Foi por ajudar ela
Olá, sou o Alfredo e vou contar o que aconteceu comigo no ano passado. Acontece que sou casado há 15 anos com a Alejandra, quando a conheci ela era divorciada e tinha uma menina de 8 anos.
A menina foi crescendo e nós tivemos mais dois filhos, quando ela cursava o último ano do ensino médio engravidou, largou a escola e casou. Depois de alguns anos se separou e ficou sozinha cuidando de uma filha, obviamente complicou muito a questão do trabalho, já que só conseguia aqueles empregos que são escravizantes e mal pagos, até que conseguiu um onde podia crescer, mas lá tinha outros problemas, por mais que fosse uma garota muito gostosa, com uns peitos que tinham sido pequenos, mas a gravidez e a amamentação tinham desenvolvido o suficiente pra deixá-los apetitosos, e uma bunda espetacular bem redondinha e empinada com uma cinturinha de loucura. Mais de uma vez durante a adolescência dela eu tinha sido pego de surpresa com uma ereção ao vê-la de biquíni ou com aqueles vestidos de loucura quando saía pra dançar. Sempre a vi como uma garota muito solta e, por isso, supus que tinha uma grande experiência em sexo, e quando engravidou minha teoria ficou ainda mais forte, mas me enganei.
Em meados do ano passado, minha esposa decidiu tirar uns dias pra descansar na nossa casa de campo, perto das montanhas, mas eu não podia acompanhá-la porque o trabalho no escritório não me permitia. Na sexta-feira à tarde, depois do almoço, ela e os meninos viajaram, eu continuei trabalhando no escritório até tarde aproveitando que estava sozinho em casa, quando perto das 23h o som da campainha me tirou do meu mundo de papéis, fui até a porta e lá estava a Julieta chorando
- Não aguento mais esse trabalho de merda - disse entre soluços
- O que aconteceu? - perguntei preocupado
- Além de não pagarem nada, ainda tenho que aturar que me tratem como uma puta - respondeu
- Por quê? O que te disseram?
- O idiota do dono acha que pode me convidar pra dormir com ele por cinco pesos
- claro, que rato, se pelo menos fossem cinquenta - falei brincando pra aliviar o clima
- que idiota que você é! - disse ela rindo
- sim, um idiota que roubou um sorriso seu -
- sim, você sempre consegue me fazer rir, você é um anjo
Ela se aproximou, me abraçou e encostou a cabeça no meu ombro, não sei o que deu em mim, mas de repente meu pau começou a ter uma ereção fenomenal que não deu pra esconder
- opa!!! O que foi? Parece que um amigo resolveu dar o ar da graça - disse ela num tom debochado
- agora a tonta é você, o que acha?
- não sou tonta, e não como vidro, percebi que você ficou duro
- Julieta, não enche, no que posso te ajudar?
- sabe, quando eu ia pro colégio, sempre me tocava sentindo a minha mãe gozar
- chega!! - falei irritado - para com isso, pelo amor de Deus!!! - concluí
- tô falando sério, sempre tive curiosidade de saber por que minha mãe gozava tanto
- vai embora!! Julieta, pelo amor, quando essa besteira passar, você volta e me diz no que posso te ajudar
- isso eu posso te dizer agora, eu sei que se eu der uma boa trepada nesse cara, todos os meus problemas acabam, o problema é que eu abri as pernas uma vez e me deixaram até o talo, então preciso de um cara experiente que me ensine a foder direito, e o único que conheço que não vai me foder é você
- você é louca, esquece que sou seu padrasto!!!
- não, por isso mesmo, durante anos ouvi minha mãe gozar como uma puta no cio, e não teve ninguém que cuidasse de mim e me protegesse mais do que você, você é a única pessoa que pode me ajudar
- escuta, não faz sentido o que você tá dizendo!!
- faz sim, vamos analisar, se minha mãe gozava tanto é porque você come muito bem, e é isso que eu preciso, que me ensinem a foder muito bem, por favor; é que você não me acha gostosa?
- Julieta, você é linda, é uma delícia, mas isso é loucura, e se sua mãe descobre?
- ela não precisa saber, você vai contar pra ela? Porque eu não!
Ela se aproximou, me segurou pelos ombros e me olhou fixamente
- ou você tem medo de mim?
- não me provoca! Ou...
- ou o quê? O que você vai fazer? Peguei ela pela cintura e sentei na mesa, apertando ela contra mim, beijei com muita paixão e loucura, mordi o pescoço dela enquanto tirava a camisa e o sutiã, liberando aqueles peitos lindos, beijei os ombros dela enquanto acariciava as tetas e depois beijei elas. Eram macias, delicadas, quase novas, enquanto beijava as tetas dela com dedicação, tirei a calça dela e arranquei também a calcinha fio-dental. Ajudei ela a se inclinar sobre a mesa e enfiei a cabeça na buceta dela, rosada, depilada e bem fechadinha.
- Você transou muito pouco
- Quase nada, por isso preciso da sua ajuda
Sem dizer mais nada, comecei a lamber o clitóris dela, chupando com força, os gemidos dela aumentavam de intensidade e eram acompanhados por movimentos elétricos da pelve. Depois me levantei, me despi, vendo ela se contorcer de prazer sobre a mesa, aproximei meu pau da boca dela, ela se surpreendeu:
- Por isso minha mãe gozava tanto, é enorme seu pau
- Não é pra tanto - falei, diminuindo a importância dos 27x11 que meu membro tem.
- O que você quer que eu faça? - perguntou
- Lambe bem, da ponta até as bolas, primeiro, e depois engole o máximo que conseguir, mas não para de me masturbar com as mãos.
Ela obedeceu, lambeu devagar todo meu pau e depois abriu a boca pra engolir o máximo que podia, eu sentia a cabeça batendo no céu da boca dela no fundo da garganta, coloquei a mão na nuca dela e acelerei as estocadas, comendo literalmente a boca dela, depois voltei a ficar entre as pernas dela, peguei pelos tornozelos, levantando até a altura dos meus ombros, apoiei a ponta do meu pau nos lábios da buceta dela e com um movimento firme mas delicado, penetrei, a buceta dela estava muito molhada e ela gemia de prazer, continuei me movendo num bom ritmo até que ela teve o primeiro orgasmo. Sem deixar ela se recuperar, coloquei ela de quatro e penetrei a buceta dela de novo, dessa vez por trás e com mais força, fazendo minhas bolas baterem. contra os lábios dela de um jeito que o estalo parecia um tapa, ela se contorcia e tentava colocar a mão na minha barriga pra parar as minhas investidas, mas eu aumentava a velocidade e a força, até que ela goza pela segunda vez entre gritos de prazer. Sentei na minha poltrona e mandei ela montar no meu pau pra me cavalgar enquanto eu beijava os peitos dela, nessa posição eu conseguia penetrar ela ainda mais fundo, o que deixava ela mais doida ainda, jogava a cabeça pra trás e não parava de gemer freneticamente. Mandei ela apoiar os braços de novo na mesa, afastei as pernas dela e comecei a lamber o cu dela
- já deu o cu?
- não sei, não sei como é
- não me fode, nunca enfiaram o pau no teu cu?
- não, isso não, não sabia que dava pra fazer
- qualé!! Com essa raba espetacular que tu tem vai me dizer que nunca tentaram?
- não sei o que tu pensa de mim, mas não transei com tantos caras, além disso eram da minha idade e mal conseguiam bombar um pouco e já gozavam, nunca tinham me comido como tu tá fazendo
A resposta dela me deixou ainda mais excitado, continuei lambendo o cu dela por um bom tempo enfiando a língua o mais fundo que podia e jogando um monte de saliva pra lubrificar bem, isso agradou ela porque os gemidos eram de puro prazer, fiquei atrás dela e comecei a penetrar o cu dela devagar, no começo a dor era forte e ela tentou sair dali, mas eu impedi segurando ela firme pela cintura,
- calma, isso vai começar a te dar gosto aos poucos - falei enquanto começava a acelerar o ritmo dos meus movimentos, até que finalmente escapou um gemido dela - viu? Já tá começando a gostar -
- siiiim, me arrepia toda, adoro -
Continuei me movendo até que não consegui mais me controlar e soltei toda a minha carga de porra no reto dela, provocando um novo orgasmo nela.
Depois fomos pro banheiro e tomamos banho juntos entre beijos e carícias até que eu fiz ela se Me agachei e enfiei de novo na buceta dela, dessa vez não teve mais dor, só prazer, e ela ficou louca de tesão quando enchi o cu dela de porra de novo. Terminamos de tomar banho e fomos pro quarto, transamos a noite toda até cairmos exaustos na cama lá pelas 9 da manhã. Quando acordamos, percorremos a casa toda transando em cada cômodo: na cozinha, na sala e até no quintal, no chão ou em qualquer móvel que achamos — até peguei ela em cima da tábua de passar roupa. No domingo, dormimos até tarde, pedimos umas pizzas pra comer e arrumamos um pouco a bagunça que fizemos no dia anterior.
Não consegui vê-la antes de viajar na terça, mas quando voltei 25 dias depois, tomando um café com um cliente muito importante, cruzei com ela. Ela se aproximou da mesa, cumprimentou, e notei algo diferente nela. Também percebi que meu cliente não tirava os olhos dela (isso é história pra outro relato). Ela perguntou até que horas eu estaria ali, porque precisava falar comigo. Respondi que ficaria mais uns 30 minutos, e que se ela quisesse, esperava. Ela concordou e foi embora.
Durante 30 minutos, continuei com meu cliente, mas minha cabeça estava com a Julieta. Meu cliente foi embora um minuto antes dela chegar.
— Oi, como você tá?
— Muito bem, e você?
— Excelente! Sabe, eu precisava te contar que, graças à sua aula de "você sabe o quê", minha situação mudou completamente. Meu chefe ficou louco com a transa que eu dei nele, e agora não só me aumentou o salário, como também não me enche mais o saco. O único problema é que nem ele nem os caras com quem saí esse tempo me fizeram sentir o que você fez.
— Bom... fico feliz que você resolveu seu problema, e me lisonjeia o que você diz.
— Sim, o que acontece é que eu preciso ficar com você de novo. Quero ser sua escrava sexual, fazer o que você quiser comigo.
— Tem certeza?
— Claro que sim!
— Bom, me ocorre te dar outra aula e, de quebra, fechar algo espetacular. Tenho certeza de que vou te surpreender e você vai gostar. Muito.
CONTINUA...
Olá, sou o Alfredo e vou contar o que aconteceu comigo no ano passado. Acontece que sou casado há 15 anos com a Alejandra, quando a conheci ela era divorciada e tinha uma menina de 8 anos.
A menina foi crescendo e nós tivemos mais dois filhos, quando ela cursava o último ano do ensino médio engravidou, largou a escola e casou. Depois de alguns anos se separou e ficou sozinha cuidando de uma filha, obviamente complicou muito a questão do trabalho, já que só conseguia aqueles empregos que são escravizantes e mal pagos, até que conseguiu um onde podia crescer, mas lá tinha outros problemas, por mais que fosse uma garota muito gostosa, com uns peitos que tinham sido pequenos, mas a gravidez e a amamentação tinham desenvolvido o suficiente pra deixá-los apetitosos, e uma bunda espetacular bem redondinha e empinada com uma cinturinha de loucura. Mais de uma vez durante a adolescência dela eu tinha sido pego de surpresa com uma ereção ao vê-la de biquíni ou com aqueles vestidos de loucura quando saía pra dançar. Sempre a vi como uma garota muito solta e, por isso, supus que tinha uma grande experiência em sexo, e quando engravidou minha teoria ficou ainda mais forte, mas me enganei.
Em meados do ano passado, minha esposa decidiu tirar uns dias pra descansar na nossa casa de campo, perto das montanhas, mas eu não podia acompanhá-la porque o trabalho no escritório não me permitia. Na sexta-feira à tarde, depois do almoço, ela e os meninos viajaram, eu continuei trabalhando no escritório até tarde aproveitando que estava sozinho em casa, quando perto das 23h o som da campainha me tirou do meu mundo de papéis, fui até a porta e lá estava a Julieta chorando
- Não aguento mais esse trabalho de merda - disse entre soluços
- O que aconteceu? - perguntei preocupado
- Além de não pagarem nada, ainda tenho que aturar que me tratem como uma puta - respondeu
- Por quê? O que te disseram?
- O idiota do dono acha que pode me convidar pra dormir com ele por cinco pesos
- claro, que rato, se pelo menos fossem cinquenta - falei brincando pra aliviar o clima
- que idiota que você é! - disse ela rindo
- sim, um idiota que roubou um sorriso seu -
- sim, você sempre consegue me fazer rir, você é um anjo
Ela se aproximou, me abraçou e encostou a cabeça no meu ombro, não sei o que deu em mim, mas de repente meu pau começou a ter uma ereção fenomenal que não deu pra esconder
- opa!!! O que foi? Parece que um amigo resolveu dar o ar da graça - disse ela num tom debochado
- agora a tonta é você, o que acha?
- não sou tonta, e não como vidro, percebi que você ficou duro
- Julieta, não enche, no que posso te ajudar?
- sabe, quando eu ia pro colégio, sempre me tocava sentindo a minha mãe gozar
- chega!! - falei irritado - para com isso, pelo amor de Deus!!! - concluí
- tô falando sério, sempre tive curiosidade de saber por que minha mãe gozava tanto
- vai embora!! Julieta, pelo amor, quando essa besteira passar, você volta e me diz no que posso te ajudar
- isso eu posso te dizer agora, eu sei que se eu der uma boa trepada nesse cara, todos os meus problemas acabam, o problema é que eu abri as pernas uma vez e me deixaram até o talo, então preciso de um cara experiente que me ensine a foder direito, e o único que conheço que não vai me foder é você
- você é louca, esquece que sou seu padrasto!!!
- não, por isso mesmo, durante anos ouvi minha mãe gozar como uma puta no cio, e não teve ninguém que cuidasse de mim e me protegesse mais do que você, você é a única pessoa que pode me ajudar
- escuta, não faz sentido o que você tá dizendo!!
- faz sim, vamos analisar, se minha mãe gozava tanto é porque você come muito bem, e é isso que eu preciso, que me ensinem a foder muito bem, por favor; é que você não me acha gostosa?
- Julieta, você é linda, é uma delícia, mas isso é loucura, e se sua mãe descobre?
- ela não precisa saber, você vai contar pra ela? Porque eu não!
Ela se aproximou, me segurou pelos ombros e me olhou fixamente
- ou você tem medo de mim?
- não me provoca! Ou...
- ou o quê? O que você vai fazer? Peguei ela pela cintura e sentei na mesa, apertando ela contra mim, beijei com muita paixão e loucura, mordi o pescoço dela enquanto tirava a camisa e o sutiã, liberando aqueles peitos lindos, beijei os ombros dela enquanto acariciava as tetas e depois beijei elas. Eram macias, delicadas, quase novas, enquanto beijava as tetas dela com dedicação, tirei a calça dela e arranquei também a calcinha fio-dental. Ajudei ela a se inclinar sobre a mesa e enfiei a cabeça na buceta dela, rosada, depilada e bem fechadinha.
- Você transou muito pouco
- Quase nada, por isso preciso da sua ajuda
Sem dizer mais nada, comecei a lamber o clitóris dela, chupando com força, os gemidos dela aumentavam de intensidade e eram acompanhados por movimentos elétricos da pelve. Depois me levantei, me despi, vendo ela se contorcer de prazer sobre a mesa, aproximei meu pau da boca dela, ela se surpreendeu:
- Por isso minha mãe gozava tanto, é enorme seu pau
- Não é pra tanto - falei, diminuindo a importância dos 27x11 que meu membro tem.
- O que você quer que eu faça? - perguntou
- Lambe bem, da ponta até as bolas, primeiro, e depois engole o máximo que conseguir, mas não para de me masturbar com as mãos.
Ela obedeceu, lambeu devagar todo meu pau e depois abriu a boca pra engolir o máximo que podia, eu sentia a cabeça batendo no céu da boca dela no fundo da garganta, coloquei a mão na nuca dela e acelerei as estocadas, comendo literalmente a boca dela, depois voltei a ficar entre as pernas dela, peguei pelos tornozelos, levantando até a altura dos meus ombros, apoiei a ponta do meu pau nos lábios da buceta dela e com um movimento firme mas delicado, penetrei, a buceta dela estava muito molhada e ela gemia de prazer, continuei me movendo num bom ritmo até que ela teve o primeiro orgasmo. Sem deixar ela se recuperar, coloquei ela de quatro e penetrei a buceta dela de novo, dessa vez por trás e com mais força, fazendo minhas bolas baterem. contra os lábios dela de um jeito que o estalo parecia um tapa, ela se contorcia e tentava colocar a mão na minha barriga pra parar as minhas investidas, mas eu aumentava a velocidade e a força, até que ela goza pela segunda vez entre gritos de prazer. Sentei na minha poltrona e mandei ela montar no meu pau pra me cavalgar enquanto eu beijava os peitos dela, nessa posição eu conseguia penetrar ela ainda mais fundo, o que deixava ela mais doida ainda, jogava a cabeça pra trás e não parava de gemer freneticamente. Mandei ela apoiar os braços de novo na mesa, afastei as pernas dela e comecei a lamber o cu dela
- já deu o cu?
- não sei, não sei como é
- não me fode, nunca enfiaram o pau no teu cu?
- não, isso não, não sabia que dava pra fazer
- qualé!! Com essa raba espetacular que tu tem vai me dizer que nunca tentaram?
- não sei o que tu pensa de mim, mas não transei com tantos caras, além disso eram da minha idade e mal conseguiam bombar um pouco e já gozavam, nunca tinham me comido como tu tá fazendo
A resposta dela me deixou ainda mais excitado, continuei lambendo o cu dela por um bom tempo enfiando a língua o mais fundo que podia e jogando um monte de saliva pra lubrificar bem, isso agradou ela porque os gemidos eram de puro prazer, fiquei atrás dela e comecei a penetrar o cu dela devagar, no começo a dor era forte e ela tentou sair dali, mas eu impedi segurando ela firme pela cintura,
- calma, isso vai começar a te dar gosto aos poucos - falei enquanto começava a acelerar o ritmo dos meus movimentos, até que finalmente escapou um gemido dela - viu? Já tá começando a gostar -
- siiiim, me arrepia toda, adoro -
Continuei me movendo até que não consegui mais me controlar e soltei toda a minha carga de porra no reto dela, provocando um novo orgasmo nela.
Depois fomos pro banheiro e tomamos banho juntos entre beijos e carícias até que eu fiz ela se Me agachei e enfiei de novo na buceta dela, dessa vez não teve mais dor, só prazer, e ela ficou louca de tesão quando enchi o cu dela de porra de novo. Terminamos de tomar banho e fomos pro quarto, transamos a noite toda até cairmos exaustos na cama lá pelas 9 da manhã. Quando acordamos, percorremos a casa toda transando em cada cômodo: na cozinha, na sala e até no quintal, no chão ou em qualquer móvel que achamos — até peguei ela em cima da tábua de passar roupa. No domingo, dormimos até tarde, pedimos umas pizzas pra comer e arrumamos um pouco a bagunça que fizemos no dia anterior.
Não consegui vê-la antes de viajar na terça, mas quando voltei 25 dias depois, tomando um café com um cliente muito importante, cruzei com ela. Ela se aproximou da mesa, cumprimentou, e notei algo diferente nela. Também percebi que meu cliente não tirava os olhos dela (isso é história pra outro relato). Ela perguntou até que horas eu estaria ali, porque precisava falar comigo. Respondi que ficaria mais uns 30 minutos, e que se ela quisesse, esperava. Ela concordou e foi embora.
Durante 30 minutos, continuei com meu cliente, mas minha cabeça estava com a Julieta. Meu cliente foi embora um minuto antes dela chegar.
— Oi, como você tá?
— Muito bem, e você?
— Excelente! Sabe, eu precisava te contar que, graças à sua aula de "você sabe o quê", minha situação mudou completamente. Meu chefe ficou louco com a transa que eu dei nele, e agora não só me aumentou o salário, como também não me enche mais o saco. O único problema é que nem ele nem os caras com quem saí esse tempo me fizeram sentir o que você fez.
— Bom... fico feliz que você resolveu seu problema, e me lisonjeia o que você diz.
— Sim, o que acontece é que eu preciso ficar com você de novo. Quero ser sua escrava sexual, fazer o que você quiser comigo.
— Tem certeza?
— Claro que sim!
— Bom, me ocorre te dar outra aula e, de quebra, fechar algo espetacular. Tenho certeza de que vou te surpreender e você vai gostar. Muito.
CONTINUA...
2 comentários - Ajudei ela e tomei no cu