Desculpe, não posso fornecer uma tradução para esse conteúdo.https://www.youtube.com/watch?v=Hh4DDm-43pE
A vontade se impõe.Eles são anteriores a tudo, Lúcifer e Javé empalidecem diante deles, estão acima do bem e do mal e seu poder é imensurável.
Sei como invocá-los, mas a jogada é perigosa, eles não têm piedade, só estão interessados em devorar e sugar vitalidade.
Tenho um chamariz: Lorena, uma inocente apaixonada por ocultismo e pelos poemas de Belisário Garibaldo… não foi difícil envolvê-la no culto…
Ela é jovem, gostosa, cheia de tesão, tem o Pentagrama Invertido tatuado na buceta e se acha um súcubo. Nosso encontro foi numa balada insuportável cheia de idiotas fantasiados de vampiros, falei vagamente sobre a ordem e as leituras do Necronomicon, e ela foi comigo.
Levei ela pra minha casa, fiz ela provar absinto e a desnudei à luz de velas, admirando a exuberância dos peitos dela, pra depois masturbá-la em frente a uma janela que dá pra um jardim escuro e abandonado, onde, depois de fazê-la gozar, levei ela nua e amarrei num velho nogueira pelos pulsos, de modo que ela ficou roçando o chão, besuntei os lábios e a buceta dela com uma pasta de Mosca Espanhola e comecei a açoitá-la sob a luz fraca de uma lua minguante… fora de si, ela me implorou que a possuísse e foi o que fiz, sem parar, por todos os buracos dela durante horas, até gozar redondamente na boca dela, ela bebeu de mim grata e jurando entrega total ao novo dono dela.
Perto do amanhecer, tomando vinho com mel e pimenta, vendo ela dormir nua na minha poltrona, a curva do quadril dela brilhando entre o couro e a madeira, fui bolando o plano…
Qualquer noite serve, mas fiz ela acreditar que a do solstício de inverno, com o trânsito de Netuno pelo próprio signo dela de Peixes (algo que só acontece uma vez a cada 165 anos), era propícia pra um velho ritual de invocação a Aghares, o grande Duque do oriente infernal, de aparência nobre e benéfica… se ela conseguisse que ele a possuísse, entraria no segundo nível como feiticeira… claro, era só besteira pra manipular a vontade dela.
Nada do necessário é barato, os materiais pra juntar foram muito caros, mas se eu alcançasse meu objetivo, nada disso importaria, um poder imenso seria meu.
Na noite escolhida, Lorena brilhava intensamente. Vestia vermelho com saltos altos, e o cabelo caía sobre os ombros nus. Era tão gostosa que, por um segundo, pensei que talvez pudesse cancelar o sacrifício… mas a vontade prevalece, piedade é pra fracos.
Subi no meu carro e pegamos a estrada. Wagner me incentivava enquanto as luzes dançavam pelo corpo imponente da minha acompanhante. Chegamos a uma casa de campo da minha família em Lobos, onde construí (com a desculpa de ser radioamador) uma grande antena amplificadora. Debaixo dela, havia um pequeno altar. Acendi uma lareira pra esquentar o lugar e bebemos uns copos enquanto eu a despia e besuntava com óleos preparados especialmente com ingredientes que gelariam o sangue de quem não é iniciado. Depois, ela tomou uma poção que amplificava o desejo e o impulso vital (a vítima tava pronta). Agora era preciso chamar os Primordiais. Como? Com a energia liberada no orgasmo e invocações.
Primeiro amarrei a Lorena, meio inconsciente, no altar, lambi seu corpo generoso e, com um crucifixo encharcado de Mosca Espanhola, a penetrei enquanto impedia que ela gritasse com a mão na boca. Ela se arqueava, se contorcendo entre o prazer e a dor. Uma gota de mel no clitóris dela foi a isca para que Elias (um doberman bem temperamental que vigiava a casa) a levasse à beira do orgasmo com a língua… recitei o conjuro com voz clara e potente, depois virei a Lorena e, sem tirar o crucifixo, a penetrei analmente. Ela, com lágrimas escorrendo dos olhos que pareciam distantes, me disse que estava pronta e começou a se sacudir numa série de convulsões provocadas por orgasmos sucessivos… me retirei, completei a invocação enquanto a via se masturbar freneticamente. O ar ficou denso, do teto começou a escorrer uma espécie de melaço… estava feito, eu seria o primeiro homem a ver os Antigos graças ao sacrifício da Lorena. Do vértice entre o teto e as paredes começou a surgir um ser inexplicável, parecido com um polvo, que, já formado, flutuou sobre ela (ao vê-lo, ela entendeu que não era Aghares e seu verdadeiro papel no ritual). Ela me implorou para soltá-la enquanto um tentáculo percorria seus peitos… eu sorri, acenei tristemente e disse: assim tem que ser. O Primordial desceu até roçar nela, um tentáculo entrou na boca dela, outro na buceta. Ela se agitou, com os olhos virados, tentando evitar, mas o Antigo se firmava e a penetrava totalmente com o resto das extremidades enroscadas nos braços e pernas. Pensei que tudo terminaria rápido, mas não foi assim. Quase meia hora durou o encontro até que ouvi a voz da Lorena, estranhamente forte e clara, falar um dialeto desconhecido…
Depois de dominar o poder dos Shoggoths (eles são fracos quando o prazer os deixa sonolentos), me soltei fácil das amarras e mandei ele devorar meu "Dono". O idiota ficou olhando atônito, não sei se antes de ser absorvido ele entendeu a armadilha que armei, mas consegui dizer:
"a vontade se impõe, piedade é para os fracos", entre risadas. Por enquanto, tenho mais duzentos anos para encontrar outro tão otário e um lindo cachorro que sabe tratar uma Dama.
A vontade se impõe.Eles são anteriores a tudo, Lúcifer e Javé empalidecem diante deles, estão acima do bem e do mal e seu poder é imensurável.
Sei como invocá-los, mas a jogada é perigosa, eles não têm piedade, só estão interessados em devorar e sugar vitalidade.
Tenho um chamariz: Lorena, uma inocente apaixonada por ocultismo e pelos poemas de Belisário Garibaldo… não foi difícil envolvê-la no culto… Ela é jovem, gostosa, cheia de tesão, tem o Pentagrama Invertido tatuado na buceta e se acha um súcubo. Nosso encontro foi numa balada insuportável cheia de idiotas fantasiados de vampiros, falei vagamente sobre a ordem e as leituras do Necronomicon, e ela foi comigo.
Levei ela pra minha casa, fiz ela provar absinto e a desnudei à luz de velas, admirando a exuberância dos peitos dela, pra depois masturbá-la em frente a uma janela que dá pra um jardim escuro e abandonado, onde, depois de fazê-la gozar, levei ela nua e amarrei num velho nogueira pelos pulsos, de modo que ela ficou roçando o chão, besuntei os lábios e a buceta dela com uma pasta de Mosca Espanhola e comecei a açoitá-la sob a luz fraca de uma lua minguante… fora de si, ela me implorou que a possuísse e foi o que fiz, sem parar, por todos os buracos dela durante horas, até gozar redondamente na boca dela, ela bebeu de mim grata e jurando entrega total ao novo dono dela. Perto do amanhecer, tomando vinho com mel e pimenta, vendo ela dormir nua na minha poltrona, a curva do quadril dela brilhando entre o couro e a madeira, fui bolando o plano…
Qualquer noite serve, mas fiz ela acreditar que a do solstício de inverno, com o trânsito de Netuno pelo próprio signo dela de Peixes (algo que só acontece uma vez a cada 165 anos), era propícia pra um velho ritual de invocação a Aghares, o grande Duque do oriente infernal, de aparência nobre e benéfica… se ela conseguisse que ele a possuísse, entraria no segundo nível como feiticeira… claro, era só besteira pra manipular a vontade dela.
Nada do necessário é barato, os materiais pra juntar foram muito caros, mas se eu alcançasse meu objetivo, nada disso importaria, um poder imenso seria meu.
Na noite escolhida, Lorena brilhava intensamente. Vestia vermelho com saltos altos, e o cabelo caía sobre os ombros nus. Era tão gostosa que, por um segundo, pensei que talvez pudesse cancelar o sacrifício… mas a vontade prevalece, piedade é pra fracos.Subi no meu carro e pegamos a estrada. Wagner me incentivava enquanto as luzes dançavam pelo corpo imponente da minha acompanhante. Chegamos a uma casa de campo da minha família em Lobos, onde construí (com a desculpa de ser radioamador) uma grande antena amplificadora. Debaixo dela, havia um pequeno altar. Acendi uma lareira pra esquentar o lugar e bebemos uns copos enquanto eu a despia e besuntava com óleos preparados especialmente com ingredientes que gelariam o sangue de quem não é iniciado. Depois, ela tomou uma poção que amplificava o desejo e o impulso vital (a vítima tava pronta). Agora era preciso chamar os Primordiais. Como? Com a energia liberada no orgasmo e invocações.
Primeiro amarrei a Lorena, meio inconsciente, no altar, lambi seu corpo generoso e, com um crucifixo encharcado de Mosca Espanhola, a penetrei enquanto impedia que ela gritasse com a mão na boca. Ela se arqueava, se contorcendo entre o prazer e a dor. Uma gota de mel no clitóris dela foi a isca para que Elias (um doberman bem temperamental que vigiava a casa) a levasse à beira do orgasmo com a língua… recitei o conjuro com voz clara e potente, depois virei a Lorena e, sem tirar o crucifixo, a penetrei analmente. Ela, com lágrimas escorrendo dos olhos que pareciam distantes, me disse que estava pronta e começou a se sacudir numa série de convulsões provocadas por orgasmos sucessivos… me retirei, completei a invocação enquanto a via se masturbar freneticamente. O ar ficou denso, do teto começou a escorrer uma espécie de melaço… estava feito, eu seria o primeiro homem a ver os Antigos graças ao sacrifício da Lorena. Do vértice entre o teto e as paredes começou a surgir um ser inexplicável, parecido com um polvo, que, já formado, flutuou sobre ela (ao vê-lo, ela entendeu que não era Aghares e seu verdadeiro papel no ritual). Ela me implorou para soltá-la enquanto um tentáculo percorria seus peitos… eu sorri, acenei tristemente e disse: assim tem que ser. O Primordial desceu até roçar nela, um tentáculo entrou na boca dela, outro na buceta. Ela se agitou, com os olhos virados, tentando evitar, mas o Antigo se firmava e a penetrava totalmente com o resto das extremidades enroscadas nos braços e pernas. Pensei que tudo terminaria rápido, mas não foi assim. Quase meia hora durou o encontro até que ouvi a voz da Lorena, estranhamente forte e clara, falar um dialeto desconhecido…
Depois de dominar o poder dos Shoggoths (eles são fracos quando o prazer os deixa sonolentos), me soltei fácil das amarras e mandei ele devorar meu "Dono". O idiota ficou olhando atônito, não sei se antes de ser absorvido ele entendeu a armadilha que armei, mas consegui dizer: "a vontade se impõe, piedade é para os fracos", entre risadas. Por enquanto, tenho mais duzentos anos para encontrar outro tão otário e um lindo cachorro que sabe tratar uma Dama.
4 comentários - A vontade se impõe
Me hizo acordar a Requiem ja ja ja...
Ultimamente hay mucha gilada xD.
Por suerte, hoy hay especial de Soda.
Y me gusta mucho mas que esos giles
que se la comen de vampiros y no tienen NI IDEA de la vida jajaja
Ayyy, relato muy oscuro, y con una vuelta de tuerca GE-NIAL!
:twisted:🤘
No deberias esperar menos de mi. Jajaja... :twisted:🤘