Um negócio ruim - Parte 2
Olá de novo, aqui trago a segunda parte desse relato, espero que gostem e que deixem pontos e comentem.
Como contei na primeira parte, os caras com quem eu tinha o negócio no começo foram os que nos resgataram dos nossos sequestradores e depois nos hospedaram na mansão luxuosa deles. Quando chegamos, eles nos contaram que a gente tinha passado naquele galpão umas 48 horas, que depois do portão bater (ver Parte 1) eles saíram pra nos procurar pra se desculpar, que quando chegaram no hotel o porteiro disse que a gente tinha saído pro aeroporto há uns 30 minutos. E que no caminho pra lá eles viram o carro batido nuns arbustos, acharam nossas coisas e a partir daí começaram a busca, mas sem avisar a polícia pra não colocar a gente em perigo.
Depois de contar tudo, nos levaram pra um quarto onde estavam nossas coisas, tomamos banho e deitamos numa cama confortável, dormimos não sei quanto tempo. Acordei excitado com as lembranças do que vivi. Mônica acordou um tempo depois, se vestiu e ficou sentada perto da cama sem falar nada. Ficou mais de uma hora assim até que eu interrompi e perguntei se ela queria comer alguma coisa. Ela respondeu que não e continuou bem quieta.
- O que foi, amor? - perguntei preocupado. - Já acabou tudo - continuei - em que você tá pensando? - O olhar perdido dela e o silêncio me comoveram - Vamos, sabe que pode falar comigo.
- Tô com medo - ela disse com a voz tremendo.
- Calma, já acabou tudo, se quiser a gente volta pra casa hoje mesmo, lá você vai se sentir mais segura.
- Não é isso - ela respondeu entre lágrimas - tô com medo de mim mesma.
- Como assim de você? - perguntei sem entender.
- É, descobri uma parte de mim que eu não conhecia - continuou.
- Que parte? - perguntei confuso.
- Oscar, eu gozei pra caralho enquanto me estupraram, não entendo o que aconteceu comigo.
- Amor, não precisa se preocupar com isso, é normal que vítimas de sequestro e estupro se sintam assim. Confusas até o fundo da alma, depois de passar por algo assim, você está em choque. Se quiser, a gente pode voltar e marcar uma consulta urgente com sua psicóloga.
— Não, quero seguir com nossos planos iniciais. Afinal, você também sofreu muito e merece essas férias. No fim das contas... se você estiver do meu lado, sei que vou superar isso.
— Boneca, eu vou ficar bem se você estiver bem. Não precisa pensar em mim, pensa em você.
— Tá bom, me deixa descansar um pouco e depois a gente conversa.
— Ok, descansa, love — concluí.
Deixei ela no quarto e desci pra sala de estar, onde estava o Jake, que parecia ser o chefe de tudo. Quando me viu, perguntou como a gente estava e ofereceu a casa dele pelo tempo que quiséssemos. Disse que eles iam pra outra casa pra nos deixar sozinhos e tranquilos, e que, enquanto a gente dormia, ele tinha assinado o contrato que tinha ficado pendente.
Agradeci pela gentileza e hospitalidade dele, e falei que não precisava eles irem embora, porque era bem provável que nas próximas horas a gente voltasse pra Mendoza.
A gente continuou conversando sobre qualquer coisa por mais de duas horas. Ele me contou que era uma empresa familiar que tocava junto com os cinco irmãos, e que ele estava no comando desde a morte do pai, já fazia um bom tempo. A gente tava nessa quando uma das empregadas veio avisar que o jantar estava pronto. Ele agradeceu e me perguntou se eu avisaria a Mônica. Respondi que sim. Voltei pro quarto, acordei a Mônica e perguntei se ela tava a fim de jantar. Ela respondeu que sim, mas que queria tomar um banho, e pra eu esperar ela lá embaixo. Fui até o salão de jantar e contei a resposta da Mônica pro Jake, que aproveitou a espera pra apresentar direito os irmãos dele: Mike, o segundo; Tracy, John e Oliver, os trigêmeos; e Benjamin, o caçula. A gente sentou à mesa e começou a falar sobre corridas de carro, que era um hobby em comum, quando sentimos a Mônica chegando. Quando a vimos, ficamos pasmos com a beleza dela. Ela tava usando um vestido bem curto e soltinho, preto, com um decote bonito na frente e um espetacular nas costas. que chegava até a cintura dela, meias brancas de rede e uns saltos de uns 20 cm. Se eu não conhecesse tão bem, diria que ela estava dando mole pra gente. Jake e os irmãos dele tentavam disfarçar um pouco, mas não conseguiam parar de olhar pra ela.
Comemos num clima descontraído e agradável, falando de coisas aleatórias, Jake e os irmãos dele tomaram muito cuidado pra não tocar em nada relacionado ao que a gente tinha vivido. Quando terminamos de jantar, nos convidaram pra ver um filme, mas a Mônica tinha me falado que queria caminhar pelo parque lindo que rodeava a casa pra poder conversar mais sossegados; saímos de casa e começamos a andar de mãos dadas, o silêncio era de arrepiar, ficamos uns 15 min. sem falar nada até que ela quebrou o silêncio e disse:
— Oscar, você sabe que é o homem da minha vida, que nunca amei ninguém como amo você. Mas tenho que te contar uma coisa que talvez mude nossa relação pra sempre —
— Pelo amor de Deus, mulher, fala logo, que você vai me matar do coração —
— Me perdoa, amor, mas é muito difícil pra mim te dizer isso, mas estive conversando com a Lurdes (a psicóloga dela) e contei o que tinha acontecido com a gente e o que eu senti. Ela disse que você tinha um pouco de razão nisso, mas que eu devia analisar tudo direito e ter certeza do que tava rolando comigo, porque talvez eu tenha descoberto algo na minha sexualidade que eu nem sabia que existia —
— E o que você decidiu? — perguntei meio assustado
— Fiquei pensando muito e o único jeito que encontrei pra tirar essa dúvida é... — o silêncio dela me paralisou
— Fala, por favor, não me faz sofrer mais —
— É que não sei como dizer —
— Só fala, e aí a gente vê como digere —
— Tá bom, já que o Jake e os irmãos dele nos ajudaram tanto, assinaram o contrato e desde o começo mostraram interesse em mim, pensei que se eu transar com todos eles ao mesmo tempo, talvez eu consiga descobrir se isso realmente me agrada ou se só tô em estado de choque —
A proposta dela me deixou gelado, meus pensamentos não... Sabiam pra que lado ir, minhas palavras desapareceram completamente e eu não soube o que responder
- Amor, você sabe o que é pra mim, jamais te pediria algo assim, mas preciso encerrar esse assunto -
- Eu sei, só que é bem chocante pensar em algo assim -
- Te entendo, mas me conheço, e sei que se não resolver essa situação, nunca vou superar isso -
- Tá bom, mas como você pretende enfrentar isso? -
- Primeiro preciso saber o que sinto transando com você, então pensei em achar um lugar aqui onde possam nos ver e depois esperar que eles tomem a iniciativa de novo -
Seguimos andando até chegar num coreto que dava pra janela da sala de jantar, onde Jake e os irmãos dele viam TV, e começamos a nos beijar. Notei que tinha algo diferente na Monica, algo mais selvagem, mais excitante, que, conforme as carícias e os beijos avançavam, começava a dominar ela. A gente se despiu no meio de beijos apaixonados e carícias sem freio até ficar completamente pelados. Sentei ela no banco que tinha no coreto e enfiei a cabeça entre as pernas dela, lambi o clitóris dela com paixão, arrancando uns gemidos intensos dela. Depois, fiquei de pé na frente dela, oferecendo toda a minha pica pra ela chupar do jeito que só ela sabe, lambendo suavemente a glande primeiro e depois percorrendo devagar todo o tronco até chegar nas bolas, pra depois engolir o máximo que consegue num movimento só e começar a me masturbar com as duas mãos, movendo a cabeça dela pra frente e pra trás pra chegar no fundo da garganta. Enquanto a Monica engolia minha pica, notei que o Jake e os irmãos dele tinham nos descoberto e tavam curtindo o espetáculo que a gente tava dando no parque. Saber que fui descoberto me excitou ainda mais, então levantei a Monica e fiz ela colocar as mãos no banco, de costas pra mim, e, segurando ela firme pela cintura, meti com força, entrando e saindo da buceta dela quase que de forma selvagem, arrancando dela o primeiro orgasmo. Depois, sentei no banco e ela... Coloca-te montada em cima de mim, mas desta vez eu penetrei ela analmente. Essa posição permitia que Jake e os irmãos dele observassem claramente como o cu da Mônica se abria pra receber meu pauzão. Ela cavalgava intensamente em cima de mim, fazendo com que até minhas bolas entrassem no rabo dela. Vi que alguns deles estavam se masturbando ao nos ver, e não consegui me segurar mais: explodi, enchendo o reto dela de porra. Ela se levantou, manteve as pernas abertas e deixou o líquido branco que estava dentro dela escorrer pro chão, provocando ainda mais os 6 irmãos que assistiam atentamente. Depois, vestiu o vestido, me olhou e disse:
— Vou colocar o biquíni pra dar um mergulho na piscina. Foi lindo descobrir que ainda me arrepio de prazer com você. Agora quero que você mande eles pra piscina.
Acompanhei ela até as escadas, ela subiu pra se trocar, e eu me espiei na sala de jantar e falei pro Jake que a Mônica queria ver eles na piscina. Como a sacada do nosso quarto dava de frente pra piscina, enquanto a Mônica nadava e o Jake e os irmãos dele se trocavam, peguei um colchonete que cobria um sofá, estendi no chão e me preparei pra observar e filmar tudo que ia rolar na piscina.
Um por um, o Jake e os irmãos dele começaram a chegar na piscina e acompanharam a Mônica na natação. Quando todos tinham chegado, ela parou na parte mais rasa. O Jake foi o primeiro a chegar perto dela. Eu ouvi ele dizendo, num espanhol bem ruim, que tinham observado ela no caramanchão e que ficaram fascinados com a beleza do corpo dela e como ela transava bem. Então ela se aproximou mais dele, acariciou o torso dele — o Jake era um cara de uns 45 anos e, como todos os irmãos dele, tinha um físico bem definido — e o beijou apaixonadamente. Depois, ela se ajoelhou na frente dele, tirou a sunga dele, deixando o pauzão dele livre. Preciso dizer que meu pau é de um tamanho considerável (25x14), mas a rola do Jake me deixou pasmo: era algo tipo 35x20. Realmente grande e note que a Mônica também ficou surpresa, mas muito gostosamente, então ela começou a chupar com muita dedicação enquanto os outros caras se despiam e deixavam à mostra seus também enormes pauzões, não tão grandes quanto o do Jake, mas maiores que o meu. Dava pra ver que a alegria da Mônica era imensa e ela se dedicava aos poucos a satisfazer cada um dos seis. Jake se posicionou atrás dela, segurou sua cintura fazendo ela levantar o quadril enquanto continuava mamando um dos paus restantes e a penetrou com força, fazendo Mônica quase soltar um grito. Dava pra ver que ela tava fazendo um puta esforço pra aguentar dentro da buceta dela um pau daquele tamanho, mas aos poucos foi se acostumando e seus gemidos foram virando suspiros até que ela gozou pela primeira vez. Depois, cada um dos cinco restantes foi tirando sua vez dentro da buceta da Mônica, comendo ela até fazer cada um gozar. Aí Jake se deitou no chão e ela montou em cima, pegou o pau dele com uma das mãos e apontou direto pra entrada do cu dela, foi sentando devagar até enfiar tudo no rabo. Começou a subir e descer naquele mastrão preto, fazendo Jake tremer de prazer. Depois ela montou no Mike, Tracy, John, Oliver e Benjamin, derramando mais um orgasmo em cada um. Voltou a sentar no Jake pra aproveitar mais uma vez aquela berinjela enorme no cu, mas de novo surpreendeu todo mundo pedindo pro Benjamin aproveitar a posição e meter o pau dele na boceta dela. Aí o resto dos irmãos penetraram a buceta dela enquanto ela não parava de chupar com o cu o pau do Jake, gozando uma vez atrás da outra. Depois ela se ajoelhou no chão, arqueando bem a cintura pra que cada um deles derramasse o conteúdo dos ovos dentro do cu dela. Oliver foi o primeiro a inundar o reto dela, depois John, em seguida Benjamin, Mike, Tracy e por último Jake voltou a nos surpreender, despejando dentro dela uma quantidade enorme de porra. Monica voltou pro quarto e me encontrou batendo uma na cama enquanto via a gravação do que rolou na piscina.
- Tô vendo que você também curtiu tanto quanto eu! - ela disse.
- Claro, bati umas sete punhetas enquanto você trepava na piscina - respondi.
- Ha ha ha, no fim das contas isso não foi tão ruim assim, né? -
- Nada disso, acho que vamos aproveitar muito essas férias - concluí.
Depois de descansar aquela noite, passamos os 12 dias restantes até voltar, transando sem parar. Era comum ver a Monica andando pelada pela casa procurando uma ou mais rolas pra sentar.
Desde aquela viagem, nossa relação cresceu de um jeito que nem imaginávamos. Continuamos curtindo o sexo, sozinhos, mas um ou dois fins de semana organizamos alguma orgia onde a Monica pode aproveitar várias rolas ao mesmo tempo enquanto eu filmo. Depois, fazemos uma cópia e mandamos pro Jake pra coleção dele.
Olá de novo, aqui trago a segunda parte desse relato, espero que gostem e que deixem pontos e comentem.
Como contei na primeira parte, os caras com quem eu tinha o negócio no começo foram os que nos resgataram dos nossos sequestradores e depois nos hospedaram na mansão luxuosa deles. Quando chegamos, eles nos contaram que a gente tinha passado naquele galpão umas 48 horas, que depois do portão bater (ver Parte 1) eles saíram pra nos procurar pra se desculpar, que quando chegaram no hotel o porteiro disse que a gente tinha saído pro aeroporto há uns 30 minutos. E que no caminho pra lá eles viram o carro batido nuns arbustos, acharam nossas coisas e a partir daí começaram a busca, mas sem avisar a polícia pra não colocar a gente em perigo.
Depois de contar tudo, nos levaram pra um quarto onde estavam nossas coisas, tomamos banho e deitamos numa cama confortável, dormimos não sei quanto tempo. Acordei excitado com as lembranças do que vivi. Mônica acordou um tempo depois, se vestiu e ficou sentada perto da cama sem falar nada. Ficou mais de uma hora assim até que eu interrompi e perguntei se ela queria comer alguma coisa. Ela respondeu que não e continuou bem quieta.
- O que foi, amor? - perguntei preocupado. - Já acabou tudo - continuei - em que você tá pensando? - O olhar perdido dela e o silêncio me comoveram - Vamos, sabe que pode falar comigo.
- Tô com medo - ela disse com a voz tremendo.
- Calma, já acabou tudo, se quiser a gente volta pra casa hoje mesmo, lá você vai se sentir mais segura.
- Não é isso - ela respondeu entre lágrimas - tô com medo de mim mesma.
- Como assim de você? - perguntei sem entender.
- É, descobri uma parte de mim que eu não conhecia - continuou.
- Que parte? - perguntei confuso.
- Oscar, eu gozei pra caralho enquanto me estupraram, não entendo o que aconteceu comigo.
- Amor, não precisa se preocupar com isso, é normal que vítimas de sequestro e estupro se sintam assim. Confusas até o fundo da alma, depois de passar por algo assim, você está em choque. Se quiser, a gente pode voltar e marcar uma consulta urgente com sua psicóloga.
— Não, quero seguir com nossos planos iniciais. Afinal, você também sofreu muito e merece essas férias. No fim das contas... se você estiver do meu lado, sei que vou superar isso.
— Boneca, eu vou ficar bem se você estiver bem. Não precisa pensar em mim, pensa em você.
— Tá bom, me deixa descansar um pouco e depois a gente conversa.
— Ok, descansa, love — concluí.
Deixei ela no quarto e desci pra sala de estar, onde estava o Jake, que parecia ser o chefe de tudo. Quando me viu, perguntou como a gente estava e ofereceu a casa dele pelo tempo que quiséssemos. Disse que eles iam pra outra casa pra nos deixar sozinhos e tranquilos, e que, enquanto a gente dormia, ele tinha assinado o contrato que tinha ficado pendente.
Agradeci pela gentileza e hospitalidade dele, e falei que não precisava eles irem embora, porque era bem provável que nas próximas horas a gente voltasse pra Mendoza.
A gente continuou conversando sobre qualquer coisa por mais de duas horas. Ele me contou que era uma empresa familiar que tocava junto com os cinco irmãos, e que ele estava no comando desde a morte do pai, já fazia um bom tempo. A gente tava nessa quando uma das empregadas veio avisar que o jantar estava pronto. Ele agradeceu e me perguntou se eu avisaria a Mônica. Respondi que sim. Voltei pro quarto, acordei a Mônica e perguntei se ela tava a fim de jantar. Ela respondeu que sim, mas que queria tomar um banho, e pra eu esperar ela lá embaixo. Fui até o salão de jantar e contei a resposta da Mônica pro Jake, que aproveitou a espera pra apresentar direito os irmãos dele: Mike, o segundo; Tracy, John e Oliver, os trigêmeos; e Benjamin, o caçula. A gente sentou à mesa e começou a falar sobre corridas de carro, que era um hobby em comum, quando sentimos a Mônica chegando. Quando a vimos, ficamos pasmos com a beleza dela. Ela tava usando um vestido bem curto e soltinho, preto, com um decote bonito na frente e um espetacular nas costas. que chegava até a cintura dela, meias brancas de rede e uns saltos de uns 20 cm. Se eu não conhecesse tão bem, diria que ela estava dando mole pra gente. Jake e os irmãos dele tentavam disfarçar um pouco, mas não conseguiam parar de olhar pra ela.
Comemos num clima descontraído e agradável, falando de coisas aleatórias, Jake e os irmãos dele tomaram muito cuidado pra não tocar em nada relacionado ao que a gente tinha vivido. Quando terminamos de jantar, nos convidaram pra ver um filme, mas a Mônica tinha me falado que queria caminhar pelo parque lindo que rodeava a casa pra poder conversar mais sossegados; saímos de casa e começamos a andar de mãos dadas, o silêncio era de arrepiar, ficamos uns 15 min. sem falar nada até que ela quebrou o silêncio e disse:
— Oscar, você sabe que é o homem da minha vida, que nunca amei ninguém como amo você. Mas tenho que te contar uma coisa que talvez mude nossa relação pra sempre —
— Pelo amor de Deus, mulher, fala logo, que você vai me matar do coração —
— Me perdoa, amor, mas é muito difícil pra mim te dizer isso, mas estive conversando com a Lurdes (a psicóloga dela) e contei o que tinha acontecido com a gente e o que eu senti. Ela disse que você tinha um pouco de razão nisso, mas que eu devia analisar tudo direito e ter certeza do que tava rolando comigo, porque talvez eu tenha descoberto algo na minha sexualidade que eu nem sabia que existia —
— E o que você decidiu? — perguntei meio assustado
— Fiquei pensando muito e o único jeito que encontrei pra tirar essa dúvida é... — o silêncio dela me paralisou
— Fala, por favor, não me faz sofrer mais —
— É que não sei como dizer —
— Só fala, e aí a gente vê como digere —
— Tá bom, já que o Jake e os irmãos dele nos ajudaram tanto, assinaram o contrato e desde o começo mostraram interesse em mim, pensei que se eu transar com todos eles ao mesmo tempo, talvez eu consiga descobrir se isso realmente me agrada ou se só tô em estado de choque —
A proposta dela me deixou gelado, meus pensamentos não... Sabiam pra que lado ir, minhas palavras desapareceram completamente e eu não soube o que responder
- Amor, você sabe o que é pra mim, jamais te pediria algo assim, mas preciso encerrar esse assunto -
- Eu sei, só que é bem chocante pensar em algo assim -
- Te entendo, mas me conheço, e sei que se não resolver essa situação, nunca vou superar isso -
- Tá bom, mas como você pretende enfrentar isso? -
- Primeiro preciso saber o que sinto transando com você, então pensei em achar um lugar aqui onde possam nos ver e depois esperar que eles tomem a iniciativa de novo -
Seguimos andando até chegar num coreto que dava pra janela da sala de jantar, onde Jake e os irmãos dele viam TV, e começamos a nos beijar. Notei que tinha algo diferente na Monica, algo mais selvagem, mais excitante, que, conforme as carícias e os beijos avançavam, começava a dominar ela. A gente se despiu no meio de beijos apaixonados e carícias sem freio até ficar completamente pelados. Sentei ela no banco que tinha no coreto e enfiei a cabeça entre as pernas dela, lambi o clitóris dela com paixão, arrancando uns gemidos intensos dela. Depois, fiquei de pé na frente dela, oferecendo toda a minha pica pra ela chupar do jeito que só ela sabe, lambendo suavemente a glande primeiro e depois percorrendo devagar todo o tronco até chegar nas bolas, pra depois engolir o máximo que consegue num movimento só e começar a me masturbar com as duas mãos, movendo a cabeça dela pra frente e pra trás pra chegar no fundo da garganta. Enquanto a Monica engolia minha pica, notei que o Jake e os irmãos dele tinham nos descoberto e tavam curtindo o espetáculo que a gente tava dando no parque. Saber que fui descoberto me excitou ainda mais, então levantei a Monica e fiz ela colocar as mãos no banco, de costas pra mim, e, segurando ela firme pela cintura, meti com força, entrando e saindo da buceta dela quase que de forma selvagem, arrancando dela o primeiro orgasmo. Depois, sentei no banco e ela... Coloca-te montada em cima de mim, mas desta vez eu penetrei ela analmente. Essa posição permitia que Jake e os irmãos dele observassem claramente como o cu da Mônica se abria pra receber meu pauzão. Ela cavalgava intensamente em cima de mim, fazendo com que até minhas bolas entrassem no rabo dela. Vi que alguns deles estavam se masturbando ao nos ver, e não consegui me segurar mais: explodi, enchendo o reto dela de porra. Ela se levantou, manteve as pernas abertas e deixou o líquido branco que estava dentro dela escorrer pro chão, provocando ainda mais os 6 irmãos que assistiam atentamente. Depois, vestiu o vestido, me olhou e disse:
— Vou colocar o biquíni pra dar um mergulho na piscina. Foi lindo descobrir que ainda me arrepio de prazer com você. Agora quero que você mande eles pra piscina.
Acompanhei ela até as escadas, ela subiu pra se trocar, e eu me espiei na sala de jantar e falei pro Jake que a Mônica queria ver eles na piscina. Como a sacada do nosso quarto dava de frente pra piscina, enquanto a Mônica nadava e o Jake e os irmãos dele se trocavam, peguei um colchonete que cobria um sofá, estendi no chão e me preparei pra observar e filmar tudo que ia rolar na piscina.
Um por um, o Jake e os irmãos dele começaram a chegar na piscina e acompanharam a Mônica na natação. Quando todos tinham chegado, ela parou na parte mais rasa. O Jake foi o primeiro a chegar perto dela. Eu ouvi ele dizendo, num espanhol bem ruim, que tinham observado ela no caramanchão e que ficaram fascinados com a beleza do corpo dela e como ela transava bem. Então ela se aproximou mais dele, acariciou o torso dele — o Jake era um cara de uns 45 anos e, como todos os irmãos dele, tinha um físico bem definido — e o beijou apaixonadamente. Depois, ela se ajoelhou na frente dele, tirou a sunga dele, deixando o pauzão dele livre. Preciso dizer que meu pau é de um tamanho considerável (25x14), mas a rola do Jake me deixou pasmo: era algo tipo 35x20. Realmente grande e note que a Mônica também ficou surpresa, mas muito gostosamente, então ela começou a chupar com muita dedicação enquanto os outros caras se despiam e deixavam à mostra seus também enormes pauzões, não tão grandes quanto o do Jake, mas maiores que o meu. Dava pra ver que a alegria da Mônica era imensa e ela se dedicava aos poucos a satisfazer cada um dos seis. Jake se posicionou atrás dela, segurou sua cintura fazendo ela levantar o quadril enquanto continuava mamando um dos paus restantes e a penetrou com força, fazendo Mônica quase soltar um grito. Dava pra ver que ela tava fazendo um puta esforço pra aguentar dentro da buceta dela um pau daquele tamanho, mas aos poucos foi se acostumando e seus gemidos foram virando suspiros até que ela gozou pela primeira vez. Depois, cada um dos cinco restantes foi tirando sua vez dentro da buceta da Mônica, comendo ela até fazer cada um gozar. Aí Jake se deitou no chão e ela montou em cima, pegou o pau dele com uma das mãos e apontou direto pra entrada do cu dela, foi sentando devagar até enfiar tudo no rabo. Começou a subir e descer naquele mastrão preto, fazendo Jake tremer de prazer. Depois ela montou no Mike, Tracy, John, Oliver e Benjamin, derramando mais um orgasmo em cada um. Voltou a sentar no Jake pra aproveitar mais uma vez aquela berinjela enorme no cu, mas de novo surpreendeu todo mundo pedindo pro Benjamin aproveitar a posição e meter o pau dele na boceta dela. Aí o resto dos irmãos penetraram a buceta dela enquanto ela não parava de chupar com o cu o pau do Jake, gozando uma vez atrás da outra. Depois ela se ajoelhou no chão, arqueando bem a cintura pra que cada um deles derramasse o conteúdo dos ovos dentro do cu dela. Oliver foi o primeiro a inundar o reto dela, depois John, em seguida Benjamin, Mike, Tracy e por último Jake voltou a nos surpreender, despejando dentro dela uma quantidade enorme de porra. Monica voltou pro quarto e me encontrou batendo uma na cama enquanto via a gravação do que rolou na piscina.
- Tô vendo que você também curtiu tanto quanto eu! - ela disse.
- Claro, bati umas sete punhetas enquanto você trepava na piscina - respondi.
- Ha ha ha, no fim das contas isso não foi tão ruim assim, né? -
- Nada disso, acho que vamos aproveitar muito essas férias - concluí.
Depois de descansar aquela noite, passamos os 12 dias restantes até voltar, transando sem parar. Era comum ver a Monica andando pelada pela casa procurando uma ou mais rolas pra sentar.
Desde aquela viagem, nossa relação cresceu de um jeito que nem imaginávamos. Continuamos curtindo o sexo, sozinhos, mas um ou dois fins de semana organizamos alguma orgia onde a Monica pode aproveitar várias rolas ao mesmo tempo enquanto eu filmo. Depois, fazemos uma cópia e mandamos pro Jake pra coleção dele.
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