Fala aí, seus poringa boys leitores, espero que estejam curtindo a leitura. Espero que a espera não tenha sido muito longa, mas é, tem outras coisas que roubam meu tempo.
Pra quem acabou de chegar nessa história, vou deixar os links pra vocês saberem como isso começou:
Parte 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/2467829/Dos-placeres-mezclados-son-mejor-que-uno---1era-Parte.htmlParte 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/2470492/Dos-placeres-mezclados-son-mejor-que-uno---2da-Parte.htmlParte 3:http://www.poringa.net/posts/relatos/2473646/Dos-placeres-mezclados-son-mejor-que-uno---3era-Parte.htmlAgora sim, vamos para a quarta parte dessa história:.
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Depois de ler a mensagem, Pablo ficou pensando se devia responder na hora.
- Já foi, que se foda e agora espera. - Exclamou em voz alta, largando o celular no criado-mudo e desligando pra ninguém atrapalhar o sono dele. Com certeza a Gaby ia ficar impaciente, e era isso que era melhor.
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Gaby passou a manhã inteira e parte da tarde esperando a tão esperada resposta do Pablo, que parecia que nunca ia chegar. Já tava quase mandando outra mensagem, mas não queria parecer desesperada.
O maior problema durante essas horas foi ter que aguentar os avanços constantes do marido pra transar de novo. Insinuações, indiretas, passadas de mão na bunda, ela já tava cansada do marido ficar tão chato e começava a crescer a vontade de mandar umas porradas pra ele parar de encher o saco.
- Chega, para com isso. Espera até a noite e aí sim, ok? - Disse a Gaby, na intenção de acalmar um pouco o marido.
- Mas eu quero agora... - Insistia, acariciando a cintura dela e também a bunda.
- Sim, mas agora não dá, tem gente em casa e não vou fazer um show na frente de todo mundo. - Gaby sabia que tava sendo bem hipócrita ao falar aquilo, por isso deu um sorriso irônico.
- Ah, mas você quer, né? - Perguntou o Héctor, que parecia decidido a comer a mulher dele na bancada da cozinha.
- Epaaaaaaaa! - Ouviu-se o grito atrás deles. - Vamos, galera, pra isso que inventaram os motéis.
O casal deu um pulo enquanto se virava pra ver a Camila, a filha mais nova da família. Da altura da mãe, e um corpo quase de modelo, além de uns olhos verdes herdados do pai, era a coisa mais parecida com um anjinho. Mas se levar em conta a roupa que tava vestindo, era um anjo bem sexual.
Sainha curta, regata que deixava à mostra tanto o piercing no umbigo quanto o lindo decote que se abria pra mostrar um belo par de peitos. A isso tinha que somar uma juba ondulada ruiva que batia na cintura, e definitivamente ficava claro que era uma deusa em todos os sentidos.
— E aí? Tão me encarando por quê? — Perguntou a jovem. — Por acaso vocês esqueceram que eu também moro nesta casa. — Completou, mudando de postura.
— É, quando te convém. — Brincou o pai. — Bem que você passa o dia todo na casa do teu namorado.
— Bom, ele não reclama e a família dele também não. — Respondeu Camila.
— Isso é problema deles. — Interveio a mãe.
— Se eles não reclamam, não vejo por que vocês teriam que fazer isso. — O tom de Camila mudou para um mais agressivo ao se dirigir à mãe.
— Chega, meninas. — Héctor levantou a voz pra evitar uma briga.
Antes que qualquer uma das duas mulheres pudesse falar mais alguma coisa, o celular de Gaby tocou, indicando que ela tinha recebido uma mensagem de texto.
Camila aproveitou o momento de calma e sumiu rapidamente pro quarto dela. Héctor, enquanto isso, vendo que a esposa não tava de bom humor e tava com o olho grudado no celular, decidiu ir pra sala pra ninguém encher o saco dele.
A mensagem que Gaby recebeu era de um número desconhecido e não dizia quem tinha mandado, mas pelo conteúdo, não precisava ser adivinho pra saber de onde vinha, e ela já salvou o número na hora.
"Então você gostou de ver a cara da Laurinha cheia da minha porra?"
Gaby não conseguiu segurar, uma gargalhada escapou da boca dela.
— Quem era, amor? — A voz do marido veio da sala.
— Nada, era uma besteira que a Laura mandou.
"Você é um cara atrevido! Como você vai fazer isso com a Laura?"
Uma nova mensagem chegou, mas dessa vez pelo WhatsApp.
"Ela não reclamou de nada" — A mensagem era do Pablito. Gaby ficou uns segundos olhando a foto de perfil, morrendo de vontade de finalmente dar uma chance pra esse cara.
"Mais ainda, você não viu o sorriso que ela tava? pra mim ela adorou a foda que eu dei nela"
Gaby sentia que de Pouco a pouco ela estava ficando excitada, dava até pra notar como ela estava se molhando. Sem se segurar muito, procurou o vídeo que a Laura tinha mandado, abaixando o volume ao mínimo pra ninguém mais ouvir as vozes além dela.
Ver a amiga se comportando tão puta não fez nada além de levar a excitação dela a um novo nível. Ela se lambia só de pensar em receber uma gozada igual à que a amiga tinha levado na cara. Mas não queria se entregar pro Pablo, senão ele ia abusar. Queria ser ela a ditar as regras do jogo.
"não sei, ela tava bem bebada quando foram embora" Mandou a Gaby, mas a resposta do Pablo não demorou.
"por que vc não pergunta pra ela então? conversa e depois me conta se to te enrolando ou não"
"fala sério, seu metido"
"metido fica meu pau de pensar em vc, deusa, me avisa quando tiver falado com sua amiguinha".
Assim que mandou essa última mensagem pra Gaby, Pablo decidiu usar a Laura pra alcançar o objetivo. Se a Gaby ia falar com a amiga, era melhor refrescar a memória dela pra ele ficar bem na fita com a coroa que durante tanto tempo alimentou as fantasias sexuais dele.
"oi putinha, curtiu ontem à noite?" mandou a mensagem pra Laura.
"oi filho da puta, curti pra caralho!!!"
Pronto, Pablo já sabia como era o jogo, era hora de aproveitar o momento.
"com vontade de dar mais uma gozada na novinha
tá pronta pra uma boa revanche?"
"vem AGORA!!!"
Sem esperar mais nenhuma instrução, Pablo saiu direto pra casa da Laura o mais rápido possível.
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Gaby já tava há um tempão tentando encontrar a amiga Laura, mas por algum motivo ela não respondia as mensagens nem atendia o telefone.
- Cadê que essa gostosa se meteu? - Perguntava em voz alta, enquanto continuava insistindo pra conseguir falar com ela, deitada na cama, aproveitando o momento de solidão que tinha tomado conta da casa, já que o marido tinha saído pra fazer umas compras e a filha tinha ido visitar uma amiga.
Finalmente o WhatsApp trouxe uma resposta pra ela:
"oi! to aqui"
"onde você se meteu?"
"ah, é que apareceu uma visita"
"já foi embora"
"ainda não, mas posso falar... te ligo?"
"fala"
Depois de 15 segundos, o celular de Gaby tocou, indicando que alguém tava ligando pra ela. Ansiosa pra falar com Laura, atendeu o telefone.
- Oi. Cadê você?
- Oi Gaby! Tô por aqui, bem acompanhada. - Respondeu Laura, soltando uma risadinha.
- Com quem você tá? - A curiosidade tomou conta de Gaby na hora. - Não bastou o de ontem?
- Mmmmmmmmmm... - Laura respondeu com um gemidinho que já anunciava prazer. - Não, pra nenhum de nós dois bastou.
- Como assim nenhum de nós dois? - Gaby ficou de boca aberta. - Cê tá com o Pablo?
Laura soltou outro gemido antes de responder:
- Ai siiiiii... você não sabe como esse cara chupa a buceta! Vai bebê! Asiiiiiiiiiii.... ai meu deus!
Gaby não sabia o que dizer, o cérebro dela parecia ter travado. Não era possível que a amiga tivesse tido a brilhante ideia de ligar pra ela enquanto transava. Enquanto tentava entender como diabos tinha se metido numa situação daquelas, ouviu a voz do Pablo pelo telefone, mas não conseguiu entender o que ele tava dizendo.
- Mmmmmm... oi Gaby. - A voz do Pablo saiu forte e clara, como se tivessem ligado o viva-voz do celular.
- Que porra vocês tão fazendo? - A coroa não sabia o que mais dizer.
- Agora mesmo, nada. Mas desculpa a sua amiga aí não responder, ela tá com a boca ocupada. Se é que você me entende. - Gaby quase conseguia ver o sorriso de metido que o Pablo devia estar dando. - Ah, que filha da puta que você é! Como você gosta!
- É que sua pica me deixa louca. - A voz da Laura se fez ouvir.
- Mas que porra de ideia foi essa de me ligar agora? - Gaby não entendia nada, os pensamentos se atropelavam na cabeça dela, mas apesar de toda a confusão, não conseguiu evitar começar a se sentir excitada.
- Você Você queria saber se eu tava te enrolando, né? - Respondeu Pablo. - Então, aqui está sua resposta.
- Ai bebeeeeee... - A voz de Laura voltou a aparecer enquanto dava pra ouvir claramente o barulho do corpo da amiga batendo a cada estocada de Pablo.
Nos minutos seguintes, Gaby não conseguiu entender muito além de gemidos, gritos de prazer e variações de "que delícia que você me come!".
- Ai Gabyyyy... você não sabe... o que tá perdendo... aaaaaaaaah... me faz gozar de novo, pelo amor!
Gaby não conseguiu evitar, se sentiu envolvida, ouvindo os gemidos da amiga, imaginando a foda que ela tava levando... tirou a calça o mais rápido que pôde sem largar o telefone e começou a se tocar na buceta, que tava tão molhada que Gaby se surpreendeu de não ter percebido antes.
- Você gosta, vagabunda? Gosta de como esse cara te fode?
- Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii... não para, filho da puta! Me comeeeeeeeeeeeeeee! - Ao terminar a frase, Laura soltou um grito como se tivesse sido esfaqueada, fazendo Gaby se desesperar pensando que tinha acontecido algo ruim.
- Lau! O que houve? - Mas só dava pra ouvir ofegos e a respiração pesada da amiga.
- Você não faz... ideia... do orgasmo... que acabei de ter... - Foi tudo que Laura conseguiu dizer.
- Você gostou do que ouviu, né Gaby? - A voz de Pablo soou mais clara e próxima: ele tinha desligado o viva-voz.
- Vocês são uns atrevidos de merda. - Respondeu, tentando não entregar a excitação.
- Até que sim, mas você também, por isso não desligou a chamada. - Uma risada soou ao fundo, Laura se divertindo às custas dela.
Diante da falta de resposta de Gaby, Pablo insistiu:
- Gostou ou não?
- Não, pra ser sincera, não.
- Você mente muito mal, Gaby. - Zombou o jovem. - Bom, vou desligar. É hora de fazer a bundinha da sua amiga. Ela tem uma raba gostosa, a putinha.
Gaby ficou surpresa com o jeito que Pablo tratava a amiga, mas O mais surpreendente era que ela não tinha ouvido nenhuma reclamação da parte da Laura. Finalmente, Pablo acrescentou em voz baixa, tentando que ninguém além da Gaby ouvisse:
- Isso sim, mas não tão bonito quanto o seu. Você não sabe a vontade que eu tenho de te comer.
- Ah, é? Você gosta muito? - Gaby não conseguia acreditar que ela mesma tinha acabado de dizer aquilo, era como se outra pessoa tivesse usado a boca dela para falar no lugar.
- Adoro! - Exclamou Pablo. - Aposto que você tá se tocando. Vou te deixar em paz, dedica uma pra mim como as tantas que eu dediquei pra você.
E antes que Gaby pudesse responder, ouviu-se o tom do telefone, indicando que a ligação tinha sido encerrada.
A cabeça dela estava a mil, o que tinha acabado de acontecer era irreal, algo que só acontecia em fantasias ou histórias de gente famosa por inventar relatos sexuais que na vida real nunca tinham vivido. A excitação que aquela situação tinha despertado nela era inacreditável.
Sem pensar mais, ela terminou de tirar a tanga, que já estava completamente encharcada, e enfiou um dos dedos bem fundo na sua buceta, enquanto com a outra mão acariciava o clitóris, se estimulando cada vez mais.
O dedo dela entrava e saía o mais rápido possível, tentando se enfiar tão fundo quanto a sua buceta permitia. Ela estava solta e precisava de um orgasmo urgentemente, então adicionou outro dedo ao que já estava usando para se masturbar.
Sabendo que ninguém podia ouvi-la em casa, ela aproveitou para dar vazão aos seus gemidos, que tinha lutado para conter enquanto se tocava ao ouvir os sons de prazer que a Laura tinha emitido.
Ela apertou o clitóris, acariciou, moveu aquela mão para os seios e apertou os mamilos, levou a mão até a boca e molhou a ponta dos dedos para depois voltar a brincar com os seios.
- Vai, me come! - Era o pedido que Gaby fazia em voz alta. - Isso, assim, me dá essa cock linda que você tem...
Finalmente, depois de vários minutos e alguns orgasmos no meio, Gaby Sentiu como se uma corrente elétrica percorresse seu corpo, resultando num orgasmo fenomenal que, assim que tirou os dedos, espirrou uma boa parte do colchão da cama de casal.
Sua respiração estava ofegante e seu coração batia desesperadamente, como se tivesse corrido uma prova de resistência. Quando conseguiu se acalmar, percebeu que era a segunda vez que gozava tão forte se masturbando, e ambas tinham acontecido pensando no Pablo.
Sorrindo alegremente, fez um esforço para se levantar e trocar o colchão, não estava a fim de dar explicações pro marido. Era melhor inventar uma mancha de café do que ter que explicar por que tinha se masturbado — a mente fechada do marido não costumava tolerar que ela se tocasse, a não ser que fosse na frente dele.
No entanto, ao sair do quarto, teve uma ideia que podia ser vantajosa pra ela. Pegou o colchão, acendeu as luzes do quarto e colocou o colchão de novo na cama. Depois pegou o celular, tirou uma foto da mancha que tinha deixado com a gozada, abriu o WhatsApp e mandou a foto pro Pablo.
— Agora vamos ver quem fica com vontade. — Falou em voz alta, sem perceber que tinha caído exatamente onde Pablo queria: desesperada pra transar com ele.Beleza pessoal, espero que vocês tenham curtido essa parte da história. Vou tentar ter a continuação pronta o mais rápido possível.
Quem puder e tiver vontade, deixa aí nos comentários pra saber se vocês tão gostando ou se têm alguma ideia de como a história devia continuar.
Falou!
Pra quem acabou de chegar nessa história, vou deixar os links pra vocês saberem como isso começou:
Parte 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/2467829/Dos-placeres-mezclados-son-mejor-que-uno---1era-Parte.htmlParte 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/2470492/Dos-placeres-mezclados-son-mejor-que-uno---2da-Parte.htmlParte 3:http://www.poringa.net/posts/relatos/2473646/Dos-placeres-mezclados-son-mejor-que-uno---3era-Parte.htmlAgora sim, vamos para a quarta parte dessa história:.
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Depois de ler a mensagem, Pablo ficou pensando se devia responder na hora.
- Já foi, que se foda e agora espera. - Exclamou em voz alta, largando o celular no criado-mudo e desligando pra ninguém atrapalhar o sono dele. Com certeza a Gaby ia ficar impaciente, e era isso que era melhor.
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Gaby passou a manhã inteira e parte da tarde esperando a tão esperada resposta do Pablo, que parecia que nunca ia chegar. Já tava quase mandando outra mensagem, mas não queria parecer desesperada.
O maior problema durante essas horas foi ter que aguentar os avanços constantes do marido pra transar de novo. Insinuações, indiretas, passadas de mão na bunda, ela já tava cansada do marido ficar tão chato e começava a crescer a vontade de mandar umas porradas pra ele parar de encher o saco.
- Chega, para com isso. Espera até a noite e aí sim, ok? - Disse a Gaby, na intenção de acalmar um pouco o marido.
- Mas eu quero agora... - Insistia, acariciando a cintura dela e também a bunda.
- Sim, mas agora não dá, tem gente em casa e não vou fazer um show na frente de todo mundo. - Gaby sabia que tava sendo bem hipócrita ao falar aquilo, por isso deu um sorriso irônico.
- Ah, mas você quer, né? - Perguntou o Héctor, que parecia decidido a comer a mulher dele na bancada da cozinha.
- Epaaaaaaaa! - Ouviu-se o grito atrás deles. - Vamos, galera, pra isso que inventaram os motéis.
O casal deu um pulo enquanto se virava pra ver a Camila, a filha mais nova da família. Da altura da mãe, e um corpo quase de modelo, além de uns olhos verdes herdados do pai, era a coisa mais parecida com um anjinho. Mas se levar em conta a roupa que tava vestindo, era um anjo bem sexual.
Sainha curta, regata que deixava à mostra tanto o piercing no umbigo quanto o lindo decote que se abria pra mostrar um belo par de peitos. A isso tinha que somar uma juba ondulada ruiva que batia na cintura, e definitivamente ficava claro que era uma deusa em todos os sentidos.
— E aí? Tão me encarando por quê? — Perguntou a jovem. — Por acaso vocês esqueceram que eu também moro nesta casa. — Completou, mudando de postura.
— É, quando te convém. — Brincou o pai. — Bem que você passa o dia todo na casa do teu namorado.
— Bom, ele não reclama e a família dele também não. — Respondeu Camila.
— Isso é problema deles. — Interveio a mãe.
— Se eles não reclamam, não vejo por que vocês teriam que fazer isso. — O tom de Camila mudou para um mais agressivo ao se dirigir à mãe.
— Chega, meninas. — Héctor levantou a voz pra evitar uma briga.
Antes que qualquer uma das duas mulheres pudesse falar mais alguma coisa, o celular de Gaby tocou, indicando que ela tinha recebido uma mensagem de texto.
Camila aproveitou o momento de calma e sumiu rapidamente pro quarto dela. Héctor, enquanto isso, vendo que a esposa não tava de bom humor e tava com o olho grudado no celular, decidiu ir pra sala pra ninguém encher o saco dele.
A mensagem que Gaby recebeu era de um número desconhecido e não dizia quem tinha mandado, mas pelo conteúdo, não precisava ser adivinho pra saber de onde vinha, e ela já salvou o número na hora.
"Então você gostou de ver a cara da Laurinha cheia da minha porra?"
Gaby não conseguiu segurar, uma gargalhada escapou da boca dela.
— Quem era, amor? — A voz do marido veio da sala.
— Nada, era uma besteira que a Laura mandou.
"Você é um cara atrevido! Como você vai fazer isso com a Laura?"
Uma nova mensagem chegou, mas dessa vez pelo WhatsApp.
"Ela não reclamou de nada" — A mensagem era do Pablito. Gaby ficou uns segundos olhando a foto de perfil, morrendo de vontade de finalmente dar uma chance pra esse cara.
"Mais ainda, você não viu o sorriso que ela tava? pra mim ela adorou a foda que eu dei nela"
Gaby sentia que de Pouco a pouco ela estava ficando excitada, dava até pra notar como ela estava se molhando. Sem se segurar muito, procurou o vídeo que a Laura tinha mandado, abaixando o volume ao mínimo pra ninguém mais ouvir as vozes além dela.
Ver a amiga se comportando tão puta não fez nada além de levar a excitação dela a um novo nível. Ela se lambia só de pensar em receber uma gozada igual à que a amiga tinha levado na cara. Mas não queria se entregar pro Pablo, senão ele ia abusar. Queria ser ela a ditar as regras do jogo.
"não sei, ela tava bem bebada quando foram embora" Mandou a Gaby, mas a resposta do Pablo não demorou.
"por que vc não pergunta pra ela então? conversa e depois me conta se to te enrolando ou não"
"fala sério, seu metido"
"metido fica meu pau de pensar em vc, deusa, me avisa quando tiver falado com sua amiguinha".
Assim que mandou essa última mensagem pra Gaby, Pablo decidiu usar a Laura pra alcançar o objetivo. Se a Gaby ia falar com a amiga, era melhor refrescar a memória dela pra ele ficar bem na fita com a coroa que durante tanto tempo alimentou as fantasias sexuais dele.
"oi putinha, curtiu ontem à noite?" mandou a mensagem pra Laura.
"oi filho da puta, curti pra caralho!!!"
Pronto, Pablo já sabia como era o jogo, era hora de aproveitar o momento.
"com vontade de dar mais uma gozada na novinha
tá pronta pra uma boa revanche?"
"vem AGORA!!!"
Sem esperar mais nenhuma instrução, Pablo saiu direto pra casa da Laura o mais rápido possível.
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Gaby já tava há um tempão tentando encontrar a amiga Laura, mas por algum motivo ela não respondia as mensagens nem atendia o telefone.
- Cadê que essa gostosa se meteu? - Perguntava em voz alta, enquanto continuava insistindo pra conseguir falar com ela, deitada na cama, aproveitando o momento de solidão que tinha tomado conta da casa, já que o marido tinha saído pra fazer umas compras e a filha tinha ido visitar uma amiga.
Finalmente o WhatsApp trouxe uma resposta pra ela:
"oi! to aqui"
"onde você se meteu?"
"ah, é que apareceu uma visita"
"já foi embora"
"ainda não, mas posso falar... te ligo?"
"fala"
Depois de 15 segundos, o celular de Gaby tocou, indicando que alguém tava ligando pra ela. Ansiosa pra falar com Laura, atendeu o telefone.
- Oi. Cadê você?
- Oi Gaby! Tô por aqui, bem acompanhada. - Respondeu Laura, soltando uma risadinha.
- Com quem você tá? - A curiosidade tomou conta de Gaby na hora. - Não bastou o de ontem?
- Mmmmmmmmmm... - Laura respondeu com um gemidinho que já anunciava prazer. - Não, pra nenhum de nós dois bastou.
- Como assim nenhum de nós dois? - Gaby ficou de boca aberta. - Cê tá com o Pablo?
Laura soltou outro gemido antes de responder:
- Ai siiiiii... você não sabe como esse cara chupa a buceta! Vai bebê! Asiiiiiiiiiii.... ai meu deus!
Gaby não sabia o que dizer, o cérebro dela parecia ter travado. Não era possível que a amiga tivesse tido a brilhante ideia de ligar pra ela enquanto transava. Enquanto tentava entender como diabos tinha se metido numa situação daquelas, ouviu a voz do Pablo pelo telefone, mas não conseguiu entender o que ele tava dizendo.
- Mmmmmm... oi Gaby. - A voz do Pablo saiu forte e clara, como se tivessem ligado o viva-voz do celular.
- Que porra vocês tão fazendo? - A coroa não sabia o que mais dizer.
- Agora mesmo, nada. Mas desculpa a sua amiga aí não responder, ela tá com a boca ocupada. Se é que você me entende. - Gaby quase conseguia ver o sorriso de metido que o Pablo devia estar dando. - Ah, que filha da puta que você é! Como você gosta!
- É que sua pica me deixa louca. - A voz da Laura se fez ouvir.
- Mas que porra de ideia foi essa de me ligar agora? - Gaby não entendia nada, os pensamentos se atropelavam na cabeça dela, mas apesar de toda a confusão, não conseguiu evitar começar a se sentir excitada.
- Você Você queria saber se eu tava te enrolando, né? - Respondeu Pablo. - Então, aqui está sua resposta.
- Ai bebeeeeee... - A voz de Laura voltou a aparecer enquanto dava pra ouvir claramente o barulho do corpo da amiga batendo a cada estocada de Pablo.
Nos minutos seguintes, Gaby não conseguiu entender muito além de gemidos, gritos de prazer e variações de "que delícia que você me come!".
- Ai Gabyyyy... você não sabe... o que tá perdendo... aaaaaaaaah... me faz gozar de novo, pelo amor!
Gaby não conseguiu evitar, se sentiu envolvida, ouvindo os gemidos da amiga, imaginando a foda que ela tava levando... tirou a calça o mais rápido que pôde sem largar o telefone e começou a se tocar na buceta, que tava tão molhada que Gaby se surpreendeu de não ter percebido antes.
- Você gosta, vagabunda? Gosta de como esse cara te fode?
- Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii... não para, filho da puta! Me comeeeeeeeeeeeeeee! - Ao terminar a frase, Laura soltou um grito como se tivesse sido esfaqueada, fazendo Gaby se desesperar pensando que tinha acontecido algo ruim.
- Lau! O que houve? - Mas só dava pra ouvir ofegos e a respiração pesada da amiga.
- Você não faz... ideia... do orgasmo... que acabei de ter... - Foi tudo que Laura conseguiu dizer.
- Você gostou do que ouviu, né Gaby? - A voz de Pablo soou mais clara e próxima: ele tinha desligado o viva-voz.
- Vocês são uns atrevidos de merda. - Respondeu, tentando não entregar a excitação.
- Até que sim, mas você também, por isso não desligou a chamada. - Uma risada soou ao fundo, Laura se divertindo às custas dela.
Diante da falta de resposta de Gaby, Pablo insistiu:
- Gostou ou não?
- Não, pra ser sincera, não.
- Você mente muito mal, Gaby. - Zombou o jovem. - Bom, vou desligar. É hora de fazer a bundinha da sua amiga. Ela tem uma raba gostosa, a putinha.
Gaby ficou surpresa com o jeito que Pablo tratava a amiga, mas O mais surpreendente era que ela não tinha ouvido nenhuma reclamação da parte da Laura. Finalmente, Pablo acrescentou em voz baixa, tentando que ninguém além da Gaby ouvisse:
- Isso sim, mas não tão bonito quanto o seu. Você não sabe a vontade que eu tenho de te comer.
- Ah, é? Você gosta muito? - Gaby não conseguia acreditar que ela mesma tinha acabado de dizer aquilo, era como se outra pessoa tivesse usado a boca dela para falar no lugar.
- Adoro! - Exclamou Pablo. - Aposto que você tá se tocando. Vou te deixar em paz, dedica uma pra mim como as tantas que eu dediquei pra você.
E antes que Gaby pudesse responder, ouviu-se o tom do telefone, indicando que a ligação tinha sido encerrada.
A cabeça dela estava a mil, o que tinha acabado de acontecer era irreal, algo que só acontecia em fantasias ou histórias de gente famosa por inventar relatos sexuais que na vida real nunca tinham vivido. A excitação que aquela situação tinha despertado nela era inacreditável.
Sem pensar mais, ela terminou de tirar a tanga, que já estava completamente encharcada, e enfiou um dos dedos bem fundo na sua buceta, enquanto com a outra mão acariciava o clitóris, se estimulando cada vez mais.
O dedo dela entrava e saía o mais rápido possível, tentando se enfiar tão fundo quanto a sua buceta permitia. Ela estava solta e precisava de um orgasmo urgentemente, então adicionou outro dedo ao que já estava usando para se masturbar.
Sabendo que ninguém podia ouvi-la em casa, ela aproveitou para dar vazão aos seus gemidos, que tinha lutado para conter enquanto se tocava ao ouvir os sons de prazer que a Laura tinha emitido.
Ela apertou o clitóris, acariciou, moveu aquela mão para os seios e apertou os mamilos, levou a mão até a boca e molhou a ponta dos dedos para depois voltar a brincar com os seios.
- Vai, me come! - Era o pedido que Gaby fazia em voz alta. - Isso, assim, me dá essa cock linda que você tem...
Finalmente, depois de vários minutos e alguns orgasmos no meio, Gaby Sentiu como se uma corrente elétrica percorresse seu corpo, resultando num orgasmo fenomenal que, assim que tirou os dedos, espirrou uma boa parte do colchão da cama de casal.
Sua respiração estava ofegante e seu coração batia desesperadamente, como se tivesse corrido uma prova de resistência. Quando conseguiu se acalmar, percebeu que era a segunda vez que gozava tão forte se masturbando, e ambas tinham acontecido pensando no Pablo.
Sorrindo alegremente, fez um esforço para se levantar e trocar o colchão, não estava a fim de dar explicações pro marido. Era melhor inventar uma mancha de café do que ter que explicar por que tinha se masturbado — a mente fechada do marido não costumava tolerar que ela se tocasse, a não ser que fosse na frente dele.
No entanto, ao sair do quarto, teve uma ideia que podia ser vantajosa pra ela. Pegou o colchão, acendeu as luzes do quarto e colocou o colchão de novo na cama. Depois pegou o celular, tirou uma foto da mancha que tinha deixado com a gozada, abriu o WhatsApp e mandou a foto pro Pablo.
— Agora vamos ver quem fica com vontade. — Falou em voz alta, sem perceber que tinha caído exatamente onde Pablo queria: desesperada pra transar com ele.Beleza pessoal, espero que vocês tenham curtido essa parte da história. Vou tentar ter a continuação pronta o mais rápido possível.
Quem puder e tiver vontade, deixa aí nos comentários pra saber se vocês tão gostando ou se têm alguma ideia de como a história devia continuar.
Falou!
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