Saímos pra caminhar com a mãe do meu melhor amigo. A gente ia direto pra empresa. Ela tava com umas leggings, ou calça de ginástica, como preferir, bem apertadinhas, e uma blusa verde decotada que deixava qualquer um de queixo caído. A gente ia conversando, e ela me contava que tava entediada da vida dela, da casa dela, que era sempre a mesma coisa. Eu respondi que hoje era a chance de conhecer alguém que valesse a pena na empresa (era estranho, a relação mudou completamente, já não falava com ela como a mãe do meu melhor amigo, falava como uma amiga — UMA AMIGA DELICIOSA, DIGNÍSSIMA DE PEGAR).
Seguimos caminhando até pegar transporte público, até chegar na empresa. Enquanto ela subia as escadas, eu via de novo a bunda espetacular dela, que deixava transparecer a calcinha fio-dental linda dela. NUNCA NA MINHA VIDA EU TINHA FICADO TÃO TESUDO OLHANDO PRA UMA MULHER POR TANTO TEMPO. Era como se a única coisa que eu pensasse fosse comer ela até ficar seco!
Quando chegamos na empresa, ela ficou meio envergonhada.
*E se não me deixarem entrar?
— Ué, a gente tenta, né?
*É... mas...
— Se não deixarem, a gente descontar, com um mini churrasco na sua casa, que acha?
* hahaha tá bom, vamos. Me dá a mão, pra parecer verdadeiro.
— Boa ideia.
Finalmente eu tinha a mãe do meu amigo Josselyn me dando a mão. Senti um orgulho no peito que ia daqui até a China, e por dentro pensava: porra! que sorte que eu tenho! Ao entrar na empresa, os olhares foram todos direto pra Josselyn. Até a secretária do chefe, que era uma mina de 26 anos, gostosa pra caralho, olhava com uns olhos de querer despedaçar minha companheira. E as primeiras perguntas foram... Oi, "Mistério", com quem você veio? Com minha parceira. Muitos ficaram de boca aberta. Impressionados. Não acreditavam que na minha mão eu tava com uma mulher daquelas, com uns peitões, provocando meio mundo com um decote, e uma raba gigante. Que uau!. Nisso, aconteceu que fui 2 minutos falar com o chefe, porque ele me chamou pra conversar em particular, sobre TRAMPO, e tive que deixar aquela mulher numa fábrica de tarados. Enfim, quando voltei, tinham 3. colegas solteirões, os típicos caras enchendo o saco, desesperados pra dar uma trepada, e a minha suposta parceira tava tomando uma cerveja e conversando numa boa... Eu sentia ciúmes, mas e daí? O que eu ia fazer? Tinha que ser realista, não tinha o direito de levar ela embora e também não tinha justificativa, então me aproximei do grupo, disfarçando a raiva, e um dos meus colegas me disse: "A gente tava conversando com sua parceira, ela é bem gente boa, tentamos te zoar mas ela te defendeu pra caralho!" Naquela hora, a raiva passou na hora, e eu falei: "É que a gente tá tão feliz junto". Me aproximei dela como se fosse dar um beijo sem querer, e ela respondeu na mesma hora, sem pensar. Me beijou de um jeito, tipo dando uma provocada nos outros, não acreditei. Finalmente tinha beijado sem querer, do nada, por reflexo ou sei lá, sem pensar. Talvez foi efeito da cerveja que ela respondeu o beijo, ou talvez me deu porque também tava afim, uau. Tinha mil perguntas na minha cabeça e todas me perseguiam a todo instante. Continuamos conversando com meus colegas, mas aos poucos eles foram baixando a cabeça e aquele jeito machão deles foi pro saco. Já eu, tava nas nuvens. Tava comendo uma mulher deliciosa na frente de todos os meus colegas. MADURA DO JEITO QUE EU GOSTO E ERA UM SONHO REALIZADO. No final do churrasco, fomos pra casa dela e no caminho ela me dizia: "Me diverti pra caralho, obrigada, muito obrigada, fazia tempo que não me sentia assim. Bonita, querida, sei lá. Sinto que sou outra, me sinto mais jovem." - "Haha, mas você tá se descrevendo, sempre foi assim. Bonita e jovem, acho que ainda tem muita lenha pra queimar, não se desgaste ainda." - "Haha, você sempre me faz corar, me faz sentir linda como antes, adoro isso." - "Faço você se sentir como merece e como o que é. Além disso, você fica enfiada em casa fazendo besteira." A gente tava descendo do ônibus e o filho, Nicolas, liga: "Mãe, fiquei um tempão esperando você em casa, não tem almoço, não tem nada, então vou sair pra casa do Mistério ver o que tem. Pois é, a Josselyn ficou me encarando, eu fiz um gesto tentando dizer que não tava com ela, que não passasse o telefone. Ela respondeu: "Tá bom, filho. Vai lá, não consegui fazer o almoço porque tava resolvendo uns tramites pro seu pai, mas já tô chegando em casa. Sim, Nico, vai ver teu amigo. Tchau, filho, se cuida. Um beijinho."
Na hora, sem pensar, liguei pro meu amigo Nico:
— Alô, Nico?
— Fala aí, parceiro! Ia te ligar agora, tô indo pra sua casa.
— Não, mano, te liguei justo pra avisar que vou viajar com meus velhos pra praia no fim de semana. Então, desculpa, não vou estar essa semana.
— Poxa, então vou pra casa da Laura (a namorada dele).
— Beleza, então. Falamos, parceiro. Tchau, tchau.
A gente tava chegando em casa, conversando sobre as histórias, quando o pai do Nicolau ligou — aquele velho bêbado. Entre um copo e outro, ele chamou ela de puta, disse que era um lixo na vida dele, essas merdas. O velho filho da puta ligou só pra estragar o clima. Ela ficou muito triste. Chegamos em casa e eu, burro, perguntei se ela tava triste por causa da ligação. Ela sorriu e respondeu:
— Tô cansada de, toda vez que ele bebe, me tratar do jeito que quer. E ainda por cima não volta pra casa porque sabe que vou chamar a polícia se ele ficar agressivo.
— Mas, por um lado, é bom, né? — falei, sentando no sofá.
Uma lágrima escorreu. Abracei ela e fiquei ouvindo como aquele imbecil tratava ela. A filha mais nova dela tava no quarto, deitada ou no computador, sei lá, mas tava trancada lá como sempre, nem percebeu que a mãe tinha se arrumado. Ela continuava chorando e me agradecendo por ter deixado ela escapar da realidade por um momento, que tudo foi incrível, do começo ao fim.
Olhei pra ela e falei: "Agradecido é a senhora. Sabe como vou ficar na frente dos meus amigos com uma mulher dessas?" Ela começou a rir, e aquele sorriso me deixou vidrado nela, porque nunca tinha visto ela sorrir. Ela me olhou e perguntou: "Você acha que sou atraente?" Se ela é? Ela é uma gostosa, com todo respeito, hahahaha. "Valeu, e para de me tratar como senhora, me trata como deve ser." E como é que é? Devia?.. Do jeito que me tratou hoje. Tá bom, Josselyn, ela me olha e me dá um beijo tão apaixonado que meu coração disparou a mil por hora. Ela sobe em cima de mim, e na mesma hora minha pica pula, no ritmo das batidas do meu coração, ficou tão dura que até a calça incomodava. Ela pega na minha pica com uma mão e diz: "Sabe quanto tempo faz que não vejo uma?"
Aí veio toda a perversa dela, e eu tava nas nuvens, sem reação, em choque e muito tesudo! Ela abre meu zíper, abaixa a calça e num pulo minha pica sai pra fora. Ela começa a mexer, me masturba devagar, com carinho. Olha pra ela, OLHA PRA MIM! E coloca na boca dela bem suave, tanto que no começo nem sentia a boca dela na minha pica, até que começa a se mover pra cima e pra baixo, começa a chupar minha pica de um jeito suave e delicioso. Me dá um beijinho na cabeça, olha pra cima e diz: "Que pica linda, é enorme! Vou te pagar tudo que te devo!" E começa a chupar minha pica de um jeito bestial, tão rápido que uau! Vocês não imaginam o tesão da situação, ainda mais pensando que a filha tava a umas paredes de nos ver, JÁ QUE A GENTE TAVA NA SALA. Ela continuava chupando, colocava as bolas na boca, e me olhava de um jeito tão safado. Seguia e seguia chupando sem se cansar, ficou assim por MUITO tempo, e continuava, continuava, me dava beijinhos no tronco até chegar na cabeça e colocava de novo na boca, chupando até o fundo. NÃO DAVA PRA ACREDITAR QUE ELA ERA TÃO PUTA NA CAMA, ERA UMA ASSASSINA! Eu, cheio de tesão, já não aguentava mais, tava há um tempão chupando ela, quando de repente sinto que vou gozar, e aviso. Ela diz: "Sério? Vai, vai, vai, vai, vai" e me masturbava, chupava minha pica e falava "vai, vai, vai, vai, vai" e me masturbava "Quero a porra, me dá a porra! Me dá, me dá! Caralho, me dá. Não gostou de me esquentar e provocar na empresa? Agora me dá, me dá, goza, me dá" Eu me solto e sai um jato de porra que molha a cara dela toda, chegou até na pálpebra, no olho... Por sorte, ele fechou o olho. Enchi as tetas dela, a boca, a cara, o olho... uaaaaau, foi a sensação mais gostosa da minha vida, nunca tinha chupado daquele jeito tão animal e safado. PORRA, EU TAVA TÃO TESUDO. Ela fala: "Que delícia!!" Começa a rir e diz: "Fazia tanto tempo que não fazia isso. Adoro seu pau, adoro como as veias aparecem, é tão gostoso." E ficava mexendo meu pau de um lado pro outro. Me dá a mão e fala: "Agora é minha vez." Me leva pro quarto. Me jogo em cima dela, beijo até tirar a blusa, desço, beijo a barriga dela e ela vira de quatro. Tiro a calça legging dela e tinha uma imagem na minha frente: uma bunda de dar vontade de morrer. Tiro a legging, a calcinha e ela fala: "Chupa, me chupa." E eu, todo feliz, começo a tocar ela, coloco uns dedos. Viro e começo a chupar a buceta dela de quatro. Ela gemia, sabendo que a filha tava no quarto. Gemia, gemia e gemia. E eu tiro meu pau e começo a foder ela. Coloco meu pau e ela começa a rebolar! Tava de quatro e se mexia. Parecia atriz pornô, uma profissional. Por dentro eu pensava: "QUE EXPERIÊNCIA, QUE MULHER, MEU DEUS!" Ela vem e fala: "Pelo cu, por favor, pelo cu." Tiro meu pau, coloco no cu dela e devagar vou entrando. Ela começa a gemer, soltando um gemido tão gostoso e suave tipo "Aaaahhh!!" Meti devagarinho, uma vez dentro daquele cu tão gostoso, começo a me mexer devagar enquanto ela fazia o mesmo gemido, bem devagar, devagar, até que o pau já entrava e saía sem problema. Comecei a meter no cu dela como um louco. Minha respiração tava no talo e meu pau pulava de alegria dentro daquele cu gostoso. Ela fala: "Vou gozar, vou gozar, vai, vai, vai, vai." Meto mais forte e mais rápido e ela fala: "Vai, vai, assim, assim, não para, vai." E eu meto, meto e sai TOODA a porra. Gozei no cu dela, foi tão gostoso. Ela terminou tipo: "Ahhh, que gostoso, sinto sua porra... ahhh." Saio de dentro, deitamos, nos olhamos e rimos. Ela me abraça e fala: "Você é um touro! ajajajjaa começo a rir... e o Nicolás chega na porta...
Seguimos caminhando até pegar transporte público, até chegar na empresa. Enquanto ela subia as escadas, eu via de novo a bunda espetacular dela, que deixava transparecer a calcinha fio-dental linda dela. NUNCA NA MINHA VIDA EU TINHA FICADO TÃO TESUDO OLHANDO PRA UMA MULHER POR TANTO TEMPO. Era como se a única coisa que eu pensasse fosse comer ela até ficar seco!
Quando chegamos na empresa, ela ficou meio envergonhada.
*E se não me deixarem entrar?
— Ué, a gente tenta, né?
*É... mas...
— Se não deixarem, a gente descontar, com um mini churrasco na sua casa, que acha?
* hahaha tá bom, vamos. Me dá a mão, pra parecer verdadeiro.
— Boa ideia.
Finalmente eu tinha a mãe do meu amigo Josselyn me dando a mão. Senti um orgulho no peito que ia daqui até a China, e por dentro pensava: porra! que sorte que eu tenho! Ao entrar na empresa, os olhares foram todos direto pra Josselyn. Até a secretária do chefe, que era uma mina de 26 anos, gostosa pra caralho, olhava com uns olhos de querer despedaçar minha companheira. E as primeiras perguntas foram... Oi, "Mistério", com quem você veio? Com minha parceira. Muitos ficaram de boca aberta. Impressionados. Não acreditavam que na minha mão eu tava com uma mulher daquelas, com uns peitões, provocando meio mundo com um decote, e uma raba gigante. Que uau!. Nisso, aconteceu que fui 2 minutos falar com o chefe, porque ele me chamou pra conversar em particular, sobre TRAMPO, e tive que deixar aquela mulher numa fábrica de tarados. Enfim, quando voltei, tinham 3. colegas solteirões, os típicos caras enchendo o saco, desesperados pra dar uma trepada, e a minha suposta parceira tava tomando uma cerveja e conversando numa boa... Eu sentia ciúmes, mas e daí? O que eu ia fazer? Tinha que ser realista, não tinha o direito de levar ela embora e também não tinha justificativa, então me aproximei do grupo, disfarçando a raiva, e um dos meus colegas me disse: "A gente tava conversando com sua parceira, ela é bem gente boa, tentamos te zoar mas ela te defendeu pra caralho!" Naquela hora, a raiva passou na hora, e eu falei: "É que a gente tá tão feliz junto". Me aproximei dela como se fosse dar um beijo sem querer, e ela respondeu na mesma hora, sem pensar. Me beijou de um jeito, tipo dando uma provocada nos outros, não acreditei. Finalmente tinha beijado sem querer, do nada, por reflexo ou sei lá, sem pensar. Talvez foi efeito da cerveja que ela respondeu o beijo, ou talvez me deu porque também tava afim, uau. Tinha mil perguntas na minha cabeça e todas me perseguiam a todo instante. Continuamos conversando com meus colegas, mas aos poucos eles foram baixando a cabeça e aquele jeito machão deles foi pro saco. Já eu, tava nas nuvens. Tava comendo uma mulher deliciosa na frente de todos os meus colegas. MADURA DO JEITO QUE EU GOSTO E ERA UM SONHO REALIZADO. No final do churrasco, fomos pra casa dela e no caminho ela me dizia: "Me diverti pra caralho, obrigada, muito obrigada, fazia tempo que não me sentia assim. Bonita, querida, sei lá. Sinto que sou outra, me sinto mais jovem." - "Haha, mas você tá se descrevendo, sempre foi assim. Bonita e jovem, acho que ainda tem muita lenha pra queimar, não se desgaste ainda." - "Haha, você sempre me faz corar, me faz sentir linda como antes, adoro isso." - "Faço você se sentir como merece e como o que é. Além disso, você fica enfiada em casa fazendo besteira." A gente tava descendo do ônibus e o filho, Nicolas, liga: "Mãe, fiquei um tempão esperando você em casa, não tem almoço, não tem nada, então vou sair pra casa do Mistério ver o que tem. Pois é, a Josselyn ficou me encarando, eu fiz um gesto tentando dizer que não tava com ela, que não passasse o telefone. Ela respondeu: "Tá bom, filho. Vai lá, não consegui fazer o almoço porque tava resolvendo uns tramites pro seu pai, mas já tô chegando em casa. Sim, Nico, vai ver teu amigo. Tchau, filho, se cuida. Um beijinho."
Na hora, sem pensar, liguei pro meu amigo Nico:
— Alô, Nico?
— Fala aí, parceiro! Ia te ligar agora, tô indo pra sua casa.
— Não, mano, te liguei justo pra avisar que vou viajar com meus velhos pra praia no fim de semana. Então, desculpa, não vou estar essa semana.
— Poxa, então vou pra casa da Laura (a namorada dele).
— Beleza, então. Falamos, parceiro. Tchau, tchau.
A gente tava chegando em casa, conversando sobre as histórias, quando o pai do Nicolau ligou — aquele velho bêbado. Entre um copo e outro, ele chamou ela de puta, disse que era um lixo na vida dele, essas merdas. O velho filho da puta ligou só pra estragar o clima. Ela ficou muito triste. Chegamos em casa e eu, burro, perguntei se ela tava triste por causa da ligação. Ela sorriu e respondeu:
— Tô cansada de, toda vez que ele bebe, me tratar do jeito que quer. E ainda por cima não volta pra casa porque sabe que vou chamar a polícia se ele ficar agressivo.
— Mas, por um lado, é bom, né? — falei, sentando no sofá.
Uma lágrima escorreu. Abracei ela e fiquei ouvindo como aquele imbecil tratava ela. A filha mais nova dela tava no quarto, deitada ou no computador, sei lá, mas tava trancada lá como sempre, nem percebeu que a mãe tinha se arrumado. Ela continuava chorando e me agradecendo por ter deixado ela escapar da realidade por um momento, que tudo foi incrível, do começo ao fim.
Olhei pra ela e falei: "Agradecido é a senhora. Sabe como vou ficar na frente dos meus amigos com uma mulher dessas?" Ela começou a rir, e aquele sorriso me deixou vidrado nela, porque nunca tinha visto ela sorrir. Ela me olhou e perguntou: "Você acha que sou atraente?" Se ela é? Ela é uma gostosa, com todo respeito, hahahaha. "Valeu, e para de me tratar como senhora, me trata como deve ser." E como é que é? Devia?.. Do jeito que me tratou hoje. Tá bom, Josselyn, ela me olha e me dá um beijo tão apaixonado que meu coração disparou a mil por hora. Ela sobe em cima de mim, e na mesma hora minha pica pula, no ritmo das batidas do meu coração, ficou tão dura que até a calça incomodava. Ela pega na minha pica com uma mão e diz: "Sabe quanto tempo faz que não vejo uma?"
Aí veio toda a perversa dela, e eu tava nas nuvens, sem reação, em choque e muito tesudo! Ela abre meu zíper, abaixa a calça e num pulo minha pica sai pra fora. Ela começa a mexer, me masturba devagar, com carinho. Olha pra ela, OLHA PRA MIM! E coloca na boca dela bem suave, tanto que no começo nem sentia a boca dela na minha pica, até que começa a se mover pra cima e pra baixo, começa a chupar minha pica de um jeito suave e delicioso. Me dá um beijinho na cabeça, olha pra cima e diz: "Que pica linda, é enorme! Vou te pagar tudo que te devo!" E começa a chupar minha pica de um jeito bestial, tão rápido que uau! Vocês não imaginam o tesão da situação, ainda mais pensando que a filha tava a umas paredes de nos ver, JÁ QUE A GENTE TAVA NA SALA. Ela continuava chupando, colocava as bolas na boca, e me olhava de um jeito tão safado. Seguia e seguia chupando sem se cansar, ficou assim por MUITO tempo, e continuava, continuava, me dava beijinhos no tronco até chegar na cabeça e colocava de novo na boca, chupando até o fundo. NÃO DAVA PRA ACREDITAR QUE ELA ERA TÃO PUTA NA CAMA, ERA UMA ASSASSINA! Eu, cheio de tesão, já não aguentava mais, tava há um tempão chupando ela, quando de repente sinto que vou gozar, e aviso. Ela diz: "Sério? Vai, vai, vai, vai, vai" e me masturbava, chupava minha pica e falava "vai, vai, vai, vai, vai" e me masturbava "Quero a porra, me dá a porra! Me dá, me dá! Caralho, me dá. Não gostou de me esquentar e provocar na empresa? Agora me dá, me dá, goza, me dá" Eu me solto e sai um jato de porra que molha a cara dela toda, chegou até na pálpebra, no olho... Por sorte, ele fechou o olho. Enchi as tetas dela, a boca, a cara, o olho... uaaaaau, foi a sensação mais gostosa da minha vida, nunca tinha chupado daquele jeito tão animal e safado. PORRA, EU TAVA TÃO TESUDO. Ela fala: "Que delícia!!" Começa a rir e diz: "Fazia tanto tempo que não fazia isso. Adoro seu pau, adoro como as veias aparecem, é tão gostoso." E ficava mexendo meu pau de um lado pro outro. Me dá a mão e fala: "Agora é minha vez." Me leva pro quarto. Me jogo em cima dela, beijo até tirar a blusa, desço, beijo a barriga dela e ela vira de quatro. Tiro a calça legging dela e tinha uma imagem na minha frente: uma bunda de dar vontade de morrer. Tiro a legging, a calcinha e ela fala: "Chupa, me chupa." E eu, todo feliz, começo a tocar ela, coloco uns dedos. Viro e começo a chupar a buceta dela de quatro. Ela gemia, sabendo que a filha tava no quarto. Gemia, gemia e gemia. E eu tiro meu pau e começo a foder ela. Coloco meu pau e ela começa a rebolar! Tava de quatro e se mexia. Parecia atriz pornô, uma profissional. Por dentro eu pensava: "QUE EXPERIÊNCIA, QUE MULHER, MEU DEUS!" Ela vem e fala: "Pelo cu, por favor, pelo cu." Tiro meu pau, coloco no cu dela e devagar vou entrando. Ela começa a gemer, soltando um gemido tão gostoso e suave tipo "Aaaahhh!!" Meti devagarinho, uma vez dentro daquele cu tão gostoso, começo a me mexer devagar enquanto ela fazia o mesmo gemido, bem devagar, devagar, até que o pau já entrava e saía sem problema. Comecei a meter no cu dela como um louco. Minha respiração tava no talo e meu pau pulava de alegria dentro daquele cu gostoso. Ela fala: "Vou gozar, vou gozar, vai, vai, vai, vai." Meto mais forte e mais rápido e ela fala: "Vai, vai, assim, assim, não para, vai." E eu meto, meto e sai TOODA a porra. Gozei no cu dela, foi tão gostoso. Ela terminou tipo: "Ahhh, que gostoso, sinto sua porra... ahhh." Saio de dentro, deitamos, nos olhamos e rimos. Ela me abraça e fala: "Você é um touro! ajajajjaa começo a rir... e o Nicolás chega na porta...
8 comentários - A mãe gostosa do meu melhor amigo. Parte 2
lmqlp
jeje mañana puntines amigo
además que su auto estima esta por el suelo.