Antes de tudo, se lerem, comentem, por favor.
Olá, meus queridos seguidores e não seguidores, como faz um tempão que não escrevo nada, vou contar o que rolou comigo no dia do superclássico (2013) passado.
A gente tinha combinado com uma família amiga de ir pra lagoa de Chascomus passar o dia, saímos cedinho, vale dizer que eles têm um bote inflável bem grande, então íamos passar um tempão pescando e, apesar de eu entender um pouco do assunto, não é minha paixão. Chegamos umas 8h e alugamos um bangalô pra ficar mais confortável, já que íamos com as crianças e tal. Nos acomodamos e, enquanto tomávamos mate, eu não conseguia fazer outra coisa senão olhar as gatinhas do camping, mas por azar só tinha umas velhas gordas e uma ou outra gatinha mais ou menos. Quando meu amigo me fala:
— Vou descer o barco na lagoa, já já a gente sai?
— Fechou, respondi.
Enquanto a gente descia a lanchinha, vejo descer de um Vento uma puta gostosa do caralho, mas puta gostosa mesmo, que eu e meu amigo ficamos de boca aberta. Resumindo, saímos, andamos umas três horas pescando, pegamos uns peixes-rei do caralho, e eu falo:
— Mano, por que a gente não volta e já vai acendendo o fogo? (íamos fazer churrasco). E vê se algum pivete quer dar uma volta.
— Beleza, mas o churrasco hoje é você quem faz, não tô muito a fim, quero curtir o dia, ele falou.
Quando chegamos, ele diz:
— Vai lá falar pras bruxas virem com os moleques, e você fica fazendo o churrasco.
Por dentro eu pensava: melhor, não quero ficar morrendo de calor à toa, e de quebra já ia localizar onde andava aquela gostosona que tinha chegado quando eu tava saindo.
Eu calculava meia hora pra todo mundo chegar, acendi o fogo e joguei a carne, o frango e os linguicinhas na grelha, quando ouço uma voz bem felina:
— Você tem é sorte!!!
Me viro e era a puta gostosa, bom, mais que puta, parecia uma gatinha no cio, e eu pergunto:
— Oi, mas por quê?
— Porque você vai comer churrasco.
Demorei uns segundos, sim. responder como eu sou com as cuties ou sutilmente com alguma indireta, mas optei por falar, bem na cara e de uma vez:
- mas se da nave que você desceu você não come churrasco, você é uma rato. Eu me joguei sem confiança nem nada, falei, no máximo não dava pra fazer muito porque eu tava com minha família, no pior dos casos a cutie não gostava do jeito que eu falei e virava as costas (ela tava no bangalô do lado), mas surpresa ela me diz:
- nãooo nãooo eu não sou a da grana, é do meu amo. Pronto, falei, confirmei o que suspeitava, era uma puta, mas era muito gostosa, não quis me aprofundar e continuamos falando da vida, contei que vim com uma família amiga, que era casado, blá blá blá, e como me deu curiosidade falei:
- mas e aí, qual é a do velho? e fiz sinal:
- nada, é um cliente que paga bem e não faz nada comigo, só faz o sinal de um boquete, se você tiver vontade e der um jeito, pode me visitar. Eu não sabia o que fazer, que filha da puta, ela tava me convidando pra foder e eu amarrado de pés e mãos, justo virei a vista e vinha o velho de um lado e a tropa toda do outro. Eu:
- agora vem minha gente, mas fica tranquila que vou ver se consigo dar um jeito.
- fala, vou ficar de olho, ela diz.
UUUUU como saio dessa agora, a primeira coisa que me veio foi que tô com dor de barriga e que eles fossem tudo de novo pro barco, mas desci à terra e falei, que seja o que Deus quiser.
Depois de um tempo almoçamos, tudo bem, sem problema, zoando com os amigos e as crianças, até que depois de um tempo saímos de novo com meu amigo pra pescar pra fazer a segunda, uma vez ancorados no barquinho no meio da lagoa, comentei a situação com... Francisco, vamos chamar assim, e ele não acreditou, como ele não seguiu a conversa, não falei mais nada, umas horas depois ele diz:
- sério, mano, o que você me contou?
eu:
- e sim, seu otário, como vou mentir sobre isso.
ele:
- e pensei que você tinha ficado entediado e falou isso pra voltar pra lá.
eu:
- não, nada a ver, se bem que não é meu esporte favorito, te Eu seguro a bronca pra você também. Ele: - "Beleza, a gente faz isso, volta e eu falo a mesma coisa de hoje pra todo mundo, assim eu levo eles um tempinho e você se vira se conseguir, mas se você comer ela ou algo assim, traz prova, quero prova." Eu: - "Fala, vejo como faço."
Chegamos e fizemos a mesma coisa, desci com as varas, os baldes, os peixes, os panos, limpamos mais ou menos e subiram os caras e as gatinhas, empurrei até conseguir ligar o motorzinho e quando eles estavam indo embora, o "Francisco" me fala: - "Daqui uma hora eu volto." Pra tudo isso era umas 18h, tava começando o doparti, e a gente falou pra minha esposa que eu ia ouvir o jogo, por isso que eu voltava.
Até aí tava tudo perfeito, consegui escapar da minha patroa sem problema. Já no bangalô, sentado lá fora com meu radinho de mão, tinham passado uns 20 minutos e a gatinha não saía. Eu fazia barulho e falava alto pra ver se ela aparecia, até que numa hora sai o velho todo tranquilo e fala: - "Vou dar uma olhada no jogo na venda." Puta merda!!!!!! Falei: que idiota, se lá tem TV, que otário que eu sou, e eu ouvindo no rádio. Nisso, o Boca faz o gol e eu tava puto de tesão. Aí, sem ninguém por perto, pulei a cerca e bati na porta da gatinha, sabendo que ela tava sozinha. Ela: - "Vem, entra." Me puxa na hora e, sem perder tempo, falo: - "Já vim te visitar, agora como você vai me atender?" E aí mesmo ela já engatou no boquete. Sem perder tempo, falo: - "Para, para, para!!!! Vamos pro meu, aqui me sinto muito desconfortável." E meu coração e minhas batidas pareciam um martelo batendo numa bigorna. Ela: - "Tão safado que é, tem medo do velhinho?" Eu: - "Fala, vamos pro lado."
Rápido, sem hesitar, pulamos como dois grilos pro do lado, ou seja, o que eu tinha alugado, e de vez em quando olhava pro lado da lagoa pra ver se a vadiagem tava vindo. Tava tudo a meu favor, a porta ficava do lado oposto da lagoa, caso chegassem, e as janelinhas tinham pra todo lado, eu tinha um panorama amplo. A jovem continuava mamando, me deu uma boa chupada de pau, assim mesmo, sem camisinha. Nada, uma hora ela me fala:
- Me pega que tô muito tesuda e esse velho filho da puta nem me tocou.
Vou pro carro, pego um camisinha no meu esconderijo e volto, sempre com aquela adrenalina de será que o velho ou os outros tão vindo. Tinha pouco tempo e queria muito fuder ela. Coloco a camisinha e é soca e soca. Depois de uns 10 minutos, a gostosa tava sentada em cima de mim e fala:
- Não aguento, vou gozar toda.
Eu: - Vai fundo, tô junto com você (pensei: goza com a gostosa, porque se vierem, você fica na mão).
E aí a gente gozou pra caralho, senti o interior dela tremendo, foi muito tesudo. Beleza, falo pra mina:
- Vamos pra fora ver qual é.
Ela: - Bora.
Já tinha limpado tudo pra não deixar rastros na cena do crime, mas tava esquecendo do pedido do meu amigo. Então, quando a gente tava sentado cada um na sua cadeira de praia, no seu território do bangalô, falo:
- Me dá sua calcinha fio dental?
Ela pensou, entrou, tirou, saiu e me deu rápido porque tava de vestidinho. Tudo perfeito, tinha dado certo. Termina o primeiro tempo, o velho vem buscar alguma coisa, eu cumprimento cordial, como ele me viu conversando com a mina dele. Depois de 10 minutos, todo mundo chega, e eu sozinho, tipo um lobo na planície, mas com cara de cordeiro. A mulher do Pancho fala:
- O Kia disse pra você ir ajudar ele a subir o barquinho no trailer, e aí a gente sai rapidinho.
Chego lá e ele pergunta:
- Comeu ela?
E eu faço sinal com a cabeça que sim, e boto uma cara de metido, como quem tá se achando no balcão de um bar com um martini na mão:
- E a prova?
Tiro do bolso da minha bermuda a calcinha preta fio dental que a gostosa me deu, e ele fala:
- Que filho da puta, que puta gostosa você comeu!!!!!
Meu dia tinha terminado feliz, claro que pra fechar com chave de ouro, pensei que a galera ia zoar, mas nem tudo dá certo na vida. Não foi um encontro de duas horas, nem com muita posição, nem glamour, nem nada disso. Nesse relato, valorizo a coragem por todas as coisas. acontecidas, a adrenalina de estar com uma mulher e ser pego no flagra, mesmo que no total não tenha passado de 20 minutos de foda, foi mais uma história pra minha preciosa vitrine. Curti pra caralho. Uma coisa que me chamou a atenção foi que, ao sair do lugar, o cara que levanta a cancela me cumprimentou e falou:
— Você mandou bem pra caralho, hein, parceiro! — e piscou o olho. Agradeci, filho da puta. O velho me viu fazendo toda a jogada, que fenômeno, haja!
Não sou um Mariano Martinez, mas tenho meu estilo. Como alguém disse: "QUANDO VOCÊ TEM SORTE COM AS GOSTOSAS, VOCÊ TEM SORTE COM AS GOSTOSAS!!!!!!!!!
Olá, meus queridos seguidores e não seguidores, como faz um tempão que não escrevo nada, vou contar o que rolou comigo no dia do superclássico (2013) passado.
A gente tinha combinado com uma família amiga de ir pra lagoa de Chascomus passar o dia, saímos cedinho, vale dizer que eles têm um bote inflável bem grande, então íamos passar um tempão pescando e, apesar de eu entender um pouco do assunto, não é minha paixão. Chegamos umas 8h e alugamos um bangalô pra ficar mais confortável, já que íamos com as crianças e tal. Nos acomodamos e, enquanto tomávamos mate, eu não conseguia fazer outra coisa senão olhar as gatinhas do camping, mas por azar só tinha umas velhas gordas e uma ou outra gatinha mais ou menos. Quando meu amigo me fala:
— Vou descer o barco na lagoa, já já a gente sai?
— Fechou, respondi.
Enquanto a gente descia a lanchinha, vejo descer de um Vento uma puta gostosa do caralho, mas puta gostosa mesmo, que eu e meu amigo ficamos de boca aberta. Resumindo, saímos, andamos umas três horas pescando, pegamos uns peixes-rei do caralho, e eu falo:
— Mano, por que a gente não volta e já vai acendendo o fogo? (íamos fazer churrasco). E vê se algum pivete quer dar uma volta.
— Beleza, mas o churrasco hoje é você quem faz, não tô muito a fim, quero curtir o dia, ele falou.
Quando chegamos, ele diz:
— Vai lá falar pras bruxas virem com os moleques, e você fica fazendo o churrasco.
Por dentro eu pensava: melhor, não quero ficar morrendo de calor à toa, e de quebra já ia localizar onde andava aquela gostosona que tinha chegado quando eu tava saindo.
Eu calculava meia hora pra todo mundo chegar, acendi o fogo e joguei a carne, o frango e os linguicinhas na grelha, quando ouço uma voz bem felina:
— Você tem é sorte!!!
Me viro e era a puta gostosa, bom, mais que puta, parecia uma gatinha no cio, e eu pergunto:
— Oi, mas por quê?
— Porque você vai comer churrasco.
Demorei uns segundos, sim. responder como eu sou com as cuties ou sutilmente com alguma indireta, mas optei por falar, bem na cara e de uma vez:
- mas se da nave que você desceu você não come churrasco, você é uma rato. Eu me joguei sem confiança nem nada, falei, no máximo não dava pra fazer muito porque eu tava com minha família, no pior dos casos a cutie não gostava do jeito que eu falei e virava as costas (ela tava no bangalô do lado), mas surpresa ela me diz:
- nãooo nãooo eu não sou a da grana, é do meu amo. Pronto, falei, confirmei o que suspeitava, era uma puta, mas era muito gostosa, não quis me aprofundar e continuamos falando da vida, contei que vim com uma família amiga, que era casado, blá blá blá, e como me deu curiosidade falei:
- mas e aí, qual é a do velho? e fiz sinal:
- nada, é um cliente que paga bem e não faz nada comigo, só faz o sinal de um boquete, se você tiver vontade e der um jeito, pode me visitar. Eu não sabia o que fazer, que filha da puta, ela tava me convidando pra foder e eu amarrado de pés e mãos, justo virei a vista e vinha o velho de um lado e a tropa toda do outro. Eu:
- agora vem minha gente, mas fica tranquila que vou ver se consigo dar um jeito.
- fala, vou ficar de olho, ela diz.
UUUUU como saio dessa agora, a primeira coisa que me veio foi que tô com dor de barriga e que eles fossem tudo de novo pro barco, mas desci à terra e falei, que seja o que Deus quiser.
Depois de um tempo almoçamos, tudo bem, sem problema, zoando com os amigos e as crianças, até que depois de um tempo saímos de novo com meu amigo pra pescar pra fazer a segunda, uma vez ancorados no barquinho no meio da lagoa, comentei a situação com... Francisco, vamos chamar assim, e ele não acreditou, como ele não seguiu a conversa, não falei mais nada, umas horas depois ele diz:
- sério, mano, o que você me contou?
eu:
- e sim, seu otário, como vou mentir sobre isso.
ele:
- e pensei que você tinha ficado entediado e falou isso pra voltar pra lá.
eu:
- não, nada a ver, se bem que não é meu esporte favorito, te Eu seguro a bronca pra você também. Ele: - "Beleza, a gente faz isso, volta e eu falo a mesma coisa de hoje pra todo mundo, assim eu levo eles um tempinho e você se vira se conseguir, mas se você comer ela ou algo assim, traz prova, quero prova." Eu: - "Fala, vejo como faço."
Chegamos e fizemos a mesma coisa, desci com as varas, os baldes, os peixes, os panos, limpamos mais ou menos e subiram os caras e as gatinhas, empurrei até conseguir ligar o motorzinho e quando eles estavam indo embora, o "Francisco" me fala: - "Daqui uma hora eu volto." Pra tudo isso era umas 18h, tava começando o doparti, e a gente falou pra minha esposa que eu ia ouvir o jogo, por isso que eu voltava.
Até aí tava tudo perfeito, consegui escapar da minha patroa sem problema. Já no bangalô, sentado lá fora com meu radinho de mão, tinham passado uns 20 minutos e a gatinha não saía. Eu fazia barulho e falava alto pra ver se ela aparecia, até que numa hora sai o velho todo tranquilo e fala: - "Vou dar uma olhada no jogo na venda." Puta merda!!!!!! Falei: que idiota, se lá tem TV, que otário que eu sou, e eu ouvindo no rádio. Nisso, o Boca faz o gol e eu tava puto de tesão. Aí, sem ninguém por perto, pulei a cerca e bati na porta da gatinha, sabendo que ela tava sozinha. Ela: - "Vem, entra." Me puxa na hora e, sem perder tempo, falo: - "Já vim te visitar, agora como você vai me atender?" E aí mesmo ela já engatou no boquete. Sem perder tempo, falo: - "Para, para, para!!!! Vamos pro meu, aqui me sinto muito desconfortável." E meu coração e minhas batidas pareciam um martelo batendo numa bigorna. Ela: - "Tão safado que é, tem medo do velhinho?" Eu: - "Fala, vamos pro lado."
Rápido, sem hesitar, pulamos como dois grilos pro do lado, ou seja, o que eu tinha alugado, e de vez em quando olhava pro lado da lagoa pra ver se a vadiagem tava vindo. Tava tudo a meu favor, a porta ficava do lado oposto da lagoa, caso chegassem, e as janelinhas tinham pra todo lado, eu tinha um panorama amplo. A jovem continuava mamando, me deu uma boa chupada de pau, assim mesmo, sem camisinha. Nada, uma hora ela me fala:
- Me pega que tô muito tesuda e esse velho filho da puta nem me tocou.
Vou pro carro, pego um camisinha no meu esconderijo e volto, sempre com aquela adrenalina de será que o velho ou os outros tão vindo. Tinha pouco tempo e queria muito fuder ela. Coloco a camisinha e é soca e soca. Depois de uns 10 minutos, a gostosa tava sentada em cima de mim e fala:
- Não aguento, vou gozar toda.
Eu: - Vai fundo, tô junto com você (pensei: goza com a gostosa, porque se vierem, você fica na mão).
E aí a gente gozou pra caralho, senti o interior dela tremendo, foi muito tesudo. Beleza, falo pra mina:
- Vamos pra fora ver qual é.
Ela: - Bora.
Já tinha limpado tudo pra não deixar rastros na cena do crime, mas tava esquecendo do pedido do meu amigo. Então, quando a gente tava sentado cada um na sua cadeira de praia, no seu território do bangalô, falo:
- Me dá sua calcinha fio dental?
Ela pensou, entrou, tirou, saiu e me deu rápido porque tava de vestidinho. Tudo perfeito, tinha dado certo. Termina o primeiro tempo, o velho vem buscar alguma coisa, eu cumprimento cordial, como ele me viu conversando com a mina dele. Depois de 10 minutos, todo mundo chega, e eu sozinho, tipo um lobo na planície, mas com cara de cordeiro. A mulher do Pancho fala:
- O Kia disse pra você ir ajudar ele a subir o barquinho no trailer, e aí a gente sai rapidinho.
Chego lá e ele pergunta:
- Comeu ela?
E eu faço sinal com a cabeça que sim, e boto uma cara de metido, como quem tá se achando no balcão de um bar com um martini na mão:
- E a prova?
Tiro do bolso da minha bermuda a calcinha preta fio dental que a gostosa me deu, e ele fala:
- Que filho da puta, que puta gostosa você comeu!!!!!
Meu dia tinha terminado feliz, claro que pra fechar com chave de ouro, pensei que a galera ia zoar, mas nem tudo dá certo na vida. Não foi um encontro de duas horas, nem com muita posição, nem glamour, nem nada disso. Nesse relato, valorizo a coragem por todas as coisas. acontecidas, a adrenalina de estar com uma mulher e ser pego no flagra, mesmo que no total não tenha passado de 20 minutos de foda, foi mais uma história pra minha preciosa vitrine. Curti pra caralho. Uma coisa que me chamou a atenção foi que, ao sair do lugar, o cara que levanta a cancela me cumprimentou e falou:
— Você mandou bem pra caralho, hein, parceiro! — e piscou o olho. Agradeci, filho da puta. O velho me viu fazendo toda a jogada, que fenômeno, haja!
Não sou um Mariano Martinez, mas tenho meu estilo. Como alguém disse: "QUANDO VOCÊ TEM SORTE COM AS GOSTOSAS, VOCÊ TEM SORTE COM AS GOSTOSAS!!!!!!!!!
9 comentários - Una tarde en Chascomus.