Mi hermano me arreglo la noche

Era verão, verão quente, como todos, pelo menos aqui na minha ilha, por isso gosto tanto. Meus pais estavam celebrando suas bodas de prata. 25 anos juntos, com suas tristezas e alegrias, com suas idas e vindas, mas 25 anos no final das contas. E meu pai, meio pressionado pela minha mãe, finalmente tinha concordado em fazer um cruzeiro, ou seja, eu ia ter a casa só pra mim por uma semana inteira. Bom, pra mim e pro Roberto, meu "irmão".

Acho que antes de continuar a história, devia me apresentar. Me chamo Analía, e tenho 32 anos, mas quando tudo o que estou prestes a contar aconteceu, eu tinha apenas 22 primaveras, com seus respectivos outonos e invernos, mas principalmente verões. Morava e moro em Mallorca, sa roqueta, como chamamos aqui, uma ilha linda, com cantos de sonho e encantos que ainda me surpreendem de vez em quando. Naquela época ainda morava com meus pais, e junto com eles estava o Roberto. Poderia dizer que é meu irmão, pelo menos foi o que me disseram quando meus pais o trouxeram pra casa há muitos anos. Não entendi na época por que adotavam e até hoje continuo igual.

Mas voltemos ao momento desse relato. Finalmente chegou o tão esperado dia e acompanhei meus pais ao aeroporto pra pegarem um avião que os levasse a Barcelona, lugar onde embarcariam no cruzeiro dos sonhos deles, o mesmo que ia me proporcionar minha semana dos sonhos: festa, álcool e com um pouco de sorte, sexo dos bons. Minhas amigas já estavam avisadas, e alguns amigos também...

Pra não perder tempo, tinha organizado a primeira festa naquela mesma noite, mas levei a surpresa de que o Roberto, dois anos mais novo que eu, quando informei meus planos, recusou na hora.

- O pai me deixou responsável pela casa e sou o responsável por que nada aconteça aqui, sinto muito, mas se quiser festa vai ter que procurar fora – foi sua reação contundente.

Ele sempre tão responsável, tão obediente, tão dócil. Às vezes me tirava de queixo, o perfeito Roberto, aquele com quem não compartilhava sangue, mas sim sobrenome. Ele me deixava louca. Me sentia num beco sem saída: o pessoal estava avisado, a bebida comprada e Pedro, um cara da faculdade que eu estava de olho e que me deixava na expectativa, tinha confirmado presença. De um jeito ou de outro, essa festa ia rolar.

- Roberto, se você não disser nada, te devo um favor enorme, faço o que você pedir, mas não me deixa na mão agora, tô planejando isso há um mês e todo mundo já sabe. Por favor. – quase supliquei.

- Sinto muito, não depende de mim, são ordens do pai – ele disse.

- Arrumo um encontro com a garota que você quiser – joguei pra ele. Roberto nunca tinha ficado com uma garota, pelo menos que eu soubesse, e confiava que a tentação pudesse funcionar.

- Não depende de mim, são ordens do pai. – Sentenciou.

Pai... pai... se nem é seu pai de verdade, pensei. Se não fosse pelo bem, seria pela força.

O dia passou sem muitas novidades, mas eu não parava de dar voltas na cabeça: cada ideia que tinha, via algo bom e algo ruim, mas todas cedo ou tarde eram descartadas. A cada momento me sentia mais sufocada e, apesar das minhas tentativas repetidas de fazer o Roberto entrar na razão, ele não cedia nem um pouco.

Desesperada, finalmente coloquei em prática o primeiro plano que me veio à mente, maluco, mas aparentemente eficaz. Corri pro supermercado e comprei tudo necessário pra preparar o prato preferido do Roberto: macarrão à bolonhesa. Temperei demais pra disfarçar o ingrediente final: os remédios que minha mãe usava pra dormir, mão de santo segundo ela. Nunca soube o nome ou de onde ela tirava, mas quando ela tomava um, o mundo acabava pra ela por 8 horas, podia até trovejar ou a casa pegar fogo. Pra garantir, esmaguei três e misturei bem com o molho do prato dele, e depois de pôr a mesa, chamei ele.

O jantar O tempo passou sem muito diálogo. Ele parecia se sentir culpado por não me deixar fazer a festa e eu tentava ser complacente, para suavizar a situação. Terminamos de jantar e, como de costume, fomos para a sala ver TV. Os remédios não demoraram para fazer efeito e logo ele começou a bocejar. Os olhos dele literalmente se fechavam e eu não parava de sugerir que fosse para a cama se estivesse cansado. Só a ideia de ter que carregálo até o quarto se ele ficasse grogue no sofá me dava arrepios. Finalmente, Roberto me ouviu e foi para o seu quarto.

Minutos depois, subi e verifiquei que ele estava na cama, completamente KO. Rapidamente fui ao meu quarto, peguei todos os lençóis que tinha e voltei ao de Roberto. Amarrei seus pulsos na cabeceira da cama e o amordacei. Já comentei com vocês que era uma medida desesperada. Eu estava improvisando, sem saber como resolveria depois. Em seguida, chamei minhas amigas para virem preparar tudo enquanto eu me arrumava, porque a hora da festa se aproximava e uma delas era e é muito vaidosa.

Ficou meio apertado no tempo, mas quando a campainha tocou pela primeira vez, a casa, o jardim e eu estávamos prontos. O pessoal foi chegando, a música tocava e o álcool corria solto, mas eu não parava de olhar para a porta. O objetivo da festa não era outro senão Pedro; se ele não tivesse confirmado que viria, provavelmente teria cancelado tudo, mas agora que ele finalmente estava solteiro era minha chance.

Finalmente ele chegou, demorou, mas chegou. Discretamente fui me aproximando dele, não queria pressionar, ambos sabíamos que eu gostava dele há tempos. Puxamos conversa, bebemos e dançamos. A coisa ia bem, pelo menos era o que eu achava, até que tocou uma música mais lenta, o que eu aproveitei para chegar mais perto dele... e o que ele aproveitou para me contar que naquela mesma tarde tinha voltado com a namorada. Dizer que naquele momento eu fiquei na maior bad da minha vida é pouco. Pedi para ele ir embora, não entendia nada, por que ele tinha vindo então, por que ele tinha ficado flertando comigo, por quê.

Minhas amigas perceberam o que aconteceu, mas as tentativas delas de me animar só aumentavam meu sentimento de desgraça, um sentimento que eu só percebia diminuir quanto mais eu bebia... e eu estava completamente bêbada quando uma das minhas amigas me avisou que tinha ouvido gritos do andar de cima. Demorei para reagir, tão ocupada eu tinha estado com a primeira parte do meu plano que não tinha parado para pensar em como resolver a questão do Roberto... e com a cabeça girando, dificilmente eu ia conseguir naquele momento.

De qualquer forma, subi para o quarto e, ainda antes de abrir a porta, ouvi o Roberto:

— Alguém chame a polícia! — choramingava o puritano. Quem sabe há quanto tempo ele tinha acordado.

Abri a porta e não consegui segurar a risada pelo surreal da situação. Lá estava meu irmão, exatamente como eu tinha deixado, exceto que ele tinha se livrado da mordaça, gritando que nem uma mocinha, enquanto no andar de cima tinha uma festa completa que eu tinha organizado e na qual eu não queria estar. Me vendo, o Roberto ficou furioso.

— Você é uma puta, isso não vai ficar assim, você vai se arrepender do que fez comigo, para de rir e me solta — gritava com os olhos injetados de sangue.

A verdade é que as palavras dele pouco importavam naquele momento, mas tanto grito estava começando a me dar dor de cabeça. Me aproximei, ele se acalmou pensando que eu ia soltá-lo, mas aproveitei o momento para colocar a mordaça de volta.

— Assim você fica mais bonito, irmãozinho — disse, dando um beijo na bochecha dele.

Não estava a fim de voltar para a festa, então me sentei e pensei que em cima do Roberto era um lugar tão bom quanto qualquer outro. Passei uma perna por cima dele e me sentei sobre seus quadris.

— À sua saúde, irmãozinho — disse logo antes de dar o último gole na minha taça e esvaziá-la completamente, enquanto fazia equilíbrios para não cair de cima do meu irmão por causa dos movimentos contínuos dele. – quero que você saiba que a festa é uma merda, que ter você amarrado aqui é uma merda e que a vida é uma merda. Mas não leve pro lado pessoal, não é nada pessoal.

Roberto devia estar pirando comigo. A bebida sempre teve dois efeitos em mim: por um lado, eu paro de ver a importância das coisas e, por outro, fico com fogo no rabo. Por isso, decidi jogar: comecei a acompanhar os movimentos de Roberto com os meus, ao mesmo tempo que apoiava minhas mãos no peito dele e fazia minha cara de putinha no cio.

A expressão de Roberto mudou. Ele não entendia o que estava acontecendo, nem o culpo. Ele continuou se agitando, mas agora já não era tão violento. Não parecia que ele queria que eu me afastasse, mas sim esfregar o corpo dele no meu.

Eu estava com um vestido curto e justo, e ele ainda tinha o short e a camiseta que usava à tarde. Com tão pouca roupa entre nós, não demorou para eu sentir algo duro crescendo entre a gente.

Sorri. Sem querer, ele tinha acabado de resolver meus dois problemas. Aquela noite eu ia foder, e meu irmão não deduraria a festa.

Continuei me mexendo em cima de Roberto, devagar, melada, sem pressa, e ele cada vez mais sincronizava seus movimentos com os meus. Eu olhava nos olhos dele, estava curtindo o momento. Via a confusão nele, a mente brigando com o corpo, a razão contra a paixão. E saber que eu era a culpada por todos os esquemas dele estarem desmoronando agora me deixava ainda mais excitada.

Deixei cair as alças do meu vestido e o puxei para baixo dos meus seios. Os olhos dele cravaram neles, e as mãos se agitaram numa nova tentativa de se soltar. Comecei a brincar com eles, com meus mamilos. Acariciava, apertava… uhmm, o primeiro gemido escapou… No rosto dele, eu via o desejo de torná-los seus, e a impotência dele era minha vitória. Depois de alguns minutos brincando com meus seios, sem parar de me mover sobre Roberto, tirei o vestido para cima, ficando só com um minúsculo fio-dental, encharcado a essa alturas. Uma mão voltou aos meus seios, mas a outra foi descendo aos poucos até se enfiar dentro do meu thong e acariciar minha buceta. Eu estava muito molhada. Nossas respirações estavam cada vez mais ofegantes e eu tinha cada vez mais vontade de rola.

Me inclinei para frente e comecei a beijar o pescoço do Roberto enquanto uma das minhas mãos se enfiava entre a gente e começava a esfregar o pacote dele. Ao pegar, percebi que era maior do que eu imaginava. A noite prometia. Continuei esfregando por cima da calça e comecei a descer devagar, até minha cabeça chegar na altura do tão desejado troféu. Desci a calça dele lentamente sem parar de olhar pra ele e quando finalmente direcionei a vista pro membro dele, quase morri.

- Nossa, nossa, irmãozinho, que quietinho você guardou essa surpresa. Uma coisa dessas você tem que compartilhar, não pode esconder – falei logo antes de começar a lamber de leve, enquanto segurava os ovos dele com uma mão. Depois de algumas lambidinhas, abri a boca e, sem parar de olhar pra ele, fiz vários gestos de enfiar, sem chegar a fazer de verdade. Nos olhos dele eu via a impaciência e o sofrimento, ele desejava que eu enfiasse quase tanto quanto eu. Mas antes eu tinha que jogar minhas cartas, então subi de novo e sussurrei no ouvido dele.

- Quer que eu faça? Quer que eu te chupo, né? É, você tá desejando, mas antes, irmãozinho, você vai ter que me prometer que nunca vai contar pra ninguém o que tá acontecendo aqui essa noite, nem a festa nem isso. Entendido? – os gestos repetidos da cabeça dele eram tudo que eu precisava, então rapidamente desci até a rola dele e finalmente pude enfiar na boca. Uhmm, até hoje quando lembro me excito. Era dura e grossa, então era difícil de entrar, mas a excitação e o álcool fazem milagres em mim e no meu corpo. Continuei chupando um tempo, sem pausa e sem pressa, sem parar de olhar pra ele, aproveitando tanto ou mais a situação do que ele, tendo ele finalmente comendo na minha mão… e eu comendo ele. Eu gemía sem parar, ele ofegava, seu corpo se contraía, as costas se arqueavam e a cabeça se mexia sem controle. Era, sem dúvida, a primeira chupada que ele recebia. Eu, pra não perder tempo, com a mão livre tinha tirado o meu fio-dental de lado e estava enfiando dois dedos sem parar.

Pra ser iniciante, meu irmão aguentava bem o ritmo, tanto que eu sentia que não demoraria muito e queria gozar com ele dentro, então tirei o fio-dental, me posicionei sobre os quadris dele, peguei o pau com uma mão pra colocar no lugar e fui descendo devagar sobre ele, sentindo cada centímetro entrando em mim, até que finalmente cheguei até o fim. Parei um instante, olhei pra ele, parecia tão dócil agora, tão inofensivo e manipulável. Finalmente tinha encontrado o calcanhar de Aquiles dele.

Comecei a me mover devagar, pra cima e pra baixo, e fazendo círculos, do jeito que eu gosto. Minhas mãos no peito dele, apoiadas, cravando minhas unhas nele. Meus movimentos ficavam cada vez mais rápidos e violentos, subindo cada vez mais pra cair cada vez mais forte, tentando fazer com que a cada investida entrasse um pouco mais fundo pra me dar um pouco mais de prazer. Sentia ele dentro de mim, sentia entrando e saindo. Meu irmãozinho estava conseguindo me fazer morrer de prazer, fazia muito tempo que eu não gemia tanto e já estava precisando.

Liberei meu irmão da mordaça, queria ouvi-lo gritar e gemer e queria que ele me dissesse o quê puta que eu era por quase violentar o irmãozinho dele, mas da boca dele só saíam "continua" e "deuses". Tanto faz, eu já estava prestes a gozar e ele também, então acelerei o máximo que pude pra não ficar na vontade e, justo quando senti como se uma descarga elétrica percorresse todo o meu corpo, ele começou a gemer mais alto e pude sentir como ele me inundava de porra. Nossos movimentos foram desacelerando aos poucos até que finalmente paramos por completo.

Alguns segundos depois, que precisei pra recuperar a consciência, me inclinei sobre meu irmãozinho, dei um beijinho na boca dele e disse:

- Daqui a pouco eu volto a por mais, se recompõe que isso não fez mais do que começar.

Em seguida, coloquei a mordaça nela de novo, me levantei, me vesti e fui ao banheiro para me limpar e descer um pouco para a festa... A noite ainda prometia.

0 comentários - Mi hermano me arreglo la noche