ACHEI ESSE RELATO, CURTI E TÔ COMPARTILHANDO COM VOCÊS. ESPERO QUE GOSTEM.Tava disposta a curtir o verão ao máximo, tinha acabado de terminar com meu namorado e queria aproveitar sem me prender a nada.
Cheguei na cidade onde passávamos as férias já de noite, em casa me esperavam pra jantar e naquela noite fomos dormir cedo, tava exausta da correria do dia. Na cama, lembrei do ano passado e voltei a pensar na Nuria, conheci ela quase no final daquele verão, nossos pais eram amigos. Logo nos demos super bem e passamos as duas últimas semanas juntas, íamos pra praia, andávamos de bike pela cidade e nos divertíamos pra caramba. Na minha mente veio uma noite especial, tínhamos ido pra praia com uns amigos e todos sumiram rápido, a gente ficou mais um tempo, tínhamos bebido umas cervejas e começamos a brincar com a ideia de nadar peladas.
— Você já nadou pelada alguma vez? — Perguntou a Nuria.
— Eu não.
— Vamos tentar? — Ela sugeriu.
Em poucos minutos, tínhamos deixado nossos biquínis na areia e nadávamos tranquilas, completamente nuas. Brincamos até que, num dado momento, nossos corpos se roçaram. Olhei pra ela, ela me olhou, e sem saber como, acabamos nos beijando. Não sei quem começou, mas logo minhas mãos estavam nos peitinhos dela e as mãos dela procuravam meus mamilos. As duas ofegávamos quando senti a mão dela buscar minha buceta. Fiz o mesmo que ela e toquei os cachos da ppk dela. Afastei eles e comecei a acariciar a rachinha dela, sem parar de nos beijar. Meus dedos penetraram e ela fez o mesmo comigo até que, ofegantes, chegamos juntas a um orgasmo que nos deixou tremendo na água. Sem dizer nada, saímos da água, nos secamos, nos vestimos e nunca mais tocamos no assunto.
Será que ela vinha esse ano?, eu me perguntava. Tinha lembrado daquela noite muitas vezes. Aos meus dezenove anos, eu gostava de caras, mas seria burrice negar que curti aquela experiência.
Adormeci lembrando de novo da única noite em que tinha aproveitado com outra mulher.
Na manhã seguinte, interroguei minha mãe e ela me disse que a Nuria e a família dela tinham ido como todo ano. anos, este ano tinham trazido até o avô.
Fui até a casa dela e, ao abrir o portão, vi ela no jardim. Imediatamente ela veio me abraçar, e nós duas retomamos nossa amizade. Colocamos o papo em dia, nos desculpamos por não termos ligado, com um sorriso, e ambas lembramos por que nos distanciamos.
Ficamos duas horas conversando e atualizando tudo. Contei sobre meu término amoroso, e ela me disse que estava com alguém. Não me surpreendi quando ela falou:
— Ela vem na semana que vem, passar uns dias.
Ela me olhou, esperando minha reação, que foi natural. Acho que no fundo eu já sabia desde o começo.
— Vou adorar conhecê-la. Seus pais sabem?
— Sabem, mas nem desconfiam que ela é minha namorada. Acham que somos amigas. Ainda não estou pronta, acho que eles não entenderiam. Além disso, quero ter mais certeza.
— Tudo bem.
Dois dias depois, e de novo inseparáveis, voltávamos para a casa na roça quando decidimos parar para tomar um banho. Comecei a tirar a roupa, e quando só restava a lingerie, nos olhamos por um instante e continuamos. Tiramos tudo e entramos na água. Nadamos por um bom tempo enquanto conversávamos, e de novo nos aproximamos. Nos beijamos, e a língua dela explorou minha boca por um longo tempo, só saindo para dar lugar à minha. Colei meu corpo no dela, e adorei a sensação de calor e umidade que nos envolvia. Mas dessa vez saímos da água, deitamos na margem e nos abraçamos. As mãos dela acariciavam minha bunda enquanto as minhas agarravam os peitinhos dela, menores que os meus. Nossas bucetas se esfregavam, e sem parar de me beijar, ela se afastou um pouco e procurou minha rachinha quente e ansiosa. Ela me penetrou com um dedo, depois outro, e eu me arqueei, rendida ao prazer das carícias dela. Quando achei que não aguentava mais, ela desceu, se posicionou entre minhas pernas, as abriu mais e baixou a cabeça. Em instantes, sua língua experiente lambia minha buceta, me devorava febrilmente, e o calor se espalhava por todo o meu corpo. Meu ex-namorado nunca tinha me feito isso, literalmente. Chupada assim nunca, apertou meu clitóris entre os lábios e sugou até eu gozar. Lambeu, absorvendo até o fim meu orgasmo, e depois subiu pra me beijar. Fiquei excitada sentindo meu gosto na boca dela e busquei com a mão a boceta dela, esfreguei, achei o botãozinho e friccionei até sentir ela tremer.
— Não foi nada mal, Raquel — ela disse, ainda com a respiração ofegante.
— Gostei, mas…
— Não pensa, Raquel. Isso não te rotula em lugar nenhum, relaxa e vamos aproveitar. Temos uma semana pela frente, deixa eu tirar essa espinha de te curtir.
Naquela noite, pensei nas palavras dela e decidi que era verdade. Queria experimentar, queria sentir. O que me impedia de explorar novos horizontes? Quase não dormi naquela noite, mas, em compensação, acordei com as ideias claras. Queria aproveitar aquela semana com a Nuria. Fui até ela e deixei claro.
— Nuria, tô pronta pra me deixar levar.
— Que bom.
Ela se aproximou e me deu um beijo suave nos lábios antes de pegar as bicicletas e seguirmos pro povoado. No caminho, paramos e nos afastamos da estrada. Lá, nos despimos e nos ajoelhamos sobre nossas roupas, começando a nos acariciar. As mãos dela deslizavam pela minha pele e buscaram o calor entre minhas pernas. Eu tava escorrendo quando ela finalmente me penetrou com dois dedos. Minha boceta ansiosa não parava de jorrar fluidos que escorriam pelos dedos dela. Quis retribuir e a imitei, conseguindo que ambas gozássemos em poucos minutos. Ainda sem saciar, continuamos nos beijando, esfregando nossos corpos em busca de mais prazer. Uma sensação de estar sendo vigiada me deixou alerta. Olhei pros dois lados, até que as carícias da Nuria me fizeram esquecer até meu nome. A língua dela procurava entre minhas pernas o botão inchado e pulsante. Ela sugou e eu gozei de novo, sem parar de tocá-la até conseguir que ela também gritasse entre gemidos.
Nenhuma de nós duas viu o homem que se masturbava nos observando de longe.
Nos vestimos e fomos nos encontrar com o resto do grupo. À noite, quando voltamos… Voltamos a parar em casa, dessa vez na praia. A gente se pelou e curtiu dessa vez na areia, a gente brincou e gozou de novo entre gemidos, e de novo nenhuma de nós viu a sombra que nos observava na escuridão da noite.
Dormi na glória, totalmente saciada e feliz, minha buceta quente ainda pulsava.
Passaram-se dois dias em que não paramos de nos tocar e nos dar prazer, nunca tinha tido tantos orgasmos.
Nenhum desses dias vimos o homem que nos observava enquanto tramava um plano. Só no terceiro dia é que percebemos plenamente que estávamos sendo observadas.
A gente tava na nossa clareira na floresta, peladas depois de ter dois orgasmos, quando uma sombra ficou mais visível, e ao se sentir descoberto, saiu das sombras e nos deixou geladas.
Era o avô da Nuria que vinha andando na nossa direção, nós duas tentamos nos cobrir em vão.
— Não importa, já vi vocês. Tô há dias vendo vocês brincarem, suas putinhas. No começo não conseguia acreditar, mas aos poucos fui me acostumando com o fato impensável de que minha neta gosta de coelhinhas.
— Vô…
— Cala a boca, Nuria. Sua mãe sabe disso?
— Não, vô, como é que ia saber? Por favor, não conta pra ela.
— E o que eu ganho em troca?
— A gente faz o que o senhor quiser — falei quase chorando — mas não conta.
— Tem uma coisa que vocês podem fazer.
— Sim, vô, o que você quiser — disse Nuria, sem desconfiar do que o velho tava pensando.
— Quero que vocês façam sempre na minha frente, quero ver vocês brincando sem ter que me esconder.
— Mas vô, isso é…
— Imoral?
— Sim, você é meu avô e não devia…
— Não devia gostar de ver a puta da minha neta brincando com a amiguinha? O que vocês acham que vai chocar mais os seus pais?
Nós duas pensamos e sacamos que ele tinha a gente na mão.
— Tô vendo que vocês decidiram. Vão fazer na minha frente o que eu pedir nos próximos dias?
— Sim — respondemos as duas.
— Esta noite na praia, meia-noite.
E ele foi embora por onde veio, nós duas decidimos que não ia dar nada porque o velho velho deu uma olhadinha pra gente. A gente nunca pensou que ele esperasse mais que isso, era só o começo dos planos dele pra nós.
Naquela noite chegamos na hora na praia, ele já tava lá, sentado confortável nuns pedregos, com um lençol grande na areia na frente dele.
— Venham, meninas.
A gente se aproximou, tirou os sapatos, sentou no lençol e esperou instruções.
— Quero ver os peitinhos de vocês.
A gente tirou a roupa da cintura pra cima e olhei pra Nuria. No fundo, a situação me dava um tesão. Dessa vez ele fez a gente se apalpar os peitos, se lamber e no final a gente se tocou até gozar.
— Assim, minhas meninas, vocês são um encanto.
— Vô, isso não tá certo.
— Bom, pra mim foi divino. No começo, nas primeiras vezes que vi vocês, eu ficava meio sem graça, mas vocês me excitam tanto que comecei a seguir vocês, e naquele mesmo dia, com o tanto que vocês são ativas, já me deixaram louco. Não querem um pouco mais? Nuri, não quer lamber a coisinha dela?
Não deixei ela pensar. Abri minhas pernas com fome, e Nuria, olhando pro meio, não resistiu à tentação e se jogou de cabeça. Eu tava tão molhada que coloquei ela em cima de mim, tirei a calcinha dela e pela primeira vez provei a bucetinha depilada dela. Nuria não aguentou nada e logo me deu pra provar os sucos dela, e eu me entreguei à delícia da língua dela, vendo o velho com a mão dentro da calça se masturbando sem parar de olhar pra gente.
Dois dias e muitos orgasmos depois, sob o olhar do velho tarado, a gente se esfregava de novo, já acostumada com os olhares dele. Ele não falava, só mandava posições e pedia pra ver mais. Principalmente quando, uma vez por dia, ele se masturbava sem tirar o pau da calça. A gente teve que parar no meio. Naquele dia, Nuria ia sair com os pais pra fazer compras, e a gente voltou cedo da clareira no bosque. A gente se despediu na porta dela, e eu voltei pra casa recém-gozada e ainda meio quente por ter parado antes da hora.
Meia hora depois, o telefone tocou, e quando atendi vi que era Nuria de casa.
— Oi, Nuria, no final não vai sair? — perguntei animada.
— Não sou Nuria, sou o avô dela. Achei seu número no telefone dela. celular, meu computador travou, você pode dar uma olhada? Preciso mandar um e-mail e eles só vêm depois do jantar.
-claro, já vou
-não quero te incomodar
-não tô fazendo nada
Era verdade, eu estava entediada, me tocando preguiçosamente sem conseguir nada, tinha ficado no meio do caminho e estava com tesão. Coloquei minhas roupas e fui pra casa da Nuria
O avô me abriu a porta.
-entra, querida, ela tá no meu quarto
Dei uma olhada e estava tudo arrumadinho, sentei na cadeira da escrivaninha e comecei a mexer no computador.
-vocês estão juntas há muito tempo? – ele perguntou
-não, só desde a semana passada
-vocês são lésbicas ou é só uma brincadeira?
-eu não sou, mas gosto do que a Nuria me faz sentir, eu tinha namorado até o mês passado.
-a Nuria acho que é
Não respondi porque a afirmação dele era verdade, sentia a respiração dele na nuca enquanto mexia no computador e ele sentado atrás de mim.
-eu fico louco olhando vocês, nunca imaginei que ia curtir tão de perto o prazer de duas novinhas.
Dito isso, começou a massagear meus ombros, no começo fiquei tensa mas fui relaxando, enquanto o computador reiniciava me apoiei no peito dele e as mãos dele pousaram nos meus peitos, os dedos grossos esfregaram meus mamilos que logo endureceram. Era tão safado ser acariciada por um velho que ainda era o avô da minha amiga – amante…
-fecha os olhos, tô morrendo de vontade de tocar sua pele há dias
Obedeci e me deixei levar pelos dedos hábeis dele que agora tinham entrado pelo decote da minha camiseta e procuravam minha pele quente, as mãos dele eram ásperas e eu adorava aquilo, sentia elas mais na minha pele febrilmente quente.
Ele baixou minha camiseta até a cintura e desabotoou meu sutiã, amassou meus peitos.
-como você é macia, querida, que peitinhos mais gostosos.
Depois de tocá-los bem, desceu pela minha barriga, entrou pela cintura do meu shortinho e procurou minha bucetinha.
-você tá molhada, safadinha, já sabia que o negócio dessa manhã tinha te deixado médias
-si
Ele enfiou um dedo na minha buceta e senti como escorria, entrava e saía sem resistência várias vezes, juntou outro dedo e mais outro até me penetrar com três, abria eles de um jeito que me fazia ficar mais molhada ainda.
-abre bem as pernas, gostosa
Ele me penetrava sem piedade, meus sucos escorriam pelos dedos dele enquanto ele beijava meu pescoço, mordiscava meus ombros e assim me levou a um orgasmo potente que me deixou tremendo. Sem me deixar pensar, puxou minhas mãos e, depois de me levantar, baixou minha calça e minha calcinha, me fez sentar na mesa do computador, aproximou a cadeira dele e, colocando meus pés nas pernas dele, se posicionou no meio, se aproximou e separou os lábios da minha xota, deixando ela exposta diante do olhar atento e faminto dele.
-que bucetinha mais linda, não é à toa que minha neta fica louca por ela.
Eu só conseguia ofegar de tão tesuda que tava.
-vou provar se é tão gostosa quanto parece
Ele se aproximou ainda mais e senti a língua áspera e quente dele entre as dobras da minha carne.
-que delícia, gostosa, tinha esquecido o gosto de uma periquita novinha.
Lambeu cada cantinho da minha xota e cada movimento da língua dele me levava mais perto do abismo, dois dedos enfiaram dentro de mim, entravam e saíam sem parar até que eu me arqueei no maior orgasmo da minha vida.
Ainda tremia quando vi ele se lambendo e enfiando a mão na calça, ver aquele homem batendo uma enquanto lambia meus sucos e me olhava foi a coisa mais excitante do mundo. Me levantei e ele se ergueu sem tirar a mão, enfiei a minha e toquei pela primeira vez no pau dele, quente, grosso e pronto pra mim. A respiração ofegante dele ecoou pela casa toda quando comecei a bater uma pra ele ali de pé na minha frente, ele movia a cintura contra minha mão até que não aguentei mais, me ajoelhei e, baixando a calça dele, deixei o pau dele se plantar na minha frente, olhei por uns segundos e vi que era tão grosso e grande quanto imaginei, muito mais que o do meu namorado, estiquei a língua e comecei a lamber, a mordiscar a ponta enquanto acariciava os ovos dele.
-sim nena, que delícia. Continua chupando ela
Ela se apoiou na mesa ofegante enquanto duas gotinhas de sêmen escaparam e eu lambi com prazer.
- se não parar, sua puta, vou gozar
Longe de parar, chupei mais forte e logo dois grandes jatos de sêmen bateram na minha garganta, chupei até a última gota.
- obrigada, amor, foi a melhor mamada da minha vida.
Nós deitamos na cama e eu dormi até que dois dedos abriam minha bucetinha de novo, o vovô queria mais. Abri os olhos e vi ele, de lado, mordendo meus peitos enquanto entrava e saía com força.
- sim, mais forte, me destrói
- sim, minha menina
Dois minutos depois, eu gozava de novo entre os dedos dele, ele se deitou de costas e eu vi como a ereção dele mal se escondia debaixo da calça do pijama, me virei de lado, abaixei a calça e comecei a acariciar aquele pedaço duro de carne. Eu tava excitadíssima, queria aquele pedaço dentro de mim.
Me levantei, abri as pernas e, diante do olhar estupefato dele primeiro e dos gemidos depois, fui descendo enquanto aquela pica me preenchia por completo, enfiei ela toda e fiquei parada
- que apertada você é, sua puta, monta nesse velho
As palavras dele me deixaram a mil de novo e comecei a cavalgar enquanto ele massageava minha bunda, abaixei o tronco e agarrei meus peitos, mordisquei eles e bati na minha bunda enquanto dizia:
- sim, sua puta, assim aperta minha pica com seu coelhinho apertado
Ele me empurrou na cama, se levantou e me colocou de quatro, se posicionou atrás e me penetrou de uma vez, ficou parado e enquanto me batia na bunda, entrava e saía sem piedade.
- você é uma puta de primeira
Ele dizia sem parar de me bater nem de me foder até que eu senti o orgasmo me percorrer, gozei como uma louca mordendo os lençóis. Ele tirou a pica e logo senti o sêmen dele na minha bunda quente das palmadas.
- toma sua porra, puta
Ele dizia enquanto espalhava o sêmen dele por toda a minha bunda.
Nós dois caímos na cama derrotados e ficamos meio dormindo até que A porta se abriu e na penumbra eu vi a silhueta da Nuria na entrada…
Cheguei na cidade onde passávamos as férias já de noite, em casa me esperavam pra jantar e naquela noite fomos dormir cedo, tava exausta da correria do dia. Na cama, lembrei do ano passado e voltei a pensar na Nuria, conheci ela quase no final daquele verão, nossos pais eram amigos. Logo nos demos super bem e passamos as duas últimas semanas juntas, íamos pra praia, andávamos de bike pela cidade e nos divertíamos pra caramba. Na minha mente veio uma noite especial, tínhamos ido pra praia com uns amigos e todos sumiram rápido, a gente ficou mais um tempo, tínhamos bebido umas cervejas e começamos a brincar com a ideia de nadar peladas.
— Você já nadou pelada alguma vez? — Perguntou a Nuria.
— Eu não.
— Vamos tentar? — Ela sugeriu.
Em poucos minutos, tínhamos deixado nossos biquínis na areia e nadávamos tranquilas, completamente nuas. Brincamos até que, num dado momento, nossos corpos se roçaram. Olhei pra ela, ela me olhou, e sem saber como, acabamos nos beijando. Não sei quem começou, mas logo minhas mãos estavam nos peitinhos dela e as mãos dela procuravam meus mamilos. As duas ofegávamos quando senti a mão dela buscar minha buceta. Fiz o mesmo que ela e toquei os cachos da ppk dela. Afastei eles e comecei a acariciar a rachinha dela, sem parar de nos beijar. Meus dedos penetraram e ela fez o mesmo comigo até que, ofegantes, chegamos juntas a um orgasmo que nos deixou tremendo na água. Sem dizer nada, saímos da água, nos secamos, nos vestimos e nunca mais tocamos no assunto.
Será que ela vinha esse ano?, eu me perguntava. Tinha lembrado daquela noite muitas vezes. Aos meus dezenove anos, eu gostava de caras, mas seria burrice negar que curti aquela experiência.
Adormeci lembrando de novo da única noite em que tinha aproveitado com outra mulher.
Na manhã seguinte, interroguei minha mãe e ela me disse que a Nuria e a família dela tinham ido como todo ano. anos, este ano tinham trazido até o avô.
Fui até a casa dela e, ao abrir o portão, vi ela no jardim. Imediatamente ela veio me abraçar, e nós duas retomamos nossa amizade. Colocamos o papo em dia, nos desculpamos por não termos ligado, com um sorriso, e ambas lembramos por que nos distanciamos.
Ficamos duas horas conversando e atualizando tudo. Contei sobre meu término amoroso, e ela me disse que estava com alguém. Não me surpreendi quando ela falou:
— Ela vem na semana que vem, passar uns dias.
Ela me olhou, esperando minha reação, que foi natural. Acho que no fundo eu já sabia desde o começo.
— Vou adorar conhecê-la. Seus pais sabem?
— Sabem, mas nem desconfiam que ela é minha namorada. Acham que somos amigas. Ainda não estou pronta, acho que eles não entenderiam. Além disso, quero ter mais certeza.
— Tudo bem.
Dois dias depois, e de novo inseparáveis, voltávamos para a casa na roça quando decidimos parar para tomar um banho. Comecei a tirar a roupa, e quando só restava a lingerie, nos olhamos por um instante e continuamos. Tiramos tudo e entramos na água. Nadamos por um bom tempo enquanto conversávamos, e de novo nos aproximamos. Nos beijamos, e a língua dela explorou minha boca por um longo tempo, só saindo para dar lugar à minha. Colei meu corpo no dela, e adorei a sensação de calor e umidade que nos envolvia. Mas dessa vez saímos da água, deitamos na margem e nos abraçamos. As mãos dela acariciavam minha bunda enquanto as minhas agarravam os peitinhos dela, menores que os meus. Nossas bucetas se esfregavam, e sem parar de me beijar, ela se afastou um pouco e procurou minha rachinha quente e ansiosa. Ela me penetrou com um dedo, depois outro, e eu me arqueei, rendida ao prazer das carícias dela. Quando achei que não aguentava mais, ela desceu, se posicionou entre minhas pernas, as abriu mais e baixou a cabeça. Em instantes, sua língua experiente lambia minha buceta, me devorava febrilmente, e o calor se espalhava por todo o meu corpo. Meu ex-namorado nunca tinha me feito isso, literalmente. Chupada assim nunca, apertou meu clitóris entre os lábios e sugou até eu gozar. Lambeu, absorvendo até o fim meu orgasmo, e depois subiu pra me beijar. Fiquei excitada sentindo meu gosto na boca dela e busquei com a mão a boceta dela, esfreguei, achei o botãozinho e friccionei até sentir ela tremer.
— Não foi nada mal, Raquel — ela disse, ainda com a respiração ofegante.
— Gostei, mas…
— Não pensa, Raquel. Isso não te rotula em lugar nenhum, relaxa e vamos aproveitar. Temos uma semana pela frente, deixa eu tirar essa espinha de te curtir.
Naquela noite, pensei nas palavras dela e decidi que era verdade. Queria experimentar, queria sentir. O que me impedia de explorar novos horizontes? Quase não dormi naquela noite, mas, em compensação, acordei com as ideias claras. Queria aproveitar aquela semana com a Nuria. Fui até ela e deixei claro.
— Nuria, tô pronta pra me deixar levar.
— Que bom.
Ela se aproximou e me deu um beijo suave nos lábios antes de pegar as bicicletas e seguirmos pro povoado. No caminho, paramos e nos afastamos da estrada. Lá, nos despimos e nos ajoelhamos sobre nossas roupas, começando a nos acariciar. As mãos dela deslizavam pela minha pele e buscaram o calor entre minhas pernas. Eu tava escorrendo quando ela finalmente me penetrou com dois dedos. Minha boceta ansiosa não parava de jorrar fluidos que escorriam pelos dedos dela. Quis retribuir e a imitei, conseguindo que ambas gozássemos em poucos minutos. Ainda sem saciar, continuamos nos beijando, esfregando nossos corpos em busca de mais prazer. Uma sensação de estar sendo vigiada me deixou alerta. Olhei pros dois lados, até que as carícias da Nuria me fizeram esquecer até meu nome. A língua dela procurava entre minhas pernas o botão inchado e pulsante. Ela sugou e eu gozei de novo, sem parar de tocá-la até conseguir que ela também gritasse entre gemidos.
Nenhuma de nós duas viu o homem que se masturbava nos observando de longe.
Nos vestimos e fomos nos encontrar com o resto do grupo. À noite, quando voltamos… Voltamos a parar em casa, dessa vez na praia. A gente se pelou e curtiu dessa vez na areia, a gente brincou e gozou de novo entre gemidos, e de novo nenhuma de nós viu a sombra que nos observava na escuridão da noite.
Dormi na glória, totalmente saciada e feliz, minha buceta quente ainda pulsava.
Passaram-se dois dias em que não paramos de nos tocar e nos dar prazer, nunca tinha tido tantos orgasmos.
Nenhum desses dias vimos o homem que nos observava enquanto tramava um plano. Só no terceiro dia é que percebemos plenamente que estávamos sendo observadas.
A gente tava na nossa clareira na floresta, peladas depois de ter dois orgasmos, quando uma sombra ficou mais visível, e ao se sentir descoberto, saiu das sombras e nos deixou geladas.
Era o avô da Nuria que vinha andando na nossa direção, nós duas tentamos nos cobrir em vão.
— Não importa, já vi vocês. Tô há dias vendo vocês brincarem, suas putinhas. No começo não conseguia acreditar, mas aos poucos fui me acostumando com o fato impensável de que minha neta gosta de coelhinhas.
— Vô…
— Cala a boca, Nuria. Sua mãe sabe disso?
— Não, vô, como é que ia saber? Por favor, não conta pra ela.
— E o que eu ganho em troca?
— A gente faz o que o senhor quiser — falei quase chorando — mas não conta.
— Tem uma coisa que vocês podem fazer.
— Sim, vô, o que você quiser — disse Nuria, sem desconfiar do que o velho tava pensando.
— Quero que vocês façam sempre na minha frente, quero ver vocês brincando sem ter que me esconder.
— Mas vô, isso é…
— Imoral?
— Sim, você é meu avô e não devia…
— Não devia gostar de ver a puta da minha neta brincando com a amiguinha? O que vocês acham que vai chocar mais os seus pais?
Nós duas pensamos e sacamos que ele tinha a gente na mão.
— Tô vendo que vocês decidiram. Vão fazer na minha frente o que eu pedir nos próximos dias?
— Sim — respondemos as duas.
— Esta noite na praia, meia-noite.
E ele foi embora por onde veio, nós duas decidimos que não ia dar nada porque o velho velho deu uma olhadinha pra gente. A gente nunca pensou que ele esperasse mais que isso, era só o começo dos planos dele pra nós.
Naquela noite chegamos na hora na praia, ele já tava lá, sentado confortável nuns pedregos, com um lençol grande na areia na frente dele.
— Venham, meninas.
A gente se aproximou, tirou os sapatos, sentou no lençol e esperou instruções.
— Quero ver os peitinhos de vocês.
A gente tirou a roupa da cintura pra cima e olhei pra Nuria. No fundo, a situação me dava um tesão. Dessa vez ele fez a gente se apalpar os peitos, se lamber e no final a gente se tocou até gozar.
— Assim, minhas meninas, vocês são um encanto.
— Vô, isso não tá certo.
— Bom, pra mim foi divino. No começo, nas primeiras vezes que vi vocês, eu ficava meio sem graça, mas vocês me excitam tanto que comecei a seguir vocês, e naquele mesmo dia, com o tanto que vocês são ativas, já me deixaram louco. Não querem um pouco mais? Nuri, não quer lamber a coisinha dela?
Não deixei ela pensar. Abri minhas pernas com fome, e Nuria, olhando pro meio, não resistiu à tentação e se jogou de cabeça. Eu tava tão molhada que coloquei ela em cima de mim, tirei a calcinha dela e pela primeira vez provei a bucetinha depilada dela. Nuria não aguentou nada e logo me deu pra provar os sucos dela, e eu me entreguei à delícia da língua dela, vendo o velho com a mão dentro da calça se masturbando sem parar de olhar pra gente.
Dois dias e muitos orgasmos depois, sob o olhar do velho tarado, a gente se esfregava de novo, já acostumada com os olhares dele. Ele não falava, só mandava posições e pedia pra ver mais. Principalmente quando, uma vez por dia, ele se masturbava sem tirar o pau da calça. A gente teve que parar no meio. Naquele dia, Nuria ia sair com os pais pra fazer compras, e a gente voltou cedo da clareira no bosque. A gente se despediu na porta dela, e eu voltei pra casa recém-gozada e ainda meio quente por ter parado antes da hora.
Meia hora depois, o telefone tocou, e quando atendi vi que era Nuria de casa.
— Oi, Nuria, no final não vai sair? — perguntei animada.
— Não sou Nuria, sou o avô dela. Achei seu número no telefone dela. celular, meu computador travou, você pode dar uma olhada? Preciso mandar um e-mail e eles só vêm depois do jantar.
-claro, já vou
-não quero te incomodar
-não tô fazendo nada
Era verdade, eu estava entediada, me tocando preguiçosamente sem conseguir nada, tinha ficado no meio do caminho e estava com tesão. Coloquei minhas roupas e fui pra casa da Nuria
O avô me abriu a porta.
-entra, querida, ela tá no meu quarto
Dei uma olhada e estava tudo arrumadinho, sentei na cadeira da escrivaninha e comecei a mexer no computador.
-vocês estão juntas há muito tempo? – ele perguntou
-não, só desde a semana passada
-vocês são lésbicas ou é só uma brincadeira?
-eu não sou, mas gosto do que a Nuria me faz sentir, eu tinha namorado até o mês passado.
-a Nuria acho que é
Não respondi porque a afirmação dele era verdade, sentia a respiração dele na nuca enquanto mexia no computador e ele sentado atrás de mim.
-eu fico louco olhando vocês, nunca imaginei que ia curtir tão de perto o prazer de duas novinhas.
Dito isso, começou a massagear meus ombros, no começo fiquei tensa mas fui relaxando, enquanto o computador reiniciava me apoiei no peito dele e as mãos dele pousaram nos meus peitos, os dedos grossos esfregaram meus mamilos que logo endureceram. Era tão safado ser acariciada por um velho que ainda era o avô da minha amiga – amante…
-fecha os olhos, tô morrendo de vontade de tocar sua pele há dias
Obedeci e me deixei levar pelos dedos hábeis dele que agora tinham entrado pelo decote da minha camiseta e procuravam minha pele quente, as mãos dele eram ásperas e eu adorava aquilo, sentia elas mais na minha pele febrilmente quente.
Ele baixou minha camiseta até a cintura e desabotoou meu sutiã, amassou meus peitos.
-como você é macia, querida, que peitinhos mais gostosos.
Depois de tocá-los bem, desceu pela minha barriga, entrou pela cintura do meu shortinho e procurou minha bucetinha.
-você tá molhada, safadinha, já sabia que o negócio dessa manhã tinha te deixado médias
-si
Ele enfiou um dedo na minha buceta e senti como escorria, entrava e saía sem resistência várias vezes, juntou outro dedo e mais outro até me penetrar com três, abria eles de um jeito que me fazia ficar mais molhada ainda.
-abre bem as pernas, gostosa
Ele me penetrava sem piedade, meus sucos escorriam pelos dedos dele enquanto ele beijava meu pescoço, mordiscava meus ombros e assim me levou a um orgasmo potente que me deixou tremendo. Sem me deixar pensar, puxou minhas mãos e, depois de me levantar, baixou minha calça e minha calcinha, me fez sentar na mesa do computador, aproximou a cadeira dele e, colocando meus pés nas pernas dele, se posicionou no meio, se aproximou e separou os lábios da minha xota, deixando ela exposta diante do olhar atento e faminto dele.
-que bucetinha mais linda, não é à toa que minha neta fica louca por ela.
Eu só conseguia ofegar de tão tesuda que tava.
-vou provar se é tão gostosa quanto parece
Ele se aproximou ainda mais e senti a língua áspera e quente dele entre as dobras da minha carne.
-que delícia, gostosa, tinha esquecido o gosto de uma periquita novinha.
Lambeu cada cantinho da minha xota e cada movimento da língua dele me levava mais perto do abismo, dois dedos enfiaram dentro de mim, entravam e saíam sem parar até que eu me arqueei no maior orgasmo da minha vida.
Ainda tremia quando vi ele se lambendo e enfiando a mão na calça, ver aquele homem batendo uma enquanto lambia meus sucos e me olhava foi a coisa mais excitante do mundo. Me levantei e ele se ergueu sem tirar a mão, enfiei a minha e toquei pela primeira vez no pau dele, quente, grosso e pronto pra mim. A respiração ofegante dele ecoou pela casa toda quando comecei a bater uma pra ele ali de pé na minha frente, ele movia a cintura contra minha mão até que não aguentei mais, me ajoelhei e, baixando a calça dele, deixei o pau dele se plantar na minha frente, olhei por uns segundos e vi que era tão grosso e grande quanto imaginei, muito mais que o do meu namorado, estiquei a língua e comecei a lamber, a mordiscar a ponta enquanto acariciava os ovos dele.
-sim nena, que delícia. Continua chupando ela
Ela se apoiou na mesa ofegante enquanto duas gotinhas de sêmen escaparam e eu lambi com prazer.
- se não parar, sua puta, vou gozar
Longe de parar, chupei mais forte e logo dois grandes jatos de sêmen bateram na minha garganta, chupei até a última gota.
- obrigada, amor, foi a melhor mamada da minha vida.
Nós deitamos na cama e eu dormi até que dois dedos abriam minha bucetinha de novo, o vovô queria mais. Abri os olhos e vi ele, de lado, mordendo meus peitos enquanto entrava e saía com força.
- sim, mais forte, me destrói
- sim, minha menina
Dois minutos depois, eu gozava de novo entre os dedos dele, ele se deitou de costas e eu vi como a ereção dele mal se escondia debaixo da calça do pijama, me virei de lado, abaixei a calça e comecei a acariciar aquele pedaço duro de carne. Eu tava excitadíssima, queria aquele pedaço dentro de mim.
Me levantei, abri as pernas e, diante do olhar estupefato dele primeiro e dos gemidos depois, fui descendo enquanto aquela pica me preenchia por completo, enfiei ela toda e fiquei parada
- que apertada você é, sua puta, monta nesse velho
As palavras dele me deixaram a mil de novo e comecei a cavalgar enquanto ele massageava minha bunda, abaixei o tronco e agarrei meus peitos, mordisquei eles e bati na minha bunda enquanto dizia:
- sim, sua puta, assim aperta minha pica com seu coelhinho apertado
Ele me empurrou na cama, se levantou e me colocou de quatro, se posicionou atrás e me penetrou de uma vez, ficou parado e enquanto me batia na bunda, entrava e saía sem piedade.
- você é uma puta de primeira
Ele dizia sem parar de me bater nem de me foder até que eu senti o orgasmo me percorrer, gozei como uma louca mordendo os lençóis. Ele tirou a pica e logo senti o sêmen dele na minha bunda quente das palmadas.
- toma sua porra, puta
Ele dizia enquanto espalhava o sêmen dele por toda a minha bunda.
Nós dois caímos na cama derrotados e ficamos meio dormindo até que A porta se abriu e na penumbra eu vi a silhueta da Nuria na entrada…
2 comentários - Meu amigo, o avô dela e eu
Tremendo relato, gracias por compartirlo