Olá, vou começar me apresentando, meu nome é Ivan e este é meu primeiro relato:
Aconteceu num dia de agosto, eu tinha prova de história na semana seguinte e não sabia nada, pedi pra uma colega se ela podia me explicar e ela disse que sim.
Ela não era bonita, tinha mais ou menos 1,65, os peitos eram meio pequenos, mas compensava com uma bunda enorme e umas pernas lindas, era uma gostosa do caralho, sempre me deixava apalpar ela, era muito safada e eu claro que também.
Ela disse pra gente ir na casa dela (não lembro o dia), fui pras aulas normais, tava muito ansioso, e na saída, fomos pra casa dela, no caminho não parei um minuto de olhar as pernas dela e a rabetão. Quando chegamos, almoçamos frango com arroz, quando terminou ela disse: vamos pro meu quarto, claramente pensei em tudo que podia rolar e falei que sim.
Ao subir a escada pro segundo andar, fui passando a mão na bunda dela, ela deixava e falava "uhhm que gostoso" bem baixinho, quando chegamos ela disse: vamos começar agora se não se importa, nós dois sentamos na cama dela e ela começou a me explicar, aos poucos fui colocando minhas mãos nas pernas dela, ela perguntava o que eu tava fazendo, na hora eu calei ela com um beijo e apalpei os peitos dela.
Ela começou a tocar meu pau, já duro, se ajoelhou e disse:
dizem que eu chupo muito gostoso, eu falei: vamos ver, ela desabotoou meu cinto e minha calça, baixou minha cueca e meu pau apareceu, ela começou a tocar e beijar, eu tava completamente excitado, ela enfiou na boca enquanto se tocava na buceta e desesperada tentava engolir tudo mas não conseguia, me jogou na cama, ficando por cima de mim, uma perna de cada lado e disse: quero sentir algo dentro, comecei a apalpar a bundinha dela e a beijar, perguntei onde ela queria com a intenção de arrombar a rabeta dela e ela disse: por trás que já tá há um tempo sem atenção.
Felizão eu tirei a roupa dela, deixei na mesinha de cabeceira e falei: deita e abre as pernas, ela obedeceu e comecei a chupar A buceta dela, toda depiladinha, enquanto eu segurava a cabeça dela, ela gemia que nem uma puta. Quando me senti pronto, enfiei 2 dos meus dedos na Booty dela.
Ela me disse: quero ele aí rápido. Coloquei ela de quatro e enfiei meu pau na rachinha dela. Ela falou: tá esperando o quê? E eu realizei meu sonho, meti a pontinha devagar, tentando não machucar. Ela dizia: arde muito, arde!!! E eu falava pra ela ficar tranquila. Fui empurrando e, quando tava tudo dentro, ela disse: devagar, devagar que dói. E comecei a bombar, agarrava a Booty com força e dava tapas com a mão. Ela gemia e gemia. Falei pra ela morder o travesseiro se doesse muito, que eu ia acelerar. Comecei a bombar numa velocidade do caralho, e ela falava: tira, tira, filho da puta, enquanto tentava espernear. Eu não parava porque tava excitado demais pra ficar no meio do caminho. Segurava ela pela cintura com força e nós dois gritávamos.
Depois de uns vinte minutos, que ela já tinha gozado várias vezes, falei: vou gozar, vou gozar. Aí tirei meu pau do cu dela, enquanto ela dizia: quero no rosto. Gozei na cara dela e ela lambeu os restos de porra que tinham no rosto, porque também tinha caído no tapete. Ainda excitado, falei: vamos de novo. E comecei de novo. Ela dizia: mais rápido que já não dói. Tentei, mas já tava muito cansado. Tentei meter com mais força, mas tava difícil. Falei: que cu mais apertadinho. Ela respondeu: já te falei, tava há um tempão sem ser usado.
Depois disso, ela falou algo tipo: que gostoso, papi, me dá mais, mais forte, mais, mais, mais. Eu, excitado com o que ela dizia, gozei dentro rapidinho e ela também, gritando meu nome.
A gente deu uma pausa de 5 minutos e ela disse: a terceira é a vez, né? Então eu meti com força por trás de novo, mas dessa vez ela com um pé no chão e o outro na escrivaninha. Nós dois gritávamos, eu tocava ela. inteira, quando eu tava no meu clímax, vejo pela janela que alguém tá chegando, ela fala, minha tia, minha tia, então a diversão acabou, fui mais rápido e mais forte pra conseguir gozar e vazei rapidão.
A gente se vestiu como deu e começou a conversar, depois de um tempo desci e fui pra minha casa.
Aconteceu num dia de agosto, eu tinha prova de história na semana seguinte e não sabia nada, pedi pra uma colega se ela podia me explicar e ela disse que sim.
Ela não era bonita, tinha mais ou menos 1,65, os peitos eram meio pequenos, mas compensava com uma bunda enorme e umas pernas lindas, era uma gostosa do caralho, sempre me deixava apalpar ela, era muito safada e eu claro que também.
Ela disse pra gente ir na casa dela (não lembro o dia), fui pras aulas normais, tava muito ansioso, e na saída, fomos pra casa dela, no caminho não parei um minuto de olhar as pernas dela e a rabetão. Quando chegamos, almoçamos frango com arroz, quando terminou ela disse: vamos pro meu quarto, claramente pensei em tudo que podia rolar e falei que sim.
Ao subir a escada pro segundo andar, fui passando a mão na bunda dela, ela deixava e falava "uhhm que gostoso" bem baixinho, quando chegamos ela disse: vamos começar agora se não se importa, nós dois sentamos na cama dela e ela começou a me explicar, aos poucos fui colocando minhas mãos nas pernas dela, ela perguntava o que eu tava fazendo, na hora eu calei ela com um beijo e apalpei os peitos dela.
Ela começou a tocar meu pau, já duro, se ajoelhou e disse:
dizem que eu chupo muito gostoso, eu falei: vamos ver, ela desabotoou meu cinto e minha calça, baixou minha cueca e meu pau apareceu, ela começou a tocar e beijar, eu tava completamente excitado, ela enfiou na boca enquanto se tocava na buceta e desesperada tentava engolir tudo mas não conseguia, me jogou na cama, ficando por cima de mim, uma perna de cada lado e disse: quero sentir algo dentro, comecei a apalpar a bundinha dela e a beijar, perguntei onde ela queria com a intenção de arrombar a rabeta dela e ela disse: por trás que já tá há um tempo sem atenção.
Felizão eu tirei a roupa dela, deixei na mesinha de cabeceira e falei: deita e abre as pernas, ela obedeceu e comecei a chupar A buceta dela, toda depiladinha, enquanto eu segurava a cabeça dela, ela gemia que nem uma puta. Quando me senti pronto, enfiei 2 dos meus dedos na Booty dela.
Ela me disse: quero ele aí rápido. Coloquei ela de quatro e enfiei meu pau na rachinha dela. Ela falou: tá esperando o quê? E eu realizei meu sonho, meti a pontinha devagar, tentando não machucar. Ela dizia: arde muito, arde!!! E eu falava pra ela ficar tranquila. Fui empurrando e, quando tava tudo dentro, ela disse: devagar, devagar que dói. E comecei a bombar, agarrava a Booty com força e dava tapas com a mão. Ela gemia e gemia. Falei pra ela morder o travesseiro se doesse muito, que eu ia acelerar. Comecei a bombar numa velocidade do caralho, e ela falava: tira, tira, filho da puta, enquanto tentava espernear. Eu não parava porque tava excitado demais pra ficar no meio do caminho. Segurava ela pela cintura com força e nós dois gritávamos.
Depois de uns vinte minutos, que ela já tinha gozado várias vezes, falei: vou gozar, vou gozar. Aí tirei meu pau do cu dela, enquanto ela dizia: quero no rosto. Gozei na cara dela e ela lambeu os restos de porra que tinham no rosto, porque também tinha caído no tapete. Ainda excitado, falei: vamos de novo. E comecei de novo. Ela dizia: mais rápido que já não dói. Tentei, mas já tava muito cansado. Tentei meter com mais força, mas tava difícil. Falei: que cu mais apertadinho. Ela respondeu: já te falei, tava há um tempão sem ser usado.
Depois disso, ela falou algo tipo: que gostoso, papi, me dá mais, mais forte, mais, mais, mais. Eu, excitado com o que ela dizia, gozei dentro rapidinho e ela também, gritando meu nome.
A gente deu uma pausa de 5 minutos e ela disse: a terceira é a vez, né? Então eu meti com força por trás de novo, mas dessa vez ela com um pé no chão e o outro na escrivaninha. Nós dois gritávamos, eu tocava ela. inteira, quando eu tava no meu clímax, vejo pela janela que alguém tá chegando, ela fala, minha tia, minha tia, então a diversão acabou, fui mais rápido e mais forte pra conseguir gozar e vazei rapidão.
A gente se vestiu como deu e começou a conversar, depois de um tempo desci e fui pra minha casa.
1 comentários - Un dia de escuela