Deixo claro que o relato a seguir é fictício.
Essa história começa numa tarde de verão, bateram na porta do meu escritório.
Meu nome é Alex, tenho 1,80m, não sou fortão, mas o exercício contínuo fez o dele, tenho olhos castanhos e cabelo castanho com mechas loiras. Não vou enrolar vocês, vamos continuar com a história:
Eu estava trabalhando num caso de um amigo chamado Jaime, ele é encanador e teve uns problemas com um cliente que processou ele, o veredito do julgamento foi a favor do Jaime e agora eu precisava levar os documentos pra prefeitura.
Jaime tinha me dito que uma "amiga" ia buscar os documentos, depois deixou uma mensagem dizendo que a irmã dele iria buscar, que colocaria ela em contato comigo e que a questão do pagamento a gente acertava depois.
Isso porque não fazia muito tempo, Jaime tinha consertado meus canos e eu pedi um desconto, uma cortesia clássica que a gente tinha entre amigos há anos. Então, eu disse como sempre, que mandaria a puta da vez com o dinheiro e que de quebra ali "acertariam" a questão do pagamento. Naquele dia, minha puta da vez foi embora e minha filha inocente, Valen, de corpo delicado e voluptuoso de peito e bunda, loira e de olhos azuis profundos (traços que herdou da falecida mãe), foi entregar o dinheiro sem saber do trato anterior, e eu só fiquei sabendo quando cheguei em casa e vi que nem minha puta nem minha filha estavam em casa, quando Valen voltou no meu carro, embora não tenha me contado, eu soube que ele tinha comido ela, embora Jaime tenha me dado um desconto extra, recusei de má vontade, fiquei ainda mais puto quando recebi um e-mail dele, que nem quis abrir, imaginei o que teria lá.
Naquele dia, jurei comigo mesmo me vingar, sabia que um dia a oportunidade apareceria, quando a irmã do Jaime, Magda, ligou pra dizer que não poderia ir e que no lugar dela iria a filha do Jaime, Sara, soube que era minha chance, Jaime agora, sem saber, se prestava pra um desconto e pra acertar a dívida dele comigo. Não a deixaria passar
Abri a porta e me deparei com uma jovem que devia ter uns 1,70m e não passava dos 18, tinha uma bunda gostosa e uns peitos bem grandes, mandei ela entrar e ela me matou com um sorriso.
Enquanto explicava rapidamente o que o documento dizia, não consegui evitar de reparar como os olhos verdes e puxados dela e o cabelo preto e brilhante combinavam com a pele branca. Depois, levei ela lá para trás, onde ficavam meus arquivos e uma escrivaninha pequena, tomei um viagra discretamente e peguei uma câmera com tripé. Sara estranhou quando viu, mas se acalmou depois de uma explicação vaga. Dentro da minha calça, comecei a sentir os efeitos do viagra.
Aí, aproveitando que meu escritório fica num prédio onde só eu trabalho, pedi pra Sara procurar na última gaveta do terceiro arquivo. Nisso, aproveitei pra me despir discretamente e ligar a câmera pra gravar. Peguei Sara por trás e tirei a blusa dela. Depois de um tempo de resistência, consegui que ela se rendesse e arranquei aquela saia curta que ela tava usando. Por sorte, a que eu estava prestes a transformar na minha putinha não usava calcinha, perfeito pra inauguração.
Comecei colocando ela de joelhos, me inclinei pra beijar os lábios rosados dela, mas ela resistia. Dei um tapa na bunda dela e forcei ela a me bater uma punheta com as mãos. Não passaram nem 5 minutos quando minha excitação me obrigou a gozar. Soltei um gemido e todo o sêmen caiu no abdômen bem definido dela. Depois disso, sentei ela na escrivaninha e comecei a meter minha língua na buceta linda dela. Enfiava alternadamente 1 ou 2 dedos na xota dela, metia 3 e tirava quando Sara mostrava dor (ou prazer) suficiente. Cada vez eu ficava mais duro, e aos poucos Sara gemia mais alto e gritava meu nome:
— Alex! Alex! Alex!
Não durou muito mais tempo, logo comecei a beber os sucos dessa garota doce que tanto me fascinava. Minha respiração voltou ao normal, comecei a mover ela devagar pra um sofá que tava na frente da escrivaninha e beijei a buceta dela. Mamilos rosados, ela balançava os peitões enormes, descia até a barriga e subia de novo, beijava e mordia meu pescoço, minhas orelhas, o cheiro de sexo me deixava louco.
Levantei e enfiei meu pau na buceta dela assim que ela abriu as pernas.
Comecei a meter mais rápido, queria que ela gritasse, que se contorcesse, mais uma vez ela começou a gritar meu nome, eu via os peitos dela balançando cada vez mais rápido, como a barriga dela se contraía quando eu batia minha bacia na dela, a cara dela mostrando prazer e dor ao mesmo tempo.
Tentei tirar pra gozar fora, mas a Sara, com um olhar safado, me prendeu com as pernas e gozei dentro, fiquei assustado por um momento, mas vi que da saia que estava do lado saía um pacote de pílulas novo, exceto por um espaço vazio, talvez ela tivesse um problema hormonal.
Ela me soltou, eu ainda tava excitado, virei ela e a raba empinada ficou na minha frente, peguei um pote de vaselina e passei no cu inteiro dela, enfiei os dedos, aos poucos fui procurando outras coisas pra enfiar naquele cu que ia se abrindo. Enfiei a caneta que eu usava pra assinar documentos e contratos, mas eu queria humilhar ela, peguei a bandeirinha do tribunal de justiça da base e enfiei na bunda dela, tirei uma foto, cheguei perto e falei no ouvido:
— Essa devia ser a logo da minha firma.
— Tomara que seja!
Depois de me responder, ela pegou meu pau e enfiou no rabo dela, eu comecei a meter devagar, e aos poucos fui pegando mais ritmo, ela fazia gesto de querer mais e mais, eu tirava e enfiava de novo, até que ela cansou e quando eu enfiei, ela começou a rebolar aquele rabo mortal de um lado pro outro, o movimento me excitava pra caralho e ficamos assim até eu gozar.
O cu dela ficou branco depois disso, o leite jorrava do rabo dela, quando saiu tudo, percebi que cabiam quatro dedos, ela me jogou na cadeira do outro lado da mesa e sentou no meu colo, começou a me beijar e morder. por mais de 10 minutos.
Finalmente, vi que estava escurecendo, parei e ela começou a chupar meu pau, eu segurava ela com as mãos e movia meu pau contra as bochechas dela, dava batidinhas contínuas com meu pau no rosto dela, depois segurei a cabeça dela e empurrei o falo dentro da garganta dela, segurei ela assim por uns três minutos, tirei meu pau, bati uma punheta por alguns segundos, depois disso o rosto e a boca da Sara ficaram cheias de porra, ela olhou pra câmera e engoliu tudo, depois limpou meu tronco e beijou minhas bolas, perguntei se ela tinha gostado e ela respondeu que tinha amado, depois me disse:
– Quero ser sua putinha
– Aceito
Depois que eu respondi, ela olhou pra câmera, mandou um beijo e desligou. Ajudei ela a se limpar e se vestir, depois baixei o vídeo pro meu laptop e ela pediu pra eu mandar pro e-mail dela e pro do pai dela, mandei, ela me olhou feliz e se despediu com um beijo de língua, me disse pra vê-la no dia seguinte.
Mal posso esperar pela reação do Jaime.
Essa história começa numa tarde de verão, bateram na porta do meu escritório.
Meu nome é Alex, tenho 1,80m, não sou fortão, mas o exercício contínuo fez o dele, tenho olhos castanhos e cabelo castanho com mechas loiras. Não vou enrolar vocês, vamos continuar com a história:
Eu estava trabalhando num caso de um amigo chamado Jaime, ele é encanador e teve uns problemas com um cliente que processou ele, o veredito do julgamento foi a favor do Jaime e agora eu precisava levar os documentos pra prefeitura.
Jaime tinha me dito que uma "amiga" ia buscar os documentos, depois deixou uma mensagem dizendo que a irmã dele iria buscar, que colocaria ela em contato comigo e que a questão do pagamento a gente acertava depois.
Isso porque não fazia muito tempo, Jaime tinha consertado meus canos e eu pedi um desconto, uma cortesia clássica que a gente tinha entre amigos há anos. Então, eu disse como sempre, que mandaria a puta da vez com o dinheiro e que de quebra ali "acertariam" a questão do pagamento. Naquele dia, minha puta da vez foi embora e minha filha inocente, Valen, de corpo delicado e voluptuoso de peito e bunda, loira e de olhos azuis profundos (traços que herdou da falecida mãe), foi entregar o dinheiro sem saber do trato anterior, e eu só fiquei sabendo quando cheguei em casa e vi que nem minha puta nem minha filha estavam em casa, quando Valen voltou no meu carro, embora não tenha me contado, eu soube que ele tinha comido ela, embora Jaime tenha me dado um desconto extra, recusei de má vontade, fiquei ainda mais puto quando recebi um e-mail dele, que nem quis abrir, imaginei o que teria lá.
Naquele dia, jurei comigo mesmo me vingar, sabia que um dia a oportunidade apareceria, quando a irmã do Jaime, Magda, ligou pra dizer que não poderia ir e que no lugar dela iria a filha do Jaime, Sara, soube que era minha chance, Jaime agora, sem saber, se prestava pra um desconto e pra acertar a dívida dele comigo. Não a deixaria passar
Abri a porta e me deparei com uma jovem que devia ter uns 1,70m e não passava dos 18, tinha uma bunda gostosa e uns peitos bem grandes, mandei ela entrar e ela me matou com um sorriso.
Enquanto explicava rapidamente o que o documento dizia, não consegui evitar de reparar como os olhos verdes e puxados dela e o cabelo preto e brilhante combinavam com a pele branca. Depois, levei ela lá para trás, onde ficavam meus arquivos e uma escrivaninha pequena, tomei um viagra discretamente e peguei uma câmera com tripé. Sara estranhou quando viu, mas se acalmou depois de uma explicação vaga. Dentro da minha calça, comecei a sentir os efeitos do viagra.
Aí, aproveitando que meu escritório fica num prédio onde só eu trabalho, pedi pra Sara procurar na última gaveta do terceiro arquivo. Nisso, aproveitei pra me despir discretamente e ligar a câmera pra gravar. Peguei Sara por trás e tirei a blusa dela. Depois de um tempo de resistência, consegui que ela se rendesse e arranquei aquela saia curta que ela tava usando. Por sorte, a que eu estava prestes a transformar na minha putinha não usava calcinha, perfeito pra inauguração.
Comecei colocando ela de joelhos, me inclinei pra beijar os lábios rosados dela, mas ela resistia. Dei um tapa na bunda dela e forcei ela a me bater uma punheta com as mãos. Não passaram nem 5 minutos quando minha excitação me obrigou a gozar. Soltei um gemido e todo o sêmen caiu no abdômen bem definido dela. Depois disso, sentei ela na escrivaninha e comecei a meter minha língua na buceta linda dela. Enfiava alternadamente 1 ou 2 dedos na xota dela, metia 3 e tirava quando Sara mostrava dor (ou prazer) suficiente. Cada vez eu ficava mais duro, e aos poucos Sara gemia mais alto e gritava meu nome:
— Alex! Alex! Alex!
Não durou muito mais tempo, logo comecei a beber os sucos dessa garota doce que tanto me fascinava. Minha respiração voltou ao normal, comecei a mover ela devagar pra um sofá que tava na frente da escrivaninha e beijei a buceta dela. Mamilos rosados, ela balançava os peitões enormes, descia até a barriga e subia de novo, beijava e mordia meu pescoço, minhas orelhas, o cheiro de sexo me deixava louco.
Levantei e enfiei meu pau na buceta dela assim que ela abriu as pernas.
Comecei a meter mais rápido, queria que ela gritasse, que se contorcesse, mais uma vez ela começou a gritar meu nome, eu via os peitos dela balançando cada vez mais rápido, como a barriga dela se contraía quando eu batia minha bacia na dela, a cara dela mostrando prazer e dor ao mesmo tempo.
Tentei tirar pra gozar fora, mas a Sara, com um olhar safado, me prendeu com as pernas e gozei dentro, fiquei assustado por um momento, mas vi que da saia que estava do lado saía um pacote de pílulas novo, exceto por um espaço vazio, talvez ela tivesse um problema hormonal.
Ela me soltou, eu ainda tava excitado, virei ela e a raba empinada ficou na minha frente, peguei um pote de vaselina e passei no cu inteiro dela, enfiei os dedos, aos poucos fui procurando outras coisas pra enfiar naquele cu que ia se abrindo. Enfiei a caneta que eu usava pra assinar documentos e contratos, mas eu queria humilhar ela, peguei a bandeirinha do tribunal de justiça da base e enfiei na bunda dela, tirei uma foto, cheguei perto e falei no ouvido:
— Essa devia ser a logo da minha firma.
— Tomara que seja!
Depois de me responder, ela pegou meu pau e enfiou no rabo dela, eu comecei a meter devagar, e aos poucos fui pegando mais ritmo, ela fazia gesto de querer mais e mais, eu tirava e enfiava de novo, até que ela cansou e quando eu enfiei, ela começou a rebolar aquele rabo mortal de um lado pro outro, o movimento me excitava pra caralho e ficamos assim até eu gozar.
O cu dela ficou branco depois disso, o leite jorrava do rabo dela, quando saiu tudo, percebi que cabiam quatro dedos, ela me jogou na cadeira do outro lado da mesa e sentou no meu colo, começou a me beijar e morder. por mais de 10 minutos.
Finalmente, vi que estava escurecendo, parei e ela começou a chupar meu pau, eu segurava ela com as mãos e movia meu pau contra as bochechas dela, dava batidinhas contínuas com meu pau no rosto dela, depois segurei a cabeça dela e empurrei o falo dentro da garganta dela, segurei ela assim por uns três minutos, tirei meu pau, bati uma punheta por alguns segundos, depois disso o rosto e a boca da Sara ficaram cheias de porra, ela olhou pra câmera e engoliu tudo, depois limpou meu tronco e beijou minhas bolas, perguntei se ela tinha gostado e ela respondeu que tinha amado, depois me disse:
– Quero ser sua putinha
– Aceito
Depois que eu respondi, ela olhou pra câmera, mandou um beijo e desligou. Ajudei ela a se limpar e se vestir, depois baixei o vídeo pro meu laptop e ela pediu pra eu mandar pro e-mail dela e pro do pai dela, mandei, ela me olhou feliz e se despediu com um beijo de língua, me disse pra vê-la no dia seguinte.
Mal posso esperar pela reação do Jaime.
2 comentários - Fudendo a filha do encanador