Não pensei que fosse escrever de novo sobre a relação que tenho com a minha mãe, mas é verdade que preciso desabafar porque o que está acontecendo é muito pesado pra mim. Vou contar como minha mãe agora está traindo meu pai e a mim, e o pior de tudo é que ela nos engana com meu primo Victor.
Há duas semanas, meu pai trouxe meu primo Victor de Cartagena pra ajudar a montar um novo ponto comercial pra trabalhar com eletrodomésticos. Victor é filho do irmão mais velho do meu pai, tem 25 anos, é muito extrovertido e barulhento, típico costeño alegre e, como dizem na costa colombiana, "mamador de gallo" (o ruim é que ele tá mamando o gallo da minha mãe). Ele é desocupado, então meu tio pediu ao meu pai que o trouxesse pra trabalhar com ele. Meu pai achou a ideia boa, já que eu comecei no início do semestre meu internato em Manizales, porque sou estudante de medicina. E não tinha mais tempo pra ajudar eles no ponto do shopping.
Uma manhã, cheguei lá pelas 8h em casa. Pensei que não encontraria ninguém, porque meus irmãos estariam na escola, meu pai e Victor estariam no novo ponto, e minha mãe com certeza estaria no shopping. Já fazia mais de uma semana que não transávamos. Subi pro meu quarto e qual foi minha surpresa quando, ao passar pelo quarto dos meus pais, ouvi um choro bem baixinho. Era da minha mãe. Entrei e, preocupado, perguntei o que tinha acontecido. Ela estava deitada de lado, coberta com o lençol. Levou um susto enorme ao me ver e disse que não era nada. Insisti tanto que ela finalmente cedeu. Descobriu-se, e estranhei que estivesse completamente nua. Meio sem graça, ela ficou de quatro e, separando as nádegas, me mostrou algo que me deixou pasmo: o cu dela estava prolapsado, pelo menos uns dois centímetros.
Eu: Mas pelo amor de Deus, mãe! O que aconteceu?
Mãe: Ah, meu filho, como é que eu explico? É que depois que seu pai foi embora, comecei a brincar com um dos meus brinquedinhos. Tava enfiando ele, e de repente, de tanta excitação, comecei a me dar... Muito forte, depois notei que meu cu tava ardendo pra caralho e levei a mão na bunda pra tocar e me assustei pra dedéu, já viu como ele tá?
Eu: não se preocupa, não tem sangramento e geralmente o cu volta ao normal sozinho.
Mãe: ai meu filho, ainda bem, eu já tava morrendo de medo, por isso tava chorando, mas se você me diz que não é nada, eu fico tranquila, meu filho.
Eu: você deve estar muito quente, imagino que papai não te ajuda muito e eu tô muito ocupado, mãe, mas já vou tirar esse tesão de você.
Ajeitei ela de quatro e tirei a pica, encostei no cu prolapsado dela e com todo cuidado fui enfiando, ela reclamava de dor, então tirei deixando o cu dela mais pra dentro, cuspi dentro do rabo e encaixei a pica de novo, dessa vez meti tudo.
Eu: mas agora tua bunda tá mais aberta, hein! Capaz que um dia eu acabo enfiando a mão.
Mãe: ai meu filho, como você é engraçado, não vê que é porque eu tava me batendo com o vibrador!
Fiquei bombando o cu dela por uns cinco minutos até não aguentar mais e enchi o cu inteiro de porra, o cu dela voltou pro lugar certo e eu matei dois coelhos numa cajadada só.
Ficamos deitados na cama dela conversando um pouco, ela me contou que a Luísa, a vizinha, tava visitando mais o ponto no shopping e que aproveitavam quando não tinha muita gente pra fazer tortilha (roçar as bucetas). Fiquei com tesão de novo ouvindo isso e fiz ela sentar na minha pica que já tava dura de novo, ela fez que ia enfiar no cu mas cravou na buceta, enquanto cavalgava em mim disse que com o primo Victor tava tudo bem, e que meu pai tava muito feliz com o trabalho dele. Ela não parou de meter e tirar minha pica até perceber que eu ia gozar de novo e tirou a pica da buceta e enfiou na boca pra pegar a porra que eu tava bombeando, deve ter sido o sono que eu já tava, mas fiquei deitado ali.
Depois de um tempo que eu Fiquei dormido, deve ter passado umas horas, notei que minha mãe já tinha levantado. Fui pro quarto tomar um banho e aí sim dormir por um bom tempo. Lembrei que tinha que cancelar um encontro que tinha com uma colega da faculdade, então fui pegar o telefone no quarto dos meus pais. Quando levantei, sem querer ouvi minha mãe falando, aparentemente com uma amiga. Depois percebi que era a Luísa. Fiquei surpreso ao ouvir o que ela dizia.
Mãe: Como é que eu falo, minha filha? Aquele chinês é um avião, me meteu bem fundo e o que eu faço?
Luísa: Ah, amiga, e o que você vai fazer se seu marido ou seu filho descobrirem?
Mãe: É que eu não te contei o pior, mulher. Hoje de manhã, depois que aconteceu o que aconteceu, o Kevin chegou, minha filha. E me encontrou lá chorando, toda assustada. Aquele chinês degenerado me comeu tão forte que destruiu meu cu todo.
Como assim, pensei eu, quando cheguei em casa já encontrei ela assim. Fiquei muito estranhado de minha mãe contar essa mentira pra melhor amiga dela. Mesmo assim, fiquei ouvindo o resto da conversa que elas tiveram.
Mãe: Não sei como não contei tudo pro Kevin, fiquei com medo, né! Do que pode acontecer. Tive que inventar que tinha rasgado toda a minha buceta com o vibrador sozinha, mas parece que ele acreditou.
Luísa: Como assim? Você mostrou a buceta pro seu filho?
Mãe: Ué, minha filha, tinha que mostrar, né! Você não vê que ele é quase médico? Além disso, não me vieram mais mentiras na cabeça!
Imediatamente percebi que minha mãe não tinha contado pra Luísa que transava comigo, apesar de ambas serem muito amigas e o melhor da relação delas é que compartilhavam brinquedos sexuais e sessões de carícias mútuas. O que a Luísa não sabia é que as duas me compartilhavam. Outra coisa que estava me irritando é que minha mãe estava mentindo pra mim. Por que fazer isso? O que aconteceu com a buceta dela? Cheguei a pensar que o chinês degenerado era eu, mas estava enganado. Continuei ouvindo.
Luísa: Ei, e como ele comeu? Mamãe: é um selvagem, mete como um animal, como se o mundo fosse acabar, verdadeiro safado.
Luísa: mas você gostou ou não gostou?
Mamãe: olha, pra ser sincera, quase não, mulher. Ele me fez parir de novo, senti que estava me atravessando inteira, sabia que cada vez que ele metia, estava arrebentando cada vez mais o meu cu.
Luísa: imagino, amiga. E quando você vai me passar um tempo com ele? Ou a gente se diverte os três.
Porra, o que tá rolando aqui?, pensei. Minha mãe agora não só fode comigo, mas também tá dando pra outro, e pra piorar, deixam o cu dela todo arrebentado e pra fora como se fosse uma novinha, sendo que eu fui o primeiro a comer ela de cu e não deixei ela assim. Pensei que, com toda a confiança que a gente tinha, depois de tudo que passamos juntos, ela não mentiria pra mim desse jeito. Senti como se os chifres que minha mãe tava enfiando no meu pai fossem meus também. Agora com quem? Com meu irmãozinho? Não acredito. Com o primo? Quando? Ela vive com meu pai, e quando ele tá aqui, quer dizer que meu pai também tá. Pensei: será com o vizinho? Mas ele não é um degenerado. Será algum colega da minha irmã? Me deu uma dor de cabeça, achei que ia explodir. Não aguentei e desliguei o telefone com cuidado, fui pro meu quarto e me joguei na cama, pensando em como descobrir no que e com quem minha mãe tava se metendo. Pensei, pensei, até que dormi.
Acordei umas 3 da tarde, ainda tão tonto que não tive vontade de comer nada. Decidi ligar pra vizinha Luísa, pra ela me contar toda a fofoca, mas por mais que liguei, ela não atendeu o celular. Me arrumei e resolvi passar o tempo no novo ponto comercial que meu pai abriu com meu primo. Às 7 da noite, eu tinha que pegar o plantão no centro médico onde tava fazendo meu internato. Não tinha chegado no ponto do meu pai quando recebi uma ligação no celular. Era a Luísa. Atendi e ela perguntou... que pra que eu tava ligando pra ela, menti de primeira e falei que queria convidar ela pra algum lugar pra ficar só nós dois, sabia que a putinha não ia negar, combinamos de nos encontrar no centro em uma hora, então mudei de rumo e decidi ir direto pro ponto de encontro.
Nos encontramos numa esquina do centro de Manizales depois de uma hora e na mesma hora levei ela pra uma cafeteria, sentamos numa mesa e pedimos uns refrigerantes, ela estranhando me perguntou o que tava rolando, que achava que eu tinha ligado pra outra coisa, fiquei puto e, com cara feia, perguntei o que tava acontecendo com a minha mãe.
Eu: Luisa, eu sei muito bem que você sabe do que eu tô falando, minha mãe tá tendo um caso por aí e você sabe com quem.
Luisa: mas amorzinho, relaxa e deixa sua mamãe se divertir, imagino o quanto seu pai deve tá negligenciando ela, e com a puta que ela é, né? Imagino que um dia ela teria que dar um jeito, não?
Eu: olha, Luisa, a única coisa que eu quero é saber com quem minha mãe tá se esfregando.
Luisa: hahaha já sei o que é, não me diga que você quer comer sua mamãe, filhote, porque aí sim eu te vejo fudido, ou não! Já sei, o que rola é que, como eu salvei ela de ser comida pelo meu marido, você quis poupar os chifres da sua buceta de novo e não conseguiu hahaha.
Eu já tava perdendo a paciência, então deixei claro, peguei a mão dela e apertei, e perguntei de novo com quem minha mãe tava transando.
Luisa: ui, papai, mas que safado, quando a gente tiver fazendo o que a gente gosta, não esquece de me agarrar assim, além disso, como você sabe que eu sei com quem sua mãe anda, não vê que ela também tá me botando chifre?
Eu: olha, hoje de manhã sem querer eu ouvi a conversa de vocês no telefone, então me conta logo, ou esquece de mim pra sempre e lembra que eu tenho uma coisa que é sua (o vídeo no shopping), assustada e arregalando os olhos, me levando mais a sério, ela começou a falar.
Luisa: vou te contar tudo. sei lá, mas com uma condição.
Eu: fala aí, tô ouvindo!
Luísa: queria que você me comesse hoje à noite naquele hospital onde você trabalha, sei lá, num consultório ou num escritório, onde você quiser, mas por favor, realiza essa minha fantasia.
Eu: tá bom, melhor ainda, juro que se você me contar tudo que sabe, vou te levar pro meu chefe da unidade, que é um médico especialista, o que acha?
Luísa: tipo, vou dar a buceta pros dois? Ai que tesão, papai! Vem cá que vou contar então!
— Sua mãezinha querida me ligou hoje de manhã pra me contar uma coisa que tava rolando com ela, e é verdade sim: sua mãe tá botando chifre no seu pai e em mim, nada mais, nada menos, que com o primo dela.
Fiquei perplexo, sem saber o que fazer ou dizer — mas como é possível?
Luísa: hoje de manhã, enquanto sua putinha tava tomando banho, o primo entrou na casa dela como se fosse a casa dele, foi pro quarto e encontrou sua mãe de camisola arrumando a cama. Na hora, ele pegou ela quase à força, segundo ela, e colocou ela de quatro, abaixou a calcinha dela e começou a lamber o cu dela. Você não sabe, mas sua mãe fica bem putinha quando acariciam a bunda dela, e parece que o cara também mandou bem com a língua. Ela me contou que ela mesma abriu as nádegas e pediu pra ele enfiar logo a pica antes do marido dela sair. Ela disse que ele meteu e comeu ela sem parar, e que a transa foi tão gostosa que ela não quis arriscar e levou ele pro quarto das crianças, que já tavam lá embaixo tomando café. Ela me disse que lá seu priminho meteu no cu dela com tanta força que, nas palavras dela, destruiu o cu dela, por assim dizer. Você deve saber melhor, porque ela disse que você já tinha examinado ela.
Eu: mas Luísa, como ela se entregou tão fácil assim? Não entendo. Lá no fundo, eu pensava: como ela pôde? Depois de todo o trabalho que tive pra ficar com ela, aí chega esse filho da puta e em menos de duas semanas já tá comendo ela.
Luísa: agora vem cá que vou te explicar. Algo, porra! Parece que tudo começou quando uma tarde, no shopping, sua mãe e seu primo estavam atendendo. Ela pediu pra ele pegar um dinheiro que tava na carteira dela. Ele foi na bolsa dela e, pelo visto, revirou até achar um consolador que a mamãe costuma enfiar no cu quando trabalha. O filho da puta entregou o dinheiro pra mãe dele, mas ainda pediu que ela usasse o consolador anal que ele tinha tirado da bolsa, em troca de não contar nada pro tio. Sua mãe ficou nervosa e não teve escolha: teve que mostrar pro sobrinho como enfiava aquele brinquedo no cu.
Na hora entendi o que tava rolando. O desgraçado tava chantageando minha mãe, e ela, encurralada, tinha que aceitar as exigências dele. Já mais calmo depois de saber a verdade, me despedi da Luísa com a promessa de cumprir o que ela tinha me pedido. Na frente dela, liguei pro meu chefe e contei o que tava planejando pra essa noite com uma amiga, o Doutor. Meu chefe não acreditou, então pediu detalhes e me fez ir até o consultório particular dele. Não pude recusar, então me despedi de novo da Luísa e falei pra ela se preparar pra noite. Ela, contente, concordou, e eu peguei um táxi até o consultório do meu chefe. Quando cheguei, perguntei pra recepcionista, que na hora chamou o Dr. Gonzales — é o sobrenome dele — e me anunciou como colega dele. Imagino que ele tenha dito que tava me esperando. Mesmo ocupado com uma paciente, ele me mandou entrar, me cumprimentou e nem me deixou falar. Ao entrar no consultório, ele piscou um olho pra mim e começou a explicar sobre a paciente que tava atendendo — que, aliás, eu não podia ver porque tinha um biombo entre a mesa do Dr. e a área de examinar os pacientes. Sem chegar perto dela, ele explicou que o caso era raro, piscou de novo e, agora me levando até onde ela estava, disse que por isso precisava de mim. conceito de outro médico e por isso tinha me chamado.
Levei um susto ao ver a mulher na maca com o jeans nos joelhos e de quatro, com a cabeça entre os braços, com o ânus prolapsado, sem dúvida era minha mãe. O fato é que ela não sabia que era eu quem acompanhava o Doutor Gonzales, que começou a explicar:
Gonzales: olha, colega, a senhora aqui presente está com o ânus prolapsado, não apresenta rasgo nem sangramento. Ela me conta que é a primeira vez que isso acontece, que, na verdade, pela primeira vez, estava tendo relações sexuais anais com o marido, e que aparentemente ele abusou da força e forçou demais a penetração.
Minha mãe, envergonhada, levantou a cabeça e me viu. Que cara ela fez, a safada. E peço desculpas a todos, porque mãe é o que a gente tem de melhor, mas minha raiva não dava pra mais nada.
Eu: boa tarde, senhora, sou o doutor Mejía. Esperando que ela entrasse na história, não podia deixar Gonzales saber que eu estava tratando o cu da minha mãe.
Mãe: boa tarde, doutor! Respondeu quase chorando.
Gonzales me pegou pelo braço, dizendo a ela que voltávamos num instante.
Gonzales: o que acha dessa putinha? Quer fazer a gente acreditar que só estavam enrabando ela. Deve ter sido a enrabada do ano pra deixar o cu assim. O cara deve ser um burro, hahaha.
Eu não achei graça nenhuma, e puto, disse que já ia embora. Ele me segurou pelo braço e pediu pra eu contar o que rolou essa noite. Expliquei tudo, e ele, todo contente, disse: se quiser, deixo você colocar o cu dessa puta no lugar dela. Olha, mais tarde à noite não vou ter muita sobra. Eu aceitei, mas pedi pra ele me deixar a sós com a senhora, e ele topou na hora.
Quando Gonzales saiu do consultório, fui direto até onde minha mãe estava, tirei a pica da calça e mostrei pra ela.
Eu: olha, senhora Milena, essa pica não foi suficiente pra senhora, foi?
Mãe: mas, meu filho, do que você está falando? Eu: A senhora e eu sabemos que seu marido não pratica sexo anal com a senhora, a gente já conversou sobre isso, então me diga quem está arrombando essa sua buceta desse jeito.
Mãe: Mas, querido, olha, é que aconteceu a mesma coisa de hoje de manhã, depois que a gente fez, fiquei com vontade de mais e tive que usar meus brinquedos de novo. Ela disse, sorrindo nervosamente.
Eu: A senhora já viu que agora o negócio é mais grave, olha como seu cu tá quase todo pra fora.
Mãe: É que não consegui me segurar, querido, você sabe como eu adoro sexo anal, meu tesouro.
Eu: Isso é selvageria, mãe.
Mãe: Nada disso, amor, você não sabe o quanto eu curto fazer assim comigo.
O sangue ferveu na hora, só pensava que ela tava adorando como meu primo metia feito um bruto naquele cu. Cuspi várias vezes no cu dela e enfiei a pica de uma vez só. Deve ter doído pra caralho, porque o grito foi tão alto que o Gonzales ouviu e entrou na hora pra ver o que era.
Gonzales: Tá tudo bem, doutor? Dona Milena?
Tá tudo bem, doutor, respondi sem parar de meter e tirar a pica do cu da minha mãe, a dona Milena.
Eu: Aqui, colocando o cu da paciente no lugar de novo. Metia com força, com raiva, e minha mãe gemia como eu nunca tinha ouvido ela gemer. O doutor Gonzales gostou tanto do espetáculo que sentou e ficou vendo o colega enrabar uma das pacientes. O que ele não sabia é que o colega tava enrabando a própria mãe.
Eu: A senhora tá gostando do tratamento, dona Milena?
Mãe: Muito, doutor, muito, já tô me sentindo melhor. Disse entre gemidos.
Eu: Fala pro seu marido que da próxima vez, depois que ele terminar de fazer sexo anal com a senhora e acontecer a mesma coisa, é só seguir esse tratamento pra senhora não ficar por aí com o cu todo pra fora, entendeu?
Mãe: Sim, doutor, vou falar pra ele.
Não me segurei mais e soltei um jorradão de porra que inundou o cu dela. Dava pra ver claramente a porra escorrendo, que eu tinha acabado de depositar depois de gozar. Terminei de ajustar os músculos do Sentei o dedo nela, Gonzales pediu pra eu usar luvas, mas num acesso de raiva falei pra ele não se preocupar, que a senhora era minha conhecida, conhecia ela tão bem que não era a primeira vez que eu comia ela, minha mãe fez cara de surpresa, ajeitou a roupa e saiu quase correndo do consultório. Gonzales me deu um tapinha nas costas falando que eu era um putero de merda, eu disse que a Sra. Milena tinha problemas na cama com o marido e que por isso eu de vez em quando dava aquela manutenção nela, combinamos de nos encontrar à noite e resolvi ir passar um tempo com meu pai, pra minha surpresa quando cheguei notei que no local não tinha ninguém à vista, entrei sem fazer barulho e atrás de umas prateleiras pude ver minha mãe conversando com Pedro, meu primo, ela comentou que tinha tido que passar no médico pra ele examinar o cu dela, o estranho é que não disse que tinha me encontrado, meu primo abraçou ela forte sem ela resistir, e comentou – o importante é que você esteja bem e pronta pra mais uma sessão de sexo do jeito que você gosta, os dois riram e eu quase tive um infarto de tanto segurar a raiva, pra piorar ainda ouvi minha mãe falar pra ele que não dava pra fazer naquele momento, enquanto abaixava o jeans e mostrava a calcinha fio dental toda manchada e como saía do cu dela a porra que eu tinha metido nela há pouco, meu primo perguntou o que tava rolando, de onde vinha aquilo, ela sorrindo respondeu que tinha ficado muito excitada enquanto o médico examinava o ânus dela e que não tinha aguentado a vontade de que um pau colocasse o cu dela no lugar de novo. Nisso eu apareci na frente deles enquanto minha mãe ainda não tinha subido o jeans, quando me viram os dois ficaram paralisados, eu saí na hora sem correr mas andando bem rápido, pensando que o que tá rolando agora é em parte culpa minha, eu despertei esse tipo de loucura que minha mãe agora faz como se fosse nada, o que mais dói é saber que eu tô perdendo ela. Eu nem aceito ter que dividir ela com mais ninguém além do meu pai, essa situação é difícil de aguentar. Mais pra frente vou contar como essa história vai se desenrolando.
CONTINUA…………..
Há duas semanas, meu pai trouxe meu primo Victor de Cartagena pra ajudar a montar um novo ponto comercial pra trabalhar com eletrodomésticos. Victor é filho do irmão mais velho do meu pai, tem 25 anos, é muito extrovertido e barulhento, típico costeño alegre e, como dizem na costa colombiana, "mamador de gallo" (o ruim é que ele tá mamando o gallo da minha mãe). Ele é desocupado, então meu tio pediu ao meu pai que o trouxesse pra trabalhar com ele. Meu pai achou a ideia boa, já que eu comecei no início do semestre meu internato em Manizales, porque sou estudante de medicina. E não tinha mais tempo pra ajudar eles no ponto do shopping.
Uma manhã, cheguei lá pelas 8h em casa. Pensei que não encontraria ninguém, porque meus irmãos estariam na escola, meu pai e Victor estariam no novo ponto, e minha mãe com certeza estaria no shopping. Já fazia mais de uma semana que não transávamos. Subi pro meu quarto e qual foi minha surpresa quando, ao passar pelo quarto dos meus pais, ouvi um choro bem baixinho. Era da minha mãe. Entrei e, preocupado, perguntei o que tinha acontecido. Ela estava deitada de lado, coberta com o lençol. Levou um susto enorme ao me ver e disse que não era nada. Insisti tanto que ela finalmente cedeu. Descobriu-se, e estranhei que estivesse completamente nua. Meio sem graça, ela ficou de quatro e, separando as nádegas, me mostrou algo que me deixou pasmo: o cu dela estava prolapsado, pelo menos uns dois centímetros.
Eu: Mas pelo amor de Deus, mãe! O que aconteceu?
Mãe: Ah, meu filho, como é que eu explico? É que depois que seu pai foi embora, comecei a brincar com um dos meus brinquedinhos. Tava enfiando ele, e de repente, de tanta excitação, comecei a me dar... Muito forte, depois notei que meu cu tava ardendo pra caralho e levei a mão na bunda pra tocar e me assustei pra dedéu, já viu como ele tá?
Eu: não se preocupa, não tem sangramento e geralmente o cu volta ao normal sozinho.
Mãe: ai meu filho, ainda bem, eu já tava morrendo de medo, por isso tava chorando, mas se você me diz que não é nada, eu fico tranquila, meu filho.
Eu: você deve estar muito quente, imagino que papai não te ajuda muito e eu tô muito ocupado, mãe, mas já vou tirar esse tesão de você.
Ajeitei ela de quatro e tirei a pica, encostei no cu prolapsado dela e com todo cuidado fui enfiando, ela reclamava de dor, então tirei deixando o cu dela mais pra dentro, cuspi dentro do rabo e encaixei a pica de novo, dessa vez meti tudo.
Eu: mas agora tua bunda tá mais aberta, hein! Capaz que um dia eu acabo enfiando a mão.
Mãe: ai meu filho, como você é engraçado, não vê que é porque eu tava me batendo com o vibrador!
Fiquei bombando o cu dela por uns cinco minutos até não aguentar mais e enchi o cu inteiro de porra, o cu dela voltou pro lugar certo e eu matei dois coelhos numa cajadada só.
Ficamos deitados na cama dela conversando um pouco, ela me contou que a Luísa, a vizinha, tava visitando mais o ponto no shopping e que aproveitavam quando não tinha muita gente pra fazer tortilha (roçar as bucetas). Fiquei com tesão de novo ouvindo isso e fiz ela sentar na minha pica que já tava dura de novo, ela fez que ia enfiar no cu mas cravou na buceta, enquanto cavalgava em mim disse que com o primo Victor tava tudo bem, e que meu pai tava muito feliz com o trabalho dele. Ela não parou de meter e tirar minha pica até perceber que eu ia gozar de novo e tirou a pica da buceta e enfiou na boca pra pegar a porra que eu tava bombeando, deve ter sido o sono que eu já tava, mas fiquei deitado ali.
Depois de um tempo que eu Fiquei dormido, deve ter passado umas horas, notei que minha mãe já tinha levantado. Fui pro quarto tomar um banho e aí sim dormir por um bom tempo. Lembrei que tinha que cancelar um encontro que tinha com uma colega da faculdade, então fui pegar o telefone no quarto dos meus pais. Quando levantei, sem querer ouvi minha mãe falando, aparentemente com uma amiga. Depois percebi que era a Luísa. Fiquei surpreso ao ouvir o que ela dizia.
Mãe: Como é que eu falo, minha filha? Aquele chinês é um avião, me meteu bem fundo e o que eu faço?
Luísa: Ah, amiga, e o que você vai fazer se seu marido ou seu filho descobrirem?
Mãe: É que eu não te contei o pior, mulher. Hoje de manhã, depois que aconteceu o que aconteceu, o Kevin chegou, minha filha. E me encontrou lá chorando, toda assustada. Aquele chinês degenerado me comeu tão forte que destruiu meu cu todo.
Como assim, pensei eu, quando cheguei em casa já encontrei ela assim. Fiquei muito estranhado de minha mãe contar essa mentira pra melhor amiga dela. Mesmo assim, fiquei ouvindo o resto da conversa que elas tiveram.
Mãe: Não sei como não contei tudo pro Kevin, fiquei com medo, né! Do que pode acontecer. Tive que inventar que tinha rasgado toda a minha buceta com o vibrador sozinha, mas parece que ele acreditou.
Luísa: Como assim? Você mostrou a buceta pro seu filho?
Mãe: Ué, minha filha, tinha que mostrar, né! Você não vê que ele é quase médico? Além disso, não me vieram mais mentiras na cabeça!
Imediatamente percebi que minha mãe não tinha contado pra Luísa que transava comigo, apesar de ambas serem muito amigas e o melhor da relação delas é que compartilhavam brinquedos sexuais e sessões de carícias mútuas. O que a Luísa não sabia é que as duas me compartilhavam. Outra coisa que estava me irritando é que minha mãe estava mentindo pra mim. Por que fazer isso? O que aconteceu com a buceta dela? Cheguei a pensar que o chinês degenerado era eu, mas estava enganado. Continuei ouvindo.
Luísa: Ei, e como ele comeu? Mamãe: é um selvagem, mete como um animal, como se o mundo fosse acabar, verdadeiro safado.
Luísa: mas você gostou ou não gostou?
Mamãe: olha, pra ser sincera, quase não, mulher. Ele me fez parir de novo, senti que estava me atravessando inteira, sabia que cada vez que ele metia, estava arrebentando cada vez mais o meu cu.
Luísa: imagino, amiga. E quando você vai me passar um tempo com ele? Ou a gente se diverte os três.
Porra, o que tá rolando aqui?, pensei. Minha mãe agora não só fode comigo, mas também tá dando pra outro, e pra piorar, deixam o cu dela todo arrebentado e pra fora como se fosse uma novinha, sendo que eu fui o primeiro a comer ela de cu e não deixei ela assim. Pensei que, com toda a confiança que a gente tinha, depois de tudo que passamos juntos, ela não mentiria pra mim desse jeito. Senti como se os chifres que minha mãe tava enfiando no meu pai fossem meus também. Agora com quem? Com meu irmãozinho? Não acredito. Com o primo? Quando? Ela vive com meu pai, e quando ele tá aqui, quer dizer que meu pai também tá. Pensei: será com o vizinho? Mas ele não é um degenerado. Será algum colega da minha irmã? Me deu uma dor de cabeça, achei que ia explodir. Não aguentei e desliguei o telefone com cuidado, fui pro meu quarto e me joguei na cama, pensando em como descobrir no que e com quem minha mãe tava se metendo. Pensei, pensei, até que dormi.
Acordei umas 3 da tarde, ainda tão tonto que não tive vontade de comer nada. Decidi ligar pra vizinha Luísa, pra ela me contar toda a fofoca, mas por mais que liguei, ela não atendeu o celular. Me arrumei e resolvi passar o tempo no novo ponto comercial que meu pai abriu com meu primo. Às 7 da noite, eu tinha que pegar o plantão no centro médico onde tava fazendo meu internato. Não tinha chegado no ponto do meu pai quando recebi uma ligação no celular. Era a Luísa. Atendi e ela perguntou... que pra que eu tava ligando pra ela, menti de primeira e falei que queria convidar ela pra algum lugar pra ficar só nós dois, sabia que a putinha não ia negar, combinamos de nos encontrar no centro em uma hora, então mudei de rumo e decidi ir direto pro ponto de encontro.
Nos encontramos numa esquina do centro de Manizales depois de uma hora e na mesma hora levei ela pra uma cafeteria, sentamos numa mesa e pedimos uns refrigerantes, ela estranhando me perguntou o que tava rolando, que achava que eu tinha ligado pra outra coisa, fiquei puto e, com cara feia, perguntei o que tava acontecendo com a minha mãe.
Eu: Luisa, eu sei muito bem que você sabe do que eu tô falando, minha mãe tá tendo um caso por aí e você sabe com quem.
Luisa: mas amorzinho, relaxa e deixa sua mamãe se divertir, imagino o quanto seu pai deve tá negligenciando ela, e com a puta que ela é, né? Imagino que um dia ela teria que dar um jeito, não?
Eu: olha, Luisa, a única coisa que eu quero é saber com quem minha mãe tá se esfregando.
Luisa: hahaha já sei o que é, não me diga que você quer comer sua mamãe, filhote, porque aí sim eu te vejo fudido, ou não! Já sei, o que rola é que, como eu salvei ela de ser comida pelo meu marido, você quis poupar os chifres da sua buceta de novo e não conseguiu hahaha.
Eu já tava perdendo a paciência, então deixei claro, peguei a mão dela e apertei, e perguntei de novo com quem minha mãe tava transando.
Luisa: ui, papai, mas que safado, quando a gente tiver fazendo o que a gente gosta, não esquece de me agarrar assim, além disso, como você sabe que eu sei com quem sua mãe anda, não vê que ela também tá me botando chifre?
Eu: olha, hoje de manhã sem querer eu ouvi a conversa de vocês no telefone, então me conta logo, ou esquece de mim pra sempre e lembra que eu tenho uma coisa que é sua (o vídeo no shopping), assustada e arregalando os olhos, me levando mais a sério, ela começou a falar.
Luisa: vou te contar tudo. sei lá, mas com uma condição.
Eu: fala aí, tô ouvindo!
Luísa: queria que você me comesse hoje à noite naquele hospital onde você trabalha, sei lá, num consultório ou num escritório, onde você quiser, mas por favor, realiza essa minha fantasia.
Eu: tá bom, melhor ainda, juro que se você me contar tudo que sabe, vou te levar pro meu chefe da unidade, que é um médico especialista, o que acha?
Luísa: tipo, vou dar a buceta pros dois? Ai que tesão, papai! Vem cá que vou contar então!
— Sua mãezinha querida me ligou hoje de manhã pra me contar uma coisa que tava rolando com ela, e é verdade sim: sua mãe tá botando chifre no seu pai e em mim, nada mais, nada menos, que com o primo dela.
Fiquei perplexo, sem saber o que fazer ou dizer — mas como é possível?
Luísa: hoje de manhã, enquanto sua putinha tava tomando banho, o primo entrou na casa dela como se fosse a casa dele, foi pro quarto e encontrou sua mãe de camisola arrumando a cama. Na hora, ele pegou ela quase à força, segundo ela, e colocou ela de quatro, abaixou a calcinha dela e começou a lamber o cu dela. Você não sabe, mas sua mãe fica bem putinha quando acariciam a bunda dela, e parece que o cara também mandou bem com a língua. Ela me contou que ela mesma abriu as nádegas e pediu pra ele enfiar logo a pica antes do marido dela sair. Ela disse que ele meteu e comeu ela sem parar, e que a transa foi tão gostosa que ela não quis arriscar e levou ele pro quarto das crianças, que já tavam lá embaixo tomando café. Ela me disse que lá seu priminho meteu no cu dela com tanta força que, nas palavras dela, destruiu o cu dela, por assim dizer. Você deve saber melhor, porque ela disse que você já tinha examinado ela.
Eu: mas Luísa, como ela se entregou tão fácil assim? Não entendo. Lá no fundo, eu pensava: como ela pôde? Depois de todo o trabalho que tive pra ficar com ela, aí chega esse filho da puta e em menos de duas semanas já tá comendo ela.
Luísa: agora vem cá que vou te explicar. Algo, porra! Parece que tudo começou quando uma tarde, no shopping, sua mãe e seu primo estavam atendendo. Ela pediu pra ele pegar um dinheiro que tava na carteira dela. Ele foi na bolsa dela e, pelo visto, revirou até achar um consolador que a mamãe costuma enfiar no cu quando trabalha. O filho da puta entregou o dinheiro pra mãe dele, mas ainda pediu que ela usasse o consolador anal que ele tinha tirado da bolsa, em troca de não contar nada pro tio. Sua mãe ficou nervosa e não teve escolha: teve que mostrar pro sobrinho como enfiava aquele brinquedo no cu.
Na hora entendi o que tava rolando. O desgraçado tava chantageando minha mãe, e ela, encurralada, tinha que aceitar as exigências dele. Já mais calmo depois de saber a verdade, me despedi da Luísa com a promessa de cumprir o que ela tinha me pedido. Na frente dela, liguei pro meu chefe e contei o que tava planejando pra essa noite com uma amiga, o Doutor. Meu chefe não acreditou, então pediu detalhes e me fez ir até o consultório particular dele. Não pude recusar, então me despedi de novo da Luísa e falei pra ela se preparar pra noite. Ela, contente, concordou, e eu peguei um táxi até o consultório do meu chefe. Quando cheguei, perguntei pra recepcionista, que na hora chamou o Dr. Gonzales — é o sobrenome dele — e me anunciou como colega dele. Imagino que ele tenha dito que tava me esperando. Mesmo ocupado com uma paciente, ele me mandou entrar, me cumprimentou e nem me deixou falar. Ao entrar no consultório, ele piscou um olho pra mim e começou a explicar sobre a paciente que tava atendendo — que, aliás, eu não podia ver porque tinha um biombo entre a mesa do Dr. e a área de examinar os pacientes. Sem chegar perto dela, ele explicou que o caso era raro, piscou de novo e, agora me levando até onde ela estava, disse que por isso precisava de mim. conceito de outro médico e por isso tinha me chamado.
Levei um susto ao ver a mulher na maca com o jeans nos joelhos e de quatro, com a cabeça entre os braços, com o ânus prolapsado, sem dúvida era minha mãe. O fato é que ela não sabia que era eu quem acompanhava o Doutor Gonzales, que começou a explicar:
Gonzales: olha, colega, a senhora aqui presente está com o ânus prolapsado, não apresenta rasgo nem sangramento. Ela me conta que é a primeira vez que isso acontece, que, na verdade, pela primeira vez, estava tendo relações sexuais anais com o marido, e que aparentemente ele abusou da força e forçou demais a penetração.
Minha mãe, envergonhada, levantou a cabeça e me viu. Que cara ela fez, a safada. E peço desculpas a todos, porque mãe é o que a gente tem de melhor, mas minha raiva não dava pra mais nada.
Eu: boa tarde, senhora, sou o doutor Mejía. Esperando que ela entrasse na história, não podia deixar Gonzales saber que eu estava tratando o cu da minha mãe.
Mãe: boa tarde, doutor! Respondeu quase chorando.
Gonzales me pegou pelo braço, dizendo a ela que voltávamos num instante.
Gonzales: o que acha dessa putinha? Quer fazer a gente acreditar que só estavam enrabando ela. Deve ter sido a enrabada do ano pra deixar o cu assim. O cara deve ser um burro, hahaha.
Eu não achei graça nenhuma, e puto, disse que já ia embora. Ele me segurou pelo braço e pediu pra eu contar o que rolou essa noite. Expliquei tudo, e ele, todo contente, disse: se quiser, deixo você colocar o cu dessa puta no lugar dela. Olha, mais tarde à noite não vou ter muita sobra. Eu aceitei, mas pedi pra ele me deixar a sós com a senhora, e ele topou na hora.
Quando Gonzales saiu do consultório, fui direto até onde minha mãe estava, tirei a pica da calça e mostrei pra ela.
Eu: olha, senhora Milena, essa pica não foi suficiente pra senhora, foi?
Mãe: mas, meu filho, do que você está falando? Eu: A senhora e eu sabemos que seu marido não pratica sexo anal com a senhora, a gente já conversou sobre isso, então me diga quem está arrombando essa sua buceta desse jeito.
Mãe: Mas, querido, olha, é que aconteceu a mesma coisa de hoje de manhã, depois que a gente fez, fiquei com vontade de mais e tive que usar meus brinquedos de novo. Ela disse, sorrindo nervosamente.
Eu: A senhora já viu que agora o negócio é mais grave, olha como seu cu tá quase todo pra fora.
Mãe: É que não consegui me segurar, querido, você sabe como eu adoro sexo anal, meu tesouro.
Eu: Isso é selvageria, mãe.
Mãe: Nada disso, amor, você não sabe o quanto eu curto fazer assim comigo.
O sangue ferveu na hora, só pensava que ela tava adorando como meu primo metia feito um bruto naquele cu. Cuspi várias vezes no cu dela e enfiei a pica de uma vez só. Deve ter doído pra caralho, porque o grito foi tão alto que o Gonzales ouviu e entrou na hora pra ver o que era.
Gonzales: Tá tudo bem, doutor? Dona Milena?
Tá tudo bem, doutor, respondi sem parar de meter e tirar a pica do cu da minha mãe, a dona Milena.
Eu: Aqui, colocando o cu da paciente no lugar de novo. Metia com força, com raiva, e minha mãe gemia como eu nunca tinha ouvido ela gemer. O doutor Gonzales gostou tanto do espetáculo que sentou e ficou vendo o colega enrabar uma das pacientes. O que ele não sabia é que o colega tava enrabando a própria mãe.
Eu: A senhora tá gostando do tratamento, dona Milena?
Mãe: Muito, doutor, muito, já tô me sentindo melhor. Disse entre gemidos.
Eu: Fala pro seu marido que da próxima vez, depois que ele terminar de fazer sexo anal com a senhora e acontecer a mesma coisa, é só seguir esse tratamento pra senhora não ficar por aí com o cu todo pra fora, entendeu?
Mãe: Sim, doutor, vou falar pra ele.
Não me segurei mais e soltei um jorradão de porra que inundou o cu dela. Dava pra ver claramente a porra escorrendo, que eu tinha acabado de depositar depois de gozar. Terminei de ajustar os músculos do Sentei o dedo nela, Gonzales pediu pra eu usar luvas, mas num acesso de raiva falei pra ele não se preocupar, que a senhora era minha conhecida, conhecia ela tão bem que não era a primeira vez que eu comia ela, minha mãe fez cara de surpresa, ajeitou a roupa e saiu quase correndo do consultório. Gonzales me deu um tapinha nas costas falando que eu era um putero de merda, eu disse que a Sra. Milena tinha problemas na cama com o marido e que por isso eu de vez em quando dava aquela manutenção nela, combinamos de nos encontrar à noite e resolvi ir passar um tempo com meu pai, pra minha surpresa quando cheguei notei que no local não tinha ninguém à vista, entrei sem fazer barulho e atrás de umas prateleiras pude ver minha mãe conversando com Pedro, meu primo, ela comentou que tinha tido que passar no médico pra ele examinar o cu dela, o estranho é que não disse que tinha me encontrado, meu primo abraçou ela forte sem ela resistir, e comentou – o importante é que você esteja bem e pronta pra mais uma sessão de sexo do jeito que você gosta, os dois riram e eu quase tive um infarto de tanto segurar a raiva, pra piorar ainda ouvi minha mãe falar pra ele que não dava pra fazer naquele momento, enquanto abaixava o jeans e mostrava a calcinha fio dental toda manchada e como saía do cu dela a porra que eu tinha metido nela há pouco, meu primo perguntou o que tava rolando, de onde vinha aquilo, ela sorrindo respondeu que tinha ficado muito excitada enquanto o médico examinava o ânus dela e que não tinha aguentado a vontade de que um pau colocasse o cu dela no lugar de novo. Nisso eu apareci na frente deles enquanto minha mãe ainda não tinha subido o jeans, quando me viram os dois ficaram paralisados, eu saí na hora sem correr mas andando bem rápido, pensando que o que tá rolando agora é em parte culpa minha, eu despertei esse tipo de loucura que minha mãe agora faz como se fosse nada, o que mais dói é saber que eu tô perdendo ela. Eu nem aceito ter que dividir ela com mais ninguém além do meu pai, essa situação é difícil de aguentar. Mais pra frente vou contar como essa história vai se desenrolando.
CONTINUA…………..
2 comentários - Cuca pro pai e bum pro filho parte IV
Buen relato.
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