Olá, sou da Argentina, meu nome é Miguel, tenho 42 anos e minha esposa se chama Graciela, tem 45. Ela é uma mulher muito gostosa, cabelo castanho claro, olhos castanhos, tem uns peitões enormes, uma bunda não muito grande, mas bem redonda e dura. Tem 1,75m, pesa 62kg, ou seja, é uma delícia. Eu sou moreno, pele clara, tenho 1,84m, peso 90kg, sou bem atlético e trabalho vendendo computadores. Moramos em Buenos Aires, Capital Federal, bairro de Palermo, pra ser mais exato, na rua Agüero e Juncal. Estamos casados há 23 anos, eu tinha 19 e ela 22, temos 3 filhos.
Eu sou muito ativo sexualmente, coisa que ela não é. Tenho muita dificuldade em excitá-la, ela é muito fria. Eu pensei que o problema era eu, então comecei a sair com outras mulheres, a traí-la, e saía com uma amiga dela. Tão ruim amante eu não devia ser, já que ela me ligava toda semana pra eu passar na casa dela, então estava descartado, o problema não era eu. Mas sempre foi assim desde que a conheci. Sempre tive esperança de que ela mudasse, mas isso demoraria muito tempo, e eu desperdicei os melhores anos da minha vida no sexo, tendo esperança de que ela mudasse, mas isso não ia acontecer até uns 6 meses atrás. Quando transávamos, pra tentar incentivá-la, eu dizia que adoraria vê-la com outro homem e tal, mas ela ficava muito brava, dizia que eu era louco, que não a amava e tudo mais. Eu explicava que não tinha nada a ver, que eu a amava e que sexo não tinha nada a ver com amor, que era só sexo, mas não adiantava. O tempo passou, e as relações sexuais duravam de 15 a 20 minutos.
Mas vou parar de encher vocês com isso e passar a contar o relato sexual, que é pra isso que vocês estão aqui. Tudo começou sem pensar, foi uma remota coincidência. Tive que viajar a negócios para a linda cidade de 9 de Julio, na província de Buenos Aires, Argentina. Contei pra Graciela sobre essa viagem, e ela me pediu se podia me acompanhar, já que estaria de folga. Eu disse que sim, que não tinha problema nenhum em ela me acompanhar. Segunda-feira, 22 de julho de 2013. Cheguei na cidade de 9 de Julio e fui direto pro hotel que fica na rodovia nacional 5, no KM 266. O hotel chama El Sueño, é um lugar lindo pra descansar. Parei pra deixar a bagagem e a Graciela, já que eu tinha a primeira reunião umas horas depois. Mostrei o lugar pra ela, falei: "aqui é o restaurante e todas as partes do hotel".
Voltei da reunião umas 21h. Quando entrei no quarto, encontrei ela dormindo, coberta só com um lençol, porque o aquecimento tava muito forte. Entrei sem fazer barulho. Fui tomar banho.
Quando saí, ela tava na mesma posição de quando entrei, nem se mexeu. Deitei do lado dela. Quando levantei o lençol, percebi que ela tava completamente pelada, o que me chamou muito a atenção, porque ela nunca tinha feito algo assim. Mas enfim, o caso é que olhei pra ela e ela tava realmente gostosa. A pica ficou dura na hora. Tentei tocar nos peitos dela, mas no meio do sono ela tirou minha mão. Não quis insistir, porque não queria começar uma briga. Me estiquei na cama e fui dormir. Olhei o relógio, era 23h30.
O quarto tava completamente escuro. Acordei no meio da madrugada porque senti alguém chupando minha pica deliciosamente. Estiquei a mão pra acender a luz, e ela parou de chupar. Senti a voz dela dizendo: "não acende a luz, por favor". Obedeci, e ela continuou com a chupada de pica espetacular que tava me dando. Eu não podia acreditar. Ela segurava minha rola com as duas mãos, esfregava, mamava de um jeito incrível, igual nos filmes pornô. Depois de uns 20 minutos chupando minha pica, falei: "amor, vou gozar, por favor, se afasta". Ela começou a chupar mais forte. Eu não entendia o que tava rolando, e de repente gozei na boca dela, todo meu leite na boca dela, sem nem ver nada, porque a única coisa que dava pra distinguir na escuridão era a silhueta dela. Ela se deitou do meu lado, me abraçou. Falei que queria fazer amor com ela, ela disse que não, que amanhã. Ela dormiu, e eu não saía do meu espanto, tentando entender o que tinha acontecido. Demorei umas duas horas pra conseguir pegar no sono. De manhã, umas 9h, levantei e ela já não estava. Na evitação, fui pro restaurante e encontrei ela lá, tomando café. Ela disse: "Oi, love, não quis te acordar, você parecia tão tranquilo que me deu pena te incomodar." Eu agradeci e falei que fez bem, que dormir um pouco mais me caiu bem. Tomamos café da manhã e nem se tocou no que tinha rolado de noite. Ela perguntou que horas era minha reunião hoje, eu falei que às 19h. Ela disse: "Vou sair pra dar uma volta pela cidade e comprar umas roupas." — Perguntou: "Posso usar o carro?" Eu falei que sim, desde que voltasse uma hora antes das 19h. Ela respondeu: "Beleza, sem problema. Ah, vou usar o cartão de crédito." "Ok", respondi, "sem problema."
Quando voltei da reunião, 22h30, ela estava no quarto vestida de um jeito provocante como nunca tinha visto: saia preta bem transparente, que não deixava nada pra imaginação, dava pra ver tudo, e uma blusa que deixava os ombros quase nus, de um tecido quase metálico, prateado. "Nossa", falei, "você está impressionante." Ela respondeu: "Obrigada, estava te esperando pra gente ir jantar." Falei: "Ok, vou tomar um banho e a gente vai."
Pronto, falei: "Vamos jantar." Ela colocou um casaquinho sobre os ombros e fomos pro restaurante do hotel. Mesmo sendo inverno e fazendo muito frio, esse hotel tem aquecimento até nos corredores, e não precisamos sair ao ar livre pra ir ao restaurante. Quando cruzamos com um casal nos corredores, o cara, uns 25 a 30 anos, ficou olhando pra minha mulher com cara de babão e não teve vergonha de encarar ela na minha frente nem na da própria mulher dele. Eu entrei na onda, sem entender direito o que tava rolando. Uma vez no restaurante, perguntei se ela já aguentava mais e o que tava acontecendo. Ela ficou me olhando com os olhos bem abertos e disse que sabia que eu tava traindo ela com a amiga dela e que ia lutar pra não me perder, e que aproveitou a viagem pra começar. Eu falei que não, que era impressão dela. Ela disse: "Ela mesma me confessou, não adianta. Ela me xinga e diz pra eu não criar problema, que ela me entendia e que superaria isso me dando tudo o que eu pedisse.
Sem me dar tempo de responder, ela falou: "Vê aquele garoto loiro ali?" com a voz trêmula. Eu respondi: "Sim, por quê?"
"É ele quem leva as coisas que você pede pro quarto."
"Ahã", eu disse.
"E eu quero que você me coma, você e ele, os dois juntos, do jeito que eu sei que você gosta."
Fomos quase correndo pro quarto. Quando chegamos lá, ela tira a roupa e fica só com aquela calcinha vermelha espetacular que ficava incrível nela e um sutiã combinando. Ela se joga na cama e me diz: "Chama ele, manda ele trazer um champanhe pro quarto."
Imediatamente, faço o que ela pede. Em menos de um minuto, o garoto já estava lá. Eu digo: "O que eu faço?"
"Deixa ele entrar e manda ele servir o champanhe nos copos."
Deixo ele entrar. Quando o rapaz olha pra cama, vê minha esposa deitada de bruços, com aquele rabo espetacular meio levantado, fingindo ler uma revista apoiada na cama. O cara não conseguia controlar a ereção.
Eu disse: "Pode abrir e servir pra gente nos copos?"
O garoto respondeu, com a voz trêmula: "Sim, claro", sem conseguir desgrudar os olhos daquele rabo.
E eu pergunto: "Tá gostando da minha mulher?"
Ele diz: "Sim, claro, ela é realmente gostosa."
Pergunto: "Quer ver quando eu como ela? E se ela quiser, você pode participar."
O garoto, sem hesitar, respondeu: "Sim, claro."
"Enquanto eu como ela, você pode se masturbar."
Quase sem pensar, o garoto puxou o pau pra fora, de tamanho quase normal, mais pra pequeno.
Eu me desnudo e começo a chupar a buceta da minha mulher, só afastando a calcinha um pouco. Nesse momento, ela diz pro garoto: "Chega mais perto, que vou chupar bem essa pica."
Eu não podia acreditar no que tinha acabado de ouvir. O cara, desesperado, se aproxima da boca dela. Minha mulher enfiou a pica inteira dele na boca de uma vez. O garoto, em duas ou três chupadas, gozou na boca da minha mulher. Mas, pra nosso espanto, ele subiu as calças e, pedindo desculpas, disse: "Preciso ir."
Foi uma completa decepção. Minha mulher... Se levanta, vai pro banheiro, lava o rosto e a boca, volta e me dá uma trepada violenta. Me entrega o cu dela, coisa que nunca tinha feito antes. Gozei três vezes numa noite. Quando terminamos, ela falou: "Fica tranquilo, a gente vai ter muitas outras oportunidades de curtir isso, te prometo." E terminou dizendo: "Te amo." Depois disso, nossa vida mudou muito. No próximo relato, conto como foi nosso segundo ménage, mas sem o moleque escapar. Espero que gostem, porque é a mais pura verdade.
Eu sou muito ativo sexualmente, coisa que ela não é. Tenho muita dificuldade em excitá-la, ela é muito fria. Eu pensei que o problema era eu, então comecei a sair com outras mulheres, a traí-la, e saía com uma amiga dela. Tão ruim amante eu não devia ser, já que ela me ligava toda semana pra eu passar na casa dela, então estava descartado, o problema não era eu. Mas sempre foi assim desde que a conheci. Sempre tive esperança de que ela mudasse, mas isso demoraria muito tempo, e eu desperdicei os melhores anos da minha vida no sexo, tendo esperança de que ela mudasse, mas isso não ia acontecer até uns 6 meses atrás. Quando transávamos, pra tentar incentivá-la, eu dizia que adoraria vê-la com outro homem e tal, mas ela ficava muito brava, dizia que eu era louco, que não a amava e tudo mais. Eu explicava que não tinha nada a ver, que eu a amava e que sexo não tinha nada a ver com amor, que era só sexo, mas não adiantava. O tempo passou, e as relações sexuais duravam de 15 a 20 minutos.
Mas vou parar de encher vocês com isso e passar a contar o relato sexual, que é pra isso que vocês estão aqui. Tudo começou sem pensar, foi uma remota coincidência. Tive que viajar a negócios para a linda cidade de 9 de Julio, na província de Buenos Aires, Argentina. Contei pra Graciela sobre essa viagem, e ela me pediu se podia me acompanhar, já que estaria de folga. Eu disse que sim, que não tinha problema nenhum em ela me acompanhar. Segunda-feira, 22 de julho de 2013. Cheguei na cidade de 9 de Julio e fui direto pro hotel que fica na rodovia nacional 5, no KM 266. O hotel chama El Sueño, é um lugar lindo pra descansar. Parei pra deixar a bagagem e a Graciela, já que eu tinha a primeira reunião umas horas depois. Mostrei o lugar pra ela, falei: "aqui é o restaurante e todas as partes do hotel".
Voltei da reunião umas 21h. Quando entrei no quarto, encontrei ela dormindo, coberta só com um lençol, porque o aquecimento tava muito forte. Entrei sem fazer barulho. Fui tomar banho.
Quando saí, ela tava na mesma posição de quando entrei, nem se mexeu. Deitei do lado dela. Quando levantei o lençol, percebi que ela tava completamente pelada, o que me chamou muito a atenção, porque ela nunca tinha feito algo assim. Mas enfim, o caso é que olhei pra ela e ela tava realmente gostosa. A pica ficou dura na hora. Tentei tocar nos peitos dela, mas no meio do sono ela tirou minha mão. Não quis insistir, porque não queria começar uma briga. Me estiquei na cama e fui dormir. Olhei o relógio, era 23h30.
O quarto tava completamente escuro. Acordei no meio da madrugada porque senti alguém chupando minha pica deliciosamente. Estiquei a mão pra acender a luz, e ela parou de chupar. Senti a voz dela dizendo: "não acende a luz, por favor". Obedeci, e ela continuou com a chupada de pica espetacular que tava me dando. Eu não podia acreditar. Ela segurava minha rola com as duas mãos, esfregava, mamava de um jeito incrível, igual nos filmes pornô. Depois de uns 20 minutos chupando minha pica, falei: "amor, vou gozar, por favor, se afasta". Ela começou a chupar mais forte. Eu não entendia o que tava rolando, e de repente gozei na boca dela, todo meu leite na boca dela, sem nem ver nada, porque a única coisa que dava pra distinguir na escuridão era a silhueta dela. Ela se deitou do meu lado, me abraçou. Falei que queria fazer amor com ela, ela disse que não, que amanhã. Ela dormiu, e eu não saía do meu espanto, tentando entender o que tinha acontecido. Demorei umas duas horas pra conseguir pegar no sono. De manhã, umas 9h, levantei e ela já não estava. Na evitação, fui pro restaurante e encontrei ela lá, tomando café. Ela disse: "Oi, love, não quis te acordar, você parecia tão tranquilo que me deu pena te incomodar." Eu agradeci e falei que fez bem, que dormir um pouco mais me caiu bem. Tomamos café da manhã e nem se tocou no que tinha rolado de noite. Ela perguntou que horas era minha reunião hoje, eu falei que às 19h. Ela disse: "Vou sair pra dar uma volta pela cidade e comprar umas roupas." — Perguntou: "Posso usar o carro?" Eu falei que sim, desde que voltasse uma hora antes das 19h. Ela respondeu: "Beleza, sem problema. Ah, vou usar o cartão de crédito." "Ok", respondi, "sem problema."
Quando voltei da reunião, 22h30, ela estava no quarto vestida de um jeito provocante como nunca tinha visto: saia preta bem transparente, que não deixava nada pra imaginação, dava pra ver tudo, e uma blusa que deixava os ombros quase nus, de um tecido quase metálico, prateado. "Nossa", falei, "você está impressionante." Ela respondeu: "Obrigada, estava te esperando pra gente ir jantar." Falei: "Ok, vou tomar um banho e a gente vai."
Pronto, falei: "Vamos jantar." Ela colocou um casaquinho sobre os ombros e fomos pro restaurante do hotel. Mesmo sendo inverno e fazendo muito frio, esse hotel tem aquecimento até nos corredores, e não precisamos sair ao ar livre pra ir ao restaurante. Quando cruzamos com um casal nos corredores, o cara, uns 25 a 30 anos, ficou olhando pra minha mulher com cara de babão e não teve vergonha de encarar ela na minha frente nem na da própria mulher dele. Eu entrei na onda, sem entender direito o que tava rolando. Uma vez no restaurante, perguntei se ela já aguentava mais e o que tava acontecendo. Ela ficou me olhando com os olhos bem abertos e disse que sabia que eu tava traindo ela com a amiga dela e que ia lutar pra não me perder, e que aproveitou a viagem pra começar. Eu falei que não, que era impressão dela. Ela disse: "Ela mesma me confessou, não adianta. Ela me xinga e diz pra eu não criar problema, que ela me entendia e que superaria isso me dando tudo o que eu pedisse.
Sem me dar tempo de responder, ela falou: "Vê aquele garoto loiro ali?" com a voz trêmula. Eu respondi: "Sim, por quê?"
"É ele quem leva as coisas que você pede pro quarto."
"Ahã", eu disse.
"E eu quero que você me coma, você e ele, os dois juntos, do jeito que eu sei que você gosta."
Fomos quase correndo pro quarto. Quando chegamos lá, ela tira a roupa e fica só com aquela calcinha vermelha espetacular que ficava incrível nela e um sutiã combinando. Ela se joga na cama e me diz: "Chama ele, manda ele trazer um champanhe pro quarto."
Imediatamente, faço o que ela pede. Em menos de um minuto, o garoto já estava lá. Eu digo: "O que eu faço?"
"Deixa ele entrar e manda ele servir o champanhe nos copos."
Deixo ele entrar. Quando o rapaz olha pra cama, vê minha esposa deitada de bruços, com aquele rabo espetacular meio levantado, fingindo ler uma revista apoiada na cama. O cara não conseguia controlar a ereção.
Eu disse: "Pode abrir e servir pra gente nos copos?"
O garoto respondeu, com a voz trêmula: "Sim, claro", sem conseguir desgrudar os olhos daquele rabo.
E eu pergunto: "Tá gostando da minha mulher?"
Ele diz: "Sim, claro, ela é realmente gostosa."
Pergunto: "Quer ver quando eu como ela? E se ela quiser, você pode participar."
O garoto, sem hesitar, respondeu: "Sim, claro."
"Enquanto eu como ela, você pode se masturbar."
Quase sem pensar, o garoto puxou o pau pra fora, de tamanho quase normal, mais pra pequeno.
Eu me desnudo e começo a chupar a buceta da minha mulher, só afastando a calcinha um pouco. Nesse momento, ela diz pro garoto: "Chega mais perto, que vou chupar bem essa pica."
Eu não podia acreditar no que tinha acabado de ouvir. O cara, desesperado, se aproxima da boca dela. Minha mulher enfiou a pica inteira dele na boca de uma vez. O garoto, em duas ou três chupadas, gozou na boca da minha mulher. Mas, pra nosso espanto, ele subiu as calças e, pedindo desculpas, disse: "Preciso ir."
Foi uma completa decepção. Minha mulher... Se levanta, vai pro banheiro, lava o rosto e a boca, volta e me dá uma trepada violenta. Me entrega o cu dela, coisa que nunca tinha feito antes. Gozei três vezes numa noite. Quando terminamos, ela falou: "Fica tranquilo, a gente vai ter muitas outras oportunidades de curtir isso, te prometo." E terminou dizendo: "Te amo." Depois disso, nossa vida mudou muito. No próximo relato, conto como foi nosso segundo ménage, mas sem o moleque escapar. Espero que gostem, porque é a mais pura verdade.
6 comentários - Minha esposa desconhecida