o negro colombiano desvirgou a argentina branca
olá a todos, sou federico, vou contar pra vocês como desvirguei a branquela argentina de 17 anos
os nomes dos personagens são inventados, a história é real

Vou descrever a argentina pra vocês: ela é magrinha, peitos pequenos e uma bunda pequena, mas provocante. Os bicos são rosados e uma buceta deliciosa — como vocês já devem saber, as virgens têm ela preciosa.
Já eu, me visto no estilo clássico, calça caída igual rapper, porte atlético porque sou esportista. Falam que sou corpudo, bom perfume, cabelo bem cortado, boa combinação. E meu pau é um pouco maior que o normal. Todas levam duraço, hahaha.
Tudo começou no sábado, porque saímos pra tomar umas cervejas com uns amigos lá pra umas 12h. Um deles encontrou uma conhecida — "a prima da argentina". Bom, eles dois blá blá blá e ela nos apresentou à prima dela, vamos chamar de Maria.
Maria não se apresentou e ainda me olhava com nojinho, mas eu não liguei. Sou muito tranquilo e não me afetou.
Pelo contrário, meus amigos morriam de vontade de conhecer ela e comer ela. Todos falavam "muito prazer, me chamo tal tal", os outros "linda, tá entediada?" e ela fazia aquela cara de desprezo. E eu pensando: "Não implorem pra essa não, que se ela ficar de quatro, faço ela mudar de ideia e fico mais animado."
Bom, copo vai, copo vem, e eu acabei agradando a prima dela. A prima parece que pediu pra facilitar as coisas. Vi elas conversando por uns 30 minutos, até que Maria senta do meu lado e fala "oi". Pensei: "Agora as coisas viraram a meu favor."
Bom, Maria toda arrogante fala: "Olha, negro, minha prima quer." Aí a prima chama ela e fala: "Aqui não, não vê que tão todos..." E Maria só revirou os olhos e me disse: "Posso te perguntar uma coisa a sós?" Eu levantei e estendi a mão pra levar ela, mas ela não pegou e só seguiu na frente. Eu só olhava pra aquela bunda e pensava: "Essa hoje vai ser minha." Sentamos num parque e ela diz: "Poxa, nem sei o que tô fazendo aqui..."
Só falou: "Olha, negro, minha prima quer que você coma ela, e eu não sei o que ela vê nos negros." Aí eu respondi: "Olha pra mim." Ela me olhou como quem diz "você não é nada". Depois falei no ouvido dela: "Sua prima quer o quê? Sentir é uma porra de verdade, o que você nunca vai sentir, e ela me diz "hahaha", como quem não ouviu. Falei: "Quem não come preto não chega ao céu", e ela riu. Aí perguntei: "Você quer o calor do inferno ou o céu?" Uau, o que eu disse fez ela sorrir. E falei: "O que você tem contra os negros? Somos seres humanos, sentimos, e ainda temos fama de pirocas grandes e de sermos bons de cama." Ela respondeu: "Isso eu sei, sim." Eu só pensei: "Uau, tudo está se encaixando."
Fui direto com ela e perguntei: "Você quer que o céu seja da sua prima ou seu?" Levantei e, sem pensar, ela respondeu: "Óbvio, eu quero o céu."
Bom, pra não prolongar a história, a noite toda arranquei sorrisos e gargalhadas dela, e até dancei sem saber. Chegou a hora de fechar os bares e, de repente, falei: "Vamos terminar na minha casa." Os olhos dela brilhavam como diamantes.
Blá, blá, blá, blá, beijei ela na minha casa. Todo mundo ficou de boca aberta. A boquinha dela do meu lado era como uma Coca-Cola perto de um rio. Mordi os lábios dela como ninguém nunca fez. Levantei, coloquei a mão sem pensar, ela se levantou e eu guiei ela até meu quarto. Pra não cagar tudo, antes de entrar, beijei ela e carreguei — não como uma noiva, mas assim mesmo.
Levei ela pra cama, primeiro tirei minha camisa, ela só passava a mão nos meus braços e peitoral. Tirei a blusa dela e, sem tirar o sutiã, chupei os biquinhos rosados. Ela só falava: "Negão, não para ou te mato". Eu mordia, elogiava, cuspia neles. Ela era minha puta sem precisar falar nada. Curvei ela, abaixei minha calça — tava durasso que nem um tronco. Ela só olhou e se abaixou pra chupar. Fazia sem experiência, mas eu tava gostando. O meu é grande, mas ela não fez cara de susto, tava confiante. Levantei ela, tirei o jeans e ergui ela assim.
Aquela buceta era tipo um pêssego, deliciosa. Nós dois curtimos pra caralho. Eu desci e continuei chupando ela, e quando tentei enfiar o dedo, tomei um susto do caralho. Quando tentei enfiar, ela reclamou, mas tava tão molhada que doía e ela se deixava. Quando entrou o primeiro dedo, e depois o segundo e o terceiro, já tava quase começando quando ouvi os gritos de prazer dela e saiu o jorro kkkkk impressionante. Antes de perder a virgindade, ela teve um orgasmo, e acho que poucas passaram por isso. Aí montei nela, enfiei com tudo, e ela só falava: "Negão, não me deixa, fica comigo pra sempre, você é meu tudo". E agora sim, comecei a meter com força, ela só gozava. Coloquei ela de quatro, enfiei meio mindinho no cu dela, levantei ela, fiz de tudo, o único que ela não queria era que eu tirasse.
Antes de gozar, tentei enfiar no cu dela, mas não entrava. Falei: "Já tô quase lá", e ela disse: "Quero engolir". Eu falei: "Ok, fica de quatro e no final te aviso". Uff, só de imaginar que ela queria na boca... 10 minutos depois, gozei na boca dela. Caiu no olho, no nariz, e ela só se limpava e levava pra boca. Quando terminamos, ela queria me abraçar, e eu falei: "Não, cê não gosta de preto, né? Se vira e vaza da minha casa". Ela implorou e começou a chorar. Ela e a prima foram embora. Quando saí, meus amigos falaram: "Humm, brother, quase matou ela, deu pra ouvir daqui. A prima tava quase entrando".
Encontrei ela uns 15 dias depois e só fiz ela chupar umas 3 vezes. Antes de ir embora, ela me mandou uma carta. No próximo relato, descrevo a carta.
olá a todos, sou federico, vou contar pra vocês como desvirguei a branquela argentina de 17 anos
os nomes dos personagens são inventados, a história é real


Vou descrever a argentina pra vocês: ela é magrinha, peitos pequenos e uma bunda pequena, mas provocante. Os bicos são rosados e uma buceta deliciosa — como vocês já devem saber, as virgens têm ela preciosa.Já eu, me visto no estilo clássico, calça caída igual rapper, porte atlético porque sou esportista. Falam que sou corpudo, bom perfume, cabelo bem cortado, boa combinação. E meu pau é um pouco maior que o normal. Todas levam duraço, hahaha.
Tudo começou no sábado, porque saímos pra tomar umas cervejas com uns amigos lá pra umas 12h. Um deles encontrou uma conhecida — "a prima da argentina". Bom, eles dois blá blá blá e ela nos apresentou à prima dela, vamos chamar de Maria.
Maria não se apresentou e ainda me olhava com nojinho, mas eu não liguei. Sou muito tranquilo e não me afetou.
Pelo contrário, meus amigos morriam de vontade de conhecer ela e comer ela. Todos falavam "muito prazer, me chamo tal tal", os outros "linda, tá entediada?" e ela fazia aquela cara de desprezo. E eu pensando: "Não implorem pra essa não, que se ela ficar de quatro, faço ela mudar de ideia e fico mais animado."
Bom, copo vai, copo vem, e eu acabei agradando a prima dela. A prima parece que pediu pra facilitar as coisas. Vi elas conversando por uns 30 minutos, até que Maria senta do meu lado e fala "oi". Pensei: "Agora as coisas viraram a meu favor."
Bom, Maria toda arrogante fala: "Olha, negro, minha prima quer." Aí a prima chama ela e fala: "Aqui não, não vê que tão todos..." E Maria só revirou os olhos e me disse: "Posso te perguntar uma coisa a sós?" Eu levantei e estendi a mão pra levar ela, mas ela não pegou e só seguiu na frente. Eu só olhava pra aquela bunda e pensava: "Essa hoje vai ser minha." Sentamos num parque e ela diz: "Poxa, nem sei o que tô fazendo aqui..."
Só falou: "Olha, negro, minha prima quer que você coma ela, e eu não sei o que ela vê nos negros." Aí eu respondi: "Olha pra mim." Ela me olhou como quem diz "você não é nada". Depois falei no ouvido dela: "Sua prima quer o quê? Sentir é uma porra de verdade, o que você nunca vai sentir, e ela me diz "hahaha", como quem não ouviu. Falei: "Quem não come preto não chega ao céu", e ela riu. Aí perguntei: "Você quer o calor do inferno ou o céu?" Uau, o que eu disse fez ela sorrir. E falei: "O que você tem contra os negros? Somos seres humanos, sentimos, e ainda temos fama de pirocas grandes e de sermos bons de cama." Ela respondeu: "Isso eu sei, sim." Eu só pensei: "Uau, tudo está se encaixando."
Fui direto com ela e perguntei: "Você quer que o céu seja da sua prima ou seu?" Levantei e, sem pensar, ela respondeu: "Óbvio, eu quero o céu."
Bom, pra não prolongar a história, a noite toda arranquei sorrisos e gargalhadas dela, e até dancei sem saber. Chegou a hora de fechar os bares e, de repente, falei: "Vamos terminar na minha casa." Os olhos dela brilhavam como diamantes.
Blá, blá, blá, blá, beijei ela na minha casa. Todo mundo ficou de boca aberta. A boquinha dela do meu lado era como uma Coca-Cola perto de um rio. Mordi os lábios dela como ninguém nunca fez. Levantei, coloquei a mão sem pensar, ela se levantou e eu guiei ela até meu quarto. Pra não cagar tudo, antes de entrar, beijei ela e carreguei — não como uma noiva, mas assim mesmo.

Levei ela pra cama, primeiro tirei minha camisa, ela só passava a mão nos meus braços e peitoral. Tirei a blusa dela e, sem tirar o sutiã, chupei os biquinhos rosados. Ela só falava: "Negão, não para ou te mato". Eu mordia, elogiava, cuspia neles. Ela era minha puta sem precisar falar nada. Curvei ela, abaixei minha calça — tava durasso que nem um tronco. Ela só olhou e se abaixou pra chupar. Fazia sem experiência, mas eu tava gostando. O meu é grande, mas ela não fez cara de susto, tava confiante. Levantei ela, tirei o jeans e ergui ela assim.
Aquela buceta era tipo um pêssego, deliciosa. Nós dois curtimos pra caralho. Eu desci e continuei chupando ela, e quando tentei enfiar o dedo, tomei um susto do caralho. Quando tentei enfiar, ela reclamou, mas tava tão molhada que doía e ela se deixava. Quando entrou o primeiro dedo, e depois o segundo e o terceiro, já tava quase começando quando ouvi os gritos de prazer dela e saiu o jorro kkkkk impressionante. Antes de perder a virgindade, ela teve um orgasmo, e acho que poucas passaram por isso. Aí montei nela, enfiei com tudo, e ela só falava: "Negão, não me deixa, fica comigo pra sempre, você é meu tudo". E agora sim, comecei a meter com força, ela só gozava. Coloquei ela de quatro, enfiei meio mindinho no cu dela, levantei ela, fiz de tudo, o único que ela não queria era que eu tirasse.Antes de gozar, tentei enfiar no cu dela, mas não entrava. Falei: "Já tô quase lá", e ela disse: "Quero engolir". Eu falei: "Ok, fica de quatro e no final te aviso". Uff, só de imaginar que ela queria na boca... 10 minutos depois, gozei na boca dela. Caiu no olho, no nariz, e ela só se limpava e levava pra boca. Quando terminamos, ela queria me abraçar, e eu falei: "Não, cê não gosta de preto, né? Se vira e vaza da minha casa". Ela implorou e começou a chorar. Ela e a prima foram embora. Quando saí, meus amigos falaram: "Humm, brother, quase matou ela, deu pra ouvir daqui. A prima tava quase entrando".
Encontrei ela uns 15 dias depois e só fiz ela chupar umas 3 vezes. Antes de ir embora, ela me mandou uma carta. No próximo relato, descrevo a carta.
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