Meu sogro é meu macho e meu marido é meu corno consentido - Primeira parte
Já tinham se passado dois meses desde que meu maridinho tinha pedido pra sua buceta me comer na frente dele, e a gente já tinha feito muitas outras coisinhas também. Eu já estava de cinco meses, lembrem que casei de barriguinha, claro que do meu chefe, meu macho daquela época, e já dava pra notar, mas não mudava nada no meu visual: calcinhas fio-dental bem pequenas que na frente não apareciam debaixo da minha barriguinha, e como eu não usava sutiã, não via as mudanças, já que meus peitos tinham começado a crescer, como é natural nesses casos.
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Uma tarde, sentada numa das espreguiçadeiras da piscina, só com a parte de baixo do biquíni, e claro meu maridinho divino, que eu amo demais, do meu lado. Descem o Tano e a Solange, muito agarradinhos, ela fazendo carinho nele, e sentam perto da gente. Ela também de topless, com aqueles peitos magníficos expostos e aquelas auréolas divinas de mãe. O Tano com uma sunga que deixava bem visível a pica poderosa dele. Eles mantinham um diálogo sem se importar que a gente estava ali.
S - Hoje você vai me pagar o que me deve, Tano.
T - Claro, love, sabe que o que prometo, cumpro, né?
Ela com voz de menininha e o rostinho encostado no peito dele. Não contei que no jardim, em vez de ter espreguiçadeiras individuais, tinha duas espreguiçadeiras turcas, pra duas pessoas cada uma. Numa estavam eles, na outra a gente.
S - É que passou tanto tempo que pensei que você tinha esquecido, love.
T - Sabe que não posso esquecer, porque você me faria lembrar, não é, céu?
Era todo um mistério. A gente não sabia do que eles falavam, e ela se animava cada vez mais. Já dava pra ver os bicos dos peitos dela endurecendo.
S - Sim, love, é que eu gosto muito.
Ele olhou pros bicos arrepiados dela e passou um dedo neles.
T - E dá pra notar, minha vida, olha como você fica.
Ela agora passou a mão dela sobre a pica do Tano.
S - E você também gosta, Tano, que eu me comporte assim, não é?
T - Claro, minha vida, por isso você é minha mulher.
S - Sabe que... Faço tudo, mas tudo mesmo que você quiser, love
D- E assim tem que ser se quiser continuar comigo, nenita
S- Sim, Tano, sabe que nenhuma outra pode ser igual, sou sua nenita, love
D- Claro, minha vida, e por isso te recompenso com o presentinho que já tá chegando, love
S- Já já chega, Tano
Ele já tava tocando a buceta dela por cima da malha
S- Mmmm, Tano, só pra mim, love?
D- Claro, minha nenita, vamos levar pra nossa caminha de casal juntos, sim, divina?
S- Sim, sim, do jeito que você quiser, Tano, é do jeito que eu gosto, Tano
D- Tive um cuidado especial pra escolher ele, nenita
Nesse momento, tocou a campainha da residência, as empregadas foram abrir. Quando chegaram perto da gente, avisaram que tinha um senhor chamado Ricardo que estava convidado
S- É ele, Tano?
D- Sim, minha nenita, manda ele entrar, por favor
Nisso, apareceu um homem de um metro e noventa, musculoso, cabelo curto. Ele apertou a mão do Tano e da Gaby, e beijou a gente. O Tano disse que ele podia ir se acomodar na sala, e ele voltou com uma sunga parecida com a do Tano
D- Senta com a gente, Ricardo, que a senhora tava morrendo de vontade de te conhecer
R- É um prazer, senhora, que uma mulher tão gostosa como a senhora queira me conhecer
S- Olha, bombom, primeiro deixa de lado esse negócio de senhora, me chama de Solange, e depois espero que você saiba fazer tudo que a gente mandar junto com o Tano
R- Claro, tô às ordens de vocês
O Tano levou a mão da Solange até o pau do Ricardo
S- Mmm, meu love, quer que eu toque nele?
D- Claro, você gosta, céu?
S- Parece bonito e tá melhorando cada vez mais, que macho gostoso você me trouxe, love
D- Uma mulher como você precisa de um bom macho, love
Eu, nessa hora, tava de boca aberta, e a Gaby também. A menos de um metro de distância, a gente tava vendo meu sogro entregar a esposa dele pra um garoto de programa.
P- Meu love, isso me deixa toda molhada, sabe
G- O que foi, céu?
P- É que nunca vi uma coisa dessas, sabe
G- Te incomoda? Quer que a gente suba, love?
P- Tá louco? Isso me excita pra caralho, pensar que sua mãe vai dar pra esse macho com o consentimento do seu papa
g- ele faz isso porque tem vontade, pauli
p- pois é, tem que ser muito homem pra fazer uma coisa dessas, ter muita confiança em si mesmo, ter muito poder
g- claro, love, tudo isso meu pai tem
p- claro, meu love, por isso todas nós morremos por ele
Enquanto isso, na outra espreguiçadeira onde estavam o tano, solange e ricardo, solange passava as mãos pelos braços musculosos de ricardo
s- você é todo músculo, bombom, que forte que você é
r- você também está muito gostosa, sol
d- apalpa os peitos dela que ela adora
r- posso? olhando pro tano
d- claro, pra isso que te pago, pra dar todo o prazer que ela quiser
Ele então levou uma mão e acariciou o peito direito de solange, pesando seus lindos seios, ela soltou um suspiro de prazer
s- pensei que nunca fosse me tocar, bombom
r- você gosta, rainha?
s- siiiiiim, você faz muito bem, é muito doce, aperta meus bicos com a ponta dos dedos que me deixa louca
Ele levou a mão ao mamilo dela e apertou com os dedos, sentindo eles endurecerem entre seus dedos
s- ah, assim, guy
E virando-se pra ele, deu um beijo de língua na boca dele enquanto o tano apalpava a bunda dela, que ela tinha deixado levantada contra ele. Solange já estava soltinha, com uma mão apertando a pica dele por cima da sunga
s- que pica dura gostosa que você tem, guy, quero ela toda, sabe
r- tudo o que você quiser, essa noite tô aqui pra te servir
s- mmmmm sim, me serve bem no fundo, toca na minha buceta, olha como você já me deixou
Ele levou a mão à sunga dela, puxou o tecido e tocou os lábios externos da buceta dela, depiladinha e molhada
d- bom, que tal a gente ir pra nossa caminha agora?
s- sim, tano, o que você disser
r- como o senhor quiser
Aí os três se levantaram e foram pra parte de cima da casa, pra cama deles
p- meu love, aquele macho vai pegar ela com essa pica enorme que tem, e você com essa piquinha, me leva também pra cima que quero ouvir os gritos da sua mamãe, love
g- beleza, céu, vamos
Quando subimos, a porta deles não estava fechada, então a gente... podia ouvir tudo da sala continua
Já tinham se passado dois meses desde que meu maridinho tinha pedido pra sua buceta me comer na frente dele, e a gente já tinha feito muitas outras coisinhas também. Eu já estava de cinco meses, lembrem que casei de barriguinha, claro que do meu chefe, meu macho daquela época, e já dava pra notar, mas não mudava nada no meu visual: calcinhas fio-dental bem pequenas que na frente não apareciam debaixo da minha barriguinha, e como eu não usava sutiã, não via as mudanças, já que meus peitos tinham começado a crescer, como é natural nesses casos.
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Uma tarde, sentada numa das espreguiçadeiras da piscina, só com a parte de baixo do biquíni, e claro meu maridinho divino, que eu amo demais, do meu lado. Descem o Tano e a Solange, muito agarradinhos, ela fazendo carinho nele, e sentam perto da gente. Ela também de topless, com aqueles peitos magníficos expostos e aquelas auréolas divinas de mãe. O Tano com uma sunga que deixava bem visível a pica poderosa dele. Eles mantinham um diálogo sem se importar que a gente estava ali.
S - Hoje você vai me pagar o que me deve, Tano.
T - Claro, love, sabe que o que prometo, cumpro, né?
Ela com voz de menininha e o rostinho encostado no peito dele. Não contei que no jardim, em vez de ter espreguiçadeiras individuais, tinha duas espreguiçadeiras turcas, pra duas pessoas cada uma. Numa estavam eles, na outra a gente.
S - É que passou tanto tempo que pensei que você tinha esquecido, love.
T - Sabe que não posso esquecer, porque você me faria lembrar, não é, céu?
Era todo um mistério. A gente não sabia do que eles falavam, e ela se animava cada vez mais. Já dava pra ver os bicos dos peitos dela endurecendo.
S - Sim, love, é que eu gosto muito.
Ele olhou pros bicos arrepiados dela e passou um dedo neles.
T - E dá pra notar, minha vida, olha como você fica.
Ela agora passou a mão dela sobre a pica do Tano.
S - E você também gosta, Tano, que eu me comporte assim, não é?
T - Claro, minha vida, por isso você é minha mulher.
S - Sabe que... Faço tudo, mas tudo mesmo que você quiser, love
D- E assim tem que ser se quiser continuar comigo, nenita
S- Sim, Tano, sabe que nenhuma outra pode ser igual, sou sua nenita, love
D- Claro, minha vida, e por isso te recompenso com o presentinho que já tá chegando, love
S- Já já chega, Tano
Ele já tava tocando a buceta dela por cima da malha
S- Mmmm, Tano, só pra mim, love?
D- Claro, minha nenita, vamos levar pra nossa caminha de casal juntos, sim, divina?
S- Sim, sim, do jeito que você quiser, Tano, é do jeito que eu gosto, Tano
D- Tive um cuidado especial pra escolher ele, nenita
Nesse momento, tocou a campainha da residência, as empregadas foram abrir. Quando chegaram perto da gente, avisaram que tinha um senhor chamado Ricardo que estava convidado
S- É ele, Tano?
D- Sim, minha nenita, manda ele entrar, por favor
Nisso, apareceu um homem de um metro e noventa, musculoso, cabelo curto. Ele apertou a mão do Tano e da Gaby, e beijou a gente. O Tano disse que ele podia ir se acomodar na sala, e ele voltou com uma sunga parecida com a do Tano
D- Senta com a gente, Ricardo, que a senhora tava morrendo de vontade de te conhecer
R- É um prazer, senhora, que uma mulher tão gostosa como a senhora queira me conhecer
S- Olha, bombom, primeiro deixa de lado esse negócio de senhora, me chama de Solange, e depois espero que você saiba fazer tudo que a gente mandar junto com o Tano
R- Claro, tô às ordens de vocês
O Tano levou a mão da Solange até o pau do Ricardo
S- Mmm, meu love, quer que eu toque nele?
D- Claro, você gosta, céu?
S- Parece bonito e tá melhorando cada vez mais, que macho gostoso você me trouxe, love
D- Uma mulher como você precisa de um bom macho, love
Eu, nessa hora, tava de boca aberta, e a Gaby também. A menos de um metro de distância, a gente tava vendo meu sogro entregar a esposa dele pra um garoto de programa.
P- Meu love, isso me deixa toda molhada, sabe
G- O que foi, céu?
P- É que nunca vi uma coisa dessas, sabe
G- Te incomoda? Quer que a gente suba, love?
P- Tá louco? Isso me excita pra caralho, pensar que sua mãe vai dar pra esse macho com o consentimento do seu papa
g- ele faz isso porque tem vontade, pauli
p- pois é, tem que ser muito homem pra fazer uma coisa dessas, ter muita confiança em si mesmo, ter muito poder
g- claro, love, tudo isso meu pai tem
p- claro, meu love, por isso todas nós morremos por ele
Enquanto isso, na outra espreguiçadeira onde estavam o tano, solange e ricardo, solange passava as mãos pelos braços musculosos de ricardo
s- você é todo músculo, bombom, que forte que você é
r- você também está muito gostosa, sol
d- apalpa os peitos dela que ela adora
r- posso? olhando pro tano
d- claro, pra isso que te pago, pra dar todo o prazer que ela quiser
Ele então levou uma mão e acariciou o peito direito de solange, pesando seus lindos seios, ela soltou um suspiro de prazer
s- pensei que nunca fosse me tocar, bombom
r- você gosta, rainha?
s- siiiiiim, você faz muito bem, é muito doce, aperta meus bicos com a ponta dos dedos que me deixa louca
Ele levou a mão ao mamilo dela e apertou com os dedos, sentindo eles endurecerem entre seus dedos
s- ah, assim, guy
E virando-se pra ele, deu um beijo de língua na boca dele enquanto o tano apalpava a bunda dela, que ela tinha deixado levantada contra ele. Solange já estava soltinha, com uma mão apertando a pica dele por cima da sunga
s- que pica dura gostosa que você tem, guy, quero ela toda, sabe
r- tudo o que você quiser, essa noite tô aqui pra te servir
s- mmmmm sim, me serve bem no fundo, toca na minha buceta, olha como você já me deixou
Ele levou a mão à sunga dela, puxou o tecido e tocou os lábios externos da buceta dela, depiladinha e molhada
d- bom, que tal a gente ir pra nossa caminha agora?
s- sim, tano, o que você disser
r- como o senhor quiser
Aí os três se levantaram e foram pra parte de cima da casa, pra cama deles
p- meu love, aquele macho vai pegar ela com essa pica enorme que tem, e você com essa piquinha, me leva também pra cima que quero ouvir os gritos da sua mamãe, love
g- beleza, céu, vamos
Quando subimos, a porta deles não estava fechada, então a gente... podia ouvir tudo da sala continua
11 comentários - Meu sogro é meu macho - parte 1
Esxcelente 👏 👏