João era o caçula de três irmãos. Morava com a mãe, viúva desde que ele tinha dois anos, e os dois irmãos mais velhos.
O pai tinha deixado eles mais ou menos bem de vida, mas cada um teve que se virar pra construir o próprio futuro. Ana, a mãe, fez questão de que todos os filhos fizessem uma faculdade.
O mais velho casou e foi embora. Tempo depois, o segundo também seguiu a vida dele e saiu de casa.
João ficou como o homem da casa. Mas a mãe dele o incentivou, como fez com os irmãos, a buscar a vida fora.
Mesmo relutante em deixar a mãe sozinha, João entendeu que na vila não tinha muito futuro. Estudando na capital, se acostumou a viver a vida dele e, depois de se formar, nunca mais voltou pra casa. Tinha namorada, amigos, um apartamento alugado e um bom emprego.
No começo, visitava a mãe com frequência. Depois, cada vez menos. Mas ela estava bem. Na vila, tinha amigos e parentes. Pelo menos, ligava pra ela toda semana.
Chegou 2008, a crise. João, primeiro, perdeu a namorada. Depois, o emprego. Por fim, não tinha nem pra pagar o aluguel. Com 30 anos, não teve escolha a não ser voltar pra vila, pra casa da mãe.
Não tocaram no assunto. Ele já se sentia mal pra caralho com a situação, e Ana deixou ele em paz. Esperava que ele arrumasse um trampo logo e que tudo voltasse ao normal.
João tentou não se deprimir. Tinha voltado pra vila, mas não era mais a mesma que ele conhecia. Quase todos os amigos tinham ido embora, e com os poucos que sobraram, a relação tinha esfriado depois de tantos anos fora.
A mãe dele preparou o quarto antigo, que ele dividia com o irmão do meio. Tudo estava como ele lembrava. As lembranças voltaram na mente dele.
...
— O que cê tá fazendo, Manuel?
— Nada.
— Parece que cê tá pulando na cama.
— Dorme, João.
...
Ele sorriu, olhando pra cama do irmão. Aquele barulho ele ouviu pra caramba. Tempo depois, descobriu que era o som do prazer, da Punhetas noturnas do irmão dele. Ele mesmo aprendeu a fazer, mas por vergonha, esperava o Manuel dormir pra começar. Soltou uma gargalhada. Ainda lembrava bem daquela noite. Tinha esperado pacientemente o irmão terminar e cair no sono. Aí, ele começou. Até que de repente...
...
— Pô, Juanito, parece que é a sua cama que tá pulando agora. Hahaha. O que cê tá fazendo, safado?
— Nada — respondeu, parando a mão na hora.
— Tá bom. Só não vai sujar o lençol quando terminar esse 'nada', senão a mãe vai perceber. Hahaha
...
A partir daquela noite, não esconderam mais as punhetas um do outro. Às vezes competiam pra ver quem gozava primeiro. Falavam das coisas que os excitavam, das minas da cidade, das atrizes da TV. Quando o Manuel foi estudar fora, o Juan ficou com o quarto só pra ele. A punheta noturna virou particular desde então.
Se instalou, escolhendo a cama velha dele. Naquela primeira noite, tentou relembrar os velhos tempos, mas não tava a fim. Se ver naquela situação, de volta à cidade, sem perspectiva de futuro, não ajudava a manter a excitação.
Os dias seguintes foram de se adaptar, de encontrar seu lugar. Aos poucos foi aceitando a situação. Era o que tinha. Não dava pra mudar o passado, só tentar melhorar o futuro.
— "Mas que bunda mole. Vou tirar umas férias na cidade antes de começar a procurar trampo de novo" — falou pra si mesmo uma manhã enquanto caminhava pelo rio onde quando moleque ia pescar com os amigos.
A atitude dele, triste desde que tinha chegado, mudou. E a mãe ficou encantada. Ela também tava preocupada com o filho.
De noite, como tantas e tantas noites antes, bateu uma na cama. Quando terminou e se limpou no papel que tinha preparado, se perguntou se os outros caras eram iguais a ele. Mesmo tendo namorada, continuava batendo punheta. Talvez não tão Menudo como antes, mas com frequência. María era uma gostosa na cama, mas nem sempre tava afim, e ele precisava daquela alívio que a mão treinada dava quando precisava. Sem dor de cabeça, sempre pronta.
A vida era tranquila na vila. De dia não tinha muito o que fazer. E de noite, só tinha o bar da praça, mas não era muito animado. Juan quase toda noite ficava em casa com a mãe, vendo TV. Quase sempre programas de fofoca, que ele odiava, mas que a mãe devorava. De vez em quando ele convencia ela a ver um filme.
Numa dessas noites em que viam um filme, começou tudo. O filme acabou sendo um pouco quente, com cenas de sexo, que, mesmo sem mostrar nada, eram bem tórridas.
E mais pra Juan, que tava há muito tempo sem transar com uma mulher. Olhando a TV, não conseguiu evitar ficar excitado. Sentiu o pau endurecer e marcar por baixo da calça. A mãe dele continuava vidrada na tela.
— Ufa, acho que já tô na hora de arrumar uma namorada.
— Como? Uma namorada? — perguntou Ana.
— Nada, não.
— Tá sentindo falta da María?
— Não, não é isso.
— Então o que é?
— Buceta, mãe. Pois... cê sabe.
Ana olhou pra ele. Não fazia ideia do que o filho tava falando.
— Não sei, não.
— Porra. Sexo, mãe. Sexo.
— Ah, isso.
Ana continuou vendo o filme. A cena acabou e Juan se acalmou. Até que outra cena picante começou mais tarde, e a excitação voltou.
— Cê não sente falta? — perguntou, como quem não quer nada, pra mãe.
— De quê?
— Buceta, mãe. Do que a gente falou antes. De sexo.
— Pois... não.
E continuou vendo o filme.
Juan nunca tinha falado desses assuntos com a mãe, mas agora, sendo já um adulto, não sentia a vergonha que sentia quando era moleque. Fez memória, tentando lembrar de algum namorado da mãe...
Nada.
Algum amigo com quem saísse sempre...
Nada.
Sempre em casa. Sempre sozinha. Quando a gente é novo, não repara nessas coisas. A mãe dele era isso, a mãe dele, uma pessoa assexuada. Mas agora, já maduro, ele se perguntava como ela se virava sem sexo. Não só pelo prazer físico, que já valia a pena por si só, mas por compartilhar o prazer com outra pessoa.
O filme terminou. A mãe dele se espreguiçou, pronta pra ir pra cama.
— Mãe. Cê não sente falta do sexo, de verdade? Do prazer?
— Ai, Juan, que chatinho você é.
— Mas, mãe. É uma parte da vida. Uma parte muito importante.
— Talvez pra você. Pra mim, não.
Ele desistiu.
— Tá bom. Vou dormir, mãe. Boa noite.
— Eu também, Juan. Até amanhã.
Na cama dele, lembrando das cenas do filme, lembrando da María, fantasiando com várias mulheres, Juan se masturbou até ter um orgasmo gostoso, que relaxou ele, e ele dormiu muito bem.
+++++
Na manhã seguinte, enquanto tomavam café, as lembranças da noite anterior vieram à mente dele.
— Desculpa, mãe.
— Desculpa o quê, meu tesouro?
— A noite passada. Me perdoa se te incomodei.
— Não seja bobo. Não me incomodou. É que eu não entendo a importância que vocês dão pro sexo.
Juan olhou pra ela.
— Sabe como é. Dizem que o sexo move o mundo.
— Pois eu não entendo. Não sei o que veem nele.
— Bom, o gostinho que dá.
— Deve ser isso.
— Não me diga que você não gosta.
Ana ficou em silêncio.
— Mãe?
— O quê.
— Cê não gosta de sexo?
— Não.
— Não acredito. Por que não? Cê não gostava de fazer com o papai?
— Juan, acho que não são coisas pra se falar entre mãe e filho.
— Poxa, mãe. Já sou grandinho. Me conta. Cê não gostava de foder com o papai?
— Juan Ramírez. Não use essa linguagem, por favor.
— Tá bom. Cê não gostava de fazer amor com o papai? Não sente falta daquele prazer?
— Não.
— Porra. Era tão horrível assim?
— Não era horrível.
— Então?
— Juan, vamos parar com isso.
— É que eu não entendo, mãe.
— Como você é chatinho. O que você não entende?
— Que se você diz que não era horrível, não sentir falta daquele prazer.
— É que prazer não era tão... tão prazeroso a ponto de sentir falta deles.
Juan olhou pra ela. Começou a entender, mas não acreditava. Achava que isso era só lenda urbana.
— Você nunca gozou, tipo, nunca teve um orgasmo com o papai?
A mãe desviou o olhar.
— Não sei.
— Mas, mãe, pelo amor de Deus, como você não vai saber? Você não sentia com ele a mesma coisa que quando, sabe, se... masturbava?
Silêncio.
— Mãe?
— Eu... não faço isso.
— Se masturbar?
— Não faço.
— Porra, mãe. Nunca? Nem quando era nova?
— Não.
— Porra, porra, porra. É que... você nunca teve um orgasmo, mãe?
— Às vezes era gostoso quando seu pai, sabe, queria sexo. Mas não é algo que me despertasse interesse. Era esposa dele e minha obrigação era agradá-lo.
— Merda, mãe, a gente não tá na Idade Média.
Agora ele entendia tudo. A mãe não podia sentir falta do que não conhecia. Uma cidade pequena, uma educação antiquada.
— Você casou virgem?
— Claro que casei virgem — respondeu, com orgulho.
— E o papai foi o único homem com quem você transou.
— Claro que sim. Sou uma mulher decente.
— Sinto muito, mãe. Muito mesmo.
— Sente o quê?
— Como foi sua vida. Que você nunca conheceu o prazer. É uma parte muito importante da vida.
— Pra mim não. Já te falei que nunca foi algo que me preocupou.
— Porque é algo que você nunca conheceu. E deveria conhecer.
— Bom, já não tenho idade pra casar.
— Como não? Você não tem nem 55 anos. Além disso, não tô falando de casar. Tô falando de sexo.
— Juan, eu não fui criada assim. E vamos parar com esse assunto, por favor.
— Como quiser.
Terminaram o café da manhã e Juan saiu pra dar uma volta. Sentou na beira do rio, se perguntando por que a mãe tinha que viver daquele jeito, sem conhecer o prazer. Não era justo.
Ana, em casa, se sentia mal. Já tinha tido uma conversa parecida com uma amiga da cidade anos atrás. Ela a incentivou, agora que estava sozinha, a arrumar um homem, um namorado. com quem viver a vida e, quem sabe, casar.
Não entendia por que davam tanta importância ao sexo. O que ela conhecia do sexo era a dor da noite de núpcias, quando o casamento foi consumado. E depois, as vezes que o marido exigia que ela cumprisse com suas obrigações conjugais, que basicamente consistiam em deitar de barriga pra cima, abrir as pernas e esperar ele gozar dentro dela. E depois, enquanto ele roncava, ir ao banheiro se limpar.
Onde estava o prazer nisso? A única coisa que lembrava como sendo até certo ponto gostosa foram os beijos escondidos que o marido roubava dela quando eram namorados. Ela sentia algo, sem saber o quê. Eram beijos curtos. E depois do casamento, os beijos sumiram.
+++++
Juan tentou esquecer o assunto. Ficou surpreso quando foi a mãe quem tocou no assunto uns dias depois, enquanto viam TV.
— É bom isso?
— O quê, mãe?
— Você sabe... o... sexo.
— Ufa, e como! É uma coisa que enche a gente de vida. O mundo para por uns instantes, no auge do orgasmo.
Ana desviou o olhar. Ela não conhecia aquilo. Eram só palavras.
— Bom, muita gente vive muito bem sem sexo. Olha as freiras, os padres.
— Hahaha, mãe. Aposto que esses reprimidos são os piores.
— Não fala essas coisas, Juan.
— Você devia tentar sentir isso, nem que fosse uma vez.
— Já te falei que sou velha. E não vou arrumar um homem nessa altura da vida.
— Ah, mãe. Você não precisa de homem nenhum pra ter prazer. Dá pra fazer sozinha. Se masturbar.
— Eu... não sei fazer isso.
— Todo mundo sabe. É só você se acariciar.
— Acho tão estranho.
— Tenta. Hoje à noite, quando for pra cama.
— Ufa, não, não.
— Faz o que eu digo, mãe. Você vai gostar.
Continuaram vendo TV. Na cabeça de Ana, só duas coisas. Promessas de prazer e pecado. Condenação eterna.
Daí a pouco, Juan se levantou pra ir dormir.
— Bom, mãe. Vou dormir. Pensa no assunto, hein? Tenta e amanhã me conta.
— Boa noite, meu amor. Mas não espere nada.
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Pela manhã, Juan foi até a cozinha. A mãe dele estava preparando o café da manhã.
—E aí?
—Tudo bem — respondeu Ana.
—E? Não tem nada pra contar? Você fez?
Ana se virou, dando as costas pra ele.
—Sim, fiz, mas já te falei pra não esperar nada. Não senti nada de especial.
—Porra.
—Então o assunto do sexo está definitivamente encerrado. Entendeu?
—Tá... tá bom.
Tomaram café da manhã em silêncio. Juan saiu pra caminhada matinal e a mãe dele ficou sozinha. Uma lágrima escorreu pela bochecha dela. Ela enxugou com o pulso e continuou com suas coisas.
Por um momento, ela tinha chegado a acreditar em Juan. Nas maravilhas que ele contava. Na noite anterior, foi se deitar decidida a dormir. No escuro, lembrou das coisas que Juan disse, das coisas que a amiga dela falou anos atrás. E decidiu tentar.
Não sabia bem o que fazer. Levou a mão até a buceta e começou a se acariciar. Primeiro por cima da calcinha. Não sentia nada de especial. Só umas cócegas. Depois, enfiou a mão por dentro. Passou os dedos pela vulva. Estava seca, e mais do que prazer, sentiu um incômodo.
Continuou um pouco mais, mas tudo foi em vão. Não tinha prazer nenhum. Se sentiu uma idiota, tirou a mão, virou de lado e, depois de um tempo, pegou no sono.
Juan, atirando pedras no rio, vendo elas quicarem, se perguntava o que tinha dado errado. Só queria que a mãe dele conhecesse o prazer, mas em vez disso, só conseguiu deixá-la mais frustrada.
Durante o almoço, quase não trocaram uma palavra. No jantar, o clima continuava tenso. E vendo TV, tudo parecia que ia continuar na mesma. Juan não aguentou mais.
—Desculpa, mãe. Nunca foi minha intenção te incomodar ou te fazer sentir mal. Só queria que você fosse feliz.
—Já sou feliz, Juan. Tenho três filhos maravilhosos, uma vida tranquila. Não preciso de mais nada.
—Não vou aceitar deixar assim.
—Não começa de novo, por favor.
—Tenta de novo.
—Me deixa em paz, por favor.
Ana colocou as mãos no rosto e começou a chorar. Juan se sentiu horrível e sentou-se ao lado dela, abraçando-a com força.
- Porra, mãe. Me desculpa, me desculpa.
- Deve ser culpa minha. Sou uma idiota que não sabe nada da vida. Uma inútil que não sabe fazer o que todo mundo parece saber.
- Você não é idiota, mãe. É só que você não teve sorte nesse... assunto.
Ele a consolou por alguns minutos, acariciando o cabelo dela.
- Eu poderia... te ensinar.
- O quê? - respondeu Ana, sem entender direito o que o filho estava dizendo.
- Poderia te ensinar como se tocar, onde tocar.
- Você está louco?
- Não. Eu sei que é meio estranho. Mas a gente podia tentar. E se depois disso você ainda não sentir prazer, eu juro que nunca mais vou falar sobre isso.
Ana não disse nada. A cabeça dela estava a mil. O que Juan estava dizendo era uma loucura, algo inimaginável. Mas sem saber por quê, ela não disse não.
- E... como você faria?
- Eu poderia começar.
- Me tocando?
- Sim.
- Ah, não conseguiria. Ia ficar com muita vergonha.
- A gente podia fazer no escuro.
- No escuro?
- Sim, assim você não teria vergonha.
- Juan, não sei. Não acho que seja certo.
- Dane-se o que é certo e o que é errado. É uma coisa que não vai sair daqui. Algo que só nós dois vamos saber.
Ana pensava rápido. E se funcionasse? E se finalmente ela conhecesse aquele prazer de que tanto falavam? Além disso, se como ela achava, tudo fosse inútil, ele tinha prometido nunca mais tocar no assunto.
Ela respirou fundo.
- Você me prometeu que a gente não vai mais falar sobre isso, né?
- Eu juro.
- Tá bom. Vamos tentar.
Eles se olharam. Não conseguiram evitar rir, dada a tensão da situação.
- Vai pro teu quarto. Apaga as luzes e me espera deitada na cama.
- Ah, tá.
- Pelada.
- O quêeeeeeeeeee?
- Pelada, mãe. Não vou ver nada.
- Mas...
- Sem mas.
- Tá bom.
Ana se levantou e foi para o quarto dela, sem olhar para trás. Juan a observou. Pela primeira vez, como mulher. Olhou para a bunda grande dela, de quadris largos.
- "Porra. Vou acariciar minha mãe. Vou Vou bater uma pra minha mãe. Vou fazer uma punheta pra minha mãe" — ele pensou.
Percebeu que ele mesmo já estava começando a ficar excitado.
Esperou uns dois minutos e foi até o quarto da mãe. A cama era de casal, então não teria problema de espaço. Bateu na porta.
— Já?
— Sim... não... sim... caralho!
João abriu a porta. A claridade do corredor iluminou o quarto. João viu a mãe, deitada na cama, coberta com o lençol até o queixo.
Entrou e fechou a porta. A escuridão agora era quase total. Só dava pra ver uma fresta de luz por baixo da porta. Tateando, chegou na cama e se deitou ao lado da mãe.
— Beleza, mãe. Vamos nessa.
— Você tá vendo alguma coisa?
— Nada.
— Tem certeza?
— Certeza. Não vejo porra nenhuma. Você tira o lençol ou eu entro por baixo?
— Você por baixo. Me sinto menos pelada assim.
— Ok.
João levantou o lençol e entrou, tirando os sapatos antes. Ouviu o som seco deles caindo no chão.
Se aproximou do corpo da mãe. Sentia o calor dela. Mas não tocou. Ana, apesar da escuridão, estava de olhos fechados. Sentia o rosto quente, com certeza vermelho que nem um tomate.
Ela esperava que João levasse a mão até a buceta dela e começasse a tocar. Mas isso não aconteceu. A mão quente de João pousou com delicadeza na barriga dela e começou a acariciar. Ana deu um pequeno susto.
— Tô gorda, né?
— Shhh, cala a boca, mãe. É pra sentir. Sente minha mão.
— Tô sentindo. Tá fazendo cócegas... Kkkk.
— Caralho, mãe. Concentração.
— Desculpa, desculpa. Continua.
Ele roçava com a ponta dos dedos, bem suave. Ana reconheceu que era gostoso. A mão, em vez de descer pra buceta, subiu devagar, até os peitos dela. Ela não esperava por isso.
E o que ela menos esperava era que ele desse um beijo na testa dela. Os lábios dele eram macios e quentes.
— Não pensa em nada. Só sente os carinhos.
— Hummm.
Um beijo na têmpora. Ana sentiu um arrepio descendo pelas costas. Lembrou dos beijos escondidos da juventude. A mão de João ia de um peito ao outro, acariciando e apertando com suavidade. O próximo beijo foi numa bochecha. O arrepio foi maior.
— Se deixa levar, mãe.
— Hummm, sim...
Outro beijo na bochecha, mais perto dos lábios. A mão foi descendo devagar, em direção à barriga dela. Agora já não fazia cócegas. Ela sentia algo novo. Era como cócegas, mas por dentro.
Os lábios. Ele beijou os lábios dela. Até João sentiu a mãe tremer dos pés à cabeça. Chegou ao púbis, peludo, e acariciou por alguns segundos, beijando-a. Percebeu que ela começava a respirar mais forte.
Ele abriu levemente os lábios. Ela imitou. Ele tentou com a ponta da língua, e foi recebido pela língua da mãe. O beijo suave foi ficando mais apaixonado enquanto a mão dele continuava descendo.
Ana estava sentindo coisas novas. Gostosas. O corpo dela parecia estranho. Mais sensível. Os lábios, a mão, o calor. Tudo era mais intenso.
— Abre um pouco as pernas — sussurrou João.
Ela obedeceu. Queria que João fosse mais longe. Aquelas sensações que estavam tomando conta dela faziam com que desejasse mais. Percebeu os mamilos duros, como quando fazia frio, só que agora não fazia frio.
Os dedos de João se abriram e desceram, acariciando por fora, pelos lados, evitando a fenda. Lá em cima, as bocas deles, seladas uma contra a outra, não paravam de se mexer. Quando João sentiu que a mãe estava pronta, juntou os dedos e percorreu a rachinha da buceta da mãe. Estava molhada.
— Tá bem, mãe?
— Hummm, sim... me sinto estranha.
— Você tá excitada. Sua buceta tá molhada.
— João, nunca me senti assim.
Com as pontas de dois dedos, ele esfregou o clitóris. Ana arqueou as costas na cama.
— Aaahhhhhh
— Tá sentindo, mãe? Tá sentindo prazer?
— João... sim... sinto... prazer... Tive um orgasmo?
— Ainda não. Quando tiver, vai saber.
Ana estava muito surpresa. Sentia um prazer enorme com as carícias de João, algo que nunca tinha sentido e que jamais imaginou que Era assim mesmo. E o filho dela dizia que ela ainda não tinha tido um orgasmo. Será que existia ainda mais prazer?
— Hummm... é tão... gostoso... é como se eu estivesse flutuando.
— Sente meus dedos esfregando seu clitóris. Tá sentindo, mamãe?
— Aaaiii... tô... sentindo.
Juan desceu um pouco e enfiou dois dedos na buceta. A mãe se contorceu de prazer.
— Sente como meus dedos entram na sua buceta? Tá sentindo meus dedos na sua buceta?
— Aaaiii Juan... que prazer... isso é... hummm... tô... sentindo eles dentro de mim.
Ele começou a enfiar e tirar os dedos da buceta quente da mãe, e com o polegar, esfregou o clitóris dela. No escuro, procurou a boca dela e se beijaram com paixão. Juan se encostou nela, sem parar de masturbá-la.
O corpo de Ana começou a tremer. Juan percebeu que ela começava a ficar tensa.
— Mamãe...
— Aaai... aai, o... o quê?
— Você vai gozar.
Ana sentiu que algo ia acontecer. Parecia que alguma coisa bem lá no fundo dela ia sair de repente. Sentiu todos os músculos do corpo ficarem tensos, sem que ela pudesse fazer nada para evitar. A tensão subiu, subiu e subiu até que, de repente, ela parou de ouvir. Parou de respirar. Ela soube o que era. O primeiro orgasmo dela. Explodiu por todo o corpo, inundando-a de um prazer tão grande que ela nunca imaginou que algo assim pudesse existir.
— Ai, meu Deus... ai... meu Deus... aiiiiii
Juan sentia nos dedos que estavam enterrados na buceta as contrações do orgasmo. Os dedos ficaram cheios de muito mel e ele continuou esfregando e esfregando. As costas de Ana descansaram um instante na cama e se arquearam de novo. Juan lamentou não poder ver o rosto da mãe naquele momento.
O corpo relaxou. Juan tirou a mão com cuidado. Fez silêncio. Só se ouvia a respiração pesada de Ana. Ela não conseguia falar. Juan beijou ela, com ternura, nos lábios. Ela conseguiu falar.
— Meu Deus, Juan. Achei que ia morrer de prazer. Foi algo... incrível. Não imaginava que fosse assim. Que coisa mais... deliciosa.
No escuro, os olhos de Ana se encheram de lágrimas. Agradeceu que Juan não a visse chorar, mesmo que fosse de alegria, de pura felicidade.
— Você gostou?
— Ummmmm, foi a coisa mais gostosa da minha vida. Juan...
— Fala, mãe.
— Obrigada... ah... obrigada.
Não conseguiu evitar soluçar, chorando. Juan a abraçou com força.
— Shhhh, não tem problema. Agora você já sabe o prazer que seu corpo pode te dar.
— Uf, acho que até mijei de tanto gosto.
— Kkkk. Não é isso. Você só gozou. As mulheres, no orgasmo, também soltam líquidos, igual os homens. Umas mais, outras menos.
— Não sabia disso. Tem tanta coisa que eu não sei.
— Bom, agora você já sabe o que é prazer. Sabe como se tocar e ter esse prazer gostoso.
Ana percebeu de repente que estava nua, abraçada no filho, que tinha acabado de masturbá-la e dado o primeiro orgasmo dela. Se alguém tivesse dito que ela estaria assim, teria chamado o cara de louco.
Agora, simplesmente, se abraçou com mais força no filho, fechou os olhos e sorriu. Estava feliz.
— Vou dormir, mãe.
— Claro, meu amor. Até amanhã. E... de novo, obrigada pelo que você fez por mim.
— De nada, mãe. Pra mim também foi um prazer.
Deu um último beijo na boca dela e se levantou. Ana olhava na direção da porta. Quando ele a abriu, a luz inundou o quarto o suficiente pra Juan ver a mãe, ainda coberta pelo lençol.
— Até amanhã, mãe.
— Até amanhã, tesouro.
Juan foi direto pro banheiro. Estava muito excitado. Abriu a braguilha, tirou o pau pra fora e gozou na hora, esporrando tudo na pia.
++++++
Quando acordou, depois de se lavar, Juan foi pra cozinha pegar o café da manhã. Já estava pronto, em cima da mesa. A mãe dele estava radiante.
— Bom dia, mãe.
— Bom dia, meu amor. Já deixei seu café pronto.
— Valeu. Tô com uma fome do caralho.
Ana olhou ele comer. Ficavam se sorrindo um pro outro. Não falaram sobre o que tinha rolado na noite anterior, mas tava no ar.
Olhando pra sua Filho, o primeiro homem que tinha dado prazer a ela, Ana ficou excitada. Lembrou dos beijos, das carícias, do calor do corpo. A buceta dela começou a ficar molhada.
— Ahhh, que café da manhã gostoso. Valeu, mãe. Vou dar uma volta pela cidade.
— Tá bom.
Quando ele se levantou, Juan deu um beijo casto na bochecha dela. Mas aquele beijo castigo fez ela tremer.
Ela viu ele se afastar e ir embora. Juntou as pernas, sentindo a umidade da calcinha. Na cabeça dela vieram as palavras do filho. Ela não precisava de um homem pra sentir prazer. Então foi pro quarto e se acariciou do jeito que Juan tinha acariciado ela.
O segundo orgasmo da vida dela foi dado pelos próprios dedos. Ela gritou de prazer, sozinha na cama. Encheu os dedos com os próprios sucos. E ficou um tempão na cama depois, descansando, encolhida.
Tinha sido algo intenso, maravilhoso. Mas o orgasmo que teve com Juan foi melhor. Não só por ser o primeiro, mas porque pôde sentir outros dedos que não os dela, pôde sentir carícias, beijos.
Naquela noite, Juan tava deitado na cama dele. A mãe dele na dela. E os dois se masturbavam. Os dois pensando um no outro.
Ana tinha descoberto o prazer, e não ia largar nunca mais. Ela se masturba de noite, de manhã, sozinha em casa. Juan nunca mais tocou no assunto, como prometeu.
Mas faltava algo pra ela. Aquele algo especial que sentiu na primeira noite. Os beijos. O calor humano. Ela queria com todas as forças sentir aquilo de novo, mas tinha vergonha de pedir.
Levou vários dias pra juntar coragem, até que uma noite, vendo TV com o filho, ela se atreveu.
— Juan, aquilo do outro dia...
Ele se surpreendeu dela puxar o assunto.
— Achei que você não queria mais falar sobre isso.
— É, não queria. Mas... ufa... é que... Porra, não consigo falar.
Juan entendeu.
— Quer que eu faça de novo?
— Sim — respondeu Ana, baixando a cabeça e ficando vermelha.
— Beleza. Aqui?
— Não, não. No meu quarto, como da outra vez.
— No escuro...
— É, me dá Que vergonha você me ver assim. Sou velha.
- Você não é velha.
- E estou flácida, gorda.
- Você está muito bem, mãe. Mas tudo bem.
Juan se levantou e estendeu a mão. Ela a pegou e foram para o quarto dela. A pica de Juan estava tão dura que incomodava. Disfarçadamente, ele ajeitou.
Entraram no quarto.
- Apaga a luz, por favor.
Quando ficaram no escuro, Ana se despiu e se deitou na cama. Se sentia muito excitada, molhada. Como Juan dizia, estava com tesão.
- Já estou pronta.
Juan se aproximou da cama e se deitou. Logo percebeu que a mãe não tinha se coberto com o lençol. Estava completamente nua.
Procurou a boca dela e começou a beijá-la. Se surpreendeu com a paixão com que ela retribuiu o beijo. Se abraçaram sem parar de se beijar, enquanto Juan começava a percorrer o corpo dela com uma mão. Acariciou os peitos grandes dela, com os bicos duros como pedra.
Beijou as bochechas dela, o pescoço, a clavícula, os peitos e, por fim, os bicos. Lambeu e chupou. Ana gemia de prazer.
Com um bico na boca, mamando como um bebê, continuou descendo a mão até a buceta da mãe. Ela o esperava com as pernas abertas. Estava encharcada.
- Você está muito molhada, mãe.
- Eu sei.
- Você está com tesão.
- Aggggg sim... estou com tesão.
- E quer que eu te faça uma punheta, não é? - disse ele, começando a esfregar o clitóris dela.
- Ummm sim, sim... eu quero... eu quero...
- Então diz. Me pede.
- Juan... não consigo... não sai...
- Sai sim... diz.
Ana se contorcia de prazer. Sentia as chupadas, as lambidas, as mordidinhas suaves nos bicos e os dedos habilidosos na buceta dela.
- Você é... mau...
- Diz, mãe. Diz.
- Ummmm Sim... quero... me faz... uma..... agggggggggg uma... punheta... Juan... me faz uma punhetaaaaaaaa
Ela explodiu de imediato num orgasmo ensurdecedor, tão intenso que fez várias articulações do corpo dela estralarem. Os dedos de Juan se encheram dos sucos dela enquanto o corpo da mãe não parava de ter espasmos.
Depois, a Calma, os carinhos suaves, os beijos ternos. Eles se abraçaram. Ana sentiu algo contra a barriga dela. Algo duro.
—Juan! Você está...?
—Tarado, mãe. Muito tarado.
—Por quê?
—Como assim por quê? Tenho você do meu lado, pelada. Tô apalpando seus peitos, sua buceta. Você acabou de gozar nos meus dedos. Como é que eu não ia ficar tarado?
Juan procurou a mão da mãe e a levou até o volume dele. Ela não fez nada pra impedir. Apalpou a região.
—Tá bem dura.
—Mãe... Faz uma punheta pra mim.
—Não sei fazer. Você me ensina?
—Claro. Abre o zíper da minha calça.
Os dedos tremiam quando ela abaixou o zíper do filho.
—Agora, tira ela pra fora.
No escuro, Ana enfiou a mão. Tocou a cueca. Agora sentia melhor, sem a calça grossa no meio. Tentou tirar, mas não conseguiu nem soube. Juan ajudou. Tirou pra fora e colocou na mão da mãe. Ana segurou.
—Ufa, como tá dura. E que quente.
—Nunca bateu uma pro papai?
—Nunca vi o do seu pai.
—Porra!
—Me diz o que eu tenho que fazer.
—Move a mão pra cima e pra baixo. Aperta um pouco, mas não muito.
—Assim?
—Ummmm, é, assim. Devagar... pra cima... e... pra baixo... isso...
Era a primeira punheta que ela batia num homem. Adorava a sensação que aquele negócio duro dava na mão. Quis poder ver, mas se acendesse a luz, ele ia ver ela pelada.
Juan começou a gemer.
—Tô fazendo direito?
—Ummmm, sim, mãe, muito bem. Faz um pouco mais rápido. Só um pouco.
Ela aumentou o ritmo, e os gemidos de prazer aumentaram. Ela tava ficando com tesão de novo, então levou a outra mão pra buceta. Logo, os dois gemiam.
—Aaaaai, mamãe, que delícia... continua assim... que vou gozar. Mais um pouco... mais rápido.
—Juan... tô me tocando... fiquei com tesão de novo.
—Espera... deixa comigo.
Ana não soltou a piroca do filho. Continuou a punheta, de pernas abertas, até os dedos de Juan começarem a passear pela buceta dela. Ela ia gemer de prazer, mas a boca dele calou a dela. impediu.
Beijando-se, procurando-se com as línguas, cada um masturbava o outro. O prazer era mútuo, intenso. Ana chegou rapidamente a um orgasmo intenso, que aumentou quando a buceta que apertava na mão começou a ter contrações até sentir o corpo do filho se tensar e notar, contra a barriga e os peitos, o calor dos fortes jatos de porra que saíam da buceta invisível. Cada esguicho sentia primeiro na mão e depois no corpo. Com as bocas grudadas, não pararam de se beijar até os corpos ficarem relaxados.
-Uau, mãe. Que masturbação da porra.
-Ufa, foi... quente. Fiz bem?
-Mais que bem. Fazia tempo que não sentia tanto prazer.
-Eu também senti muito prazer, Juan
Se beijaram de novo, agora mais ternamente.
-Vou dormir, que você me deixou exaustinho.
-Eu também tô com sono. Até amanhã, meu amor.
Quando Juan abriu a porta e a luz entrou, olhou pra mãe. Ela estava nua, em cima da cama. Sorriram um pro outro.
-Você é muito gostosa.
Ana percebeu a nudez e se cobriu, pudica.
-Fecha a porta.
-Até amanhã.
A porta se fechou e a escuridão voltou.
"Você é gostosa" - ele tinha dito. Ele a viu nua e disse que ela era gostosa. Ela não se sentia assim, mas ouvir isso dele fez muito bem.
Acendeu a luz do criado-mudo. Se olhou. Viu que tinha várias manchas no corpo, nos peitos e na barriga. A porra do filho. Curiosa, levou a mão até lá e tocou. Era grossa, de textura macia. Levou os dedos ao nariz e cheirou.
Era um cheiro estranho. Mal lembrava dele quando se lavava no banheiro depois de 'cumprir' com o marido. Naquela época, aquele cheiro quase a enjoava. Agora, porém, era diferente. A embriagou. Levou as mãos aos restos e espalhou, como se fosse um creme nutritivo. Cheirou as mãos de novo. Agora, o aroma era muito mais forte.
+++++
Acordou contente, feliz. O corpo estava um pouco pegajoso, e ainda cheirava ao filho dela. Ela vestiu uma calcinha e uma camisola e foi para a cozinha preparar o café da manhã. Ele não demoraria a aparecer.
E foi o que aconteceu. Em poucos minutos, João apareceu na porta.
— Bom dia, tesouro.
— Bom dia, mãe.
Ele deu um beijo na bochecha dela e sentou para tomar café. Olhou para a mãe, que estava de costas para ele, preparando o pão. Olhou para a bunda dela, que se mexia de forma sensual enquanto ela cortava as fatias. O pau dele ficou duro.
Ele se levantou e se aproximou dela. Colou o corpo no dela, pressionando o pau contra a bunda dela. Levou as mãos para a frente, até os peitos, e os agarrou. Ana ficou parada.
— Tá sentindo meu pau na sua bunda?
— Sim...
— Foi você que deixou ele assim.
— Eu? Mas... se eu não fiz nada.
— Nada? Ontem à noite você me fez uma punheta, lembra?
— Hummm, sim, lembro.
A buceta de Ana começou a ficar molhada. Ela sentia a pressão do pau contra as nádegas. Se mexeu um pouco, buscando mais atrito.
João beijou o pescoço dela. A mãe dele estremeceu.
— Quer que eu te faça uma punheta, mamãe?
— Uf, João, claro que quero. Você me esquenta na hora. Vamos pro quarto.
— Não, no quarto não. Aqui.
— Mas...
— Quero ver sua cara quando você gozar.
— João... não... eu não...
— Vira.
Ana, devagar, se virou. Ficaram de frente um para o outro. Ana baixou o olhar. João levantou o rosto dela puxando o queixo para cima.
— Você é linda, mãe.
Ana tinha as bochechas coradas, as pupilas dilatadas. João aproximou a boca e a beijou. Ela devolveu o beijo.
Ana sentiu uma das mãos de João descer pelo corpo dela, até chegar nas coxas. Depois, ele enfiou a mão por dentro da camisola e foi subindo pelas coxas, até chegar na calcinha.
— Você tá molhadinha, mãe. Olha nos meus olhos.
Ela obedeceu. O peito dela subia no ritmo da respiração. O coração batia forte, e ela gemeu quando os dedos começaram a roçar a fenda da buceta dela por cima do tecido.
— Me pede. Me pede pra te fazer uma punheta. Fala pra eu te masturbar. correr.
-Ô... Minha vida...
Ele beijou o pescoço dela, lambeu a orelha.
-Pede pra mim - sussurrou no ouvido dela.
Quando ela começou a falar, Juan se afastou e olhou pra ela, direto nos olhos. Ela estava com os olhos semicerrados.
-Juan... me faz uma... punheta... ah... deus... Juan... faz eu gozar com teus dedos.
Ele começou a beijar ela com paixão enquanto enfiava os dedos por baixo da calcinha e esfregava o clitóris dela, às vezes em volta sem encostar quase, outras vezes direto. Foram minutos de prazer intenso que terminaram quando Ana começou a gozar.
Durante o orgasmo inteiro, Juan olhou pra ela. A cara de prazer dela era linda. Os olhos dela ficaram fechados até o corpo relaxar.
Ela abriu os olhos devagar, com os lábios separados, ressecados. Encontrou o olhar do filho, que olhava pra ela, sorrindo. Ela também sorriu.
-Mãe...
-O que foi, minha vida?
-Me faz uma punheta.
Na noite anterior, ela só tinha conseguido sentir. Agora, ela tinha a rola dura do filho na mão, e masturbava devagar. Achou linda. Juan tinha tirado a calça e sentado numa cadeira. Ana tinha se ajoelhado na frente.
O olhar dela ia da rola dura pro rosto de Juan. Gostou de ver a cara de prazer dele, ouvi-lo gemer por causa das carícias dela.
-Agggg mãe... que delícia. Ontem à noite eu gozei nos teus peitos, né?
-Sim. E na minha barriga.
-Pena que não pude ver. Agora quero ver.
Ana ia protestar, mas se calou. Vencendo a vergonha, deixou as alças caírem e a camisola desceu. Os peitos dela ficaram à mostra. Eram grandes, e meio caídos.
-Ummm mãe. São lindos, maravilhosos.
-Sério? Tão caídos. São peitos de...
-São peitos de mulher. Não tá vendo como eu tô de rola? É puro desejo.
Ana se sentiu melhor. Respirou fundo, pra inflar o peito e levantar um pouco. Percebeu que da ponta da rola saía um líquido transparente.
-Tá gozando?
-Não, ainda não, mas quase.
Mais umas duas sacudidas da mão e o corpo de Juan se tensionou. A rola Ela ficou rígida e da ponta saiu disparado um jato potente e branco que se estampou nos peitos. Foi seguido por vários outros, que deixaram ambos os seios com marcas brilhantes.
Ana observou toda a cena encantada. E sem pensar no que fazia, enquanto Juan a olhava, levou as mãos aos peitos e espalhou o sêmen por eles. Levantou o olhar e encontrou o de Juan. Ela sorriu. Juan se inclinou para frente e a beijou.
Juan foi embora, como sempre, dar uma volta. Ana ficou em casa. Estava feliz, como nunca tinha sido.
Naquele meio-dia, comeram juntos na cozinha. Pareciam dois moleques, trocando olhares, sorrisinhos.
Depois de comer, foram ver TV. Juan não conseguiu evitar que a mãe escolhesse um programa de fofoca, onde uns esfolavam os outros.
No entanto, Ana não prestava muita atenção. Sentia borboletas no estômago. Tinha a buceta ardendo, e muito molhada. Estava com tesão, mas não ousava pedir a Juan o que ela queria. Tinha medo que ele a achasse uma safada.
Continuou olhando a TV. Depois de alguns minutos, não aguentou mais. Sem olhar nos olhos dele, disse baixinho:
— Juan... você faz uma punheta pra mim?
— Não.
Ana olhou para ele, surpresa. Talvez tivesse ido longe demais.
— Ah... me desculpa, Juan. Não devia ter pedido.
Fez menção de se levantar. Se sentia envergonhada. Juan a segurou.
— Não, não vou fazer uma punheta pra você, mãe. Vou fazer algo melhor. Vou comer sua buceta.
— Como?
— Comer sua buceta, chupar, lamber, beijar.
— Mas... está... suja.
— Como assim suja?
— Não me lavei depois do que... aconteceu de manhã?
— Hummm, melhor, assim vai ter mais gosto. Levanta.
Sentiu arrepios, mas obedeceu.
Juan enfiou as mãos por baixo da camisola que ela ainda vestia e puxou a calcinha, tirando-a.
— Deita no sofá.
Ela tremia quando fez isso. Tinha as pernas fechadas. Juan sentou aos pés dela e, com delicadeza, mas com firmeza, fez com que abriu as pernas. Na frente dele, ficou a buceta da mãe dele.
—Uau, mãe. É lindo.
—Sério?
—Pode crer.
Era uma buceta grande, peluda, aberta de desejo. Molhada e brilhante. Juan se aproximou e cheirou.
—Hummm, que cheiro gostoso da sua buceta, mamãe. Eu adorava cheirar meus dedos depois de bater punheta pra você.
—Sério? — perguntou Ana, mordendo o lábio inferior.
Estar assim, exposta diante do filho, com as pernas abertas, a deixava num estado de excitação tão grande que ela achava que ia gozar a qualquer momento sem nem se tocar.
Mas gozou quando sentiu a primeira lambida da língua de Juan ao longo da fenda da buceta dela.
—Aaaaaaah, aaaaaaah — ela gemia, enchendo a boca de Juan com seus sucos deliciosos.
Juan não parou de lamber, de chupar, e em poucos minutos Ana gozou de novo. Ela sentia a língua acariciar cada dobra da buceta dela. Sentia os lábios pegarem o clitóris dela e a língua batendo nele.
Uma masturbação era um prazer imenso. Mas o que Juan estava fazendo agora era ainda melhor. Os orgasmos se sucederam até que ela teve um tão intenso que a deixou tão sensível que ela afastou a cabeça de Juan de entre as pernas dela e as fechou.
Ela ficou vários minutos sem conseguir se mexer. Quando finalmente falou, foi quase um sussurro.
—Quase... me... matou.
—Acho que você gostou, né?
—Sim... mas quase morri de prazer.
—Disso você não vai morrer, mãe.
Ele ajudou ela a se sentar e a beijou. A boca dele tinha gosto salgado. Tinha gosto da própria buceta dela. Ela não se importou.
—Quando uma mulher faz pra um homem o que você fez pra mim, chama boquete, né?
—Sim.
—Você me ensina a fazer um boquete?
—Claro. Uau, como eu quero isso.
—Eu também.
Colocaram uma almofada no chão, e Ana se ajoelhou entre as pernas do filho. Ela tinha a rola dura na frente.
—Tem muitos jeitos de fazer. Rápido, devagar, usando as mãos.
—Como você gosta?
—Devagar e sem mãos.
E devagar e sem mãos ela fez. Ela adorou a sensação da pele macia da cabeça da pau na boca dela. Ela lambia com a língua, como ele mandou. E olhava nos olhos dele, como ele pediu. Subia e descia a cabeça, devagar, fazendo a pau entrar e sair da boca dela.
-Humm... você faz... muito bem... Me dá muito... prazer... continua mamando... assim...
Ela chupou da base até a ponta, e colocou de novo na boca. Juan gemia cada vez mais alto, olhando a pau dele entrando e saindo da boca inexperiente, mas gostosa, da mãe dele.
-Agggggg um pouco mais rápido agora. Tô quase... gozando....
Ana se mexeu mais rápido, sem tirar os olhos dos olhos de Juan. Sentiu ele ficar tenso.
-Tô gozando, mamãe... tô gozando... tira... já... já... jáaaaaaaa
Ana não tirou. Ele não tinha tirado quando ela gozou na boca dele, então manteve a pau dentro até a boca começar a encher de porra, jorrando em jatos potentes que batiam no céu da boca dela, na língua dela.
A boca encheu rápido, e Ana tirou a pau da boca. Mais uns dois jatos bateram no rosto dela.
Juan ficou maravilhado. Ele tinha enchido a boca da mãe dele com a gozada impressionante dele. Até tinha gozado na cara dela. Olhou pra ela, cheio de gratidão, de amor. Ela estava com a boca fechada, as bochechas inchadas. Dava pra ver que não sabia o que fazer.
-Pode cuspir, se quiser. Ou... engolir toda a minha porra.
Ele tinha engolido os fluidos dela. Só era justo que ela engolisse os dele. Então, ela fez isso. Engoliu a porra amarga e salgada do filho dela.
Adorou fazer aquilo. Não pelo gosto, mas pelo que significava. E pela cara que ele fez enquanto ela fazia.
Ficaram um tempão abraçados no sofá.
-Juan, meu amor. Nunca vou conseguir te agradecer por tudo que você me fez descobrir esses dias. Obrigada.
-Não tem de quê. Pra mim foi um prazer te ensinar o que o sexo tem de bom.
-Sou uma boa aluna?
-Hahaha. Sim. Você aprende rápido.
-Hahaha. Você é um bom professor.
Naquela noite, eles tiveram visita. A amiga da mãe dele, com o marido. Eles convidaram. pra jantar, e como sempre acontecia, saíram tarde. Juan já tinha ido se deitar há um tempão.
Quando Ana se despediu dos convidados, foi procurá-lo. Mas viu ele dormindo tão tranquilamente que decidiu deixar ele descansar. Ela também estava cansada, então foi dormir.
De madrugada, um leve chacoalhão acordou ela.
Era Juan. Estava pelado, deitado do lado dela.
— Por que você não me acordou quando eles foram embora?
— É que você estava tão sossegado, dormindo.
— Tentei ficar acordado esperando, mas o sono me venceu.
— Não tem importância, meu tesouro.
Se beijaram, se acariciaram. Ana agarrou com força a pica, que endureceu na mão dela. Juan a masturbava e despia devagar.
A luz estava acesa. Os dois estavam pelados, sentindo a pele quente um do outro. Aos poucos, sem que Ana percebesse, Juan foi subindo em cima dela.
— Te amo, mãe.
— E eu te amo, minha vida... aggggggggggggggg
O corpo inteiro de Ana sentiu a pica do filho entrar devagar, mas fundo, na buceta dela, preenchendo ela.
Finalmente, Ana soube o que é o prazer de fazer amor. O prazer que se sente quando duas pessoas que se desejam se conectam. Fechou os olhos para se concentrar só em sentir. Em sentir a pica entrando e saindo dela. Em sentir os beijos, as carícias. Em sentir o orgasmo que atravessou o ser dela quando a pica explodiu dentro dela, enchendo ela de calor.
E acima de tudo, o prazer de continuar sendo acariciada depois. De continuar sendo beijada. Não queria ir ao banheiro se limpar. Queria sentir aquele calor para sempre.
— Foi... Juan... foi... Você fez amor comigo.
— Sim...
— Você vai dormir comigo esta noite?
— Vou dormir com você, sempre.
FIM
O pai tinha deixado eles mais ou menos bem de vida, mas cada um teve que se virar pra construir o próprio futuro. Ana, a mãe, fez questão de que todos os filhos fizessem uma faculdade.
O mais velho casou e foi embora. Tempo depois, o segundo também seguiu a vida dele e saiu de casa.
João ficou como o homem da casa. Mas a mãe dele o incentivou, como fez com os irmãos, a buscar a vida fora.
Mesmo relutante em deixar a mãe sozinha, João entendeu que na vila não tinha muito futuro. Estudando na capital, se acostumou a viver a vida dele e, depois de se formar, nunca mais voltou pra casa. Tinha namorada, amigos, um apartamento alugado e um bom emprego.
No começo, visitava a mãe com frequência. Depois, cada vez menos. Mas ela estava bem. Na vila, tinha amigos e parentes. Pelo menos, ligava pra ela toda semana.
Chegou 2008, a crise. João, primeiro, perdeu a namorada. Depois, o emprego. Por fim, não tinha nem pra pagar o aluguel. Com 30 anos, não teve escolha a não ser voltar pra vila, pra casa da mãe.
Não tocaram no assunto. Ele já se sentia mal pra caralho com a situação, e Ana deixou ele em paz. Esperava que ele arrumasse um trampo logo e que tudo voltasse ao normal.
João tentou não se deprimir. Tinha voltado pra vila, mas não era mais a mesma que ele conhecia. Quase todos os amigos tinham ido embora, e com os poucos que sobraram, a relação tinha esfriado depois de tantos anos fora.
A mãe dele preparou o quarto antigo, que ele dividia com o irmão do meio. Tudo estava como ele lembrava. As lembranças voltaram na mente dele.
...
— O que cê tá fazendo, Manuel?
— Nada.
— Parece que cê tá pulando na cama.
— Dorme, João.
...
Ele sorriu, olhando pra cama do irmão. Aquele barulho ele ouviu pra caramba. Tempo depois, descobriu que era o som do prazer, da Punhetas noturnas do irmão dele. Ele mesmo aprendeu a fazer, mas por vergonha, esperava o Manuel dormir pra começar. Soltou uma gargalhada. Ainda lembrava bem daquela noite. Tinha esperado pacientemente o irmão terminar e cair no sono. Aí, ele começou. Até que de repente...
...
— Pô, Juanito, parece que é a sua cama que tá pulando agora. Hahaha. O que cê tá fazendo, safado?
— Nada — respondeu, parando a mão na hora.
— Tá bom. Só não vai sujar o lençol quando terminar esse 'nada', senão a mãe vai perceber. Hahaha
...
A partir daquela noite, não esconderam mais as punhetas um do outro. Às vezes competiam pra ver quem gozava primeiro. Falavam das coisas que os excitavam, das minas da cidade, das atrizes da TV. Quando o Manuel foi estudar fora, o Juan ficou com o quarto só pra ele. A punheta noturna virou particular desde então.
Se instalou, escolhendo a cama velha dele. Naquela primeira noite, tentou relembrar os velhos tempos, mas não tava a fim. Se ver naquela situação, de volta à cidade, sem perspectiva de futuro, não ajudava a manter a excitação.
Os dias seguintes foram de se adaptar, de encontrar seu lugar. Aos poucos foi aceitando a situação. Era o que tinha. Não dava pra mudar o passado, só tentar melhorar o futuro.
— "Mas que bunda mole. Vou tirar umas férias na cidade antes de começar a procurar trampo de novo" — falou pra si mesmo uma manhã enquanto caminhava pelo rio onde quando moleque ia pescar com os amigos.
A atitude dele, triste desde que tinha chegado, mudou. E a mãe ficou encantada. Ela também tava preocupada com o filho.
De noite, como tantas e tantas noites antes, bateu uma na cama. Quando terminou e se limpou no papel que tinha preparado, se perguntou se os outros caras eram iguais a ele. Mesmo tendo namorada, continuava batendo punheta. Talvez não tão Menudo como antes, mas com frequência. María era uma gostosa na cama, mas nem sempre tava afim, e ele precisava daquela alívio que a mão treinada dava quando precisava. Sem dor de cabeça, sempre pronta.
A vida era tranquila na vila. De dia não tinha muito o que fazer. E de noite, só tinha o bar da praça, mas não era muito animado. Juan quase toda noite ficava em casa com a mãe, vendo TV. Quase sempre programas de fofoca, que ele odiava, mas que a mãe devorava. De vez em quando ele convencia ela a ver um filme.
Numa dessas noites em que viam um filme, começou tudo. O filme acabou sendo um pouco quente, com cenas de sexo, que, mesmo sem mostrar nada, eram bem tórridas.
E mais pra Juan, que tava há muito tempo sem transar com uma mulher. Olhando a TV, não conseguiu evitar ficar excitado. Sentiu o pau endurecer e marcar por baixo da calça. A mãe dele continuava vidrada na tela.
— Ufa, acho que já tô na hora de arrumar uma namorada.
— Como? Uma namorada? — perguntou Ana.
— Nada, não.
— Tá sentindo falta da María?
— Não, não é isso.
— Então o que é?
— Buceta, mãe. Pois... cê sabe.
Ana olhou pra ele. Não fazia ideia do que o filho tava falando.
— Não sei, não.
— Porra. Sexo, mãe. Sexo.
— Ah, isso.
Ana continuou vendo o filme. A cena acabou e Juan se acalmou. Até que outra cena picante começou mais tarde, e a excitação voltou.
— Cê não sente falta? — perguntou, como quem não quer nada, pra mãe.
— De quê?
— Buceta, mãe. Do que a gente falou antes. De sexo.
— Pois... não.
E continuou vendo o filme.
Juan nunca tinha falado desses assuntos com a mãe, mas agora, sendo já um adulto, não sentia a vergonha que sentia quando era moleque. Fez memória, tentando lembrar de algum namorado da mãe...
Nada.
Algum amigo com quem saísse sempre...
Nada.
Sempre em casa. Sempre sozinha. Quando a gente é novo, não repara nessas coisas. A mãe dele era isso, a mãe dele, uma pessoa assexuada. Mas agora, já maduro, ele se perguntava como ela se virava sem sexo. Não só pelo prazer físico, que já valia a pena por si só, mas por compartilhar o prazer com outra pessoa.
O filme terminou. A mãe dele se espreguiçou, pronta pra ir pra cama.
— Mãe. Cê não sente falta do sexo, de verdade? Do prazer?
— Ai, Juan, que chatinho você é.
— Mas, mãe. É uma parte da vida. Uma parte muito importante.
— Talvez pra você. Pra mim, não.
Ele desistiu.
— Tá bom. Vou dormir, mãe. Boa noite.
— Eu também, Juan. Até amanhã.
Na cama dele, lembrando das cenas do filme, lembrando da María, fantasiando com várias mulheres, Juan se masturbou até ter um orgasmo gostoso, que relaxou ele, e ele dormiu muito bem.
+++++
Na manhã seguinte, enquanto tomavam café, as lembranças da noite anterior vieram à mente dele.
— Desculpa, mãe.
— Desculpa o quê, meu tesouro?
— A noite passada. Me perdoa se te incomodei.
— Não seja bobo. Não me incomodou. É que eu não entendo a importância que vocês dão pro sexo.
Juan olhou pra ela.
— Sabe como é. Dizem que o sexo move o mundo.
— Pois eu não entendo. Não sei o que veem nele.
— Bom, o gostinho que dá.
— Deve ser isso.
— Não me diga que você não gosta.
Ana ficou em silêncio.
— Mãe?
— O quê.
— Cê não gosta de sexo?
— Não.
— Não acredito. Por que não? Cê não gostava de fazer com o papai?
— Juan, acho que não são coisas pra se falar entre mãe e filho.
— Poxa, mãe. Já sou grandinho. Me conta. Cê não gostava de foder com o papai?
— Juan Ramírez. Não use essa linguagem, por favor.
— Tá bom. Cê não gostava de fazer amor com o papai? Não sente falta daquele prazer?
— Não.
— Porra. Era tão horrível assim?
— Não era horrível.
— Então?
— Juan, vamos parar com isso.
— É que eu não entendo, mãe.
— Como você é chatinho. O que você não entende?
— Que se você diz que não era horrível, não sentir falta daquele prazer.
— É que prazer não era tão... tão prazeroso a ponto de sentir falta deles.
Juan olhou pra ela. Começou a entender, mas não acreditava. Achava que isso era só lenda urbana.
— Você nunca gozou, tipo, nunca teve um orgasmo com o papai?
A mãe desviou o olhar.
— Não sei.
— Mas, mãe, pelo amor de Deus, como você não vai saber? Você não sentia com ele a mesma coisa que quando, sabe, se... masturbava?
Silêncio.
— Mãe?
— Eu... não faço isso.
— Se masturbar?
— Não faço.
— Porra, mãe. Nunca? Nem quando era nova?
— Não.
— Porra, porra, porra. É que... você nunca teve um orgasmo, mãe?
— Às vezes era gostoso quando seu pai, sabe, queria sexo. Mas não é algo que me despertasse interesse. Era esposa dele e minha obrigação era agradá-lo.
— Merda, mãe, a gente não tá na Idade Média.
Agora ele entendia tudo. A mãe não podia sentir falta do que não conhecia. Uma cidade pequena, uma educação antiquada.
— Você casou virgem?
— Claro que casei virgem — respondeu, com orgulho.
— E o papai foi o único homem com quem você transou.
— Claro que sim. Sou uma mulher decente.
— Sinto muito, mãe. Muito mesmo.
— Sente o quê?
— Como foi sua vida. Que você nunca conheceu o prazer. É uma parte muito importante da vida.
— Pra mim não. Já te falei que nunca foi algo que me preocupou.
— Porque é algo que você nunca conheceu. E deveria conhecer.
— Bom, já não tenho idade pra casar.
— Como não? Você não tem nem 55 anos. Além disso, não tô falando de casar. Tô falando de sexo.
— Juan, eu não fui criada assim. E vamos parar com esse assunto, por favor.
— Como quiser.
Terminaram o café da manhã e Juan saiu pra dar uma volta. Sentou na beira do rio, se perguntando por que a mãe tinha que viver daquele jeito, sem conhecer o prazer. Não era justo.
Ana, em casa, se sentia mal. Já tinha tido uma conversa parecida com uma amiga da cidade anos atrás. Ela a incentivou, agora que estava sozinha, a arrumar um homem, um namorado. com quem viver a vida e, quem sabe, casar.
Não entendia por que davam tanta importância ao sexo. O que ela conhecia do sexo era a dor da noite de núpcias, quando o casamento foi consumado. E depois, as vezes que o marido exigia que ela cumprisse com suas obrigações conjugais, que basicamente consistiam em deitar de barriga pra cima, abrir as pernas e esperar ele gozar dentro dela. E depois, enquanto ele roncava, ir ao banheiro se limpar.
Onde estava o prazer nisso? A única coisa que lembrava como sendo até certo ponto gostosa foram os beijos escondidos que o marido roubava dela quando eram namorados. Ela sentia algo, sem saber o quê. Eram beijos curtos. E depois do casamento, os beijos sumiram.
+++++
Juan tentou esquecer o assunto. Ficou surpreso quando foi a mãe quem tocou no assunto uns dias depois, enquanto viam TV.
— É bom isso?
— O quê, mãe?
— Você sabe... o... sexo.
— Ufa, e como! É uma coisa que enche a gente de vida. O mundo para por uns instantes, no auge do orgasmo.
Ana desviou o olhar. Ela não conhecia aquilo. Eram só palavras.
— Bom, muita gente vive muito bem sem sexo. Olha as freiras, os padres.
— Hahaha, mãe. Aposto que esses reprimidos são os piores.
— Não fala essas coisas, Juan.
— Você devia tentar sentir isso, nem que fosse uma vez.
— Já te falei que sou velha. E não vou arrumar um homem nessa altura da vida.
— Ah, mãe. Você não precisa de homem nenhum pra ter prazer. Dá pra fazer sozinha. Se masturbar.
— Eu... não sei fazer isso.
— Todo mundo sabe. É só você se acariciar.
— Acho tão estranho.
— Tenta. Hoje à noite, quando for pra cama.
— Ufa, não, não.
— Faz o que eu digo, mãe. Você vai gostar.
Continuaram vendo TV. Na cabeça de Ana, só duas coisas. Promessas de prazer e pecado. Condenação eterna.
Daí a pouco, Juan se levantou pra ir dormir.
— Bom, mãe. Vou dormir. Pensa no assunto, hein? Tenta e amanhã me conta.
— Boa noite, meu amor. Mas não espere nada.
++++++
Pela manhã, Juan foi até a cozinha. A mãe dele estava preparando o café da manhã.
—E aí?
—Tudo bem — respondeu Ana.
—E? Não tem nada pra contar? Você fez?
Ana se virou, dando as costas pra ele.
—Sim, fiz, mas já te falei pra não esperar nada. Não senti nada de especial.
—Porra.
—Então o assunto do sexo está definitivamente encerrado. Entendeu?
—Tá... tá bom.
Tomaram café da manhã em silêncio. Juan saiu pra caminhada matinal e a mãe dele ficou sozinha. Uma lágrima escorreu pela bochecha dela. Ela enxugou com o pulso e continuou com suas coisas.
Por um momento, ela tinha chegado a acreditar em Juan. Nas maravilhas que ele contava. Na noite anterior, foi se deitar decidida a dormir. No escuro, lembrou das coisas que Juan disse, das coisas que a amiga dela falou anos atrás. E decidiu tentar.
Não sabia bem o que fazer. Levou a mão até a buceta e começou a se acariciar. Primeiro por cima da calcinha. Não sentia nada de especial. Só umas cócegas. Depois, enfiou a mão por dentro. Passou os dedos pela vulva. Estava seca, e mais do que prazer, sentiu um incômodo.
Continuou um pouco mais, mas tudo foi em vão. Não tinha prazer nenhum. Se sentiu uma idiota, tirou a mão, virou de lado e, depois de um tempo, pegou no sono.
Juan, atirando pedras no rio, vendo elas quicarem, se perguntava o que tinha dado errado. Só queria que a mãe dele conhecesse o prazer, mas em vez disso, só conseguiu deixá-la mais frustrada.
Durante o almoço, quase não trocaram uma palavra. No jantar, o clima continuava tenso. E vendo TV, tudo parecia que ia continuar na mesma. Juan não aguentou mais.
—Desculpa, mãe. Nunca foi minha intenção te incomodar ou te fazer sentir mal. Só queria que você fosse feliz.
—Já sou feliz, Juan. Tenho três filhos maravilhosos, uma vida tranquila. Não preciso de mais nada.
—Não vou aceitar deixar assim.
—Não começa de novo, por favor.
—Tenta de novo.
—Me deixa em paz, por favor.
Ana colocou as mãos no rosto e começou a chorar. Juan se sentiu horrível e sentou-se ao lado dela, abraçando-a com força.
- Porra, mãe. Me desculpa, me desculpa.
- Deve ser culpa minha. Sou uma idiota que não sabe nada da vida. Uma inútil que não sabe fazer o que todo mundo parece saber.
- Você não é idiota, mãe. É só que você não teve sorte nesse... assunto.
Ele a consolou por alguns minutos, acariciando o cabelo dela.
- Eu poderia... te ensinar.
- O quê? - respondeu Ana, sem entender direito o que o filho estava dizendo.
- Poderia te ensinar como se tocar, onde tocar.
- Você está louco?
- Não. Eu sei que é meio estranho. Mas a gente podia tentar. E se depois disso você ainda não sentir prazer, eu juro que nunca mais vou falar sobre isso.
Ana não disse nada. A cabeça dela estava a mil. O que Juan estava dizendo era uma loucura, algo inimaginável. Mas sem saber por quê, ela não disse não.
- E... como você faria?
- Eu poderia começar.
- Me tocando?
- Sim.
- Ah, não conseguiria. Ia ficar com muita vergonha.
- A gente podia fazer no escuro.
- No escuro?
- Sim, assim você não teria vergonha.
- Juan, não sei. Não acho que seja certo.
- Dane-se o que é certo e o que é errado. É uma coisa que não vai sair daqui. Algo que só nós dois vamos saber.
Ana pensava rápido. E se funcionasse? E se finalmente ela conhecesse aquele prazer de que tanto falavam? Além disso, se como ela achava, tudo fosse inútil, ele tinha prometido nunca mais tocar no assunto.
Ela respirou fundo.
- Você me prometeu que a gente não vai mais falar sobre isso, né?
- Eu juro.
- Tá bom. Vamos tentar.
Eles se olharam. Não conseguiram evitar rir, dada a tensão da situação.
- Vai pro teu quarto. Apaga as luzes e me espera deitada na cama.
- Ah, tá.
- Pelada.
- O quêeeeeeeeeee?
- Pelada, mãe. Não vou ver nada.
- Mas...
- Sem mas.
- Tá bom.
Ana se levantou e foi para o quarto dela, sem olhar para trás. Juan a observou. Pela primeira vez, como mulher. Olhou para a bunda grande dela, de quadris largos.
- "Porra. Vou acariciar minha mãe. Vou Vou bater uma pra minha mãe. Vou fazer uma punheta pra minha mãe" — ele pensou.
Percebeu que ele mesmo já estava começando a ficar excitado.
Esperou uns dois minutos e foi até o quarto da mãe. A cama era de casal, então não teria problema de espaço. Bateu na porta.
— Já?
— Sim... não... sim... caralho!
João abriu a porta. A claridade do corredor iluminou o quarto. João viu a mãe, deitada na cama, coberta com o lençol até o queixo.
Entrou e fechou a porta. A escuridão agora era quase total. Só dava pra ver uma fresta de luz por baixo da porta. Tateando, chegou na cama e se deitou ao lado da mãe.
— Beleza, mãe. Vamos nessa.
— Você tá vendo alguma coisa?
— Nada.
— Tem certeza?
— Certeza. Não vejo porra nenhuma. Você tira o lençol ou eu entro por baixo?
— Você por baixo. Me sinto menos pelada assim.
— Ok.
João levantou o lençol e entrou, tirando os sapatos antes. Ouviu o som seco deles caindo no chão.
Se aproximou do corpo da mãe. Sentia o calor dela. Mas não tocou. Ana, apesar da escuridão, estava de olhos fechados. Sentia o rosto quente, com certeza vermelho que nem um tomate.
Ela esperava que João levasse a mão até a buceta dela e começasse a tocar. Mas isso não aconteceu. A mão quente de João pousou com delicadeza na barriga dela e começou a acariciar. Ana deu um pequeno susto.
— Tô gorda, né?
— Shhh, cala a boca, mãe. É pra sentir. Sente minha mão.
— Tô sentindo. Tá fazendo cócegas... Kkkk.
— Caralho, mãe. Concentração.
— Desculpa, desculpa. Continua.
Ele roçava com a ponta dos dedos, bem suave. Ana reconheceu que era gostoso. A mão, em vez de descer pra buceta, subiu devagar, até os peitos dela. Ela não esperava por isso.
E o que ela menos esperava era que ele desse um beijo na testa dela. Os lábios dele eram macios e quentes.
— Não pensa em nada. Só sente os carinhos.
— Hummm.
Um beijo na têmpora. Ana sentiu um arrepio descendo pelas costas. Lembrou dos beijos escondidos da juventude. A mão de João ia de um peito ao outro, acariciando e apertando com suavidade. O próximo beijo foi numa bochecha. O arrepio foi maior.
— Se deixa levar, mãe.
— Hummm, sim...
Outro beijo na bochecha, mais perto dos lábios. A mão foi descendo devagar, em direção à barriga dela. Agora já não fazia cócegas. Ela sentia algo novo. Era como cócegas, mas por dentro.
Os lábios. Ele beijou os lábios dela. Até João sentiu a mãe tremer dos pés à cabeça. Chegou ao púbis, peludo, e acariciou por alguns segundos, beijando-a. Percebeu que ela começava a respirar mais forte.
Ele abriu levemente os lábios. Ela imitou. Ele tentou com a ponta da língua, e foi recebido pela língua da mãe. O beijo suave foi ficando mais apaixonado enquanto a mão dele continuava descendo.
Ana estava sentindo coisas novas. Gostosas. O corpo dela parecia estranho. Mais sensível. Os lábios, a mão, o calor. Tudo era mais intenso.
— Abre um pouco as pernas — sussurrou João.
Ela obedeceu. Queria que João fosse mais longe. Aquelas sensações que estavam tomando conta dela faziam com que desejasse mais. Percebeu os mamilos duros, como quando fazia frio, só que agora não fazia frio.
Os dedos de João se abriram e desceram, acariciando por fora, pelos lados, evitando a fenda. Lá em cima, as bocas deles, seladas uma contra a outra, não paravam de se mexer. Quando João sentiu que a mãe estava pronta, juntou os dedos e percorreu a rachinha da buceta da mãe. Estava molhada.
— Tá bem, mãe?
— Hummm, sim... me sinto estranha.
— Você tá excitada. Sua buceta tá molhada.
— João, nunca me senti assim.
Com as pontas de dois dedos, ele esfregou o clitóris. Ana arqueou as costas na cama.
— Aaahhhhhh
— Tá sentindo, mãe? Tá sentindo prazer?
— João... sim... sinto... prazer... Tive um orgasmo?
— Ainda não. Quando tiver, vai saber.
Ana estava muito surpresa. Sentia um prazer enorme com as carícias de João, algo que nunca tinha sentido e que jamais imaginou que Era assim mesmo. E o filho dela dizia que ela ainda não tinha tido um orgasmo. Será que existia ainda mais prazer?
— Hummm... é tão... gostoso... é como se eu estivesse flutuando.
— Sente meus dedos esfregando seu clitóris. Tá sentindo, mamãe?
— Aaaiii... tô... sentindo.
Juan desceu um pouco e enfiou dois dedos na buceta. A mãe se contorceu de prazer.
— Sente como meus dedos entram na sua buceta? Tá sentindo meus dedos na sua buceta?
— Aaaiii Juan... que prazer... isso é... hummm... tô... sentindo eles dentro de mim.
Ele começou a enfiar e tirar os dedos da buceta quente da mãe, e com o polegar, esfregou o clitóris dela. No escuro, procurou a boca dela e se beijaram com paixão. Juan se encostou nela, sem parar de masturbá-la.
O corpo de Ana começou a tremer. Juan percebeu que ela começava a ficar tensa.
— Mamãe...
— Aaai... aai, o... o quê?
— Você vai gozar.
Ana sentiu que algo ia acontecer. Parecia que alguma coisa bem lá no fundo dela ia sair de repente. Sentiu todos os músculos do corpo ficarem tensos, sem que ela pudesse fazer nada para evitar. A tensão subiu, subiu e subiu até que, de repente, ela parou de ouvir. Parou de respirar. Ela soube o que era. O primeiro orgasmo dela. Explodiu por todo o corpo, inundando-a de um prazer tão grande que ela nunca imaginou que algo assim pudesse existir.
— Ai, meu Deus... ai... meu Deus... aiiiiii
Juan sentia nos dedos que estavam enterrados na buceta as contrações do orgasmo. Os dedos ficaram cheios de muito mel e ele continuou esfregando e esfregando. As costas de Ana descansaram um instante na cama e se arquearam de novo. Juan lamentou não poder ver o rosto da mãe naquele momento.
O corpo relaxou. Juan tirou a mão com cuidado. Fez silêncio. Só se ouvia a respiração pesada de Ana. Ela não conseguia falar. Juan beijou ela, com ternura, nos lábios. Ela conseguiu falar.
— Meu Deus, Juan. Achei que ia morrer de prazer. Foi algo... incrível. Não imaginava que fosse assim. Que coisa mais... deliciosa.
No escuro, os olhos de Ana se encheram de lágrimas. Agradeceu que Juan não a visse chorar, mesmo que fosse de alegria, de pura felicidade.
— Você gostou?
— Ummmmm, foi a coisa mais gostosa da minha vida. Juan...
— Fala, mãe.
— Obrigada... ah... obrigada.
Não conseguiu evitar soluçar, chorando. Juan a abraçou com força.
— Shhhh, não tem problema. Agora você já sabe o prazer que seu corpo pode te dar.
— Uf, acho que até mijei de tanto gosto.
— Kkkk. Não é isso. Você só gozou. As mulheres, no orgasmo, também soltam líquidos, igual os homens. Umas mais, outras menos.
— Não sabia disso. Tem tanta coisa que eu não sei.
— Bom, agora você já sabe o que é prazer. Sabe como se tocar e ter esse prazer gostoso.
Ana percebeu de repente que estava nua, abraçada no filho, que tinha acabado de masturbá-la e dado o primeiro orgasmo dela. Se alguém tivesse dito que ela estaria assim, teria chamado o cara de louco.
Agora, simplesmente, se abraçou com mais força no filho, fechou os olhos e sorriu. Estava feliz.
— Vou dormir, mãe.
— Claro, meu amor. Até amanhã. E... de novo, obrigada pelo que você fez por mim.
— De nada, mãe. Pra mim também foi um prazer.
Deu um último beijo na boca dela e se levantou. Ana olhava na direção da porta. Quando ele a abriu, a luz inundou o quarto o suficiente pra Juan ver a mãe, ainda coberta pelo lençol.
— Até amanhã, mãe.
— Até amanhã, tesouro.
Juan foi direto pro banheiro. Estava muito excitado. Abriu a braguilha, tirou o pau pra fora e gozou na hora, esporrando tudo na pia.
++++++
Quando acordou, depois de se lavar, Juan foi pra cozinha pegar o café da manhã. Já estava pronto, em cima da mesa. A mãe dele estava radiante.
— Bom dia, mãe.
— Bom dia, meu amor. Já deixei seu café pronto.
— Valeu. Tô com uma fome do caralho.
Ana olhou ele comer. Ficavam se sorrindo um pro outro. Não falaram sobre o que tinha rolado na noite anterior, mas tava no ar.
Olhando pra sua Filho, o primeiro homem que tinha dado prazer a ela, Ana ficou excitada. Lembrou dos beijos, das carícias, do calor do corpo. A buceta dela começou a ficar molhada.
— Ahhh, que café da manhã gostoso. Valeu, mãe. Vou dar uma volta pela cidade.
— Tá bom.
Quando ele se levantou, Juan deu um beijo casto na bochecha dela. Mas aquele beijo castigo fez ela tremer.
Ela viu ele se afastar e ir embora. Juntou as pernas, sentindo a umidade da calcinha. Na cabeça dela vieram as palavras do filho. Ela não precisava de um homem pra sentir prazer. Então foi pro quarto e se acariciou do jeito que Juan tinha acariciado ela.
O segundo orgasmo da vida dela foi dado pelos próprios dedos. Ela gritou de prazer, sozinha na cama. Encheu os dedos com os próprios sucos. E ficou um tempão na cama depois, descansando, encolhida.
Tinha sido algo intenso, maravilhoso. Mas o orgasmo que teve com Juan foi melhor. Não só por ser o primeiro, mas porque pôde sentir outros dedos que não os dela, pôde sentir carícias, beijos.
Naquela noite, Juan tava deitado na cama dele. A mãe dele na dela. E os dois se masturbavam. Os dois pensando um no outro.
Ana tinha descoberto o prazer, e não ia largar nunca mais. Ela se masturba de noite, de manhã, sozinha em casa. Juan nunca mais tocou no assunto, como prometeu.
Mas faltava algo pra ela. Aquele algo especial que sentiu na primeira noite. Os beijos. O calor humano. Ela queria com todas as forças sentir aquilo de novo, mas tinha vergonha de pedir.
Levou vários dias pra juntar coragem, até que uma noite, vendo TV com o filho, ela se atreveu.
— Juan, aquilo do outro dia...
Ele se surpreendeu dela puxar o assunto.
— Achei que você não queria mais falar sobre isso.
— É, não queria. Mas... ufa... é que... Porra, não consigo falar.
Juan entendeu.
— Quer que eu faça de novo?
— Sim — respondeu Ana, baixando a cabeça e ficando vermelha.
— Beleza. Aqui?
— Não, não. No meu quarto, como da outra vez.
— No escuro...
— É, me dá Que vergonha você me ver assim. Sou velha.
- Você não é velha.
- E estou flácida, gorda.
- Você está muito bem, mãe. Mas tudo bem.
Juan se levantou e estendeu a mão. Ela a pegou e foram para o quarto dela. A pica de Juan estava tão dura que incomodava. Disfarçadamente, ele ajeitou.
Entraram no quarto.
- Apaga a luz, por favor.
Quando ficaram no escuro, Ana se despiu e se deitou na cama. Se sentia muito excitada, molhada. Como Juan dizia, estava com tesão.
- Já estou pronta.
Juan se aproximou da cama e se deitou. Logo percebeu que a mãe não tinha se coberto com o lençol. Estava completamente nua.
Procurou a boca dela e começou a beijá-la. Se surpreendeu com a paixão com que ela retribuiu o beijo. Se abraçaram sem parar de se beijar, enquanto Juan começava a percorrer o corpo dela com uma mão. Acariciou os peitos grandes dela, com os bicos duros como pedra.
Beijou as bochechas dela, o pescoço, a clavícula, os peitos e, por fim, os bicos. Lambeu e chupou. Ana gemia de prazer.
Com um bico na boca, mamando como um bebê, continuou descendo a mão até a buceta da mãe. Ela o esperava com as pernas abertas. Estava encharcada.
- Você está muito molhada, mãe.
- Eu sei.
- Você está com tesão.
- Aggggg sim... estou com tesão.
- E quer que eu te faça uma punheta, não é? - disse ele, começando a esfregar o clitóris dela.
- Ummm sim, sim... eu quero... eu quero...
- Então diz. Me pede.
- Juan... não consigo... não sai...
- Sai sim... diz.
Ana se contorcia de prazer. Sentia as chupadas, as lambidas, as mordidinhas suaves nos bicos e os dedos habilidosos na buceta dela.
- Você é... mau...
- Diz, mãe. Diz.
- Ummmm Sim... quero... me faz... uma..... agggggggggg uma... punheta... Juan... me faz uma punhetaaaaaaaa
Ela explodiu de imediato num orgasmo ensurdecedor, tão intenso que fez várias articulações do corpo dela estralarem. Os dedos de Juan se encheram dos sucos dela enquanto o corpo da mãe não parava de ter espasmos.
Depois, a Calma, os carinhos suaves, os beijos ternos. Eles se abraçaram. Ana sentiu algo contra a barriga dela. Algo duro.
—Juan! Você está...?
—Tarado, mãe. Muito tarado.
—Por quê?
—Como assim por quê? Tenho você do meu lado, pelada. Tô apalpando seus peitos, sua buceta. Você acabou de gozar nos meus dedos. Como é que eu não ia ficar tarado?
Juan procurou a mão da mãe e a levou até o volume dele. Ela não fez nada pra impedir. Apalpou a região.
—Tá bem dura.
—Mãe... Faz uma punheta pra mim.
—Não sei fazer. Você me ensina?
—Claro. Abre o zíper da minha calça.
Os dedos tremiam quando ela abaixou o zíper do filho.
—Agora, tira ela pra fora.
No escuro, Ana enfiou a mão. Tocou a cueca. Agora sentia melhor, sem a calça grossa no meio. Tentou tirar, mas não conseguiu nem soube. Juan ajudou. Tirou pra fora e colocou na mão da mãe. Ana segurou.
—Ufa, como tá dura. E que quente.
—Nunca bateu uma pro papai?
—Nunca vi o do seu pai.
—Porra!
—Me diz o que eu tenho que fazer.
—Move a mão pra cima e pra baixo. Aperta um pouco, mas não muito.
—Assim?
—Ummmm, é, assim. Devagar... pra cima... e... pra baixo... isso...
Era a primeira punheta que ela batia num homem. Adorava a sensação que aquele negócio duro dava na mão. Quis poder ver, mas se acendesse a luz, ele ia ver ela pelada.
Juan começou a gemer.
—Tô fazendo direito?
—Ummmm, sim, mãe, muito bem. Faz um pouco mais rápido. Só um pouco.
Ela aumentou o ritmo, e os gemidos de prazer aumentaram. Ela tava ficando com tesão de novo, então levou a outra mão pra buceta. Logo, os dois gemiam.
—Aaaaai, mamãe, que delícia... continua assim... que vou gozar. Mais um pouco... mais rápido.
—Juan... tô me tocando... fiquei com tesão de novo.
—Espera... deixa comigo.
Ana não soltou a piroca do filho. Continuou a punheta, de pernas abertas, até os dedos de Juan começarem a passear pela buceta dela. Ela ia gemer de prazer, mas a boca dele calou a dela. impediu.
Beijando-se, procurando-se com as línguas, cada um masturbava o outro. O prazer era mútuo, intenso. Ana chegou rapidamente a um orgasmo intenso, que aumentou quando a buceta que apertava na mão começou a ter contrações até sentir o corpo do filho se tensar e notar, contra a barriga e os peitos, o calor dos fortes jatos de porra que saíam da buceta invisível. Cada esguicho sentia primeiro na mão e depois no corpo. Com as bocas grudadas, não pararam de se beijar até os corpos ficarem relaxados.
-Uau, mãe. Que masturbação da porra.
-Ufa, foi... quente. Fiz bem?
-Mais que bem. Fazia tempo que não sentia tanto prazer.
-Eu também senti muito prazer, Juan
Se beijaram de novo, agora mais ternamente.
-Vou dormir, que você me deixou exaustinho.
-Eu também tô com sono. Até amanhã, meu amor.
Quando Juan abriu a porta e a luz entrou, olhou pra mãe. Ela estava nua, em cima da cama. Sorriram um pro outro.
-Você é muito gostosa.
Ana percebeu a nudez e se cobriu, pudica.
-Fecha a porta.
-Até amanhã.
A porta se fechou e a escuridão voltou.
"Você é gostosa" - ele tinha dito. Ele a viu nua e disse que ela era gostosa. Ela não se sentia assim, mas ouvir isso dele fez muito bem.
Acendeu a luz do criado-mudo. Se olhou. Viu que tinha várias manchas no corpo, nos peitos e na barriga. A porra do filho. Curiosa, levou a mão até lá e tocou. Era grossa, de textura macia. Levou os dedos ao nariz e cheirou.
Era um cheiro estranho. Mal lembrava dele quando se lavava no banheiro depois de 'cumprir' com o marido. Naquela época, aquele cheiro quase a enjoava. Agora, porém, era diferente. A embriagou. Levou as mãos aos restos e espalhou, como se fosse um creme nutritivo. Cheirou as mãos de novo. Agora, o aroma era muito mais forte.
+++++
Acordou contente, feliz. O corpo estava um pouco pegajoso, e ainda cheirava ao filho dela. Ela vestiu uma calcinha e uma camisola e foi para a cozinha preparar o café da manhã. Ele não demoraria a aparecer.
E foi o que aconteceu. Em poucos minutos, João apareceu na porta.
— Bom dia, tesouro.
— Bom dia, mãe.
Ele deu um beijo na bochecha dela e sentou para tomar café. Olhou para a mãe, que estava de costas para ele, preparando o pão. Olhou para a bunda dela, que se mexia de forma sensual enquanto ela cortava as fatias. O pau dele ficou duro.
Ele se levantou e se aproximou dela. Colou o corpo no dela, pressionando o pau contra a bunda dela. Levou as mãos para a frente, até os peitos, e os agarrou. Ana ficou parada.
— Tá sentindo meu pau na sua bunda?
— Sim...
— Foi você que deixou ele assim.
— Eu? Mas... se eu não fiz nada.
— Nada? Ontem à noite você me fez uma punheta, lembra?
— Hummm, sim, lembro.
A buceta de Ana começou a ficar molhada. Ela sentia a pressão do pau contra as nádegas. Se mexeu um pouco, buscando mais atrito.
João beijou o pescoço dela. A mãe dele estremeceu.
— Quer que eu te faça uma punheta, mamãe?
— Uf, João, claro que quero. Você me esquenta na hora. Vamos pro quarto.
— Não, no quarto não. Aqui.
— Mas...
— Quero ver sua cara quando você gozar.
— João... não... eu não...
— Vira.
Ana, devagar, se virou. Ficaram de frente um para o outro. Ana baixou o olhar. João levantou o rosto dela puxando o queixo para cima.
— Você é linda, mãe.
Ana tinha as bochechas coradas, as pupilas dilatadas. João aproximou a boca e a beijou. Ela devolveu o beijo.
Ana sentiu uma das mãos de João descer pelo corpo dela, até chegar nas coxas. Depois, ele enfiou a mão por dentro da camisola e foi subindo pelas coxas, até chegar na calcinha.
— Você tá molhadinha, mãe. Olha nos meus olhos.
Ela obedeceu. O peito dela subia no ritmo da respiração. O coração batia forte, e ela gemeu quando os dedos começaram a roçar a fenda da buceta dela por cima do tecido.
— Me pede. Me pede pra te fazer uma punheta. Fala pra eu te masturbar. correr.
-Ô... Minha vida...
Ele beijou o pescoço dela, lambeu a orelha.
-Pede pra mim - sussurrou no ouvido dela.
Quando ela começou a falar, Juan se afastou e olhou pra ela, direto nos olhos. Ela estava com os olhos semicerrados.
-Juan... me faz uma... punheta... ah... deus... Juan... faz eu gozar com teus dedos.
Ele começou a beijar ela com paixão enquanto enfiava os dedos por baixo da calcinha e esfregava o clitóris dela, às vezes em volta sem encostar quase, outras vezes direto. Foram minutos de prazer intenso que terminaram quando Ana começou a gozar.
Durante o orgasmo inteiro, Juan olhou pra ela. A cara de prazer dela era linda. Os olhos dela ficaram fechados até o corpo relaxar.
Ela abriu os olhos devagar, com os lábios separados, ressecados. Encontrou o olhar do filho, que olhava pra ela, sorrindo. Ela também sorriu.
-Mãe...
-O que foi, minha vida?
-Me faz uma punheta.
Na noite anterior, ela só tinha conseguido sentir. Agora, ela tinha a rola dura do filho na mão, e masturbava devagar. Achou linda. Juan tinha tirado a calça e sentado numa cadeira. Ana tinha se ajoelhado na frente.
O olhar dela ia da rola dura pro rosto de Juan. Gostou de ver a cara de prazer dele, ouvi-lo gemer por causa das carícias dela.
-Agggg mãe... que delícia. Ontem à noite eu gozei nos teus peitos, né?
-Sim. E na minha barriga.
-Pena que não pude ver. Agora quero ver.
Ana ia protestar, mas se calou. Vencendo a vergonha, deixou as alças caírem e a camisola desceu. Os peitos dela ficaram à mostra. Eram grandes, e meio caídos.
-Ummm mãe. São lindos, maravilhosos.
-Sério? Tão caídos. São peitos de...
-São peitos de mulher. Não tá vendo como eu tô de rola? É puro desejo.
Ana se sentiu melhor. Respirou fundo, pra inflar o peito e levantar um pouco. Percebeu que da ponta da rola saía um líquido transparente.
-Tá gozando?
-Não, ainda não, mas quase.
Mais umas duas sacudidas da mão e o corpo de Juan se tensionou. A rola Ela ficou rígida e da ponta saiu disparado um jato potente e branco que se estampou nos peitos. Foi seguido por vários outros, que deixaram ambos os seios com marcas brilhantes.
Ana observou toda a cena encantada. E sem pensar no que fazia, enquanto Juan a olhava, levou as mãos aos peitos e espalhou o sêmen por eles. Levantou o olhar e encontrou o de Juan. Ela sorriu. Juan se inclinou para frente e a beijou.
Juan foi embora, como sempre, dar uma volta. Ana ficou em casa. Estava feliz, como nunca tinha sido.
Naquele meio-dia, comeram juntos na cozinha. Pareciam dois moleques, trocando olhares, sorrisinhos.
Depois de comer, foram ver TV. Juan não conseguiu evitar que a mãe escolhesse um programa de fofoca, onde uns esfolavam os outros.
No entanto, Ana não prestava muita atenção. Sentia borboletas no estômago. Tinha a buceta ardendo, e muito molhada. Estava com tesão, mas não ousava pedir a Juan o que ela queria. Tinha medo que ele a achasse uma safada.
Continuou olhando a TV. Depois de alguns minutos, não aguentou mais. Sem olhar nos olhos dele, disse baixinho:
— Juan... você faz uma punheta pra mim?
— Não.
Ana olhou para ele, surpresa. Talvez tivesse ido longe demais.
— Ah... me desculpa, Juan. Não devia ter pedido.
Fez menção de se levantar. Se sentia envergonhada. Juan a segurou.
— Não, não vou fazer uma punheta pra você, mãe. Vou fazer algo melhor. Vou comer sua buceta.
— Como?
— Comer sua buceta, chupar, lamber, beijar.
— Mas... está... suja.
— Como assim suja?
— Não me lavei depois do que... aconteceu de manhã?
— Hummm, melhor, assim vai ter mais gosto. Levanta.
Sentiu arrepios, mas obedeceu.
Juan enfiou as mãos por baixo da camisola que ela ainda vestia e puxou a calcinha, tirando-a.
— Deita no sofá.
Ela tremia quando fez isso. Tinha as pernas fechadas. Juan sentou aos pés dela e, com delicadeza, mas com firmeza, fez com que abriu as pernas. Na frente dele, ficou a buceta da mãe dele.
—Uau, mãe. É lindo.
—Sério?
—Pode crer.
Era uma buceta grande, peluda, aberta de desejo. Molhada e brilhante. Juan se aproximou e cheirou.
—Hummm, que cheiro gostoso da sua buceta, mamãe. Eu adorava cheirar meus dedos depois de bater punheta pra você.
—Sério? — perguntou Ana, mordendo o lábio inferior.
Estar assim, exposta diante do filho, com as pernas abertas, a deixava num estado de excitação tão grande que ela achava que ia gozar a qualquer momento sem nem se tocar.
Mas gozou quando sentiu a primeira lambida da língua de Juan ao longo da fenda da buceta dela.
—Aaaaaaah, aaaaaaah — ela gemia, enchendo a boca de Juan com seus sucos deliciosos.
Juan não parou de lamber, de chupar, e em poucos minutos Ana gozou de novo. Ela sentia a língua acariciar cada dobra da buceta dela. Sentia os lábios pegarem o clitóris dela e a língua batendo nele.
Uma masturbação era um prazer imenso. Mas o que Juan estava fazendo agora era ainda melhor. Os orgasmos se sucederam até que ela teve um tão intenso que a deixou tão sensível que ela afastou a cabeça de Juan de entre as pernas dela e as fechou.
Ela ficou vários minutos sem conseguir se mexer. Quando finalmente falou, foi quase um sussurro.
—Quase... me... matou.
—Acho que você gostou, né?
—Sim... mas quase morri de prazer.
—Disso você não vai morrer, mãe.
Ele ajudou ela a se sentar e a beijou. A boca dele tinha gosto salgado. Tinha gosto da própria buceta dela. Ela não se importou.
—Quando uma mulher faz pra um homem o que você fez pra mim, chama boquete, né?
—Sim.
—Você me ensina a fazer um boquete?
—Claro. Uau, como eu quero isso.
—Eu também.
Colocaram uma almofada no chão, e Ana se ajoelhou entre as pernas do filho. Ela tinha a rola dura na frente.
—Tem muitos jeitos de fazer. Rápido, devagar, usando as mãos.
—Como você gosta?
—Devagar e sem mãos.
E devagar e sem mãos ela fez. Ela adorou a sensação da pele macia da cabeça da pau na boca dela. Ela lambia com a língua, como ele mandou. E olhava nos olhos dele, como ele pediu. Subia e descia a cabeça, devagar, fazendo a pau entrar e sair da boca dela.
-Humm... você faz... muito bem... Me dá muito... prazer... continua mamando... assim...
Ela chupou da base até a ponta, e colocou de novo na boca. Juan gemia cada vez mais alto, olhando a pau dele entrando e saindo da boca inexperiente, mas gostosa, da mãe dele.
-Agggggg um pouco mais rápido agora. Tô quase... gozando....
Ana se mexeu mais rápido, sem tirar os olhos dos olhos de Juan. Sentiu ele ficar tenso.
-Tô gozando, mamãe... tô gozando... tira... já... já... jáaaaaaaa
Ana não tirou. Ele não tinha tirado quando ela gozou na boca dele, então manteve a pau dentro até a boca começar a encher de porra, jorrando em jatos potentes que batiam no céu da boca dela, na língua dela.
A boca encheu rápido, e Ana tirou a pau da boca. Mais uns dois jatos bateram no rosto dela.
Juan ficou maravilhado. Ele tinha enchido a boca da mãe dele com a gozada impressionante dele. Até tinha gozado na cara dela. Olhou pra ela, cheio de gratidão, de amor. Ela estava com a boca fechada, as bochechas inchadas. Dava pra ver que não sabia o que fazer.
-Pode cuspir, se quiser. Ou... engolir toda a minha porra.
Ele tinha engolido os fluidos dela. Só era justo que ela engolisse os dele. Então, ela fez isso. Engoliu a porra amarga e salgada do filho dela.
Adorou fazer aquilo. Não pelo gosto, mas pelo que significava. E pela cara que ele fez enquanto ela fazia.
Ficaram um tempão abraçados no sofá.
-Juan, meu amor. Nunca vou conseguir te agradecer por tudo que você me fez descobrir esses dias. Obrigada.
-Não tem de quê. Pra mim foi um prazer te ensinar o que o sexo tem de bom.
-Sou uma boa aluna?
-Hahaha. Sim. Você aprende rápido.
-Hahaha. Você é um bom professor.
Naquela noite, eles tiveram visita. A amiga da mãe dele, com o marido. Eles convidaram. pra jantar, e como sempre acontecia, saíram tarde. Juan já tinha ido se deitar há um tempão.
Quando Ana se despediu dos convidados, foi procurá-lo. Mas viu ele dormindo tão tranquilamente que decidiu deixar ele descansar. Ela também estava cansada, então foi dormir.
De madrugada, um leve chacoalhão acordou ela.
Era Juan. Estava pelado, deitado do lado dela.
— Por que você não me acordou quando eles foram embora?
— É que você estava tão sossegado, dormindo.
— Tentei ficar acordado esperando, mas o sono me venceu.
— Não tem importância, meu tesouro.
Se beijaram, se acariciaram. Ana agarrou com força a pica, que endureceu na mão dela. Juan a masturbava e despia devagar.
A luz estava acesa. Os dois estavam pelados, sentindo a pele quente um do outro. Aos poucos, sem que Ana percebesse, Juan foi subindo em cima dela.
— Te amo, mãe.
— E eu te amo, minha vida... aggggggggggggggg
O corpo inteiro de Ana sentiu a pica do filho entrar devagar, mas fundo, na buceta dela, preenchendo ela.
Finalmente, Ana soube o que é o prazer de fazer amor. O prazer que se sente quando duas pessoas que se desejam se conectam. Fechou os olhos para se concentrar só em sentir. Em sentir a pica entrando e saindo dela. Em sentir os beijos, as carícias. Em sentir o orgasmo que atravessou o ser dela quando a pica explodiu dentro dela, enchendo ela de calor.
E acima de tudo, o prazer de continuar sendo acariciada depois. De continuar sendo beijada. Não queria ir ao banheiro se limpar. Queria sentir aquele calor para sempre.
— Foi... Juan... foi... Você fez amor comigo.
— Sim...
— Você vai dormir comigo esta noite?
— Vou dormir com você, sempre.
FIM
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