Desconfiança (Final)

Uma semana depois, Rita recebe uma ligação do escritório. Ela pensou que fosse seu marido, mas em vez dele, quem falava era Débora, a colega odiosa do seu marido. Ela disse que precisava conversar com ela em particular e Rita a convidou para ir à sua casa. Queria dominar a conversa e em casa se sentiria mais segura.

No meio da tarde, Débora chegou. Elas se cumprimentaram na porta com cortesia fingida.

Rita a convidou para sentar e preparou um café. Depois de servido, sentou-se de frente para ela, tentando adivinhar do que se tratava.

- Bom, Débora, você queria falar comigo.

- Sim, Rita, o que vou te dizer precisa ficar entre nós. Não quero que ninguém saia prejudicado, disse, plantando curiosidade na interlocutora.

- Estou ouvindo, disse Rita, fisgada.

- Como você sabe, minha função é ser assistente do seu marido.

- Eu sei.

- Bom, uma das minhas tarefas é abrir a correspondência dele, e ontem recebi uma carta muito estranha.

Rita se mexeu desconfortável na cadeira.

- Não entendo.

- Rita, tinha um vídeo seu, disse, jogando a bomba de uma vez.

Rita ficou pálida. Não conseguiu responder.

- Não posso acreditar que fizeram uma baixaria dessas.

- Não entendo, Rita.

- Olha, é algo muito privado, mas vou te contar para que você não forme uma imagem errada.

E rapidamente contou o que aconteceu no montinho. Débora a olhava fingindo perplexidade.

Quando o relato terminou, fez-se um silêncio profundo.

- Você tem um reprodutor onde possamos vê-lo? Perguntou Débora. Não leve a mal, mas tem uma coisa que não fecha pra mim, disse, se desculpando.

Rita, irritada, aceitou. Iria ficar evidente no vídeo que estavam forçando ela.

Colocaram e na televisão apareceram as imagens do monte.

- Tá vendo, Débora? Percebe que estou bêbada e que estão se aproveitando de mim? Disse desafiante.

Débora, com cara de surpresa, assistia ao vídeo e por dentro curtia o que acontecia.

- Sim, te entendo, mas espera, e pegando o controle adiantou as imagens. A tela ficou preta e em seguida apareceu a imagem de ela com Raúl naquele mesmo sofá da casa dela. Dava pra ver ela chupando o pau do cara, e depois como ela ficava de joelhos sobre o sofá e era penetrada sem dó.
- Maaas, não entendo nada, disse Rita sinceramente.
- E isso não é tudo, disse Débora adiantando o filme de novo, e aí apareceu o quarto do hotel e ela avançando sobre o cara, tirando a roupa dele e possuindo ele com vontade.
- Nessa última, claramente não parece que estavam te forçando, disse Débora com inocência.
Rita desabou no sofá e começou a soluçar.
- Chega, tira isso, por favor, coisa que Débora fez rápido.
Como uma cachoeira, ela contou tudo que aconteceu e como a tinham ameaçado e suplicou que acreditasse nela.
Débora se aproximou e acariciou sua cabeça, compreensiva.
- O problema não é eu acreditar em você. O problema é seu marido acreditar, disse enfiando a faca sem anestesia, mas com cara de inocência, o que fez Rita não reagir.
- Como eu faço? Suplicou olhando pra Débora.
- Não sei. Isso é muito difícil. Eu gosto muito do Uriel e não imagino como ele pode reagir.
- Você tem que me ajudar, eu sei que nunca fomos amigas, mas não sei a quem recorrer.
- Vamos pensar numa solução, disse Débora ficando quieta.
Passaram alguns minutos, onde o único som eram os soluços de Rita. Débora tinha que se esforçar para não sorrir e manter sua cara de preocupação.
- Me veio uma ideia, mas é muito louca. Não, é demais.
- Conta, Débora, suplicou Rita.
- Não, não. Não tenho coragem.
- Conta, não podemos ficar pior que isso, disse Rita, incluindo Débora na solução, quando na verdade ela era a origem do problema e não sabia.
- Olha, acho imprescindível que seu marido saiba o que aconteceu. Pelo menos da primeira vez, disse fazendo uma pausa.
Rita empalideceu.
- Você tá louca? Meu casamento acaba.
- Não, espera, tem que achar o momento e o jeito.
- E o que você sugere?
- Você tem que se mostrar mais aberta com o sexo. Tem que parecer... - O que você gostaria que ele tivesse relações com outra mulher, disse inocente.
- Espera. Não entendo, disse Rita.
- É simples. Se você tolerar que ele se deite com outra mulher, ele vai entender melhor a sua situação.
- Você quer que eu aceite que meu marido me traia?
- Não só isso. Você tem que estar presente, assistir e curtir. Essa atitude de voyeur pode salvar seu casamento.
- Você está louca?
- Eu te disse que era uma loucura, mas é a única maneira de silenciar a consciência do seu marido. Se você for tão tarada, ele vai te aceitar como você é.
- E quem eu coloco nesse jogo?
- Não sei. Isso você tem que resolver.
- Imagina, não posso colocar no jogo qualquer putinha. Tem que ser de extrema confiança. Não quero que ela fique com meu marido.
- Você deve ter alguma conhecida que aceite. Seu marido é muito agradável.
- Você faria?, perguntou Rita desafiante.
- Comigo não, eu trabalho com ele e o aprecio, mas isso é pesado demais.
Rita ficou pensando.
- Talvez não seria tão louco se fosse você a participar desse triângulo. Eu sei que ele gosta de você.
- Nem pense nisso. Não tenho compromisso com ninguém e não quero ter. Não tenho interesse em pertencer a um homem nem que um homem me pertença.
- Por isso mesmo, Débora. Você não vai ter interesse em roubá-lo. Você seria a indicada. Ele te conhece e tenho certeza que gosta de você. Notei quando ele fala de você.
- Não, Rita. Acho que não.
- Vamos fazer uma coisa. Pense nisso por uns dias, e depois a gente conversa. Enquanto isso, agradeço por ter interceptado esse material.
As duas mulheres se despediram.

Débora estava no caminho dos sonhos. Desde que conheceu Rita, pensou em como adoraria transar com o marido dela na frente dela. Mostrar que era mais mulher que ela, e que podia fazer o marido gozar como ela nunca conseguiu. E agora a tinha exatamente onde queria.

Rita, enquanto isso, esperava que Débora aceitasse. Apesar de sempre ter desconfiado dela, o fato de estar presente impediria que ela ultrapassasse o limite do sexo para o amor. e que ela roubasse seu marido.
Ao voltar para o escritório, Débora seguiu com seu plano. Disse a Uriel que precisavam conversar. Encontraram-se no bar de sempre.
— O que você aprontou, meu amor? — disse Uriel sorridente, pensando que um novo encontro se aproximava.
— Hoje eu estive com sua esposa — disse Débora, deixando o homem paralisado.
— Por quê?
— Ela me contou o que aconteceu neste verão. A história do vídeo.
— Não acredito.
— Sim. A coitada não aguenta mais. Diz que estava bêbada e abusaram dela, e quer contar tudo, mas para compensar você quer que você coma outra mulher na frente dela.
— Não entendo.
— Fácil: ela vai contar e depois vai dar sinal verde para você ter uma amante, como forma de mostrar que é muito liberal, e me pediu para eu transar com você na sua casa, com ela presente.
Uriel se surpreendeu.
— Isso é uma loucura.
— Não, Uriel. É excelente. Ela conta tudo, se livra da culpa. Você vira meu amante com a bênção dela e todo mundo feliz. Não vamos mais precisar nos esconder. Até poderemos foder na sua casa com sua mulherzinha preparando um café para nós — disse sorrindo.
— É muito perverso.
— E não me diga que isso não te deixa com tesão. Vamos, você gosta de perversões e adoraria se vingar da sua esposa na cara dela. Fala a verdade.
— A verdade é que é interessante — disse Uriel, imaginando a cena.
— Bom. Você fica quieto. Quando chegar a hora, nunca tivemos nada a ver. Será nossa primeira vez na frente da sua esposa. Comporte-se e deixa comigo.

Débora deixou passar alguns dias para não demonstrar interesse demais e finalmente voltou à casa de Rita.
Quando ela abriu a porta e a viu, o rosto se iluminou.
— Débora, que prazer te ver.
— Rita, desculpe não avisar, mas foi uma decisão de última hora. Saí para resolver umas coisas e acabei aqui perto.
— Sem problemas, entra e fique à vontade. E me diga o que decidiu.
— Olha, Rita — disse enquanto se sentava. Minha decisão era não participar, mas há pouco pensei que há muito perigo para este casamento... se perdesse, e eu não quero ser responsável, podendo ter feito algo.
- Agradeço muito, disse Rita sorrindo.
- Espera. Não tão rápido. Tem outro problema.
- Fala.
- Não quero que o Uriel me reconheça. Eu tenho que continuar trabalhando com ele e não quero que isso afete nossa excelente relação profissional.
Rita ficou pensativa. O que a Débora dizia era razoável. E ela que havia tido medo em algum momento que quisesse transar com seu marido, e por essa desconfiança começaram os problemas.
- Respeito seu cuidado, mas não imagino como faremos então.
- É fácil. O Uriel nunca me viu com pouca roupa. Se reduzirmos a luz do quarto para uma penumbra suave onde você consiga ver, e pouco mais, e eu usar uma venda, acho possível que ele não perceba quem é a mulher com quem está.
A ideia pareceu fabulosa para Rita.
- Me parece bem, Débora. Além disso, dará um toque mórbido que justificará ainda mais meus argumentos, disse sorrindo.
Quando Débora foi embora, Rita se sentiu satisfeita. Agora devia jogar bem suas cartas.
De volta ao escritório, Débora contou tudo a Uriel, e disse que se preparasse porque naquela noite com certeza sua mulher colocaria em prática seu plano para se livrar da culpa. Uriel estava encantado.
Ao chegar em casa, tudo estava limpo e arrumado, a mesa posta com toalha, velas e cristais, e sua mulher vestida com uma camisola transparente que realçava seu corpo sensual. Seu pau não pôde deixar de dar o alerta. Fazia tempo que não transava com sua esposa. Na verdade, desde que tinham voltado das férias, só tinham feito algumas poucas vezes e tinha custado muito esforço. Quando a possuía, passavam pela sua mente as imagens do vídeo e custava a manter ele duro. Mas hoje seria diferente.
Jantaram tranquilamente. A excitação flutuava no ar e dava para cortar com uma faca. Quando finalmente foram para a cama, sua mulher tomou a iniciativa, coisa que nunca tinha feito, e o levou rapidamente ao descontrole total. Depois que terminaram, ficaram ali abraçados. Finalmente Uriel falou.
- Querida, você nunca esteve assim. Você foi realmente maravilhosa. E não estava mentindo.
- Meu amor, de um tempo pra cá tenho repensado muitas coisas. Entre elas, sexo e prazer. Tenho a impressão de que nesses aspectos você não está totalmente satisfeito comigo, e eu descobri que há outras formas de obter prazer.
- Conta, conta, disse Uriel, incentivando-a a falar.
Rita então contou sobre seus ciúmes, como naquela noite na praia foi vigiá-lo, e o que aconteceu depois. Uriel a ouviu como se estivesse surpreso. A história era bem próxima da realidade, ele tinha que admitir. O que ela não disse foi a quantidade de orgasmos que teve enquanto supostamente era estuprada, segundo sua versão.
- Não posso acreditar que isso aconteceu e você não me contou, disse ele no final.
- Tive medo da sua reação. Temia que você pensasse que eu era uma puta e que provoquei esses animais.
- Essa história me parece muito estranha, disse Uriel, cravar o punhal.
- É verdade, meu amor, eu juro, mas isso não é o importante. O importante é que descobri minha sexualidade, e descobri que adoraria que você transasse com outra mulher e eu pudesse ver. Quero saber como você realmente é com outras mulheres, para aprender a te satisfazer, disse ela, acariciando suavemente seu pau.
Para Uriel era difícil manter a cara de bravo, mas era fundamental que o fizesse.
- Você está louca. Primeiro me conta que quatro desconhecidos te comeram, e não disse nada, como se tivesse gostado, e agora vem com essa de querer que eu te traia. Não entendo, Rita.
- Você não vai me trair porque eu autorizo e estarei presente. Só quero que você aproveite e compensar pelo mau momento que estou te fazendo passar com essa história lamentável.
Eles continuaram discutindo por um bom tempo, e lentamente Uriel foi cedendo ao desejo da esposa. Ela sentiu como, devagar, o pau do marido respondia às suas carícias, o que... indicava que os nervos estavam cedendo. Já o tinha. Tudo ficaria no esquecimento. Agora ela tinha certeza de que a ideia de Débora ia funcionar.

Quando sentiu ele bem duro, enfiou na boca, sem dar tempo para o marido reagir. Quando ele gozou, ela engoliu tudo sem reclamar. Depois de alguns minutos, Uriel voltou a falar.

- E como você imagina que vão acontecer as coisas? - perguntou.

- Aqui mesmo, meu amor. Contratei uma mulher para participar do nosso jogo. Te garanto que ela é toda uma experiente e linda, além disso.

- Claro, e você vai tolerar e não vai ficar com ciúmes.

- Não tenho mais ciúmes, Uriel. Só quero que você aproveite o sexo como eu estou aproveitando, e ver você transar com outra posso te garantir que vai me dar muito prazer - disse, tentando soar convincente.

Finalmente dormiram e no outro dia Rita combinou com Débora para sexta-feira à noite.

Naquele dia, Débora chegou na casa no final da tarde e se arrumou no quarto do casal. Um conjunto de lingerie mais que sugestivo, meias, ligas, cinta-liga, salto agulha e uma máscara completaram seu equipamento. Rita teve que reconhecer que na penumbra do quarto, era impossível que Uriel soubesse com quem estava transando. Principalmente se nunca tivesse visto o corpo de Débora.

Quando Uriel chegou, ela pediu que ele tomasse banho e entregou seu pijama de seda. Quando ele saiu do banho assim vestido, fez com que se sentasse no sofá.

- Querido, hoje é a noite. No nosso quarto tem uma mulher que está esperando para te satisfazer.

Uriel fingiu surpresa.

- Não acredito que você colocou esse projeto em prática - disse, assustado.

- Já está tudo pronto. Agora você vai para o quarto, assim a conhece, e daqui a pouco eu vou levar algo para beber e me acomodarei em um canto para não perder nenhum detalhe.

Uriel se levantou como um autômato.

- Você tem certeza do que está fazendo? - perguntou.

- Muita certeza - mentiu Rita. Na verdade, isso doía nela, mas Débora tinha razão. Com essa questão, o que aconteceu com os garotos na praia tinha deixado em segundo plano. Ninguém mais falava sobre aquilo, e aí estava o importante.
Uriel se dirigiu ao quarto. Entrou e fechou a porta.
Deitada na cama, Débora sorria. Seu sonho estava prestes a se realizar. Desde que conhecera Rita, sonhava em transar com Uriel na cama matrimonial dela, com a corna de sua mulherinha atendendo e aplaudindo cada orgasmo.
— Estamos prontos, Uriel. Agora lembre que não me conhece. E comporte-se dessa forma, mas não tenha contemplações. Lembre que sou uma puta contratada, então farei tudo que você mandar, e peça sem medo — disse ela com um sorriso provocante.
— Então se prepare, porque esta noite vou te partir em quatro, putinha — ele respondeu.
— Agora deite e deixe comigo.
Uriel deitou-se e Débora desabotoou seu pijama, começando a beijar seu corpo. Após um momento, sua mão desceu até encontrar o pau mais duro que lembrava nos últimos tempos. Parecia que a sacanagem estava funcionando.
Nesse momento, a porta abriu e Rita entrou trazendo uma garrafa de champanhe e 3 taças.
— Vejo que começaram sem mim, mas não se preocupem. Sirvo algo para beber e não atrapalho mais — disse, enchendo as taças e aproximando-se da cama com a bandeja.
Débora pegou uma taça e piscou para Rita, que respondeu da mesma forma. Uriel tomou a outra, e Rita retirou-se com a terceira taça e a bandeja para um canto onde havia colocado uma cadeira. Dali, veria tudo o que acontecia. Tinha que tentar aguentar, pelo bem de seu casamento.
Depois que Débora tomou um bom gole, deixou cair algumas gotas sobre o peito do macho e começou a lambê-lo suavemente. Uriel deixava-se fazer.
Quando percorreu seu corpo, desabotoou os botões da calça do pijama, e um pau duro saiu de seu esconderijo. Ela começou a masturbá-lo lenta e profundamente. Imediatamente, sua mão umedeceu-se com o líquido pré-seminal do macho. Ele estava realmente excitado.
Ninguém falava. Apenas as respirações ecoavam no quarto. Rita pensava que ia se sentir... Ela estava incomodada, mas descobriu que estava ficando excitada como nunca. A cena a deixava louca.
Débora pegou a taça e derramou um fio de champanhe gelado no pau do Uriel, mergulhando de imediato para começar a lamber e chupar. Uriel suspirava de prazer. Rita, aproveitando a penumbra, meteu uma das mãos por baixo da saia e começou a se masturbar.
Uriel, de olhos fechados, apenas aproveitava. Débora, por outro lado, de olho em Rita, ficava ainda mais excitada. A cornuda estava curtindo seus chifres ao máximo, e não seriam os únicos, disso ela podia ter certeza. "Muitas noites vamos passar transando na sua cara, cornuda", pensou.
Depois de um tempo, foi a vez de Uriel. Ele obrigou Débora a deitar na cama e, separando suas pernas, dedicou sua língua a satisfazer a buceta da mulher, que suspirava de prazer.
Rita, surpresa, enquanto se masturbava, pensava que seu marido nunca tinha feito isso com ela, mas ela também nunca tinha chupado ele com a luxúria que Débora tinha feito. Ela precisava aprender algumas coisas.
Quando Débora atingiu o orgasmo na língua de Uriel, Rita teve que se esforçar para que os gritos do seu próprio não abafassem os da outra mulher. Ela nunca tinha gozado vendo sexo, mas hoje estava realmente descontrolada.
Naquele momento, Uriel avançou e, sem mais delongas, enfiou sua parceira até o fundo, começando a arremeter como um animal. A fúria e o desejo que o homem sentia surpreenderam Rita agradavelmente. Ela nunca o tinha visto assim.
Quando, depois de um tempo, o homem fez Débora ficar de quatro para montá-la, Rita já tinha esquecido que era seu marido com outra mulher. A cena a deixava louca. Finalmente, Uriel mudou de buraco e seu pau começou a sodomizar lentamente a mulher. Débora gemía, mas aguentava. Estava curtindo como nunca. A cornuda da Rita estava vendo como ela comia seu maridinho e ainda tinha que agradecer. As sensações a levavam à beira do orgasmo, e ela ficava ali, à ponto de... explodir. Ela pensou que desmaiaria de prazer.
Finalmente, Uriel afundou até o fundo e se esvaziou dentro de Débora, com vários jatos potentes e quentes. Os dois ficaram deitados, totalmente exaustos. Depois de um tempo, Débora se levantou e, fazendo um gesto para Rita, se vestiu e saiu do quarto. Rita a seguiu.

- Tenho que ir embora, Rita. Temo que ele me reconheça se eu ficar.
- Gostou? – perguntou Rita, nervosa.
- Bom, olha, seu marido é um bom amante. Realmente faz tempo que não sentia o sexo dessa maneira, mas ele não é meu tipo – disse séria, enquanto ria por dentro.
- Agradeço pelo que fez. Pode deixar que eu cuido dele – disse, voltando ao quarto, enquanto Débora, já vestida, foi para casa.

Rita entrou e Uriel ainda estava de olhos fechados. Ela se aproximou da cama. Estava muito excitada. Sentia seus líquidos molhando sua calcinha. Timidamente, acariciou a ferramenta de Uriel. Sentiu-a macia, mas quente, e sem pensar, colocou na boca, começando a chupá-lo. Levou um tempo para Uriel reagir e seu pau também, e quando isso aconteceu, ela o montou e, tirando a calcinha, se enfiou até o fundo, começando a cavalgá-lo. As cenas que tinha visto fizeram com que tivesse vários orgasmos violentos, antes de sentir o sêmen quente de seu marido batendo no fundo de sua buceta, e ficou ali deitada sobre o corpo dele por um bom tempo, para terminar deitada ao seu lado e os dois dormindo profundamente.

O casamento de Rita e Uriel foi salvo. Nunca mais ninguém se lembrou do que havia acontecido na praia, nem nos encontros posteriores. Uriel e Débora continuam trabalhando juntos sem nenhum problema, mas, algumas noites por mês, Rita convida a mascarada para ajudá-la a atender bem seu maridinho. Ela não é mais desconfiada.

7 comentários - Desconfiança (Final)

jn92zo
excelente relato!! te dejo puntos 🤘
exelente relato y el final como toda secuela es la que distingue al autor sigue asi 🤘
Sublime! Donde estan esas mujeres que solo quieren gozar y no romper un matrimonio?
Leía las anteriores, y ahora me había entusiasmado con otro final, me resultó abrupto que después de tanto morbo y tanta maldad la hdp de Debora lograra su cometido. Me brotó la vena justiciera. Espero otros relatos tuyos, esta serie estuvo muy Buena!
Muy bueno amigo ! Pero concuerdo con @pimientaroja76 el final fue muy corto para la historia. Muy bueno igual
Agradezco el comentario. A veces uno trata de acortar las historias para no aburrir. Lo tendré en cuenta.