Mariana, de uns tempos pra cá, começou a ir na empresa do pai dela. Passava uma hora ou quarenta minutos fingindo que se interessava pelos assuntos de contabilidade do setor. Quando a velha que devia orientá-la se distraía, ela escapava pra lugares mais interessantes, tipo a produção, onde os operários, nos intervalos individuais do expediente, sabiam dar uma pirocada na boca de uma Mariana feliz com pica na boca e na garganta. E ela sabia mesmo ter rolas no corpo adolescente dela, seja naqueles recreios de boquete individual, ou na hora do almoço, quando em grupo a homenageavam, já que os peões se juntavam pra comer ela no refeitório da empresa, encher a boquinha e o cu de pica da Mariana, pra alegria dessa novinha que sabia beber cargas generosas de porra, quente e grossa, seja pela boquinha, seja pelo cu. É sabido que Mariana resistia a dar a buceta e exibia uma doce buceta virgem; "quando eu casar", dizia séria diante dos pedidos insistentes, causando a raiva, o tapa, a gargalhada, o cuspe ou a fodida bucal imediata e silenciadora do interlocutor, que, diga-se de passagem, geralmente não fazia muita questão e comia ela com força, seja oralmente, seja analmente. Aquele cu apertadinho fantástico sabia receber até duas picas de uma vez às vezes, tamanho era o sucesso e o apreço que Mariana gerava.
Ah, Mariana, a filha exemplar do chefe, também era uma puta exemplar pra aqueles operários que na hora do almoço sabiam encher ela de pica no cu e na boca políglota comedora de porra.
Mariana voltava depois dessas experiências exaustivas de vida pro escritório do pai, não sem antes passar no banheiro, enxaguar a porra dos peitos, da carinha e da bunda, cagar a porra que tivesse sobrado no cuzinho dela; e vestir a roupa limpa que trazia na bolsa.
"Te vejo diferente" disse o pai uma vez, e ela sorriu e respondeu "sim, papai, tô aprendendo muito".
Ah, Mariana, a filha exemplar do chefe, também era uma puta exemplar pra aqueles operários que na hora do almoço sabiam encher ela de pica no cu e na boca políglota comedora de porra. Mariana voltava depois dessas experiências exaustivas de vida pro escritório do pai, não sem antes passar no banheiro, enxaguar a porra dos peitos, da carinha e da bunda, cagar a porra que tivesse sobrado no cuzinho dela; e vestir a roupa limpa que trazia na bolsa.
"Te vejo diferente" disse o pai uma vez, e ela sorriu e respondeu "sim, papai, tô aprendendo muito".
Lorena, também conhecida como GooLolita
Relato breve porque tô com uma puta vontade de punheta (mais ainda) d:
Relato breve porque tô com uma puta vontade de punheta (mais ainda) d:
3 comentários - La hija ejemplar del jefe, putita sin igual
Me encanto!
Gracias por compartir
Pajearse y estar perezosa son lindos viciecitos, jaja 😛