(CONTINUANDO OS RELATOS ANTERIORES)1 http://www.poringa.net/posts/relatos/2457321/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-1-para-18.html
2 http://www.poringa.net/posts/relatos/2461664/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-2-para-18.html
3 http://www.poringa.net/posts/relatos/2464293/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-3-para-18.html
4 http://www.poringa.net/posts/relatos/2465770/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-4-para-18.html
5 http://www.poringa.net/posts/relatos/2466746/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-5-para-18.htmlLonge de diminuir meu desejo, a sessão surpreendente com Pilar, a mãe puritana do Sebas, só me aguçou mais a vontade de sexo e perversão. Eu ficava de pau duro a toda hora pensando nela e na minha mãe, tão diferentes, e as duas tão putas.Algumas manhãs, quando meu pai ia trabalhar, eu me metia na cama com minha mãe e a fodia. Ela, claro, não só não reclamava, como me recebia como uma boa puta. Eu curtia o corpo lascivo e quente dela, chupava seus melões e aqueles pezões enormes, os mesmos que me amamentaram quando pequeno, agora me faziam tremer de prazer safado. Ela adorava receber meu pau e meu gozo na boca e na buceta de mãe incestuosa e esposa adúltera. Uma das imagens e sensações que eu nunca me acostumava era ver minha mãe chupando meu pau, a boca e o rosto dela, tão familiares, mas ligados à vida materna respeitável e meiga, agora ao lado do meu pau, saboreando gulosamente. E a sensação de prazer na minha cabeça com a língua da minha própria mãe. E sem pensar, me vinha à boca a palavra:
- Putinha, como você chupa bem meu pau.
- Então você é filho de uma puta – brincadeira clássica, ela sorri.
- Sou filho da minha puta. Tenho minha puta em casa...
Uma manhã, ela veio ao meu quarto, quase nua com uma camisola curta e transparente:
- Você dormiu demais, querido, vejo que não se interessa mais pela sua mamãe.
- Uff, mamãe, que gostosa você está – adorava falar obscenidades com minha mãe – tá com vontade de uma dose de pau do seu filho? – ela sorriu – olha como você é puta, mamãe.
- Criei você desde bebê e nunca imaginei que me faria sentir a maior puta. Não sei do que gosto mais, do seu pau ou da sacanagem do meu lindo filho me comendo... – sorriu pra mim. – Tá disponível pra dar uma surra na sua mamãe? – rebolou os quadris da porta, cheia de tesão.
- Hummm, ainda tô meio sonolento... – fingi que ia me fazer de difícil, ela se aproximou como uma gata no cio.
- E não tá a fim de me dar umas boas pausadas, filho? – agora era eu que ficava alucinado, minha mãe tava perdendo qualquer vestígio de vergonha ou pudor, excitante ouvir sua própria mãe te pedir pra meter fundo - me deixa muito Promíscua te pedir pra me foder...
\- É que você É UMA Promíscua, mamãe - ela tirou a camisola, ficando nua, perto da minha cama, mãos na cintura, me mostrando obscenamente a buceta lisinha e balançando as tetonas - não acredito que tenho uma mãe tão Promíscua... nem que chegaria a enfiar tanta porra...
\- Sêmen do meu filho pra mamãe... você gosta de gozar na sua mamãe, hein? ... adoro carregar sua porra o dia todo... sou muito perversa, gosto da porra do meu neném... Você quer fazer da mamãe sua mulher...? - eu já tava com o pau duro de ouvir ela, então me descobri e mostrei - uau! vejo que a mamãe vai sair daqui bem fodida...
\- Minha mulher... - ela montou em mim e se empalou sem mais, gemendo de prazer, eu bati nas tetas dela - mmmmmmmm, você gosta da minha porra, hein, puta? Gosta do seu filho... você é minha... até que ponto...
\- OOOOOOhhh sim, siiiim, adoro sua gozada... você tem muita... me enlouquece... sou sua, toda sua, te amo... você é meu macho... o melhor que já tive... totalmente sua, até onde você quiser... te amo... querido... - ela cavalgava no meu pau com prazer evidente, me olhando.
\- Ummmm mamãe, até onde eu quiser...
\- Ummmm sim filho... sou sua mulher, sua puta... até onde você quiser...
\- Mamãe, eu também te amo... - fiz uma pausa - quero te engravidar... engravidar minha mulher... quero engravidar minha mãe... fazer um bebê na sua barriga... você e eu... só você e eu saberemos que é meu... - eu tava excitadíssimo, também metia fundo nela - e estar te fodendo sempre.
\- OOOOOH, meu deus, um filho com você... ufff... grávida do meu filho... - ela parou um momento, sentada com meu pau enterrado até o saco - é... é... muito perverso... e até perigoso... oooh, meu deus, como você tá duro... - acariciei a barriga dela e mexi meu pau devagar - aaaaaaaa que gostoso... nunca fui tão bem fodida...
\- Ummmmmmm, mamãe, ver sua barriga de mulher crescer... ficar linda... cúmplices você e eu... Eu, um filho, melhor uma menina… uma puta como a mãe dela… uma puta linda – eu movia meu pau em círculos, bem dentro dela, sentia a buceta macia dela, puxei ela pra perto e beijei longamente os lábios dela – minha mulher vai me dar uma menina do ventre dela… te amo, mamãe, e adoro te foder. Goza, eu gosto de ver minha mãe gozando enquanto encho ela de esperma engravidador…
- OOOOohhh, filho, você é um diabo… me mata… que gostoso… que duro… me fode mais… vou gozar… não para de me foder… siiiim… me enche de esperma… ME FODEEEEEEEE – ela gozava nas minhas mãos.
- Toma o leite, mamãe, vou te engravidar… tomaaaa
Claro, não deixei ela naquele momento, mas a ideia já tava entre nós dois. Que tesão do caralho que me dava, e nela também, mas eu precisava amadurecer um pouco mais. Não era fácil pra ela decidir uma coisa dessas.
Não descuidava da minha outra puta, a Pilar. Também passava o rodo nela direto. Me excitava muito a entrega total dela, era o que mais a deixava com tesão. E a vulgaridade. E também pensei em falar pra ela sobre a gravidez. No caso dela, o tesão era diferente, mais próximo. Já sabia quando ela tava sozinha, às vezes ela mesma me ligava.
- Oi, vagabunda.
- Vou ficar sozinha hoje às seis, se você quiser passar pra me ver…
- Te ver, sua puta suja?
- Me foder ou me comer de cu… ou o que você quiser… se tiver a fim…
- Vou passar pra ver se tô a fim… você vai chupar meu pau, sua piranha infiel?
- Umm sim, vou chupar seu pau e… tudo que você pedir…
- Me espera pelada e abre a porta assim… não quero perder tempo com minhas vadias adúlteras… pra botar chifre no seu marido.
- Ummmmm sim, vou te esperar assim…
Claro, obediente, ela abriu a porta completamente pelada, perfumadinha, maquiadinha como se fosse pra uma festa, no ponto do caramelo.
- Olha só como você é promíscua, Pilar, se seu marido soubesse que você abre a porta pra um cara, na casa dele e pelada… ele não faz ideia do que você é. Adora ficar bem cheia de pau e de porra… que não são os dela…
- Quero ser uma boa puta, perdi muito tempo esses anos e quero que me ajude a recuperar esse tempo. Com você vi o que estava perdendo. E sem frescuras… porra e foda, gozar como uma puta, engolir porra, ficar empada, e você é um demônio do tesão…
Peguei no cabelo liso e loiro dela, puxei pra perto e beijei de língua, enfiando a língua até o fundo, enquanto amassava a bunda dela e dava tapas. A bunda era menor que a da minha mãe, bom, ela toda era mais miúda, tinha a bunda dura, se cuidava. Uma senhora fina.
- Uma boa égua quase quarentona pra eu montar. E com umas pernas de luxo. E você tá louca por porra de macho novo. Vai, chupa meu pau.
- Uhum sim, sou uma égua pra montar… preciso da sua porra de macho, chupo seu pau, o que você mandar… – ela se ajoelhou, adoro quando uma mulher procura meu pau com a mão, ainda mais uma puritana madura, tirou meu pau pela braguilha e começou a chupar – uuuuummmm como eu gosto de chupar seu pau… que grandão… você vai me foder?
- Vamos botar chifre no seu marido na cama dele mesmo. Trouxe uma coisa pra você, veste isso – dei um par de meias de arrastão fina, preta.
Ela vestiu toda feliz, as meias iam até acima do meio da coxa, do jeito que eu pensei, as pernas dela melhoraram ainda mais.
Virei ela pro espelho de corpo inteiro, comigo atrás. Segurei os braços dela por trás com o braço esquerdo, de modo que os peitos e a barriga dela ficaram pra frente, me dava, ainda me dá, um tesão do caralho encarar uma puta com a própria imagem, e minha mão direita passando a mão nela:
- Se olha, nua, obscena, oferecida, olha como eu passo a mão em você à vontade, posso fazer o que quiser com você, se olha, toda uma puta, e você se vê muito mais gostosa e bonita. – bati nos peitos dela de baixo pra cima, eles não balançavam tanto quanto os da minha mãe, que eram como pudins bem recheados, os da Pilar caíam a prumo – posso bater nas suas tetas caídas de pêra e isso te excita — gemeu de prazer, dei mais algumas palmadas nela, adorava, os mamilos dela eram mais finos que os mamões da minha mãe, mas eretos, sobressaíam mais, como pitonas de 2 cm e não tão duras, em aréolas enormes, metade da teta era aréola. Peguei no mamilo dela e puxei para cima, balançando a teta, até não subir mais, então soltei e a teta caiu a prumo, ela fazia careta de dor, gemendo, me excitava, fiz isso várias vezes em cada teta — te excita que eu trabalhe essas peras, hein? — desci a mão e acariciei a barriga dela, bem lisa para quem já teve dois filhos — sua barriga de mulher fértil é minha, encho de leite quando quero, e sou o dono da sua buceta de casada — dei umas palmadas na buceta dela, ela gemeu fundo — te fodo quando me dá na telha, se olha, escarrapachada e gostosa, suas pernas são de uma égua de primeira.
— Ummmm sim, sou uma boa égua pra você foder do seu jeito… minha buceta e minha barriga são suas… gosto que você trabalhe minhas peras…
— Vou te encher de leite, putona. Quero te deixar prenha. Fazer uma barriga em você na mesma cama do seu marido — passei a mão pela barriga macia e quente dela — inchar essas tetas de pera com boa porra de mulher.
— Oooh, pelo amor de deus… prenha… acho que não consigo… faz anos que não fico…
— Você não toma nada pra não engravidar?
— Faz anos que não… ele não consegue…
— Você tá falando do sêmen do seu marido. Eu te meto mais e melhor porra, e mais fundo… vou te fazer um barrigão… um bastardo… você vai me fazer pai, puta gostosa — continuei acariciando a barriga fina dela — quero meu bastardinho aqui dentro…
— Mas… oh, pelo amor de deus, não imaginava… um filho… é muito… forte… de qualquer jeito, não vou conseguir ficar… acho que não posso te dar isso… você já… me encheu de leite muitas vezes…
— E você menstruou?
— Não, mas é que sou irregular… não ovulo direito…
— Pode ser que já esteja prenha — empurrei ela e ela caiu na cama, de cara. Abre bem as pernas que vou enfiar um pau de primeira e vou regar sua buceta com esperma fértil até te deixar barriguda – como eu esperava, as palavras vulgares deixaram ela louca.
- Ummmmmm sim, como você me excita… tô abrindo as pernas pra você… enfia, mete esse teu caralho, me fode, me enche de esperma fértil… me engravida… sou sua putinha… – enfiei de uma vez – aaaaaaaa siiiim, …bem fundo, bem lá dentro… que pau… sou uma puta…
- Promíscua, adúltera, você vai dar pro seu marido a surpresa de uma barriga… uma barriga de puta… – enquanto metia, chupava os peitos dela, Deus, como eu curtia comer aquela gostosa. E as convulsões dos orgasmos tão seguidos que ela tinha. Esperei ela gozar e, totalmente relaxada, me aproximei pra beijar os lábios dela – olha nos meus olhos enquanto eu descarrego meu leite, puta, hoje à noite com seu marido nessa mesma cama você vai lembrar que eu te engravidei…
- Ooooh siiiim, aproveita comigo, goza… siiiim… me enche… que delícia
Gozei gostoso, pode crer, quando tirei, a buceta dela tava transbordando de gozo e esperma. Ficamos deitados, pelados na cama dela. Ela, feito uma gatinha, grata, me beijou.
- Não sabia que dava pra gozar tanto, me surpreendeu muito no primeiro dia, quando você me violentou, quebrou todos meus esquemas… tanto tempo achando que sexo não dava mais que isso… não entendia as mulheres que se jogavam pra foder e foder… pensando que eram umas taradas, umas putas… e agora… eu… tarada… e feliz… de ser puta… e são as que mais vivem, igual sua mãe…
- Pode gozar, pode, igual minha mãe. Não se segura, eu sei como minha mãe é.
- Agora tenho inveja dela, ela deve ter curtido muito com tantos homens… agora sei o que é se sentir uma puta…
- E você pode curtir muito, ainda tem muito que aprender… e provar… eu vou te acompanhar nos prazeres que você perdeu. Suas fantasias… como satisfazer vários ao mesmo tempo… uma verdadeira puta, igual minha mãe.
- Ufffffff, vários homens… ao mesmo tempo? – mano desceu pra acariciar minha pica e minhas bolas
- Sim, ser mulher de dois ou mais, copular com vários, se revezando pra meter em você, babando nos seus dois peitos ao mesmo tempo, te apalpando com 4 mãos ou mais, duas picas, uma em cada mão, chupando uma enquanto a outra te fode, fodendo sua buceta e seu cu ao mesmo tempo, beijando um e outro, uma boa égua montada por vários, e muito cum, engolindo várias porradas… te usando como uma puta… e você gozando como uma slut com todos… deixando todos vazios de leite… enquanto te chamam de puta que você é…
- Uf, você tá me excitando, só de pensar, mas… não sei como… mas é uma fantasia… muito excitante… tem mulheres que fazem isso? Você já viu? – ela continuava batendo punheta pra mim e tava me excitando de novo
- Tem muitas mulheres que fazem isso, minha mãe, por exemplo, ouvi um cara contar que uma vez ficou com cinco caras, passaram ela de mão em mão e no final todos meteram nela, seu marido foi um deles. Enquanto você tava mal comida.
- Que porco, ele sempre me enganou. Agora é um bom cuck.
- Um cuck que vai ser o pai putativo do filho que vou te fazer, se você já não estiver grávida. Vai ter que foder com ele pra ele achar que é dele.
- De vez em quando a gente fode, mas não me dá prazer. Me excita muito você querer me engravidar… – ela ficou pensando – Sua mãe sabe das coisas. Ufff, cinco caras… e ela deu conta – ela tava ficando excitada – que loucura… foder com cinco…
- Cinco paus meteram nela. Ela deu conta de todos e gozou à vontade como quis – notei que ela tava batendo punheta com mais vontade – E você precisa saber como é. Você precisa de muito pau pra recuperar o tempo perdido, tem muitos caras que adoram comer mulheres casadas… e imagina se elas tão grávidas…
- Tô toda molhada… você quer me foder…
- Quero te engravidar, sua slut. E te entregar pra outros homens. Que te passem na pedra. Que metam numa boa égua.
- Me enche a barriga. Me entrega pra muitos… ummm… que me passem na pedra… bem metida…
Como vocês podem imaginar, eu tava radiante de prazer, prazer físico por como a tia era gostosa e pelo tesão de engravidar a mãe do meu amigo… uff… um “irmãozinho” pra ele e também pra mulher que meu pai poderia ter engravidado… e enquanto ela gozava debaixo de mim, fodida como nunca… totalmente entregue. E eu enchi de leite a buceta daquela mulher tão fina e burguesinha.
Claro, já tava pensando em entregar ela, mas também minha mãe, tinha que pensar como e onde. Um problema de logística foda quando você não tem grana.
A resposta veio na cara, sem mais, embora acompanhada de muito tesão. Mas antes, por respeito à cronologia, tenho que explicar o capítulo da Sara, uma coisa excepcional, surpreendente.
Já fazia um tempo que tava pensando seriamente em comer a Sara, a do colégio, bem metida e distante dos caras, arrogante, mas gostosa e boa mulher, aquela que o pai dela tinha dito que queria comer minha mãe e eu tinha dito que ia comer a filha dele antes.
Não foi fácil chegar nela, ela não admitia caras nas amizades dela, mas dei um jeito através da mãe dela, uma tia que me surpreendeu e, até hoje, ainda lembro com confusão. O processo foi longo, mas vou resumir. Os pais dela eram separados, ela morava com o pai e descobri que a mãe era fotógrafa de modelos. Um dia pedi pra ela falar com a mãe porque queria saber se podia fazer um book pra trabalhar com isso, e ver se dava pra ganhar dinheiro. Consegui que ela me desse um encontro, nada fácil, por ser colega da filha dela. Pedi pra Sara me acompanhar e ela topou.
Não conhecia ela, era uma mulher magra, nervosa, idade incerta mas devia ter uns 40, cabelo bem curto, morena, vestida meio extravagante e muito enérgica, um olhar bem penetrante, que assustava um pouco, mas que contrastava com uma expressão meio de deboche nos lábios. Não era feia nem bonita, mas tinha tesão. E vi que Sara olhava pra ela com uma mistura de respeito, admiração e também de desaprovação. Dos cumprimentos de praxe e os comentários sobre o instituto e tal, ela me fez passar pro estúdio e a Sara ficou na salinha.
- Vamos ver se serve pra modelo, tira a roupa e fica aí, nesse palquinho.
- Tudo?
- Buceta, claro! Tem que explorar todos os ângulos que você pode, e a pica também é um. Não tenho muito tempo, então rapidinho.
Me senti desconfortável enquanto ela me olhava como se eu fosse mercadoria.
- Hum, não tá ruim, mas vamos ver como você fica nas fotos. – começou a tirar fotos de vários ângulos e me fazia posar de várias maneiras. Ela usava uma saia justa e, ao se agachar, percebi que não tava de calcinha, minha pica começou a endurecer, cada vez eu via melhor a buceta dela enquanto tirava as fotos, aí ela parou – O que foi, garoto! Se quer seguir nessa área, tem que se controlar mais – eu não conseguia evitar minha pica crescer.
- Ufa, desculpa, é que não sei o que tá rolando… não consigo evitar… – sorri.
- Não se faz de esperto, garoto – meu sorriso congelou, ela era uma mulher de respeito – Você tem que vir tranquilo, melhor se bater uma antes, a Sara não te falou? – claro que ela não tinha dito nada – porra, essa menina, tão caretão, deve ter ficado com vergonha. Você não fica mal nas fotos, mas não podemos mostrar nada com uma ereção.
- E o que eu faço?
- Bate uma, eu espero.
- Ufa, acho que não consigo, tô nervoso.
- Fala pra Sara te ajudar – ela levantou a voz – SARA! Vem aqui um momento – quando entrou, a Sara ficou meio parada, olhou pra minha pica quase dura – você tem que ajudar seu namorado a baixar a ereção, senão não posso continuar.
- Ele não é meu namorado, mãe – respondeu, nervosa – e não sei como vou ajudar – me olhava de canto. Eu, sem conseguir baixar minha ereção, não sabia o que fazer.
- Senhora, a gente é só bons colegas, se quiser a gente para e eu vou embora, desculpa – a Sara me olhou agradecida, vi que não tinha coragem de discutir com a mãe.
- Porra, não, vocês me fizeram perder meu tempo e agora tenho que terminar as fotos. ou eu a perdi de vez, vou fazer elas do mesmo jeito.
- Posso sair, mãe?
- Sim, filha, sim, você cresceu, mas não vai mudar nunca – Sara saiu, me olhando por um instante, e a mãe dela se preparou para tirar mais fotos minhas, mas cada vez eu via melhor a buceta dela e começava a ficar excitado com a ideia de comer ela – garoto, isso aí só piora
- É que... a senhora está sem calcinha... – não ousava sorrir – e eu fico excitado...
- Puta merda, garoto, vou do jeito que eu quiser. Então você fica excitado pensando que vai me foder?
- Nãooo, não senhora, mas... eu vejo a senhora e... embora... – ela ficou me olhando muito séria.
- Em outras circunstâncias eu mesma te ajudaria, mas hoje não, estou no meu dia feminino, hoje estou mais a fim de uma mulher – devo ter feito uma cara de riso, porque ela caiu na gargalhada – hahahaha. Garoto, nunca ouviu falar de bissexualidade?
- Sim, sim, claro – ainda me dava mais tesão pensar naquela mulher com outra garota – uffff, não consigo baixar a ereção... – ela se aproximou e observou meu pau de perto.
- Você é bem dotado, mas é amigo da minha filha e não é conveniente.
Claro, ela terminou a sessão de fotos, mas ao sair me disse:
- Dá uma trepada na minha Sara, garoto, ela está precisando, e com esse pau ela vai aproveitar. Se der pra ela, não vou te cobrar nada pela sessão. Bem, uma coisa sim, mas já te falo.
Na salinha, nos reunimos com Sara, a mãe dela disse para irmos jantar com ela, mas Sara deu a desculpa de trabalho da faculdade.
- A minha amiga June vai vir, Sara, aquela que você gosta tanto. – Vi nos olhos de Sara uma expressão diferente, ela mudou de ideia e aceitou.
Saímos em silêncio, eu estava remoendo o que tinha visto e o que tinha acontecido, nunca tinha conhecido uma mulher assim. Ela estava meio cabisbaixa ao meu lado, e então entendi tudo: Sara gostava de mulheres! Por isso agia daquele jeito, por isso os olhos brilharam quando a mãe mencionou a amiga June, e por isso andava sempre com garotas, por isso se mantinha tão distante dos caras, não por arrogância ou desprezo, como a gente pensava, mas por desinteresse e medo. Aliás, também me lembrei dos olhares que a Sara dava pra minha mãe, que na época eu não soube interpretar direito.
E as coisas começaram a fazer sentido. E eu soube como ia comer ela. E ela ainda era virgem. Olhei pra ela com outros olhos, até com um pouco de ternura, uma lésbica saindo do armário, virgem, com certeza com um impulso sexual reprimido, talvez bi igual a mãe dela, uma delícia, pô. E fisicamente uma gostosa do caralho.
Imaginei como seria meter o pau nela e fiquei com um tesão doido, mas não era hora de atacar, não podia pressionar. Chamei ela pra tomar uma cerveja, ela tava meio desconcertada e eu decidi que tinha que fazer o papel de amigo-colega, sem segundas intenções, ganhar a confiança dela.
— Sara, tô envergonhado com o que rolou hoje à tarde, não leva a mal, não sei o que deu em mim, mas não queria te incomodar, juro, acho que você é uma pessoa muito séria e nada de ilusão como as outras minas, dá pra conversar como amigos e não preciso fazer o papel de machão com você, só de pessoa — ela corou levemente.
— Fico feliz que você pense assim, tô cansada dos caras que só querem transar comigo. Não se preocupa com o que aconteceu hoje, é verdade que minha mãe falou pra você bater uma antes de vir e eu não tive coragem de te contar, então a culpa é um pouco minha.
— Culpa sua nada, a gente ainda não tem intimidade pra você me falar isso. Mas sua mãe não sabia. Ela é uma mulher de personalidade. Gosto dela.
— É mesmo? É verdade — ela ficou um tempão falando da mãe, de como era independente e revolucionária, percebi que admirava ela pra caralho.
Depois ficamos conversando sobre um monte de coisas sérias, eu me mantinha totalmente na minha e repetia como gostava das opiniões dela. Combinamos de nos ver outro dia, até insinuei que podia ajudar ela com Matemática, que era o pesadelo dela, ela agradeceu. O primeiro passo já tava dado.
Fui rapidinho pra casa, tava muito tarado, entre a Sara e a mãe dela, elas me deixaram louco. duro, com a intenção sadia de foder minha mãe e me aliviar. Mas meu irmão tava lá, porra, tinha chegado cedo. Pensei rápido, fui pro quarto dele e falei que ele tava fedendo, “porra, mano, tu tá cheirando a gayumbo usado, nem pensa em ir jantar com esse cheiro”. Ele ficou tão preocupado que foi tomar banho, ele é mais certinho e sério.
Aí fui pra cozinha, minha mãe tava mexendo, com seu vestidinho curto e decotado, descascando e cortando batatas, me olhou sorrindo:
- Tá com fome? Tem que esperar, querido.
- Tô com fome de mulher, mãe – fui até ela e passei a mão nos peitos – e tu tá uma gostosa, mãe, e eu tô cego de tesão, tenho que te foder.
- Claro que não, filho, seu irmão tá por aí, é perigoso, e seu pai vai chegar logo.
- A gente tem 15 minutos antes do meu irmão sair do banho e o pai não chega antes, faz um boquete daqueles que tu sabe, faz dias que não engole meu leite – cheguei perto e virei ela, empurrei pelos ombros pra ela se agachar e puxei a pica pra fora, dura – abre essa boquinha, mãe – meti a pica na boca dela – gosto de ter minha puta em casa, mãe, uma boa mãe que me chupa, aaaaah que gostoso, que vontade de esvaziar meu leite, ummmmmmm toma pica, toma, vagabunda, aaaaaaah que boa comedora de pica tu é, dá pra ver que já comeu muitas…assim, mãe, assim, aaaaaaah engole, puta, engole leite…tomaaaaa…guarda tudooooooo…
Uma gozada monstra, minha mãe engolia e engolia, dei um tapa na cara dela e me afastei. Ela tava cheia de leite, amei.
- Boa puta, mãe, limpa bem ela, não deixa nada.
- Meu deus, filho, tu tava carregado, que quantidade de sêmen… – ela continuou chupando até não sobrar uma gota, me olhando nos olhos – me excitou…
- Hoje à noite tu faz meu pai te montar enquanto lembra do gosto do meu leite…
Enquanto jantávamos os quatro, tive a ideia de provocar um pouco.
- Me veio uma ideia, pai, mãe, por que vocês não têm outro filho? Quem sabe não sai uma menina…adoraria uma irmãzinha… Montou uma discussão entre brincadeira e sério, meu irmão ficava animado com a ideia, minha mãe dizia que já era velha e meu pai falou que o que ele gostava era fazer, não criar. No final não deu em nada, mas pelo menos meu pai não tinha dito não, só faltava convencer minha mãe, por minha conta. Quando todo mundo foi dormir, eu fiquei de ouvido colado e ouvi meu pai dizendo pra minha mãe que podiam tentar fazer um filho naquela noite, minha mãe respondeu rindo que adoraria, "vamos ver se você sabe fazer direito". Logo estavam trepando, a coisa ia bem.
Na manhã seguinte, quando meu pai foi embora, fui pra cama com minha mãe.
- Meu pai te deu uma boa trepada ontem, hein? Parece que ele gosta da ideia de ter uma filhinha...
- Eu gostei, mas nada comparado com suas gozadas, filho. Não sei, essa história da menina é só uma ideia distante, querido... Vem foder com a mamãe?
- Claro, adoro foder minha putinha gostosa de manhã. Mas tem uma coisa que não bate... Como é que eu tenho o pau tão diferente do do meu pai? Você sabe bem por experiência que o Sebas e o pai dele têm o pau igual, e meu irmão é igual ao papai, mas eu não... - minha mãe começou a me masturbar pra deixar ele duro - será que eu não sou filho dele?
- Claro que é!! Nem pense em duvidar disso - eu olhei meio debochado pra ela - o que acontece é que você puxou a mim... bom, não a mim... à minha família... puxa, me enrolei... ao meu pai - ela ficou calada de repente, eu olhei e ela tinha corado.
- E como você sabe o que o vovô tem... - eu ia falando despreocupado enquanto sentia meu pau endurecer na mão da minha mãe, concentrado no prazer, mas aí me assustei - mãe, não fode... você também trepava com seu pai? - ela corou ainda mais, tinha se entregado.
- Filho... como você pode pensar isso?
- Ora, se você trepa com seu filho, pode trepar com seu pai... - fiz uma pausa - vamos, mãe, me conta a verdade, pra mim você pode contar tudo, você também dava pro seu pai? - ela baixou o olhar, fez um silêncio, eu decidi dar tempo, agora eu tava mexendo na sua pica, mas devagar.
- Sim, querido – finalmente ela se decidiu – desde muito nova, ele foi meu primeiro homem, me desvirgou. Você tem a pica igual à dele. Não me julgue mal, filho… eu era muito nova e me fascinava…
- Porra, mãe, que puta. E eu achando que a gente tava inventando algo novo… E quando foi a última vez que você transou com ele? – ela não parava de mexer na minha pica, tinha relaxado um pouco, mas tava ficando dura só de pensar na minha mãe adolescente fodendo com o pai dela.
- Ufa, filho… mês passado – ela baixou o olhar, mas não parou de massagear meu pau.
- COMO?! Você ainda fode com o vovô? Mas… mas… ele tem quase 70 anos.
- A vida inteira eu transei com ele, antes com mais frequência, ultimamente menos, mas nunca parei de ir me deitar, de foder com meu pai. E agora ele precisa mais de mim. E eu gosto. E é muito erótico. Quase tanto quanto você. Ufa, como sua pica ficou dura… você não me rejeita por isso que eu te contei…
- Deus, mãe, me excita ainda mais saber disso, e que você sempre foi tão puta – eu subi em cima dela e meti – aaaaaaah, que gostoso sua buceta… você fodía com seu pai quando tava grávida? Como foi que ele meteu em você na primeira vez? Ele te estuprou?
- Aaaaaaah, filho, que gostoso… sim, durante as duas gestações, bem mais quando tava grávida de você… uuuufff como você fode bem… ele gostava muito da minha barriga… e meus peitos incharam muito… ummmmm… me fode… mais… mais… só com você eu tive o mesmo prazer que com ele… ummm… não, com você mais… aaaaah… me fode… deusss que dura… Não, ele não me estuprou… fui eu quem pediu… que me fizesse mulher…
- Deuss, mãe, você tem que me contar… você pediu pro seu pai te foder…
- Eu era fascinada pela pica dele… eu espiava ele… me masturbava pensando nele… até que… aaaaaaaaaaah que gostoso você me dá, filho, como você me fode bem… eu era muito novinha, fui precoce… meus peitos cresceram muito e muito rápido… queria mostrar pro meu pai que eu era uma mulher… que ele me tocasse com as mãos viris dele… que ele se me excitar comigo... tocar a pica dele... brincar... era uma menininha...
- hummmm, porra, mamãe... que menina. Você chupou a pica dele? Ele comeu sua buceta? Seu pai gozava dentro de você? - Eu tava com a pica duríssima, estourando, e metia nela enquanto ouvia
- Chupei a pica dele, uma sensação única, ele comeu minha buceta, meu cuzinho adolescente, e acabei enfiando na minha buceta virgem... montei na pica dele... aaaaaaaah... me fode forte, filho... aaaaaaaah... foi fantástico... me senti maravilhosa... uma delícia... a pica do meu pai dentro... hummmm... a mulher do meu pai... e agora a do meu filho... ele gozava muito dentro de mim... igual você... eu adorava que meu pai gozasse em mim... sentir o prazer dele... como agora o seu
- Você é incrivelmente gostosa, mamãe, vou gozar dentro de você agora, putinha.
- Hummmm sim, me dá seu leite que eu tô gozandooooooo...
Gozamos igual uns porcos, gritando e aproveitando, um prazer intenso. Depois de descansar, perguntei:
- Quando você vai foder com seu pai de novo?
- Mais ou menos semana que vem ele vai me chamar.
- E ele sabe que o filho te fode? - toquei na buceta dela, transbordando de porra - você tá cheia, putinha.
- Ainda não contei pra ele. Não sei como dizer nem se devo. Adoro carregar seu esperma, querido, hummmm... você me deixa sempre molhada de porra. Não sei como ele reagiria, posso dar alguma desculpa... enrolar...
- Não, mamãe, quero ver você foder com seu pai e você adora. Mas não pode foder com ele sem mim, mamãe. Eu tenho que ir também. Não acha legal um trio com seu pai e seu filho? Imagina receber entre suas pernas seu pai e seu filho. Ter os dois leites misturados na sua buceta... sentindo prazer e orgasmos... como nunca... mulher dos seus dois amores preferidos...
- Uff, isso é a coisa mais perversa e excitante que já ouvi. E doentio... Mas não sei... ele é um pouco diferente de você.
- Certeza que a gente convence ele. Você é a putinha dele?
- Nããão, ele é diferente, sou a menininha dele ainda nessa idade, é um pai carinhoso... e eu adoro ser a filhinha da alma dele... só sou putinha sua, querido... ele é mais meigo.
- Mas ele mete o pau e deixa o leite dele. igual. E desde um montão de anos
- Sim, isso sim. Já faz mais de 25 anos que perdi a virgindade com ele.
- E no pelo. Nunca pensou em te engravidar nesses anos? Não te deu vontade?
- Deu. As duas coisas, mas depois me casei com seu pai…
- Pois agora a gente pode. Você pode ter uma filha nossa, do seu pai ou do seu filho. Ou dos dois.
- Acho que não vou me decidir a ficar… você é um diabo do tesão…
- Hummm, te amo, mãe. Você vai parar de tomar pílula e vou te encher a barriga. Você me pariu e agora vai parir uma irmãzinha, uma menina linda, uma putinha igual a você – beijei ela na boca com carinho.
- Te amo, querido. A gente vê.
Meu avô tinha um apartamentinho pequeno de 40 metros, que às vezes alugava, mas era onde ele comia minha mãe, a filha da alma dele, a nenenzinha dele. Tinha uma sala-cozinha, um lavabo, um quarto e um cômodo minúsculo, onde cabia uma cama bem justa. Eu tinha ido lá umas duas vezes e sempre pensei que seria um excelente motel, e olha só, era. Mas especial, um motel onde meu avô comia a própria filha. Me dava um tesão do caralho ver minha mãe trepando com o pai dela. Ou ver meu avô fodendo a filha dele. E poder comer ela depois. Ou antes. Ou durante.
Quando ele ligou pra minha mãe pra se encontrar, ela marcou direto no apartamentinho e disse que tinha que contar uma coisa importante e que eu também ia. Ele estranhou, mas minha mãe falou que não era nada de ruim e tranquilizou ele. Como eu imaginava, ele sacou alguma coisa e no dia seguinte me ligou, depois dos cumprimentos e das besteiras, perguntou sobre o “importante” que minha mãe tinha anunciado.
- É que minha mãe me contou uma coisa, e acho que você também precisa saber de uma novidade.
- Então… ela te explicou que a gente… se dá bem às vezes – ele fez uma pausa – só com você?
- Sim, é isso, vô, não se preocupa, não é grave…
- Então… – ele fez outra pausa, dava pra quase ouvir os pensamentos dele a mil, burro ele não era – isso só pode significar… uma coisa… porra, neto…
- Isso mesmo, vô. Eu Gostaria que a gente se encontrasse os três, a gente vê no que dá, minha mãe tá disposta… é a mulher mais fantástica do mundo.
- Nisso você tem razão. Porra… não esperava por essa… mas conhecendo minha filha… não dá pra me surpreender, claro. E você diz que ela quer… hmm… tá disposta a…
- Se ela se… dá bem com o pai dela… por que não com o filho? E ela pensou que se der com os dois… vai ser bem melhor.
- Não duvido, não, mas não sei se eu…, bom, a gente se vê.
A gente foi separado, mas minha mãe me disse que ia se atrasar um pouco, preferia que quando eu chegasse nós dois já estivéssemos lá e já tivéssemos conversado. Quando cheguei, meu avô já estava, me abriu meio sem graça. Cumprimentos, um pouco de rigidez, mas eu tava na pilha, o tesão me dominava.
- Vô, é melhor a gente falar na lata, você e eu não temos que fingir, a gente tá aqui porque você faz 25 anos que come sua filha e eu faz pouco que como minha mãe. E ela gosta. E ela não curte enganar a gente separado. Então talvez a gente possa se divertir os três. Ela aguenta os dois e, se for preciso, mais dois.
- Ufa, neto, que pesado soa. Mas é, você tem razão, a gente tem que ser sincero, mas me pega meio de surpresa, não sei como… fazer…
- Também não sei, vô, mas um menage com minha mãe pode ser o paraíso. Ela adora que você foda ela. E adora que eu foda ela. A gente divide a mulher. A gente come ela como der, ela tem mais experiência em foder com vários, aliás, você comeu ela bem novinha, que sensação você deve ter sentido,… e virgem
- Ufa, sim, me senti culpado por muito tempo por não ter parado aquilo, mas era muito lisonjeiro pra mim que minha filha me espiasse e muito excitante. Quando eu fazia plantão noturno, eu ia dormir à tarde e fingia que tava dormindo, ela entrava e olhava pra minha pica, um dia se atreveu a tocar nela, ficou duríssima, ela gostou. Eu esperava toda tarde que ela entrasse pra tocar em mim, cada vez com mais jeito, e até batia uma pra mim, depois ia embora e se masturbava, e eu também. E lembro que uma Tarde, depois de bater uma, eu fingindo que tava dormindo, senti os lábios dela e aí ela meteu na boca. Não aguentei, segurei a cabeça dela e gozei na boca dela. Uff, quando vi aquela gostosa com a boca e a cara cheia do meu esperma, engolindo tudo, me olhando meio assustada, mas com os olhos brilhando, me senti super culpado. Não consegui dormir e nem te conto o quanto sofri no trabalho, tinha gozado na boca da minha menina. Jurei que nunca mais ia tocar nela.
- Porra, vô, tô ficando duro.
- Esse foi o começo, apesar da minha promessa, no dia seguinte já meti nela. Me surpreendeu que, sendo virgem, ela já enfiou o pau inteiro na primeira vez e gozou tanto.
- Sempre teve uma buceta do caralho, minha mãe. E adora paus grandes. Sortudo, vô, estrear uma mina como ela... e depois 25 anos comendo ela.
- Uff, sim, uma delícia. Uma vida inteira de carinho e prazer.
- Hoje a gente vai foder ela juntos.
Minha mãe chegou. Tava linda, radiante, maquiada, perfumada, sexy, com um vestidinho preto justo acima do joelho, tipo camisa, com botões na frente até o umbigo, uns dois desabotoados, só pra dar pra ver o canal do peito dela. Meu avô levantou e beijou ela, na boca, uff, que imagem moral. Não quis ficar pra trás, fui até eles e também beijei ela na boca logo depois.Tava meio tenso aqui, vou tentar resumir um pouco a história da transa mais doida e alucinante que já tive, mas não posso negar que dava uma sensação possessiva naqueles momentos, tanto que vou deixar vocês com mais vontade ainda. Então, sigam o post e vejo vocês no próximo. Até logo, continua...!!!!
(CONTINUA...)
2 http://www.poringa.net/posts/relatos/2461664/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-2-para-18.html
3 http://www.poringa.net/posts/relatos/2464293/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-3-para-18.html
4 http://www.poringa.net/posts/relatos/2465770/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-4-para-18.html
5 http://www.poringa.net/posts/relatos/2466746/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-5-para-18.htmlLonge de diminuir meu desejo, a sessão surpreendente com Pilar, a mãe puritana do Sebas, só me aguçou mais a vontade de sexo e perversão. Eu ficava de pau duro a toda hora pensando nela e na minha mãe, tão diferentes, e as duas tão putas.Algumas manhãs, quando meu pai ia trabalhar, eu me metia na cama com minha mãe e a fodia. Ela, claro, não só não reclamava, como me recebia como uma boa puta. Eu curtia o corpo lascivo e quente dela, chupava seus melões e aqueles pezões enormes, os mesmos que me amamentaram quando pequeno, agora me faziam tremer de prazer safado. Ela adorava receber meu pau e meu gozo na boca e na buceta de mãe incestuosa e esposa adúltera. Uma das imagens e sensações que eu nunca me acostumava era ver minha mãe chupando meu pau, a boca e o rosto dela, tão familiares, mas ligados à vida materna respeitável e meiga, agora ao lado do meu pau, saboreando gulosamente. E a sensação de prazer na minha cabeça com a língua da minha própria mãe. E sem pensar, me vinha à boca a palavra:
- Putinha, como você chupa bem meu pau.
- Então você é filho de uma puta – brincadeira clássica, ela sorri.
- Sou filho da minha puta. Tenho minha puta em casa...
Uma manhã, ela veio ao meu quarto, quase nua com uma camisola curta e transparente:
- Você dormiu demais, querido, vejo que não se interessa mais pela sua mamãe.
- Uff, mamãe, que gostosa você está – adorava falar obscenidades com minha mãe – tá com vontade de uma dose de pau do seu filho? – ela sorriu – olha como você é puta, mamãe.
- Criei você desde bebê e nunca imaginei que me faria sentir a maior puta. Não sei do que gosto mais, do seu pau ou da sacanagem do meu lindo filho me comendo... – sorriu pra mim. – Tá disponível pra dar uma surra na sua mamãe? – rebolou os quadris da porta, cheia de tesão.
- Hummm, ainda tô meio sonolento... – fingi que ia me fazer de difícil, ela se aproximou como uma gata no cio.
- E não tá a fim de me dar umas boas pausadas, filho? – agora era eu que ficava alucinado, minha mãe tava perdendo qualquer vestígio de vergonha ou pudor, excitante ouvir sua própria mãe te pedir pra meter fundo - me deixa muito Promíscua te pedir pra me foder...
\- É que você É UMA Promíscua, mamãe - ela tirou a camisola, ficando nua, perto da minha cama, mãos na cintura, me mostrando obscenamente a buceta lisinha e balançando as tetonas - não acredito que tenho uma mãe tão Promíscua... nem que chegaria a enfiar tanta porra...
\- Sêmen do meu filho pra mamãe... você gosta de gozar na sua mamãe, hein? ... adoro carregar sua porra o dia todo... sou muito perversa, gosto da porra do meu neném... Você quer fazer da mamãe sua mulher...? - eu já tava com o pau duro de ouvir ela, então me descobri e mostrei - uau! vejo que a mamãe vai sair daqui bem fodida...
\- Minha mulher... - ela montou em mim e se empalou sem mais, gemendo de prazer, eu bati nas tetas dela - mmmmmmmm, você gosta da minha porra, hein, puta? Gosta do seu filho... você é minha... até que ponto...
\- OOOOOOhhh sim, siiiim, adoro sua gozada... você tem muita... me enlouquece... sou sua, toda sua, te amo... você é meu macho... o melhor que já tive... totalmente sua, até onde você quiser... te amo... querido... - ela cavalgava no meu pau com prazer evidente, me olhando.
\- Ummmm mamãe, até onde eu quiser...
\- Ummmm sim filho... sou sua mulher, sua puta... até onde você quiser...
\- Mamãe, eu também te amo... - fiz uma pausa - quero te engravidar... engravidar minha mulher... quero engravidar minha mãe... fazer um bebê na sua barriga... você e eu... só você e eu saberemos que é meu... - eu tava excitadíssimo, também metia fundo nela - e estar te fodendo sempre.
\- OOOOOH, meu deus, um filho com você... ufff... grávida do meu filho... - ela parou um momento, sentada com meu pau enterrado até o saco - é... é... muito perverso... e até perigoso... oooh, meu deus, como você tá duro... - acariciei a barriga dela e mexi meu pau devagar - aaaaaaaa que gostoso... nunca fui tão bem fodida...
\- Ummmmmmm, mamãe, ver sua barriga de mulher crescer... ficar linda... cúmplices você e eu... Eu, um filho, melhor uma menina… uma puta como a mãe dela… uma puta linda – eu movia meu pau em círculos, bem dentro dela, sentia a buceta macia dela, puxei ela pra perto e beijei longamente os lábios dela – minha mulher vai me dar uma menina do ventre dela… te amo, mamãe, e adoro te foder. Goza, eu gosto de ver minha mãe gozando enquanto encho ela de esperma engravidador…
- OOOOohhh, filho, você é um diabo… me mata… que gostoso… que duro… me fode mais… vou gozar… não para de me foder… siiiim… me enche de esperma… ME FODEEEEEEEE – ela gozava nas minhas mãos.
- Toma o leite, mamãe, vou te engravidar… tomaaaa
Claro, não deixei ela naquele momento, mas a ideia já tava entre nós dois. Que tesão do caralho que me dava, e nela também, mas eu precisava amadurecer um pouco mais. Não era fácil pra ela decidir uma coisa dessas.
Não descuidava da minha outra puta, a Pilar. Também passava o rodo nela direto. Me excitava muito a entrega total dela, era o que mais a deixava com tesão. E a vulgaridade. E também pensei em falar pra ela sobre a gravidez. No caso dela, o tesão era diferente, mais próximo. Já sabia quando ela tava sozinha, às vezes ela mesma me ligava.
- Oi, vagabunda.
- Vou ficar sozinha hoje às seis, se você quiser passar pra me ver…
- Te ver, sua puta suja?
- Me foder ou me comer de cu… ou o que você quiser… se tiver a fim…
- Vou passar pra ver se tô a fim… você vai chupar meu pau, sua piranha infiel?
- Umm sim, vou chupar seu pau e… tudo que você pedir…
- Me espera pelada e abre a porta assim… não quero perder tempo com minhas vadias adúlteras… pra botar chifre no seu marido.
- Ummmmm sim, vou te esperar assim…
Claro, obediente, ela abriu a porta completamente pelada, perfumadinha, maquiadinha como se fosse pra uma festa, no ponto do caramelo.
- Olha só como você é promíscua, Pilar, se seu marido soubesse que você abre a porta pra um cara, na casa dele e pelada… ele não faz ideia do que você é. Adora ficar bem cheia de pau e de porra… que não são os dela…
- Quero ser uma boa puta, perdi muito tempo esses anos e quero que me ajude a recuperar esse tempo. Com você vi o que estava perdendo. E sem frescuras… porra e foda, gozar como uma puta, engolir porra, ficar empada, e você é um demônio do tesão…
Peguei no cabelo liso e loiro dela, puxei pra perto e beijei de língua, enfiando a língua até o fundo, enquanto amassava a bunda dela e dava tapas. A bunda era menor que a da minha mãe, bom, ela toda era mais miúda, tinha a bunda dura, se cuidava. Uma senhora fina.
- Uma boa égua quase quarentona pra eu montar. E com umas pernas de luxo. E você tá louca por porra de macho novo. Vai, chupa meu pau.
- Uhum sim, sou uma égua pra montar… preciso da sua porra de macho, chupo seu pau, o que você mandar… – ela se ajoelhou, adoro quando uma mulher procura meu pau com a mão, ainda mais uma puritana madura, tirou meu pau pela braguilha e começou a chupar – uuuuummmm como eu gosto de chupar seu pau… que grandão… você vai me foder?
- Vamos botar chifre no seu marido na cama dele mesmo. Trouxe uma coisa pra você, veste isso – dei um par de meias de arrastão fina, preta.
Ela vestiu toda feliz, as meias iam até acima do meio da coxa, do jeito que eu pensei, as pernas dela melhoraram ainda mais.
Virei ela pro espelho de corpo inteiro, comigo atrás. Segurei os braços dela por trás com o braço esquerdo, de modo que os peitos e a barriga dela ficaram pra frente, me dava, ainda me dá, um tesão do caralho encarar uma puta com a própria imagem, e minha mão direita passando a mão nela:
- Se olha, nua, obscena, oferecida, olha como eu passo a mão em você à vontade, posso fazer o que quiser com você, se olha, toda uma puta, e você se vê muito mais gostosa e bonita. – bati nos peitos dela de baixo pra cima, eles não balançavam tanto quanto os da minha mãe, que eram como pudins bem recheados, os da Pilar caíam a prumo – posso bater nas suas tetas caídas de pêra e isso te excita — gemeu de prazer, dei mais algumas palmadas nela, adorava, os mamilos dela eram mais finos que os mamões da minha mãe, mas eretos, sobressaíam mais, como pitonas de 2 cm e não tão duras, em aréolas enormes, metade da teta era aréola. Peguei no mamilo dela e puxei para cima, balançando a teta, até não subir mais, então soltei e a teta caiu a prumo, ela fazia careta de dor, gemendo, me excitava, fiz isso várias vezes em cada teta — te excita que eu trabalhe essas peras, hein? — desci a mão e acariciei a barriga dela, bem lisa para quem já teve dois filhos — sua barriga de mulher fértil é minha, encho de leite quando quero, e sou o dono da sua buceta de casada — dei umas palmadas na buceta dela, ela gemeu fundo — te fodo quando me dá na telha, se olha, escarrapachada e gostosa, suas pernas são de uma égua de primeira.
— Ummmm sim, sou uma boa égua pra você foder do seu jeito… minha buceta e minha barriga são suas… gosto que você trabalhe minhas peras…
— Vou te encher de leite, putona. Quero te deixar prenha. Fazer uma barriga em você na mesma cama do seu marido — passei a mão pela barriga macia e quente dela — inchar essas tetas de pera com boa porra de mulher.
— Oooh, pelo amor de deus… prenha… acho que não consigo… faz anos que não fico…
— Você não toma nada pra não engravidar?
— Faz anos que não… ele não consegue…
— Você tá falando do sêmen do seu marido. Eu te meto mais e melhor porra, e mais fundo… vou te fazer um barrigão… um bastardo… você vai me fazer pai, puta gostosa — continuei acariciando a barriga fina dela — quero meu bastardinho aqui dentro…
— Mas… oh, pelo amor de deus, não imaginava… um filho… é muito… forte… de qualquer jeito, não vou conseguir ficar… acho que não posso te dar isso… você já… me encheu de leite muitas vezes…
— E você menstruou?
— Não, mas é que sou irregular… não ovulo direito…
— Pode ser que já esteja prenha — empurrei ela e ela caiu na cama, de cara. Abre bem as pernas que vou enfiar um pau de primeira e vou regar sua buceta com esperma fértil até te deixar barriguda – como eu esperava, as palavras vulgares deixaram ela louca.
- Ummmmmm sim, como você me excita… tô abrindo as pernas pra você… enfia, mete esse teu caralho, me fode, me enche de esperma fértil… me engravida… sou sua putinha… – enfiei de uma vez – aaaaaaaa siiiim, …bem fundo, bem lá dentro… que pau… sou uma puta…
- Promíscua, adúltera, você vai dar pro seu marido a surpresa de uma barriga… uma barriga de puta… – enquanto metia, chupava os peitos dela, Deus, como eu curtia comer aquela gostosa. E as convulsões dos orgasmos tão seguidos que ela tinha. Esperei ela gozar e, totalmente relaxada, me aproximei pra beijar os lábios dela – olha nos meus olhos enquanto eu descarrego meu leite, puta, hoje à noite com seu marido nessa mesma cama você vai lembrar que eu te engravidei…
- Ooooh siiiim, aproveita comigo, goza… siiiim… me enche… que delícia
Gozei gostoso, pode crer, quando tirei, a buceta dela tava transbordando de gozo e esperma. Ficamos deitados, pelados na cama dela. Ela, feito uma gatinha, grata, me beijou.
- Não sabia que dava pra gozar tanto, me surpreendeu muito no primeiro dia, quando você me violentou, quebrou todos meus esquemas… tanto tempo achando que sexo não dava mais que isso… não entendia as mulheres que se jogavam pra foder e foder… pensando que eram umas taradas, umas putas… e agora… eu… tarada… e feliz… de ser puta… e são as que mais vivem, igual sua mãe…
- Pode gozar, pode, igual minha mãe. Não se segura, eu sei como minha mãe é.
- Agora tenho inveja dela, ela deve ter curtido muito com tantos homens… agora sei o que é se sentir uma puta…
- E você pode curtir muito, ainda tem muito que aprender… e provar… eu vou te acompanhar nos prazeres que você perdeu. Suas fantasias… como satisfazer vários ao mesmo tempo… uma verdadeira puta, igual minha mãe.
- Ufffffff, vários homens… ao mesmo tempo? – mano desceu pra acariciar minha pica e minhas bolas
- Sim, ser mulher de dois ou mais, copular com vários, se revezando pra meter em você, babando nos seus dois peitos ao mesmo tempo, te apalpando com 4 mãos ou mais, duas picas, uma em cada mão, chupando uma enquanto a outra te fode, fodendo sua buceta e seu cu ao mesmo tempo, beijando um e outro, uma boa égua montada por vários, e muito cum, engolindo várias porradas… te usando como uma puta… e você gozando como uma slut com todos… deixando todos vazios de leite… enquanto te chamam de puta que você é…
- Uf, você tá me excitando, só de pensar, mas… não sei como… mas é uma fantasia… muito excitante… tem mulheres que fazem isso? Você já viu? – ela continuava batendo punheta pra mim e tava me excitando de novo
- Tem muitas mulheres que fazem isso, minha mãe, por exemplo, ouvi um cara contar que uma vez ficou com cinco caras, passaram ela de mão em mão e no final todos meteram nela, seu marido foi um deles. Enquanto você tava mal comida.
- Que porco, ele sempre me enganou. Agora é um bom cuck.
- Um cuck que vai ser o pai putativo do filho que vou te fazer, se você já não estiver grávida. Vai ter que foder com ele pra ele achar que é dele.
- De vez em quando a gente fode, mas não me dá prazer. Me excita muito você querer me engravidar… – ela ficou pensando – Sua mãe sabe das coisas. Ufff, cinco caras… e ela deu conta – ela tava ficando excitada – que loucura… foder com cinco…
- Cinco paus meteram nela. Ela deu conta de todos e gozou à vontade como quis – notei que ela tava batendo punheta com mais vontade – E você precisa saber como é. Você precisa de muito pau pra recuperar o tempo perdido, tem muitos caras que adoram comer mulheres casadas… e imagina se elas tão grávidas…
- Tô toda molhada… você quer me foder…
- Quero te engravidar, sua slut. E te entregar pra outros homens. Que te passem na pedra. Que metam numa boa égua.
- Me enche a barriga. Me entrega pra muitos… ummm… que me passem na pedra… bem metida…
Como vocês podem imaginar, eu tava radiante de prazer, prazer físico por como a tia era gostosa e pelo tesão de engravidar a mãe do meu amigo… uff… um “irmãozinho” pra ele e também pra mulher que meu pai poderia ter engravidado… e enquanto ela gozava debaixo de mim, fodida como nunca… totalmente entregue. E eu enchi de leite a buceta daquela mulher tão fina e burguesinha.
Claro, já tava pensando em entregar ela, mas também minha mãe, tinha que pensar como e onde. Um problema de logística foda quando você não tem grana.
A resposta veio na cara, sem mais, embora acompanhada de muito tesão. Mas antes, por respeito à cronologia, tenho que explicar o capítulo da Sara, uma coisa excepcional, surpreendente.
Já fazia um tempo que tava pensando seriamente em comer a Sara, a do colégio, bem metida e distante dos caras, arrogante, mas gostosa e boa mulher, aquela que o pai dela tinha dito que queria comer minha mãe e eu tinha dito que ia comer a filha dele antes.
Não foi fácil chegar nela, ela não admitia caras nas amizades dela, mas dei um jeito através da mãe dela, uma tia que me surpreendeu e, até hoje, ainda lembro com confusão. O processo foi longo, mas vou resumir. Os pais dela eram separados, ela morava com o pai e descobri que a mãe era fotógrafa de modelos. Um dia pedi pra ela falar com a mãe porque queria saber se podia fazer um book pra trabalhar com isso, e ver se dava pra ganhar dinheiro. Consegui que ela me desse um encontro, nada fácil, por ser colega da filha dela. Pedi pra Sara me acompanhar e ela topou.
Não conhecia ela, era uma mulher magra, nervosa, idade incerta mas devia ter uns 40, cabelo bem curto, morena, vestida meio extravagante e muito enérgica, um olhar bem penetrante, que assustava um pouco, mas que contrastava com uma expressão meio de deboche nos lábios. Não era feia nem bonita, mas tinha tesão. E vi que Sara olhava pra ela com uma mistura de respeito, admiração e também de desaprovação. Dos cumprimentos de praxe e os comentários sobre o instituto e tal, ela me fez passar pro estúdio e a Sara ficou na salinha.
- Vamos ver se serve pra modelo, tira a roupa e fica aí, nesse palquinho.
- Tudo?
- Buceta, claro! Tem que explorar todos os ângulos que você pode, e a pica também é um. Não tenho muito tempo, então rapidinho.
Me senti desconfortável enquanto ela me olhava como se eu fosse mercadoria.
- Hum, não tá ruim, mas vamos ver como você fica nas fotos. – começou a tirar fotos de vários ângulos e me fazia posar de várias maneiras. Ela usava uma saia justa e, ao se agachar, percebi que não tava de calcinha, minha pica começou a endurecer, cada vez eu via melhor a buceta dela enquanto tirava as fotos, aí ela parou – O que foi, garoto! Se quer seguir nessa área, tem que se controlar mais – eu não conseguia evitar minha pica crescer.
- Ufa, desculpa, é que não sei o que tá rolando… não consigo evitar… – sorri.
- Não se faz de esperto, garoto – meu sorriso congelou, ela era uma mulher de respeito – Você tem que vir tranquilo, melhor se bater uma antes, a Sara não te falou? – claro que ela não tinha dito nada – porra, essa menina, tão caretão, deve ter ficado com vergonha. Você não fica mal nas fotos, mas não podemos mostrar nada com uma ereção.
- E o que eu faço?
- Bate uma, eu espero.
- Ufa, acho que não consigo, tô nervoso.
- Fala pra Sara te ajudar – ela levantou a voz – SARA! Vem aqui um momento – quando entrou, a Sara ficou meio parada, olhou pra minha pica quase dura – você tem que ajudar seu namorado a baixar a ereção, senão não posso continuar.
- Ele não é meu namorado, mãe – respondeu, nervosa – e não sei como vou ajudar – me olhava de canto. Eu, sem conseguir baixar minha ereção, não sabia o que fazer.
- Senhora, a gente é só bons colegas, se quiser a gente para e eu vou embora, desculpa – a Sara me olhou agradecida, vi que não tinha coragem de discutir com a mãe.
- Porra, não, vocês me fizeram perder meu tempo e agora tenho que terminar as fotos. ou eu a perdi de vez, vou fazer elas do mesmo jeito.
- Posso sair, mãe?
- Sim, filha, sim, você cresceu, mas não vai mudar nunca – Sara saiu, me olhando por um instante, e a mãe dela se preparou para tirar mais fotos minhas, mas cada vez eu via melhor a buceta dela e começava a ficar excitado com a ideia de comer ela – garoto, isso aí só piora
- É que... a senhora está sem calcinha... – não ousava sorrir – e eu fico excitado...
- Puta merda, garoto, vou do jeito que eu quiser. Então você fica excitado pensando que vai me foder?
- Nãooo, não senhora, mas... eu vejo a senhora e... embora... – ela ficou me olhando muito séria.
- Em outras circunstâncias eu mesma te ajudaria, mas hoje não, estou no meu dia feminino, hoje estou mais a fim de uma mulher – devo ter feito uma cara de riso, porque ela caiu na gargalhada – hahahaha. Garoto, nunca ouviu falar de bissexualidade?
- Sim, sim, claro – ainda me dava mais tesão pensar naquela mulher com outra garota – uffff, não consigo baixar a ereção... – ela se aproximou e observou meu pau de perto.
- Você é bem dotado, mas é amigo da minha filha e não é conveniente.
Claro, ela terminou a sessão de fotos, mas ao sair me disse:
- Dá uma trepada na minha Sara, garoto, ela está precisando, e com esse pau ela vai aproveitar. Se der pra ela, não vou te cobrar nada pela sessão. Bem, uma coisa sim, mas já te falo.
Na salinha, nos reunimos com Sara, a mãe dela disse para irmos jantar com ela, mas Sara deu a desculpa de trabalho da faculdade.
- A minha amiga June vai vir, Sara, aquela que você gosta tanto. – Vi nos olhos de Sara uma expressão diferente, ela mudou de ideia e aceitou.
Saímos em silêncio, eu estava remoendo o que tinha visto e o que tinha acontecido, nunca tinha conhecido uma mulher assim. Ela estava meio cabisbaixa ao meu lado, e então entendi tudo: Sara gostava de mulheres! Por isso agia daquele jeito, por isso os olhos brilharam quando a mãe mencionou a amiga June, e por isso andava sempre com garotas, por isso se mantinha tão distante dos caras, não por arrogância ou desprezo, como a gente pensava, mas por desinteresse e medo. Aliás, também me lembrei dos olhares que a Sara dava pra minha mãe, que na época eu não soube interpretar direito.
E as coisas começaram a fazer sentido. E eu soube como ia comer ela. E ela ainda era virgem. Olhei pra ela com outros olhos, até com um pouco de ternura, uma lésbica saindo do armário, virgem, com certeza com um impulso sexual reprimido, talvez bi igual a mãe dela, uma delícia, pô. E fisicamente uma gostosa do caralho.
Imaginei como seria meter o pau nela e fiquei com um tesão doido, mas não era hora de atacar, não podia pressionar. Chamei ela pra tomar uma cerveja, ela tava meio desconcertada e eu decidi que tinha que fazer o papel de amigo-colega, sem segundas intenções, ganhar a confiança dela.
— Sara, tô envergonhado com o que rolou hoje à tarde, não leva a mal, não sei o que deu em mim, mas não queria te incomodar, juro, acho que você é uma pessoa muito séria e nada de ilusão como as outras minas, dá pra conversar como amigos e não preciso fazer o papel de machão com você, só de pessoa — ela corou levemente.
— Fico feliz que você pense assim, tô cansada dos caras que só querem transar comigo. Não se preocupa com o que aconteceu hoje, é verdade que minha mãe falou pra você bater uma antes de vir e eu não tive coragem de te contar, então a culpa é um pouco minha.
— Culpa sua nada, a gente ainda não tem intimidade pra você me falar isso. Mas sua mãe não sabia. Ela é uma mulher de personalidade. Gosto dela.
— É mesmo? É verdade — ela ficou um tempão falando da mãe, de como era independente e revolucionária, percebi que admirava ela pra caralho.
Depois ficamos conversando sobre um monte de coisas sérias, eu me mantinha totalmente na minha e repetia como gostava das opiniões dela. Combinamos de nos ver outro dia, até insinuei que podia ajudar ela com Matemática, que era o pesadelo dela, ela agradeceu. O primeiro passo já tava dado.
Fui rapidinho pra casa, tava muito tarado, entre a Sara e a mãe dela, elas me deixaram louco. duro, com a intenção sadia de foder minha mãe e me aliviar. Mas meu irmão tava lá, porra, tinha chegado cedo. Pensei rápido, fui pro quarto dele e falei que ele tava fedendo, “porra, mano, tu tá cheirando a gayumbo usado, nem pensa em ir jantar com esse cheiro”. Ele ficou tão preocupado que foi tomar banho, ele é mais certinho e sério.
Aí fui pra cozinha, minha mãe tava mexendo, com seu vestidinho curto e decotado, descascando e cortando batatas, me olhou sorrindo:
- Tá com fome? Tem que esperar, querido.
- Tô com fome de mulher, mãe – fui até ela e passei a mão nos peitos – e tu tá uma gostosa, mãe, e eu tô cego de tesão, tenho que te foder.
- Claro que não, filho, seu irmão tá por aí, é perigoso, e seu pai vai chegar logo.
- A gente tem 15 minutos antes do meu irmão sair do banho e o pai não chega antes, faz um boquete daqueles que tu sabe, faz dias que não engole meu leite – cheguei perto e virei ela, empurrei pelos ombros pra ela se agachar e puxei a pica pra fora, dura – abre essa boquinha, mãe – meti a pica na boca dela – gosto de ter minha puta em casa, mãe, uma boa mãe que me chupa, aaaaah que gostoso, que vontade de esvaziar meu leite, ummmmmmm toma pica, toma, vagabunda, aaaaaaah que boa comedora de pica tu é, dá pra ver que já comeu muitas…assim, mãe, assim, aaaaaaah engole, puta, engole leite…tomaaaaa…guarda tudooooooo…
Uma gozada monstra, minha mãe engolia e engolia, dei um tapa na cara dela e me afastei. Ela tava cheia de leite, amei.
- Boa puta, mãe, limpa bem ela, não deixa nada.
- Meu deus, filho, tu tava carregado, que quantidade de sêmen… – ela continuou chupando até não sobrar uma gota, me olhando nos olhos – me excitou…
- Hoje à noite tu faz meu pai te montar enquanto lembra do gosto do meu leite…
Enquanto jantávamos os quatro, tive a ideia de provocar um pouco.
- Me veio uma ideia, pai, mãe, por que vocês não têm outro filho? Quem sabe não sai uma menina…adoraria uma irmãzinha… Montou uma discussão entre brincadeira e sério, meu irmão ficava animado com a ideia, minha mãe dizia que já era velha e meu pai falou que o que ele gostava era fazer, não criar. No final não deu em nada, mas pelo menos meu pai não tinha dito não, só faltava convencer minha mãe, por minha conta. Quando todo mundo foi dormir, eu fiquei de ouvido colado e ouvi meu pai dizendo pra minha mãe que podiam tentar fazer um filho naquela noite, minha mãe respondeu rindo que adoraria, "vamos ver se você sabe fazer direito". Logo estavam trepando, a coisa ia bem.
Na manhã seguinte, quando meu pai foi embora, fui pra cama com minha mãe.
- Meu pai te deu uma boa trepada ontem, hein? Parece que ele gosta da ideia de ter uma filhinha...
- Eu gostei, mas nada comparado com suas gozadas, filho. Não sei, essa história da menina é só uma ideia distante, querido... Vem foder com a mamãe?
- Claro, adoro foder minha putinha gostosa de manhã. Mas tem uma coisa que não bate... Como é que eu tenho o pau tão diferente do do meu pai? Você sabe bem por experiência que o Sebas e o pai dele têm o pau igual, e meu irmão é igual ao papai, mas eu não... - minha mãe começou a me masturbar pra deixar ele duro - será que eu não sou filho dele?
- Claro que é!! Nem pense em duvidar disso - eu olhei meio debochado pra ela - o que acontece é que você puxou a mim... bom, não a mim... à minha família... puxa, me enrolei... ao meu pai - ela ficou calada de repente, eu olhei e ela tinha corado.
- E como você sabe o que o vovô tem... - eu ia falando despreocupado enquanto sentia meu pau endurecer na mão da minha mãe, concentrado no prazer, mas aí me assustei - mãe, não fode... você também trepava com seu pai? - ela corou ainda mais, tinha se entregado.
- Filho... como você pode pensar isso?
- Ora, se você trepa com seu filho, pode trepar com seu pai... - fiz uma pausa - vamos, mãe, me conta a verdade, pra mim você pode contar tudo, você também dava pro seu pai? - ela baixou o olhar, fez um silêncio, eu decidi dar tempo, agora eu tava mexendo na sua pica, mas devagar.
- Sim, querido – finalmente ela se decidiu – desde muito nova, ele foi meu primeiro homem, me desvirgou. Você tem a pica igual à dele. Não me julgue mal, filho… eu era muito nova e me fascinava…
- Porra, mãe, que puta. E eu achando que a gente tava inventando algo novo… E quando foi a última vez que você transou com ele? – ela não parava de mexer na minha pica, tinha relaxado um pouco, mas tava ficando dura só de pensar na minha mãe adolescente fodendo com o pai dela.
- Ufa, filho… mês passado – ela baixou o olhar, mas não parou de massagear meu pau.
- COMO?! Você ainda fode com o vovô? Mas… mas… ele tem quase 70 anos.
- A vida inteira eu transei com ele, antes com mais frequência, ultimamente menos, mas nunca parei de ir me deitar, de foder com meu pai. E agora ele precisa mais de mim. E eu gosto. E é muito erótico. Quase tanto quanto você. Ufa, como sua pica ficou dura… você não me rejeita por isso que eu te contei…
- Deus, mãe, me excita ainda mais saber disso, e que você sempre foi tão puta – eu subi em cima dela e meti – aaaaaaah, que gostoso sua buceta… você fodía com seu pai quando tava grávida? Como foi que ele meteu em você na primeira vez? Ele te estuprou?
- Aaaaaaah, filho, que gostoso… sim, durante as duas gestações, bem mais quando tava grávida de você… uuuufff como você fode bem… ele gostava muito da minha barriga… e meus peitos incharam muito… ummmmm… me fode… mais… mais… só com você eu tive o mesmo prazer que com ele… ummm… não, com você mais… aaaaah… me fode… deusss que dura… Não, ele não me estuprou… fui eu quem pediu… que me fizesse mulher…
- Deuss, mãe, você tem que me contar… você pediu pro seu pai te foder…
- Eu era fascinada pela pica dele… eu espiava ele… me masturbava pensando nele… até que… aaaaaaaaaaah que gostoso você me dá, filho, como você me fode bem… eu era muito novinha, fui precoce… meus peitos cresceram muito e muito rápido… queria mostrar pro meu pai que eu era uma mulher… que ele me tocasse com as mãos viris dele… que ele se me excitar comigo... tocar a pica dele... brincar... era uma menininha...
- hummmm, porra, mamãe... que menina. Você chupou a pica dele? Ele comeu sua buceta? Seu pai gozava dentro de você? - Eu tava com a pica duríssima, estourando, e metia nela enquanto ouvia
- Chupei a pica dele, uma sensação única, ele comeu minha buceta, meu cuzinho adolescente, e acabei enfiando na minha buceta virgem... montei na pica dele... aaaaaaaah... me fode forte, filho... aaaaaaaah... foi fantástico... me senti maravilhosa... uma delícia... a pica do meu pai dentro... hummmm... a mulher do meu pai... e agora a do meu filho... ele gozava muito dentro de mim... igual você... eu adorava que meu pai gozasse em mim... sentir o prazer dele... como agora o seu
- Você é incrivelmente gostosa, mamãe, vou gozar dentro de você agora, putinha.
- Hummmm sim, me dá seu leite que eu tô gozandooooooo...
Gozamos igual uns porcos, gritando e aproveitando, um prazer intenso. Depois de descansar, perguntei:
- Quando você vai foder com seu pai de novo?
- Mais ou menos semana que vem ele vai me chamar.
- E ele sabe que o filho te fode? - toquei na buceta dela, transbordando de porra - você tá cheia, putinha.
- Ainda não contei pra ele. Não sei como dizer nem se devo. Adoro carregar seu esperma, querido, hummmm... você me deixa sempre molhada de porra. Não sei como ele reagiria, posso dar alguma desculpa... enrolar...
- Não, mamãe, quero ver você foder com seu pai e você adora. Mas não pode foder com ele sem mim, mamãe. Eu tenho que ir também. Não acha legal um trio com seu pai e seu filho? Imagina receber entre suas pernas seu pai e seu filho. Ter os dois leites misturados na sua buceta... sentindo prazer e orgasmos... como nunca... mulher dos seus dois amores preferidos...
- Uff, isso é a coisa mais perversa e excitante que já ouvi. E doentio... Mas não sei... ele é um pouco diferente de você.
- Certeza que a gente convence ele. Você é a putinha dele?
- Nããão, ele é diferente, sou a menininha dele ainda nessa idade, é um pai carinhoso... e eu adoro ser a filhinha da alma dele... só sou putinha sua, querido... ele é mais meigo.
- Mas ele mete o pau e deixa o leite dele. igual. E desde um montão de anos
- Sim, isso sim. Já faz mais de 25 anos que perdi a virgindade com ele.
- E no pelo. Nunca pensou em te engravidar nesses anos? Não te deu vontade?
- Deu. As duas coisas, mas depois me casei com seu pai…
- Pois agora a gente pode. Você pode ter uma filha nossa, do seu pai ou do seu filho. Ou dos dois.
- Acho que não vou me decidir a ficar… você é um diabo do tesão…
- Hummm, te amo, mãe. Você vai parar de tomar pílula e vou te encher a barriga. Você me pariu e agora vai parir uma irmãzinha, uma menina linda, uma putinha igual a você – beijei ela na boca com carinho.
- Te amo, querido. A gente vê.
Meu avô tinha um apartamentinho pequeno de 40 metros, que às vezes alugava, mas era onde ele comia minha mãe, a filha da alma dele, a nenenzinha dele. Tinha uma sala-cozinha, um lavabo, um quarto e um cômodo minúsculo, onde cabia uma cama bem justa. Eu tinha ido lá umas duas vezes e sempre pensei que seria um excelente motel, e olha só, era. Mas especial, um motel onde meu avô comia a própria filha. Me dava um tesão do caralho ver minha mãe trepando com o pai dela. Ou ver meu avô fodendo a filha dele. E poder comer ela depois. Ou antes. Ou durante.
Quando ele ligou pra minha mãe pra se encontrar, ela marcou direto no apartamentinho e disse que tinha que contar uma coisa importante e que eu também ia. Ele estranhou, mas minha mãe falou que não era nada de ruim e tranquilizou ele. Como eu imaginava, ele sacou alguma coisa e no dia seguinte me ligou, depois dos cumprimentos e das besteiras, perguntou sobre o “importante” que minha mãe tinha anunciado.
- É que minha mãe me contou uma coisa, e acho que você também precisa saber de uma novidade.
- Então… ela te explicou que a gente… se dá bem às vezes – ele fez uma pausa – só com você?
- Sim, é isso, vô, não se preocupa, não é grave…
- Então… – ele fez outra pausa, dava pra quase ouvir os pensamentos dele a mil, burro ele não era – isso só pode significar… uma coisa… porra, neto…
- Isso mesmo, vô. Eu Gostaria que a gente se encontrasse os três, a gente vê no que dá, minha mãe tá disposta… é a mulher mais fantástica do mundo.
- Nisso você tem razão. Porra… não esperava por essa… mas conhecendo minha filha… não dá pra me surpreender, claro. E você diz que ela quer… hmm… tá disposta a…
- Se ela se… dá bem com o pai dela… por que não com o filho? E ela pensou que se der com os dois… vai ser bem melhor.
- Não duvido, não, mas não sei se eu…, bom, a gente se vê.
A gente foi separado, mas minha mãe me disse que ia se atrasar um pouco, preferia que quando eu chegasse nós dois já estivéssemos lá e já tivéssemos conversado. Quando cheguei, meu avô já estava, me abriu meio sem graça. Cumprimentos, um pouco de rigidez, mas eu tava na pilha, o tesão me dominava.
- Vô, é melhor a gente falar na lata, você e eu não temos que fingir, a gente tá aqui porque você faz 25 anos que come sua filha e eu faz pouco que como minha mãe. E ela gosta. E ela não curte enganar a gente separado. Então talvez a gente possa se divertir os três. Ela aguenta os dois e, se for preciso, mais dois.
- Ufa, neto, que pesado soa. Mas é, você tem razão, a gente tem que ser sincero, mas me pega meio de surpresa, não sei como… fazer…
- Também não sei, vô, mas um menage com minha mãe pode ser o paraíso. Ela adora que você foda ela. E adora que eu foda ela. A gente divide a mulher. A gente come ela como der, ela tem mais experiência em foder com vários, aliás, você comeu ela bem novinha, que sensação você deve ter sentido,… e virgem
- Ufa, sim, me senti culpado por muito tempo por não ter parado aquilo, mas era muito lisonjeiro pra mim que minha filha me espiasse e muito excitante. Quando eu fazia plantão noturno, eu ia dormir à tarde e fingia que tava dormindo, ela entrava e olhava pra minha pica, um dia se atreveu a tocar nela, ficou duríssima, ela gostou. Eu esperava toda tarde que ela entrasse pra tocar em mim, cada vez com mais jeito, e até batia uma pra mim, depois ia embora e se masturbava, e eu também. E lembro que uma Tarde, depois de bater uma, eu fingindo que tava dormindo, senti os lábios dela e aí ela meteu na boca. Não aguentei, segurei a cabeça dela e gozei na boca dela. Uff, quando vi aquela gostosa com a boca e a cara cheia do meu esperma, engolindo tudo, me olhando meio assustada, mas com os olhos brilhando, me senti super culpado. Não consegui dormir e nem te conto o quanto sofri no trabalho, tinha gozado na boca da minha menina. Jurei que nunca mais ia tocar nela.
- Porra, vô, tô ficando duro.
- Esse foi o começo, apesar da minha promessa, no dia seguinte já meti nela. Me surpreendeu que, sendo virgem, ela já enfiou o pau inteiro na primeira vez e gozou tanto.
- Sempre teve uma buceta do caralho, minha mãe. E adora paus grandes. Sortudo, vô, estrear uma mina como ela... e depois 25 anos comendo ela.
- Uff, sim, uma delícia. Uma vida inteira de carinho e prazer.
- Hoje a gente vai foder ela juntos.
Minha mãe chegou. Tava linda, radiante, maquiada, perfumada, sexy, com um vestidinho preto justo acima do joelho, tipo camisa, com botões na frente até o umbigo, uns dois desabotoados, só pra dar pra ver o canal do peito dela. Meu avô levantou e beijou ela, na boca, uff, que imagem moral. Não quis ficar pra trás, fui até eles e também beijei ela na boca logo depois.Tava meio tenso aqui, vou tentar resumir um pouco a história da transa mais doida e alucinante que já tive, mas não posso negar que dava uma sensação possessiva naqueles momentos, tanto que vou deixar vocês com mais vontade ainda. Então, sigam o post e vejo vocês no próximo. Até logo, continua...!!!!
(CONTINUA...)
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