Continua a saga de relatos:
Era um domingo à tarde, eu estava na casa da Johana tomando uns mates. A gente tava vendo uns sites de sex shop, ela tava decidida a comprar um arnês. A real é que a ideia me excitava pra caralho, depois daquela vez no apê da Melany eu tinha ficado com vontade de uma mulher me penetrar.
Tinha vários tipos de cintos e tamanhos de consolos.
- Devia comprar esse - ela falou, marcando um de 27x7 - assim eles aprendem a me tratar como mereço - ela tava falando da dupla penetração que a gente tinha feito uns dias antes com o Lucas.
- hahaha, mas tu gozou e gritou que nem uma puta - eu respondi.
- tu ri, mas eu vou me vingar, depois não vem com choro que tá doendo!! -
A gente continuou vendo os brinquedos e entre vários, um chamou nossa atenção. Era um cinto de castidade masculino, consistia numa mola de arame com um cadeado que ficava atrás dos testículos e impedia o pau de ficar duro.
- amei!! - ela falou assim que viu - o que tu acha? -
- hmm sei lá, é meio estranho -
A conversa foi interrompida por uma mensagem de texto.
- A Melany perguntou se tu tá disponível, que não consegue te achar, ela disse que querem contratar um travesti pro local e que o Ramon não pode testar, se tu pode testar -
Olhei meu celular, tinha desligado, devia estar sem bateria.
- ahh sei lá, nunca comi um traveco, mas acho que deve ser bom, com certeza chupa bem -
- É, acho que não deve ter problema. Vou falar que sim, pra ver quando é - Essas situações divertiam e excitavam ela pra caralho. A real é que não me parecia um mau plano comer um traveco.
- Se puder agora. Fala pra ela que a gente vai ver o encontro - foi a resposta da mensagem.
Claro, eu não tinha percebido que elas assistem pra avaliar o pessoal. Comecei a duvidar, mas já tinha dito que sim.
Fui no banheiro me higienizar e quando voltei, a Johana já tava de jaqueta. Olhei pra ela e ela revirou os olhos:
- Perguntei se ela podia ir Aí, e ela me disse que sim—
Isso me acontecia por esquecer de carregar o celular! Olhei pra ela, tentei falar alguma coisa, mas fiquei calado, sabia que era inútil. No caminho pro apê da Melany, fui me acostumando com a ideia e, sinceramente, também não me parecia uma má ideia comer um traveco enquanto três gostosas olhavam. Teria sido melhor se elas participassem ou se eu comesse uma gostosa enquanto elas assistiam, mas era excitante de qualquer jeito. Além disso, tanto a Melany quanto a Johana já tinham me visto em situações muito mais humilhantes, então de certa forma comecei a curtir a situação.
— Que bom que você pôde vir — disse a Melany assim que nos atendeu —, a verdade é que há dias estamos procurando umas putinhas e finalmente encontramos uma que parece valer a pena, mas sempre queremos ter certeza, temos uma clientela pra cuidar.
Passamos pra cozinha, onde estavam a Luciana e mais três minas de calcinha e sutiã.
— Desculpa te incomodar, mas não tínhamos a quem recorrer. Essa putinha só atende homem, não quer saber de mulher — comentou a Luciana. As minas riram, eu não entendi o que tinha rolado. — Vamos pro quarto e a gente vai te falando o que fazer, ok? Precisamos que você seja obediente, aqui quem manda somos nós e tem que ficar claro desde o começo.
— Sem problema — respondi, enquanto olhava as risadas das minas e a cara da Johana, que também parecia ter entendido a piada.
Fomos pro mesmo quarto de antes. Tinha três cadeiras onde elas sentaram, eu sentei na ponta da cama.
— Vai se deixando à vontade que ela já vem — falou a Melany.
Me despi até ficar só de cueca. A porta abriu e ela entrou. Era muito alta, ainda mais com os saltos que usava, chuto que mais de 1,80, pele mulata escura, olhos grandes e pretos, cabelo preto até a cintura, bem voluptuosa. Tinha uns peitões enormes e uma bunda linda. Vestia um body preto de renda e um roupão preto transparente, meia 7/8 e uns sapatos de salto bem alto. uns 10 cm.
- Ela é a Moria - disse Luciana e nos apresentou.
Moria, provavelmente por causa da Moria Casan, tinha um ar, o mesmo estilo de corpo, cabelo liso com franja, era uma vedete.
- Tanta plateia faz falta - comentou depois de nos cumprimentar. Pelo visto, não estava satisfeita com a presença da Johana. O clima estava meio tenso. Melany explicou que éramos namorados, e ela fez uma cara estranha. Virou-se sobre si mesma, exibindo o corpo - Bom, não sei por onde querem começar - acrescentou.
Levantei e me aproximei dela, quase que os peitos dela ficavam na altura do meu rosto.
- Gostou? - disse enquanto os massageava.
- Sim - respondi e estendi as mãos para acariciá-los. Eram duros e grandes. Puxei o body e deixei um à mostra, comecei a lamber o mamilo.
- Mmm - gemeu, me abraçou e começou a percorrer minhas costas e minhas coxas com as mãos. Eram mãos grandes e fortes. Logo apoiou nos meus ombros e me empurrou para baixo.
- Continua descendo - disse, me guiando até a pélvis dela.
Olhei para Melany, e ela assentiu com a cabeça. Puxei o body e de baixo saiu o pênis dela. Era preto, enrugado e bem flácido. Peguei e comecei a bater uma, logo foi ganhando mais volume, então aproveitei e coloquei na boca. Continuou aumentando de volume e dureza.
- Viu como todos os viados acabam sendo uns putões? - disse Luciana.
- É, assim que veem uma rola já querem enfiar na boca - respondeu Melany rindo.
Moria acariciava minha cabeça e empurrava suavemente a rola contra minha garganta. Tinha tomado uma dimensão interessante.
- Quanto mede? - perguntou Melany.
- 21x6 - respondeu Moria com orgulho, pegou, mostrou pras meninas e colocou de volta na minha boca - olha só, não cabe - acrescentou e empurrou minha cabeça contra a barriga dela. Segurou minha cabeça por alguns segundos, depois tirou e bateu no meu rosto com aquele pedaço duro e preto, e enfiou de novo na minha boca. Comeu minha boca por um tempinho, depois tirou e se aproximou de as garotas.
- parece grande o suficiente pra vocês? - apontou pro rosto de Johana - com certeza você tá aqui pra ver uma boa rola, porque esse aqui do meu lado tem um amendoim - completou e voltou pra mim pra eu continuar chupando. Continuou abusando da minha boca por mais um tempo até que Luciana disse:
- Beleza, chega de se divertir, é hora de trabalhar, come ele -
- hein?? ela me comer?? fiquei sem reação por uns instantes e finalmente entendi. Claro, por isso Ramon não podia provar ela e as garotas na cozinha estavam rindo.
Tirei a cueca e me deitei de bruços na cama, Moria pegou creme e passou no meu cu. Os dedos dela eram grossos e abriram caminho rápido dentro de mim.
- Você não quer que eu te coma? - perguntei. A verdade é que não tava afim de ser empalado por aquela rola preta e grossa.
- hahaha o promíscuo tá com medo - ela riu - não, amor, só sou ativa e agora vou te dar o que sua namoradinha não pode te dar. Quer que eu coma ele por você, nenenzinha?? -
- hahaha se puder sim, mas capricha, viu que ele é exigente - respondeu Johana.
- hahaha vou atravessar você de lado a lado - disse enquanto começava a enfiar a rola enorme no meu cu. Deus, que dor. Era muito larga e rasgava tudo ao entrar, além de estar dura igual pedra.
- enfia as bolinhas pra dentro - disse Melany rindo - digo, as bolinhas dos olhos - todos caíram na risada, menos eu que tava sofrendo mais uma estocada. Não parava de entrar.
- agora vou te comer como nunca te comeram antes - disse e começou a bombar. Eram estocadas profundas, a cada uma tentava entrar um pouco mais. Ficou um bom tempo nessa posição até Melany pedir:
- coloca ele de quatro por um tempo -
me ajeitei na beirada da cama, olhando pra elas, e Moria me segurou pelos quadris e voltou a me empurrar. Tentava me mover pra frente, mas as mãos dela eram fortes e me seguravam. Ela tava em boa forma física porque me bombava com bastante velocidade e força. Johana me olhava super excitada e passava a língua nos lábios.
- que que —Parece? — Luciana me consultou.
— Bem, ahhh, ela fode muito ahhh bem, tem uma porraaaa de uma rola grande ahh — respondi.
— Você enfiou tudo? — Johana perguntou.
— Vem aqui e vê — respondeu Moria. Pelo espelho, vi Johana enfiar a mão entre minha bunda e a barriga dela. — Tirou a vontade de tocar numa rola de verdade, sua pequena? Já que tá aí, por que não bate uma pro seu namoradinho pra ver como ele goza quando é tratado como deve? —
Ela obedeceu e começou a me punhetar, gozei na hora.
— Tava certa, ele já tava no ponto — disse Johana rindo, tirando a mão cheia de resto de porra e oferecendo pra Moria provar. Ela chupou os dedos dela.
— Agora enfia tudo — disse Johana.
Ela se jogou na cama e se deixou cair em cima de mim. Empurrou e terminou de enterrar o que restava da rola no meu cu. Eu gritei. Pelo visto, faltava um bocado.
— Vamos, dá uma boa fodida funda nela e dá a porra, quero ver se é verdade que você é leiteira — comentou Melany.
Ela não se fez de rogada, me meteu com força e velocidade, me segurava pelos cabelos e tinha cruzado as pernas dela com as minhas, me impedindo de fechá-las. Não foi muito, talvez um ou dois minutos, mas pareceram uma eternidade.
— Goza, por favor, goza — eu implorava.
— Vamos, promíscua, aguenta!! — ela respondia, até que se soltou de dentro de mim. Virei de barriga pra cima pra receber a porra. Ela tirou a camisinha e se punhetou.
— Toma a porra — disse e começou a soltar uns jatos de sêmen, foram 5 ou 6 jatos grossos e mornos.
— Não engole ainda — disse Luciana.
Assim que ela terminou de gozar, se aproximaram pra ver.
— Muito bem, pode engolir, bom trabalho, Moria, você tá contratada — disse Melany.
— Obrigada, posso comer ele mais um pouco? — perguntou Moria.
— Sim, é todo seu, quando terminarem, a gente tá na cozinha — respondeu Melany.
As garotas foram pra cozinha, ficamos só eu e Moria. Fiquei surpreso que ela quisesse continuar transando e mais ainda que Melany me entregasse daquele jeito. É verdade que eu tinha prometido pagar pelo serviço, bah na verdade ele certamente descontaria a comissão do próximo cliente.
- Bom, o que você está esperando, viado? - Moria me disse enquanto balançava o pau dela - começa a chupar e com vontade!!
Ela tinha mudado de atitude, estava muito mais agressiva e dominadora.
Me sentei na borda da cama e peguei o membro dela. Continuava com um bom volume, embora não tão duro. Ela estava de pé, assim que coloquei na boca ela me agarrou pelos cabelos e andou para trás.
- De joelhos, viado, reverencie sua ama! - ela apoiou as duas mãos na minha nuca e enfiou até o fundo da garganta. Uma vez bem lá dentro, começou a mexer o quadril e foder minha boca. Comecei a babar e a engasgar, tentei me afastar para respirar, mas ela apertou com mais força.
- Dentro, come tudo, viado - eu continuava engasgando, vomitando um pouco da minha própria saliva e meus olhos lacrimejavam. Como vocês sabem, em outras ocasiões me obrigaram a fazer garganta profunda, mas ninguém tinha sido tão violento e mantido o pau dela dentro por tanto tempo. Finalmente ela me afastou.
- É assim que você chupa? Eu vou te ensinar a chupar - Ela foi até a porta, abriu e chamou a Melany, falaram baixo, então eu só consegui ouvir ela dizendo:
- Hahaha você é terrível e eu gosto, imaginei quando te vi, passem para o outro quarto, lá você tem as coisas, depois a gente vai e você me faz ficar bem -
Nós mudamos de quarto, tinha várias coisas de sadomasoquismo: um cepo, vários lugares no teto com correntes e cordas, um banco tipo de academia e obviamente uma cama.
- Já te disciplinaram alguma vez? - ela me perguntou.
- Sim, um pouco - respondi tentando mostrar que não estava assustado nem era algo desconhecido para mim, embora na verdade estivesse com um pouco de medo, mas também excitado, é gostoso quando você depende 100% do desejo do outro.
Ela me colocou no cepo, com as mãos e a cabeça imobilizadas e meu corpo arqueado deixando minha bunda bem exposta, me senti completamente desprotegido.
Senti um tapa forte na bunda, depois outro e mais outro. Meu cu tava ardendo, doía pra caralho!
- Tá vendo o que acontece quando não chupa direito?? - continuou me dando mais uns tapas na bunda - me força a te castigar -
Depois enfiou um dedo no meu cu e começou a meter e tirar, enquanto com a outra mão começou a me punhetar. Ouvi a porta abrir, mas da minha posição não dava pra ver o que rolava atrás de mim.
- Chegaram na hora certa pra ver como ela fica excitada quando enfiam algo no cu - comentou a Moria - alguém quer continuar? Tô com vontade de chupar ela -
- Aqui tem brinquedos - acho que foi a Melany que disse isso, e ouvi abrirem uma porta, que devia ser a do armário
A Moria veio pra frente, o pau dela tava meio murcho, mas rapidinho voltou a ficar duro depois de uns segundos na minha boca. Começou devagar, mas foi aumentando a profundidade até me fazer engasgar. Não tem como se defender quando você tá preso na canga.
- E aí? Ela engole tudo? - perguntou a Melany enquanto se aproximava pra ver. A Johana também chegou perto. A Moria empurrou ela com força e segurou ela lá por um bom tempo, mesmo eu engasgando. Quando tirou, vi que a Johana tinha pegado no pau dela.
- Só até aqui - disse - falta um bom pedaço pra enfiar tudo lá dentro, vai ter que empurrar com mais força hahaha -
A Moria não perdeu tempo e atacou de novo, não sei como, mas enfiou mais fundo, senti o pau deslizando pela minha garganta, cada vez que eu engasgava ela conseguia meter mais. Quando tirou, cuspi um monte de saliva e tossi.
De repente, senti alguém me penetrando por trás, devia ser a Luciana. Enquanto ela socava meu cu, a Moria continuava me entupindo com o pauzão dela. A Melani foi pra trás, segurou firme minhas bolas e começou a apertar sem dó. As lágrimas caíam, eu babava, tossia, tavam me matando. Finalmente a Moria gozou, abundantemente, me obrigando a engolir tudo.
Me soltaram, meu cu tava doendo, minhas bolas doíam, e meu orgulho também. Tava pelado na frente de três mulheres e um travesti, e me comeram selvagemente igual uma putinha barata. Pra aumentar minha humilhação, as três elogiaram a piroca da Moria e como ela tinha me atendido bem.
Era um domingo à tarde, eu estava na casa da Johana tomando uns mates. A gente tava vendo uns sites de sex shop, ela tava decidida a comprar um arnês. A real é que a ideia me excitava pra caralho, depois daquela vez no apê da Melany eu tinha ficado com vontade de uma mulher me penetrar.
Tinha vários tipos de cintos e tamanhos de consolos.
- Devia comprar esse - ela falou, marcando um de 27x7 - assim eles aprendem a me tratar como mereço - ela tava falando da dupla penetração que a gente tinha feito uns dias antes com o Lucas.
- hahaha, mas tu gozou e gritou que nem uma puta - eu respondi.
- tu ri, mas eu vou me vingar, depois não vem com choro que tá doendo!! -
A gente continuou vendo os brinquedos e entre vários, um chamou nossa atenção. Era um cinto de castidade masculino, consistia numa mola de arame com um cadeado que ficava atrás dos testículos e impedia o pau de ficar duro.
- amei!! - ela falou assim que viu - o que tu acha? -
- hmm sei lá, é meio estranho -
A conversa foi interrompida por uma mensagem de texto.
- A Melany perguntou se tu tá disponível, que não consegue te achar, ela disse que querem contratar um travesti pro local e que o Ramon não pode testar, se tu pode testar -
Olhei meu celular, tinha desligado, devia estar sem bateria.
- ahh sei lá, nunca comi um traveco, mas acho que deve ser bom, com certeza chupa bem -
- É, acho que não deve ter problema. Vou falar que sim, pra ver quando é - Essas situações divertiam e excitavam ela pra caralho. A real é que não me parecia um mau plano comer um traveco.
- Se puder agora. Fala pra ela que a gente vai ver o encontro - foi a resposta da mensagem.
Claro, eu não tinha percebido que elas assistem pra avaliar o pessoal. Comecei a duvidar, mas já tinha dito que sim.
Fui no banheiro me higienizar e quando voltei, a Johana já tava de jaqueta. Olhei pra ela e ela revirou os olhos:
- Perguntei se ela podia ir Aí, e ela me disse que sim—
Isso me acontecia por esquecer de carregar o celular! Olhei pra ela, tentei falar alguma coisa, mas fiquei calado, sabia que era inútil. No caminho pro apê da Melany, fui me acostumando com a ideia e, sinceramente, também não me parecia uma má ideia comer um traveco enquanto três gostosas olhavam. Teria sido melhor se elas participassem ou se eu comesse uma gostosa enquanto elas assistiam, mas era excitante de qualquer jeito. Além disso, tanto a Melany quanto a Johana já tinham me visto em situações muito mais humilhantes, então de certa forma comecei a curtir a situação.
— Que bom que você pôde vir — disse a Melany assim que nos atendeu —, a verdade é que há dias estamos procurando umas putinhas e finalmente encontramos uma que parece valer a pena, mas sempre queremos ter certeza, temos uma clientela pra cuidar.
Passamos pra cozinha, onde estavam a Luciana e mais três minas de calcinha e sutiã.
— Desculpa te incomodar, mas não tínhamos a quem recorrer. Essa putinha só atende homem, não quer saber de mulher — comentou a Luciana. As minas riram, eu não entendi o que tinha rolado. — Vamos pro quarto e a gente vai te falando o que fazer, ok? Precisamos que você seja obediente, aqui quem manda somos nós e tem que ficar claro desde o começo.
— Sem problema — respondi, enquanto olhava as risadas das minas e a cara da Johana, que também parecia ter entendido a piada.
Fomos pro mesmo quarto de antes. Tinha três cadeiras onde elas sentaram, eu sentei na ponta da cama.
— Vai se deixando à vontade que ela já vem — falou a Melany.
Me despi até ficar só de cueca. A porta abriu e ela entrou. Era muito alta, ainda mais com os saltos que usava, chuto que mais de 1,80, pele mulata escura, olhos grandes e pretos, cabelo preto até a cintura, bem voluptuosa. Tinha uns peitões enormes e uma bunda linda. Vestia um body preto de renda e um roupão preto transparente, meia 7/8 e uns sapatos de salto bem alto. uns 10 cm.
- Ela é a Moria - disse Luciana e nos apresentou.
Moria, provavelmente por causa da Moria Casan, tinha um ar, o mesmo estilo de corpo, cabelo liso com franja, era uma vedete.
- Tanta plateia faz falta - comentou depois de nos cumprimentar. Pelo visto, não estava satisfeita com a presença da Johana. O clima estava meio tenso. Melany explicou que éramos namorados, e ela fez uma cara estranha. Virou-se sobre si mesma, exibindo o corpo - Bom, não sei por onde querem começar - acrescentou.
Levantei e me aproximei dela, quase que os peitos dela ficavam na altura do meu rosto.
- Gostou? - disse enquanto os massageava.
- Sim - respondi e estendi as mãos para acariciá-los. Eram duros e grandes. Puxei o body e deixei um à mostra, comecei a lamber o mamilo.
- Mmm - gemeu, me abraçou e começou a percorrer minhas costas e minhas coxas com as mãos. Eram mãos grandes e fortes. Logo apoiou nos meus ombros e me empurrou para baixo.
- Continua descendo - disse, me guiando até a pélvis dela.
Olhei para Melany, e ela assentiu com a cabeça. Puxei o body e de baixo saiu o pênis dela. Era preto, enrugado e bem flácido. Peguei e comecei a bater uma, logo foi ganhando mais volume, então aproveitei e coloquei na boca. Continuou aumentando de volume e dureza.
- Viu como todos os viados acabam sendo uns putões? - disse Luciana.
- É, assim que veem uma rola já querem enfiar na boca - respondeu Melany rindo.
Moria acariciava minha cabeça e empurrava suavemente a rola contra minha garganta. Tinha tomado uma dimensão interessante.
- Quanto mede? - perguntou Melany.
- 21x6 - respondeu Moria com orgulho, pegou, mostrou pras meninas e colocou de volta na minha boca - olha só, não cabe - acrescentou e empurrou minha cabeça contra a barriga dela. Segurou minha cabeça por alguns segundos, depois tirou e bateu no meu rosto com aquele pedaço duro e preto, e enfiou de novo na minha boca. Comeu minha boca por um tempinho, depois tirou e se aproximou de as garotas.
- parece grande o suficiente pra vocês? - apontou pro rosto de Johana - com certeza você tá aqui pra ver uma boa rola, porque esse aqui do meu lado tem um amendoim - completou e voltou pra mim pra eu continuar chupando. Continuou abusando da minha boca por mais um tempo até que Luciana disse:
- Beleza, chega de se divertir, é hora de trabalhar, come ele -
- hein?? ela me comer?? fiquei sem reação por uns instantes e finalmente entendi. Claro, por isso Ramon não podia provar ela e as garotas na cozinha estavam rindo.
Tirei a cueca e me deitei de bruços na cama, Moria pegou creme e passou no meu cu. Os dedos dela eram grossos e abriram caminho rápido dentro de mim.
- Você não quer que eu te coma? - perguntei. A verdade é que não tava afim de ser empalado por aquela rola preta e grossa.
- hahaha o promíscuo tá com medo - ela riu - não, amor, só sou ativa e agora vou te dar o que sua namoradinha não pode te dar. Quer que eu coma ele por você, nenenzinha?? -
- hahaha se puder sim, mas capricha, viu que ele é exigente - respondeu Johana.
- hahaha vou atravessar você de lado a lado - disse enquanto começava a enfiar a rola enorme no meu cu. Deus, que dor. Era muito larga e rasgava tudo ao entrar, além de estar dura igual pedra.
- enfia as bolinhas pra dentro - disse Melany rindo - digo, as bolinhas dos olhos - todos caíram na risada, menos eu que tava sofrendo mais uma estocada. Não parava de entrar.
- agora vou te comer como nunca te comeram antes - disse e começou a bombar. Eram estocadas profundas, a cada uma tentava entrar um pouco mais. Ficou um bom tempo nessa posição até Melany pedir:
- coloca ele de quatro por um tempo -
me ajeitei na beirada da cama, olhando pra elas, e Moria me segurou pelos quadris e voltou a me empurrar. Tentava me mover pra frente, mas as mãos dela eram fortes e me seguravam. Ela tava em boa forma física porque me bombava com bastante velocidade e força. Johana me olhava super excitada e passava a língua nos lábios.
- que que —Parece? — Luciana me consultou.
— Bem, ahhh, ela fode muito ahhh bem, tem uma porraaaa de uma rola grande ahh — respondi.
— Você enfiou tudo? — Johana perguntou.
— Vem aqui e vê — respondeu Moria. Pelo espelho, vi Johana enfiar a mão entre minha bunda e a barriga dela. — Tirou a vontade de tocar numa rola de verdade, sua pequena? Já que tá aí, por que não bate uma pro seu namoradinho pra ver como ele goza quando é tratado como deve? —
Ela obedeceu e começou a me punhetar, gozei na hora.
— Tava certa, ele já tava no ponto — disse Johana rindo, tirando a mão cheia de resto de porra e oferecendo pra Moria provar. Ela chupou os dedos dela.
— Agora enfia tudo — disse Johana.
Ela se jogou na cama e se deixou cair em cima de mim. Empurrou e terminou de enterrar o que restava da rola no meu cu. Eu gritei. Pelo visto, faltava um bocado.
— Vamos, dá uma boa fodida funda nela e dá a porra, quero ver se é verdade que você é leiteira — comentou Melany.
Ela não se fez de rogada, me meteu com força e velocidade, me segurava pelos cabelos e tinha cruzado as pernas dela com as minhas, me impedindo de fechá-las. Não foi muito, talvez um ou dois minutos, mas pareceram uma eternidade.
— Goza, por favor, goza — eu implorava.
— Vamos, promíscua, aguenta!! — ela respondia, até que se soltou de dentro de mim. Virei de barriga pra cima pra receber a porra. Ela tirou a camisinha e se punhetou.
— Toma a porra — disse e começou a soltar uns jatos de sêmen, foram 5 ou 6 jatos grossos e mornos.
— Não engole ainda — disse Luciana.
Assim que ela terminou de gozar, se aproximaram pra ver.
— Muito bem, pode engolir, bom trabalho, Moria, você tá contratada — disse Melany.
— Obrigada, posso comer ele mais um pouco? — perguntou Moria.
— Sim, é todo seu, quando terminarem, a gente tá na cozinha — respondeu Melany.
As garotas foram pra cozinha, ficamos só eu e Moria. Fiquei surpreso que ela quisesse continuar transando e mais ainda que Melany me entregasse daquele jeito. É verdade que eu tinha prometido pagar pelo serviço, bah na verdade ele certamente descontaria a comissão do próximo cliente.
- Bom, o que você está esperando, viado? - Moria me disse enquanto balançava o pau dela - começa a chupar e com vontade!!
Ela tinha mudado de atitude, estava muito mais agressiva e dominadora.
Me sentei na borda da cama e peguei o membro dela. Continuava com um bom volume, embora não tão duro. Ela estava de pé, assim que coloquei na boca ela me agarrou pelos cabelos e andou para trás.
- De joelhos, viado, reverencie sua ama! - ela apoiou as duas mãos na minha nuca e enfiou até o fundo da garganta. Uma vez bem lá dentro, começou a mexer o quadril e foder minha boca. Comecei a babar e a engasgar, tentei me afastar para respirar, mas ela apertou com mais força.
- Dentro, come tudo, viado - eu continuava engasgando, vomitando um pouco da minha própria saliva e meus olhos lacrimejavam. Como vocês sabem, em outras ocasiões me obrigaram a fazer garganta profunda, mas ninguém tinha sido tão violento e mantido o pau dela dentro por tanto tempo. Finalmente ela me afastou.
- É assim que você chupa? Eu vou te ensinar a chupar - Ela foi até a porta, abriu e chamou a Melany, falaram baixo, então eu só consegui ouvir ela dizendo:
- Hahaha você é terrível e eu gosto, imaginei quando te vi, passem para o outro quarto, lá você tem as coisas, depois a gente vai e você me faz ficar bem -
Nós mudamos de quarto, tinha várias coisas de sadomasoquismo: um cepo, vários lugares no teto com correntes e cordas, um banco tipo de academia e obviamente uma cama.
- Já te disciplinaram alguma vez? - ela me perguntou.
- Sim, um pouco - respondi tentando mostrar que não estava assustado nem era algo desconhecido para mim, embora na verdade estivesse com um pouco de medo, mas também excitado, é gostoso quando você depende 100% do desejo do outro.
Ela me colocou no cepo, com as mãos e a cabeça imobilizadas e meu corpo arqueado deixando minha bunda bem exposta, me senti completamente desprotegido.
Senti um tapa forte na bunda, depois outro e mais outro. Meu cu tava ardendo, doía pra caralho!
- Tá vendo o que acontece quando não chupa direito?? - continuou me dando mais uns tapas na bunda - me força a te castigar -
Depois enfiou um dedo no meu cu e começou a meter e tirar, enquanto com a outra mão começou a me punhetar. Ouvi a porta abrir, mas da minha posição não dava pra ver o que rolava atrás de mim.
- Chegaram na hora certa pra ver como ela fica excitada quando enfiam algo no cu - comentou a Moria - alguém quer continuar? Tô com vontade de chupar ela -
- Aqui tem brinquedos - acho que foi a Melany que disse isso, e ouvi abrirem uma porta, que devia ser a do armário
A Moria veio pra frente, o pau dela tava meio murcho, mas rapidinho voltou a ficar duro depois de uns segundos na minha boca. Começou devagar, mas foi aumentando a profundidade até me fazer engasgar. Não tem como se defender quando você tá preso na canga.
- E aí? Ela engole tudo? - perguntou a Melany enquanto se aproximava pra ver. A Johana também chegou perto. A Moria empurrou ela com força e segurou ela lá por um bom tempo, mesmo eu engasgando. Quando tirou, vi que a Johana tinha pegado no pau dela.
- Só até aqui - disse - falta um bom pedaço pra enfiar tudo lá dentro, vai ter que empurrar com mais força hahaha -
A Moria não perdeu tempo e atacou de novo, não sei como, mas enfiou mais fundo, senti o pau deslizando pela minha garganta, cada vez que eu engasgava ela conseguia meter mais. Quando tirou, cuspi um monte de saliva e tossi.
De repente, senti alguém me penetrando por trás, devia ser a Luciana. Enquanto ela socava meu cu, a Moria continuava me entupindo com o pauzão dela. A Melani foi pra trás, segurou firme minhas bolas e começou a apertar sem dó. As lágrimas caíam, eu babava, tossia, tavam me matando. Finalmente a Moria gozou, abundantemente, me obrigando a engolir tudo.
Me soltaram, meu cu tava doendo, minhas bolas doíam, e meu orgulho também. Tava pelado na frente de três mulheres e um travesti, e me comeram selvagemente igual uma putinha barata. Pra aumentar minha humilhação, as três elogiaram a piroca da Moria e como ela tinha me atendido bem.
5 comentários - Vendendo-me 5 - Moria
Espectacular historia, muy bien contada aunque no tan bien escrita, pero es lo de menos, me recalentó 🔥
Yo comenté tu post. Vos... ¿comentaste alguno de los míos?
Por cierto me hiper calientan tus relatos quisiera ser como tu 🤤 🤤 🤤
Muy bueno como tragas y mamas 👨 👨 👨