Olá, sou novo nessa parada de Poringa, apesar de já acompanhar o site e os posts há um tempão, é a primeira vez que me registro e começo a postar.
Pra começar, quero dizer que sou bi, mas ultimamente tô mais afim de homens.
Minha última experiência foi numa noite quente passeando pela capital. Era umas 23h quando passei por uma obra em construção, sempre tive a fantasia de ficar com vários peões, mas sempre com medo, tanto pelo tratamento ruim quanto pela sujeira.
A real é que saí da casa de um amigo já com vontade de fazer alguma coisa, saí sem cueca como de costume, um shorts confortável e uma camiseta. Quando cheguei na obra, me chamou a atenção que o portão tava aberto e tinha uma cadeira do lado de fora. Vou devagar até a esquina, porque a obra ficava no meio da quadra, e quando chego na esquina, um cara jovem sai da obra e senta na cadeira, vidrado no celular, com fones de ouvido, provavelmente escutando música.
Comecei a ficar excitado, a ponto de soltar o botão do shorts e, depois de mais uns passos, com um movimento de quadril, ele começou a descer.
Esperei na esquina uns minutos, ele começou a olhar, aí fui me aproximando na disfarçada. Quando passei na frente dele, olhei pro volume dele e depois pros olhos dele, mas continuei. Uns três metros adiante, fingi que tinha uma pedra no meu chinelo e me inclinei pra arrumar, deixando o shorts descer um pouco mais, mostrando parte da minha bunda. Quando me levantei, olhei pra ele e vi que ele tava me encarando, mas disfarçou e baixou o olhar.
Criei coragem e me aproximei, pedi fogo e ele foi super educado, me deu. Quando devolvi o isqueiro dele, passei a mão na dele na disfarçada e senti a aspereza da pele, isso me excitou ainda mais.
Perguntei se dava pra visitar a obra e ele perguntou pra quê, aí falei que era pra conhecer, que tava curioso pra ver como era por dentro. Então ele deixou e eu entrei.
Lá dentro, vendo que ele não entrava, comecei a... baixando devagar minhas bermudas um pouco mais, depois de alguns minutos em que eu olhava tudo como interessado, ele entra. Pelos comentários dele, parecia que estava tão perdido quanto eu, que também era a primeira vez dele numa situação assim.
Como desconfiava da luz que tinha no térreo, pergunto se dá pra ver lá em cima e se tinha mais alguém. Ele responde que estava sozinho e que eu podia subir.
Nessa altura, já estava salivando e minha buceta morrendo de vontade de ter algo dentro.
Subo bem devagar as escadas, deixando minhas bermudas irem descendo cada vez mais pra deixar minha buceta cada vez mais à mostra.
Passo pelo primeiro andar até ver a cama e pergunto se era o lugar onde ele descansava. Ele diz que sim, mas ficou longe.
Entendo que ele não quer que eu fique ali, então saio e vou pro fundo do andar, onde tinha menos luz, e lá consigo deixar minhas bermudas caírem no chão. Como se estivesse distraída, me agacho apontando minha buceta na direção dele e vou subindo devagar.
Esclareço que tenho uma buceta pequenininha, tipo de uma menina de 12 anos, mas adoro quando elogiam ela.
Era tanta excitação que não lembro como minha mão foi parar no volume dele. Ele perguntou o que eu ia fazer, e eu perguntei se ele tinha camisinha. Quando ele disse que sim, fiquei feliz e pensei que era minha noite de sorte. Mesmo estando sozinha com ele e minha fantasia sendo com mais peões, pra começar, nada mal.
Abro o zíper dele devagar e meto a mão lá dentro, acariciando o pau dele. Era entre normal e pequeno, mas naquela altura não tava nem aí.
Consegui tirar pra fora e ver na penumbra. Notei que tava molhadinho além de duro.
Me agacho e dou uns beijinhos, mas quando apoiei os joelhos naquele chão cheio de pedra e areia, me senti muito desconfortável, então chamei ele pra escada.
Na escada, aproveitei a diferença de altura e comecei a chupar ele.
Tava limpinho, mas sem perfume.
Quanto mais duro ficava, mais ele se mexia.
Eu comecei a me tocar na buceta e, quando não aguentei mais, perguntei se ele queria meter, mas, pra minha infelicidade, não quis.
Claro que não parei de chupar ele; quando começou a gemer, perguntei se queria gozar, como ele deixou na minha mão, aproveitei pra enfiar aquela rola até o fundo da minha garganta.
Quando os movimentos dele ficaram descontrolados, só mantive ele na minha língua e com uns movimentos de lábio já foi o suficiente pra fazer ele gozar.
Senti o esperma quente dele na minha boca aumentar aos poucos. Até que ele não se mexeu mais, mas eu continuei saboreando aquela pica que me deixava mais excitado do que antes, até porque o pau dele ainda tava duro.
Mas uns barulhos nas chapas me assustaram e me vesti, ele também, mas tranquilo, me disse que eram uns gatos.
Depois descemos e ele foi até a porta falando da obra, eu só queria que me comessem ou vazar dali, então educadamente falei que tinha que ir e saí andando devagar.
Passei outras noites depois pra ver se a gente terminava o que começou, mas não vi ele mais, até a porta tá sempre fechada.
Espero um dia encontrar ele de novo nessa ou em outra obra, com algum colega, se possível com um pau maior que o dele e com vontade de me meter.
Até a próxima.
Pra começar, quero dizer que sou bi, mas ultimamente tô mais afim de homens.
Minha última experiência foi numa noite quente passeando pela capital. Era umas 23h quando passei por uma obra em construção, sempre tive a fantasia de ficar com vários peões, mas sempre com medo, tanto pelo tratamento ruim quanto pela sujeira.
A real é que saí da casa de um amigo já com vontade de fazer alguma coisa, saí sem cueca como de costume, um shorts confortável e uma camiseta. Quando cheguei na obra, me chamou a atenção que o portão tava aberto e tinha uma cadeira do lado de fora. Vou devagar até a esquina, porque a obra ficava no meio da quadra, e quando chego na esquina, um cara jovem sai da obra e senta na cadeira, vidrado no celular, com fones de ouvido, provavelmente escutando música.
Comecei a ficar excitado, a ponto de soltar o botão do shorts e, depois de mais uns passos, com um movimento de quadril, ele começou a descer.
Esperei na esquina uns minutos, ele começou a olhar, aí fui me aproximando na disfarçada. Quando passei na frente dele, olhei pro volume dele e depois pros olhos dele, mas continuei. Uns três metros adiante, fingi que tinha uma pedra no meu chinelo e me inclinei pra arrumar, deixando o shorts descer um pouco mais, mostrando parte da minha bunda. Quando me levantei, olhei pra ele e vi que ele tava me encarando, mas disfarçou e baixou o olhar.
Criei coragem e me aproximei, pedi fogo e ele foi super educado, me deu. Quando devolvi o isqueiro dele, passei a mão na dele na disfarçada e senti a aspereza da pele, isso me excitou ainda mais.
Perguntei se dava pra visitar a obra e ele perguntou pra quê, aí falei que era pra conhecer, que tava curioso pra ver como era por dentro. Então ele deixou e eu entrei.
Lá dentro, vendo que ele não entrava, comecei a... baixando devagar minhas bermudas um pouco mais, depois de alguns minutos em que eu olhava tudo como interessado, ele entra. Pelos comentários dele, parecia que estava tão perdido quanto eu, que também era a primeira vez dele numa situação assim.
Como desconfiava da luz que tinha no térreo, pergunto se dá pra ver lá em cima e se tinha mais alguém. Ele responde que estava sozinho e que eu podia subir.
Nessa altura, já estava salivando e minha buceta morrendo de vontade de ter algo dentro.
Subo bem devagar as escadas, deixando minhas bermudas irem descendo cada vez mais pra deixar minha buceta cada vez mais à mostra.
Passo pelo primeiro andar até ver a cama e pergunto se era o lugar onde ele descansava. Ele diz que sim, mas ficou longe.
Entendo que ele não quer que eu fique ali, então saio e vou pro fundo do andar, onde tinha menos luz, e lá consigo deixar minhas bermudas caírem no chão. Como se estivesse distraída, me agacho apontando minha buceta na direção dele e vou subindo devagar.
Esclareço que tenho uma buceta pequenininha, tipo de uma menina de 12 anos, mas adoro quando elogiam ela.
Era tanta excitação que não lembro como minha mão foi parar no volume dele. Ele perguntou o que eu ia fazer, e eu perguntei se ele tinha camisinha. Quando ele disse que sim, fiquei feliz e pensei que era minha noite de sorte. Mesmo estando sozinha com ele e minha fantasia sendo com mais peões, pra começar, nada mal.
Abro o zíper dele devagar e meto a mão lá dentro, acariciando o pau dele. Era entre normal e pequeno, mas naquela altura não tava nem aí.
Consegui tirar pra fora e ver na penumbra. Notei que tava molhadinho além de duro.
Me agacho e dou uns beijinhos, mas quando apoiei os joelhos naquele chão cheio de pedra e areia, me senti muito desconfortável, então chamei ele pra escada.
Na escada, aproveitei a diferença de altura e comecei a chupar ele.
Tava limpinho, mas sem perfume.
Quanto mais duro ficava, mais ele se mexia.
Eu comecei a me tocar na buceta e, quando não aguentei mais, perguntei se ele queria meter, mas, pra minha infelicidade, não quis.
Claro que não parei de chupar ele; quando começou a gemer, perguntei se queria gozar, como ele deixou na minha mão, aproveitei pra enfiar aquela rola até o fundo da minha garganta.
Quando os movimentos dele ficaram descontrolados, só mantive ele na minha língua e com uns movimentos de lábio já foi o suficiente pra fazer ele gozar.
Senti o esperma quente dele na minha boca aumentar aos poucos. Até que ele não se mexeu mais, mas eu continuei saboreando aquela pica que me deixava mais excitado do que antes, até porque o pau dele ainda tava duro.
Mas uns barulhos nas chapas me assustaram e me vesti, ele também, mas tranquilo, me disse que eram uns gatos.
Depois descemos e ele foi até a porta falando da obra, eu só queria que me comessem ou vazar dali, então educadamente falei que tinha que ir e saí andando devagar.
Passei outras noites depois pra ver se a gente terminava o que começou, mas não vi ele mais, até a porta tá sempre fechada.
Espero um dia encontrar ele de novo nessa ou em outra obra, com algum colega, se possível com um pau maior que o dele e com vontade de me meter.
Até a próxima.
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