Com minha tia depois de tanto tempo (parte 2)

Como já contei no meu post anterior, depois do encontro com minha tia, fui pra casa sem falar nada sobre o que tinha acabado de rolar. Minha cabeça tava a mil. Tinha sido algo incrível, depois de sonhar com aquilo por tanto tempo, mas, por outro lado, me sentia culpado e meio envergonhado, e também não fazia ideia do que tava passando pela cabeça da minha tia naquele momento.

Nos dois dias seguintes, não apareci na casa dos meus tios. No final do segundo dia, meu tio me ligou. Fiquei nervoso pra caralho, quase não atendi, mas no fim atendi. Tava claro que ele não sabia de nada. Me ligou pra saber por que eu não tinha ido almoçar e se tava tudo bem. Falei que tinha tido muito trabalho, comido alguma coisa por aí e ido direto pra casa descansar. Ele respondeu pra eu lembrar que podia ir almoçar quando quisesse. Falei que tudo bem, que apareceria, mas no fundo não tava afim, até que uma hora depois recebi uma mensagem da minha tia. Só dizia: "vem almoçar amanhã".

Aquela mensagem só me deixou mais nervoso. Será que ela queria conversar? Com certeza. Será que tava se arrependendo? Será que era melhor esquecer o que rolou? Provavelmente. Será que queria repetir? Tomara. Nem preciso dizer como passei aquela noite e a manhã seguinte no trampo.

Quando apertei a campainha da casa da minha tia, meu coração tava saindo pela boca. Quando ela abriu a porta, tava uma gostosa, mas séria. De moletom cinza (ela vai de manhã pra aeróbica). Fomos pra sala e sentamos no mesmo sofá que, dois dias atrás, foi testemunha do nosso primeiro encontro.

Ela falou sobre o problema do meu tio e como, no começo, ele tentava agradar ela de outras formas, mas ela percebia o quanto era frustrante pra ele, então parou de pedir e, com o tempo, pararam de fazer qualquer coisa. Ela amava ele e não queria machucá-lo, mas também sentia necessidades, apesar das quais nunca tinha traído meu tio até aquele dia. Nesse ponto da conversa, eu já tava achando que ela ia dizer que era melhor esquecer e... esconder o que tinha acontecido. Mas não. Ela disse que o do outro dia tinha sido estupendo e não se arrependia, mas que não sentia nenhum interesse romântico por mim nem que tinha planejado o que aconteceu, que foi espontâneo, embora reconhecesse que já tinha reparado em mim como homem alguma vez e queria que a gente transasse, sem nenhum compromisso, e que preferia que fosse comigo do que com um estranho. Eu não tinha falado até aquele momento. Contei um pouco da atração que sentia por ela há anos e coisas como as que escrevi no meu post anterior e, pela primeira vez na tarde, ela sorriu.

Ela se levantou, me pegou pela mão e me levou até o quarto dela. Fez eu sentar na cama. Abriu o zíper da jaqueta e eu vi os peitos dela, ela não estava de sutiã. Tirou a calça e ficou totalmente nua. Estava impressionante, igual da outra vez, só que tinha depilado a buceta. Não resisti àquela visão e deitei ela na cama e enfiei minha cabeça mais uma vez entre as pernas dela. A buceta recém-depilada dela estava macia, inchada, quente e molhada. Eu estava louco. Ficamos nos beijando, nos acariciando, explorando nossos corpos, mas eu evitava penetrar ela. Pode parecer besteira, mas na minha cabeça era como se tudo aquilo fosse menos grave se a gente não cruzasse aquela linha. Já tínhamos gozado os dois, mas continuávamos nos beijando e nos tocando como adolescentes quando ela disse: “quero que você goze dentro de mim, quero sentir um pau dentro de novo”. Eu achava que não podia ficar mais excitado, mas ouvir ela dizer isso me acendeu ainda mais. Eu sabia que minha tia tinha feito laqueadura porque teve problemas no parto da minha prima, assim como minha mãe com minha irmã, então não podia engravidar.

Minha tia não esperou eu me decidir, se virou e se colocou de cócoras em cima de mim, procurou com a mão meu pau e guiou ele até a buceta dela. Lentamente foi descendo até que entrou completamente e sentou em cima dele. A imagem da minha tia em cima de mim, nua, Excitada, gostosa, cavalgando em mim, o rosto dela todo corado, o cabelo bagunçado, sentir que tava dentro dela, molhadinha, tudo me excitava ainda mais. Queria tocar ela, minhas mãos iam pros peitos dela, pras tetas, pras pernas, na cintura. De vez em quando eu me levantava pra beijar ela, ou lamber os peitos dela. Outras vezes era ela que se abaixava em cima de mim e segurava meus braços pelos pulsos contra o colchão, aí ela se mexia e não deixava eu tocar nela, e colocava o rosto bem perto do meu, olhando nos meus olhos, sentindo a respiração dela no meu rosto. Numa dessas, senti que ia gozar, levantei o quadril tentando entrar ainda mais fundo na buceta da minha tia, levantando ela no ar em cima de mim, ela me soltou e eu levei as mãos na cintura dela pra gozar bem dentro dela, ela levou a mão na própria buceta, esfregando o clitóris no meu pau, naquele momento soltei todo meu leite dentro dela. Ela se jogou pra trás, a mão dela se movendo bem rápido, senti ela tremer e finalmente cair em cima de mim, exausta.

Aqueles minutos depois, ela sentada em cima de mim, eu ainda dentro dela, ela apoiada no meu peito, o corpo dela nu e quente, a cabeça dela encostada na minha, sentindo a respiração dela ainda acelerada, era a coisa mais parecida com ter morrido e ido pro céu.

Essa foi a segunda vez que fiquei com minha tia. Ou a primeira, dependendo de como vocês quiserem interpretar. Mas aquelas duas últimas semanas do verão de 2013 renderam muito mais. Não teria posts suficientes pra contar tudo. A gente se via todo dia, na casa dela, às vezes na minha, aproveitando as ausências do meu tio, ou ela dava qualquer desculpa pra sair de casa e vir na minha. No chuveiro. Na banheira. No sofá…

Realizei todas as minhas fantasias pendentes com ela, e ela algumas que tavam insatisfeitas. Fui o primeiro homem que comeu o cu dela. A primeira vez na minha casa. Na minha cama. A pedido dela. Ela nunca tinha deixado meu tio fazer isso. Foi foda desvirginar aquele cu redondo, firme e perfeito. Na primeira vez custou um pouco, era muito apertado, mas a visão da minha tia De quatro, me oferecendo a bunda dela, eu tava com a pica tão dura que dava pra enfiar no buraco de uma agulha. Custou um pouco. Doía nela, mas ela pedia pra eu continuar. Eu tentei ser o mais delicado que dava naquele estado de tesão e no final cheguei até o fundo. E ali gozei uma primeira vez de muitas outras nos dias seguintes, quando comi o cu dela de novo com menos dificuldade, mas sempre igualmente gostoso.

Cobri ela de porra por dentro e por fora naqueles dias, não sei como não fiquei desidratado. Dentro da buceta dela. Dentro do cu dela. Nos peitos dela, ela espalhando com as mãos. Na cara dela. Na boca dela, gozando dentro sem tirar a pica como naquela primeira vez, ou ela de boca aberta enquanto eu gozava. No final, ela até deixou eu tirar fotos de tudo e gravar uns vídeos curtos que guardo como um tesouro.

O verão acabou. Meus pais voltaram. E eu voltei pra minha rotina. Desde então, quase não vi minha tia, porque a gente tem vidas separadas. Algum evento de família, festas e olhe lá. Nessas ocasiões, um olhar furtivo e um sorriso cúmplice, e no Natal um vídeo curto que ela mandou pro meu celular, se masturbando no mesmo sofá onde a gente transou da primeira vez.

Agora a Semana Santa tá chegando. Meus pais vão viajar. Eu, mais uma vez, vou ficar sozinho em casa. Espero que minha tia se ofereça pra me dar comida de novo dessa vez.

2 comentários - Com minha tia depois de tanto tempo (parte 2)

dejas ver las fotos?
Imposible. Lo siento. Aunque tapara la cara no me arriesgo a que se reconoca la casa o los muebles o algo. Además ella no querría.