Minha Amiga...

Essa é uma história que, toda vez que penso nela, não consigo acreditar que aconteceu, mas foi tão incrível naquele momento pra mim que, de algum jeito, quero compartilhar.
Em 2004, consegui meu primeiro emprego independente, ou seja, fora de casa, era um trabalho de assistência técnica de aparelhos de medição. Lembro do meu primeiro dia, de que estava chovendo, cheguei cedo e, conforme o pessoal chegava, ia cumprimentando, já que meu local de trabalho ficava no caminho para os escritórios e dava pra ver a porta de entrada. E uns 15 minutos depois do horário de entrada, ela chega, com os cabelos molhados, usando uma calça jeans e uma camisetinha branca apertada, que infelizmente não tinha molhado, e naquele instante aqueles olhos e aquele sorriso ficaram gravados na minha retina.
Naquela época, eu namorava uma garota que amava, nem passou pela minha cabeça traí-la, bom, passaram várias coisas pela cabeça, mas eu sabia que não ia levar adiante. Enfim, voltando ao assunto, mesmo a garota me atraindo e eu sabendo que não ia rolar nada, tinha algo que mexia comigo, sei lá, sempre pensei que tinha muita química, embora ela nem me desse bola. O tempo passou, eu continuei meu relacionamento e ela também, viramos amigos, daqueles que se encontram pra tomar um mate de vez em quando, ela casou, eu fui morar com minha parceira, o tempo foi passando e o único jeito de sabermos um do outro era por mensagens ocasionais no Facebook e tal…
Vários anos depois, nos encontramos como sempre no Face, e ela me conta que se separou e que estava morando sozinha, com os filhos dela, e eu também conto que, depois de vários anos, eu também me separei. Nessa hora, começamos a nos ver com mais frequência, e, como toda vez que a via, minhas fantasias fervilhavam na cabeça. Em algum momento (já que os dois estavam sozinhos), confessei que era cada vez mais difícil ser amigo dela, porque ela estava muito gostosa, e nunca tive uma resposta muito clara pra isso… além disso Ela também me comentou que tava afim de alguém do trabalho dela, então não era muito recomendável continuar insistindo. Mas a real é que só uma foto dela de shorts já era o suficiente pra incendiar todo o meu ser. Ela é daquelas minas que não é magrela ou modelo, é daquelas que tem a voluptuosidade exata e, como praticava esporte, tem umas pernas lindas, torneadas, que sinceramente dá vontade de não parar de acariciar. Tudo isso ainda com uns olhos verde-claro, divinos, e um sorriso cheio de energia, e aquele "não sei o quê" que me deixava louco.

Um belo dia, numa sexta pra ser mais exato, eu tava zuando no Facebook, como de costume, e ela entra online. Depois de trocar umas ideias bestas, surge o papo de que eu tava à toa em casa e ela me fala: "se quiser, dá uma passada aqui pra gente tomar algo". Até aí, bem normal, isso acontecia direto e eu geralmente ia. Ela tava em casa com os moleques, a gente tomava alguma coisa enquanto eles brincavam, conversava umas bobagens e depois cada um ia dormir.

Naquela noite, quando cheguei, notei que os meninos não estavam. Ela comentou por cima que eles iam passar o fim de semana com os primos. Ela tava em roupa de casa, com um shortinho que deixava ver boa parte das pernas lindas dela e uma regatinha justa, sem calcinha por baixo — coisa que também era costume nela (e que também me deixava doido). Eu, por minha vez, também tava em roupa de casa, um short que usava pra correr, camiseta, enfim, ninguém tava muito arrumado, digamos assim.

Começamos, como sempre, a conversar sobre nossas vidas enquanto tomávamos uma cerveja. Até aí, nada fora do comum. Eu tava que não aguentava mais (como sempre) e ela bem indiferente a qualquer investida que eu pudesse fazer (como sempre). Nisso, ela começa a me falar de uns sapatos novos e não sei mais o quê, e me diz: "vem aqui que eu vou te mostrar". Meio sem vontade, eu sigo ela até o quarto dela, e ela começa a me mostrar os sapatos. E, meio que por educação, eu falo: "devem ser... Ficaram bárbaros, ela me responde visivelmente empolgada que sim, e começa a provar um par, se levanta (ficaram divinos e faziam aquelas pernas e aquela bunda explodirem) digo que ficaram muito, muito bem, e ela me dá um sorriso lindo. Ela começa a provar o segundo par e percebe que o short de casa não combina e na hora decide trocá-lo, na minha frente, quando começa a abaixar o short com toda a naturalidade do mundo, minha cabeça explodiu, pensamentos demais e a única coisa que consegui fazer foi ficar hipnotizado com aquela bunda.

Eu estava de pé, e comecei a me aproximar, ela estava completamente curvada procurando o short que queria vestir, que aparentemente estava na gaveta de baixo, bem perto do chão, não consegui evitar, é como se minha vontade tivesse me possuído por completo e eu já não tivesse controle das minhas ações, continuei me aproximando e cheguei até onde ela estava e coloquei minhas mãos nas laterais dos glúteos (ainda não consigo acreditar na textura daquela pele tão macia) e encostei meu quadril na bunda dela, ela se levanta instantaneamente e enquanto tenta dizer "o que você está fazendo?" começo a beijá-la, no começo com alguma resistência, depois com certa indiferença e finalmente ela corresponde um dos beijos mais apaixonados que tive a sorte de dar.

Minhas mãos não paravam de percorrer os glúteos dela, não conseguia parar de apertá-la contra meu quadril, coisa que parecia agradá-la, sempre seguindo aquele beijo, e já passando a devorar aquele pescoço tão lindo que ela tem, vou empurrando ela em direção à parede mais próxima até que ela fica presa. Não conseguia afastar meus lábios daquele pescoço, aquele cheiro, aquela pele, tudo estava me enlouquecendo, e isso faz com que eu tire uma das mãos daquela bunda linda e a leve até a buceta dela. Foi enorme minha excitação quando, conforme ia descendo, notei a total ausência de pelos, tudo tão macio quanto o resto do corpo dela, e aí meus dedos desciam, para acariciar pela primeira vez o que tantas vezes tinha imaginado, e a sensação era... Incrível, muito melhor do que minha cabeça conseguia imaginar. Ela também acaricia meu pau bem de leve, e nessa altura eu já não aguento mais esperar pra meter. Pego ela pela cintura e viro ela de costas. Ela pergunta: “O que você vai fazer??” sem oferecer a menor resistência quando eu puxo a calcinha dela pra baixo. Eu respondo quase gemendo: “Vou te foder” e antes de terminar de falar o último R, metade do meu pau já estava dentro. Ela geme, arqueia as costas e joga a cabeça pra trás, o que me deixa o caminho livre pros peitos lindos dela. Meti devagar e até o fundo, tocando cada centímetro do corpo dela, e de novo, devagar e até o fundo. Queria que aquele momento durasse pra sempre, toda aquela energia, toda aquela química, estava me preenchendo com algo que eu achava que nunca mais ia sentir. Já com a excitação nas alturas, levei ela pra cama, onde ela deitou de barriga pra cima, tirou a camiseta e começou a tirar os sapatos. Pedi pra ela não fazer isso: a nudez dela e aqueles sapatos foram feitos um pro outro. Deitamos, ela embaixo, eu em cima. Sem perder tempo, levei minha boca até a buceta dela. Queria fazer ela gozar como ninguém nunca tinha feito, queria saborear cada pedaço daquele corpaço que eu tinha na minha frente. Comecei a lamber a boceta dela, que delícia, e que gemidos. Toda a experiência era incrível. Brincava aleatoriamente com meus dedos e com minha língua no clitóris dela, até que chega uma frase que acabou de explodir o pouco que restava da minha cabeça: “Mete em mim, por favor… por favor” ela diz, e eu não posso negar o prazer pra ela. Meto com mais força dessa vez, enquanto minha cara se perde no peito dela. Começo a enfiar cada vez mais forte, ela geme cada vez mais alto, mais excitante. Eu não aguento mais, sinto o formigamento, sei o que vem, e ela também. E outra frase que multiplica exponencialmente minha excitação: “Goza no meu peito… por aqui” ela diz, apontando vagamente pro peito dela. E obviamente, com todo prazer, obedeço ao pedido dela, mesmo que a pontaria me traia. termino sujando uma boa parte do rosto dela, dos lábios… ela não se mexe, respira ofegante, eu caio pro lado e quando ela me olha, lambendo parte do meu esperma com a língua, me diz: “você tava guardando tudo isso, hein?” e a única resposta que consegui dar foi um sorriso meio sem graça…. Passam uns minutos, ela tá deitada no meu peito, ninguém fala absolutamente nada, meus dedos vão e vêm nas costas dela, e às vezes até na bunda… ela acaricia bem suave minha barriga, e aos poucos vai descendo cada vez mais aquela mão macia e quente que tem, e com os dedos vai explorando as redondezas do meu pau, sem tocar… o menino fica duro (já fazia uns meses sem transar, meu estado era crítico) e ela se levanta do meu peito, pega meu pau e me dando um sorriso safado, coloca na boca dela, e sinto aquele calor que me deixa completamente rendido. Ela continua com aquilo, colocando e tirando meu pau da boca dela uma e outra vez, cada vez mais fundo, e às vezes fazendo meu sexo desaparecer por completo…. Depois de uma última engolida, ela sobe, enfia meu pau dentro dela e começa uma cavalgada, devagar no começo, mas aumentando o ritmo, eu seguro a bunda dela, aquela pele, por favor, com a mão direita acaricio os peitos dela, com aqueles bicos deliciosos, ela se mexe cada vez mais e eu não consigo evitar começar a me mexer, até que junto os braços dela por trás das costas e começo a meter, e ela responde com gemidos que me deixam louco, falo “vamos contra a parede” “sim sim” ela responde… e se posiciona apoiando os braços e oferecendo toda aquela bunda, aquelas pernas, aqueles sapatos pra mim, eu penetro ela de novo, forte, e ela adora, mantenho o ritmo acelerado, meu coração tá no limite, o dela também, e ela pede pra eu gozar dentro, pra não tirar, eu sei que é perigoso, mas nessa altura não ligo mais pra nada e no instante que ela começa a gozar, eu já não consigo mais segurar e realizando o desejo dela, encho ela de porra…. de novo exaustos, a gente se joga na a cama, ela em cima de mim, peito, e eu com minhas mãos nas costas dela… a gente dormiu por várias horas, acordo e não sei como reagir, ela também, a gente se olha, e depois de um breve momento de tensão, a gente se beija, longo e gostoso…

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