Nunca imaginei que um dia a filha linda do meu cunhado me faria aquela pergunta. Pra explicar como chegou a isso, preciso contar um pouco da minha vida. Casei jovem com uma mulher gostosa chamada Lara, e nunca precisei buscar fora o que minha esposa me dava de bom grado na cama. Pode parecer incrível eu dizer isso, mas a real é que sempre tive sexo suficiente com ela, e por isso achava até uma degeneração homens casados como eu procurarem alívio pras suas necessidades obscuras em novinhas. Como casal, éramos quase perfeitos — e digo quase porque ninguém tá cem por cento satisfeito com o que tem, mas pelo que meus amigos contavam:
Lara era imbatível!
Nem precisava ser eu a pedir. Minha mulher é e sempre foi uma puta gostosa que precisa da sua dose de sexo quase todo dia. Muitas vezes, o tesão dela até me surpreendia, porque se eu passasse três dias sem tocá-la, ela ficava de cara feia e, sem esperar eu começar, ela mesma dava um jeito de a gente transar. Não importava se a gente tava em casa, num hotel ou até passando uns dias com os pais dela. Se sentia que eu tava deixando ela de lado, não hesitava em passar a mão em mim disfarçadamente pra me esquentar. Inacreditavelmente, foi a própria necessidade dela que, no fim das contas, fez a sobrinha reparar em mim e decidir virar minha amante.
Tudo começou neste verão. Minha mulher e o irmão dela decidiram que a gente passaria o verão inteiro juntos, e pra isso alugaram uma casa no campo no norte. Como era bem lógico que eles quisessem passar uma temporada juntos, já que morávamos em cidades diferentes, não fiz objeção nenhuma. O que eu não esperava é que essa decisão colocaria meu casamento em risco. Ainda lembro da tarde em que chegamos em Colunga, um povoado pequeno nas Astúrias.
Cansado da viagem, não pude deixar de reparar como a Adela, a filha do meu cunhado, tinha crescido. Com dezenove anos recém-completados, a menina que eu conhecia e que não fazia muito tempo que não via, tinha desaparecido, dando lugar a uma gostosa de peitões. Juro que no começo, mesmo sendo uma gracinha, não a vi como objeto de desejo, muito pelo contrário, morrendo de rir comentei com minha esposa os problemas que o irmão dela devia ter pra espantar os moscas que, sem dúvida, ficariam rodeando a pimpolha dela.
— Ela é gata, né? — respondeu Lara, concordando comigo.
E é que, na real, era um tesão. Mesmo tendo quase um metro e oitenta e, no lugar de peitos, uns melões descomunais, a garota não era nem um pouco cavalona, pelo contrário, tinha uma feminilidade difícil de igualar. Se por si só já tinha um corpo do caralho, com uma bunda que não ficava atrás dos peitos, o auge era que a cara dela era perfeita. Juro que não é exagero falar que parecia esculpida por um artista e não produto dos genes dos meus cunhados. Tudo nela era lindo, as pernas, as coxas e até a pele, tudo pedia pra ser tocado. Mas mesmo sendo uma deusa dessas, não fui atrás dela, foi ela quem decidiu me encurralar num assédio do qual, infelizmente, não consegui escapar.
Como já tava contando, como a família da minha mulher tinha chegado antes na casa de campo, foi minha cunhada quem distribuiu os quartos. Sem saber da fixação que a pimpolha dela teria por mim, achou melhor que ela dormisse do nosso lado, e não os dois irmãos mais novos.
— Assim esses pestinhas não vão encher o saco de vocês — disse ela, justificando a decisão.
A lógica esmagadora dos motivos dela não deixava dúvidas, já que era sabido na família o quanto aqueles dois gêmeos eram bagunceiros. Até minha própria esposa agradeceu o cuidado, sem saber as consequências que isso teria. Pra mim, particularmente, tanto fazia, e embora não tenha demorado pra perceber que tinha sido um erro, admito que não falei nada. Vocês vão perguntar como me toquei que seria foda tê-la tão perto, bom, foi algo bem fácil. Ao entrar no meu quarto, descobri que dividíamos o banheiro com aquela gostosa. No começo, fiquei puto ao ver que aquela novinha tinha deixado a calcinha jogada na pia e, apontando pra minha esposa, ela se desculpou dizendo:
- Não sabia que vocês chegariam tão cedo - e, tentando amenizar, me prometeu: - Fica tranquilo que vou falar com ela pra ser mais organizada.
Sabendo que podia ser um erro e que o fato de eu ser quadrado com organização era uma das minhas manias, decidi esquecer o assunto, embora, como ficou claro, não ia ser fácil dividir o banheiro com aquela loira, ainda mais porque, como em tantas outras casas de campo, o banheiro tinha duas portas, cada uma dando pra um dos quartos. Satisfeito com a explicação, resolvi deixar nas mãos dela e, com a confiança que quinze anos de casamento dão, deixei ela sozinha pra ir tomar umas cervejas com meu cunhado.
José sempre foi um cara muito gente boa, e o fato de ele ser dez anos mais velho nunca foi um problema. Não demorei pra encontrá-lo, porque só precisei perguntar onde ficava o bar mais perto. Como imaginei, ele tava colado no balcão, e depois dos cumprimentos de sempre, pedi ao garçom a primeira cerveja das muitas que eu tomaria naquele verão. Já tínhamos mandado ver umas cinco cada um quando a filha dele veio nos buscar.
Como vocês podem imaginar, a entrada daquela obra-prima num bar cheio de caipiras causou um rebuliço, e os frequentadores, sem o menor pudor, encheram ela de cantadas e assobios de admiração. A garota, apesar de ter acabado de fazer 18, já conhecia o efeito que a beleza dela causava nos homens, olhou pra eles e, com a maior cara de nojo que conseguiu, gritou:
- Babões!
Confesso que achei graça na reação dela e, pra evitar problemas maiores, peguei ela pela cintura enquanto concordava:
- Calma, pequena— e, dirigindo-me ao respeitável público, joguei na cara que ela era só uma criança.
O que eu não esperava era que a Adela ficasse puta com o jeito que eu a defendi e, se afastando de mim, soltou bem irritada:
— Sei me defender sozinha e, mesmo que você e meu pai não saibam, não sou mais uma menina!
Rindo pra caralho, o velho dela soltou uma gargalhada enquanto dizia:
— Tem o mesmo gênio ruim que a sua mãe.
Indignada, ela saiu do lugar batendo a porta, não sem antes avisar que a gente era esperado pra jantar. O aviso dela não impediu que, no fim daquela rodada, a gente pedisse mais uma, de modo que quando chegamos em casa, todo mundo já estava nos esperando. Minha esposa, visivelmente puta, pediu que eu sentasse com ela e, assim que fiz isso, começou a me xingar baixinho.
— Não fica brava — respondi e, pra acalmá-la, comecei a acariciar a perna dela.
— Fica quieto! — irritada, ela soltou ao ver minhas intenções.
Decidido a me reconciliar com ela e sabendo que era incapaz de continuar puta se eu a esquentasse, ignorei a ordem dela e, disfarçando, fui em busca da buceta dela. Lara, ao sentir meus dedos se aproximando pelas coxas, juntou os joelhos numa tentativa vã. Por dentro, me cagando de rir, mas com cara séria, perguntei à minha cunhada o que iam fazer no dia seguinte enquanto minha mão começava a acariciar o pano da calcinha dela debaixo da toalha.
— Vamos pra praia — respondeu a Inês, sem saber do assédio que a irmã do marido dela tava sofrendo.
Minha mulher tentou tirar minha mão de entre as coxas dela, mas me fazendo de forte, não só não tirei como a forcei a abrir um pouco as pernas. Percebi que ela tinha se rendido quando, aproximando a boca do meu ouvido, disse baixinho:
— Se me largar, te prometo uma noite louca!
Sabendo que tinha vencido, beijei ela na boca fechando o acordo, sem saber que nosso jogo tinha sido observado com interesse pela Adela. A pequena tinha ficado impressionada com minha atitude dominante, mas mais ainda com a Tia dela, tesuda e submissa. Descobrir que, ao passar a mão nela em público, a Lara tinha ficado toda molhada igual uma puta, foi algo que eu não esperava e, contra tudo que sempre imaginei, ela também tinha ficado com tesão. Não soube na hora, mas foi aí que começou o interesse da minha sobrinha por mim.
Depois de jantar, minha mulher deu a desculpa de que estava cansada, e por isso não fomos para o nosso quarto cumprir a promessa dela. Mal fechou a porta, a Lara se jogou em cima de mim e, sem me deixar nem tirar as calças, abaixou minha braguilha, puxou meu pau pra fora e se agarrou com as pernas na minha cintura, dizendo:
— Me fode!
De uma só enfiada e sem mais delongas, penetrei ela até o fundo. Minha mulher gritou ao se sentir invadida e forçada pelo meu membro, mas, em vez de tentar escapar do castigo, se apoiou nos meus ombros pra aprofundar a ferida. A cabeça do meu pau bateu na parede da buceta dela com força. Sabendo que ainda não tava bruto o bastante, esperei ela relaxar antes de começar um galope desenfreado, mas ela gritou igual uma possessa pra eu meter, pra não ter pena. Os gemidos e uivos dela vinham junto com cada enfiada, e em poucos segundos um fluxo quente escorreu pelas minhas pernas, enquanto a dona se arqueava nos meus braços de olhos virados, mistura de prazer e dor. Segurando ela no ar, curti os orgasmos dela enquanto meu corpo se preparava de verdade pra semear o ventre dela com minha porra.
Sem estar cansado, mas pra facilitar minhas manobras, coloquei ela em cima da penteadeira sem parar de penetrar. Essa posição nova me deixou apreciar os peitos dela. Pequenos, mas durinhos, com uma auréola rosada, se mexiam no ritmo do corpo, pedindo minhas carícias. Respondendo ao chamado, peguei eles com a mão e, maravilhado com a maciez da pele, levei eles até a boca.
A Lara uivou igual uma loba quando sentiu meus dentes mordendo os bicos dos peitos dela. torturando eles. E completamente fora de si, cravou as unhas nas minhas costas. A carícia dura dela me obrigou a iniciar um galope desenfreado em cima dela. Ao fazer isso, esqueci toda precaução, enfiando meu pau totalmente dentro dela.
- Adoro - gritou de prazer ao sentir minha porra na buceta dela.
- Vamos pra cama - pedi pra minha mulher assim que ela se recuperou um pouco.
A cama não me decepcionou: numa plataforma, o colchão de dois por dois parecia um campo de futebol. Assim que deitamos, ela se aninhou do meu lado e, em silêncio, começou a me acariciar com as pernas. Os pés dela se esfregavam nos meus enquanto, com os joelhos e coxas, parecia estar rastejando pelo meu corpo. No começo, pensei em mandar ela ficar quieta, mas quando ia fazer isso, a paixão já me dominava. Aproximando a buceta cada vez mais do meu pau, ela se contorcia excitada, pedindo pra eu não me mexer, porque queria fazer tudo sozinha.
Suavemente, ela se ergueu nos lençóis e, pegando nossas camisas, amarrou meus pulsos na cabeceira. Elétrico com o jogo dela, colaborei ficando parado enquanto ela me imobilizava, e ainda mais quando usou a fronha do travesseiro pra tampar meus olhos, de modo que eu não visse o que ela fazia.
Ouvi ela se levantar pra ir ao banheiro, procurando algo na nécessaire. Sabendo que ia ser algo novo o que eu ia experimentar, esperei nervoso pela volta dela. Não a ouvi voltar, mas sem aviso senti as mãos dela espalhando um líquido oleoso pelo meu peito, e depois foi o corpo inteiro dela que cuidou de espalhar. Ela suspirou quando os peitos dela encostaram na minha pele, e já sem nenhum pudor, montou em cima de mim, buscando o prazer dela. Era alucinante sentir como ela deslizava e subia, me acariciando por inteiro, mas sem chegar perto da minha vara, que esperava dura e ereta. De repente, senti uma umidade densa absorvendo meu pau, sem conseguir descobrir se era a boca ou a buceta dela que, aos poucos, o fazia desaparecer lá dentro.
Com minhas veias a prestes a explodir, comecei a me mexer, tentando aprofundar mais a penetração, mas ela protestou dizendo que era a vez dela, que eu estava proibido de participar.
A ordem dela não poderia ter sido mais eficaz e, sem poder recusar, obedeci, ficando imóvel enquanto gemia de tesão. Novamente, senti meu pau penetrando nela, mas dessa vez eu sabia qual parte do corpo dela estava usando, ao notar as dificuldades que ela teve para enfiar minha cabecinha. Lara estava se empalando por trás, a bunda dela me recebeu com dificuldade, de modo que pude perceber como os músculos circulares dela se abriam dolorosamente enquanto minha mulher gemia em silêncio. Centímetro por centímetro, toda a extensão do meu pau ia desaparecendo numa deliciosa tortura.
Eu não devia me mexer, pensei, se fizesse isso poderia causar um rompimento grave nela, e o que eu queria era dar prazer a ela, então aguentei pacientemente até minhas bolas baterem na bunda dela, numa demonstração de que já tinha enfiado tudo. Parecia impossível que ela tivesse conseguido, mas com um grunhido de satisfação ela começou a rebolar com meu pau dentro dela enquanto se masturbava com as mãos.
Aos poucos, foi ficando mais fácil para ela se empalar, meu pau foi relaxando o cu dela, enquanto os dedos dela encharcavam a boceta dela com as carícias. Eu não acreditava no que estava sentindo, o esfíncter dela parecia estar me ordenhando, me dando o que eu mais queria, que era a posse completa da minha mulher.
Completamente excitada, Lara pulava em cima do meu corpo, enfiando e tirando meu pau com rapidez. A lubrificação já jorrava livremente da boceta dela quando ela começou a sentir os primeiros sinais de prazer. E em vez de esperar para recebê-lo, ela acelerou as investidas, de forma que as nádegas dela, sem controle, se contorciam no ritmo em que os dedos torturavam o clitóris dela beliscando-o.
O clímax da minha mulher era questão de tempo. A respiração ofegante dela, o suor impregnando o corpo dela e a boceta dela encharcada. Eram sinais de que ela estava prestes a gozar. Bem na hora que ela explodiu e gozou aos gritos, me pareceu que a porta do banheiro se abriu. Quando olhei pra lá, vi ela fechada e, me juntando à Lara, gozei dentro dela. Achando que tinha sido um engano, abracei ela e, assim colados, dormimos.
A Adela me confirma que tinha nos ouvido:
Na manhã seguinte, acordei cedo pra correr enquanto a Lara ficava descansando. Satisfeito com a noite anterior, resolvi dar uma volta pelos arredores pra me situar no vale. A natureza agreste e selvagem das Astúrias me encheu de ânimo novo, de um jeito que passei mais de uma hora explorando os montes. Quando voltei pra casa rural, encontrei minha cunhada Inês tomando café da manhã com os três filhos dela. Se eu tivesse previsto o que ia rolar, juro que não teria sentado do lado da minha sobrinha. Bem na hora que a mãe dela tava brigando com os gêmeos pela bagunça que tinham feito na noite anterior, a Adela sussurrou no meu ouvido:
— Escândalo, nada: os gritos da minha tia!
Sabendo do que ela tava falando, fiquei sem saber o que dizer nem como agir, e aí a garota, morrendo de rir, insistiu:
— Que garanhão você deve ser! Ela gritava como se você tivesse matando ela!
Completamente sem graça, não consegui responder. Por sorte, o pai dela entrou no salão e sentou do meu lado. A piazinha, vendo que não ia conseguir continuar com a zoação, levantou da mesa e me deixou sozinho com o José. Dá pra imaginar que agradeci ela ter ido embora, e enquanto conversava com meu cunhado, não parava de pensar nas palavras da minha sobrinha. Assustado, percebi que devia ter sido ela quem abriu a porta do banheiro enquanto a gente tava transando, então não sobrou dúvida de que ela tinha nos visto! E, por mais incrível que parecesse, aquilo tinha excitado ela. Com medo da minha esposa fazer um escândalo, decidi não contar nada do que a sobrinha dela tinha me dito. Embora, teoricamente, eu não tenha contado porque tava com medo que eu jogasse na cara dela a atitude, a realidade e agora eu sei, é que no fundo eu queria que ela continuasse nos espionando.
O que aconteceu durante o café da manhã foi só uma prévia do que viria a seguir. Exatamente como havíamos combinado, naquele dia iríamos todos juntos para a praia. Por isso, quando minha esposa se levantou, tivemos que esperar ela terminar o café para irmos as duas famílias para a praia. Como estávamos indo sozinhos no carro, Adela perguntou à minha esposa se podia ir com a gente. Lara, sem ver nada de estranho, aceitou sem perceber minha cara de terror, e por isso a sobrinha dela entrou no carro conosco. Ainda nem tínhamos saído da casa de campo, quando percebi sem sombra de dúvida que aquele dia ia ser bem longo:
Ao olhar pelo retrovisor, descobri a sobrinha da minha mulher passando creme nos peitos enquanto me olhava. Como se isso já não bastasse, assim que viu meus olhos no espelho, sorriu e, sem se cobrir, começou a beliscar os próprios mamilos enquanto me mostrava a língua. A cara de pau dela me deixou pasmo e, desviando o olhar, tentei em vão me concentrar na estrada. Bem mais excitado do que gostaria de admitir, tive que fazer um esforço sobre-humano para não olhar de novo.
Minha mulher, que não tinha percebido nada, falava ao telefone com uma amiga. Ao chegar na praia, enquanto eu descia as toalhas, a menina safada se aproximou de mim e, com um tom de putinha, perguntou se eu tinha gostado. Assustado, nem me dignei a responder, não consegui nem falar com ela. Incapaz de encará-la, saí correndo em direção à areia sem olhar para trás. Já tinha me juntado ao meu cunhado e ao resto da família quando me virei e vi que Lara e Adela vinham morrendo de rir. Juro que não tive coragem de perguntar do que estavam falando e, cada vez mais desconfortável, comecei a armar o guarda-sol.
Embora a praia não estivesse cheia de veranistas e a maldita garota pudesse facilmente ter estendido a toalha longe da gente, ela colocou do lado da minha. Sem poder reclamar de nada, pra não ser que minha reclamação levantasse suspeitas dos pais dela, acabei ficando entre minha mulher e aquela criatura.
“Porra, que jogo é esse?”, resmunguei em silêncio.
Adela, curtindo minha gravidez, perguntou pra tia se podia passar creme nela. Minha esposa respondeu que sim e, passando por cima de mim, começou a espalhar o bronzeador, alheia às verdadeiras intenções da sobrinha. Se já foi difícil ver a Lara acariciando sem querer aquele corpo que me deixava obcecado, pior foi ouvi-la perguntar se ela não preferia tirar a parte de cima do biquíni pra não ficar com marca.
A garota soltou uma gargalhada e respondeu:
— Acho que meu pai e meu tio não iam gostar de me ver pelada.
— Não seja boba — riu minha mulher, e colaborando sem querer com o assédio da Adela, ajudou a tirar a parte de cima, dizendo: — Se eles são tão caretas, que não olhem!
Embora tentasse olhar, não consegui, e quando olhei, achei que ia ter um troço ao descobrir a perfeição dos peitos da minha sobrinha. Não era só o tamanho, nem mesmo como eram bem formados, o que me deixou besta foram os mamilos maravilhosos que decoravam aquele par de belezas. Grandes e rosados, eram uma tentação forte demais pra aguentar, e fechando os olhos, me imaginei com eles na boca. Juro que tentei não ficar excitado, mas minha mente tarada me traiu e me vi mordiscando eles enquanto minha sobrinha se contorcia de prazer.
Vendo que meu pau começava a endurecer debaixo da sunga, me virei pra evitar que todo mundo percebesse minha ereção. Infelizmente, a garota percebeu e, com cara de quem não quebrou um prato, me perguntou se eu tava passando mal.
Não lembro se cheguei a responder, porque quando entreabri os olhos, me deparei com a visão da bunda dela a poucos centímetros do meu rosto. A surpresa de dar de cara com duas nádegas duras e mal cobertas por uma fio dental foi demais, e levantando da areia, fui pro mar tentando que a água fria acalmasse meu tesão. Calor. A temperatura do Cantábrico atingiu seu objetivo e, já mais tranquilo, comecei a brincar com os dois gêmeos pegando ondas. Enquanto os irmãos competiam entre si pra ver quem pegava melhor, minha mente estava uma bagunça, pensando no porquê da fixação daquela lady, mas principalmente em como ia fazer pra evitar o assédio dela.
Já estava há meia hora na água quando, da areia, minha mulher me chamou. Cansado daqueles pestinhas, saí pra encontrá-la. Assim que cheguei perto, Lara pegou na minha mão e, com uma expressão safada no rosto, me perguntou se eu ia acompanhá-la num passeio pela praia. Conhecendo ela como conhecia, reconheci a cara de putinha que ela faz quando quer aprontar alguma e, adorando a ideia, perguntei o que ela queria fazer enquanto dava um apertão na bunda dela.
— Tô há muito tempo sem você me fazer um love na água — respondeu, puxando-me em direção a uma área deserta.
Ao ver pra onde ela me levava, não fiz objeção nenhuma, e em menos de dez minutos já estávamos nos beijando entre as ondas. Minha amada esposa nem esperou a gente se afastar da beira pra subir em cima de mim e, me abraçando com as pernas, tentar me fazer penetrar ela. O tesão que ela mostrou fez meu pau sair do torpor e, com uma ereção do caralho, eu tava pronto.
Lara, ao sentir, afastou com os dedos o biquíni dela e, sem mais preparo, enfiou ele pra dentro enquanto colocava os peitos na minha boca. A facilidade com que minha cabeça perfurou a buceta dela me mostrou que ela tava com muito tesão e, forçando a entrada com uma rebolada, enfiei até o fundo.
— Como eu adoro! — gritou ao se sentir cheia e, ignorando que podiam nos ver da areia, começou a pular no meu pau.
Não levamos nem cinco minutos fazendo love quando, ao levantar o olhar, descobri minha sobrinha agachada atrás de umas pedras nos olhando. Se por si só minha mulher já me deixava bruto, foder ela enquanto a Adela nos observava foi algo... Brutal e me deixando levar pelo prazer, comecei a socar com mais força o corpo amado dela.
— Continua, filho da puta, que você tá me deixando pegando fogo! — ela gritou ao perceber que eu tinha aumentado a velocidade dos meus ataques.
Sem saber que a filha do irmão dela estava testemunhando nossa safadeza, minha esposa uivou de prazer ao sentir meus dentes mordiscando os bicos dos peitos dela. Coincidindo com o orgasmo dela, percebi que a garota tinha notado que eu a descobrira e, em vez de se esconder, com a maior cara de pau do mundo, começou a se masturbar na minha frente. Vocês não têm ideia do que senti ao vê-la abrir as pernas e enfiar uma mão debaixo do biquíni enquanto com a outra acariciava os próprios peitos.
O acúmulo de sensações, junto com o movimento da minha mulher, tornou inútil minha tentativa de me controlar e, quase sem conseguir respirar, gozei dentro da buceta dela, sabendo que a poucos metros Adela se contorcia, curtindo a doce tortura dos próprios dedos. Minha esposa, ao sentir meu gozo na boceta dela, me beijou com uma paixão inacreditável que me deixou pensando se ela sabia que a peste estava nos olhando. A verdade é que, naquele momento, os gritos de umas crianças nos fizeram separar e, arrumando nossas sungas, saímos da água rumo às toalhas.
Ao chegar onde tínhamos deixado a família dela, a cunhada perguntou se ela a acompanhava até o quiosque para pegar umas cervejas:
— Claro — respondeu, e pegando o pareô, colocou na cintura, me deixando com o irmão dela e a sobrinha.
Infelizmente, naquele instante, os gêmeos chamaram o pai e, já sozinhos, Adela aproveitou a situação para, com toda a cara de pau que a idade dela permitia, me dizer:
— Você não faz ideia do quanto vou curtir esse verão, tendo vocês no quarto ao lado.
Sem graça, porque não precisei ser nenhum gênio para entender o significado das palavras dela, só consegui balbuciar uma reclamação. A garota, ao ver minha cara de susto, abriu as pernas e, apontando para o biquíni dela, soltou: rindo:
- Olha só como você me deixou!
Não consegui parar de olhar pra buceta dela e, com um verdadeiro terror, descobri que uma mancha de umidade revelava que ela estava toda encharcada. Tirando forças do meu nervosismo, encarei ela, lembrando que eu era o tio dela. A lady, ignorando nosso parentesco, se virou e, mostrando a bunda, me perguntou:
- Você acha que eu tenho uma raba bonita?
Pasmo com a falta de tato da garota, fiquei de boca aberta enquanto ela, usando as duas mãos, separava as nádegas e insistia:
- Você me arrombava o cu? Ou vou ter que pedir pra outro?
Juro que, se não fosse a filha dos meus cunhados, não teria conseguido recusar tamanha oferta, porque aquele cuzinho virgem que ela me mostrou podia ser catalogado como uma das sete maravilhas do mundo. Indignado com a garota, mas também comigo mesmo por ter quase cedido, recusei de forma categórica, ameaçando contar pros pais dela. Ela, ao me ouvir, soltou uma gargalhada e respondeu em voz baixa, ao perceber que a mãe e a tia estavam voltando:
- Sei que você não vai ser capaz de contar, e desde já te digo que vai ser você quem vai me comer.
A chegada das duas mulheres quebrou o silêncio que tinha se instalado entre nós e, disfarçando, perguntei à minha mulher pela minha cerveja. Lara, sem saber do que tinha acontecido, me estendeu uma lata enquanto se deitava ao meu lado. Abrindo a breja, tentei apagar o fogo que tinha acendido dentro de mim.
Adela cumpre a ameaça:
O resto do dia passou sem novidades. Se é que dá pra dizer isso, quando passei o tempo todo evitando ficar sozinho de novo com a minha sobrinha. Cada vez que via que isso ia acontecer, saía correndo da presença dela, sabendo que aquela bruxinha ia aproveitar qualquer instante pra continuar me assediando. Embora soubesse que tinha que parar de fugir e encarar aquele demônio, não consegui, porque temia não ter força suficiente pra evitar cair na teia dela. aranha.
Já de volta à casa de campo, Lara e Inês foram preparar o jantar, então resolvi dar uma volta com meu cunhado. José era fácil de convencer e não tive trabalho para levá-lo a tomar uns drinques. Agradecendo a cumplicidade masculina, entramos no bar e, sem esperar que viessem pedir nosso pedido, chamei o garçom e pedi dois uísques. Duas horas depois e com uns copos a mais, voltamos para nossas famílias. Ao chegar, descobrimos que tanto a mulher dele quanto a minha estavam bravas e que, sem esperar a gente chegar, já tinham ido para a cama.
Foi a Adela quem nos serviu o jantar. Talvez com medo da autoridade paterna, ela se comportou de forma contida, evitando recomeçar o ataque. Até tenho que admitir que, de algum jeito, ela alimentou a sede do velho e, agindo como uma filha carinhosa, enchia o copo dele antes mesmo de ele terminar o vinho. A verdade é que, em pouco tempo, José já estava bêbado, e por isso ele teve que me ajudar a subir o pai dele pelas escadas. Quando chegamos ao quarto, Inês estava tão dormindo que nem acordou quando largamos ele ao lado dela.
Quando saímos, pensei que a garota ia começar com as besteiras dela, mas, se despedindo de mim na porta do quarto, ela disse "até logo". Juro que na hora não percebi que não foi um "até amanhã" e, me achando seguro, entrei no meu quarto. Ao cumprimentar Lara, ela também não respondeu. A atitude dela não me surpreendeu, porque quando minha mulher ficava brava, um dos costumes dela era não falar comigo, e então, sem mais, comecei a me despir.
Não tinha nem cinco minutos na cama quando ouvi a porta do banheiro se abrir. Assustado com a intromissão, me sentei e descobri minha sobrinha completamente nua, de pé no quarto. Juro que demorei a reagir porque me parecia inacreditável que aquela garota tivesse a cara de pau de se apresentar assim no meu quarto, ainda mais quando do meu lado dormia a tia dela.
Irritado, perguntei baixinho o que ela estava fazendo. A moça, sem respondendo, ela se aproximou do colchão e, pedindo pra eu abrir espaço, soltou que vinha me fazer um love. Juro que achei que ela era maluca e, já bem irritado, falei se ela não percebia que ia acordar minha esposa. Foi aí que, soltando uma gargalhada, ela respondeu:
— Acho que não, só amanhã. Aproveitando que vocês não estavam, coloquei um sonífero na taça dela e na da minha mãe.
— O que você fez o quê? — respondi aterrorizado.
— Você ouviu — respondeu calmamente enquanto a mão dela pousava na minha virilha. — Não queria que ninguém nos atrapalhasse esta noite.
Ainda sem acreditar que ela pudesse ser tão perversa, perguntei pelo velho dela. Sorrindo, confessou que o tinha enchido de bebida de propósito, mas não o sedou caso eu recusasse.
— Não te entendo!
Fazendo cara de santinha, respondeu:
— Como não tinha certeza se você ia querer transar comigo, guardei um trunfo — e se cagando de rir enquanto aproximava a boca da minha, continuou: — Ou você faz e ninguém fica sabendo, ou eu começo a gritar e acordo ele. Não vai querer que ele ache que você tá me estuprando, vai?
Juro que fiquei gelado ao ouvir a chantagem e, sem conseguir evitar, a garota colou os lábios nos meus enquanto, sem esperar resposta, subia nas minhas pernas. Me dando por vencido, decidi fechar os olhos e me concentrar em não sentir nada, pra que ela, vendo minha falta de tesão, entendesse a inutilidade do que tava fazendo.
— Por mais que tente, não vai conseguir me deixar duro — falei, achando que ela ia desistir.
O que não esperava é que, com uma voz doce, ela se esfregasse no meu corpo enquanto respondia:
— Pelo que sinto aqui embaixo: você tá mentindo!
O foda é que aquela putinha tinha toda razão. Ao sentir a maciez da bunda dela contra meu pau, ele endureceu por baixo da minha cueca, revelando minha excitação. Como se tivesse levado uma surra, humilhado, tentei me afastar dela enquanto a risada dela confirmava minha derrota. derrota.
“Vai ser uma puta”, pensei excitado e afundado, com a risada dela ecoando nos meus ouvidos e meu desejo acumulando nas veias.
Tentando outra estratégia, abri os olhos e, pegando os peitos dela entre minhas mãos, apertei-os dizendo:
— Cê tem peito demais pro meu gosto!
Adela riu de novo e, colocando-os na minha boca, me perguntou o que tinham de ruim. Devia ter respondido outra impertinência, mas as palavras ficaram presas na minha garganta ao ver o mamilo rosado dela a poucos centímetros do meu rosto. Sei que podia ter esticado a língua e lambido aquela maravilha, mas tentando manter um resto de sanidade, recuei e fechei os olhos de novo, desejando que aquela tortura acabasse. Adela, encorajada pela minha suposta indiferença, percorreu com as mãos meu peito, minha barriga e, não satisfeita com isso, ao ver que meu pau não era imune às carícias dela, começou a se esfregar nele. Esperando que não chegasse ao fim, fiquei parado enquanto ela roçava o clitóris com sensualidade contra meu pau. Sem dar o braço a torcer, deitou-se sobre meu peito, fazendo-me sentir a dureza dos mamilos dela contra minha pele enquanto os primeiros gemidos chegavam aos meus ouvidos. Contagiado pela luxúria dela, recebi os beijos e mordidas sem me mexer, enquanto desejava largar aquela pose e foder ela ali mesmo.
— Cê é um porco — ela soltou e, apontando pra Lara que dormia do lado do colchão, riu dizendo: — Te dá tesão ter ela ali, né, Tio?
A resposta dela acabou de me derrotar e, pegando-a nos braços, busquei a boca dela com a minha. Minhas mãos não demoraram a percorrer o corpo dela e a bunda enquanto ela não parava de esfregar a buceta no meu pau. Possuído pela luxúria, afundei meu rosto, como tanto tinha desejado, entre os peitos dela. Minha sobrinha uivou de prazer ao sentir minha língua percorrendo os mamilos dela e, pegando um entre os dedos, disse:
— Ah, mas não gostava, não?
Ignorando a provocação dela, coloquei a auréola na minha boca enquanto apertava o outro com força. Minha carícia bruta fez ela gritar. enquanto a bunda dela se esfregava sem parar no meu pau. Ouvindo o tesão dela, fiquei louco e, mudando de posição, abri as pernas dela e afundei a cara na buceta dela. O aroma e o gosto percorreram minhas papilas enquanto ela não parava de rir histericamente ao sentir a carícia da minha boca no interior das coxas dela.
- Continua! - pediu ao sentir meus dedos separando os lábios dela e minha língua lambendo o botãozinho.
Incapaz de me segurar, peguei o clitóris dela entre os dentes e, sem dar trégua, comecei a mordiscar, tentando extrair o néctar que aquela buceta escondia.
- Que delícia! - gemeu como uma louca ao sentir que o sonho dela ia se realizar.
Naquela hora, pouco me importava que fosse minha sobrinha ou que minha esposa estivesse dopada a poucos centímetros de nós. Precisava foder aquela gostosa e, sem conseguir esperar mais, peguei meu pau nas mãos e, enquanto apontava pra buceta dela, sussurrei no ouvido:
- Vou te dar o que você veio buscar!
Minhas palavras a fizeram sorrir e, colaborando comigo, colocou minha cabeça na entrada da vulva dela, gritando:
- Tá esperando o quê!
Tive que me segurar pra não meter com tudo. Embora a garota merecesse aquilo e mais, decidi fazer devagar. Assim, pude sentir meu pau percorrendo cada uma das dobras dela até que, aprofundando a penetração, bati na parede da vagina. Adela, ao se sentir cheia, arranhou minhas costas e implorou que eu me mexesse. Ignorando os pedidos dela, fui me retirando devagar e, quando minha cabeça já aparecia lá fora, meti de novo, meio com preguiça, até o fundo da caverna dela.
Minha sobrinha, ansiosa pelas minhas carícias, não parava de tentar me fazer acelerar o ritmo, se contorcendo. Mas só quando senti de novo um jorro de desejo escorrendo da buceta dela entre minhas pernas é que decidi aumentar o ritmo. O tesão acumulado no corpo jovem dela quebrou a resistência e, berrando como uma corça no cio, ela gozou. sonoramente, pra em seguida desabar nos lençóis.
Foi quando vi ela morder a almofada com força que decidi que, mesmo que ela tivesse dito só pra me provocar, aquela novinha ia acordar no dia seguinte sem conseguir nem sentar. Por isso, obriguei ela a se levantar e ficar de joelhos, de costas pra mim.
— O que você vai fazer? — perguntou quando entendeu minhas intenções.
Nem respondi. Afastei as nádegas dela e lambuzei o esfíncter com o próprio fluido dela.
— Cuidado! — gritou quando sentiu um dos meus dedos abrindo caminho. Arrastando-se na cama, apoiou a cabeça no travesseiro enquanto levantava a bunda.
A nova posição me deixou ver tranquilo que as coxas da novinha tremiam cada vez que eu enfiava minha falange lá dentro. Já mais seguro de mim, resolvi dar o próximo passo. Dei um tapa numa das nádegas dela e enfiei as pontas de dois dedos no buraco.
— Ahhhh — gemeu, mordendo os lábios.
O gemido dela foi um aviso de que eu precisava tomar cuidado pra não acordar o resto da casa. Por isso, lubrifiquei o cu dela de novo enquanto esperava ela relaxar.
— Fala quando estiver pronta — pedi.
Adela mexeu os quadris, me avisando que tava pronta. Dessa vez, fui cuidadoso. Movendo minhas falanges em volta do músculo apertado dela, fui dilatando enquanto, com a outra mão, comecei a masturbar ela.
— Adoro! — uivou quando sentiu as duas entradas sendo acariciadas.
Minha querida e gostosa sobrinha levou as mãos aos peitos e, beliscando os bicos, tentou aumentar a excitação. Incrivelmente, quando terminei de enfiar os dois dedos, ela gozou sonoramente enquanto o corpo dela se contorcia nos lençóis. Sem deixar ela descansar, lambuzei meu pau com o fluido dela e, me colocando atrás, encostei a cabeça na bunda dela:
— Tá pronta? — perguntei, brincando com ela.
Ela nem esperou eu terminar de falar. Levou o corpo pra trás devagar, enfiando tudo. permitindo-me sentir cada rugosidade do seu cu se abrindo diante do avanço do meu pau. Sem gritar, mas com uma careta de dor no rosto, ela continuou seu trabalho até sentir meu corpo colidindo com sua bunda, e só então, e somente então, se permitiu reclamar do sofrimento que havia experimentado.
— Como dói! — exclamou, caindo exausta sobre o colchão.
Vencendo a vontade que tinha de começar a aproveitar aquela bunda deliciosa, esperei que fosse ela quem decidisse o momento. Tentando não deixar esfriar, acelerei minhas carícias no seu clitóris, de modo que, em meio minuto, a garota já tinha relaxado e, levantando o rosto do travesseiro, me implorou que começasse a montá-la.
Sua expressão de desejo me convenceu de vez e, com um ritmo pausado, fui tirando meu pau de dentro dela. Quase tinha terminado de sacar quando Adela, com um movimento de seus quadris, o enfiou de volta, dando início a um jogo onde eu tentava recuperá-lo e ela impedia ao enfiá-lo de novo. Aos poucos, o compasso com que nos mexíamos foi acelerando, transformando nosso trote tranquilo em um galope desenfreado, onde ela não parava de gritar e eu tive que me firmar agarrando seus peitos para não cair.
— Continua! — ordenou quando, para pegar ar, diminuí o ritmo das minhas investidas.
— Sua puta! — respondi, irritado com o tom dela, e dei um tapa forte.
— Que gostoso! — gritou ao sentir minha mão e, se comportando como uma puta, me implorou que queria mais.
Não precisei ouvir de novo; alternando de uma nádega a outra, fui dando sonoras palmadas toda vez que tirava meu pau de dentro dela. Minha sobrinha já estava com a bunda completamente vermelha quando, caindo na cama, começou a tremer ao sentir os sintomas de um orgasmo brutal. Foi impressionante ver aquela puta, tremendo de luxúria enquanto minha mulher dormia tranquilamente ao lado.
— Não para de me foder, seu filho da puta! — uivou ao sentir o prazer rasgando seu interior.
Seu A atitude dominante foi o empurrão que eu precisava. Pegando os mamilos dela entre meus dedos, apertei com força enquanto usava aquele cuzinho gostoso como alvo. Quando ela gritou de dor, perdeu o controle e, rebolando o quadril, gozou. Da buceta dela jorrou uma porrada de fluido, sinal do orgasmo. Foi aí que, já nem ligando mais pra ela, me concentrei em mim e, forçando o esfíncter ao máximo, continuei estuprando o intestino dela enquanto a garota não parava de uivar desesperada.
Meu orgasmo foi completo, meu corpo inteiro sentiu o prazer enquanto eu me derramava dentro do cu dela. Exausto e acabado, me deitei ao lado da Adela, que me recebeu de braços abertos e, naquela posição, tentou dormir.
Satisfeito, deixei ela descansar, mas sabendo que não podia ficar na minha cama, peguei ela no colo e levei pro quarto dela. Já tava saindo pra voltar pro meu quando ouvi ela dizer:
— Valeu, mano. Foi melhor do que eu imaginava! — e dando uma gargalhada, avisou: — Amanhã quero mais!
Lara era imbatível!
Nem precisava ser eu a pedir. Minha mulher é e sempre foi uma puta gostosa que precisa da sua dose de sexo quase todo dia. Muitas vezes, o tesão dela até me surpreendia, porque se eu passasse três dias sem tocá-la, ela ficava de cara feia e, sem esperar eu começar, ela mesma dava um jeito de a gente transar. Não importava se a gente tava em casa, num hotel ou até passando uns dias com os pais dela. Se sentia que eu tava deixando ela de lado, não hesitava em passar a mão em mim disfarçadamente pra me esquentar. Inacreditavelmente, foi a própria necessidade dela que, no fim das contas, fez a sobrinha reparar em mim e decidir virar minha amante.
Tudo começou neste verão. Minha mulher e o irmão dela decidiram que a gente passaria o verão inteiro juntos, e pra isso alugaram uma casa no campo no norte. Como era bem lógico que eles quisessem passar uma temporada juntos, já que morávamos em cidades diferentes, não fiz objeção nenhuma. O que eu não esperava é que essa decisão colocaria meu casamento em risco. Ainda lembro da tarde em que chegamos em Colunga, um povoado pequeno nas Astúrias.
Cansado da viagem, não pude deixar de reparar como a Adela, a filha do meu cunhado, tinha crescido. Com dezenove anos recém-completados, a menina que eu conhecia e que não fazia muito tempo que não via, tinha desaparecido, dando lugar a uma gostosa de peitões. Juro que no começo, mesmo sendo uma gracinha, não a vi como objeto de desejo, muito pelo contrário, morrendo de rir comentei com minha esposa os problemas que o irmão dela devia ter pra espantar os moscas que, sem dúvida, ficariam rodeando a pimpolha dela.
— Ela é gata, né? — respondeu Lara, concordando comigo.
E é que, na real, era um tesão. Mesmo tendo quase um metro e oitenta e, no lugar de peitos, uns melões descomunais, a garota não era nem um pouco cavalona, pelo contrário, tinha uma feminilidade difícil de igualar. Se por si só já tinha um corpo do caralho, com uma bunda que não ficava atrás dos peitos, o auge era que a cara dela era perfeita. Juro que não é exagero falar que parecia esculpida por um artista e não produto dos genes dos meus cunhados. Tudo nela era lindo, as pernas, as coxas e até a pele, tudo pedia pra ser tocado. Mas mesmo sendo uma deusa dessas, não fui atrás dela, foi ela quem decidiu me encurralar num assédio do qual, infelizmente, não consegui escapar.
Como já tava contando, como a família da minha mulher tinha chegado antes na casa de campo, foi minha cunhada quem distribuiu os quartos. Sem saber da fixação que a pimpolha dela teria por mim, achou melhor que ela dormisse do nosso lado, e não os dois irmãos mais novos.
— Assim esses pestinhas não vão encher o saco de vocês — disse ela, justificando a decisão.
A lógica esmagadora dos motivos dela não deixava dúvidas, já que era sabido na família o quanto aqueles dois gêmeos eram bagunceiros. Até minha própria esposa agradeceu o cuidado, sem saber as consequências que isso teria. Pra mim, particularmente, tanto fazia, e embora não tenha demorado pra perceber que tinha sido um erro, admito que não falei nada. Vocês vão perguntar como me toquei que seria foda tê-la tão perto, bom, foi algo bem fácil. Ao entrar no meu quarto, descobri que dividíamos o banheiro com aquela gostosa. No começo, fiquei puto ao ver que aquela novinha tinha deixado a calcinha jogada na pia e, apontando pra minha esposa, ela se desculpou dizendo:
- Não sabia que vocês chegariam tão cedo - e, tentando amenizar, me prometeu: - Fica tranquilo que vou falar com ela pra ser mais organizada.
Sabendo que podia ser um erro e que o fato de eu ser quadrado com organização era uma das minhas manias, decidi esquecer o assunto, embora, como ficou claro, não ia ser fácil dividir o banheiro com aquela loira, ainda mais porque, como em tantas outras casas de campo, o banheiro tinha duas portas, cada uma dando pra um dos quartos. Satisfeito com a explicação, resolvi deixar nas mãos dela e, com a confiança que quinze anos de casamento dão, deixei ela sozinha pra ir tomar umas cervejas com meu cunhado.
José sempre foi um cara muito gente boa, e o fato de ele ser dez anos mais velho nunca foi um problema. Não demorei pra encontrá-lo, porque só precisei perguntar onde ficava o bar mais perto. Como imaginei, ele tava colado no balcão, e depois dos cumprimentos de sempre, pedi ao garçom a primeira cerveja das muitas que eu tomaria naquele verão. Já tínhamos mandado ver umas cinco cada um quando a filha dele veio nos buscar.
Como vocês podem imaginar, a entrada daquela obra-prima num bar cheio de caipiras causou um rebuliço, e os frequentadores, sem o menor pudor, encheram ela de cantadas e assobios de admiração. A garota, apesar de ter acabado de fazer 18, já conhecia o efeito que a beleza dela causava nos homens, olhou pra eles e, com a maior cara de nojo que conseguiu, gritou:
- Babões!
Confesso que achei graça na reação dela e, pra evitar problemas maiores, peguei ela pela cintura enquanto concordava:
- Calma, pequena— e, dirigindo-me ao respeitável público, joguei na cara que ela era só uma criança.
O que eu não esperava era que a Adela ficasse puta com o jeito que eu a defendi e, se afastando de mim, soltou bem irritada:
— Sei me defender sozinha e, mesmo que você e meu pai não saibam, não sou mais uma menina!
Rindo pra caralho, o velho dela soltou uma gargalhada enquanto dizia:
— Tem o mesmo gênio ruim que a sua mãe.
Indignada, ela saiu do lugar batendo a porta, não sem antes avisar que a gente era esperado pra jantar. O aviso dela não impediu que, no fim daquela rodada, a gente pedisse mais uma, de modo que quando chegamos em casa, todo mundo já estava nos esperando. Minha esposa, visivelmente puta, pediu que eu sentasse com ela e, assim que fiz isso, começou a me xingar baixinho.
— Não fica brava — respondi e, pra acalmá-la, comecei a acariciar a perna dela.
— Fica quieto! — irritada, ela soltou ao ver minhas intenções.
Decidido a me reconciliar com ela e sabendo que era incapaz de continuar puta se eu a esquentasse, ignorei a ordem dela e, disfarçando, fui em busca da buceta dela. Lara, ao sentir meus dedos se aproximando pelas coxas, juntou os joelhos numa tentativa vã. Por dentro, me cagando de rir, mas com cara séria, perguntei à minha cunhada o que iam fazer no dia seguinte enquanto minha mão começava a acariciar o pano da calcinha dela debaixo da toalha.
— Vamos pra praia — respondeu a Inês, sem saber do assédio que a irmã do marido dela tava sofrendo.
Minha mulher tentou tirar minha mão de entre as coxas dela, mas me fazendo de forte, não só não tirei como a forcei a abrir um pouco as pernas. Percebi que ela tinha se rendido quando, aproximando a boca do meu ouvido, disse baixinho:
— Se me largar, te prometo uma noite louca!
Sabendo que tinha vencido, beijei ela na boca fechando o acordo, sem saber que nosso jogo tinha sido observado com interesse pela Adela. A pequena tinha ficado impressionada com minha atitude dominante, mas mais ainda com a Tia dela, tesuda e submissa. Descobrir que, ao passar a mão nela em público, a Lara tinha ficado toda molhada igual uma puta, foi algo que eu não esperava e, contra tudo que sempre imaginei, ela também tinha ficado com tesão. Não soube na hora, mas foi aí que começou o interesse da minha sobrinha por mim.
Depois de jantar, minha mulher deu a desculpa de que estava cansada, e por isso não fomos para o nosso quarto cumprir a promessa dela. Mal fechou a porta, a Lara se jogou em cima de mim e, sem me deixar nem tirar as calças, abaixou minha braguilha, puxou meu pau pra fora e se agarrou com as pernas na minha cintura, dizendo:
— Me fode!
De uma só enfiada e sem mais delongas, penetrei ela até o fundo. Minha mulher gritou ao se sentir invadida e forçada pelo meu membro, mas, em vez de tentar escapar do castigo, se apoiou nos meus ombros pra aprofundar a ferida. A cabeça do meu pau bateu na parede da buceta dela com força. Sabendo que ainda não tava bruto o bastante, esperei ela relaxar antes de começar um galope desenfreado, mas ela gritou igual uma possessa pra eu meter, pra não ter pena. Os gemidos e uivos dela vinham junto com cada enfiada, e em poucos segundos um fluxo quente escorreu pelas minhas pernas, enquanto a dona se arqueava nos meus braços de olhos virados, mistura de prazer e dor. Segurando ela no ar, curti os orgasmos dela enquanto meu corpo se preparava de verdade pra semear o ventre dela com minha porra.
Sem estar cansado, mas pra facilitar minhas manobras, coloquei ela em cima da penteadeira sem parar de penetrar. Essa posição nova me deixou apreciar os peitos dela. Pequenos, mas durinhos, com uma auréola rosada, se mexiam no ritmo do corpo, pedindo minhas carícias. Respondendo ao chamado, peguei eles com a mão e, maravilhado com a maciez da pele, levei eles até a boca.
A Lara uivou igual uma loba quando sentiu meus dentes mordendo os bicos dos peitos dela. torturando eles. E completamente fora de si, cravou as unhas nas minhas costas. A carícia dura dela me obrigou a iniciar um galope desenfreado em cima dela. Ao fazer isso, esqueci toda precaução, enfiando meu pau totalmente dentro dela.
- Adoro - gritou de prazer ao sentir minha porra na buceta dela.
- Vamos pra cama - pedi pra minha mulher assim que ela se recuperou um pouco.
A cama não me decepcionou: numa plataforma, o colchão de dois por dois parecia um campo de futebol. Assim que deitamos, ela se aninhou do meu lado e, em silêncio, começou a me acariciar com as pernas. Os pés dela se esfregavam nos meus enquanto, com os joelhos e coxas, parecia estar rastejando pelo meu corpo. No começo, pensei em mandar ela ficar quieta, mas quando ia fazer isso, a paixão já me dominava. Aproximando a buceta cada vez mais do meu pau, ela se contorcia excitada, pedindo pra eu não me mexer, porque queria fazer tudo sozinha.
Suavemente, ela se ergueu nos lençóis e, pegando nossas camisas, amarrou meus pulsos na cabeceira. Elétrico com o jogo dela, colaborei ficando parado enquanto ela me imobilizava, e ainda mais quando usou a fronha do travesseiro pra tampar meus olhos, de modo que eu não visse o que ela fazia.
Ouvi ela se levantar pra ir ao banheiro, procurando algo na nécessaire. Sabendo que ia ser algo novo o que eu ia experimentar, esperei nervoso pela volta dela. Não a ouvi voltar, mas sem aviso senti as mãos dela espalhando um líquido oleoso pelo meu peito, e depois foi o corpo inteiro dela que cuidou de espalhar. Ela suspirou quando os peitos dela encostaram na minha pele, e já sem nenhum pudor, montou em cima de mim, buscando o prazer dela. Era alucinante sentir como ela deslizava e subia, me acariciando por inteiro, mas sem chegar perto da minha vara, que esperava dura e ereta. De repente, senti uma umidade densa absorvendo meu pau, sem conseguir descobrir se era a boca ou a buceta dela que, aos poucos, o fazia desaparecer lá dentro.
Com minhas veias a prestes a explodir, comecei a me mexer, tentando aprofundar mais a penetração, mas ela protestou dizendo que era a vez dela, que eu estava proibido de participar.
A ordem dela não poderia ter sido mais eficaz e, sem poder recusar, obedeci, ficando imóvel enquanto gemia de tesão. Novamente, senti meu pau penetrando nela, mas dessa vez eu sabia qual parte do corpo dela estava usando, ao notar as dificuldades que ela teve para enfiar minha cabecinha. Lara estava se empalando por trás, a bunda dela me recebeu com dificuldade, de modo que pude perceber como os músculos circulares dela se abriam dolorosamente enquanto minha mulher gemia em silêncio. Centímetro por centímetro, toda a extensão do meu pau ia desaparecendo numa deliciosa tortura.
Eu não devia me mexer, pensei, se fizesse isso poderia causar um rompimento grave nela, e o que eu queria era dar prazer a ela, então aguentei pacientemente até minhas bolas baterem na bunda dela, numa demonstração de que já tinha enfiado tudo. Parecia impossível que ela tivesse conseguido, mas com um grunhido de satisfação ela começou a rebolar com meu pau dentro dela enquanto se masturbava com as mãos.
Aos poucos, foi ficando mais fácil para ela se empalar, meu pau foi relaxando o cu dela, enquanto os dedos dela encharcavam a boceta dela com as carícias. Eu não acreditava no que estava sentindo, o esfíncter dela parecia estar me ordenhando, me dando o que eu mais queria, que era a posse completa da minha mulher.
Completamente excitada, Lara pulava em cima do meu corpo, enfiando e tirando meu pau com rapidez. A lubrificação já jorrava livremente da boceta dela quando ela começou a sentir os primeiros sinais de prazer. E em vez de esperar para recebê-lo, ela acelerou as investidas, de forma que as nádegas dela, sem controle, se contorciam no ritmo em que os dedos torturavam o clitóris dela beliscando-o.
O clímax da minha mulher era questão de tempo. A respiração ofegante dela, o suor impregnando o corpo dela e a boceta dela encharcada. Eram sinais de que ela estava prestes a gozar. Bem na hora que ela explodiu e gozou aos gritos, me pareceu que a porta do banheiro se abriu. Quando olhei pra lá, vi ela fechada e, me juntando à Lara, gozei dentro dela. Achando que tinha sido um engano, abracei ela e, assim colados, dormimos.
A Adela me confirma que tinha nos ouvido:
Na manhã seguinte, acordei cedo pra correr enquanto a Lara ficava descansando. Satisfeito com a noite anterior, resolvi dar uma volta pelos arredores pra me situar no vale. A natureza agreste e selvagem das Astúrias me encheu de ânimo novo, de um jeito que passei mais de uma hora explorando os montes. Quando voltei pra casa rural, encontrei minha cunhada Inês tomando café da manhã com os três filhos dela. Se eu tivesse previsto o que ia rolar, juro que não teria sentado do lado da minha sobrinha. Bem na hora que a mãe dela tava brigando com os gêmeos pela bagunça que tinham feito na noite anterior, a Adela sussurrou no meu ouvido:
— Escândalo, nada: os gritos da minha tia!
Sabendo do que ela tava falando, fiquei sem saber o que dizer nem como agir, e aí a garota, morrendo de rir, insistiu:
— Que garanhão você deve ser! Ela gritava como se você tivesse matando ela!
Completamente sem graça, não consegui responder. Por sorte, o pai dela entrou no salão e sentou do meu lado. A piazinha, vendo que não ia conseguir continuar com a zoação, levantou da mesa e me deixou sozinho com o José. Dá pra imaginar que agradeci ela ter ido embora, e enquanto conversava com meu cunhado, não parava de pensar nas palavras da minha sobrinha. Assustado, percebi que devia ter sido ela quem abriu a porta do banheiro enquanto a gente tava transando, então não sobrou dúvida de que ela tinha nos visto! E, por mais incrível que parecesse, aquilo tinha excitado ela. Com medo da minha esposa fazer um escândalo, decidi não contar nada do que a sobrinha dela tinha me dito. Embora, teoricamente, eu não tenha contado porque tava com medo que eu jogasse na cara dela a atitude, a realidade e agora eu sei, é que no fundo eu queria que ela continuasse nos espionando.
O que aconteceu durante o café da manhã foi só uma prévia do que viria a seguir. Exatamente como havíamos combinado, naquele dia iríamos todos juntos para a praia. Por isso, quando minha esposa se levantou, tivemos que esperar ela terminar o café para irmos as duas famílias para a praia. Como estávamos indo sozinhos no carro, Adela perguntou à minha esposa se podia ir com a gente. Lara, sem ver nada de estranho, aceitou sem perceber minha cara de terror, e por isso a sobrinha dela entrou no carro conosco. Ainda nem tínhamos saído da casa de campo, quando percebi sem sombra de dúvida que aquele dia ia ser bem longo:
Ao olhar pelo retrovisor, descobri a sobrinha da minha mulher passando creme nos peitos enquanto me olhava. Como se isso já não bastasse, assim que viu meus olhos no espelho, sorriu e, sem se cobrir, começou a beliscar os próprios mamilos enquanto me mostrava a língua. A cara de pau dela me deixou pasmo e, desviando o olhar, tentei em vão me concentrar na estrada. Bem mais excitado do que gostaria de admitir, tive que fazer um esforço sobre-humano para não olhar de novo.
Minha mulher, que não tinha percebido nada, falava ao telefone com uma amiga. Ao chegar na praia, enquanto eu descia as toalhas, a menina safada se aproximou de mim e, com um tom de putinha, perguntou se eu tinha gostado. Assustado, nem me dignei a responder, não consegui nem falar com ela. Incapaz de encará-la, saí correndo em direção à areia sem olhar para trás. Já tinha me juntado ao meu cunhado e ao resto da família quando me virei e vi que Lara e Adela vinham morrendo de rir. Juro que não tive coragem de perguntar do que estavam falando e, cada vez mais desconfortável, comecei a armar o guarda-sol.
Embora a praia não estivesse cheia de veranistas e a maldita garota pudesse facilmente ter estendido a toalha longe da gente, ela colocou do lado da minha. Sem poder reclamar de nada, pra não ser que minha reclamação levantasse suspeitas dos pais dela, acabei ficando entre minha mulher e aquela criatura.
“Porra, que jogo é esse?”, resmunguei em silêncio.
Adela, curtindo minha gravidez, perguntou pra tia se podia passar creme nela. Minha esposa respondeu que sim e, passando por cima de mim, começou a espalhar o bronzeador, alheia às verdadeiras intenções da sobrinha. Se já foi difícil ver a Lara acariciando sem querer aquele corpo que me deixava obcecado, pior foi ouvi-la perguntar se ela não preferia tirar a parte de cima do biquíni pra não ficar com marca.
A garota soltou uma gargalhada e respondeu:
— Acho que meu pai e meu tio não iam gostar de me ver pelada.
— Não seja boba — riu minha mulher, e colaborando sem querer com o assédio da Adela, ajudou a tirar a parte de cima, dizendo: — Se eles são tão caretas, que não olhem!
Embora tentasse olhar, não consegui, e quando olhei, achei que ia ter um troço ao descobrir a perfeição dos peitos da minha sobrinha. Não era só o tamanho, nem mesmo como eram bem formados, o que me deixou besta foram os mamilos maravilhosos que decoravam aquele par de belezas. Grandes e rosados, eram uma tentação forte demais pra aguentar, e fechando os olhos, me imaginei com eles na boca. Juro que tentei não ficar excitado, mas minha mente tarada me traiu e me vi mordiscando eles enquanto minha sobrinha se contorcia de prazer.
Vendo que meu pau começava a endurecer debaixo da sunga, me virei pra evitar que todo mundo percebesse minha ereção. Infelizmente, a garota percebeu e, com cara de quem não quebrou um prato, me perguntou se eu tava passando mal.
Não lembro se cheguei a responder, porque quando entreabri os olhos, me deparei com a visão da bunda dela a poucos centímetros do meu rosto. A surpresa de dar de cara com duas nádegas duras e mal cobertas por uma fio dental foi demais, e levantando da areia, fui pro mar tentando que a água fria acalmasse meu tesão. Calor. A temperatura do Cantábrico atingiu seu objetivo e, já mais tranquilo, comecei a brincar com os dois gêmeos pegando ondas. Enquanto os irmãos competiam entre si pra ver quem pegava melhor, minha mente estava uma bagunça, pensando no porquê da fixação daquela lady, mas principalmente em como ia fazer pra evitar o assédio dela.
Já estava há meia hora na água quando, da areia, minha mulher me chamou. Cansado daqueles pestinhas, saí pra encontrá-la. Assim que cheguei perto, Lara pegou na minha mão e, com uma expressão safada no rosto, me perguntou se eu ia acompanhá-la num passeio pela praia. Conhecendo ela como conhecia, reconheci a cara de putinha que ela faz quando quer aprontar alguma e, adorando a ideia, perguntei o que ela queria fazer enquanto dava um apertão na bunda dela.
— Tô há muito tempo sem você me fazer um love na água — respondeu, puxando-me em direção a uma área deserta.
Ao ver pra onde ela me levava, não fiz objeção nenhuma, e em menos de dez minutos já estávamos nos beijando entre as ondas. Minha amada esposa nem esperou a gente se afastar da beira pra subir em cima de mim e, me abraçando com as pernas, tentar me fazer penetrar ela. O tesão que ela mostrou fez meu pau sair do torpor e, com uma ereção do caralho, eu tava pronto.
Lara, ao sentir, afastou com os dedos o biquíni dela e, sem mais preparo, enfiou ele pra dentro enquanto colocava os peitos na minha boca. A facilidade com que minha cabeça perfurou a buceta dela me mostrou que ela tava com muito tesão e, forçando a entrada com uma rebolada, enfiei até o fundo.
— Como eu adoro! — gritou ao se sentir cheia e, ignorando que podiam nos ver da areia, começou a pular no meu pau.
Não levamos nem cinco minutos fazendo love quando, ao levantar o olhar, descobri minha sobrinha agachada atrás de umas pedras nos olhando. Se por si só minha mulher já me deixava bruto, foder ela enquanto a Adela nos observava foi algo... Brutal e me deixando levar pelo prazer, comecei a socar com mais força o corpo amado dela.
— Continua, filho da puta, que você tá me deixando pegando fogo! — ela gritou ao perceber que eu tinha aumentado a velocidade dos meus ataques.
Sem saber que a filha do irmão dela estava testemunhando nossa safadeza, minha esposa uivou de prazer ao sentir meus dentes mordiscando os bicos dos peitos dela. Coincidindo com o orgasmo dela, percebi que a garota tinha notado que eu a descobrira e, em vez de se esconder, com a maior cara de pau do mundo, começou a se masturbar na minha frente. Vocês não têm ideia do que senti ao vê-la abrir as pernas e enfiar uma mão debaixo do biquíni enquanto com a outra acariciava os próprios peitos.
O acúmulo de sensações, junto com o movimento da minha mulher, tornou inútil minha tentativa de me controlar e, quase sem conseguir respirar, gozei dentro da buceta dela, sabendo que a poucos metros Adela se contorcia, curtindo a doce tortura dos próprios dedos. Minha esposa, ao sentir meu gozo na boceta dela, me beijou com uma paixão inacreditável que me deixou pensando se ela sabia que a peste estava nos olhando. A verdade é que, naquele momento, os gritos de umas crianças nos fizeram separar e, arrumando nossas sungas, saímos da água rumo às toalhas.
Ao chegar onde tínhamos deixado a família dela, a cunhada perguntou se ela a acompanhava até o quiosque para pegar umas cervejas:
— Claro — respondeu, e pegando o pareô, colocou na cintura, me deixando com o irmão dela e a sobrinha.
Infelizmente, naquele instante, os gêmeos chamaram o pai e, já sozinhos, Adela aproveitou a situação para, com toda a cara de pau que a idade dela permitia, me dizer:
— Você não faz ideia do quanto vou curtir esse verão, tendo vocês no quarto ao lado.
Sem graça, porque não precisei ser nenhum gênio para entender o significado das palavras dela, só consegui balbuciar uma reclamação. A garota, ao ver minha cara de susto, abriu as pernas e, apontando para o biquíni dela, soltou: rindo:
- Olha só como você me deixou!
Não consegui parar de olhar pra buceta dela e, com um verdadeiro terror, descobri que uma mancha de umidade revelava que ela estava toda encharcada. Tirando forças do meu nervosismo, encarei ela, lembrando que eu era o tio dela. A lady, ignorando nosso parentesco, se virou e, mostrando a bunda, me perguntou:
- Você acha que eu tenho uma raba bonita?
Pasmo com a falta de tato da garota, fiquei de boca aberta enquanto ela, usando as duas mãos, separava as nádegas e insistia:
- Você me arrombava o cu? Ou vou ter que pedir pra outro?
Juro que, se não fosse a filha dos meus cunhados, não teria conseguido recusar tamanha oferta, porque aquele cuzinho virgem que ela me mostrou podia ser catalogado como uma das sete maravilhas do mundo. Indignado com a garota, mas também comigo mesmo por ter quase cedido, recusei de forma categórica, ameaçando contar pros pais dela. Ela, ao me ouvir, soltou uma gargalhada e respondeu em voz baixa, ao perceber que a mãe e a tia estavam voltando:
- Sei que você não vai ser capaz de contar, e desde já te digo que vai ser você quem vai me comer.
A chegada das duas mulheres quebrou o silêncio que tinha se instalado entre nós e, disfarçando, perguntei à minha mulher pela minha cerveja. Lara, sem saber do que tinha acontecido, me estendeu uma lata enquanto se deitava ao meu lado. Abrindo a breja, tentei apagar o fogo que tinha acendido dentro de mim.
Adela cumpre a ameaça:
O resto do dia passou sem novidades. Se é que dá pra dizer isso, quando passei o tempo todo evitando ficar sozinho de novo com a minha sobrinha. Cada vez que via que isso ia acontecer, saía correndo da presença dela, sabendo que aquela bruxinha ia aproveitar qualquer instante pra continuar me assediando. Embora soubesse que tinha que parar de fugir e encarar aquele demônio, não consegui, porque temia não ter força suficiente pra evitar cair na teia dela. aranha.
Já de volta à casa de campo, Lara e Inês foram preparar o jantar, então resolvi dar uma volta com meu cunhado. José era fácil de convencer e não tive trabalho para levá-lo a tomar uns drinques. Agradecendo a cumplicidade masculina, entramos no bar e, sem esperar que viessem pedir nosso pedido, chamei o garçom e pedi dois uísques. Duas horas depois e com uns copos a mais, voltamos para nossas famílias. Ao chegar, descobrimos que tanto a mulher dele quanto a minha estavam bravas e que, sem esperar a gente chegar, já tinham ido para a cama.
Foi a Adela quem nos serviu o jantar. Talvez com medo da autoridade paterna, ela se comportou de forma contida, evitando recomeçar o ataque. Até tenho que admitir que, de algum jeito, ela alimentou a sede do velho e, agindo como uma filha carinhosa, enchia o copo dele antes mesmo de ele terminar o vinho. A verdade é que, em pouco tempo, José já estava bêbado, e por isso ele teve que me ajudar a subir o pai dele pelas escadas. Quando chegamos ao quarto, Inês estava tão dormindo que nem acordou quando largamos ele ao lado dela.
Quando saímos, pensei que a garota ia começar com as besteiras dela, mas, se despedindo de mim na porta do quarto, ela disse "até logo". Juro que na hora não percebi que não foi um "até amanhã" e, me achando seguro, entrei no meu quarto. Ao cumprimentar Lara, ela também não respondeu. A atitude dela não me surpreendeu, porque quando minha mulher ficava brava, um dos costumes dela era não falar comigo, e então, sem mais, comecei a me despir.
Não tinha nem cinco minutos na cama quando ouvi a porta do banheiro se abrir. Assustado com a intromissão, me sentei e descobri minha sobrinha completamente nua, de pé no quarto. Juro que demorei a reagir porque me parecia inacreditável que aquela garota tivesse a cara de pau de se apresentar assim no meu quarto, ainda mais quando do meu lado dormia a tia dela.
Irritado, perguntei baixinho o que ela estava fazendo. A moça, sem respondendo, ela se aproximou do colchão e, pedindo pra eu abrir espaço, soltou que vinha me fazer um love. Juro que achei que ela era maluca e, já bem irritado, falei se ela não percebia que ia acordar minha esposa. Foi aí que, soltando uma gargalhada, ela respondeu:
— Acho que não, só amanhã. Aproveitando que vocês não estavam, coloquei um sonífero na taça dela e na da minha mãe.
— O que você fez o quê? — respondi aterrorizado.
— Você ouviu — respondeu calmamente enquanto a mão dela pousava na minha virilha. — Não queria que ninguém nos atrapalhasse esta noite.
Ainda sem acreditar que ela pudesse ser tão perversa, perguntei pelo velho dela. Sorrindo, confessou que o tinha enchido de bebida de propósito, mas não o sedou caso eu recusasse.
— Não te entendo!
Fazendo cara de santinha, respondeu:
— Como não tinha certeza se você ia querer transar comigo, guardei um trunfo — e se cagando de rir enquanto aproximava a boca da minha, continuou: — Ou você faz e ninguém fica sabendo, ou eu começo a gritar e acordo ele. Não vai querer que ele ache que você tá me estuprando, vai?
Juro que fiquei gelado ao ouvir a chantagem e, sem conseguir evitar, a garota colou os lábios nos meus enquanto, sem esperar resposta, subia nas minhas pernas. Me dando por vencido, decidi fechar os olhos e me concentrar em não sentir nada, pra que ela, vendo minha falta de tesão, entendesse a inutilidade do que tava fazendo.
— Por mais que tente, não vai conseguir me deixar duro — falei, achando que ela ia desistir.
O que não esperava é que, com uma voz doce, ela se esfregasse no meu corpo enquanto respondia:
— Pelo que sinto aqui embaixo: você tá mentindo!
O foda é que aquela putinha tinha toda razão. Ao sentir a maciez da bunda dela contra meu pau, ele endureceu por baixo da minha cueca, revelando minha excitação. Como se tivesse levado uma surra, humilhado, tentei me afastar dela enquanto a risada dela confirmava minha derrota. derrota.
“Vai ser uma puta”, pensei excitado e afundado, com a risada dela ecoando nos meus ouvidos e meu desejo acumulando nas veias.
Tentando outra estratégia, abri os olhos e, pegando os peitos dela entre minhas mãos, apertei-os dizendo:
— Cê tem peito demais pro meu gosto!
Adela riu de novo e, colocando-os na minha boca, me perguntou o que tinham de ruim. Devia ter respondido outra impertinência, mas as palavras ficaram presas na minha garganta ao ver o mamilo rosado dela a poucos centímetros do meu rosto. Sei que podia ter esticado a língua e lambido aquela maravilha, mas tentando manter um resto de sanidade, recuei e fechei os olhos de novo, desejando que aquela tortura acabasse. Adela, encorajada pela minha suposta indiferença, percorreu com as mãos meu peito, minha barriga e, não satisfeita com isso, ao ver que meu pau não era imune às carícias dela, começou a se esfregar nele. Esperando que não chegasse ao fim, fiquei parado enquanto ela roçava o clitóris com sensualidade contra meu pau. Sem dar o braço a torcer, deitou-se sobre meu peito, fazendo-me sentir a dureza dos mamilos dela contra minha pele enquanto os primeiros gemidos chegavam aos meus ouvidos. Contagiado pela luxúria dela, recebi os beijos e mordidas sem me mexer, enquanto desejava largar aquela pose e foder ela ali mesmo.
— Cê é um porco — ela soltou e, apontando pra Lara que dormia do lado do colchão, riu dizendo: — Te dá tesão ter ela ali, né, Tio?
A resposta dela acabou de me derrotar e, pegando-a nos braços, busquei a boca dela com a minha. Minhas mãos não demoraram a percorrer o corpo dela e a bunda enquanto ela não parava de esfregar a buceta no meu pau. Possuído pela luxúria, afundei meu rosto, como tanto tinha desejado, entre os peitos dela. Minha sobrinha uivou de prazer ao sentir minha língua percorrendo os mamilos dela e, pegando um entre os dedos, disse:
— Ah, mas não gostava, não?
Ignorando a provocação dela, coloquei a auréola na minha boca enquanto apertava o outro com força. Minha carícia bruta fez ela gritar. enquanto a bunda dela se esfregava sem parar no meu pau. Ouvindo o tesão dela, fiquei louco e, mudando de posição, abri as pernas dela e afundei a cara na buceta dela. O aroma e o gosto percorreram minhas papilas enquanto ela não parava de rir histericamente ao sentir a carícia da minha boca no interior das coxas dela.
- Continua! - pediu ao sentir meus dedos separando os lábios dela e minha língua lambendo o botãozinho.
Incapaz de me segurar, peguei o clitóris dela entre os dentes e, sem dar trégua, comecei a mordiscar, tentando extrair o néctar que aquela buceta escondia.
- Que delícia! - gemeu como uma louca ao sentir que o sonho dela ia se realizar.
Naquela hora, pouco me importava que fosse minha sobrinha ou que minha esposa estivesse dopada a poucos centímetros de nós. Precisava foder aquela gostosa e, sem conseguir esperar mais, peguei meu pau nas mãos e, enquanto apontava pra buceta dela, sussurrei no ouvido:
- Vou te dar o que você veio buscar!
Minhas palavras a fizeram sorrir e, colaborando comigo, colocou minha cabeça na entrada da vulva dela, gritando:
- Tá esperando o quê!
Tive que me segurar pra não meter com tudo. Embora a garota merecesse aquilo e mais, decidi fazer devagar. Assim, pude sentir meu pau percorrendo cada uma das dobras dela até que, aprofundando a penetração, bati na parede da vagina. Adela, ao se sentir cheia, arranhou minhas costas e implorou que eu me mexesse. Ignorando os pedidos dela, fui me retirando devagar e, quando minha cabeça já aparecia lá fora, meti de novo, meio com preguiça, até o fundo da caverna dela.
Minha sobrinha, ansiosa pelas minhas carícias, não parava de tentar me fazer acelerar o ritmo, se contorcendo. Mas só quando senti de novo um jorro de desejo escorrendo da buceta dela entre minhas pernas é que decidi aumentar o ritmo. O tesão acumulado no corpo jovem dela quebrou a resistência e, berrando como uma corça no cio, ela gozou. sonoramente, pra em seguida desabar nos lençóis.
Foi quando vi ela morder a almofada com força que decidi que, mesmo que ela tivesse dito só pra me provocar, aquela novinha ia acordar no dia seguinte sem conseguir nem sentar. Por isso, obriguei ela a se levantar e ficar de joelhos, de costas pra mim.
— O que você vai fazer? — perguntou quando entendeu minhas intenções.
Nem respondi. Afastei as nádegas dela e lambuzei o esfíncter com o próprio fluido dela.
— Cuidado! — gritou quando sentiu um dos meus dedos abrindo caminho. Arrastando-se na cama, apoiou a cabeça no travesseiro enquanto levantava a bunda.
A nova posição me deixou ver tranquilo que as coxas da novinha tremiam cada vez que eu enfiava minha falange lá dentro. Já mais seguro de mim, resolvi dar o próximo passo. Dei um tapa numa das nádegas dela e enfiei as pontas de dois dedos no buraco.
— Ahhhh — gemeu, mordendo os lábios.
O gemido dela foi um aviso de que eu precisava tomar cuidado pra não acordar o resto da casa. Por isso, lubrifiquei o cu dela de novo enquanto esperava ela relaxar.
— Fala quando estiver pronta — pedi.
Adela mexeu os quadris, me avisando que tava pronta. Dessa vez, fui cuidadoso. Movendo minhas falanges em volta do músculo apertado dela, fui dilatando enquanto, com a outra mão, comecei a masturbar ela.
— Adoro! — uivou quando sentiu as duas entradas sendo acariciadas.
Minha querida e gostosa sobrinha levou as mãos aos peitos e, beliscando os bicos, tentou aumentar a excitação. Incrivelmente, quando terminei de enfiar os dois dedos, ela gozou sonoramente enquanto o corpo dela se contorcia nos lençóis. Sem deixar ela descansar, lambuzei meu pau com o fluido dela e, me colocando atrás, encostei a cabeça na bunda dela:
— Tá pronta? — perguntei, brincando com ela.
Ela nem esperou eu terminar de falar. Levou o corpo pra trás devagar, enfiando tudo. permitindo-me sentir cada rugosidade do seu cu se abrindo diante do avanço do meu pau. Sem gritar, mas com uma careta de dor no rosto, ela continuou seu trabalho até sentir meu corpo colidindo com sua bunda, e só então, e somente então, se permitiu reclamar do sofrimento que havia experimentado.
— Como dói! — exclamou, caindo exausta sobre o colchão.
Vencendo a vontade que tinha de começar a aproveitar aquela bunda deliciosa, esperei que fosse ela quem decidisse o momento. Tentando não deixar esfriar, acelerei minhas carícias no seu clitóris, de modo que, em meio minuto, a garota já tinha relaxado e, levantando o rosto do travesseiro, me implorou que começasse a montá-la.
Sua expressão de desejo me convenceu de vez e, com um ritmo pausado, fui tirando meu pau de dentro dela. Quase tinha terminado de sacar quando Adela, com um movimento de seus quadris, o enfiou de volta, dando início a um jogo onde eu tentava recuperá-lo e ela impedia ao enfiá-lo de novo. Aos poucos, o compasso com que nos mexíamos foi acelerando, transformando nosso trote tranquilo em um galope desenfreado, onde ela não parava de gritar e eu tive que me firmar agarrando seus peitos para não cair.
— Continua! — ordenou quando, para pegar ar, diminuí o ritmo das minhas investidas.
— Sua puta! — respondi, irritado com o tom dela, e dei um tapa forte.
— Que gostoso! — gritou ao sentir minha mão e, se comportando como uma puta, me implorou que queria mais.
Não precisei ouvir de novo; alternando de uma nádega a outra, fui dando sonoras palmadas toda vez que tirava meu pau de dentro dela. Minha sobrinha já estava com a bunda completamente vermelha quando, caindo na cama, começou a tremer ao sentir os sintomas de um orgasmo brutal. Foi impressionante ver aquela puta, tremendo de luxúria enquanto minha mulher dormia tranquilamente ao lado.
— Não para de me foder, seu filho da puta! — uivou ao sentir o prazer rasgando seu interior.
Seu A atitude dominante foi o empurrão que eu precisava. Pegando os mamilos dela entre meus dedos, apertei com força enquanto usava aquele cuzinho gostoso como alvo. Quando ela gritou de dor, perdeu o controle e, rebolando o quadril, gozou. Da buceta dela jorrou uma porrada de fluido, sinal do orgasmo. Foi aí que, já nem ligando mais pra ela, me concentrei em mim e, forçando o esfíncter ao máximo, continuei estuprando o intestino dela enquanto a garota não parava de uivar desesperada.
Meu orgasmo foi completo, meu corpo inteiro sentiu o prazer enquanto eu me derramava dentro do cu dela. Exausto e acabado, me deitei ao lado da Adela, que me recebeu de braços abertos e, naquela posição, tentou dormir.
Satisfeito, deixei ela descansar, mas sabendo que não podia ficar na minha cama, peguei ela no colo e levei pro quarto dela. Já tava saindo pra voltar pro meu quando ouvi ela dizer:
— Valeu, mano. Foi melhor do que eu imaginava! — e dando uma gargalhada, avisou: — Amanhã quero mais!
2 comentários - Sobrinha pediu pra eu arrombar a buceta dela