PRESAS
Meu namorado e eu fomos num show de rock, ganhamos os ingressos de um amigo. Mesmo não sendo fãs desse tipo de música, fomos dar uma olhada pra ver qual era. O show rolava num ginásio pequeno de uma escola secundária da cidade, mas ficamos bem surpresos quando chegamos na porta e tinha uma fila enorme de gente esperando pra entrar. Era óbvio que o lugar ia ficar lotado, se é que todo mundo conseguia entrar.
Nem eu nem meu namorado imaginávamos que o clima ia ser tão pesado. Achávamos que a música ia ser mais tranquila do que realmente foi. Quase todos os caras eram mais novos que a gente, com idades que mal passavam dos vinte; amantes de moto, rock, cerveja e, com certeza, de briga. Enquanto a gente esperava na fila pra entrar, começaram os problemas. Um adolescente junto com dois amigos começou a me cantar e fazer comentários sobre mim.
— Olha que loira gostosa!!, essa é pra foder — comentou um deles. Eu me segurei firme no braço do meu namorado, que ouviu claramente o que aquele moleque tinha dito. Sabia que ele podia se irritar com isso, e não me enganei. Eu tentava segurá-lo pra ele não se meter em briga por causa de um simples comentário, mas longe de me ouvir, ele encarou o garoto.
— Qual é o seu problema, imbecil? — falou, olhando fixo nos olhos dele.
Os caras caíram na risada, tirando sarro dele. Parecia inevitável que aquilo terminasse em briga, e, pegando meu namorado pelo braço de novo, empurrei ele pra dentro do ginásio, tentando evitar problemas. Ainda dava pra ouvir as risadas dos jovens lá de dentro, mas felizmente já tínhamos entrado, evitando confusão.
— Não faz besteira, amor, você não precisa me provar nada brigando com esses caras. Eu sei que você me ama, e é isso que importa pra mim. Agora fica tranquilo, vamos nos divertir e curtir o show — falei, meio irritada com a maldita mania dele. de brigar toda vez que alguém me fala alguma coisa. —Tá bom, tudo bem. Me desculpa —ele se desculpou. A gente tava lá no fundão, quase no fim do salão. Todo mundo tão apertado que dava pra sentir o cheiro da galera, e o calor tava de cortar com uma faca. Eu, pra piorar, nem tava vestida pro rolê, porque tava usando um vestido branco curto em vez de ter colocado um jeans, que seria bem mais adequado pra esse tipo de evento. O show começou com os gritos do líder da primeira banda que pulou no palco pra alegria de todos os jovens que tavam ali, cantando junto e pulando no ritmo da bateria. Os organizadores, mesmo não cabendo mais ninguém, não paravam de deixar entrar mais e mais gente, e a cada minuto a gente ficava mais apertado. De vez em quando, eu sentia alguém passando a mão na minha bunda por trás, de leve, mas longe de falar alguma coisa pro meu namorado, tentei me concentrar no show e curtir o máximo possível. O calor tava sufocante e mal dava pra respirar no meio da multidão. Pra piorar, notei que os caras que tinham acabado de se enfiar atrás da gente tinham tirado as camisetas, e quando virei a cabeça, levei um baita susto. —Aaaah, oi, gostosa! Olha só quem tá aqui —disse um dos caras. Eram os três mal-educados de lá de fora, que quase foram pra porrada com meu namorado. Ainda bem que ele não percebeu a presença deles, senão a briga teria começado na hora. Os caras me olhavam e riam da minha cara de susto. Um deles me ofereceu um gole da cerveja dele, que eu recusei com um sorriso forçado. Meu namorado tava do meu lado e não soltava minha mão, mas não fazia ideia do que tava rolando atrás da gente. A música voltou a tocar, e quando eu começava a me acostumar com o barulho, senti alguém se aproximar do meu ouvido: —Que bucetaço que você tem, hein, mamãe! —eu fingi que não ouvi, não queria confusão. Mas ele insistiu. —Tô falando que você é muito gostosa. De novo, me fiz de surda e deixei esses comentários passarem como se nada. vieram em minha direção. Mas como aquele cara não se contentava só em me falar, ele também agarrou uma das minhas nádegas por cima do vestido e apertou forte com a mão inteira. Eu dei um pulo e meu namorado percebeu: — O que foi? — Nada, nada — respondi. Porra, por que a gente tinha ido parar naquele lugar, eu me perguntava, e por que não tínhamos ido embora quando chegamos. A mão do cara voltou ao ataque, e como pude, me virei de lado e falei séria pra ele parar, senão ia ter problema com meu namorado. Aquilo pareceu divertir ele, e quando comentou com os amigos, eles caíram na gargalhada. Ele voltou a cochichar no meu ouvido: — Vou te comer, meu amor, vou meter até o fundo. Enquanto meu namorado se esticava tentando ver o palco, eu me virei, tentando que ele não percebesse, e olhando o mais séria que pude, falei: — Para! Sério. Para! Nisso tudo, meu namorado continuava de mãos dadas comigo, curtindo o show de boa. — Fala pro teu namorado, se quiser, assim ele aprende como se fode uma loira igual você — insistiu o cara. Eu desviei o olhar pra frente, mais assustada do que qualquer outra coisa. Imaginava que, quando meu namorado percebesse tudo, aquilo podia acabar numa merda pra gente, porque os caras eram três e prontos pra briga se a ocasião aparecesse. — Gata, o cuzinho é virgem? — de novo, fiz ouvidos de mercador. — Queria meter no teu cu, pra você ver como entra uma pica de verdade. As palavras dele ficavam cada vez mais pesadas, e estavam começando a ter um certo efeito. Eu tentava me distrair com o show e esquecer tudo, mas o cara continuava, sem parar. Não satisfeito com o que já tinha feito, ele agarrou minhas nádegas com as duas mãos, apertando e apalpando do jeito que queria. Com uma cara de pau que com certeza o álcool ajudava. Eu já não entendia direito o que tava rolando dentro de mim, mas longe de rejeitar aquele estranho, sentia um certo tesão nas palavras dele... na ousadia... nos toques. — Boneca, você deve ter a buceta bem molhada, ou tô errada? Meu namorado me olhava de vez em quando e sorria pra mim, completamente alheio à situação. Se você soubesse, eu pensava. O cara continuava na dele, e logo se apertou contra meu corpo. Dava pra sentir o volume dele através do meu vestido, as mãos dele foram subindo da minha bunda, passaram pela minha cintura e, subindo, começaram a delinear minhas costas e a tocar meus peitos pelos lados. Ele empurrou, enfiando as mãos aos poucos, tentando não fazer tão evidente, até chegar a pegar meus peitos, um em cada mão. Eu tava dura, parada, imóvel e sem reação. Enquanto aquele desconhecido apalpava meus peitos, brincava com os bicos por cima do tecido e beliscava de vez em quando. A apalpação dele tava me dando um puta prazer, mesmo eu tentando negar. Tentava, sem muita convicção, me separar daquele estranho, mas tava complicando sem meu namorado notar nada. — Para já, imbecil! — gritei pra ele, tirando as mãos dele de mim bruscamente. Nisso, meu namorado percebeu que algo tava rolando e, me olhando, perguntou: — O que foi? — Não, nada, nada. É que me empurraram — respondi, tirando importância. Ele se virou e, ao vê-los, reconheceu na hora. — Vocês!! — gritou eufórico. E pegando o cara pelo pescoço, preparou pra dar um soco. O adolescente gritou na hora "Urso", e eu, sem saber bem o que significava, entendi quando vi um dos amigos dele pegando meu namorado também pelo pescoço, um gordo que parecia ter uns trinta anos. — Solta ele, se não quiser ter problema — disse. Eu, pegando meu namorado pelo braço, implorei pra ele largar, pra evitar problema. — Deixa, amor, por favor. Foi só um empurrão. Vamos continuar vendo o show, não liga pra eles, por favor. Me senti muito aliviada quando os ânimos se acalmaram, meu namorado se virou de novo pra olhar o show e voltou a pegar na minha mão. Apesar do mal momento que passei, o cara voltou ao ataque, sussurrando coisas no meu ouvido. — A O que acontece com seu namorado é que não sobe pra ele, por isso ele te deixa na mão. O que você precisa é de uma boa rola. Você tinha que ver que rola boa que eu tenho. Eu engolia saliva e dessa vez não dei bola, tentando evitar que a coisa terminasse em briga. Já não sabia mais o que fazer, se eu contasse pro meu namorado ia dar uma puta confusão, se eu calasse a boca, tava me resignando ao que aquele desconhecido ia fazer comigo. Era melhor ignorar, pra ele se acalmar um pouco. Mas a coisa continuou, de novo meus peitos foram agarrados pelas mãos dele enquanto ele continuava sussurrando no meu ouvido. — Você vai ver que foda eu vou te dar. Você vai ver estrelas, gostosa. Não tive outra escolha a não ser pedir pro meu namorado ir embora dali. — Agora não, meu amor, vai tocar a banda que eu gosto — ele respondeu — Quando terminar a gente vai, quer? Tava metida numa baita enrascada, da qual com certeza não sairia ilesa. Fiz ouvidos moucos de novo, tentando ignorar o que aquele adolescente me dizia. Mas ele insistia uma vez atrás da outra. — Você me excita muito, bebê, tô com a rola dura que nem pedra. Você vai ver que foda eu vou te dar. Entre as frases dele e o apalpamento insistente nos meus peitos, ele apertava os bicos e os torcia por cima do tecido do vestido e do meu sutiã, sem saber que aquilo me dava um puta prazer. Já não conseguia evitar sentir tesão, e isso tava me perturbando pra caralho, sentir prazer com um apalpamento indiscreto de um desconhecido. — Que peitão que você tem, gata. Quase não cabe na minha mão. Assim que eu gosto, grandes como os seus... mmm, que biquinho lindo. Fechei os olhos, porque tava realmente curtindo aquilo. As batidas do meu coração aceleravam e minha calcinha começava a ficar molhada, não dava pra evitar. Por um lado, queria que tudo aquilo acabasse, mas por outro, queria que não tivesse fim. Tão cheio de gente que era aquele lugar que ninguém percebia o apalpamento que eu tava sofrendo. Meu namorado, com o pescoço esticado, tentava ver o palco, enquanto eu só escutava a música. De vez em quando, ele Apertava minha mão, já que mal conseguia ficar de pé por causa das carícias que aquele estranho tava me dando. As mãos daquele cara voltaram pra minha bunda e continuaram o trabalho de apalpar e apalpar, sem se importar com nada. Mas a ousadia foi além quando uma das mãos dele entrou por baixo do meu vestido e começou a acariciar a parte interna das minhas coxas. Quando senti as mãos dele pedindo passagem entre minhas pernas, um suspiro escapou. — Hummm, que coxas gostosas você tem, macias. Você vai ver como a gente vai se divertir — ele sussurrou de novo. De repente, senti ele enfiar um dedo dentro da minha calcinha, achei que ia me masturbar, mas a surpresa foi grande quando percebi que ele tava tentando puxar ela pra baixo. Eu tentava me mexer pra me afastar dele, mas fazia movimentos discretos pra meu namorado não perceber nada e acabar brigando. — Deixa eu ficar com sua calcinha, bebê, pelo menos vou ter uma lembrança sua — ele dizia, enquanto continuava tentando tirar. Eu resistia e segurava ela como podia, por cima do vestido, com a única mão que tava livre. — Para com isso, por favor! — implorei, fazendo cara de coitadinha. O cara continuava na tentativa, cada vez com mais força, enquanto os amigos dele pareciam se divertir com a situação. Eu tava bem assustada, mas ao mesmo tempo aquilo me dava um certo prazer, me odiava por isso, mas era inevitável. Na insistência, ele puxou com força, rasgando o tecido. Isso pareceu animar ele, então, vendo que tirar seria difícil, começou a tentar arrancar. Puxava uma vez e outra, e minha calcinha ia rasgando cada vez mais, as costuras cedendo, já enfiando entre meus lábios maiores, roçando meu clitóris. Com os puxões, chegou a doer um pouco, restando praticamente uma tira abraçada na minha cintura e passando entre minhas pernas. Um último puxão foi o suficiente pra arrancar ela de vez. Com a minha movimentos meu namorado percebeu de novo alguma coisa, mas não entendia direito o que tava rolando. — O que foi? — ele perguntou de novo. — Nada, nada. Só tropecei. O cara tinha conseguido o que queria, e depois de cheirar ela descaradamente, passou pros amigos dele. Eu sentia um ventinho fresco entrando entre minhas pernas, por baixo do vestido. A mão dele voltou a se enfiar entre minhas coxas, enfiando um dedo entre os lábios maiores e percorrendo tudo. — Hummm, que buceta linda que tu tem — eu fechava os olhos. Aquela sensação me deixava confusa, parecia um sonho, mas era real, real demais pra conseguir evitar. — Meu amor, por favor, vamos embora — implorei pro meu namorado. — Espera um pouco, meia hora e a gente vai. — É que tô com muito calor, e quero voltar pra casa — mesmo eu insistindo, ele não ligava. Eu tava destinada a cair nas mãos de um desconhecido sem querer, ou será que já tava começando a querer? — Tá com calor, gostosa? — o cara me perguntou — Vou apagar esse fogo, vai ver. O adolescente insistiu de novo, enfiando a mão entre minhas pernas, subindo devagar até chegar na minha buceta. Senti um dos dedos dele entrar delicadamente lá dentro. Parou na primeira falange, e percorreu do clitóris até perto do cu. Enquanto isso, chegou perto do meu ouvido e deu uma mordidinha no lóbulo da orelha esquerda, se escondendo atrás da minha cabeça pra não ser visto pelo meu namorado, que continuava vidrado no palco. — Pô, vejo que tu tá quente, bem quente e molhada. Vai ver como meu dedo entra gostoso — e falando isso, enfiou o dedo inteiro, sentindo com certeza toda minha umidade. — Essa putinha tá derretendo — ele falava pros amigos, enquanto o dedo continuava abraçado lá dentro, e com os outros dedos brincava com os pelos da minha buceta. Foi inevitável eu soltar uns gemidos, que se perderam na música. O vestido já tava grudando em mim de suor, o calor do lugar e a situação tavam me fazendo suar pra caralho. De vez em quando eu dava uma olhada de canto pro meu namorado, mas ele continuava entretido, enquanto um desconhecido tava passando a mão em mim de um jeito danado. O dedo habilidoso daquele cara entrava e saía sem parar na minha buceta, me dando um prazer delicioso. — Caramba, que buceta apertada. Hummm, deve ser uma delícia — ele repetia no meu ouvido. De repente, ele parou de me tocar, por um momento achei que tinha acabado, mas não era bem assim. Vi ele conversando com os amigos, com certeza tramando alguma safadeza. Fiquei com muito medo quando os amigos dele se aproximaram, pensei que a mãozada ia virar coletiva, mas eu tava enganada. De repente, senti ele se enfiar por baixo do vestido, por trás. Meu namorado não via nada, enquanto ele se escondia entre os amigos e meu vestido. Sentia a cabeça dele fazendo volume na parte da bunda, e o hálito quente batendo entre minhas pernas. No começo, eu fechei elas, pensando que aquilo já tinha ido longe demais e que eu devia dar um basta. Mas a língua dele roçou meus glúteos e eu quase morri, as mãos dele separaram minhas nádegas e a língua passou quente e molhada pelo meu cu. Isso foi o suficiente pra me fazer abrir um pouco as pernas, a língua dele passou de novo por fora dos meus lábios maiores, que ele tratou de separar pra agora chupar meu interior. Nessa altura, eu já tava totalmente entregue. Num piscar de olhos, aquele cara tava debaixo das minhas pernas me chupando toda, ia da buceta até o cu, passando a língua na entrada do meu rabo. Um gritinho escapou da minha garganta, felizmente ninguém ouviu, a gritaria e a música abafaram tudo. Meu namorado continuava olhando pra frente, sem perceber o que tava rolando. De repente, aquela língua maravilhosa voltou a chupar minha intimidade, instintivamente eu abria mais as pernas e a língua desconhecida continuava, agora tinha chegado com dificuldade no meu clitóris e só demorou uns segundos até me fazer gozar pela primeira vez, intenso. E maravilhoso. Tive que me apoiar numa garota que estava na minha frente pra não cair, a moça olhou no meu rosto e sorriu, sem saber também de tudo que estava rolando. O cara saiu de debaixo da minha saia e voltou a chupar minha orelha esquerda, se escondendo da vista do meu namorado enquanto me dizia: —Mmm, que buceta tão gostosa você tem. O que achou? Curtiu? Hein? Agora você vai ver que eu tenho uma pica dura, diferente do seu namorado. Levantou a parte de trás do meu vestido e eu senti algo grosso, quente e molhado se enfiando entre minhas coxas, sem dúvida era o pau dele. Abaixei minha mão livre e agarrei a ponta dele com a mão inteira, molhando toda a palma com o calor dele. Num giro rápido de cabeça, olhei surpresa e excitada, era bem grande e grosso. Aquele cara tinha um pênis delicioso, apesar do corpo pequeno, devia ter uns vinte centímetros de pica, era bem grossa e a cabeça ficava quase toda exposta. Comecei a brincar com aquela maravilha, desesperada, coloquei entre minhas pernas e esfreguei nos lábios maiores, tava explodindo de tesão. Nossos fluidos se misturavam nos atos, ele não parava de chupar e morder meu pescoço. O que tava acontecendo comigo? Não conseguia parar, tava desesperada e excitada, desejando que aquela pica entrasse em mim. Comecei a masturbar ele com a mão direita, tentando esconder do meu namorado os movimentos que eu tava fazendo. Durante o trabalho, esfregava na minha bunda direita, esquerda, no meio e na minha buceta. Sentia a cabecinha dele molhando meus dedos, ele fazia movimentos pra trás e pra frente pra facilitar a manobra. Eu não aguentava mais, e parecia que ele também não. —Quero meter em você, quero te foder, você vai ver como minha pica quente entra nesse buraquinho suculento. A posição quase não permitia, já que os dois estavam de pé e eu também não podia me inclinar muito pra frente, porque não tinha espaço e podia dar merda. Suspeito pra caralho pro meu namorado, mas eu precisava que ele me comesse, precisava mesmo. A gente continuou brincando, eu com a mão abraçando o pau dele e molhando a mão na glande pra depois deslizar e lubrificar o tronco, ele me mordia no pescoço e apertava a pélvis contra minha bunda, o contato da pele dele com a minha era foda demais. Nossa respiração tava acelerando e o tesão também. Chegando perto do meu ouvido, ele implorava: — Tenho que meter em você, tenho que te comer agora, nem que seja a última coisa que eu faça na vida — isso me deixava ainda mais excitada e eu precisava inventar alguma desculpa convincente pra me afastar. — Meu amor, tenho que ir no banheiro, não aguento mais — falei pro meu namorado, num ato desesperado pra me livrar dele por um tempo. — Agora? Mas você não vai conseguir chegar, isso aqui tá lotado — ele respondeu. — É que não aguento mais. — Tá bom, vai. Te acompanho. — Não, não, vou sozinha. Continua assistindo o show tranquilo, eu vou correndo e volto daqui a pouco. — Sozinha? — Sim, sim, não se preocupa. Valeu. Foi assim que consegui me livrar dele por um momento, tava fora de mim, tava me comportando igual uma puta no cio. Já não ligava mais pra nada nem ninguém, queria sentir aquele pau dentro de mim, então me virei e peguei aquele desconhecido pela mão, quase arrastando ele até os banheiros. O cara me deixou tão molhada, não aguentava mais. Saímos correndo no meio da galera até os banheiros, os amigos dele foram junto. Quando finalmente chegamos, vimos que o das minas tava lotado e tinha fila, então entramos no banheiro dos homens. — Urso, cuida disso — falou o adolescente, e o amigo fortão dele tirou dois caras que tavam mijando com a desculpa de que os banheiros tavam temporariamente fora de serviço. Eram dois adolescentes do colégio que tava organizando o evento. — Valeu, Urso, e não deixa ninguém entrar — ele falou de novo. Entramos naquele lugar fedorento e quase desesperadamente ele começou a me apalpar toda, enquanto nossas línguas começavam a se conhecer. Nos beijamos como dois condenados, brincando com nossas bocas e línguas. A mão dele enfiou por baixo do meu vestido e brincou com os pelinhos da minha barriga, pra depois enfiar um dedo e me masturbar sem jeito. O tesão dos dois era tanto que não dava pra ter delicadeza nos movimentos.
— Me come, me come — supliquei.
Abrimos a porta de um dos mictórios e, mesmo estando imundo, não me importou nem um pouco. Eu tava tão louca pra ser comida por aquele estranho que não ligava pra nada. De costas pro vaso, o moleque baixou a calça até o tornozelo, ficando pelado na minha frente. O pau dele, durasso, apontava pra mim, enquanto ele não parava de me olhar com uma cara de tarado total. Comecei a desabotoar o vestido, mas o tesão era tanto que eu tava toda atrapalhada e mais de um botão voou na tentativa de soltar. Tentei me acalmar pra não sair dali semi-nua. Pendurei o vestido na porta, cuidando pra não encostar no chão, que tava meio molhado com uns líquidos bem suspeitos.
— Como você é gostosa, bebê — ele dizia.
De botas e corpinho, me ajoelhei na frente dele, meus olhos grudados no balanço leve do pau dele. Quando ele chegou na altura do meu rosto, segurei ele com a mão direita perto da base e, levando à boca, olhei nos olhos dele, tentando fazer ele sofrer um pouco, embora quem mais tava sofrendo por não chupar era eu. Balançando, comecei a brincar com ele, sentindo umas gotinhas da cabeça molhada respingarem no meu rosto. Ele me olhava possesso, enquanto eu sorria com cara de safada.
— Como você me deixa louco, seu pedaço de puta — as palavras dele podiam soar super ofensivas em outros momentos, em outros lugares; mas em mim só me excitavam mais e, com certeza, eu me sentia uma puta.
Continuei brincando com o pau dele uma e outra vez, ele implorando pra eu meter na boca. Não fiz ele sofrer muito mais, e, abrindo a boca, enfiei um pouco mais da metade, para depois fechá-la e abraçá-la por baixo com a língua. Com os olhos fechados, eu ia e vinha com o pau dele dentro, chupando com força. Só um pouco mais da metade daquela ferramenta enorme desaparecia dentro da minha boca, chegava até minha garganta, saía quase por completo e depois voltava a entrar. De vez em quando, eu tirava da boca para olhar, via minha saliva brilhando em toda a extensão que conseguia mamar.
— Continua, putinha, continua. Tô vendo que você gosta de chupar... como você chupa bem.
Continuei mamando por um bom tempo, de olhos fechados e possuída por aquela ferramenta. Quando percebi sinais de que ele estava perto do orgasmo, parei — não podia deixar ele gozar. Ele sentou com as pernas abertas na tampa do vaso, eu me virei e, de costas para ele, comecei a descer, me segurando nas paredes do box. Peguei a ponta do pau dele para guiar até minha entrada, passei pelos meus lábios da buceta antes de sentar. Cada centímetro entrou devagar dentro de mim. O prazer era incrível.
Sentada em cima dele, comecei a cavalgar, cheia daquele membro poderoso. Ele me segurava pela cintura e acompanhava meus movimentos. Eu quicava uma e outra vez sobre a barriga dele, vendo o pinto desaparecer dentro de mim. Parecia inacreditável que entrasse com tanta facilidade, mas eu estava tão quente e tão molhada que só me dava um prazer imenso. Durante as investidas, ele tirava uma mão da minha cintura para pegar um peito, apertava e beliscava com força um mamilo. Nossos corpos suavam, nossos gemidos se perdiam na música enquanto a gente transava como se fosse a última vez das nossas vidas.
— Toma, toma, toma... — ele repetia sem parar enquanto me comia. Os músculos da minha buceta apertavam o pau dele, e minhas mãos se agarravam nas paredes para não escorregar. Os amigos dele tinham ficado vigiando na entrada do banheiro, só dava pra ouvir de vez em quando: "O banheiro tá interditado, quebrou um cano". Os dois amigos dele espantavam os jovens que queriam entrar, enquanto lá dentro a gente continuava transando escandalosamente. — Sim, sim, me fode, me fode... — eu gritava — Uff, ufff... Uughmmmm... De repente, a porta do banheiro se abriu, e alguém correndo se aproximou do mictório. Era o amigo dele, que parou surpreso ao me ver ali: com o corpete abraçando minha cintura, as botas calçadas e me apoiando com as mãos pra não escorregar e poder cavalgar com mais facilidade. Eu não conseguia me desgrudar do meu amante, ainda estava em cima dele na presença do cara. Tava possuída, fora de mim, recebendo sem parar o pau dele lá dentro. — A gente tem que vazar, os meninos da escola chamaram o diretor... — ele se interrompeu, surpreso de me ver tão empolgada. — Caralho, que puta gostosa — ele disse, impressionado. Enfiando a mão na braguilha, começou a se masturbar sem tirar o pau pra fora, eu tentava não olhar. Tava com vergonha de me ver tão puta, tão desesperada pra ser comida que nem a presença dele me fez parar. Olhando pro chão, mas curiosa com os atos dele, percebi que ele já tinha tirado o pau pra fora da calça, pela braguilha. Segurando com a mão direita, passava da base até a ponta, e mesmo sem meus olhos se fixarem nela, dava pra adivinhar pelos movimentos. Sem vergonha nenhuma, ele se aproximou, senti o pau dele se enfiar entre minha franja e ficar a meros milímetros da minha testa, tava me convidando pra chupar. Virei a cabeça em sinal de recusa, mas meu amante me incentivou a aceitar. — Vai, putinha, chupa ele. Mostra pra ele como você me mostrou o quanto é boa de boca — puxando meu cabelo pra trás, endireitou minha cabeça, e o amigo dele aproveitou a manobra pra colocar o pau na minha cara e esfregar nos meus lábios. Eu não aceitava, mas também não recusava de vez. O pau dele devia ter uns quinze centímetros, até era grosso, mas não chegava nem perto do que eu tinha dentro de mim. Os fluidos na ponta da glande molharam meus lábios, como se fosse um grande... batom. Dei uns beijinhos na ponta, esperando acalmar a ansiedade dele.
—Vai, chupa meu pau! — ele insistiu.
Fechei os olhos e, abrindo a boca, enfiei ele inteiro, centímetro por centímetro. Comecei a chupar devagar enquanto ainda estava sendo comida pelo meu primeiro amante. Quem sabe por me ver curtindo dois paus ao mesmo tempo, ele ficou mais excitado do que o normal, porque senti que ele estava chegando ao orgasmo. Meu prazer aumentava a cada segundo, mas eu ainda estava longe do clímax. Precisava dele dentro de mim por mais um tempo, mas na última estocada ele gozou pra caralho.
—Deus, como você fode bem... — virei a cabeça e continuei cavalgando, enquanto ele ficava imóvel, sentindo os últimos espasmos. Eu não queria que ele terminasse tão cedo, precisava de mais pra chegar ao meu orgasmo. Me agarrei no pescoço dele, ele beijou meu lóbulo e meu ombro, depois me segurou pelas axilas, me tirou de lado e se levantou. Saiu do quarto tentando subir a calça, o pau enorme dele perdendo a ereção e brilhando muito, molhado com meus fluidos e os restos de porra.
—Essa mina fode bem pra caralho — disse ao sair — é sua vez... — o outro cara me agarrou bruscamente, me virou com força e, com uma mão nas minhas costas, me fez curvar de bruços e levantar a raba. Sem enrolação, meteu e começou a bombar com tudo.
—Toma, puta, toma! — ele gritava. —Aaahhhh, aahhhhh, ahhhh. Sim, me fode... ummm, me fode... — eu sussurrava. Nunca tinha transado com alguém que não conhecia, muito menos me entregado pra dois caras na mesma noite. Mas naquela tarde, eles tinham despertado a puta que existe em mim, as provocações no show me deixaram excitada demais, e eu estava colhendo as consequências.
Senti ele cuspir na minha raba e, com o dedão, começar a espalhar a saliva pelo cu. Ele bombava rápido, com o dedão enfiado no meu cuzinho. Eu estava perto do orgasmo, mas ele se afastou por um momento e colocou a cabeça do pau entre minhas nádegas, apoiando a ponta no entrada do meu cu e fazendo força pra meter. Senti uma ardência insuportável, tentei me levantar enquanto ele continuava insistindo em meter no meu rabo, mas ele me segurou com a mão apoiada nas minhas costas. — Para, mano, paraaa! Tá ardendo, paraaa... — a ardência era aguda, e meu esfíncter resistia. Pouca era a paciência dele, ou muita a tesão, então tirando a pica do meu cu dolorido, enfiou de novo na minha buceta bruscamente, pra continuar bombando. Apesar de ter tentado, ele não conseguiu meter mais de um centímetro da cabeça. Eu sentia uma ardência forte, me tocava assustada, pensando que tinha me machucado. O cara continuou bombando rápido por um bom tempo, me levando ao clímax de novo, apesar do momento ruim. Senti que ele ia gozar, bem depois que o meu orgasmo chegou. Eu me agarrei forte no vaso sanitário e minhas pernas amoleceram, o orgasmo foi brutal e me deixou meio caída, me segurando nas paredes do cubículo. Ele tirou a pica e, sacudindo ela, gozou; o esperma saltou da cabeça e caiu nas minhas costas suadas, por cima da bunda. — Uggghhhh, ummm, ummm... Deus, deus... — ele reclamava — Que puta gostosa, como você fode. Nisso estávamos quando chamaram ele de fora, porque parecia que tinham alguns problemas. — Vai, mano, sai rápido que o diretor apareceu — gritaram os amigos dele de fora. Ele guardou a pica, subiu a calça e saiu correndo daquele banheiro. Eu fiquei largada ali, no meio daquele lugar fedorento. Minha cabeça tava girando, me sentia muito mal, suada, suja por dentro e por fora. Peguei o vestido pendurado na porta do mictório e vesti meio apressada por causa do que tinham falado lá fora. Tinha medo de alguém entrar e me descobrir ali, no banheiro masculino, recém-usada. Percebi que tinha caído na armadilha de uns adolescentes; com certeza tudo tinha sido planejado e talvez eu não fosse a primeira mina a cair nessa. Enquanto saía disfarçadamente do banheiro, pensava no meu namorado, imaginava que ele devia estar me procurando. procurando, mas não dava pra aparecer assim. Meu cabelo tava todo bagunçado, cheirando a sexo, meu hálito perfumado pelos membros daqueles desconhecidos e com um restinho de porra que não tinha limpado direito em cima da minha bunda. Aproveitando que tava perto do portão de saída, vazei. Enquanto andava, sentia um ardor forte no cu, me sentia perdida e bem desorientada, como se tivesse uma baita ressaca de bebida. Cheguei em casa e fui direto pro banheiro, tirei as botas, as meias, o vestido e o sutiã. Regulei a água e entrei no chuveiro pra tomar um banho bem gostoso. É um pouco longo, mas espero que tenham gostado e não esqueçam de comentar e deixar seus pontos 🙂 Valeu
Meu namorado e eu fomos num show de rock, ganhamos os ingressos de um amigo. Mesmo não sendo fãs desse tipo de música, fomos dar uma olhada pra ver qual era. O show rolava num ginásio pequeno de uma escola secundária da cidade, mas ficamos bem surpresos quando chegamos na porta e tinha uma fila enorme de gente esperando pra entrar. Era óbvio que o lugar ia ficar lotado, se é que todo mundo conseguia entrar.
Nem eu nem meu namorado imaginávamos que o clima ia ser tão pesado. Achávamos que a música ia ser mais tranquila do que realmente foi. Quase todos os caras eram mais novos que a gente, com idades que mal passavam dos vinte; amantes de moto, rock, cerveja e, com certeza, de briga. Enquanto a gente esperava na fila pra entrar, começaram os problemas. Um adolescente junto com dois amigos começou a me cantar e fazer comentários sobre mim.
— Olha que loira gostosa!!, essa é pra foder — comentou um deles. Eu me segurei firme no braço do meu namorado, que ouviu claramente o que aquele moleque tinha dito. Sabia que ele podia se irritar com isso, e não me enganei. Eu tentava segurá-lo pra ele não se meter em briga por causa de um simples comentário, mas longe de me ouvir, ele encarou o garoto.
— Qual é o seu problema, imbecil? — falou, olhando fixo nos olhos dele.
Os caras caíram na risada, tirando sarro dele. Parecia inevitável que aquilo terminasse em briga, e, pegando meu namorado pelo braço de novo, empurrei ele pra dentro do ginásio, tentando evitar problemas. Ainda dava pra ouvir as risadas dos jovens lá de dentro, mas felizmente já tínhamos entrado, evitando confusão.
— Não faz besteira, amor, você não precisa me provar nada brigando com esses caras. Eu sei que você me ama, e é isso que importa pra mim. Agora fica tranquilo, vamos nos divertir e curtir o show — falei, meio irritada com a maldita mania dele. de brigar toda vez que alguém me fala alguma coisa. —Tá bom, tudo bem. Me desculpa —ele se desculpou. A gente tava lá no fundão, quase no fim do salão. Todo mundo tão apertado que dava pra sentir o cheiro da galera, e o calor tava de cortar com uma faca. Eu, pra piorar, nem tava vestida pro rolê, porque tava usando um vestido branco curto em vez de ter colocado um jeans, que seria bem mais adequado pra esse tipo de evento. O show começou com os gritos do líder da primeira banda que pulou no palco pra alegria de todos os jovens que tavam ali, cantando junto e pulando no ritmo da bateria. Os organizadores, mesmo não cabendo mais ninguém, não paravam de deixar entrar mais e mais gente, e a cada minuto a gente ficava mais apertado. De vez em quando, eu sentia alguém passando a mão na minha bunda por trás, de leve, mas longe de falar alguma coisa pro meu namorado, tentei me concentrar no show e curtir o máximo possível. O calor tava sufocante e mal dava pra respirar no meio da multidão. Pra piorar, notei que os caras que tinham acabado de se enfiar atrás da gente tinham tirado as camisetas, e quando virei a cabeça, levei um baita susto. —Aaaah, oi, gostosa! Olha só quem tá aqui —disse um dos caras. Eram os três mal-educados de lá de fora, que quase foram pra porrada com meu namorado. Ainda bem que ele não percebeu a presença deles, senão a briga teria começado na hora. Os caras me olhavam e riam da minha cara de susto. Um deles me ofereceu um gole da cerveja dele, que eu recusei com um sorriso forçado. Meu namorado tava do meu lado e não soltava minha mão, mas não fazia ideia do que tava rolando atrás da gente. A música voltou a tocar, e quando eu começava a me acostumar com o barulho, senti alguém se aproximar do meu ouvido: —Que bucetaço que você tem, hein, mamãe! —eu fingi que não ouvi, não queria confusão. Mas ele insistiu. —Tô falando que você é muito gostosa. De novo, me fiz de surda e deixei esses comentários passarem como se nada. vieram em minha direção. Mas como aquele cara não se contentava só em me falar, ele também agarrou uma das minhas nádegas por cima do vestido e apertou forte com a mão inteira. Eu dei um pulo e meu namorado percebeu: — O que foi? — Nada, nada — respondi. Porra, por que a gente tinha ido parar naquele lugar, eu me perguntava, e por que não tínhamos ido embora quando chegamos. A mão do cara voltou ao ataque, e como pude, me virei de lado e falei séria pra ele parar, senão ia ter problema com meu namorado. Aquilo pareceu divertir ele, e quando comentou com os amigos, eles caíram na gargalhada. Ele voltou a cochichar no meu ouvido: — Vou te comer, meu amor, vou meter até o fundo. Enquanto meu namorado se esticava tentando ver o palco, eu me virei, tentando que ele não percebesse, e olhando o mais séria que pude, falei: — Para! Sério. Para! Nisso tudo, meu namorado continuava de mãos dadas comigo, curtindo o show de boa. — Fala pro teu namorado, se quiser, assim ele aprende como se fode uma loira igual você — insistiu o cara. Eu desviei o olhar pra frente, mais assustada do que qualquer outra coisa. Imaginava que, quando meu namorado percebesse tudo, aquilo podia acabar numa merda pra gente, porque os caras eram três e prontos pra briga se a ocasião aparecesse. — Gata, o cuzinho é virgem? — de novo, fiz ouvidos de mercador. — Queria meter no teu cu, pra você ver como entra uma pica de verdade. As palavras dele ficavam cada vez mais pesadas, e estavam começando a ter um certo efeito. Eu tentava me distrair com o show e esquecer tudo, mas o cara continuava, sem parar. Não satisfeito com o que já tinha feito, ele agarrou minhas nádegas com as duas mãos, apertando e apalpando do jeito que queria. Com uma cara de pau que com certeza o álcool ajudava. Eu já não entendia direito o que tava rolando dentro de mim, mas longe de rejeitar aquele estranho, sentia um certo tesão nas palavras dele... na ousadia... nos toques. — Boneca, você deve ter a buceta bem molhada, ou tô errada? Meu namorado me olhava de vez em quando e sorria pra mim, completamente alheio à situação. Se você soubesse, eu pensava. O cara continuava na dele, e logo se apertou contra meu corpo. Dava pra sentir o volume dele através do meu vestido, as mãos dele foram subindo da minha bunda, passaram pela minha cintura e, subindo, começaram a delinear minhas costas e a tocar meus peitos pelos lados. Ele empurrou, enfiando as mãos aos poucos, tentando não fazer tão evidente, até chegar a pegar meus peitos, um em cada mão. Eu tava dura, parada, imóvel e sem reação. Enquanto aquele desconhecido apalpava meus peitos, brincava com os bicos por cima do tecido e beliscava de vez em quando. A apalpação dele tava me dando um puta prazer, mesmo eu tentando negar. Tentava, sem muita convicção, me separar daquele estranho, mas tava complicando sem meu namorado notar nada. — Para já, imbecil! — gritei pra ele, tirando as mãos dele de mim bruscamente. Nisso, meu namorado percebeu que algo tava rolando e, me olhando, perguntou: — O que foi? — Não, nada, nada. É que me empurraram — respondi, tirando importância. Ele se virou e, ao vê-los, reconheceu na hora. — Vocês!! — gritou eufórico. E pegando o cara pelo pescoço, preparou pra dar um soco. O adolescente gritou na hora "Urso", e eu, sem saber bem o que significava, entendi quando vi um dos amigos dele pegando meu namorado também pelo pescoço, um gordo que parecia ter uns trinta anos. — Solta ele, se não quiser ter problema — disse. Eu, pegando meu namorado pelo braço, implorei pra ele largar, pra evitar problema. — Deixa, amor, por favor. Foi só um empurrão. Vamos continuar vendo o show, não liga pra eles, por favor. Me senti muito aliviada quando os ânimos se acalmaram, meu namorado se virou de novo pra olhar o show e voltou a pegar na minha mão. Apesar do mal momento que passei, o cara voltou ao ataque, sussurrando coisas no meu ouvido. — A O que acontece com seu namorado é que não sobe pra ele, por isso ele te deixa na mão. O que você precisa é de uma boa rola. Você tinha que ver que rola boa que eu tenho. Eu engolia saliva e dessa vez não dei bola, tentando evitar que a coisa terminasse em briga. Já não sabia mais o que fazer, se eu contasse pro meu namorado ia dar uma puta confusão, se eu calasse a boca, tava me resignando ao que aquele desconhecido ia fazer comigo. Era melhor ignorar, pra ele se acalmar um pouco. Mas a coisa continuou, de novo meus peitos foram agarrados pelas mãos dele enquanto ele continuava sussurrando no meu ouvido. — Você vai ver que foda eu vou te dar. Você vai ver estrelas, gostosa. Não tive outra escolha a não ser pedir pro meu namorado ir embora dali. — Agora não, meu amor, vai tocar a banda que eu gosto — ele respondeu — Quando terminar a gente vai, quer? Tava metida numa baita enrascada, da qual com certeza não sairia ilesa. Fiz ouvidos moucos de novo, tentando ignorar o que aquele adolescente me dizia. Mas ele insistia uma vez atrás da outra. — Você me excita muito, bebê, tô com a rola dura que nem pedra. Você vai ver que foda eu vou te dar. Entre as frases dele e o apalpamento insistente nos meus peitos, ele apertava os bicos e os torcia por cima do tecido do vestido e do meu sutiã, sem saber que aquilo me dava um puta prazer. Já não conseguia evitar sentir tesão, e isso tava me perturbando pra caralho, sentir prazer com um apalpamento indiscreto de um desconhecido. — Que peitão que você tem, gata. Quase não cabe na minha mão. Assim que eu gosto, grandes como os seus... mmm, que biquinho lindo. Fechei os olhos, porque tava realmente curtindo aquilo. As batidas do meu coração aceleravam e minha calcinha começava a ficar molhada, não dava pra evitar. Por um lado, queria que tudo aquilo acabasse, mas por outro, queria que não tivesse fim. Tão cheio de gente que era aquele lugar que ninguém percebia o apalpamento que eu tava sofrendo. Meu namorado, com o pescoço esticado, tentava ver o palco, enquanto eu só escutava a música. De vez em quando, ele Apertava minha mão, já que mal conseguia ficar de pé por causa das carícias que aquele estranho tava me dando. As mãos daquele cara voltaram pra minha bunda e continuaram o trabalho de apalpar e apalpar, sem se importar com nada. Mas a ousadia foi além quando uma das mãos dele entrou por baixo do meu vestido e começou a acariciar a parte interna das minhas coxas. Quando senti as mãos dele pedindo passagem entre minhas pernas, um suspiro escapou. — Hummm, que coxas gostosas você tem, macias. Você vai ver como a gente vai se divertir — ele sussurrou de novo. De repente, senti ele enfiar um dedo dentro da minha calcinha, achei que ia me masturbar, mas a surpresa foi grande quando percebi que ele tava tentando puxar ela pra baixo. Eu tentava me mexer pra me afastar dele, mas fazia movimentos discretos pra meu namorado não perceber nada e acabar brigando. — Deixa eu ficar com sua calcinha, bebê, pelo menos vou ter uma lembrança sua — ele dizia, enquanto continuava tentando tirar. Eu resistia e segurava ela como podia, por cima do vestido, com a única mão que tava livre. — Para com isso, por favor! — implorei, fazendo cara de coitadinha. O cara continuava na tentativa, cada vez com mais força, enquanto os amigos dele pareciam se divertir com a situação. Eu tava bem assustada, mas ao mesmo tempo aquilo me dava um certo prazer, me odiava por isso, mas era inevitável. Na insistência, ele puxou com força, rasgando o tecido. Isso pareceu animar ele, então, vendo que tirar seria difícil, começou a tentar arrancar. Puxava uma vez e outra, e minha calcinha ia rasgando cada vez mais, as costuras cedendo, já enfiando entre meus lábios maiores, roçando meu clitóris. Com os puxões, chegou a doer um pouco, restando praticamente uma tira abraçada na minha cintura e passando entre minhas pernas. Um último puxão foi o suficiente pra arrancar ela de vez. Com a minha movimentos meu namorado percebeu de novo alguma coisa, mas não entendia direito o que tava rolando. — O que foi? — ele perguntou de novo. — Nada, nada. Só tropecei. O cara tinha conseguido o que queria, e depois de cheirar ela descaradamente, passou pros amigos dele. Eu sentia um ventinho fresco entrando entre minhas pernas, por baixo do vestido. A mão dele voltou a se enfiar entre minhas coxas, enfiando um dedo entre os lábios maiores e percorrendo tudo. — Hummm, que buceta linda que tu tem — eu fechava os olhos. Aquela sensação me deixava confusa, parecia um sonho, mas era real, real demais pra conseguir evitar. — Meu amor, por favor, vamos embora — implorei pro meu namorado. — Espera um pouco, meia hora e a gente vai. — É que tô com muito calor, e quero voltar pra casa — mesmo eu insistindo, ele não ligava. Eu tava destinada a cair nas mãos de um desconhecido sem querer, ou será que já tava começando a querer? — Tá com calor, gostosa? — o cara me perguntou — Vou apagar esse fogo, vai ver. O adolescente insistiu de novo, enfiando a mão entre minhas pernas, subindo devagar até chegar na minha buceta. Senti um dos dedos dele entrar delicadamente lá dentro. Parou na primeira falange, e percorreu do clitóris até perto do cu. Enquanto isso, chegou perto do meu ouvido e deu uma mordidinha no lóbulo da orelha esquerda, se escondendo atrás da minha cabeça pra não ser visto pelo meu namorado, que continuava vidrado no palco. — Pô, vejo que tu tá quente, bem quente e molhada. Vai ver como meu dedo entra gostoso — e falando isso, enfiou o dedo inteiro, sentindo com certeza toda minha umidade. — Essa putinha tá derretendo — ele falava pros amigos, enquanto o dedo continuava abraçado lá dentro, e com os outros dedos brincava com os pelos da minha buceta. Foi inevitável eu soltar uns gemidos, que se perderam na música. O vestido já tava grudando em mim de suor, o calor do lugar e a situação tavam me fazendo suar pra caralho. De vez em quando eu dava uma olhada de canto pro meu namorado, mas ele continuava entretido, enquanto um desconhecido tava passando a mão em mim de um jeito danado. O dedo habilidoso daquele cara entrava e saía sem parar na minha buceta, me dando um prazer delicioso. — Caramba, que buceta apertada. Hummm, deve ser uma delícia — ele repetia no meu ouvido. De repente, ele parou de me tocar, por um momento achei que tinha acabado, mas não era bem assim. Vi ele conversando com os amigos, com certeza tramando alguma safadeza. Fiquei com muito medo quando os amigos dele se aproximaram, pensei que a mãozada ia virar coletiva, mas eu tava enganada. De repente, senti ele se enfiar por baixo do vestido, por trás. Meu namorado não via nada, enquanto ele se escondia entre os amigos e meu vestido. Sentia a cabeça dele fazendo volume na parte da bunda, e o hálito quente batendo entre minhas pernas. No começo, eu fechei elas, pensando que aquilo já tinha ido longe demais e que eu devia dar um basta. Mas a língua dele roçou meus glúteos e eu quase morri, as mãos dele separaram minhas nádegas e a língua passou quente e molhada pelo meu cu. Isso foi o suficiente pra me fazer abrir um pouco as pernas, a língua dele passou de novo por fora dos meus lábios maiores, que ele tratou de separar pra agora chupar meu interior. Nessa altura, eu já tava totalmente entregue. Num piscar de olhos, aquele cara tava debaixo das minhas pernas me chupando toda, ia da buceta até o cu, passando a língua na entrada do meu rabo. Um gritinho escapou da minha garganta, felizmente ninguém ouviu, a gritaria e a música abafaram tudo. Meu namorado continuava olhando pra frente, sem perceber o que tava rolando. De repente, aquela língua maravilhosa voltou a chupar minha intimidade, instintivamente eu abria mais as pernas e a língua desconhecida continuava, agora tinha chegado com dificuldade no meu clitóris e só demorou uns segundos até me fazer gozar pela primeira vez, intenso. E maravilhoso. Tive que me apoiar numa garota que estava na minha frente pra não cair, a moça olhou no meu rosto e sorriu, sem saber também de tudo que estava rolando. O cara saiu de debaixo da minha saia e voltou a chupar minha orelha esquerda, se escondendo da vista do meu namorado enquanto me dizia: —Mmm, que buceta tão gostosa você tem. O que achou? Curtiu? Hein? Agora você vai ver que eu tenho uma pica dura, diferente do seu namorado. Levantou a parte de trás do meu vestido e eu senti algo grosso, quente e molhado se enfiando entre minhas coxas, sem dúvida era o pau dele. Abaixei minha mão livre e agarrei a ponta dele com a mão inteira, molhando toda a palma com o calor dele. Num giro rápido de cabeça, olhei surpresa e excitada, era bem grande e grosso. Aquele cara tinha um pênis delicioso, apesar do corpo pequeno, devia ter uns vinte centímetros de pica, era bem grossa e a cabeça ficava quase toda exposta. Comecei a brincar com aquela maravilha, desesperada, coloquei entre minhas pernas e esfreguei nos lábios maiores, tava explodindo de tesão. Nossos fluidos se misturavam nos atos, ele não parava de chupar e morder meu pescoço. O que tava acontecendo comigo? Não conseguia parar, tava desesperada e excitada, desejando que aquela pica entrasse em mim. Comecei a masturbar ele com a mão direita, tentando esconder do meu namorado os movimentos que eu tava fazendo. Durante o trabalho, esfregava na minha bunda direita, esquerda, no meio e na minha buceta. Sentia a cabecinha dele molhando meus dedos, ele fazia movimentos pra trás e pra frente pra facilitar a manobra. Eu não aguentava mais, e parecia que ele também não. —Quero meter em você, quero te foder, você vai ver como minha pica quente entra nesse buraquinho suculento. A posição quase não permitia, já que os dois estavam de pé e eu também não podia me inclinar muito pra frente, porque não tinha espaço e podia dar merda. Suspeito pra caralho pro meu namorado, mas eu precisava que ele me comesse, precisava mesmo. A gente continuou brincando, eu com a mão abraçando o pau dele e molhando a mão na glande pra depois deslizar e lubrificar o tronco, ele me mordia no pescoço e apertava a pélvis contra minha bunda, o contato da pele dele com a minha era foda demais. Nossa respiração tava acelerando e o tesão também. Chegando perto do meu ouvido, ele implorava: — Tenho que meter em você, tenho que te comer agora, nem que seja a última coisa que eu faça na vida — isso me deixava ainda mais excitada e eu precisava inventar alguma desculpa convincente pra me afastar. — Meu amor, tenho que ir no banheiro, não aguento mais — falei pro meu namorado, num ato desesperado pra me livrar dele por um tempo. — Agora? Mas você não vai conseguir chegar, isso aqui tá lotado — ele respondeu. — É que não aguento mais. — Tá bom, vai. Te acompanho. — Não, não, vou sozinha. Continua assistindo o show tranquilo, eu vou correndo e volto daqui a pouco. — Sozinha? — Sim, sim, não se preocupa. Valeu. Foi assim que consegui me livrar dele por um momento, tava fora de mim, tava me comportando igual uma puta no cio. Já não ligava mais pra nada nem ninguém, queria sentir aquele pau dentro de mim, então me virei e peguei aquele desconhecido pela mão, quase arrastando ele até os banheiros. O cara me deixou tão molhada, não aguentava mais. Saímos correndo no meio da galera até os banheiros, os amigos dele foram junto. Quando finalmente chegamos, vimos que o das minas tava lotado e tinha fila, então entramos no banheiro dos homens. — Urso, cuida disso — falou o adolescente, e o amigo fortão dele tirou dois caras que tavam mijando com a desculpa de que os banheiros tavam temporariamente fora de serviço. Eram dois adolescentes do colégio que tava organizando o evento. — Valeu, Urso, e não deixa ninguém entrar — ele falou de novo. Entramos naquele lugar fedorento e quase desesperadamente ele começou a me apalpar toda, enquanto nossas línguas começavam a se conhecer. Nos beijamos como dois condenados, brincando com nossas bocas e línguas. A mão dele enfiou por baixo do meu vestido e brincou com os pelinhos da minha barriga, pra depois enfiar um dedo e me masturbar sem jeito. O tesão dos dois era tanto que não dava pra ter delicadeza nos movimentos.
— Me come, me come — supliquei.
Abrimos a porta de um dos mictórios e, mesmo estando imundo, não me importou nem um pouco. Eu tava tão louca pra ser comida por aquele estranho que não ligava pra nada. De costas pro vaso, o moleque baixou a calça até o tornozelo, ficando pelado na minha frente. O pau dele, durasso, apontava pra mim, enquanto ele não parava de me olhar com uma cara de tarado total. Comecei a desabotoar o vestido, mas o tesão era tanto que eu tava toda atrapalhada e mais de um botão voou na tentativa de soltar. Tentei me acalmar pra não sair dali semi-nua. Pendurei o vestido na porta, cuidando pra não encostar no chão, que tava meio molhado com uns líquidos bem suspeitos.
— Como você é gostosa, bebê — ele dizia.
De botas e corpinho, me ajoelhei na frente dele, meus olhos grudados no balanço leve do pau dele. Quando ele chegou na altura do meu rosto, segurei ele com a mão direita perto da base e, levando à boca, olhei nos olhos dele, tentando fazer ele sofrer um pouco, embora quem mais tava sofrendo por não chupar era eu. Balançando, comecei a brincar com ele, sentindo umas gotinhas da cabeça molhada respingarem no meu rosto. Ele me olhava possesso, enquanto eu sorria com cara de safada.
— Como você me deixa louco, seu pedaço de puta — as palavras dele podiam soar super ofensivas em outros momentos, em outros lugares; mas em mim só me excitavam mais e, com certeza, eu me sentia uma puta.
Continuei brincando com o pau dele uma e outra vez, ele implorando pra eu meter na boca. Não fiz ele sofrer muito mais, e, abrindo a boca, enfiei um pouco mais da metade, para depois fechá-la e abraçá-la por baixo com a língua. Com os olhos fechados, eu ia e vinha com o pau dele dentro, chupando com força. Só um pouco mais da metade daquela ferramenta enorme desaparecia dentro da minha boca, chegava até minha garganta, saía quase por completo e depois voltava a entrar. De vez em quando, eu tirava da boca para olhar, via minha saliva brilhando em toda a extensão que conseguia mamar.
— Continua, putinha, continua. Tô vendo que você gosta de chupar... como você chupa bem.
Continuei mamando por um bom tempo, de olhos fechados e possuída por aquela ferramenta. Quando percebi sinais de que ele estava perto do orgasmo, parei — não podia deixar ele gozar. Ele sentou com as pernas abertas na tampa do vaso, eu me virei e, de costas para ele, comecei a descer, me segurando nas paredes do box. Peguei a ponta do pau dele para guiar até minha entrada, passei pelos meus lábios da buceta antes de sentar. Cada centímetro entrou devagar dentro de mim. O prazer era incrível.
Sentada em cima dele, comecei a cavalgar, cheia daquele membro poderoso. Ele me segurava pela cintura e acompanhava meus movimentos. Eu quicava uma e outra vez sobre a barriga dele, vendo o pinto desaparecer dentro de mim. Parecia inacreditável que entrasse com tanta facilidade, mas eu estava tão quente e tão molhada que só me dava um prazer imenso. Durante as investidas, ele tirava uma mão da minha cintura para pegar um peito, apertava e beliscava com força um mamilo. Nossos corpos suavam, nossos gemidos se perdiam na música enquanto a gente transava como se fosse a última vez das nossas vidas.
— Toma, toma, toma... — ele repetia sem parar enquanto me comia. Os músculos da minha buceta apertavam o pau dele, e minhas mãos se agarravam nas paredes para não escorregar. Os amigos dele tinham ficado vigiando na entrada do banheiro, só dava pra ouvir de vez em quando: "O banheiro tá interditado, quebrou um cano". Os dois amigos dele espantavam os jovens que queriam entrar, enquanto lá dentro a gente continuava transando escandalosamente. — Sim, sim, me fode, me fode... — eu gritava — Uff, ufff... Uughmmmm... De repente, a porta do banheiro se abriu, e alguém correndo se aproximou do mictório. Era o amigo dele, que parou surpreso ao me ver ali: com o corpete abraçando minha cintura, as botas calçadas e me apoiando com as mãos pra não escorregar e poder cavalgar com mais facilidade. Eu não conseguia me desgrudar do meu amante, ainda estava em cima dele na presença do cara. Tava possuída, fora de mim, recebendo sem parar o pau dele lá dentro. — A gente tem que vazar, os meninos da escola chamaram o diretor... — ele se interrompeu, surpreso de me ver tão empolgada. — Caralho, que puta gostosa — ele disse, impressionado. Enfiando a mão na braguilha, começou a se masturbar sem tirar o pau pra fora, eu tentava não olhar. Tava com vergonha de me ver tão puta, tão desesperada pra ser comida que nem a presença dele me fez parar. Olhando pro chão, mas curiosa com os atos dele, percebi que ele já tinha tirado o pau pra fora da calça, pela braguilha. Segurando com a mão direita, passava da base até a ponta, e mesmo sem meus olhos se fixarem nela, dava pra adivinhar pelos movimentos. Sem vergonha nenhuma, ele se aproximou, senti o pau dele se enfiar entre minha franja e ficar a meros milímetros da minha testa, tava me convidando pra chupar. Virei a cabeça em sinal de recusa, mas meu amante me incentivou a aceitar. — Vai, putinha, chupa ele. Mostra pra ele como você me mostrou o quanto é boa de boca — puxando meu cabelo pra trás, endireitou minha cabeça, e o amigo dele aproveitou a manobra pra colocar o pau na minha cara e esfregar nos meus lábios. Eu não aceitava, mas também não recusava de vez. O pau dele devia ter uns quinze centímetros, até era grosso, mas não chegava nem perto do que eu tinha dentro de mim. Os fluidos na ponta da glande molharam meus lábios, como se fosse um grande... batom. Dei uns beijinhos na ponta, esperando acalmar a ansiedade dele.
—Vai, chupa meu pau! — ele insistiu.
Fechei os olhos e, abrindo a boca, enfiei ele inteiro, centímetro por centímetro. Comecei a chupar devagar enquanto ainda estava sendo comida pelo meu primeiro amante. Quem sabe por me ver curtindo dois paus ao mesmo tempo, ele ficou mais excitado do que o normal, porque senti que ele estava chegando ao orgasmo. Meu prazer aumentava a cada segundo, mas eu ainda estava longe do clímax. Precisava dele dentro de mim por mais um tempo, mas na última estocada ele gozou pra caralho.
—Deus, como você fode bem... — virei a cabeça e continuei cavalgando, enquanto ele ficava imóvel, sentindo os últimos espasmos. Eu não queria que ele terminasse tão cedo, precisava de mais pra chegar ao meu orgasmo. Me agarrei no pescoço dele, ele beijou meu lóbulo e meu ombro, depois me segurou pelas axilas, me tirou de lado e se levantou. Saiu do quarto tentando subir a calça, o pau enorme dele perdendo a ereção e brilhando muito, molhado com meus fluidos e os restos de porra.
—Essa mina fode bem pra caralho — disse ao sair — é sua vez... — o outro cara me agarrou bruscamente, me virou com força e, com uma mão nas minhas costas, me fez curvar de bruços e levantar a raba. Sem enrolação, meteu e começou a bombar com tudo.
—Toma, puta, toma! — ele gritava. —Aaahhhh, aahhhhh, ahhhh. Sim, me fode... ummm, me fode... — eu sussurrava. Nunca tinha transado com alguém que não conhecia, muito menos me entregado pra dois caras na mesma noite. Mas naquela tarde, eles tinham despertado a puta que existe em mim, as provocações no show me deixaram excitada demais, e eu estava colhendo as consequências.
Senti ele cuspir na minha raba e, com o dedão, começar a espalhar a saliva pelo cu. Ele bombava rápido, com o dedão enfiado no meu cuzinho. Eu estava perto do orgasmo, mas ele se afastou por um momento e colocou a cabeça do pau entre minhas nádegas, apoiando a ponta no entrada do meu cu e fazendo força pra meter. Senti uma ardência insuportável, tentei me levantar enquanto ele continuava insistindo em meter no meu rabo, mas ele me segurou com a mão apoiada nas minhas costas. — Para, mano, paraaa! Tá ardendo, paraaa... — a ardência era aguda, e meu esfíncter resistia. Pouca era a paciência dele, ou muita a tesão, então tirando a pica do meu cu dolorido, enfiou de novo na minha buceta bruscamente, pra continuar bombando. Apesar de ter tentado, ele não conseguiu meter mais de um centímetro da cabeça. Eu sentia uma ardência forte, me tocava assustada, pensando que tinha me machucado. O cara continuou bombando rápido por um bom tempo, me levando ao clímax de novo, apesar do momento ruim. Senti que ele ia gozar, bem depois que o meu orgasmo chegou. Eu me agarrei forte no vaso sanitário e minhas pernas amoleceram, o orgasmo foi brutal e me deixou meio caída, me segurando nas paredes do cubículo. Ele tirou a pica e, sacudindo ela, gozou; o esperma saltou da cabeça e caiu nas minhas costas suadas, por cima da bunda. — Uggghhhh, ummm, ummm... Deus, deus... — ele reclamava — Que puta gostosa, como você fode. Nisso estávamos quando chamaram ele de fora, porque parecia que tinham alguns problemas. — Vai, mano, sai rápido que o diretor apareceu — gritaram os amigos dele de fora. Ele guardou a pica, subiu a calça e saiu correndo daquele banheiro. Eu fiquei largada ali, no meio daquele lugar fedorento. Minha cabeça tava girando, me sentia muito mal, suada, suja por dentro e por fora. Peguei o vestido pendurado na porta do mictório e vesti meio apressada por causa do que tinham falado lá fora. Tinha medo de alguém entrar e me descobrir ali, no banheiro masculino, recém-usada. Percebi que tinha caído na armadilha de uns adolescentes; com certeza tudo tinha sido planejado e talvez eu não fosse a primeira mina a cair nessa. Enquanto saía disfarçadamente do banheiro, pensava no meu namorado, imaginava que ele devia estar me procurando. procurando, mas não dava pra aparecer assim. Meu cabelo tava todo bagunçado, cheirando a sexo, meu hálito perfumado pelos membros daqueles desconhecidos e com um restinho de porra que não tinha limpado direito em cima da minha bunda. Aproveitando que tava perto do portão de saída, vazei. Enquanto andava, sentia um ardor forte no cu, me sentia perdida e bem desorientada, como se tivesse uma baita ressaca de bebida. Cheguei em casa e fui direto pro banheiro, tirei as botas, as meias, o vestido e o sutiã. Regulei a água e entrei no chuveiro pra tomar um banho bem gostoso. É um pouco longo, mas espero que tenham gostado e não esqueçam de comentar e deixar seus pontos 🙂 Valeu
3 comentários - Atravessada pela multidão, meu corpo gozou de prazer
Asi se disfruta de un recital..! Muy bueno..bienvenida!!