que raro un profe con su alumna jejeje

meu professor tirou vantagem de mimBom, vou começar dizendo que sempre me achei muito gostosa. Desde que entrei no ensino médio, meus peitos já eram bem grandes e sempre foi o que mais gostei em mim. Enfim, desde que entrei na escola, aquele professor já me olhava com olhos cheios de tesão. Mas como no primeiro ano eu sempre fui muito aplicada, ele não tinha desculpa pra fazer nada comigo.

Mas quando a gente passou pro segundo ano, comecei a tirar notas baixas na matéria dele, já que era minha última aula e eu quase nunca entrava. Até que um dia, faltando poucas semanas, o professor disse que queria... conversar comigo. Foi quando a gente ficou sozinho, e ele disse que eu tinha que levar meus pais porque eu tava quase reprovando.

Eu implorei pra ele não chamar meus pais, que eu faria qualquer coisa. Meu primeiro erro. Ele só me olhou e disse:

— Qualquer coisa?

Eu só consegui responder que sim. Ele disse que no dia seguinte eu não entraria na escola, que ele ia me esperar numa loja que fica duas ruas abaixo da escola, mas que eu tinha que ir com meu uniforme e que lá ele me diria o que eu tinha que fazer pra passar na matéria. Eu não imaginava o que me esperava.

O caso é que no dia seguinte cheguei com meu uniforme, que consistia em: minha saia xadrez que cobria um pouco acima dos joelhos e uma blusa branca tipo polo bem justa que marcava muito meus peitões. Minha roupa íntima era uma tanga preta de tecido e um sutiã da mesma cor. Levei o suéter da escola na mochila porque naquele momento tava muito calor, já que eu estudava à tarde. Assim que cheguei, ele já tava me esperando no carro dele. Aí ele mandou eu entrar, e eu obedeci sem reclamar. Ele disse que eu teria que fazer um trabalho especial na casa dele. Naquela época, eu era muito inocente, porque meus pais não me deixavam ter namorado e eu só tinha tido um, mas por pouco tempo, porque meus pais descobriram e me proibiram de ver ele de novo. O caso é que eu não imaginava o que vinha pela frente. que meu professor nojento queria fazer comigo.

Assim que chegamos na casa dele, bem pequena por sinal, ele me mandou sentar num sofá que tava na primeira sala. Eu obedeci e peguei meu caderno. Quando ele percebeu, falou:

— Cê acha que tá fazendo o quê com isso?

— Ué, vou preparar minhas coisas pra ver qual é a do trabalho.

— Nãoooo, mocinha, não precisa disso não. Esse trabalho você vai fazer com o seu corpo.

Foi aí que eu entendi o que tava rolando. Ele chegou perto, sentou do meu lado, me agarrou firme pela cintura. Eu baixei a cabeça e, chorando, falei:

— N-não, pelo amor de Deus, não faz isso comigo, por favor, eu não quero.

Mas parecia que aquilo excitava ele, porque ele ficou doido, me pegou pelo pescoço, me jogou com força no sofá e começou a me beijar que nem um desesperado, enquanto apertava com força meus peitos por cima da blusa. Ele lambia minha cara toda enquanto eu chorava e implorava pra ele parar. Eu tentava afastar ele com as mãos e os pés, mas ele era mais pesado que eu, já que era muito obeso.

Ele começou a dizer que amava meus peitos, que eu era uma puta de peitões, que desde o primeiro ano que entrei ele já tinha me desejado e que só tinha procurado desculpas pra me ter e me fazer de puta dele, enquanto continuava esfregando e apertando meus peitos, mas dessa vez por baixo da blusa e do sutiã. Eu falei que ia gritar, e ele respondeu que gritasse, que já não ligava mais pra nada. Então eu comecei a gritar que nem uma desesperada, mas ele rapidamente me levantou, me pegou pelos pés, tirou minha calcinha fio dental e enfiou na minha boca, abafando meus gritos. Tentei cuspir, mas ele me deu um tapa e um soco no estômago que doeram tanto que eu fiquei parada por um tempo. Ele aproveitou pra pegar uma fita adesiva que tava na mesa e enrolar várias vezes na minha cabeça, prendendo meu cabelo e tampando minha boca com a calcinha dentro. Quando terminou, ele tirou a blusa e tentei resistir, o que fez com que ela rasgasse por todos os lados até que ele finalmente conseguiu tirá-la. Ele começou de novo a apalpar meus peitos, chupava e mordia até que ficaram completamente vermelhos. Eu só continuava chorando de dor e humilhação, mas ele gostava que eu chorasse, porque me esbofeteava e batia na barriga a toda hora. Depois, ele amarrou minhas mãos nas costas com a mesma fita e tirou meu sutiã e minha saia.

Ele me levantou do sofá e sentou. Quando fez isso, pensei que era minha chance. Tentei correr, mas ele me deu uma rasteira e eu caí sem usar as mãos, já que estavam amarradas. Ele se jogou em cima de mim e, beliscando minhas nádegas, começou a sussurrar no meu ouvido:

— Olha, vagabunda, se não cooperar, vai ser pior pra você. Então é melhor se comportar. Entendeu?!

Eu só balancei a cabeça. Ele se levantou e, enquanto eu ainda estava no chão, me deu dois chutes nas costelas com a ponta dos sapatos. Quase desmaiei de dor. Preferia ter desmaiado, mas não foi o que aconteceu.

Ele me levantou do chão e me levou de volta pro sofá, mas dessa vez ele sentou primeiro e me colocou sentada no colo dele. Foi quando senti pela primeira vez um pau roçando minhas nádegas. Ele já não estava mais de calças — não sei quando tirou — mas naquele momento ele encaixou o pau entre minhas pernas e começou a esfregar na minha buceta ainda virgem. Eu só conseguia sentir ele roçando na minha entrada, soltando tanto calor que quase me queimava, enquanto o pau dele soltava o lubrificante natural e molhava minha bucetinha. Sentia a respiração dele na minha nuca e uma das mãos dele beliscando meu mamilo esquerdo. Depois de alguns minutos, ele me levantou pela cintura e encostou o pau na minha buceta. Eu chorava e implorava que não, mas só saíam murmúrios da minha boca por causa da mordaça que eu tinha.

Num segundo, ele me deixou cair em cima do pau dele, me penetrando por completo. Era enorme, e a dor que senti foi como se estivessem me rasgando por dentro. Fiquei imóvel por uns Instantes até que ele, apertando meus peitos, me fez levantar de novo e depois puxando pra baixo antes de tirar completamente o pau de dentro de mim, me fez engolir de volta pela minha buceta, assim uma e outra vez, acelerando o ritmo cada vez mais. Durante uns 15 minutos a gente ficou nessa, até que de repente ele soltou meus peitos doloridos e me segurou pelos quadris, me apertando contra ele. De repente, senti um jorro quente inundando minha buceta, e outro, e outro, no total foram cinco jorros. Eu só fiquei imóvel, sentada nas pernas dele e recostada na barriga mole dele por uns minutos. De repente, ele me segurou pelos quadris, me levantou bruscamente e tirou o pau mole de dentro de mim. Então eu virei pra baixo e vi minha buceta escorrendo porra e sangue pelas minhas pernas. Ele me jogou no chão como se eu fosse uma boneca de pano. Eu fiquei ali, dolorida, chorando desconsolada, mas também meio aliviada porque pensei que tinha acabado, mas como eu estava enganada.

Quando ele voltou, trouxe uma faca com ele. Eu me assustei, pensei que ia me matar, mas ele só usou pra desamarrar minhas mãos. Me pegou pela mão, me levou até a mesinha que estava no centro do quarto, me deitou sobre ela de barriga pra cima, me amarrando pés e mãos nas pernas da mesinha, que, diga-se de passagem, era quase do meu tamanho, já que sou baixinha. Então ele saiu dali por quase meia hora.

Quando voltou, trouxe uma vara meio comprida com a qual se preparou pra me bater nas pernas, na barriga e em todas as partes do meu corpo que conseguiu. Depois disso, ele me desamarrou da mesa, me virou sobre ela e me amarrou de novo, mas dessa vez só as mãos, assim de bruços. Pegou a vara de novo e começou a me surrar as nádegas até sangrarem. Isso foi por mais meia hora. Depois, ele se ajoelhou atrás de mim e me enfiou o pau de novo, mas dessa vez não foi na minha buceta, e sim no meu cu, no qual cuspiu bastante saliva e enfiou o pau. Começou a meter e tirar devagar. Primeiro só a ponta, depois mais e mais, até que o pau enorme dele chegou na metade dentro de mim. Eu já tava bem rosada e sentia meu cu todo pulsar, quando de repente, sem mais nem menos, de uma só vez, ele enfiou o pau inteiro. Eu senti a dor mais incrível da minha vida, foi tão forte que desmaiei. Devem ter sido uns dois ou três minutos, porque quando acordei ele já tava me bombando bem forte e rápido. Meu cu ainda tava com uma dor latejante, mas não tão forte quanto no começo, ainda doía bastante. Depois de uns 10 minutos, ele gozou dentro de mim de novo, enchendo minhas entranhas com o esperma dele. Dessa vez foi menos do que na minha buceta, mas quando ele tirou, senti escorrer bastante pelo meu cu.

Eu já tava exausta e dolorida de tanta porrada e abuso, quando de repente ele se aproximou, me pegou pelo cabelo, levantou minha cara com um puxão forte e disse quase sussurrando:

— Olha aqui, puta, vou tirar a mordaça da sua boca, mas se você tentar gritar, vou cortar sua língua com essa faca e depois vou cortar esses peitos lindos que você tem, entendeu?

Eu só balancei a cabeça de novo. Ele cortou a mordaça com a faca e, com um puxão, tirou ela, arrancando alguns fios de cabelo, o que me fez soltar um "aiii". Ele me deu outro tapa, dizendo "cala a boca, puta". Aquele tapa forte me fez implorar:

— Por favor, professor, já deixa eu ir. Eu... eu... eu prometo que não... não vou contar pra ninguém...

— Olha aqui, puta, já tamos quase terminando. Eu não tô aqui pra brincadeira, então agora você vai me chupar até engolir todo meu esperma, hein?

Eu só continuei chorando, quando ele puxou meu cabelo de novo, fazendo eu tentar gritar, mas ele enfiou o pau na minha boca na hora. Tava meio mole, mas ainda era enorme, me fazia engasgar e quase vomitar. Ele segurou meu cabelo com as duas mãos e começou a me comer pela boca tão rápido e forte que batia no meu nariz e eu quase não conseguia respirar. Depois de me deixar assim por uns minutos, o pau dele não subia e ele se desesperou. Tirou o pau ainda mole e me deu mais dois tapas, mas esses foram ainda mais fortes, tanto que dessa vez sangrou meu nariz e minhas bochechas incharam tanto que quase não conseguia abrir meu olho direito.

Nessa hora, ele tava tão frustrado que pegou uma vassoura que tava num canto, tirou a escova e começou a enfiar na minha buceta. Eu não aguentei mais e comecei a chorar.

— Poooooor favorrrrrrrrr!!!!!!! Já chegaaaaaa, pelo amorrrrrrr de Deeeeeus, não faz issoooooo comigo, tá dooooooooendo demaaaaaaaais, aiiiiiiiiiiii, já chega...

Ele só dava risada e falava:

— É assim que você gosta, né, puta!!!!!!! Heeeee, você gosta, puta de peitão, heeeee heeeee, fala que você gosta, vagabunda, puta! Fala que você é minha puta de peitão, que quer que eu te atravesse, falaaaaaaa!!!!!

— Aiiiiiiiiiiii, aaaa, já chega, pelo pelo pelo amor, isso dó...

— Fala que você gosta, puta, se não quer que eu enfie tudo até te atravessar, gostosa.

— Aaaaahhhuuuu!!!!!! Eu gugugosto simmmmm, aiiii, sim, meme, me gusta muuuuuito, aiiii, já chega, pelo amorrrrrrr, haaaaaaaaiiiii.

— Isso, assim que eu gosto, uma puta obediente, hahahahaha.

Depois disso, ele soltou o cabo, mas não tirou ele de dentro de mim. Pegou a vara com que tinha me surrado e enfiou de uma vez no meu cu. E, mesmo não sendo muito grossa, era comprida, porque senti que atravessou meu reto até a parede do meu intestino. Depois disso, amarrou minha blusa na minha boca como mordaça, mas não sem antes colocar minha calcinha fio dental de novo na minha boca, e disse que ia tirar uma soneca. E me deixou lá, bem empalada no meu cu e na minha buceta. Eu só me deixei vencer pelo cansaço e acabei dormindo de bruços, com as mãos amarradas naquela mesinha.

Não sei quanto tempo dormi, mas acordei com uma dor imensa no meu rabo. Quando comecei a recobrar a consciência, senti ele fazendo redemoinhos no meu cu com a vara, enquanto ria e gozava me fazendo aquilo. Eu aguentei as tensões, ele tirou o pau e depois pegou o cabo da vassoura e começou a meter e tirar de novo. Quando ele tirou completamente, eu já não aguentava mais. Eram umas 7 da noite e eu já queria ir pra minha casa e que tudo acabasse. Então ele percebeu a hora e rapidamente desamarrou minhas mãos e me levantou. Minhas pernas estavam dormentes e quase não me seguravam, eu ia quase caindo, e ele, me puxando pelo cabelo, me levou pra um banheiro pequeno que tinha como porta só uma cortina. Ele me meteu lá na base de empurrões e puxões de cabelo, porque eu não queria entrar. Aí ele me jogou no chão sujo do banheiro dele, que cheirava horrível. Tirou minha mordaça improvisada, minhas meias e meus sapatos, que eu tinha usado o tempo todo, e me disse pra ficar bem quietinha e deitada de barriga pra cima, senão ele ia me chutar até quebrar minhas costelas. Eu já estava tão assustada e sabia que ele era capaz, então não tive escolha a não ser obedecer. Ele disse: "Abre bem a boca e fecha os olhos". Eu fiz isso, e ele começou a mijar na minha cara. Então, ao sentir a urina quente dele, eu quis fechar a boca e me mexer, mas ele me deu outro chute que me fez gritar e engolir a urina dele. Era nojento, eu queria vomitar, e ele só ria de mim e me xingava, dizendo que era isso que eu merecia por ser uma puta. Eu só queria que tudo acabasse.

Depois que ele mijou no meu corpo todo, pegou um balde e encheu com água fria, e com uma concha começou a me molhar toda. A água estava gelada, tanto que meus bicos dos peitos logo ficaram durinhos. Ele começou a me esfregar com uma bucha e um sabão em barra. Me ensaboou toda e enfiou a bucha na minha buceta e no meu cu, e depois, quando meus buraquinhos já estavam bem abertos, ele despejava água neles e metia e tirava os dedos. Depois de me lavar bem toda, dos pés à cabeça, ele passou álcool em todos os ferimentos que tinha me causado com a vara. Logo depois, me deu meu sutiã, minha saia e minha blusa, que estava toda rasgada e não me cobria nada. Ele me disse pra me vestir, que já era hora de ir embora, que ele ia me levar pra minha casa, mas que se Fiquei com minha calcinha fio dental de lembrança daquela tarde maravilhosa.

Então, como pude, me vesti, coloquei o suéter da escola pra não aparecer minha blusa toda rasgada. Saímos da casa dele, eu tava com o olhar perdido, já tava escuro. Subimos no carro dele, quando sentei, senti minhas nádegas ardendo por causa das varadas, e a dor no meu cu era ainda pior. Fiz caretas de dor, ele virou e disse: "Fica tranquila, putinha, você vai se acostumar."

No caminho pra minha casa, que foi mais ou menos meia hora, ele me fez tirar os peitos de novo e começou a beliscar meus mamilos outra vez até chegarmos na frente da minha casa. Ele abaixou o zíper da calça e tirou o pau enorme dele de novo e disse:

— Achou que ia embora sem engolir meu leite?

Comecei a chorar de novo, já que tava a poucos passos da minha casa e ele queria que eu engolisse aquele pinto gigante e nojento. Ele me puxou pela cabeça até me colocar na frente dele, mandou eu abrir a boca. Eu, sem esperança, obedeci e comecei a chupar. Depois de uns 5 minutos, ele gozou na minha boca, enchendo ela toda sem avisar. Mandou eu engolir tudo, senão ia me bater de novo. Assim fiz, engoli até a última gota e quase vomitei, mas aguentei. Depois de deixar a rola dele completamente limpa, ele guardou, saiu do carro e foi abrir a porta pra mim. Quando desci, me dirigi como pude pra porta da minha casa. Mal tinha dado uns passos quando ele me deu um tapa na bunda que me fez pular. Então continuei andando, e ele atrás de mim. Quando cheguei na frente da porta, fiquei esperando ele ir embora, e qual foi minha surpresa? Ele tocou a campainha.

Eu sabia naquele momento que meus pais estavam lá dentro. Fiquei paralisada ao saber que o homem que me humilhou, estuprou e bateu ia falar com eles. Nessa hora, minha mãe abriu a porta, me viu toda machucada e chorando, e perguntou:

— Mas o que aconteceu, filha? Quem fez isso com você, me diz?????

E antes que eu pudesse dizer qualquer coisa... Palavra, o professor interrompeu:

— Não se preocupe, senhora, não é nada, foi só uma briguinha entre colegas na escola.

— Como assim? Minha filha nunca fez uma coisa dessas antes.

— Olha, eu não sei como foi isso, pergunta pra sua filha explicar, porque não tô aqui por causa disso, só vim deixar ela e avisar que sua filha tá quase reprovando na minha matéria por falta.

Naquela hora, senti um balde de água fria descendo pelo meu corpo todo. Minha mãe fez o professor entrar pra explicar melhor e mandou eu ir tomar um banho. Quando desci, ela me deu uma bronca, dizendo que como era possível eu ter virado tão rebelde, e que a partir daquela semana o professor ia passar pra me buscar todo sábado e domingo pra dar um curso de recuperação. Daí em diante, não escutei mais nada do que minha mãe falou, só pensava que ele ia me ter à disposição o fim de semana inteiro. Quase contei tudo pra minha mãe, mas não consegui. Toda vez que tentava, dava aquele nó na garganta.

A partir daquele momento, virei o brinquedo dele e minha vida mudou. Perdi meu valor próprio e, se algum cara tentava me tocar, eu deixava. Mas isso já é outra história...

Muito obrigada por passar e comentar. Um abraço.

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