Férias de novo (mais uma volta)!!!

Graças a essa comunidade foda que passa, comenta e dá pontos

Passaram uns dias do encontro com a Romina, quando a Jazmin me encara e pergunta
Jazmin: — Ricky!!! Você fez ou falou alguma coisa pra Carla? —
Eu: — Eu? Por quê? —
Jazmin: — Sei lá, ela não para de falar mal de você, que você é isso, que você é aquilo, que você tá me traindo com outra —
Eu: — Sinceramente, eu achava que a gente se dava bem —
Jazmin: — Bom, vou falar com ela —
Eu: — É, fala com essa idiota, senão eu pego ela e não vai gostar —

Dois dias depois dessa conversa com a Jazmin, fizemos um churrasco à noite, foi até tarde, os caras foram dormir, um por um foi se mandando, ficando só a Romina, a Jazmin, o Pato, meu primo e a Carla. A gente ficou jogando cartas, meu primo e o Pato foram dormir, quando sobrou nós quatro, a Romina foi embora depois de um tempo e a gente continuou conversando com a Carla, mas a Jazmin me diz: — Love, você não fica bravo se eu deitar aqui? — (minha cama, quer dizer, a porcaria daquele colchão inflável onde eu dormia). — Fica tranquila, tudo bem — falei, e fui pra fora fumar um cigarro e meter os pés na piscina. Não deve ter passado meia hora, ou talvez mais, quando apareceu a amiga da Jazmin, a "Carla", e me disse: — A Jazmin tava muito cansada, faz uns 20 minutos que ela dormiu —. Ok, respondi. Ela me olhou e perguntou se podia sentar do meu lado, eu não neguei e fui direto ao assunto.

Eu: — Posso te perguntar se você é muito imbecil ou tão imbecil assim? —
Carla: — Qual é, maluco, que porra é essa?!! —
Eu: — O que você tá falando pra Jazmin? —
Carla: — Eu? Nada, por quê? —
Eu: — Não se faz de sonsa, confessa, porra!! Qual é o seu problema comigo? —
Carla: olha pra todos os lados — Vou te confessar, meu problema é você —
No passo seguinte, ela me beija na boca
Eu: — Qual é, maluca, eu sou o macho da sua melhor amiga —
Carla: — Cara, eu tenho que aturar a Romina e a Jazmin, do jeito que você come elas e como elas gozam com você, já não aguento mais, quero saber seu segredo, me come!! —
(Eu realmente não sabia o que fazer, pensava que era Bastante com a irmã, mas a cabeça que não pensa se deixou levar pela oportunidade, aí fomos. Me joguei nela e comecei a beijar enquanto metia a mão naquelas tetas descomunais, descrevo ela: 1,50m, peitão, devia ter uns 1500 de peito, uns gominhos e uma bunda proeminente, dava pra dar uma volta no rabo tranquilamente, mas não tava nem aí, só queria comer ela. Ela me parou na hora.

Carla: — Para!!!! Aqui dá pra nos verem, vamos pro quincho.

Eu (olhei assombrado): — Não, boluda!!! A Jazmin tá ali.

Carla: — Relaxa, depois que você veio pro quincho, ela tomou valeriana ou algo assim pra dormir, não acorda nem com uma sirene.

Eu: — Já tinha tudo preparado.

Carla: — É que quando quero uma coisa, até conseguir não paro.

Eu: — Eu vim pra fazer essa coisa.

Carla: — Não!! Você vai fazer é tirar essa vontade de trepar que aquelas duas putas me deram.

Levantamos do gramado e fomos pro quincho (no fundo pensava: e se a Jazmin acordar, com que cara vou olhar pra ela?). Entramos, ela se abaixou, me baixou o short e a cueca, na hora se agarrou no pau, chupava muito bem a rola, devorava tudo. — Adoro seu pau, gostoso — ela dizia, enquanto continuava e continuava. Parei ela e falei pra parar porque ia gozar, ela disse: — Chupa minha buceta, ouvi dizer que você é muito bom. Baixei o shortinho e a microtanga, me abaixei, coloquei ela de costas contra a parede e comecei a chupar a buceta dela. Salivei dois dedos e enfiei no cu, entraram perfeitos, não ouvi reclamação nenhuma daqueles intrusos naquela cavidade, enquanto dava língua até dentro da buceta, ela suspirava e dizia: — Ah, filho da puta, era verdade, você enlouquece qualquer uma, continua, gostoso, continua, ah, ah, ahhhhhhhhhhh!!!!!! Quando acabou, a baba sentia como se inundava toda aquela buceta com os fluidos dela, ela ficou louca e pedia: — Me come, me come, me come!!!!! Não me fiz de rogado, me levantei e a Enfiei até o fundo, tinha um problema de 30 cm de diferença e rapidamente no meu físico apareceu, tive que parar porque as pernas sentiram a má posição, pedindo pra ela vir por cima de mim e foi o que fez, rapidinho encaixou e começou uma cavalgada rápida e intensa que me deixou a mil, me agarrei naquelas tetas como um bebê recém-nascido, fazendo Carla berrar de tesão.
— Ah, ah, ah, ah, ah,
continua, continua, me come, me come, me come, ahhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!

Sentindo no meu pau toda a porra que ela gozou, continuei me mexendo, aproveitando que ela tava sensível por causa do gozo, consegui mais uma foda dela, eu sentia que ia gozar e ela disse:
— Não vai gozar dentro não!!!!!, quero essa porra nas minhas tetas.

Saiu de cima de mim e enfiou meu pau no meio daquele par de tetas frondosas, começou a me punhetar gostoso, ia me acabar, senti toda a porra vindo e foi isso, lambuzei a cara dela toda, as tetas, o cabelo, e ela começou a saborear a porra que tinha espalhado, com isso demos por encerrado o encontro, eu fui pra minha mulher dormindo e ela foi pra casa.
(Nunca soube se a Jazmin tava dormindo profundamente ou só se fazendo de sonsa pra não ferrar a amiga.)

Depois daquela trepada que eu vi da empregada com meu primo, ficamos mais camaradas, fazendo piadas sexuais, brincadeiras e ajudando um pouco na cozinha, nunca falamos do que aconteceu, até que um dia a gente se preparava pra ir toda a galera pra praia e eu comecei a me sentir mal do estômago, mas mesmo assim fomos todos, depois de tirar umas fotos e passar um tempo na praia, me deu umas cólicas que eu tava morrendo, peguei rápido as chaves do carro e falei pra Jazmin:
Eu: — Vou pra casa, não aguento mais.
Jazmin: — Aguenta aí que eu vou com você.
Eu: — Amor!!!!! Que parte você não entende que eu vou me cagar.
Jazmin: — Por que você não vai no banheiro do balneário?
Eu: — É difícil explicar, vou indo, me manda uma mensagem que eu venho te buscar.
Jazmin: — Beleza, então. —olha que eu te chamo!!!—
Eu saí rapidão, peguei o carro e fui pra casa, cheguei na sorte (juro que tava cagando de medo). Depois de resolver o que tinha que resolver, fui pra cozinha comer alguma coisa e já pensando em ir pra praia, quando ouço uns barulhos, como se tivessem falando, que vinham do quarto da Elida. Me aproximei bem devagar e entrei de mansinho, a porta não tava fechada, só encostada. Qual não foi minha surpresa quando olho pra dentro e vejo ela de pernas abertas, enfiando uma berinjela na própria buceta, isso mesmo, gente, uma berinjela. Juro que tava me segurando pra não rir, aí escuto com atenção o que ela tava falando, dava pra ouvir:
— Quando é que você vai me comer, seu Ricky, que fica me enchendo de graça e não me fala mais nada, seu idiota?

Esse comentário me deixou de pau duro. Peguei, tirei a roupa e, pelado, entrei no quarto. A cara de susto daquela mulher, vocês não imaginam. Muito excitado, falei:
— Agora, sua puta, você vai saber o que é bom com esse idiota aqui.

Ela, com a berinjela ainda enfiada lá dentro, responde:
— Pra falar a verdade, tava faltando um pedaço de carne pra mim, chega de verdura.

Sem mais delongas, ela se jogou em cima de mim e grudou na minha pica como se fosse a última da terra. Vou descrever a Elida: cabelo preto, 1,55m de altura, peitos bem pequenos e uma bunda pequena, mas redondinha e dura. Não demorou muito pra eu ficar duro, ela continuava grudada, chupando, engolindo tudo, cuspia, chupava minhas bolas, eu sentia que tava ficando mais e mais duro. Na hora, agarrei ela, tirei a parte de cima e montei em cima, peguei pelas pernas e enfiei na buceta dela. Molhada era pouco, parecia as Cataratas do Iguaçu (a filha da puta se mexia enquanto tava por cima). Ela destruía minha pica com a fúria que montava. Eu, já cansado, perguntei:
— Louca, quando é que sua pilha acaba?

Ela, rindo, respondeu:
— Você não sabe com quem se meteu, adoro transar e a pica me deixa louca.

Eu, por dentro, pensava: sou um idiota e vou passar vergonha.
Fui pra cama. e me joguei com ela em cima porque não aguentava mais de perna, assim mesmo não nos desgrudamos, parecíamos cachorros (só faltava jogarem água pra gente se soltar). Parei um minuto e pensei: "bom, ela cansou!" Não! Ela passou a mão cheia de saliva, passou na bunda, o segundo movimento foi tirar meu pau da pussy pra colocar na bunda. Enfiei a pontinha e ela suspirou, na hora deu uma sentada que enterrou até o fundo. "Ai, papai, que gostoso!", dizia a filha da puta, começando a cavalgada louca que fez meu pau sofrer pra caralho com tanto movimento. Não aguentei muito dentro daquele cu apertado e gozei rápido, enchendo as tripas dela de porra. Ela cravou as unhas no meu peito enquanto gozava ao sentir minha porra dentro e gritava: "Ai, patrão, que porra gostosa você enfiou nesse cuzinho!" Eu, me fazendo de machão, falei: "Ai, puta, você vai ser minha, sempre que eu quiser, entendeu?!" Ela respondeu: "Sim, meu gato, quero porra sempre no meu cuzinho." Levantou e foi pro banheiro. Olhei pra ela e pensei: "Deixei esse cu muito arrombado ou já tava arrombado?" Me vesti e fui pra praia de novo. Cruzei com a Elida e ela perguntou: "Você curtiu, lindo?" Eu respondi: "Adorei, docinho, vamos repetir."

Aquele verão foi meu auge em relação a poder transar seguido, depois disso veio o baixo e a queda. Já conto mais pra frente como foi cortando tudo...

Continua...

PS: Como explicar que é uma questão territorial o banheiro...

7 comentários - Férias de novo (mais uma volta)!!!

muy bueno!!!!!! y lo del baño es cierto. no hay como cagar en el baño de uno, es el "trono"!!!!! jajaaja 🤤 🤤 😁 🚽
A vos tambien te pasa?? como mierda explicarle y que te entiendan , no hay manera.Gracias por pasar!!!
genial kotur !!!! que campeonato de cojidas que metiste en la costa!!!!
En la proxima cuento la sequia que hubo despues de las vacaciones!!!!Gracias por pasar
bien che , saludos que manera de disrutar la puta madre, yo estoy en sequia jajjajajajaa
van puntos amigo