Relato Real #1

Sou motorista de ônibus e entre as centenas de passageiros diários, obviamente tem várias, pra não dizer muitas, pessoas com quem eu me trancaria num quarto de hotel. Mas o ponto é outro, então vou começar com minha primeira história.

Depois de muitas caronas pro trabalho, a Andrea já tinha criado muita intimidade comigo e sentava no primeiro banco, pra ir batendo papo durante todo o trajeto. Ela tinha o cabelo ruivo no melhor estilo da Viviana Canosa na época de ouro, e é bem magrinha, quase nada de peito, uma cintura minúscula e uma bundinha pequena mas redondinha, em forma de coração. E bom, sempre quis convidar ela pra sair, mas não tinha coragem, até que um dia, ela, se fazendo de desentendida, marcou um encontro, facilitando a tarefa. Saímos, tipo 17h, fomos num café, falamos besteiras e quando deixei ela em casa, antes de descer do carro, demos um beijo de leve, mas bem molhado. No dia seguinte, torci o tornozelo antes de buscá-la e me deram um mês de atestado. Colocaram um amigo motorista no meu lugar e ele começou a levá-la. Meu amigo já tinha me apresentado e emprestado várias "amiguinhas", então a gente se conhecia bem e sempre apresentávamos amiguinhas uma pro outro. Quinze dias depois ele me manda uma mensagem e fala "vem urgente me acompanhar pra terminar a volta às 18h, preciso falar com você".

Quando subi no ônibus, estava a Andrea, acompanhando ele, mas na direção oposta à que ela costumava viajar. Ela veio com um vestido roxo, curtinho, e do meu ângulo, dava pra ver sua calcinha preta. Não percebi absolutamente nada do que estava acontecendo, porque só estávamos falando bobagens e não tinha o menor indício do que aconteceria, obviamente porque o ônibus tinha outros passageiros que não tinham porque saber o que aconteceria no ponto final ao terminar o percurso. Antes de chegar no final, já tinha descido todo mundo e só ficaram a Andrea, o Cláudio e eu. Aí, do nada, o Cláudio disse pra Andrea: "Vai, chupou ele, e ela, sem resistência nenhuma, enquanto o ônibus ainda estava a caminho do ponto final, se agachou, baixou meu zíper e enfiou meu pau na boca, que estava bem duro porque eu estava vendo a calcinha da Andrea. E assim começou a chupada de pau, fantástica e frenética da Andrea e enquanto ela enfiava devagarinho o pau na boca, passava a língua e falava, sim, sim, sim, ela dizia: ummm que delícia você é mmmmm e eu gozava como um condenado, pois não só estava curtindo a chupada de pau, mas também o olhar perverso do Cláudio que olhava para ela como se estivesse penetrando com os olhos. Nisso chegamos ao ponto final, fomos para o meio do ônibus e Andrea começou a chupar os dois paus ao mesmo tempo. Ela falava com os dois paus, lambia os dois, queria se engasgar com os dois, estava envolta em chamas e nós, enquanto curtíamos, nos perguntamos quem a foderia primeiro. - Sou eu, eu disse. - Não, sou eu e quando ia começar uma discussão boba, Andrea disse, me fodam os dois juntos porque estou morrendo de vontade de sentir seus paus. Cláudio sentou em um dos bancos que ficam de costas e ela sentou, depois de cuspir no pau dele, com a bunda, que sem dilatar nem nada, aguentou o pau inteiro dele e eu, na frente dela, dobrei minhas pernas e enfiei pela boceta. Ficamos uns 5 minutos metendo e sacando e Cláudio encheu o cuzinho dela de porra e eu, por causa da posição desconfortável, não conseguia gozar, mas depois disso, deitei ela nos bancos e comecei a meter de novo na boceta, perninhas no ombro. Metia e metia e ela gemia como louca, enquanto Cláudio olhava e batia uma, com o pau ainda duro como se estivesse passeando enquanto nós, eu e Andrea, estávamos nos dando bem. Entre tanto mete e saca e tantos beijos que eu dava nela, meu pau estava prestes a explodir e antes de gozar dentro dela eu disse levanta que quero encher sua boca de porra. Ela, levantando devagar e Cláudio mais perto que continuava batendo uma enquanto via tudo e eu com o pau na mão já fazendo as últimas engasgadas no pau pra despejar toda a porra na boca dela, disse Andrea, vai, quero a porra. E quando começo a jorrar meus jatos de porra na boca dela, com muita pontaria toda a porra dentro, vejo que a testa e o cabelo dela começam a encher de sêmen, vindo do Claudio que de tanto bater punheta deu outro leitada. - Que foda que foi, hein xd, roupa espalhada por todo o ônibus, a gente tava na correria porque o Claudio tinha que voltar a trabalhar e a Andrea precisava chegar onde o marido dela, que tinha enchido o saco dela de mensagem. Quando começamos a viagem de volta, cada pessoa que subia fazia nós três trocar olhares cúmplices e sorrir pela situação que nenhum deles que entrava poderia imaginar. Depois, mas em outros relatos, vou contar mais sobre a Andrea, sobre o Claudio e sobre outras pessoas que tiveram histórias quentes reais comigo.

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