ele também percebia isso e me ajudava mexendo o quadril pra facilitar. Na minha excitação, imaginei que depois disso viria uma dupla penetração, mas não, nessa posição a gente encerrou a noite. Quando Manuel tava quase gozando, ele me virou, me deixando de barriga pra cima com as costas no chão, e os dois gozaram nos meus peitos. Manuel soltou um berro enorme e Daniel um comentário que eu não consegui ouvir.

Um deles ficou pra me beijar e pra espalhar o leite nos meus peitos, na barriga e na virilha, não vi quem era porque eu tava de olhos fechados numa mistura de prazer, cansaço e satisfação. Fiquei lá sozinha e dormi, minutos depois o Daniel me acordou.

— Meu amor, cê tá pronta pra ir deitar, gostosa? Vem, vou te acompanhar.

Ele me carregou no colo e me deitou na minha cama, eles já estavam vestidos, me deixaram na cama, me cobriram e notei que o Manuel tava com meu vestido e minha calcinha na mão, deixou na minha mesa de cabeceira. O Manuel só saiu, o Daniel se aproximou, me beijou na testa e sussurrou no meu ouvido um doce "obrigado". Eles tinham ido embora. Acordei mais tarde, umas... 6:00, me levantei assim, pelada, fui pro banheiro. Meu corpo tava grudento de porra já seca, meio que me limpei e dei uma olhada no quarto do pai, que ainda tava deitado de roupa e roncando. Voltei pro meu quarto, coloquei um pijama e fiquei pensando antes de dormir mais um pouco. Eu tinha gostado da noite anterior, me entreguei pra dois coroas que me fizeram sentir muito satisfeita, finalmente um homem soube me tocar (bom, dois), mas não era só isso, algo em mim tava mudando, de repente fiquei com tanta curiosidade por sexo que sentia que aceitaria qualquer experiência nova que me propusessem, mas talvez fosse o êxtase do momento, preferia dormir e clarear a mente de manhã. Mas nunca imaginaria o que as próximas semanas me reservavam. Ou será que sim?......

Espero seus comentários e sugestões. Valeu.. Lembrem que comentar não custa nada.

7 comentários - Despertando a libido da filhinha do papai

Muy bueno, realmente excitante.
Muchas gracias por comentar y que bueno que te gusto, espero tambien leas los siguientes capitulos, es una historia muy bonita. Por cierto bonita imagen la de tu nick. Saludos
Me encanto, yo tambien me lo imagine con la mina que mencionaste, me hubiese gustado que fuese mas larga la descripción de cuando se follan a la chica, también me gusto ese detalle de que los folladores fueran hombres maduros. Saludos desde México.
Muy bueno, pero me hubiera gustado que el padre tambien se la hubiera cojido.