No meu trampo...

A história que vou contar aconteceu há vários anos atrás. Naquela época, eu trabalhava no centro, no terceiro andar de um prédio. Como todo dia, eu batia o ponto na entrada e na saída. Às vezes, quando eu ia embora, formava uma fila. Tinha uma mina da recepção que me olhava, e toda vez que eu precisava levar algo naquela sala, ela dava um jeito de me atender. A gostosa não me matava de paixão, era loira de olhos claros, baixinha e um pouco cheinha, cara de puta pra caralho, e sempre se vestia com minissaias, blusas que mostravam tudo, e extremamente maquiada (coisa que não curto muito). Eu sempre formal e educado quando cumprimentava ela, e ela tentava de todo jeito me dar a entender que tava afim de mim.

Bom, uma dessas tardes, quando eu tava indo embora, ela se coloca atrás de mim e toca na minha mão. Quando me viro, ela fala: "desculpa". Eu: "sem problemas". Ela: "caiu isso aqui", e me dá um papel com o celular dela anotado. Olho o papel e guardo no bolso. Ela: "não me escreve agora que meu parceiro vai passar pra me buscar". Isso me deixou doido, sabia que aquela puta era igual a mim. No dia seguinte, bem cedo, escrevo: "bom dia, puta!!!" Ela: "Oi, é o Ivan??" Eu: "Sim, puta, cê é minha puta, né?" Ela: "Sim, sou sua puta, me excita pra caralho você me chamar de puta." Eu: "quero sentir o quanto você tá molhadinha por mim." Ela: "quando você mandar."

Meus ovos não paravam, já queria meter, tava desesperado por aquela mina. Eu conhecia um lugar pouco frequentado que ia pro subsolo, umas escadas mal iluminadas. Eu: "me espera nas escadas que vão pro subsolo, em dois minutos tô aí." Ela: "ok". Quando chego, ela tava fumando (alguns iam lá pra fumar). Começo a beijar ela, mão pra todo lado dos dois. Falo pra ela tirar a calcinha fio dental, e ela me dá. Cheiro ela, que cheirinho gostoso, tava realmente muito molhada. Cheirava a calcinha com uma mão e com a outra enfiava dois dedos nela, tirava e levava à boca. Ela mordia meus dedos e chupava eles. volvia a meter.
Não íamos ter muito tempo, encosto ela na parede, levanto a minissaia que ela tava, desço um degrau, abro o zíper da calça e tiro a pica pra fora, cuspo na mão que tava cheia dos fluidos dela, passo na minha pica e começo a penetrar ela bem devagar e até o fundo, ela gemia e eu calava ela, não queria ser descoberto. Vou aumentando as estocadas cada vez mais forte, já com uma vontade do caralho de gozar, não sei se era a situação, mas a vontade de gozar era incontrolável. Ela goza e me pede pra gozar na boca dela, uuuuufff não aguentava mais, ela se ajoelha e assim que encosta a boca quente dela, mais quente que a buceta dela, eu gozo, me fez tremer com a chupada que ela deu.
Subi pro meu escritório, me arrumei um pouco no banheiro, aquela excitação de quebrar as regras assim, de brincar com o proibido, me deixava exposto com a satisfação estampada na minha cara.
Durante o mesmo dia, continuamos conversando sobre coisas tipo, como tinha ficado com tesão de sentir o cheiro da calcinha fio dental dela, de como ela tava lubrificada, que amou o gosto da minha porra, etc.
Eu de novo com um tesão do caralho, falo pra ela ficar mais uns minutos depois das 5, bater o ponto e ir pra escada, ela disse que se fosse assim ia me entregar a raba, que queria ir embora com minha porra escorrendo pelas nádegas dela a viagem toda de volta com o namorado do lado. De novo os ratos tomaram conta de mim, era tanta excitação que não deixava pensar direito no que ia fazer, só pensar em meter. Chegou a hora combinada, dessa vez cheguei eu primeiro, ela chega, a gente se beija apaixonadamente um tempo, ela vira de costas e fala "é toda sua", ela sem calcinha, preparada, lubrifico só um pouco minha pica, e começo a procurar com a cabeça aquele anelzinho apertado que ela tinha, encontro e começo a penetrar ela, ela gemia igual uma louca, eu vendo como toda minha pica entrava e saía, era um espectador de luxo. Continuo assim um tempo, aviso que não aguentava mais, que ia gozar, ela falou "goza em mim agora que a gente goza junto", ao ouvir isso minha pica ficou Ela se calou e começou a bombear todo o meu gozo. Fiquei imóvel por alguns segundos, tirei meu pau, e ela só colocou a tanguinha de volta e foi embora.
No dia seguinte, ela me contou que continuou muito excitada, que mal entrou no carro e pegou a estrada, já começou a fazer um boquete no namorado. Quando chegaram, ela pediu pra ele comer a bunda dela. O cara foi meter, e quando estava penetrando, disse que ela estava toda molhada. Ela respondeu: "É por sua causa, meu amor."
Ao me contar isso, fiquei com muito tesão e descemos pra transar.

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