Boa tarde, galera. Vou contar uma parada que rolou sem querer com a minha mina numa praia de nudismo lá no litoral.
Uma manhã, a gente tava entediado, morrendo de calor, e decidimos ir pra praia como de costume. Mas dessa vez ela teve a brilhante ideia de ir numa praia de nudismo. Como eu sempre vou na onda dela, topei na hora e partimos pra lá.
Quando chegamos, tinha um monte de carro e gente. No começo, a gente ficou meio sem graça por ser a primeira vez. Montamos nosso cantinho, preparamos tudo pra passar o dia na praia e tiramos a roupa.
Preciso falar que minha mina é muito gostosa. 25 anos, uns peitinhos empinados e uma raba que faz geral virar a cabeça quando ela passa. Morena, e como dizem por aqui, ela sabe que é uma delícia. Já eu, sou moreno, corpo atlético e trabalhado na academia.
O dia foi passando, tinha casais, gays, todo mundo. O sol começou a pegar forte e a gente começou a passar bronzeador, normal: eu nela e ela em mim. Quando ela chegou no meu pau, com o calor, eu já tava suando, e a mão dela passando o bronzeador me deu uma ereção que nem ela nem o casal que tava do lado – que até então a gente nem tinha reparado – deixaram passar.
Ela falou: "Ô, a praia de nudismo tá te deixando doido, meu amor?" e aproveitou pra me masturbar um pouco.
O casal do nosso lado, vendo aquilo, começou a se pegar. A gente, excitado de ver eles pelados e o cara já todo duro, começou a fazer o mesmo. Mas aí a gente se beijou, os quatro, sem tirar o olho do que o outro casal tava fazendo.
Nisso, eu já tava durasso, e minha mina falou pra gente ir pra água. Fomos. Começamos a nos tocar na água, eu já queria meter, não aguentava mais.
Quando entramos na água, começamos a nos apalpar e a nos esfregar, sem que o pessoal que tava ali percebesse muito o que rolava – embora eu ache que todo mundo sabia. A gente continuou se pegando a todo vapor, até que de repente sinto alguém muito perto da gente, olhando. Meio sem graça, a gente parou a brincadeira.
"Bom dia", ouvi a morena falar. Era a mina que tava com o cara brasileiro. Os dois. A garota, um corpo... Bem, uma brasileira voluptuosa e muito gostosa, com uma bunda enorme, e o cara também, com o corpo todo trabalhado na academia. A gente se cumprimentou educadamente e começou a conversar. Eu entendo bastante português, então a gente foi falando de uma coisa e outra, mas pelos olhares dava pra ver que aquilo já tava pegando fogo por causa do que a gente tinha visto antes.
Eles nos convidaram pra comer na casa deles, e a gente foi. Levamos todas as nossas coisas pra onde eles estavam e continuamos batendo papo. A conversa começou a esquentar porque eles contaram que praticavam swing e que tanto eu quanto minha namorada tínhamos chamado muito a atenção deles. Quando ouvi essas palavras, automaticamente fiquei com uma ereção que voava, e minha namorada, em tom de brincadeira, disse: "Olha só, vejo que você se interessou". A gente riu os quatro, mas quando ela disse isso, olhou pro brasileiro e viu uma pica que gostou — nem tão grande, mas venosa. E aí ela fez o que eu nunca pensei que faria: se acomodou mais perto do brasileiro, passou protetor solar na mão e pegou na pica dele, que já tava dura, e começou a bater uma punheta com a mão besuntada de protetor.
Ao ver isso, Fabiana — que era assim que ela disse que se chamava — se aproximou de mim e, sem perder tempo, se jogou na minha pica e começou a dar beijinhos na cabeça e a chupar, alternando os olhares pra minha namorada, que, atônita, batia uma pro brasileiro e mordia os lábios, mostrando o tesão que tava sentindo.
O próximo que vi foi ela olhar pra ele e dizer: "Vou chupar sua pica com você, sua puta", e se jogou na buceta dela, dando uns chupões, parava e me olhava, enquanto a brasileira continuava no que tava fazendo, chupando como se a vida dependesse disso.
Ficaram um tempão assim, até que a brasileira parou, me pegou pela pica e me levou pra onde eles estavam. Colocou uma pica na frente da outra, e as duas, como umas cachorras, subiam e desciam nas duas picas. Nessa altura, já prestes a explodir, elas largaram as picas e, como se tivessem esquecido delas, se trancaram num beijo de língua que foi tão excitante que eu nunca tinha sentido tanto tesão. Assim, ficaram se pegando entre as duas picas. Combinamos que estávamos ali e, tipo, se olhando, sabendo o que ia rolar. Minha mina me olhou com carinha de "posso dar pra ele?" e eu tipo dando sinal verde. A brasileira se jogou em cima da toalha e partiu pra chupar de novo. Minha mina fez o mesmo com o cara, mas em vez de chupar, bateu uma pra ele, se acomodou em cima da rola dele e de uma vez sentou e começou a cavalgar. Falo pra vocês que ela é uma deusa nisso, porque achei que era só comigo, mas vi que ela se mexe muito bem. Depois de umas duas ou três subidas e descidas, o brasileiro falou que ia gozar, e ela pulou fora, e ele gozou tudo nos peitos dela, encheu ela de porra. Ela pegou aquela rola que já tava murchando e continuou batendo uma com as mãos cheias de leite, chupando até deixar limpa. Por minha vez, a brasileira fez a mesma coisa, mas ficou de quatro e me entregou aquela bundinha que eu tanto queria, enquanto na frente as duas chupavam a rola dele e passavam a porra do brasileiro entre elas, que, extasiado, via tudo aquilo. Com essa visão, comecei a sentir que ia gozar e avisei. A brasileira deitou de barriga pra baixo, e eu joguei toda a porra nos peitos, na cara e, na maior parte, na boca dela. Minha mina se jogou e elas se chuparam com a porra ainda na boca da brasileira como se nada tivesse acontecido. As duas saíram correndo pra água, e a gente nadou a tarde toda. Depois de um tempo, saímos da água e decidimos ir embora. Eles nos convidaram pra ir na casa deles, mas não topamos, mas pegamos o telefone. Acho que vamos acabar jantando juntos, nós quatro de novo, mas isso é outra história que ainda não rolou e, se rolar, conto pra vocês. Abraços e espero que tenham gostado.
Uma manhã, a gente tava entediado, morrendo de calor, e decidimos ir pra praia como de costume. Mas dessa vez ela teve a brilhante ideia de ir numa praia de nudismo. Como eu sempre vou na onda dela, topei na hora e partimos pra lá.
Quando chegamos, tinha um monte de carro e gente. No começo, a gente ficou meio sem graça por ser a primeira vez. Montamos nosso cantinho, preparamos tudo pra passar o dia na praia e tiramos a roupa.
Preciso falar que minha mina é muito gostosa. 25 anos, uns peitinhos empinados e uma raba que faz geral virar a cabeça quando ela passa. Morena, e como dizem por aqui, ela sabe que é uma delícia. Já eu, sou moreno, corpo atlético e trabalhado na academia.
O dia foi passando, tinha casais, gays, todo mundo. O sol começou a pegar forte e a gente começou a passar bronzeador, normal: eu nela e ela em mim. Quando ela chegou no meu pau, com o calor, eu já tava suando, e a mão dela passando o bronzeador me deu uma ereção que nem ela nem o casal que tava do lado – que até então a gente nem tinha reparado – deixaram passar.
Ela falou: "Ô, a praia de nudismo tá te deixando doido, meu amor?" e aproveitou pra me masturbar um pouco.
O casal do nosso lado, vendo aquilo, começou a se pegar. A gente, excitado de ver eles pelados e o cara já todo duro, começou a fazer o mesmo. Mas aí a gente se beijou, os quatro, sem tirar o olho do que o outro casal tava fazendo.
Nisso, eu já tava durasso, e minha mina falou pra gente ir pra água. Fomos. Começamos a nos tocar na água, eu já queria meter, não aguentava mais.
Quando entramos na água, começamos a nos apalpar e a nos esfregar, sem que o pessoal que tava ali percebesse muito o que rolava – embora eu ache que todo mundo sabia. A gente continuou se pegando a todo vapor, até que de repente sinto alguém muito perto da gente, olhando. Meio sem graça, a gente parou a brincadeira.
"Bom dia", ouvi a morena falar. Era a mina que tava com o cara brasileiro. Os dois. A garota, um corpo... Bem, uma brasileira voluptuosa e muito gostosa, com uma bunda enorme, e o cara também, com o corpo todo trabalhado na academia. A gente se cumprimentou educadamente e começou a conversar. Eu entendo bastante português, então a gente foi falando de uma coisa e outra, mas pelos olhares dava pra ver que aquilo já tava pegando fogo por causa do que a gente tinha visto antes.
Eles nos convidaram pra comer na casa deles, e a gente foi. Levamos todas as nossas coisas pra onde eles estavam e continuamos batendo papo. A conversa começou a esquentar porque eles contaram que praticavam swing e que tanto eu quanto minha namorada tínhamos chamado muito a atenção deles. Quando ouvi essas palavras, automaticamente fiquei com uma ereção que voava, e minha namorada, em tom de brincadeira, disse: "Olha só, vejo que você se interessou". A gente riu os quatro, mas quando ela disse isso, olhou pro brasileiro e viu uma pica que gostou — nem tão grande, mas venosa. E aí ela fez o que eu nunca pensei que faria: se acomodou mais perto do brasileiro, passou protetor solar na mão e pegou na pica dele, que já tava dura, e começou a bater uma punheta com a mão besuntada de protetor.
Ao ver isso, Fabiana — que era assim que ela disse que se chamava — se aproximou de mim e, sem perder tempo, se jogou na minha pica e começou a dar beijinhos na cabeça e a chupar, alternando os olhares pra minha namorada, que, atônita, batia uma pro brasileiro e mordia os lábios, mostrando o tesão que tava sentindo.
O próximo que vi foi ela olhar pra ele e dizer: "Vou chupar sua pica com você, sua puta", e se jogou na buceta dela, dando uns chupões, parava e me olhava, enquanto a brasileira continuava no que tava fazendo, chupando como se a vida dependesse disso.
Ficaram um tempão assim, até que a brasileira parou, me pegou pela pica e me levou pra onde eles estavam. Colocou uma pica na frente da outra, e as duas, como umas cachorras, subiam e desciam nas duas picas. Nessa altura, já prestes a explodir, elas largaram as picas e, como se tivessem esquecido delas, se trancaram num beijo de língua que foi tão excitante que eu nunca tinha sentido tanto tesão. Assim, ficaram se pegando entre as duas picas. Combinamos que estávamos ali e, tipo, se olhando, sabendo o que ia rolar. Minha mina me olhou com carinha de "posso dar pra ele?" e eu tipo dando sinal verde. A brasileira se jogou em cima da toalha e partiu pra chupar de novo. Minha mina fez o mesmo com o cara, mas em vez de chupar, bateu uma pra ele, se acomodou em cima da rola dele e de uma vez sentou e começou a cavalgar. Falo pra vocês que ela é uma deusa nisso, porque achei que era só comigo, mas vi que ela se mexe muito bem. Depois de umas duas ou três subidas e descidas, o brasileiro falou que ia gozar, e ela pulou fora, e ele gozou tudo nos peitos dela, encheu ela de porra. Ela pegou aquela rola que já tava murchando e continuou batendo uma com as mãos cheias de leite, chupando até deixar limpa. Por minha vez, a brasileira fez a mesma coisa, mas ficou de quatro e me entregou aquela bundinha que eu tanto queria, enquanto na frente as duas chupavam a rola dele e passavam a porra do brasileiro entre elas, que, extasiado, via tudo aquilo. Com essa visão, comecei a sentir que ia gozar e avisei. A brasileira deitou de barriga pra baixo, e eu joguei toda a porra nos peitos, na cara e, na maior parte, na boca dela. Minha mina se jogou e elas se chuparam com a porra ainda na boca da brasileira como se nada tivesse acontecido. As duas saíram correndo pra água, e a gente nadou a tarde toda. Depois de um tempo, saímos da água e decidimos ir embora. Eles nos convidaram pra ir na casa deles, mas não topamos, mas pegamos o telefone. Acho que vamos acabar jantando juntos, nós quatro de novo, mas isso é outra história que ainda não rolou e, se rolar, conto pra vocês. Abraços e espero que tenham gostado.
3 comentários - Primeira vez com outro casal em Punta del Este