Era primavera e um dos meus primos foi operado. O Martín tinha sofrido um acidente de carro, mas não era nada grave. Depois da cirurgia, ele precisava ficar 48 horas internado, então minha tia me pediu pra passar a noite com ele. Sem pensar duas vezes, topei, porque eu e meu primo somos muito amigos, quase da mesma idade. A primeira noite foi um desastre: o Martín não parava de reclamar das dores, e eu morrendo de sono. Chamei os enfermeiros várias vezes, mas eles estavam pouco se lixando. Aplicavam uns calmantes, ele dormia por umas horas, e pronto.
No dia seguinte, já tava pensando que ia ter que aguentar a mesma merda a noite toda: a má vontade dos enfermeiros, o sono, tudo. Cheguei na clínica lá pelas dez da noite pra render minha tia. Meu primo tava dormindo, e minha tia falou que iam deixar ele mais dois dias em observação. Quase me matei ali. Peguei um livro pra passar o tempo. Lá pela meia-noite, o Martín acordou com dores e chamei os enfermeiros pelo interfone. De repente, aparece uma enfermeira de uns vinte e cinco anos, morena, corpo normal, mas o que me pegou foram os olhos e o sorriso dela. Fiquei pasmo com a beleza do rosto dela. Ela pergunta: "Foi você que chamou?" Acho que demorei uns segundos pra reagir e respondi que sim, que o Martín tava com dor. Ela aplicou uns calmantes e, enquanto fazia isso, me perguntou o que eu tava lendo. Falei um pouco do livro e não conseguia parar de olhar pros olhos e pro sorriso dela. Nessa altura, já tava de olho na bunda dela com muito tesão. De repente, ouço da boca linda dela as palavras que explodiram minha mente: "Você me mostra?" Falei: "Caralho, ou eu sou um abusado ou ela tá me dando mole." Respondi sutilmente: "Sempre que você quiser, eu te mostro." Ela se aproxima e diz: "Adoraria ver." Levantei da cadeira, peguei ela pela cintura e, quando ia meter um beijo, ela colocou a mão no meu peito e falou: "Não, não, espera, o que você tá fazendo?" Pensei: "Fodeu, estragou tudo." Ela se virou. e ela vai embora.
Fiquei pensando na putaria que ia dar, passaram quase duas horas e escuto alguém bater na porta e abrir devagar, na minha mente passava de tudo, pensei que vinham me expulsar na base do chute na bunda mas não, apareceu ela, a seriedade dela me deixava inquieto, ela trocava o soro do meu primo e nem olhava pra mim, de repente veio na minha direção, me olha fixo, eu sentado olho pra ela, ela senta em cima de mim e me beija de boca, não entendia nada, ficamos um tempão nos agarrando, enquanto os lábios dela se fundiam nos meus, minhas mãos inquietas não paravam de percorrer o corpo dela por cima da roupa, nossa respiração ficava cada vez mais ofegante, a excitação era tanta que esquecemos onde estávamos, era como se ao nosso redor não existisse nada, no meu ouvido ela pediu pra pararmos, eu no ouvido dela respondi que só se ela quisesse, ela respondeu com um beijo mais apaixonado e excitante, ali estávamos nós na penumbra do quarto, com uma luz fraca que só deixava ver o básico, sabíamos que não podíamos nos despir e ela dizia que tinha muito pouco tempo, beijei seu pescoço, percorri com minhas mãos e língua seus peitos, apertei com muita vontade aquela bunda firme, minha excitação estava nas alturas, ela suavemente me acariciava, esfregava e masturbava.
Ela se levantou um pouco de mim, abaixei sua calça e calcinha só um pouco, tirei meu pau ereto, duro como uma pedra, virei ela e a puxei pra mim, lentamente minha ereção foi se abrindo caminho sobre seus lábios vaginais lindos, carnudos, depilados e completamente molhados, penetrando-a suavemente no começo, quando entrou ela se mordia e um gemido baixo escapou, eu percorria com as mãos seus peitos, brincava livremente com seus mamilos eretos, beijava seu pescoço, lambia suas orelhas, ela controlava os movimentos, sobre minhas pernas podia sentir como seus fluidos abundantes começavam a escorrer, sem falar, sem gemer, sem gritar, completamente em silêncio nos fundimos num orgasmo intenso, o corpo dela se tensionou, minhas mãos apertavam os peitos dela com muita força, a gente ficou uns instantes pra se recompor, ela se ajeitou e me despediu com um beijo apaixonado, nossos olhares se prenderam, e a única coisa que ela disse foi: "isso não vai ficar assim não, meu plantão é depois de amanhã e eu volto pra pegar isso de novo". Ela foi embora e eu desabei na cadeira, meu primo tava dormindo por causa do calmante. De manhã minha tia chegou e eu pude ir descansar, mas o melhor ainda estava por vir, aquilo era só o começo de uma relação sexual com a enfermeira que me enlouqueceu.
No dia seguinte, já tava pensando que ia ter que aguentar a mesma merda a noite toda: a má vontade dos enfermeiros, o sono, tudo. Cheguei na clínica lá pelas dez da noite pra render minha tia. Meu primo tava dormindo, e minha tia falou que iam deixar ele mais dois dias em observação. Quase me matei ali. Peguei um livro pra passar o tempo. Lá pela meia-noite, o Martín acordou com dores e chamei os enfermeiros pelo interfone. De repente, aparece uma enfermeira de uns vinte e cinco anos, morena, corpo normal, mas o que me pegou foram os olhos e o sorriso dela. Fiquei pasmo com a beleza do rosto dela. Ela pergunta: "Foi você que chamou?" Acho que demorei uns segundos pra reagir e respondi que sim, que o Martín tava com dor. Ela aplicou uns calmantes e, enquanto fazia isso, me perguntou o que eu tava lendo. Falei um pouco do livro e não conseguia parar de olhar pros olhos e pro sorriso dela. Nessa altura, já tava de olho na bunda dela com muito tesão. De repente, ouço da boca linda dela as palavras que explodiram minha mente: "Você me mostra?" Falei: "Caralho, ou eu sou um abusado ou ela tá me dando mole." Respondi sutilmente: "Sempre que você quiser, eu te mostro." Ela se aproxima e diz: "Adoraria ver." Levantei da cadeira, peguei ela pela cintura e, quando ia meter um beijo, ela colocou a mão no meu peito e falou: "Não, não, espera, o que você tá fazendo?" Pensei: "Fodeu, estragou tudo." Ela se virou. e ela vai embora.
Fiquei pensando na putaria que ia dar, passaram quase duas horas e escuto alguém bater na porta e abrir devagar, na minha mente passava de tudo, pensei que vinham me expulsar na base do chute na bunda mas não, apareceu ela, a seriedade dela me deixava inquieto, ela trocava o soro do meu primo e nem olhava pra mim, de repente veio na minha direção, me olha fixo, eu sentado olho pra ela, ela senta em cima de mim e me beija de boca, não entendia nada, ficamos um tempão nos agarrando, enquanto os lábios dela se fundiam nos meus, minhas mãos inquietas não paravam de percorrer o corpo dela por cima da roupa, nossa respiração ficava cada vez mais ofegante, a excitação era tanta que esquecemos onde estávamos, era como se ao nosso redor não existisse nada, no meu ouvido ela pediu pra pararmos, eu no ouvido dela respondi que só se ela quisesse, ela respondeu com um beijo mais apaixonado e excitante, ali estávamos nós na penumbra do quarto, com uma luz fraca que só deixava ver o básico, sabíamos que não podíamos nos despir e ela dizia que tinha muito pouco tempo, beijei seu pescoço, percorri com minhas mãos e língua seus peitos, apertei com muita vontade aquela bunda firme, minha excitação estava nas alturas, ela suavemente me acariciava, esfregava e masturbava.
Ela se levantou um pouco de mim, abaixei sua calça e calcinha só um pouco, tirei meu pau ereto, duro como uma pedra, virei ela e a puxei pra mim, lentamente minha ereção foi se abrindo caminho sobre seus lábios vaginais lindos, carnudos, depilados e completamente molhados, penetrando-a suavemente no começo, quando entrou ela se mordia e um gemido baixo escapou, eu percorria com as mãos seus peitos, brincava livremente com seus mamilos eretos, beijava seu pescoço, lambia suas orelhas, ela controlava os movimentos, sobre minhas pernas podia sentir como seus fluidos abundantes começavam a escorrer, sem falar, sem gemer, sem gritar, completamente em silêncio nos fundimos num orgasmo intenso, o corpo dela se tensionou, minhas mãos apertavam os peitos dela com muita força, a gente ficou uns instantes pra se recompor, ela se ajeitou e me despediu com um beijo apaixonado, nossos olhares se prenderam, e a única coisa que ela disse foi: "isso não vai ficar assim não, meu plantão é depois de amanhã e eu volto pra pegar isso de novo". Ela foi embora e eu desabei na cadeira, meu primo tava dormindo por causa do calmante. De manhã minha tia chegou e eu pude ir descansar, mas o melhor ainda estava por vir, aquilo era só o começo de uma relação sexual com a enfermeira que me enlouqueceu.
10 comentários - Enfermeira noturna gostosa
Espero me hagan barba y bigote asi estoy presentable,.