Quem é mais tarado, ela ou eu? Parte 3

Continuando o relato dessa mulher que me fez fantasiar... Descanso um momento enquanto ela me contava coisas da casa dela, a separação dos pais depois de quase 50 anos juntos e aquela depressão que tudo isso causou nela. Eu, de um jeito tarado, queria que ela continuasse me contando e até me imaginei fazendo as mesmas fodas com ela, imaginando que eu era o cara, mas me segurava e até queria fazer umas perguntas sobre o que aconteceu, só que meu pau começou a endurecer com um relato tão amargo, mas muito excitante. Retomo o relato, ela me dizendo que aquela vez que foi na casa do Jonathan foi a última vez que o viu, porque quando ele ligava, ela se fazia de desentendida ou dizia que estava ocupadíssima e que não podia ir visitá-lo ou sair. Ela trocou de emprego depois de alguns meses e as coisas começaram a dar certo pra ela, com um bom salário. Decidiu comprar um carro e aprender a dirigir. Pra isso, se inscreveu numa escola de direção famosa, onde conheceu "meu pesadelo". Fui pra minha primeira aula prática e me apresentaram meu instrutor de direção, a pessoa que tinha que me ensinar a dirigir direito. Ele, com um sorriso, era um cara forte, bonito e alto, me encantou, mas não criei expectativa porque ele era casado. Ele começou a me ensinar e me tratava bem, até que numa dessas aulas que a gente fazia longe da escola, ele me beijou de repente e até se jogou em cima de mim. Eu me assustei e repreendi ele, disse que ia denunciar. Ele implorou pra não fazer isso, que tinha duas filhas que dependiam dele e que eu não fizesse essa maldade. Falei pra ele não fazer de novo porque eu não ia vacilar. Ele disse: "Tá bom, mas me entende, porque eu fiquei encantado por você, você é muito gostosa..." As aulas terminaram e, como não aprendi muito bem, pedi pra ele me dar aulas particulares e ele aceitou. Acho que pedi porque comecei a me interessar, ele era muito gostoso pra mim. De novo ele tentou passar dos limites, mas dessa vez não falei nada e até correspondi ao beijo. que me deu e, embora ele fosse casado, começamos um relacionamento. No começo, era só sair, ir ao cinema, passear, e eu comecei a contar tudo o que tinha acontecido na minha vida, especialmente sobre o cara por quem me apaixonei e sobre o Jonathan, embora não tenha dito que a gente tinha transado. Um dia, ele foi me ver em casa, mas nunca quis entrar, só me esperava no parque a umas quadras dali, exatamente no mesmo parque onde ele estava me contando tudo. Até então, eu achava que ela tinha passado por coisas muito pesadas, mas o que ela me disse depois me deixou pasma e com uma vontade de fazer o mesmo com ela, exatamente como ela estava me contando. Bom, continuando com ele: ele me pegou no carro da autoescola onde a gente se conheceu e, sem dizer nada, me levou pra um hotel daqueles de beira de estrada, nada caro nem luxuoso. Subimos pra um quarto, entramos, e eu, muito nervosa por causa da minha experiência anterior, já imaginava de novo um pau grande e grosso dentro de mim, embora o dono parecesse ser de outra opinião. A gente se beijava e, de repente, ele fez eu tocar no pau dele. Tava duro, mas não era nem metade do que eu tinha visto e experimentado. Eu me assustei ou me surpreendi, não lembro direito, mas ele perguntou o que eu tinha, e eu falei que nada, e continuei me despindo e ele se despindo também. Ele me penetrou, mas não teve nada de especial. Eu ainda tava com aquelas lembranças do Jonathan e acho que não conseguia aproveitar por causa disso. Depois que ele gozou, ele disse que se sentiu meio decepcionado porque eu não era virgem, e foi aí que, no resto do tempo, eu contei pra ele sobre o Jonathan, exatamente como ele tinha me contado antes. E ele disse que ia me ajudar a esquecer tudo aquilo. A gente saiu e ele me levou de volta pra minha casa, quer dizer, pro parque. Ficamos saindo assim, e de vez em quando íamos pra algum hotel. Todas essas vezes foram normais, sem nada de especial nele, mas ele era gentil e bonito, e isso já bastava pra mim. Um dia, num hotel, ele pediu pra eu sentar no pau dele. Eu aceitei, depois de ter feito sexo oral nele por uns 15 minutos, quando ele não... Ele enfiou não pela minha buceta, mas pelo meu cu. Era a primeira vez que eu experimentava aquilo, e como o pau dele não era tão grande nem grosso, não doeu e eu até senti um certo prazer. Mas como não falei nada e ele até percebeu o tesão que eu senti, virou costume dele fazer por trás. Claro, ele era bem cuidadoso e carinhoso, mas eu não tava gostando muito daquilo, só que também não dizia pra ele parar. Um dia, no meu carro, fomos pra praia e levamos uma barraca daquelas tipo tenda. Lá, ele quis transar, e foi a primeira vez que ele fez de um jeito bruto, meio desesperado, como se quisesse me machucar ou me fazer reclamar. Ele até enfiou os dedos na minha pussy, mas aqueles dedos cheios de areia arranhavam e doíam pra caralho. Ele gozou, e voltamos pra casa sem nem tomar banho.

Em várias outras vezes, a gente usava meu carro pra dar uns escapes, e ele, dentro do meu próprio carro, queria que eu fizesse sexo oral nele, ou como ele chamava, chupar pica. Tudo começou a ser só sexo ou trepar, como ele dizia, e em lugares públicos, não mais em hotel. Cada dia mudava mais, e eu aceitava aquilo tudo… Até o dia em que aconteceu algo que me arrependo muito. Eu tava no meu trabalho esperando ele, porque ele disse que tava com uns amigos no meu carro tomando umas cervejas e que já passava pra me pegar. Quando chegou, tava com um amigo dele e, sem hesitar, quase gritando, falou que queria ficar comigo… Eu disse que tudo bem, a gente podia ir pra um hotel, mas ele respondeu que fosse pra um longe do centro e que também ia transar com o amigo dele. Eu recusei, mas ele insistiu de um jeito intimidador e me forçou a ir com os dois… Quando chegamos no hotel, eu tava apavorada, e o amigo dele foi pro banheiro do quarto enquanto ele me despia e vendava meus olhos, dizendo que era pra eu não sentir vergonha. O amigo dele saiu do banheiro, e eu, de olhos vendados, não sabia quem tava na minha frente e quem tava atrás… Só me Ajoelhei quando enfiaram os paus duros na minha boca… eles estavam empolgados com o que eu imaginei que a gente fosse passar muitas horas no hotel e que eu não fosse me divertir tanto… Eles praticamente me estupraram… Enfiaram os cacos deles ao mesmo tempo, um na frente, o outro no cu, e se revezavam fazendo isso… Mas o amigo dele tinha um pau grande e grosso… Esse pau abria minha buceta de um jeito e destruía meu cu… Eu pedia pra eles pararem, mas nada, eles achavam que eu queria mais e mais, e até me aplaudiam, dizendo que eu era uma puta aguentadora… Eles tiraram tudo o que tinham, e eu aguentando tanta porra dentro e fora de mim… A gente tomou banho e foi embora com a promessa que me fizeram de voltar a fazer aquilo bem rápido… Ela fez uma pausa na história quando eu, de tanto que tinha ouvido, imaginei tudo aquilo e minha excitação era tanta que eu queria fazer o mesmo… Porque não sei, só queria fazer exatamente o que estava ouvindo que aqueles caras fizeram com ela. Passou pela minha cabeça uma proposta que eu falei pra ela enquanto ela se armava de coragem pra continuar contando todas as experiências dela com aqueles caras… Depois de respirar fundo, ela continuou a história, e na minha mente seguia a ideia que eu queria propor pra ela fazer… Ela continuou contando que, depois de alguns dias daquele trio, apareceu de novo o cara com outro amigo diferente do que ela conheceu e que tinha estado naquele quarto de hotel. Esse era um senhor de idade, mas mais sádico que um jovem. Me levaram enganada pra um hotel e de novo tudo começou, só que quem iniciou tudo foi o velho depravado, o mesmo que não saía da minha buceta, só chupava e chupava, babava como um desesperado, me colocava de quatro e passava a língua por todo o meu corpo e minhas partes íntimas… Tirou o pau dele, que eu pensei que estivesse mole e caído, mas estava duro como uma alavanca de carro. Acho que esse senhor tinha tomado alguma coisa, mas sem perguntar, molhou meu cu com a língua e enfiou de uma vez só o cacete dele no meu cu. Eu gritei Um grito de dor e aquele cara tapou minha boca enquanto o velho se satisfazia comigo. Ele tirou o pau e, enquanto o velho me comia pelo cu, ele enfiou o pau na minha boca pra abafar meus gritos. A dor foi passando conforme o velho cansava, e eles trocaram de posição por isso: ele colocou no meu cu e o velho na minha boca... Gozaram quase juntos. O velho se lavou enquanto eu pensava que aquilo tinha acabado. O velho saiu de novo excitado, se jogou em cima de mim e meteu na minha buceta como um garoto na primeira vez: forte e sem parar. Ele nos olhava enquanto tirava fotos com o celular pra depois me mostrar, dizia. O velho gozou rápido e, muito cansado, foi embora depois de terminar de se lavar. Ele e eu ficamos mais um tempo no hotel enquanto ele me mostrava o vídeo e as fotos que tinha feito. Ficou excitado de novo e pagou pelo meu cu outra vez. Doía, mas eu tratei de não reclamar de jeito nenhum, porque acho que isso deixava ele mais pervertido e, por consequência, me causaria mais dor. Terminou, a gente tomou banho e foi embora, mas ele me fez lembrar que ainda faltavam muitos amigos dele pra fazer isso, e me parabenizou por ser a grande puta que eu sou, complacente e disposta a qualquer merda que fizessem comigo. Refleti um pouco quando cheguei em casa e liguei pra ele pra dizer que não ia mais ficar com nenhum amigo dele... Que me explicasse por que me compartilhava. Ele não gostou, então disse que a gente ia se encontrar no dia seguinte pra conversar sobre isso. Grave erro. A gente se viu, fomos pra um lugar, uma casa onde estava outro amigo dele. Esse era tipo sádico. Primeiro, combinaram as posições que iam fazer e o que iam fazer comigo: quem ia primeiro, quem depois, onde iam gozar e essas coisas. Eu fiquei com muito medo, e ele disse que se eu não aceitasse satisfazer os dois, ele e o amigo, ia ser muito ruim pra mim. Me ameaçou de me largar bem longe, sem dinheiro, na minha sorte. Eu implorei pra ele não fazer isso, que tudo bem, mas que pelo menos não fossem tão brutos comigo. Com um sorriso... Sarcástica, me disseram que estava tudo bem, que iam ser muito carinhosos; me mandaram tirar a roupa e eu tirei, me mandaram chupar as rolas deles e eu chupei, eles me guiaram como se eu fosse uma boneca, e eu só obedecia a vontade deles. Me pediram pra sentar na rola de um deles, enquanto o outro metia por trás. Tava indo, com uma dor suportável, até que eles se animaram e começaram a meter forte. Minha bunda se mexia rápido e meu cu pulsava, tava todo lacerado porque em menos de 10 dias eu tinha transado muito por ali, mas já tava acostumando. Minha buceta esquentava e soltava fluidos igual louca, comecei a gostar do que a gente tava fazendo, mas eles não ligavam se eu sentia prazer, tapavam minha boca e tentavam morder meus peitos pra doer e eu parar de gemer. Só eles podiam sentir prazer, eu não. Ficamos nessa posição umas 1 hora até que decidiram trocar e se revezar: enquanto um metia no meu cu, o outro na minha boca, depois na minha xereca e de novo na boca, até que consegui fazer eles gozarem. Como tavam muito cansados, fomos embora. Percebi que já não achava tão ruim o que fazia, só precisava pegar o gostinho. Mas quando eu já tava sentindo um pouco de prazer, os amigos dele sumiram e voltamos ao mesmo de antes, só eu e ele. Só que aumentou a frequência, e o tratamento também. Ele ficou violento e começou a ter comportamentos sádicos comigo: me amarrar e simular um estupro, me bater por qualquer coisa que eu fizesse ou dissesse, e comprar pílulas pra manter a ereção só pra tentar me causar dor e prazer ao mesmo tempo. Foram muitos anos assim, e muitas coisas repetidas. Se uma não dava certo, ele repetia até acertar, como quando me amarrou completamente de pés e mãos na cama e me fez gritar com tudo que fez, porque comprou um vibrador grande e meteu no meu cu e na minha xereca. O prazer dele era me fazer doer em algum lugar. Mas com o tempo, e exatamente Quando a esposa dele teve o terceiro filho, eu usei essa desculpa pra dar um tempo, mas ele se recusou e de vez em quando tentava me achar e me levar à força pra transar com ele, sem sucesso, até aquela vez que ele entrou no meu escritório e não tinha ninguém pra me ajudar, e ele me violentou em cima da minha mesa, praticamente arrebentou minha buceta. Me senti culpada por aquele dia, mas ela me disse que depois que eu a perdoei e ela se agarrou a mim, ele nunca mais apareceu, com medo de encarar a minha cara.

Tudo isso que ela me contou, ela disse que a libertou de tudo que sentia e que não queria que eu pensasse mal dela, ou pior, que ela era uma puta depravada, viciada em pau grande e em dar o cu. E era essa frase que eu esperava pra fazer minha proposta: eu olhei pra ela e falei que não pensava nada de mal, pelo contrário, achava que ela foi muito corajosa, mas que eu queria tentar apagar essas coisas que aconteceram com ela quando estava com esses caras. E como se eu fosse um psicólogo, ela ia esquecer tudo que passou, e que na próxima vez que a gente estivesse junto, em qualquer lugar, ela deveria contar a história de novo, enquanto eu tentava repetir as posições, do mesmo jeito e com os mesmos detalhes, pra fazer ela sentir o prazer que não sentiu. Aí ela, meio hesitante, disse: S-S-SIM. E os detalhes eu conto outra hora!!!!!!!

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